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Exposição “INTERLÚDIO Sève” abre circuito de galerias da 16ª Bienal de Curitiba

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Exposição “INTERLÚDIO Sève” abre circuito de galerias da 16ª Bienal de Curitiba

Galeria participa da Curitiba Art Week com a exposição “INTERLÚDIO Sève”, reunindo obras que exploram fronteiras entre matéria, silêncio e percepção na arte contemporânea.

Antes mesmo da abertura oficial da 16ª Bienal Internacional de Curitiba, a capital já começa a respirar arte contemporânea. Entre os dias 9 e 16 de junho, a cidade recebe a Curitiba Art Week, iniciativa que mobiliza galerias, museus, ateliês e espaços independentes em uma programação que antecipa o clima da Bienal, reforçando o protagonismo da capital paranaense no circuito cultural internacional. No dia inicial do evento, A Sève Art inaugura “INTERLÚDIO Sève”, a primeira de uma série de aberturas em diversas galerias pela cidade.

Conhecida desde 2013 como Circuito de Galerias da Bienal, a iniciativa se reconfigura em 2026 sob o nome Curitiba Art Week. Com o propósito de aproximar arte, mercado e cultura, a programação reúne galerias, artistas, museus e espaços culturais em uma agenda integrada, criando um amplo percurso de arte contemporânea que conecta diferentes espaços, públicos e experiências em Curitiba.

Instigada pelo tema “Limiares”, indicado por Adriana Almada e Teresa de Arruda, que assinam a curadoria geral da Bienal de Curitiba em 2026, a Sève Art Galeria idealizou uma exposição especialmente para esta ocasião, que através da curadoria propõe um território de suspensão: um campo de possibilidades entre presença e desaparecimento, matéria e silêncio; um lugar onde a arte ampara instantes em que a forma hesita, mas insiste em existir. O “Interlúdio” funciona como um entrelugar, em que as obras ocupam o espaço expositivo como experiência sensorial. A intenção é criar uma atmosfera imersiva, em que o diálogo com a arte continue mesmo após o gesto inicial. “A obra só se completa com a presença do público”, como destacam Helena Rolim de Moura, Sergio F. Rolim e Leonardo Lizardo, colaboradores da curadoria junto ao Núcleo Sève.

Entre as obras de destaque da exposição, está “Abismo Azul”, de Leila Versetti. Partindo da cor como território de investigação, a artista constrói um campo pictórico em que o azul deixa de ser representação do céu ou do mar para assumir a condição de estado limiar, um espaço de transição entre luz e trevas, presença e ausência. Em grande escala, a obra não busca ilustrar o abismo, mas instaurá-lo diante do espectador: a dimensão de 240 x 160 cm coloca o corpo em relação direta com a pintura, intensificando a experiência sensorial e contemplativa. A obra dialoga diretamente com a noção de “obra aberta”, proposta por Umberto Eco, ao depender da presença e da subjetividade do espectador para completar seus sentidos.

A exposição também apresenta trabalhos dos artistas: Luiza Burigo Volpato, Lys Áurea Buzzi, Maristela Oliveira, Nani Silveira e Carlos Januário, Orlando Azevedo, Sergio F. Rolim e Wilson Pinto.

Além da mostra realizada em sua sede, no coração do batel, a galeria participa da exposição coletiva “Mapa Aberto”, na qual os artistas Nani Silveira e Carlos Januário, representados pela Sève, apresentam as obras “Organóides Bios II” e “Organóides Bios VI” no Salão Brasil da Prefeitura de Curitiba, ampliando a presença e a atuação da galeria na programação da Bienal.

Como ressaltam o Núcleo Sève: “vivemos um momento em que a arte ultrapassa fronteiras e se integra cada vez mais ao cotidiano. A Bienal de Curitiba traduz essa proposta por meio de um modelo descentralizado, que ocupa diferentes espaços da cidade, amplia o acesso à cultura e fortalece a democratização da arte”. A partir desse sentido, enfatizam também que “nesta edição, a tecnologia também surge como elemento essencial, expandindo as possibilidades de criação, percepção e compartilhamento. Ao integrar o circuito da Bienal, a Sève Art Galeria reforça esse movimento de valorização da arte local, conexão com o público e ampliação das experiências artísticas”.

A galeria, criada em 2022 pelas arquitetas Helena e Letícia Rolim Moura, tem como objetivo difundir artistas nacionais vivos, institucionalizar suas trajetórias e obras, e promover um ambiente de reflexão e contemplação crítica.

Serviço:

Alameda Dr. Carlos de Carvalho, 1547 – Batel, Curitiba – PR

https://www.instagram.com/seveartgaleria

+55 41 99126-1955

Visitação de segunda à sexta – 10h às 12h e 13h às 18h.

(Nani Silveira e Carlos Januário, Organóides Bios II, 2025, escultura em porcelana e pigmentos, 18 x 20 x 22 cm – Crédito da foto: Marcelo Almeida)

Jockey Plaza convida os casais para experiências românticas no mês dos Namorados

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Jockey Plaza convida os casais para experiências românticas no mês dos Namorados

Programação especial terá quick date, oficinas de gastronomia e artes, cinema, palestra, música ao vivo, fotos em polaroid e ações interativas ao longo de junho

O amor vai tomar conta do Jockey Plaza Shopping durante o mês de junho. Com uma programação inédita, o shopping promove uma série de ações para celebrar o Dia dos Namorados, reunindo gastronomia, entretenimento, conexão e experiências voltadas tanto para casais, quanto para quem está em busca de um novo amor.

