Home Blog Page 3

Junho Preto: informação e prevenção são as principais armas contra o câncer de pele

0

Junho Preto: informação e prevenção são as principais armas contra o câncer de pele

Embora seja o tipo de câncer mais frequente no Brasil, o câncer de pele ainda é cercado por dúvidas e, muitas vezes, subestimado pela população. Responsável por cerca de 30% de todos os tumores malignos registrados no país, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a doença reforça a importância de campanhas de conscientização como o Junho Preto, voltadas à prevenção, ao diagnóstico precoce e à educação em saúde.

Mais do que uma preocupação estética, o câncer de pele pode trazer consequências graves quando não identificado e tratado adequadamente. A boa notícia é que a maioria dos casos apresenta elevadas chances de cura quando descoberta nas fases iniciais.

De acordo com o oncologista Gustavo Vasili Lucas, do IOP – Instituto de Oncologia do Paraná, o principal desafio continua sendo conscientizar a população sobre a importância da observação da própria pele e da adoção de hábitos preventivos. “Muitas pessoas acreditam que o câncer de pele sempre surge como uma pinta escura ou uma lesão muito evidente, mas nem sempre é assim. Feridas que não cicatrizam, manchas que mudam de aparência ou lesões que apresentam crescimento progressivo também merecem investigação médica. O diagnóstico precoce continua sendo o fator que mais impacta as chances de cura.”

Os diferentes tipos da doença

O câncer de pele ocorre quando células da pele passam a se multiplicar de forma desordenada, formando tumores. A doença é mais comum em regiões frequentemente expostas ao sol, como rosto, couro cabeludo, pescoço, braços e pernas.

Entre os principais tipos estão os tumores não melanoma, que representam a maioria dos casos, e o melanoma, considerado o mais agressivo devido à sua capacidade de se espalhar para outros órgãos.

Apesar de menos frequente, o melanoma exige atenção especial. Quando diagnosticado precocemente, apresenta altas taxas de cura. Entretanto, quando identificado em estágios avançados, pode demandar tratamentos mais complexos.

Sinais que merecem atenção

Os sintomas podem variar conforme o tipo de tumor, mas alguns sinais devem servir de alerta

• Feridas que não cicatrizam;
• Manchas que aumentam de tamanho;
• Pintas que mudam de cor, formato ou espessura;
• Lesões que sangram facilmente;
• Áreas com descamação persistente;
• Coceira ou sensibilidade contínua em determinada região da pele.

No caso do melanoma, especialistas recomendam atenção à chamada regra ABCDE: Assimetria, Bordas irregulares, Cor desigual, Diâmetro aumentado e Evolução da lesão ao longo do tempo.

Avanços no tratamento ampliam perspectivas

O tratamento varia conforme o tipo e o estágio da doença. Em muitos casos, a cirurgia para retirada da lesão é suficiente. Em situações mais avançadas, recursos como imunoterapia, terapia-alvo, radioterapia e, em casos específicos, quimioterapia pode ser indicados.

Nos últimos anos, os avanços da oncologia têm ampliado significativamente as possibilidades terapêuticas, especialmente para pacientes com melanoma avançado. “Hoje contamos com tratamentos cada vez mais personalizados e eficazes. Mas nenhum avanço supera os benefícios de um diagnóstico realizado precocemente. Quanto mais cedo identificamos a doença, maiores são as chances de cura e menores os impactos do tratamento”, destaca Gustavo Vasili Lucas.

Prevenção continua sendo o melhor caminho

A exposição excessiva à radiação ultravioleta permanece como o principal fator de risco para o desenvolvimento do câncer de pele. Além disso, histórico familiar, pele clara, grande quantidade de pintas, queimaduras solares frequentes e o uso de câmaras de bronzeamento artificial também aumentam o risco da doença.

Entre as medidas recomendadas pelos especialistas estão

• Uso diário de protetor solar;
• Evitar exposição ao sol entre 10h e 16h;
• Utilizar chapéus, roupas com proteção UV e óculos escuros;
• Reaplicar o protetor solar ao longo do dia;
• Realizar acompanhamento dermatológico regularmente.

Neste Junho Preto, a mensagem é clara: informação, prevenção e diagnóstico precoce continuam sendo as ferramentas mais eficazes para reduzir o impacto do câncer de pele e salvar vidas.

Sobre o Grupo Med4U

A Med4U é uma holding que engloba algumas das marcas mais reconhecidas no setor da saúde, oferecendo soluções integradas e inovadoras para pacientes e profissionais. Entre as empresas que fazem parte da Med4U estão o IOP (Instituto de Oncologia do Paraná), o IOP Educa, o IOP Pesquisa, o Valencis, a Spesia e o Oncoville. Também fazem parte a Santé Cancer Center, com unidades em Lages e Caçador, em Santa Catarina, e a Clínica Prognóstica Oncologia, sediada em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Juntas, essas instituições formam um grupo dedicado à excelência no cuidado oncológico, educação e inovação em saúde.

O IOP, a marca mais antiga do grupo, que completou 30 anos de atuação em 2025, continua sendo uma referência no tratamento do câncer. Com quatro sedes em Curitiba (PR), o IOP se destaca por suas parcerias estratégicas, como a aliança com o Hospital São Marcelino Champagnat que oferece um tratamento integrado e a parceria com o Hospital Albert Einstein, em São Paulo, sendo a primeira clínica no sul do Brasil a integrar a Rede Einstein de Oncologia e Hematologia. O IOP também se destaca por ter o mais alto nível de acreditação de qualidade no Paraná (ONA 3).

