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Rafael Greca transforma história de Curitiba em inspiração durante encontro no Hospital INC

Curitiba, sua história e os aprendizados construídos ao longo da formação da cidade foram o fio condutor da oitava edição do New Ideas for Life, projeto do Hospital INC (Instituto de Neurologia de Curitiba), que ocorreu ontem (7), na sede da instituição. Coube ao convidado desta edição, Rafael Greca, conduzir o público por esse percurso histórico e cultural, compartilhando reflexões sobre a construção da identidade curitibana e a evolução urbana da capital paranaense. Reconhecido pela valorização da cultura local e pelo profundo conhecimento sobre a cidade, Greca trouxe ao encontro relatos, memórias e visões que ajudaram a traduzir Curitiba ao longo do tempo. Escritor, poeta e pesquisador, Greca é membro da Academia Paranaense de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná, além de ter sido eleito prefeito de Curitiba por três mandatos.

O Hospital INC promoveu o encontro como uma oportunidade de compartilhar ideias, histórias e experiências transformadoras. O bate-papo foi mediado pelo neurocirurgião e sócio-fundador do INC, Prof. Dr. Ricardo Ramina e também pelo neurocirurgião Dr. André Giacomelli, diretor Técnico do INC. “O INC, assim como Curitiba, acredita em ideias ousadas graças a visionários como Rafael Greca e Jaime Lerner, que nos ensinaram que limites não são barreiras, mas pontos de partida. Esse evento nasceu do desejo de pensar diferente e ir além do convencional. Tivemos a grande honra de receber um símbolo vivo da nossa cidade, cuja trajetória inspira pela sensibilidade humana e compromisso genuíno com o bem das pessoas”, destacou Dr. Ricardo Ramina, idealizador do New Ideas for Life.

Verdadeiro guardião da memória curitibana, Greca percorreu, durante o encontro, desde as origens da fundação até os dias atuais, revisitando as transformações, inovações e o pioneirismo de Curitiba. Em sua fala, ressaltou a importância da preservação do patrimônio histórico e do meio ambiente – lembrando o cuidado das nascentes desde o marco zero da cidade, há 333 anos. “No lugar da Igreja Matriz, onde hoje é a Catedral Nossa Senhora da Luz, existe um poço de água pura que foi preservado pelos Provimentos do Ouvidor Pardinho. Curitiba nasceu protegendo suas nascentes. Então, como vocês percebem, a história é mestra da vida”, afirmou.

Greca também destacou como Curitiba se consolidou, a partir de 1829, como importante destino de imigrantes italianos, alemães, ucranianos, russos, judeus e poloneses, que contribuíram significativamente para a herança cultural da cidade. “Mas, primeiro, tivemos os povos originários, que dormiam nas coivaras (cavernas), no útero da terra. Viemos da terra e desse povo que guardava as sementes dos pinhões na água corrente dos rios para que fossem conservadas”. Ao abordar a construção da estrada de ferro entre Paranaguá e Curitiba, projetada pelos irmãos Rebouças, Greca ressaltou a sua importância histórica. “Foi uma das maiores obras de engenharia do Brasil no século 19, refletia a visão estratégica de quem sempre buscou novos horizontes. Essa capacidade de enxergar longe também faz parte do espírito humano que inspira uma instituição como o INC”.

Durante o bate-papo, Dr. André Giacomelli destacou a contribuição de Rafael Greca para o fortalecimento da identidade cultural da cidade. “Greca sempre transmitiu para a população um sentimento de pertencimento e ajudou a construir uma memória afetiva de Curitiba, fazendo com que as pessoas enxergassem poesia e beleza no urbanismo da cidade. Por isso, acredito que a sua trajetória se mistura à própria história de Curitiba”, observou.

Cuidado com os espaços urbanos

Defensor de Curitiba como uma cidade de vanguarda, Greca compartilhou sua visão para preservação do patrimônio histórico e cultural. “Acredito na renovação permanente e na importância do cuidado com os espaços urbanos. Desde o Plano Diretor, criado em 1971, quando o Jaime Lerner começou a implantar o calçadão da Rua XV, Curitiba vem trabalhando para recuperar e valorizar o Centro Histórico e edificações como a Capela Santa Maria e o Paço da Liberdade – que é uma das coisas mais lindas do mundo. Precisamos ter zelo e vontade para manter esses espaços com coisas boas, sem terrenos baldios, imóveis em ruínas ou sujeira. Para isso, são necessários investimentos e empreendedores”, acredita.