“O Jockey é um espaço pensado para proporcionar momentos especiais e criar boas memórias. Criamos uma programação diversificada, com experiências únicas, divertidas e afetivas, para que os clientes possam celebrar o amor de diferentes formas ao longo de toda a semana dos namorados”, afirma a gerente de marketing, Michelle Cirqueira.

A programação começa no dia 3 de junho, quarta-feira, com uma proposta voltada aos solteiros. O “Jockey Plaza Match – 7 minutos para achar o amor” promove uma dinâmica inspirada nos chamados quick dates, em que os participantes têm conversas rápidas em rodadas de sete minutos. O encontro gratuito será realizado a partir das 19h30 na 100 Beer Garden, com ambiente descontraído, welcome drink e petiscos para os participantes.

A semana do Dia dos Namorados traz experiências para serem compartilhadas entre os casais. No dia 9 de junho, terça-feira, acontece uma oficina de velas aromáticas acompanhada de vinho e mesa de frios, no piso L2, ao lado do Johnny Rockets. A proposta da atividade é transformar o momento em uma lembrança afetiva: cada participante produzirá e levará para casa uma vela personalizada com uma mensagem secreta escolhida pelo parceiro, que é revelada apenas ao final da queima.

A programação segue no dia 10 de junho, quarta-feira, com uma oficina de fondue para casais, realizada no Supermercado Adoratto, com patrocínio da Nestlé Professional. Serão 15 casais em uma atmosfera intimista, com iluminação baixa e decoração romântica. Cada mesa contará com utensílios e ingredientes para o preparo dos fondues salgados, acompanhados de queijos, carnes e molhos, além de opções doces com chocolate e frutas.

No dia 12 de junho, o shopping recebe novamente o “Jardim do Amor”, em frente à entrada C. A partir das 10h, mais de mil balões vermelhos em formato de coração estarão disponíveis gratuitamente para os clientes presentearem quem amam ou levar como recordação.

Ainda no Dia dos Namorados, apresentações musicais ao vivo na praça de alimentação, a partir das 18h30, com trio formado por piano elétrico, violino e violoncelo, completam a programação.

No sábado, dia 13 de junho, às 11h no Cinépolis, a palestra gratuita ”O Meu, o Seu e o Nosso: Amar sem se Perder”, sobre relacionamentos e conexão emocional, será conduzida pela psicóloga e influenciadora digital Pamela Magalhães, especialista em terapia de casal e família e referência nacional em saúde emocional. No mesmo dia, músicos irão circular pelos corredores do shopping com apresentações itinerantes de violino e saxofone a partir das 15h30.

Ao longo de todo o período, o shopping contará ainda com espaços instagramáveis temáticos para fotos dos visitantes. Nos dias 11 e 13 de junho, das 16h às 20h e no dia 12, das 18h às 22h, fotógrafos e promotores também irão circular pelos corredores convidando casais para registrarem o momento em fotos instantâneas estilo Polaroid. As imagens serão entregues gratuitamente como lembrança da data.

Além das ativações especiais, restaurantes, bares, cafeterias e operações gastronômicas devem concentrar o movimento de casais em busca de opções para almoço, happy hour ou jantar na data comemorativa.

Para encerrar, no dia 16 de junho, às 19h30, o shopping promove uma sessão exclusiva e gratuita para clientes do filme “Eu & Você na Toscana” na Cinépolis, com combo de pipoca e refrigerante incluso.

O Jockey Plaza Shopping funciona de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos, das 14h às 20h. As operações de alimentação funcionam de segunda a sexta, das 10h às 22h, aos sábados, das 10h às 23h, e aos domingos, das 11h às 22h. O estacionamento tem valor de R$10 por até 30 minutos e R$19 para todo o período dentro da mesma diária.

Serviço:
Programação de Dia dos Namorados do Jockey Plaza Shopping

03/06 — Jockey Plaza Match – 7 minutos para achar o amor
Local: 100Beer / a partir das 19h30
Evento gratuito | Inscrições na bio do Instagram

09/06 — Oficina de Velas Aromáticas
Local: piso L2, ao lado do Johnny Rockets – em duas sessões: 18h30 e 21h.
R$ 69,00 por casal | Inscrições via app PODI

10/06 — Oficina de Fondue para Casais
Local: salão de eventos do Adoratto Supermercado, a partir das 19h30.
R$ 99,00 por casal | Inscrições via app PODI

13/06 — Palestra para casais com Pamela Magalhães
Local: Cinépolis – sala 1
Horário: das 11h às 12h30
Participação gratuita | Inscrições via app PODI

16/06 – Sessão de cinema do filme “Eu & Você na Toscana”
Local: Cinépolis
Horário: 19h30
Participação gratuita | Inscrições via app PODI, com combo de pipoca e refrigerante incluso.