O IOP oferece tratamentos avançados e humanizados, utilizando tecnologia de ponta e uma abordagem multidisciplinar, que inclui Nutrição, Psicologia, Enfermagem, Farmácia e Educador Físico. Além disso, terapias complementares como cromoterapia, aromaterapia e musicoterapia ajudam a proporcionar um cuidado mais completo e humanizado.

Para mais informações ou para agendar sua consulta, acesse nosso site: https://iop.com.br

IOP: Há 30 anos cultivando histórias, cuidando de pessoas.

Mais informações

Mateus Leme
Rua Mateus Leme, 2631 B
(41) 3207-9797

Batel
Rua Saldanha Marinho, 1814
(41) 3207-9798

Oncoville
Marginal Rodovia BR-277, 1437
(41) 3099-5800

Hospital São Marcelino Champagnat
Av. Presidente Affonso Camargo, 1399
(41) 3087-7600

Adeus ao 6×1

0

Empresas terão de rever escalas, custos e produtividade diante do avanço das propostas de redução da jornada de trabalho no Brasil

A redução da jornada de trabalho no Brasil deixou de ser apenas uma pauta sindical e passou a ocupar espaço central no debate legislativo e empresarial em 2026. Com a tramitação de propostas como as PECs 221/2019 e 8/2025, além do Projeto de Lei 1.838/2026 apresentado pelo Executivo Federal, a extinção gradual da escala 6×1 já é tratada pelo mercado como uma mudança inevitável nas relações de trabalho do país. O impacto deve atingir principalmente setores como varejo, indústria e serviços essenciais, exigindo adaptação rápida das empresas.

As propostas em discussão apresentam modelos distintos, mas convergem no objetivo de reduzir a jornada semanal atualmente fixada em 44 horas. A PEC 221 prevê uma transição gradual para 36 horas semanais, enquanto a PEC 8 propõe o modelo 4×3, com quatro dias de trabalho e três de descanso. Já o PL 1.838/2026 estabelece a redução para 40 horas semanais no modelo 5×2. O tema ganhou ainda mais força em ano eleitoral, impulsionado pelas discussões sobre saúde mental, produtividade e equilíbrio entre vida pessoal e profissional.

Segundo estudos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), a redução da jornada poderá gerar aumento médio de até 7,84% nos custos trabalhistas das empresas, especialmente em segmentos que dependem fortemente de mão de obra operacional contínua. No entanto, especialistas afirmam que o principal desafio não será apenas financeiro, mas estrutural e jurídico.

Para o advogado trabalhista empresarial de Maceió dr. Luiz Henrique Cunha, o empresariado precisa abandonar a postura reativa e iniciar imediatamente um planejamento estratégico para enfrentar o novo cenário. “O debate já não gira em torno de ‘se’ a mudança vai acontecer, mas de ‘quando’ e ‘como’. Empresas que esperarem a legislação ser aprovada para agir podem enfrentar aumento de passivos trabalhistas, desorganização operacional e perda de competitividade”, afirma.

Os impactos variam conforme o setor econômico. No varejo e comércio, a substituição da escala 6×1 exigirá contratações adicionais e revisão completa das escalas de atendimento. Na indústria, haverá necessidade de reorganização de turnos, o que tende a elevar os custos operacionais. Já na saúde, apesar da preservação provável do regime 12×36, instituições hospitalares e clínicas terão de investir em gestão mais eficiente de equipes para manter a operação contínua.

De acordo com Luiz Henrique Cunha, a saída está diretamente ligada à modernização da gestão empresarial. “A redução da jornada pode funcionar como um catalisador de produtividade. Empresas que investirem em automação, tecnologia de gestão de escalas e negociação coletiva terão mais segurança jurídica e melhores condições de adaptação”, destaca. Segundo ele, acordos coletivos devem se tornar instrumentos fundamentais para flexibilização operacional e prevenção de conflitos trabalhistas.

Entre as principais estratégias recomendadas estão a realização de auditorias internas para identificar gargalos e ociosidades, a implementação de banco de horas estruturado e o uso de sistemas inteligentes de gestão de jornada. A tendência, segundo especialistas, é que organizações mais preparadas consigam transformar a mudança em vantagem competitiva, reduzindo riscos e aumentando eficiência.

O Brasil caminha para uma nova configuração das relações de trabalho, alinhada a modelos já adotados em outros países e cada vez mais associados à produtividade e qualidade de vida. Para o setor empresarial, a adaptação antecipada deverá ser determinante para atravessar o novo cenário sem comprometer sustentabilidade financeira e operacional.

Serviço: Manso & Cunha Advogados

Dr. Luiz Henrique Cunha, OAB/AL 8.399

Advogado Especialista em Direito do Trabalho Empresarial

@mansoecunhaadvogados

Maceió, Alagoas, Brasil

As sombras do rosto denunciam a idade

Especialista explica por que olheiras, sulcos e marcas de expressão podem estar mais ligados à perda de sustentação facial do que às rugas

Você já se olhou no espelho após uma boa noite de sono e ainda assim teve a sensação de estar cansada? Essa percepção pode ter menos relação com o cansaço real e mais com a forma como o envelhecimento se manifesta no rosto.

Embora as rugas sejam frequentemente apontadas como as principais responsáveis pela aparência envelhecida, especialistas afirmam que as chamadas “sombras faciais” exercem um papel ainda mais importante na percepção da idade. Olheiras profundas, bigode chinês, linhas de marionete e sulcos podem transmitir ao cérebro uma imagem de cansaço, tristeza ou envelhecimento, mesmo quando a pessoa está saudável e descansada.