Para quem conhece o passado curitibano como poucos, Greca também arriscou previsões sobre o futuro da cidade nas próximas décadas. “Tudo será conectado em rede daqui para frente: saúde, escolas, transporte, hospitais, comunicação”, disse ele, acrescentando que a mobilidade urbana exigirá infraestrutura mais eficiente, transporte público de qualidade e seguro, redução do uso de veículos individuais, adoção de horários alternativos e mais solidariedade no trânsito. “Devemos usar todos os recursos de que dispomos, como a Inteligência Artificial, a favor da humanidade, para que ela triunfe”.

Evento reúne especialistas, pacientes e entidades para debater os desafios, avanços e as particularidades do atendimento às doenças raras na região Sul do país

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A capital paranaense será palco de um importante debate sobre saúde pública e inclusão no próximo dia 12 de maio. Pela primeira vez no Sul do Brasil, a Casa Hunter promove o encontro “1º Cenário das Doenças Raras no Sul”, reunindo especialistas, pacientes, familiares, representantes de instituições e profissionais da área para discutir os desafios e avanços no atendimento às pessoas com doenças raras na região.

O evento acontece das 8h às 12h30, no auditório da Pró-Renal, em Curitiba, e marca a expansão de um projeto que, há mais de dez anos, vem contribuindo para transformar o cenário nacional das doenças raras por meio de debates, troca de experiências e construção de políticas públicas.

A proposta desta primeira edição regional é dar visibilidade às particularidades do Sul do país, fortalecendo a rede de cuidado e ampliando o diálogo entre especialistas e a sociedade. A programação contará com mesas de discussão e participação de profissionais referência na área, abordando temas ligados ao diagnóstico, tratamento, acolhimento e qualidade de vida dos pacientes.

Segundo os organizadores, o encontro busca não apenas ampliar a conscientização sobre as doenças raras, mas também estimular a criação de estratégias conjuntas entre entidades, profissionais de saúde e poder público.

O evento conta com apoio da FEBRARARAS e as vagas são limitadas. As inscrições podem ser feitas pelo link: [1º Cenário das Doenças Raras no Sul](https://share.google/y5GZalujV0xu0JW4Q?utm_source=chatgpt.com)

Font Life garantiu hidratação de corredores na Maratona Internacional durante a inauguração da Ponte de Guaratuba

Empresa forneceu  água para os atletas e levou colaboradores para a corrida, reforçando o compromisso da marca com saúde, qualidade de vida e o conceito “Viva Mais” 

A Font Life, tradicional indústria paranaense do Paraná, garantiu a hidratação  dos corredores durante a  Maratona Internacional do Paraná (MIP), realizada no litoral no fim de semana em que foi inaugurada a Ponte de Guaratuba, considerada uma das maiores obras de infraestrutura já realizadas no Paraná.

A empresa disponibilizou copos de água e garrafas de água com e sem gás para atender os corredores que participaram do evento esportivo realizado sobre a recém-inaugurada ponte.

Batizada de “Ponte da Vitória”, a estrutura possui 1.240 metros de extensão, quatro faixas de tráfego, ciclovia e áreas para pedestres. Com investimento superior a R$ 400 milhões, a obra vai substituir gradualmente o ferry boat e reduzir a travessia entre os municípios para cerca de dois minutos.

Segundo o diretor administrativo da Font Life, Célio Baggio, participar desse momento representa orgulho para a empresa e reforça a conexão da marca com iniciativas que promovem desenvolvimento e qualidade de vida.

“Estar presente em um momento histórico como a inauguração da Ponte de Guaratuba é motivo de muito orgulho para a Font Life. Mais do que fornecer água, participamos de uma conquista importante para o Paraná, conectando pessoas, incentivando o esporte e reforçando nosso compromisso com o bem-estar e com a qualidade de vida”, destacou.

Marca reforça conceito “Viva Mais”

Além da participação institucional, o evento teve um significado especial para a empresa por conta da presença de colaboradores na corrida. Cinco funcionários da empresa estiveram entre os atletas que encararam os percursos da Maratona Internacional do Paraná, reforçando o novo posicionamento da marca, guiado pelo conceito “Viva Mais”.