Wellness deixa de ser tendência e passa a influenciar compra de imóveis

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Wellness deixa de ser tendência e passa a influenciar compra de imóveis

Pesquisa mostra que 78% dos consumidores consideram atributos ligados à qualidade de vida na decisão de compra; em Curitiba, Piemonte Alberi aposta nessa nova lógica de moradia

O conceito de wellness deixou de ser tendência para se tornar um dos principais fatores de influência no mercado imobiliário brasileiro. O Relatório “Moradia & Bem-Estar: o novo valor do morar”, da Brain Inteligência Estratégica, realizado em março de 2026 com 1.052 entrevistados em todo o país, mostra que 78% das pessoas afirmam que empreendimentos voltados ao bem-estar influenciam positivamente sua decisão de compra.

O estudo aponta uma mudança importante no comportamento do consumidor: o imóvel passa a ser percebido não apenas como espaço de moradia, mas como parte da rotina de saúde, conforto e qualidade de vida. Itens como academia, áreas verdes, iluminação natural, silêncio, espaços de contemplação e ambientes voltados à prática esportiva aparecem entre os atributos mais valorizados pelos compradores.

Entre os dados que mais chamam atenção, 52% dos entrevistados afirmam desejar academia no condomínio, consolidando o espaço como o item mais desejado nos empreendimentos residenciais. Além disso, 77% consideram o isolamento acústico importante na escolha de um imóvel, reforçando a valorização de ambientes mais silenciosos e confortáveis.

Segundo o diretor-presidente da Incorporadora Piemonte, Filipe Biscaia Demeterco, o mercado vive uma transformação importante na forma como as pessoas enxergam o morar. Qualidade de vida, saúde e bem-estar passaram a influenciar diretamente o desenvolvimento dos novos projetos imobiliários, impactando desde a concepção arquitetônica até a distribuição dos espaços comuns.

De acordo com o executivo, essa lógica vem sendo aplicada nos empreendimentos de diferentes formas, respeitando as características de cada terreno e projeto. Em áreas maiores, a tendência é ampliar a integração com a natureza, áreas verdes e espaços abertos de convivência. Já em terrenos mais compactos, o wellness aparece em soluções verticais, com áreas de lazer e bem-estar concentradas nos primeiros pavimentos ou rooftops, reunindo academia, espaços contemplativos, ambientes de convivência, áreas de relaxamento e estruturas voltadas à prática esportiva.

“Existe uma mudança muito clara de comportamento. Hoje, as pessoas buscam empreendimentos que contribuam efetivamente para a qualidade de vida, para a saúde física e mental e para uma rotina mais equilibrada. O imóvel deixa de ser apenas um espaço funcional e passa a fazer parte desse cuidado diário”, afirma Demeterco.

Em Curitiba, um dos exemplos dessa nova tendência é o Piemonte Alberi Home & Wellness, da Incorporadora Piemonte. O projeto foi concebido justamente a partir desse conceito de integração entre arquitetura, natureza e bem-estar, reunindo áreas verdes, espaços de contemplação, lazer voltado à saúde e soluções construtivas pensadas para conforto e qualidade de vida.
O empreendimento será construído no Cabral em um terreno de mais de 6 mil metros quadrados, com três torres residenciais, apartamentos de 3 e 4 suítes e áreas privativas entre 152 m² e 408 m². Entre os diferenciais estão piscina coberta, spa, academia, espaço yoga, jardim sensorial, fireplace, áreas verdes integradas, elevador privativo com biometria, piso aquecido nos banheiros, infraestrutura para carros elétricos e sistemas automatizados.

Lançado em julho de 2025, o Piemonte Alberi Home & Wellness já comercializou 55% das unidades em menos de um ano, desempenho que, segundo a incorporadora, reforça a aderência do conceito wellness às novas demandas do mercado de alto padrão.

A pesquisa da Brain Inteligência Estratégica também mostra que o interesse por empreendimentos voltados ao bem-estar atravessa diferentes perfis de consumidores e faixas de renda. Em todas as categorias analisadas, mais de 75% dos entrevistados afirmam que o conceito wellness influencia positivamente a decisão de compra de um imóvel, evidenciando que atributos ligados à qualidade de vida, conforto e saúde deixaram de ser nicho e passaram a ter relevância ampla no mercado imobiliário.

Brasileiros investem mais em qualidade do sono e impulsionam expansão do mercado de colchões

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Brasileiros investem mais em qualidade do sono e impulsionam expansão do mercado de colchões

Brasil já é o 5º maior produtor mundial e setor movimentou R$13,2 bilhões em 2025; aumento da demanda impulsiona abertura de lojas e produtos premium

Dormir bem virou prioridade para os brasileiros e isso tem transformado o mercado de colchões no país. Impulsionado pela busca por qualidade de vida, conforto e bem-estar, o setor movimentou cerca de R$13,2 bilhões em 2025, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Colchões (ABICOL), com crescimento estimado em 6,5% no período.

O crescimento ajuda a explicar um fenômeno percebido nas cidades brasileiras: o aumento no número de lojas especializadas. Hoje, o Brasil é o quinto maior produtor de colchões do mundo, lidera o consumo na América Latina e conta com mais de 500 fabricantes no setor, entre grandes indústrias, marcas premium e empresas artesanais.