Segundo a biomédica esteta Jessica Boza, o envelhecimento facial não acontece apenas na pele. “Muitas mulheres acreditam que estão envelhecendo porque surgiram rugas, mas o que mais envelhece um rosto são as sombras. Quando devolvemos luz e sustentação à face, a aparência muda completamente”, explica.

O conceito está relacionado às mudanças estruturais que ocorrem ao longo dos anos. Com o passar do tempo, há perda de colágeno, redução dos compartimentos de gordura e até reabsorção óssea em determinadas regiões da face. O resultado é a formação de áreas mais profundas que criam sombras e alteram a forma como a luz incide sobre o rosto.

O tema ganha relevância em um momento de expansão do mercado brasileiro de beleza e estética. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC), o Brasil ocupa a terceira posição entre os maiores mercados consumidores de beleza do mundo. Em 2025, o setor registrou recorde histórico e ultrapassou US$ 1 bilhão em exportações.

Para Jessica, um dos erros mais comuns é tentar tratar apenas a marca visível. “A paciente aponta para o local que incomoda, mas muitas vezes a origem está em outra região do rosto. Uma papada, por exemplo, pode estar relacionada à falta de projeção óssea. O bigode chinês pode ser consequência da perda de sustentação da face”, afirma.

A especialista defende uma análise global do envelhecimento, considerando estrutura óssea, gordura facial, colágeno, qualidade da pele e hábitos de vida. O objetivo é promover resultados mais naturais e preservar a identidade facial do paciente.

Serviço: Jessica Boza

Biomédica Esteta

41997590077

@dra.jessicaboza

Rua Constantino Marochi, 438, sala 1, Curitiba/PR

Anidea, especialista em home equity, é classificada para o Prêmio Reclame Aqui 2026

Empresa especializada em crédito com garantia de imóvel disputa reconhecimento nacional na categoria Empréstimos e Consignados

A plataforma Reclame Aqui divulgou nesta terça-feira, dia nove de junho as empresas classificadas para o Prêmio Reclame Aqui 2026. Entre os nomes anunciados está a Anidea Ltda, empresa curitibana especializada em crédito com garantia de imóvel (home equity), que passa a disputar oficialmente a premiação na categoria Empréstimos e Consignados ao lado de Agencia Credisa, Desenvolve SP, grupo LR Multimarcas, Grupo SLS, Limite na Hora, MPereira Representação Eireli, Novo Horizonte Promotora limitada, PBM Soluções Digitais Limitada, Prata Digital, Prospera Soluções em crédito limitada, Segue, Tem Consignado, Tudo no Bolso e WinCred Credito Consignado

Considerado um dos principais reconhecimentos relacionados à experiência do consumidor no Brasil, o prêmio tem como base indicadores de atendimento, reputação e relacionamento das empresas com seus clientes na plataforma. A presença da Anidea na disputa chama atenção por um diferencial: a empresa atua exclusivamente com crédito com garantia de imóvel, enquanto a maior parte das concorrentes da categoria possui operações voltadas para múltiplas modalidades de crédito e serviços financeiros.

Segundo dados públicos do Reclame Aqui, a Anidea registrou, nos últimos 12 meses, 100% de resposta às reclamações recebidas, índice de solução de 99%, nota média de 9,35 atribuída pelos consumidores e 100% de intenção de novos negócios por parte dos clientes que avaliaram o atendimento. A empresa também mantém o selo RA1000, certificação concedida às organizações que atingem elevados padrões de relacionamento com o consumidor.

Para Noé Santiago, CEO e fundador da Anidea, a classificação representa o reconhecimento de uma estratégia construída com foco na experiência do cliente. “Recebemos a notícia com muita satisfação. Estar entre as empresas classificadas em uma premiação nacional desse porte reforça a importância de manter processos transparentes, atendimento qualificado e um relacionamento próximo com os clientes”, afirma. O executivo destaca ainda que a empresa tem investido continuamente na formação de sua equipe e na melhoria dos processos internos. “Nosso objetivo é garantir que o cliente tenha acesso às informações necessárias para tomar decisões conscientes sobre crédito. A confiança é construída diariamente, e esse reconhecimento reflete esse trabalho”, completa.

O crédito com garantia de imóvel vem ganhando espaço no mercado brasileiro por oferecer condições diferenciadas em relação a outras modalidades de empréstimo. Nesse cenário, a Anidea ampliou sua atuação nacional apostando em orientação técnica, transparência e atendimento especializado. Agora, a empresa passa a disputar o Prêmio Reclame Aqui 2026 aguardando as próximas etapas da premiação promovida pela plataforma.

Serviço: Anidea Soluções Financeiras 

Noé Santiago

Economista
41 9652-5524
@anidea.br

noe.santiago@anidea.com.br
https://anidea.com.br
Mal. Deodoro, 51 – Sala 205B – Centro, Curitiba/PR.

Eletron fica com 100% dos projetos de eficiência energética industrial do PR

O montante é de aproximadamente R$ 30 milhões e representa 75% dos recursos totais previstos pela Copel para o Programa de Eficiência Energética de 2026.