Participaram da prova: Patricia Malchovski, gerente administrativo; Pricila Forteski Thelmann, auxiliar de faturamento;   Emanuelli Guerrilha Moletta,assistente fiscal;José Henrique Forteski Thelmann,analista de logística e Luíza Fragoso Simões, assistente de marketing.

A proposta da empresa é ampliar seu papel no mercado, deixando de ser apenas uma fornecedora de água mineral para se posicionar como uma marca conectada ao bem-estar, à consciência e à qualidade de vida.

Entre os colaboradores que estão se tornando  corredores, a história de Patrícia Malchovski se tornou inspiração dentro da empresa. A gerente administrativa começou a correr há dois anos, após enfrentar uma depressão pós-parto e um divórcio.

“Eu comecei a correr em um momento em que não me reconhecia mais. A corrida me ajudou a  deixar os medicamentos controlados, a cuidar mais da minha saúde e da alimentação. Hoje me sinto mais forte em todos os os sentidos”, conta Patrícia.

A gerente  mantém uma rotina intensa para equilibrar os treinos, a maternidade e o trabalho. Mãe de uma criança de seis anos, ela treina nas primeiras horas da manhã e hoje já vê o filho seguindo seus passos no esporte.

Ela também destaca que o incentivo ao esporte faz parte da cultura construída dentro da Font Life.

“Participar de uma prova como a corrida da Ponte de Guaratuba é muito satisfatório. Estar ao lado de colegas que também estão buscando mais qualidade de vida é uma alegria enorme. A Font Life não apoia apenas os eventos, ela incentiva os colaboradores a estarem em movimento, a viver mais”, afirma.

Foto da equipe: Divulgação

Foto copos de água: @framesbr

Ventura Shopping inaugura espaço temático dedicado à Copa do Mundo 2026

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Com espaço de trocas de figurinhas e ativações especiais, empreendimento transforma a paixão pelo futebol em ponto de encontro para colecionadores e famílias em Curitiba

O Ventura Shopping entra no clima da Copa do Mundo e anuncia a inauguração de um espaço exclusivo dedicado ao álbum oficial da FIFA World Cup 2026™, reforçando a estratégia de oferecer experiências que vão além do consumo. Prevista para 1º de maio, na Praça de Eventos, a novidade promete atrair fãs de todas as idades com o retorno da tradicional loja temática da Bella Figurinha, além de ambientes pensados para interação e convivência.

O grande destaque é o lançamento da maior coleção já produzida pela marca para uma Copa do Mundo: são 980 cromos, sendo 68 especiais, que retratam os detalhes das 48 seleções participantes do torneio, que será realizado entre junho e julho de 2026, com jogos no México, Estados Unidos e Canadá. Os álbuns estarão disponíveis em diferentes versões, incluindo brochura, capa dura e uma edição especial com acabamento metalizado, além de envelopes com sete figurinhas por pacote.

Para transformar a experiência em algo ainda mais imersivo, o shopping aposta em dois projetos complementares: o espaço temático voltado para a exposição e venda oficial dos produtos, e o Espaço Torcida Ventura, dedicado ao encontro entre colecionadores. A proposta é estimular não apenas a compra, mas também a permanência e o engajamento do público, resgatando uma tradição que atravessa gerações.

“A Copa do Mundo sempre movimenta emocionalmente o público, e o álbum é um dos principais símbolos dessa conexão. Nosso objetivo é criar um ambiente onde as pessoas possam viver essa experiência de forma coletiva, fortalecendo vínculos e criando memórias dentro do shopping”, destaca a gerente de marketing do Ventura Shopping, Vanessa Andretta.

“A Copa do Mundo FIFA de 2026 vai muito além dos jogos — ela começa na expectativa e ganha vida em rituais como completar o álbum de figurinhas, que conecta gerações e aproxima pessoas. Ao criar espaços para essas trocas dentro do shopping, transformamos esse momento em uma experiência completa, que reúne família, amigos e cria memórias que ficam para além da Copa”, afirma o superintendente, Matheus Vitti Aguiar. 