Mais do que uma compra funcional, o colchão passou a ocupar espaço nas discussões sobre saúde, produtividade e bem-estar. O consumidor também mudou: pesquisa mais, compara tecnologias, busca personalização e está disposto a investir em produtos de maior durabilidade.

Segundo Jarbas Carneiro de Freitas, diretor da Carneiro Colchões Artesanais, o mercado vive uma transformação importante, especialmente no segmento premium. “Durante muitos anos, o colchão era visto como um produto que as pessoas trocavam apenas quando estava muito desgastado. Hoje existe maior consciência sobre a importância do sono e do conforto para a saúde física e mental”, afirma.

O executivo aponta que parte desse crescimento também está ligada à procura por produtos personalizados e desenvolvidos para diferentes perfis de consumidores. “O cliente passou a pesquisar mais e entender que o colchão impacta diretamente descanso, dores no corpo, disposição e até rendimento no trabalho. Isso mudou completamente a forma como as pessoas compram esse tipo de produto”, explica.

A valorização do segmento premium acompanha tendências globais ligadas ao wellness e ao chamado “luxo silencioso”, conceito associado a produtos duráveis, exclusivos e focados em experiência, conforto e longevidade.

Com 42 anos de história, a Carneiro Colchões Artesanais acompanha esse movimento de crescimento do setor. Especializada em colchões sob medida e produtos premium, a empresa quadruplicou o faturamento nos últimos quatro anos e ultrapassou R$3,5 milhões em receita em 2025, registrando crescimento de 40% nas vendas anuais apenas no último ano.

Em 2026, a marca manteve o ritmo de expansão e apresentou crescimento de 36% no primeiro trimestre em comparação aos últimos três meses de 2025, refletindo a valorização de soluções personalizadas, duráveis e voltadas ao bem-estar. Segundo a empresa, a procura por colchões artesanais e desenvolvidos conforme o perfil de cada cliente tem crescido junto ao avanço do consumo premium no país.

Deepfakes e golpes com IA ampliam disputas sobre responsabilidade de bancos e empresas

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Deepfakes e golpes com IA ampliam disputas sobre responsabilidade de bancos e empresas

Uso de inteligência artificial já aparece em 42,5% das fraudes financeiras no Brasil e especialistas alertam para aumento das disputas judiciais

Os golpes digitais no Brasil entraram em uma nova fase. Com o avanço da inteligência artificial, fraudes que antes dependiam apenas de mensagens falsas e engenharia social, agora utilizam vídeos, áudios e imagens manipuladas para simular familiares, executivos, funcionários de bancos e até centrais de atendimento – essas ferramentas utilizadas para as fraudes são as deepfakes. Dados da Polícia Federal divulgados em 2026 apontam que 42,5% das fraudes financeiras no país já utilizam ferramentas de inteligência artificial, enquanto o uso de deepfakes cresceu 830% entre 2024 e 2025.

Com o aumento das fraudes, cresce também o número de disputas judiciais envolvendo consumidores, bancos e empresas sobre quem deve responder pelos prejuízos causados por golpes digitais.
Para o advogado Vitor Augusto Nichele, da Assis Gonçalves, Nied e Follador – Advogados, o avanço da sofisticação dos golpes vem tornando mais complexa a análise da responsabilidade de cada parte envolvida. “Nem todo golpe gera automaticamente responsabilidade do banco ou da empresa. Mas também não é correto transferir todo o prejuízo ao consumidor quando existem falhas de segurança, ausência de monitoramento ou transações incompatíveis com o perfil da vítima”, explica.

Segundo ele, o Judiciário tem analisado cada situação de forma individual, considerando o contexto da fraude, o comportamento do usuário e os mecanismos de segurança adotados pelas instituições financeiras e empresas: “O ponto central é entender se houve falha na prestação do serviço ou se o golpe ocorreu exclusivamente por ação do criminoso associada a uma conduta do próprio usuário. Há situações em que a instituição financeira deveria ter identificado movimentações atípicas (não condizentes com o perfil da vítima) e/ou bloqueado operações suspeitas”, afirma.

As disputas cresceram principalmente em golpes envolvendo falsas centrais de atendimento, invasões de contas, golpes do presente e da maquininha, clonagem de aplicativos de mensagens, links fraudulentos e transferências via Pix induzidas por engenharia social. O uso de inteligência artificial elevou ainda mais o grau de convencimento das fraudes. “Hoje os criminosos conseguem reproduzir voz, imagem e comportamento de pessoas reais com enorme precisão. Isso aumenta significativamente o potencial de engano e exige novos protocolos de validação e segurança por parte das empresas”, diz Nichele.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) possui decisões, como a proferida no Recurso Especial n.º 2.052.228/DF, reconhecendo responsabilidade de instituições financeiras em casos de falhas que facilitaram golpes, especialmente quando há ausência de mecanismos adequados de prevenção, autenticação ou monitoramento de movimentações fora do padrão do cliente (atípicas) – a orientação segue a linha de precedentes anteriores, como a Súmula 679/STJ. Por outro lado, ficando comprovado que o golpe ocorreu fora do ambiente controlado pela instituição e houve participação direta do usuário no envio voluntário dos valores, não haveria a responsabilidade da instituição.