A Eletron Energia conquistou 100% dos recursos da chamada pública da Copel (Companhia Paranaense de Energia) para projetos de eficiência energética no segmento da indústria do Paraná. O resultado consta do relatório preliminar do edital da chamada pública e representa uma captação próxima de R$ 30 milhões. O valor é equivalente a 75% do total previsto pela distribuidora (R$ 40 milhões) para todo o Programa de Eficiência Energética (PEE) de 2026. Os números consolidam a empresa como uma das principais executoras do programa no Sul do país.

Os recursos estão previstos para serem aplicados na implantação e execução de projetos voltados à redução do consumo de energia em oito grandes empresas paranaenses. Elas vêm de diferentes setores: sete da área agroindustrial e do setor de papel e celulose, e uma do setor de serviços.

As organizações selecionadas são: Coopavel (Cooperativa Agroindustrial de Cascavel), Ibema Indústria de Papel e Celulose (Turvo), Santa Maria Companhia de Papel e Celulose (Guarapuava), Moinho Régio Alimentos (Cascavel), Agrária Agroindustrial (Guarapuava) e C.Vale Cooperativa Agroindustrial (Palotina). Na área de serviços, está o Shopping Estação (Curitiba). Ainda em análise e mantido no cadastro de reserva do PEE destinado à Eletron, está o oitavo projeto de eficiência energética, da empresa GTF (do setor de frango e alimentos, com matriz em Maringá).

Programa de referência nacional

O PEE é coordenado pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) e estimula anualmente, por meio das distribuidoras de energia em cada estado, empresas de todo o país a desenvolver ações de modernização tecnológica de sua infraestrutura energética. As intervenções têm a finalidade de transformar a economia na conta de energia em competitividade para o negócio. “Os encargos com energia são os principais para muitas empresas. Poder identificar gargalos e solucioná-los pode trazer dividendos estratégicos para a empresa”, afirma Ricardo Kenji, diretor-fundador da Eletron.

Do lado das distribuidoras, o benefício esperado é que novos sistemas em operação permitam melhor aproveitamento do consumo das grandes empresas, evitando sobrecargas na rede elétrica e combatendo o desperdício. Desde a Lei nº 9.991/2000, distribuidoras como a Copel são obrigadas a destinar parte de sua Receita Operacional Líquida (ROL) para ações de eficiência energética, conforme regulamentação da Aneel.

O PEE é considerado a principal fonte de financiamento para eficiência energética no Brasil. A busca por ações para melhorar o consumo de eletricidade na iniciativa privada brasileira está em alta. Um exemplo: pesquisa global publicada no início de 2023, realizada pela multinacional ABB — atuante em diversos segmentos, como o energético e o tecnológico — mostrou que o Brasil se destacou no levantamento.

Quase metade dos representantes das empresas brasileiras confirmou, na pesquisa, que estava investindo na ampliação da eficiência energética (48%). Outros 51% responderam que montaram planos para esse tipo de investimento, sendo este o maior percentual entre os 13 países participantes do levantamento da ABB.

Modelo sem investimento inicial atrai indústrias

Para participar do programa de eficiência energética, as indústrias interessadas precisam apresentar diagnóstico energético e informações técnicas que comprovem o potencial de redução de consumo, o que pode ser um obstáculo para empresas sem equipe especializada. A Eletron Energia atua justamente nessa etapa, concebendo propostas alinhadas às exigências do edital do PEE, desde a elaboração até a execução dos projetos.

Um dos diferenciais da empresa é o modelo sem investimento inicial por parte das indústrias. Há ainda a opção de contrato de desempenho, no qual o pagamento ocorre somente após a aprovação do projeto e a liberação dos recursos pela distribuidora.

Para Ricardo Kenji, o resultado da chamada pública da Copel reflete a consolidação de um modelo que une competência técnica e viabilidade financeira. “Ser líder na captação dos recursos disponíveis no PEE da Copel é o reconhecimento de mais de uma década de trabalho especializado. Nosso modelo permite que as indústrias modernizem sua infraestrutura energética sem desembolso imediato, o que torna o programa acessível e estratégico para empresas de diferentes setores”, afirma Kenji.

Trajetória de aprovação acima da média

Com sede em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, a Eletron Energia atua há mais de uma década com foco na otimização do uso de recursos energéticos na indústria. A empresa figura entre as companhias com maior taxa de aprovação de projetos no PEE da Aneel e já consolidou mais de R$ 200 milhões em projetos para organizações do Paraná e de Santa Catarina.

Kenji destaca que a consistência nos resultados é fruto de um processo rigoroso de diagnóstico e engenharia aplicada. “Cada projeto que apresentamos ao PEE passa por uma análise técnica detalhada. Não trabalhamos com estimativas genéricas, mas com dados reais de consumo e potencial de economia de cada cliente. É isso que garante nossa taxa de aprovação e, mais importante, garante que a economia prometida se materialize na prática”, conclui.

Mercado de apartamentos com serviços deve triplicar até 2035 e impulsiona nova geração de residenciais com hotelaria integrada

0

Segmento de estúdios e apartamentos de até dois quartos compactos em Curitiba impulsiona demanda por residenciais com gestão profissional e serviço hotelaria integrado; parceria entre GT Building e HCC Hospitality aposta em modelo de short e long stay de luxo com serviços exclusivos e experiência premium de moradia

O avanço dos lançamentos de imóveis destinados a short e long stay em Curitiba tem ampliado o debate sobre o futuro desses ativos após a entrega dos empreendimentos. Com o crescimento da oferta de unidades voltadas para renda e locação, o setor começa a observar uma mudança importante no perfil dos projetos: mais do que imóveis para investimento, cresce a demanda por residenciais preparados para operar profissionalmente no segmento de short stay e moradia flexível.