Além das ativações já confirmadas, o empreendimento prepara uma programação especial para o período dos jogos, incluindo uma programação especial na praça de alimentação. A iniciativa reforça o posicionamento do Ventura Shopping como um hub de experiências na cidade.

Opinião: Se a máquina faz melhor, talvez estejamos ensinando errado

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Leonardo Tampelini*

A inteligência artificial não ameaça a educação. Ela a expõe. Expõe aquilo que a escola evitou encarar por décadas: grande parte do que chamamos de aprendizagem é, na prática, produção de formato. Introdução correta, desenvolvimento organizado, conclusão coerente. Hoje, uma máquina faz isso em segundos. Melhor, mais rápido e sem fadiga. O desconforto não nasce da tecnologia, mas da fragilidade do modelo pedagógico que ela ilumina.

Se a escola treina alunos para montar parafusos, não pode se indignar quando surge uma máquina que os monta melhor. Quando uma tarefa escolar pode ser resolvida por um modelo estatístico de linguagem, talvez não estivéssemos avaliando o pensamento, mas apenas a capacidade de obedecer a um molde.

Proibir tornou-se uma reação tardia. O alerta, porém, precisa ser feito com seriedade. Quando uma ferramenta elimina completamente o esforço de organizar ideias, sintetizar e revisar, pode haver produção textual sem aprendizagem real. A diferença entre ferramenta e muleta é decisiva: ferramentas ampliam capacidades; muletas as substituem.

Nos relatórios do PISA, a OCDE já indicou que a digitalização escolar, por si, não melhora o desempenho e pode até associar-se a resultados inferiores. Tecnologia não é uma solução pedagógica automática. Ela amplifica o modelo existente. Se o modelo é superficial, a superficialidade ganha velocidade.

Outro equívoco confortável é o mito do “nativo digital”. Não há evidência robusta de que os jovens sejam biologicamente mais aptos à multitarefa complexa. A atenção continua sendo um recurso limitado. A crença de que a nova geração aprende melhor apenas por estar conectada pode levar à negligência pedagógica.

Mas o ponto mais sensível está nas avaliações: se o aluno precisa esconder que utilizou IA para fazer um trabalho, o problema está na ferramenta ou no modelo avaliativo, que não distingue autoria de automação?

A escola sempre foi um espaço protegido para pensar. E pensar exige tempo, erro, revisão. A cultura da resposta imediata tensiona essa lógica. Se tudo pode ser respondido instantaneamente, cabe à escola redefinir seu papel: formar executores eficientes ou sujeitos capazes de formular perguntas relevantes? A IA responde com agilidade; ela não define o que merece ser perguntado.

O risco maior não é que a IA pense por nós, mas que deixemos de exercitar o pensamento porque a resposta pronta se torna confortável. Se a aprendizagem for reduzida à entrega de um produto formatado, a máquina sempre terá vantagem.

A inteligência artificial não criou a crise da educação. Ela apenas retirou o verniz que ocultava as fragilidades. Espelhos não inventam imperfeições; apenas as revelam. Se continuarmos formando parafusadores, as máquinas vencerão sem esforço. Se decidirmos formar pensadores, a tecnologia poderá ser aliada. A escolha não é tecnológica. É pedagógica.

*Leonardo Garcia Tampelini, mestre em Ciência da Computação e coordenador dos cursos de graduação em Ciência de Dados e Bacharelado em Inteligência Artificial da Faculdade Donaduzzi, no Biopark.

Guaratuba recebe curso gratuito de empreendedorismo com apoio ao negócio e incentivo financeiro

Projeto oferece formação presencial, consultoria individual e possibilidade de capital semente para participantes

Começam no dia 18 de maio, em Guaratuba, as aulas do Projeto MEGA 2026, Movimento Empreendedorismo Gerando Alternativas.

O curso, totalmente gratuito, será realizado na Faculdade ISEPE, com aulas presenciais a partir das 18h30. A formação inclui conteúdo empreendedor completo, consultoria individual e a possibilidade de os participantes receberem capital semente de R$ 1.500 para investir no próprio negócio.

As inscrições podem ser feitas pelo link:

https://forms.gle/qr2XbYUqBzythf3U6

O MEGA é uma iniciativa da organização social GERAR, Geração de Emprego, Renda e Apoio ao Desenvolvimento Regional, que há mais de 20 anos atua na transformação de vidas por meio da qualificação profissional e da promoção da empregabilidade.