Segundo Nichele, o crescimento das fraudes digitais aumenta a necessidade de conscientização da população. “A tecnologia sofisticou os golpes em uma velocidade muito grande. Hoje é fundamental desconfiar de contatos urgentes, pedidos de transferência, links enviados por aplicativos e até de vídeos e áudios aparentemente legítimos. Logicamente, as instituições bancárias também devem agir para conscientizar os seus clientes sobre o tema”, alerta. A sofisticação das deepfakes é tamanha que desafia o próprio conceito jurídico de ‘negligência’ ou ‘culpa exclusiva da vítima’, já que o potencial de engano anula a capacidade de discernimento do usuário comum.

Entre as orientações estão confirmar informações por canais oficiais, evitar clicar em links desconhecidos, não compartilhar senhas ou códigos de autenticação e comunicar imediatamente o banco em caso de suspeita de fraude. O mais prudente é sempre entrar em contato com a instituição por meio de seus canais oficiais. Como os bancos usualmente não realizam ligações solicitando procedimentos urgentes, a recomendação é desligar o telefone e iniciar um novo contato de forma proativa para confirmar a veracidade das informações.

Para empresas, o advogado destaca que a prevenção deixou de ser apenas uma questão operacional. “As empresas precisam investir em proteção de dados, treinamento de equipes, autenticação de identidade e monitoramento de operações suspeitas. Segurança digital hoje também é responsabilidade jurídica e reputacional”, afirma.

Quando pode haver responsabilidade do banco ou da empresa

Segundo o advogado, alguns fatores costumam pesar na análise judicial:

● transações incompatíveis com o perfil do cliente;
● ausência de bloqueios ou alertas de segurança;
● falhas em autenticação e validação de identidade;
● demora no atendimento após comunicação da fraude;
● vazamento ou uso indevido de dados pessoais;
● fragilidade nos sistemas de proteção digital.

Quando a responsabilidade pode recair sobre o usuário

Também são analisadas situações como:

● envio voluntário de dinheiro após contato fraudulento;
● compartilhamento de senhas e códigos de segurança;
● acesso a links suspeitos;
● negociação fora de canais oficiais;
● ausência de comunicação rápida ao banco após perceber o golpe.

“Em muitos casos, a discussão jurídica não envolve apenas quem realizou a transferência e a contribuição da vítima, mas se todos os envolvidos, inclusive as instituições financeiras, adotaram os cuidados esperados diante dos riscos atuais do ambiente digital”, finaliza Nichele.

Empresas que aprendem mais rápido crescem mais: agilidade vira vantagem competitiva nos negócios

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Empresas que aprendem mais rápido crescem mais: agilidade vira vantagem competitiva nos negócios

Pesquisa da McKinsey mostra que organizações com cultura forte de aprendizado têm mais inovação, adaptação e desempenho; especialista aponta caminhos práticos para empresas brasileiras

Em um mercado cada vez mais acelerado, a capacidade de aprender rápido deixou de ser apenas uma habilidade desejável e passou a representar uma vantagem competitiva para empresas de todos os portes. Negócios que conseguem captar mudanças de comportamento do consumidor, testar soluções rapidamente e adaptar suas operações tendem a responder melhor às transformações do mercado.

Uma pesquisa da consultoria global McKinsey & Company revelou que organizações com culturas fortes de aprendizado têm maior capacidade de inovação, adaptação e crescimento sustentável. Segundo o levantamento, empresas que investem em aprendizado contínuo respondem mais rapidamente às mudanças do mercado e desenvolvem equipes mais preparadas para cenários competitivos.

Para o consultor de carreira e negócios da ESIC Internacional, Alexandre Weiler, o diferencial competitivo das empresas modernas está menos ligado ao tamanho da estrutura e mais à velocidade de adaptação. “Hoje, o mercado muda mais rápido do que muitos planejamentos estratégicos conseguem acompanhar. Empresas que criam mecanismos internos para aprender continuamente conseguem reagir antes da concorrência e transformar informação em ação prática”, afirma.

Segundo Weiler, o aprendizado organizacional acontece muitas vezes dentro da própria rotina operacional. “As informações mais valiosas estão nas conversas do WhatsApp, no atendimento ao cliente, nas dúvidas recorrentes e nos gargalos operacionais do dia a dia”, explica. O especialista destaca que empresas menores podem transformar a proximidade com o consumidor em uma vantagem estratégica frente aos grandes concorrentes. “Enquanto grandes corporações têm processos mais lentos, pequenos e médios negócios conseguem testar mudanças rapidamente, ajustar ofertas em tempo real e criar relações mais próximas com os clientes”, diz.

Para Weiler, a capacidade de aprendizado também está ligada à formação contínua das lideranças e equipes. “Empresas que investem em atualização profissional acompanham com mais velocidade as mudanças do mercado. Hoje, cursos de graduação, MBAs e programas executivos precisam estar conectados às transformações globais, às novas tecnologias e às demandas reais das empresas”, afirma.

Entre os principais erros observados nas organizações, Weiler aponta a centralização excessiva das decisões e a resistência à experimentação. “Muitas empresas ainda operam com a lógica do ‘sempre foi assim’. Isso reduz a capacidade de adaptação justamente em um momento em que o mercado exige agilidade”, comenta.