A tendência acompanha um movimento internacional de integração entre moradia, hospitalidade e serviços. Segundo dados da Spherical Insights, o mercado de apartamentos com serviços no Brasil foi estimado em US$ 6,55 bilhões em 2024 e deve alcançar cerca de US$ 19,6 bilhões até 2035, com crescimento médio anual de 10,5%. O avanço é impulsionado por mudanças no comportamento urbano, pela busca por flexibilidade e pelo aumento da demanda por imóveis com operação qualificada e experiência agregada.

É nesse cenário que a GT Building consolida sua parceria com a HCC Hospitality, responsável pelas marcas Qoya Hotel Curitiba, Curio Collection by Hilton e Bleev  em Curitiba, para desenvolver o modelo Suyts by HCC para desenvolver o modelo Suyts by HCC, uma nova geração de residenciais com vocação para short e long stay de luxo e serviços de hotelaria integrados. A proposta combina moradia, locação flexível e gestão profissional em um formato que une conveniência, tecnologia e experiência premium de hospedagem ao mercado imobiliário urbano.

“O mercado de compactos amadureceu. Hoje, não basta apenas entregar unidades menores em regiões estratégicas. Existe uma demanda crescente por empreendimentos que já nasçam preparados para uma operação profissional de locação, com serviços, tecnologia e uma experiência de hospitalidade alinhada ao padrão internacional”, explica Marcello Malucelli Thá, diretor de incorporação da GT Building.

Diferentemente do modelo tradicional de investimento imobiliário, o conceito do Suyts by HCC prevê uma operação centralizada e especializada, reduzindo desafios comuns da locação de curta e longa duração, como vacância, insegurança, falta de padronização de tarifas e  serviços e gestão dispersa das unidades que gera uma competição de preços entre gestores de plataforma no mesmo imóvel. A operação será administrada pela HCC Hospitality, empresa com mais de 25 anos de atuação no setor e portfólio operadora de marcas internacionais como Hilton, Wyndham e Radisson.

A companhia será responsável pela gestão das locações, estratégia comercial, distribuição em plataformas digitais e relacionamento com hóspedes e investidores. Entre os serviços oferecidos estão concierge bilíngue, recepção 24 horas, aplicativo para reservas e atendimento, limpeza e arrumação sob demanda, manutenção, segurança com controle de acesso e precificação inteligente das unidades.

“A lógica do mercado imobiliário mudou. O valor de um empreendimento não está apenas na metragem, mas na capacidade de operação, na experiência oferecida e na geração de valor contínuo para moradores, hóspedes e investidores. O imóvel deixa de ser apenas um ativo físico e passa a funcionar como um produto operado profissionalmente”, afirma Elias Rodrigues, CEO da HCC Hospitality.

Além da operação hoteleira integrada, o modelo incorpora uma ampla oferta de serviços pay per use, reforçando o conceito de hospitalidade residencial. Os usuários poderão contratar itens como limpeza completa, pequenos reparos, manutenção preventiva, spa, massagens, pet care, personal trainer, personal chef, baby sitter e organização de eventos, entre outras opções personalizadas.

Para a GT Building, o crescimento deste segmento em Curitiba evidencia não apenas uma mudança de tipologia, mas uma transformação estrutural do mercado urbano. A avaliação é de que o sucesso desses empreendimentos dependerá cada vez mais da qualidade da operação no pós-entrega e da capacidade de oferecer serviços integrados e experiências alinhadas ao comportamento contemporâneo.

“A consolidação da parceria com a HCC Hospitality representa justamente essa evolução do mercado. Estamos falando de um modelo em que moradia, hospitalidade, investimento e serviços coexistem no mesmo ecossistema, trazendo mais eficiência operacional, valorização patrimonial e uma experiência muito mais completa para o usuário final”, finaliza Marcello Malucelli Thá.

Decidir sem todas as respostas: 6 lições de Guga Kuerten para líderes em tempos de incerteza

0

Tricampeão de Roland Garros compartilhou no Senior Experience aprendizados sobre adaptação, resiliência e tomada de decisão sob pressão que podem ser aplicados ao mundo dos negócios

Em um cenário empresarial marcado por transformações constantes, pelo avanço da inteligência artificial, por mudanças aceleradas de mercado e pela pressão crescente por resultados, esperar ter todas as respostas antes de tomar uma decisão pode ser um dos maiores riscos para uma liderança. Foi justamente sobre esse desafio que o ex-tenista Gustavo Kuerten refletiu durante sua participação no Senior Experience, evento promovido pela Senior Sistemas, em maio no Transamérica Expo Center, em São Paulo.

Diante de uma plateia formada por executivos, empresários e líderes de diferentes setores, Guga compartilhou histórias dos momentos mais decisivos de sua carreira para mostrar que a alta performance raramente nasce da certeza absoluta. Ela surge da combinação entre preparação, capacidade de adaptação e confiança para agir mesmo diante do desconhecido.

“Hoje as consequências das decisões estão cada vez mais distantes do nosso controle. A gente faz uma pequena parte e, ao mesmo tempo, precisa criar uma convicção tão forte que consegue transmitir tranquilidade e confiança”, afirmou.

A reflexão encontra eco em uma realidade comum aos líderes corporativos. Em um ambiente de negócios cada vez mais complexo, o papel do gestor deixou de ser encontrar respostas perfeitas e passou a ser interpretar cenários, ajustar rotas rapidamente e mobilizar equipes diante das incertezas.