O projeto já beneficiou mais de 5 mil pessoas no Paraná e mais de 200 em Blumenau, Santa Catarina, contribuindo para a geração de renda, o fortalecimento de pequenos negócios e a inclusão produtiva por meio do empreendedorismo.

Voltado a jovens e adultos a partir de 18 anos, com negócio próprio ou apenas uma ideia, o MEGA oferece 32 horas de formação presencial, distribuídas ao longo de oito dias, além de dois meses de consultoria individual após o encerramento do curso. Entre os conteúdos abordados estão gestão, marketing, precificação, estruturação e formalização de negócios.

Os três participantes com melhor desempenho e presença integral em cada turma recebem incentivo financeiro de R$ 1.500, destinado exclusivamente ao desenvolvimento do empreendimento. Durante a formação, os alunos também recebem apostila, bloco de notas, caneta, camiseta, lanche e uma logomarca personalizada, sem custo, além de certificado de conclusão.

De acordo com a coordenadora do Projeto MEGA, Valquíria Crispim, o diferencial da capacitação está na união entre técnica e desenvolvimento humano. 

“O MEGA atende tanto quem já empreende quanto quem deseja começar. Além do conteúdo prático, o projeto trabalha autoestima, confiança e visão de futuro, fatores que fazem diferença na trajetória dos participantes”, afirma.

Após a inscrição, a equipe do projeto entra em contato com os selecionados para orientar sobre os próximos passos e confirmar a participação.

Serviço

Projeto MEGA, Movimento Empreendedorismo Gerando Alternativas em Guaratuba

Data de início: 18 de maio – segunda-feira 

Horário:  18h30 às 22h30 

Local: Faculdade ISEPE

 Endereço: Rua Dr. Joaquim Menelau de Almeida Torres, 101 – Centro

Dúvidas ou mais informações:

 Valquíria Crispim: (41) 99905-1757

Instagram: @mega.gerar

Foto: Divulgação

Grupo Servopa promove minicurso “Mecânica básica para Mães”

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Evento terá café da manhã exclusivo e aula com professora do Senai, além da participação especial da ganhadora da ação para o show do cantor Amado Batista

Neste sábado, 9 de maio, o Grupo Servopa celebra o Dia das Mães com uma ação especial voltada para mulheres que desejam conhecer um pouco mais do universo automotivo. O evento, marcado para às 9h, contará com a participação de 100 mães convidadas, que serão recepcionadas com um café da manhã.

O minicurso, ministrado por uma professora do Senai, tem como objetivo fornecer conhecimentos básicos sobre o funcionamento de veículos elétricos, híbridos e a combustão, abordando dúvidas comuns do dia a dia, entre elas o significado dos alertas no painel, a troca de óleo e até mesmo a escolha do combustível mais adequado.

Durante o encontro, haverá sorteios de brindes oferecidos pelas marcas Volkswagen, BYD, Honda, Servopa Seminovos, Triumph e Harley-Davidson The One.

O evento também contará com a presença da vencedora do sorteio promovido pela Plateia Eventos para o show do cantor Amado Batista. Ela ganhou um Dia de Princesa e será levada ao show num veículo da GAC Servopa, além de assistir à apresentação em um lugar especial e conhecer o cantor pessoalmente.

Serviço

Mecânica básica para Mães

Data: 9 de maio

Horário: a partir das 9h

Local: Oficina da Servopa Volkswagen – R. Gen. Mário Tourinho, 1082 – Campina do Siqueira, Curitiba – PR, 80740-000

Inscrições: as inscrições podem ser feitas através do formulário oficial.   

Sobre o Grupo Servopa

Há 70 anos, o Grupo Servopa se consolidou como um dos principais grupos do setor automotivo no Brasil, representando 15 marcas de renome como Volkswagen, Audi, Hyundai, BYD, GAC, Honda, Citröen, Peugeot, Volvo e Harley-Davidson. Com sede em Curitiba (PR), reúne operações em concessionárias de veículos, consórcios e serviços relacionados, com 52 lojas distribuídas nos estados do Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo. 