Entre as medidas que podem ser aplicadas pelas empresas, o especialista cita reuniões rápidas de alinhamento, registro de reclamações recorrentes dos clientes, testes de campanhas em pequena escala e descentralização de decisões operacionais. “O aprendizado rápido se tornou uma vantagem silenciosa. Muitas vezes, o cliente percebe apenas que aquela empresa resolve problemas com mais rapidez, entende melhor suas necessidades e se adapta mais facilmente”, conclui.

GT Building e HCC Hospitality anunciam parceria exclusiva da Suyts by HCC durante evento na CASACOR Paraná

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Encontro reuniu imprensa, autoridades e executivos para apresentar novo modelo de residenciais de luxo com operação profissional de short e long stay, e serviços integrados de hotelaria

A GT Building e a HCC Hospitality promoveram, no último dia 26, um evento exclusivo na CASACOR Paraná para anunciar oficialmente a parceria estratégica que marca o lançamento da Suyts by HCC, novo conceito de residenciais premium voltados para short e long stay com gestão profissional e serviços integrados de hotelaria. O encontro reuniu imprensa, convidados dos setores imobiliário e hoteleiro, além da presença do prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel, diretores executivos da GT Building e o CEO da HCC Hospitality.

O evento aconteceu em um momento em que o mercado de imóveis compactos e apartamentos de até dois quartos na capital vive forte expansão, impulsionando uma nova demanda por empreendimentos preparados para gestão profissional de locação flexível. Mais que imóveis para investimento, cresce a procura por residenciais que integrem moradia, hospitalidade, tecnologia e serviços exclusivos.

É neste cenário que nasce a Suyts by HCC, modelo desenvolvido em parceria entre a GT Building e a HCC Hospitality para oferecer uma nova geração de residenciais voltados para operações de short e long stay de luxo. A proposta combina moradia, locação flexível e gestão profissional em um formato que une conveniência, tecnologia e experiência de hospedagem de alto padrão no mercado imobiliário urbano.

Diferentemente do modelo tradicional de investimento imobiliário, o conceito da Suyts by HCC prevê uma operação centralizada e especializada, reduzindo desafios comuns da locação de curta e longa duração, como vacância, insegurança, falta de padronização de tarifas e serviços, e a gestão dispersa das unidades, que frequentemente gera competição de preços entre operadores no mesmo empreendimento. “Esta é uma parceria para que nossos empreendimentos, no futuro, sejam flagships, com uma gestão única voltada à utilização de plataformas”, explica o diretor de incorporação da GT Building, Marcello Malucelli Thá.

A operação será administrada pela HCC Hospitality, empresa com mais de 25 anos de atuação no setor e responsável pela operação de marcas internacionais como Hilton, Wyndham Hotels & Resorts e Radisson Hotel Group. A companhia ficará responsável pela gestão das locações, estratégia comercial, distribuição nas plataformas digitais e relacionamento com hóspedes e investidores.

Para Elias Rodrigues, CEO da HCC Hospitality,  o modelo representa uma evolução da hospitalidade dentro do mercado imobiliário. “Suyts by HCC nasce para atender um novo perfil de viajante e investidor, que buscam experiências qualificadas, flexibilidade e conveniência. Estamos trazendo para o residencial a expertise operacional da hotelaria, com padrões de serviço, gestão profissional e tecnologia voltados à valorização do ativo e à experiência do hóspede”, afirma.

Para a GT Building e a HCC Hospitality, a parceria representa um novo momento para o mercado imobiliário de Curitiba, aproximando o segmento residencial das experiências oferecidas pela hotelaria de luxo e acompanhando uma transformação global nos hábitos de moradia e consumo urbano.

Pessoas, propósito e lucro: a nova equação da competitividade

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*Por Tânia Dias Santos

Empresas brasileiras operam sob pressão crescente por eficiência, reputação e capacidade de resposta e, hoje, o desempenho depende diretamente da qualidade das decisões tomadas diariamente pelas equipes. Nesse cenário, a gestão de pessoas assume dimensão de variável econômica, já que o desafio vai além da contratação de profissionais qualificados e envolve a construção de ambientes capazes de sustentar resultados no longo prazo.

Durante anos, processos seletivos priorizaram a competência técnica como principal critério de escolha, o que permanece indispensável. Essa lógica, porém, passou a considerar novos fatores, como a cultura organizacional e o alinhamento de valores, cada vez mais decisivos na escolha do local de trabalho. Segundo o estudo Workmonitor 2025, da Randstad, 58% dos trabalhadores brasileiros apontam esse alinhamento como relevante, acima da média global. Empresas que mantêm critérios exclusivamente técnicos tendem a perder competitividade na atração e na retenção de talentos, especialmente em um contexto em que profissionais avaliam com rigor a coerência institucional.

O engajamento também exige atenção. Um levantamento de 2025 da EAESP/FGV mostra que apenas 39% dos trabalhadores brasileiros se declaram engajados — o menor índice da série histórica. Sem clareza de propósito e coerência entre discurso e prática, o vínculo se fragiliza e a produtividade cai.