A importância de ler o cenário em tempo real

Ao relembrar sua histórica vitória sobre o russo Yevgeny Kafelnikov em Roland Garros, em 1997, quando ainda era um jovem desconhecido no circuito internacional, Guga revelou que entrou em quadra acreditando que não tinha chances reais de vencer.

O que mudou o rumo da partida não foi um plano milagroso, mas a capacidade de observar sinais durante o jogo. “Eu estava perdendo por dois sets a um quando percebi um detalhe: ele respirou fundo. Aquilo mostrou que ele também estava sofrendo. Foi o sinal que eu precisava”, lembrou.

Para o ex-tenista, a principal habilidade em situações complexas é manter a atenção constante ao ambiente e às mudanças de contexto: “É fundamental estar disposto a observar o cenário o tempo inteiro e estar atento às mudanças.”

A lógica é semelhante à vivida por empresas diante de mercados voláteis. Nem sempre o diferencial está na estratégia inicial, mas na capacidade de interpretar novos sinais e reagir antes da concorrência.

Quando o plano precisa mudar

Outro aprendizado compartilhado por Guga diz respeito à necessidade de abandonar rapidamente estratégias que não funcionam.

Ao lembrar dos confrontos contra Pete Sampras, um dos maiores nomes da história do tênis, o brasileiro contou que precisou perder diversas vezes até encontrar uma forma competitiva de enfrentá-lo.

“Eu tentava de um jeito, depois de outro, até encontrar uma forma de ganhar mais tempo e entrar na disputa. Quando consegui isso, percebi que tinha chance.”

Segundo ele, a repetição de experiências constrói repertório para lidar com situações futuras.

No mundo corporativo, essa lógica se traduz na importância de testar, aprender e ajustar continuamente. Empresas que interpretam erros apenas como fracassos tendem a perder oportunidades de aprendizado e evolução. Já organizações que transformam experiências em aprendizado aumentam sua capacidade de resposta diante dos desafios.

Instinto ajuda. Planejamento é obrigatório.

Durante a conversa, um dos temas centrais foi a relação entre planejamento e intuição. Para Guga, existe espaço para ambos, mas eles desempenham papéis diferentes. “O instinto ajuda nos dias especiais. O plano orienta. Ele é obrigatório.”

O tricampeão destacou que os maiores atletas da história se diferenciam justamente pela quantidade de alternativas que conseguem acessar diante de um problema inesperado. 

“Federer, Nadal, Djokovic, Alcaraz. Eles são incríveis porque têm milhares de planos prontos na cabeça.”

A mensagem dialoga diretamente com a realidade dos negócios. Em tempos de transformação digital e inovação acelerada, as empresas mais resilientes não são necessariamente aquelas que acertam sempre na primeira tentativa, mas as que desenvolvem diferentes caminhos para atingir seus objetivos.

Resiliência como vantagem competitiva

Ao longo da masterclass, Guga também reforçou que a persistência continua sendo uma das competências mais subestimadas da alta performance.

Ele relembrou derrotas duras, partidas perdidas por detalhes e momentos em que parecia impossível alcançar seus objetivos. Em vez de interpretar esses episódios como pontos finais, ele transformou cada experiência em combustível para evoluir.

“Tem que persistir. Sempre tem um jeito.”

A frase resume uma das mensagens mais relevantes para executivos que enfrentam cenários adversos: resultados extraordinários raramente são construídos por trajetórias lineares. Eles costumam ser consequência da capacidade de continuar avançando, mesmo quando os resultados ainda não apareceram.

Nenhuma grande conquista é individual

Outro ponto destacado por Guga foi o papel das pessoas na construção da excelência.

Ao recordar sua trajetória, ele atribuiu parte significativa de seus resultados à rede de apoio formada por treinadores, familiares, amigos e profissionais que estiveram ao seu lado ao longo da carreira.

“Não tem como chegar a um desafio do tamanho do mundo e fazer sozinho.”

Para líderes empresariais, o recado é claro: decisões complexas exigem inteligência coletiva. Em um contexto onde o conhecimento está cada vez mais distribuído, a capacidade de formar times complementares e construir confiança tornou-se tão importante quanto a competência técnica.

A melhor decisão é continuar aprendendo

Ao final da conversa, Guga foi questionado sobre o que considera uma boa decisão. Sua resposta sintetizou a filosofia que o levou ao topo do esporte mundial: “A melhor decisão é continuar aprendendo.”

Segundo ele, a excelência não está ligada à ausência de erros, mas à disposição permanente para evoluir, corrigir rotas e aproveitar cada experiência como oportunidade de crescimento.

A mensagem encerrou a participação do ex-tenista com um ensinamento que vai além do esporte: em um mundo cada vez mais imprevisível, a vantagem competitiva não pertence necessariamente a quem sabe mais, mas a quem aprende mais rápido.

Resistência a antibióticos pode matar mais que câncer até 2050, alertam pesquisadores

0

Fórum internacional promovido pelo Biopark alerta para o aumento de casos de contaminações por patógenos resistentes e o perigo de novos contaminantes emergentes

Projeções epidemiológicas globais indicam que, se as práticas atuais de controle sanitário e uso de antibióticos não forem revistas, as superbactérias vão provocar mais mortes do que o câncer até os anos 2040/2050. O alerta fundamenta-se no Relatório O’Neill (2016), estudo que prevê até 10 milhões de óbitos anuais por resistência antimicrobiana (RAM) nas próximas décadas e um impacto econômico global de US$ 100 trilhões.