Falta de assessoria especializada expõe transações imobiliárias a riscos no Brasil

Em um mercado que movimenta valores elevados e envolve decisões de longo prazo, a segurança jurídica, naturalmente, ocupa um espaço central nas transações imobiliárias. A formalização de contratos, a verificação de condições legais e a condução correta de todas as etapas do processo garante previsibilidade, segurança e credibilidade tanto para compradores e locatários quanto para vendedores e locadores.
A crescente complexidade das negociações tem ampliado a demanda por suporte especializado, especialmente em operações que envolvem múltiplos aspectos legais e tributários. Segundo Gabrielle Lima, advogada da Apolar Imóveis, a condução adequada do processo é determinante para evitar riscos que podem comprometer a segurança da transação.
Lima explica que entre os principais riscos estão a aquisição de imóveis com pendências legais, como dívidas vinculadas ao bem, problemas de matrícula ou irregularidades documentais. Já na locação, uma assessoria especializada pode evitar a presença de cláusulas abusivas e anulações posteriores de contrato devido à falta de legitimidade de quem está firmando o contrato.
“A ausência de uma vistoria técnica detalhada é um risco crítico, pois abre margem para cobranças indevidas de danos pré-existentes na devolução das chaves. Sem o equilíbrio de uma imobiliária, o inquilino pode assumir taxas que, por lei, seriam do proprietário, além de lidar com garantias locatícias inseguras”, complementa Gabrielle.
Já do ponto de vista de proprietários que buscam vender ou alugar seus imóveis, a falta de suporte pode gerar inadimplência, disputas judiciais e até mesmo a desvalorização do ativo. Aqui, de acordo com a advogada, é preciso ter atenção com a atualização da documentação e assegurar que o comprador tenha condições de cumprir todas as condições acordadas. No caso da locação, garante-se que a escolha do inquilino seja adequada, a fim de evitar disputas judiciais.
Direcionamento tributário – Outro aspecto que demanda conhecimento técnico é a questão tributária. Impostos e taxas variam de acordo com o tipo de transação e podem interferir no custo final do negócio.
“A Apolar atua orientando seus clientes sobre os principais tributos envolvidos nas operações imobiliárias, como ITBI [Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis] na compra e venda, imposto de renda sobre ganho de capital, além de encargos recorrentes, como IPTU [Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana] e taxas condominiais. Nosso suporte tributário também orienta sobre a emissão de informes e a DIMOB [Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias], preparando o investidor para as mudanças da Reforma Tributária, que impactará a tributação sobre o consumo e serviços de locação”, afirma Lima.
Em um cenário no qual muitas transações ainda ocorrem de maneira informal ou com suporte limitado, a informação e o respaldo técnico podem evitar dores de cabeça no futuro. Por isso, desde a negociação até a assinatura do contrato, todas as partes envolvidas podem ser direcionadas e ter seus direitos preservados.
Sobre a Apolar Imóveis
Fundada em 1969 por Joseph Galiano, a Apolar é a primeira franqueadora do Brasil e segunda maior rede de franquias do setor imobiliário nacional. Atualmente, é referência no mercado imobiliário, ganhando dez vezes o prêmio ABF de franchising pelo seu modelo de franquia e pelas suas inovações no segmento. São mais de 90 lojas espalhadas estrategicamente pelos estados do Paraná, Santa Catarina e Paraguai, totalizando mais de 15 mil imóveis cadastrados, entre locados e disponíveis para vendas e locação.

Maio Amarelo 2026 amplia debate sobre segurança no transporte corporativo e excesso de tempo ao volante

Com foco no tema “No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas”, Autonomoz defende uso de tecnologia, mobilidade corporativa compartilhada e monitoramento para reduzir riscos nas jornadas de colaboradores.

O Maio Amarelo 2026, que neste ano traz como tema “No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas”, amplia o debate sobre segurança viária ao colocar em pauta um problema crescente nas cidades e estradas brasileiras: o excesso de tempo ao volante.

Em meio ao avanço da mobilidade corporativa e ao aumento do deslocamento diário de trabalhadores, empresas passaram a discutir não apenas eficiência logística, mas também formas de garantir segurança no transporte de colaboradores.

Nesse contexto, modelos de economia compartilhada no transporte corporativo e plataformas de mobilidade empresarial ganham espaço como alternativa para reduzir exposição a jornadas exaustivas, ampliar rastreabilidade e melhorar a gestão operacional dos deslocamentos.