Os impactos são concretos: rotatividade elevada representa mais do que custos de recrutamento e treinamento, pois acarreta perda de conhecimento acumulado, descontinuidade de projetos e maior tempo de adaptação de novas equipes. De acordo com o levantamento State of the Global Workplace 2025, da Gallup, a queda no engajamento global em 2024 reduziu a produtividade em cerca de US$ 438 bilhões, enquanto a elevação desses níveis poderia adicionar até US$ 9,6 trilhões à economia mundial — o equivalente a cerca de 9% do PIB global. Esses números evidenciam a relação direta entre ambiente interno, resultados financeiros e competitividade.

Organizações que alinham cultura e estratégia constroem equipes mais estáveis, reduzem a rotatividade e tomam decisões com maior consistência. A competência técnica continua sendo um pilar essencial — especialização, capacidade analítica e visão sistêmica são diferenciais relevantes —, mas a sustentabilidade das equipes também depende de colaboração, responsabilidade, adaptabilidade e compromisso ético, fatores que influenciam diretamente a qualidade das entregas e a previsibilidade dos resultados.

A gestão de talentos consolidou-se como eixo estratégico, na medida em que critérios de contratação, desenvolvimento e reconhecimento indicam quais comportamentos são esperados e quais valores orientam a organização. Quando esses critérios não dialogam com a estratégia, surgem decisões fragmentadas e perda de foco. Cultura, nesse sentido, deixa de ser um tema restrito à área de recursos humanos e passa a integrar a governança corporativa.

Esse princípio deve orientar as escolhas relacionadas a pessoas e liderança, garantindo coerência entre a missão institucional e as práticas cotidianas. Mais do que discurso, trata-se de traduzir valores em ações concretas, capazes de sustentar resultados e preservar credibilidade em ambientes de alta exposição pública.

O futuro do trabalho é frequentemente discutido em termos de evolução tecnológica e novos modelos contratuais. A tecnologia continuará avançando, modelos de negócio seguirão mudando e novas métricas surgirão. Mas nenhuma estratégia sobreviverá se as pessoas não acreditarem nela. Ignorar o alinhamento cultural é tratar sintomas — rotatividade, queda de produtividade, desalinhamento — sem enfrentar a causa estrutural. Organizações sustentáveis são aquelas em que estratégia e cultura caminham juntas — e nas quais cada decisão reforça, na prática, aquilo que a instituição declara como valor.

No longo prazo, não são os ativos físicos nem os algoritmos que definem a competitividade, mas a capacidade de mobilizar pessoas em torno de um propósito claro. É essa coerência que sustenta os resultados e preserva a credibilidade.

*Tânia Dias Santos é diretora de Pessoas e Cultura do Grupo Marista. Formada em Direito, possui especializações em Direito do Trabalho e Direito Ambiental e MBA em Gestão de Pessoas, com mais de 15 anos de experiência em desenvolvimento organizacional, comunicação interna e ESG.

Grupo Vellore acelera preparação para acessar o mercado de capitais

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Reconhecimento no programa nacional Rota Fácil, da BEE4, reforça estratégia de aproximação com investidores em busca de capital para crescimento sustentável

O Grupo Vellore vem avançando em seu processo de listagem na bolsa de valores, em um movimento voltado à ampliação de acesso a novas fontes de recursos para sustentar sua estratégia de crescimento nos próximos anos. Com meta de alcançar R$ 1 bilhão em faturamento até 2030, a companhia intensifica uma agenda que envolve governança, disciplina financeira, profissionalização da gestão e aproximação com investidores.

Nesse contexto, o Grupo foi o destaque da primeira temporada do Rota Fácil, programa da BEE4 voltado à preparação de pequenas e médias empresas para o acesso ao mercado de capitais. O resultado foi divulgado na última quarta-feira (22), durante a transmissão do episódio final na BM&C News. A primeira temporada recebeu centenas de inscrições e reuniu 15 empresas na fase final, exibida em formato de reality show. Entre as finalistas, estiveram nomes como Vapza, Grupo RÃO, 3E Eficiência Energética e Arrazantty, o que reforça o alto nível da competição. 

Para o fundador do Grupo, Paulo Velloso Ribeiro, a conquista representa mais do que um reconhecimento pontual. “O reconhecimento mostra que estamos prontos para mudar de patamar”, afirma. Segundo ele, a participação teve como principal objetivo entender o estágio real de preparação da companhia para acessar o mercado de capitais. “A ideia inicial era estar entre os 15, depois entre os 10 — não necessariamente conquistar o primeiro destaque”, completa. 

O resultado também antecipa o cronograma da empresa para acessar esse mercado. “Imaginávamos que esse movimento aconteceria mais à frente, mas conseguimos antecipar esse processo em cerca de dois anos”, diz.

Aval do mercado

A participação no programa vai além do reconhecimento. A iniciativa está diretamente conectada à visão de longo prazo de construir uma empresa cada vez mais sólida, escalável e preparada para novos ciclos de crescimento, explica Laufran Wosniak, CEO do Grupo Vellore e sucessor do fundador. “Temos um objetivo claro de alcançar R$ 1 bilhão em faturamento até 2030, e isso passa necessariamente pelo acesso ao mercado de capitais.”