O desafio da Salmonella

Nesse cenário de urgência, a Salmonella é apontada como uma das ameaças mais críticas devido à sua alta capacidade de adaptação e persistência na cadeia alimentar. Dados de 2024 publicados por órgãos de vigilância do Reino Unido (GOV.UK) e dos Estados Unidos (CDC) revelam um aumento atípico nos casos de Salmonella não tifoide (principalmente Enteritidis e Typhimurium). Diferente de intoxicações comuns, linhagens multirresistentes podem invadir a corrente sanguínea e atingir órgãos vitais, elevando drasticamente o risco de septicemia principalmente em crianças, idosos e gestantes.

“A Salmonella é um microrganismo altamente adaptado. Ela contamina água e alimentos, impactando a saúde pública de forma massiva”, explica Alberto Gonçalves Evangelista, pesquisador do Biopark e coordenador técnico do evento Alimentos do Futuro. Segundo o especialista, o Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação (NAPI) Alimentos Saudáveis, uma parceria estratégica entre o Biopark Educação, a Fundação Araucária e o Governo do Paraná, trabalha no desenvolvimento de estratégias para mitigar a circulação desses genes de resistência entre o campo e a mesa do consumidor.

O tema foi detalhado pela professora Valentina Trinetta, da Kansas State University (EUA), especialista em ecologia e controle de patógenos em toda a cadeia de suprimentos, durante a terceira edição do evento Alimentos do Futuro, promovido pelo Biopark, em Toledo, no Paraná. O fórum técnico reuniu academia, indústria e órgãos de regulação para discutir soluções contra patógenos que já demonstram resistência a antibióticos de última linha.

Microplásticos e a “Plastisfera”

Além do perigo bacteriano, a segurança alimentar enfrenta o desafio dos contaminantes emergentes que funcionam como “carreadores” de doenças. Durante o evento, o professor Andreja Rajkovic, da Ghent University (Bélgica), apresentou alertas sobre como micro e nanoplásticos estão redefinindo os riscos sanitários por meio da chamada “Plastisfera”.

Segundo o pesquisador, essas partículas não são apenas resíduos inertes; elas servem como suporte para que microrganismos patogênicos — como Staphylococcus aureus e Listeria monocytogenes — formem biofilmes. Ao colonizar superfícies plásticas, as bactérias podem se tornar mais virulentas, introduzindo riscos infecciosos inéditos que podem afetar da água potável aos produtos pesqueiros. A exposição humana a esses materiais pode, ainda, potencializar quadros de asma, alergias e patologias cardíacas.

Micotoxinas: o inimigo invisível nos grãos

Outro ponto crítico para a saúde pública são as micotoxinas, tema abordado pela professora Marthe de Boevre, também da Ghent University. Geradas por fungos em grãos armazenados, essas substâncias são extremamente estáveis e resistentes ao calor, figurando entre os agentes mais carcinogênicos conhecidos pela ciência. O consumo de alimentos contaminados está diretamente ligado a danos crônicos ao fígado e aos rins.

O evento contou ainda com debates sobre investimentos governamentais, biotecnologia na produção de frangos de corte e inovações como a carne cultivada. O “Alimentos do Futuro” é uma realização conjunta do Biopark Educação, NAPI Alimentos Saudáveis e Universidade Federal do Paraná (UFPR), com apoio da Fundação Araucária.

Sobre o Biopark

Nomeado pela Anprotec como o melhor hub de inovação do Brasil, o Biopark está localizado em Toledo, região Oeste do Paraná, em uma área de mais 5 milhões de m². Com o foco no desenvolvimento regional por meio da educação, da pesquisa e da geração de negócios, o Biopark já conta com mais de três mil pessoas circulando diariamente em seu território. Atualmente, mais de 130 empresas já atuam no local, gerando empregos e progresso. Três instituições federais de ensino estão instaladas no Biopark (UFPR, UTFPR e IFPR, além da Faculdade e do Colégio Donaduzzi. Em 30 anos, o Biopark deve receber mais de 500 empresas, ofertar 30 mil postos de trabalho e ter população de 75 mil moradores.

Coxinha dos Postos Pelanda avança para a final do Prêmio Bom Gourmet 2026 e busca o heptacampeonato

Seis vezes eleita a melhor de Curitiba, coxinha que vendeu mais de 1,3 milhão de unidades em 2025 agora depende do voto do público para conquistar mais um título

A coxinha dos Postos Pelanda está mais uma vez entre as favoritas dos curitibanos. Seis vezes campeã do Prêmio Bom Gourmet na categoria Melhor Coxinha, ela acaba de garantir vaga na fase final da edição 2026 e agora inicia uma nova mobilização para conquistar o sétimo título da história.

A votação popular segue até o dia 5 de julho e pode ser feita diretamente pelo site oficial do prêmio. A expectativa é repetir o engajamento que transformou o salgado em um dos maiores símbolos gastronômicos da cidade.

Mais do que um produto de conveniência, a coxinha dos Postos Pelanda tornou-se um verdadeiro fenômeno local. Apenas em 2025, a rede comercializou 1.359.007 unidades, número que reforça a preferência dos consumidores e a força da marca junto ao público.

A trajetória de sucesso começou há alguns anos, quando a empresa decidiu investir em uma fábrica própria para garantir qualidade, padronização e uma receita exclusiva. O que era apenas mais uma opção nas vitrines das lojas de conveniência acabou se transformando em um dos produtos mais reconhecidos de Curitiba.