Direção defensiva

É nesse cenário que a Autonomoz, empresa brasileira de mobilidade corporativa com sede em Curitiba, vem ampliando o debate sobre segurança no transporte de funcionários e direção defensiva durante o Maio Amarelo.

A companhia atua conectando motoristas parceiros a empresas que precisam de transporte programado de colaboradores em áreas urbanas e intermunicipais.

Com operação em 175 cidades e uma rede de aproximadamente 900 motoristas parceiros, a empresa aposta em tecnologia, monitoramento em tempo real e planejamento prévio das viagens para minimizar riscos associados à fadiga, ao estresse e à sobrecarga ao volante.

“Quando discutimos mobilidade corporativa, não estamos falando apenas de deslocamento. Estamos falando de segurança, previsibilidade, qualidade de vida e responsabilidade compartilhada entre empresas, motoristas parceiros e passageiros”, afirma Gisele Santos, especialista em Segurança, Saúde e Meio Ambiente (SSMA) da Autonomoz.

O que muda com as plataformas de mobilidade corporativa

A expansão das plataformas digitais vem mudando a forma como funciona o transporte corporativo para empresas sem frota própria.

Diferentemente do modelo tradicional de fretado, a mobilidade corporativa compartilhada opera com rotas programadas, passageiros previamente identificados e monitoramento contínuo das viagens.

Na prática, isso permite maior previsibilidade operacional, rastreabilidade e controle das jornadas, além de gerar redução de custos para as empresas.

O modelo também ajuda a responder dúvidas frequentes do mercado, como quanto custa terceirizar transporte de funcionários e quais são as vantagens de terceirizar transporte de colaboradores em vez de manter estruturas próprias.

Segundo a Autonomoz, a organização prévia das viagens também contribui para reduzir deslocamentos excessivos e distribuir melhor as demandas entre os motoristas parceiros.

A plataforma conta ainda com Centro de Controle Operacional (CCO) 24 horas, recursos de rastreamento e protocolos internos voltados à segurança no transporte de colaboradores.

Transporte corporativo sustentável entra na pauta ESG das empresas

A discussão sobre transporte corporativo sustentável também ganhou relevância dentro das agendas de ESG.

Empresas passaram a olhar o deslocamento de colaboradores não apenas como custo operacional, mas como parte das estratégias de segurança, sustentabilidade e bem-estar.

Nesse cenário, modelos compartilhados ajudam a otimizar rotas, reduzir veículos em circulação e ampliar a eficiência logística.

Além do uso de tecnologia, a Autonomoz mantém iniciativas permanentes de conscientização voltadas à direção segura, combate à fadiga e prevenção de acidentes.

Entre elas está o programa “Regras de Ouro”, que reúne orientações relacionadas à direção defensiva, pausas adequadas, saúde física e mental e manutenção preventiva dos veículos.

Sobre a Autonomoz

A Autonomoz é uma empresa brasileira de mobilidade corporativa que conecta motoristas parceiros a empresas que precisam de transporte programado de colaboradores em áreas urbanas e intermunicipais.

O modelo de transporte corporativo compartilhado funciona com viagens recorrentes, passageiros identificados e rotas planejadas, oferecendo mais previsibilidade, rastreabilidade e segurança no transporte de colaboradores.

Com atuação em mais de 175 cidades e cerca de 900 motoristas parceiros, a empresa atende organizações que buscam reduzir custo com frete de funcionários, terceirizar o transporte corporativo sem necessidade de frota própria e ampliar eficiência operacional por meio de tecnologia e monitoramento contínuo.

A plataforma conta com suporte operacional, validação de motoristas parceiros e recursos voltados à segurança viária, além de adotar práticas alinhadas aos princípios de ESG (Environmental, Social and Governance), fortalecendo o conceito de transporte corporativo sustentável.

Imposto de Renda: Por que a gestão dos condomínios pode virar uma armadilha para síndicos e moradores?

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Imposto de Renda: Por que a gestão dos condomínios pode virar uma armadilha para síndicos e moradores?

Especialista alerta para riscos e obrigações fiscais; mesmo não sendo empresa, condomínios devem “prestar contas” ao Leão

Embora não seja uma empresa com fins lucrativos, o condomínio está longe de ficar livre das garras da Receita Federal. Na prática, o ambiente coletivo é um ente sem personalidade jurídica, mas que, para fins fiscais, funciona como um verdadeiro ‘ponto de retenção’ de tributos sobre prestação de serviços.