Segundo o executivo, o processo trouxe aprendizados relevantes em frentes estratégicas, como o aprimoramento da governança, da disciplina financeira e do relacionamento com investidores. “Isso nos aproxima das melhores práticas de mercado e acelera a nossa preparação para acessar a bolsa de valores.”

O Rota Fácil acompanha a jornada das empresas participantes ao longo de diferentes etapas, nas quais apresentam seus modelos de negócio, estratégias de crescimento e passam por avaliações conduzidas por especialistas. Entre os jurados estão Renata Vichi, CEO do Grupo CRM (Kopenhagen e Brasil Cacau); Gustavo Cerbasi, educador financeiro e autor; Luciana Wodzik, ex-CEO da Arezzo&Co; e Rogério Salume, fundador da Wine.

Crescimento com bases estruturadas

Segundo Velloso, a conquista também valida o trabalho realizado nos últimos anos para fortalecer a estrutura da empresa. “A gente vem se preparando há bastante tempo, com governança estruturada, conselho ativo, auditorias recorrentes e uma gestão cada vez mais profissionalizada”, afirma.

O acesso ao mercado de capitais é um passo estratégico para viabilizar o crescimento em um cenário de crédito restrito, completa o CEO. “Hoje, crescer no Brasil com financiamento bancário é caro e limitado. O mercado de capitais abre uma possibilidade muito mais eficiente de captação para sustentar a expansão”, diz.

Com o resultado, o Grupo Vellore deve intensificar os próximos passos nessa agenda. O foco agora, detalha, é seguir evoluindo a estrutura da companhia e aprofundar o relacionamento com o mercado. “A listagem é um processo estruturado, que pode levar de um a dois anos, mas as oportunidades já começam a surgir ao longo dessa jornada”, afirma.

A estratégia, segundo Wosniak, é garantir que a empresa esteja pronta para aproveitar o momento mais adequado. “Estamos trabalhando para deixar a companhia preparada, porque quando a janela de mercado se abrir, queremos estar prontos para avançar”, conclui.

Sobre o Grupo Vellore

O Grupo Vellore é referência nacional no segmento de materiais de construção, com um portfólio de mais de 1.200 produtos, atuação em todo o território brasileiro e presença internacional por meio de exportações para seis países. Detentor das marcas Foxlux, com soluções em iluminação, materiais elétricos, bombas d’água e utilidades, e Famastil, com ferramentas, jardinagem e linha agrícola, o Grupo conta com fábrica própria em Pinhais (PR) e escritório em Ningbo, na China. Além da indústria, o Grupo Vellore opera um ecossistema de negócios que integra varejo, tecnologia, serviços e soluções financeiras, por meio da Iluzze, Vellore Ventures, Sobmedida e F2 Bank. Com foco no desenvolvimento contínuo, inovação e geração de oportunidades, o Grupo Vellore conecta marcas, mercados e soluções para impulsionar profissionais, parceiros e negócios no Brasil e no exterior.

Dia do Hambúrguer e da Batata Frita: veja onde encontrar versões irresistíveis dos clássicos em Curitiba

Com costela desfiada e até versão sem carne, Outback e Aussie têm opções para todos os paladares

O hambúrguer virou sinônimo de versatilidade: está no delivery, no jantar casual e nos menus dos melhores restaurantes. No dia 28 de maio, data em que o mundo celebra um de seus pratos mais populares, Outback Steakhouse e Aussie Chicken and more mostram que ele vai muito além do clássico de carne. E, em 30 de maio, também se comemora o Dia da Batata Frita. Como eles foram feitos um para o outro, confira onde comemorar as datas:

Costela, picanha e veggie: Outback vai do clássico ao inovador

Dentre os favoritos da Steakhouse, o Picanha Bloomin’ Burger é uma das opções inevitáveis. Com um burger de 200g 100% picanha, também conta com pétalas da famosa Bloomin’ Onion, bacon grelhado, molho agridoce e defumado, mix de queijos e finalizado com maionese defumada.

Para os fãs da famosa costela, o Ribs Double Decker não fica de fora: com a suculenta costela desfiada, é servido com um burger de 200g, queijo e finalizado com um molho levemente picante.

Tem opção para os vegetarianos também: o Aussie Plant Burger é 100% vegetal, com burguer e molho vegetal tipo Cheddar, alface, tomate, cebola e picles no pão tipo brioche.

E quando o assunto é batata frita, essa é a grande protagonista: as clássicas Aussie Cheese Fries do Outback são servidas com uma cobertura irresistível de mix de queijos e bacon. O toque final fica por conta do molho Ranch.

Quando o assunto é lanche, Aussie Chicken and More não economiza em sabor e tamanho! 

O Double Bacon Burger do Aussie, é composto de forma irresistível por carne bovina (com dois hambúrgueres), queijo tipo cheddar, maionese da casa e fatias de bacon caramelizado no pão tipo brioche.

O queridinho da galera, Smoked Honey Mustard Chicken, que leva peito de frango de cerca de 115g, empanado e crocante, servido com alface, tomate, picles, maionese defumada e molho Honey Mustard, no pão tipo brioche.

O melhor acompanhamento, é claro, são as Aussie Chips, que levam tempero especial, são levemente apimentadas e super crocantes. Acompanham, ainda, molho Aioli, trazendo ainda mais sabor.