Para a gerente de marketing dos Postos Pelanda, Ana Paula Pelanda, chegar à final mais uma vez é motivo de orgulho e reconhecimento do trabalho realizado ao longo dos anos.

“Estar entre os finalistas mais uma vez é uma alegria enorme para toda a nossa equipe. Cada voto representa o carinho dos clientes que fazem parte dessa história e que ajudaram a transformar a nossa coxinha em um símbolo de Curitiba. Foram anos de dedicação, aperfeiçoamento e muito trabalho para chegar até aqui. Agora contamos novamente com o apoio de todos para buscar esse heptacampeonato tão especial”, afirma Ana Paula.

Como votar

A votação do Prêmio Bom Gourmet 2026 é aberta ao público e segue até o dia 5 de julho.

Para participar, basta acessar:

https://bomgourmet.com/premiobomgourmet

Edição gênica no agro avança e reforça demanda por precisão molecular

0

Tecnologia CRISPR impulsiona o desenvolvimento de cultivos mais resistentes, mas eficiência depende da qualidade do DNA e RNA utilizados nos experimentos

A busca por mais produtividade e sustentabilidade no agronegócio tem acelerado o uso de tecnologias de edição gênica no campo. Entre elas, o CRISPR vem ganhando espaço ao permitir alterações precisas no DNA de plantas para desenvolver cultivares mais resistentes, produtivos e adaptados às mudanças climáticas.

Por trás desse avanço, porém, existe uma etapa fundamental para o sucesso das pesquisas: a qualidade e a pureza do DNA e do RNA utilizados nos experimentos. Contaminantes presentes no material genético podem comprometer a eficiência da edição gênica, reduzir a precisão dos resultados e aumentar o risco de falhas nos estudos.

Nesse cenário, cresce a demanda por soluções voltadas à extração, purificação e análise de DNA e RNA, ampliando o papel das empresas especializadas em biologia molecular dentro da cadeia de inovação do agro.

“A pureza do DNA e do RNA é crítica em experimentos com CRISPR porque contaminantes como proteínas, fenóis e sais podem inibir a ação das enzimas responsáveis pela edição gênica. Isso reduz a precisão dos cortes no DNA e pode gerar falhas ou alterações indesejadas”, explica Jayme Nunes de Souza Filho, gerente de Canais para a América Latina da Loccus.

A empresa atua no desenvolvimento de tecnologias para extração automatizada de material genético, controle de qualidade e detecção molecular, contribuindo para ampliar a precisão e a confiabilidade dos experimentos conduzidos por pesquisadores e laboratórios.

Precisão molecular no centro das pesquisas

A tecnologia CRISPR já vem sendo aplicada em estudos voltados ao aumento da tolerância à seca, redução do uso de fertilizantes químicos, resistência a pragas e melhoria nutricional de alimentos. Segundo Souza Filho, a expansão dessas pesquisas aumenta a necessidade de precisão molecular nos laboratórios. “Garantir a qualidade do material genético é essencial para reduzir falhas, acelerar resultados e ampliar a segurança dos estudos”, afirma.

O especialista destaca que materiais contaminados podem gerar toxicidade celular, falsos negativos e até insegurança regulatória, fatores que impactam diretamente o custo e o tempo de desenvolvimento de novas soluções para o agronegócio.

Mais produtividade e adaptação climática

Diferentemente dos transgênicos tradicionais, a edição genética por CRISPR não exige, necessariamente, a inserção de genes de outras espécies. Em muitos casos, a técnica atua na edição ou desativação de genes da própria planta, permitindo alterações mais precisas nas características agrícolas.

A tecnologia já apresenta aplicações concretas em diferentes culturas. Um dos exemplos é o desenvolvimento de maçãs que escurecem menos após serem cortadas. Nesse caso, pesquisadores conseguiram desativar o gene responsável pela produção da enzima que provoca a oxidação da fruta, aumentando seu tempo de conservação.

Outro exemplo leva para alterações nutricionais em plantas. Nesse caso, a edição gênica usando CRISPR já permitiu a desativação da maioria dos genes das gliadinas que expressam as proteínas responsáveis pela formação do glúten no trigo. Esses cultivares produzem baixo teor de glúten que favorecem o consumo por celíacos. Outra frente ainda envolve o desenvolvimento de cultivares mais resistentes às mudanças climáticas. Pesquisas trabalham na edição gênica de plantas para ampliar a tolerância à seca, reduzir emissões de gases e diminuir a dependência de defensivos químicos e fertilizantes sintéticos.

“A edição gênica representa uma nova fronteira da inovação no agro. A tecnologia permite ganhos de produtividade sem expansão de área e deve acelerar o desenvolvimento de cultivares mais adaptados aos desafios climáticos dos próximos anos”, conclui Souza Filho.

Sobre a Loccus

A Loccus é uma empresa brasileira especializada no desenvolvimento de soluções para biologia molecular, diagnóstico e automação laboratorial. Com foco em inovação científica e tecnológica, atua no fornecimento de equipamentos, reagentes, kits e sistemas automatizados para laboratórios, hospitais, universidades, centros de pesquisa e indústrias em todo o país. A companhia desenvolve soluções voltadas a áreas como diagnóstico molecular, genômica, biotecnologia e extração automatizada de DNA e RNA, contribuindo para mais precisão, segurança e agilidade nos processos laboratoriais. A empresa também apoia iniciativas de fortalecimento da ciência e ampliação do acesso ao diagnóstico no Brasil.