O alerta é de Luiz Fernando Martins Alves, advogado, contador e diretor jurídico da Associação das Administradoras de Condomínios do Estado do Paraná (AACEP). Com o prazo para a declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2026 se aproximando — cujo encerramento ocorre no último dia útil de maio —, as dúvidas sobre o que deve ou não ser declarado no universo condominial aumentam significativamente.

Condomínio paga Imposto de Renda?

Diferente de uma empresa, o condomínio não paga IR sobre sua atividade principal (a arrecadação das taxas para manutenção).

“Ele é um ente criado para administrar interesses comuns. No entanto, possui CNPJ, é obrigado a cumprir diversas obrigações acessórias e precisa prestar contas à Receita sempre que houver retenções de serviços ou geração de receitas extraordinárias”, explica Martins Alves, que também atua como administrador de condomínios.

O ‘Leão’ no bolso do síndico e do morador

Um dos pontos de maior confusão diz respeito às taxas e receitas dos ambientes coletivos. Segundo o diretor jurídico da AACEP, a isenção da taxa condominial para o síndico ou o recebimento de pró-labore não são “benefícios informais”, mas sim rendimentos tributáveis que devem constar na declaração.

Para os moradores, o risco reside nas receitas extras do condomínio, como o aluguel de espaços para antenas de telefonia ou publicidade. “Quando o condomínio gera receita, ele não paga imposto sobre o lucro, mas deve repassar o informe aos condôminos. Cada proprietário precisa declarar sua parte proporcional no IRPF, mesmo que o dinheiro tenha ido direto para o fundo de reserva”, alerta o advogado.

Gestão contínua: o fim do ‘prazo único’

Esquecer o condomínio durante o ano e tentar resolver tudo em maio é um erro estratégico. Atualmente, obrigações como a EFD-Reinf (Escrituração Fiscal Digital de Retenções e Outras Informações Fiscais) e a DCTFWeb (Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais) exigem entregas mensais. Elas servem para declarar retenções sobre serviços de limpeza, vigilância e manutenção.

“Não é algo para se resolver uma vez por ano; é um acompanhamento contínuo. A carga de obrigações condominiais hoje é comparável à de pequenas empresas”, pontua Martins Alves.

Riscos: do bolso ao CPF

O descumprimento dessas normas pode paralisar a gestão do ambiente coletivo. As consequências incluem:

· Multas pesadas: os valores acabam sendo rateados entre todos os moradores, gerando prejuízo coletivo.

· Problemas no CNPJ: a irregularidade impede a obtenção de certidões negativas, dificultando financiamentos ou contratos essenciais.

· Risco ao CPF do síndico: como responsável legal, o síndico pode sofrer reflexos em seus documentos pessoais e restrições de crédito em casos graves.

Como uma administradora pode ajudar?

A administradora desempenha um papel essencial para mitigar riscos, organizando toda a parte operacional e fiscal, tais como cálculo e recolhimento de tributos, envio das obrigações acessórias, controle de retenções de prestadores de serviços, emissão de informes de rendimentos e prestação de contas detalhadas.

Para evitar que o desconhecimento se transforme em prejuízo, o suporte especializado é fundamental. Contudo, Luiz Fernando Martins Alves deixa um lembrete.

“A responsabilidade legal continua sendo do síndico. É fundamental acompanhar e entender minimamente o que está sendo feito. Uma boa gestão não é custo, é proteção para todos”, conclui o diretor jurídico da AACEP.

Sobre a AACEP

A Associação das Administradoras de Condomínios do Estado do Paraná (AACEP) congrega 31 administradoras associadas, que representam mais de 2.700 condomínios no estado do Paraná e onde vivem cerca de 740 mil pessoas.

A AACEP tem sede na capital paranaense e membros filiados em Curitiba, Campo Largo, Londrina, Ponta Grossa, Colombo, Guarapuava, Francisco Beltrão, Pato Branco, Cascavel e Foz do Iguaçu. A entidade atua para levar informações, profissionalismo à gestão condominial e busca novas administradoras nas cidades de médio porte do Paraná.

Crédito da foto: Freepik