Home Blog Page 3

“Quando tem resultado, é TOP”: ADVB/PR abre inscrições para o Top de Marketing 2026

0

“Quando tem resultado, é TOP”: ADVB/PR abre inscrições para o Top de Marketing 2026

Considerada o Oscar do setor, a premiação recebe cases até 9 de novembro em cinco categorias; os vencedores serão revelados em cerimônia no dia 30 de novembro, na sede da Fiep, em Curitiba

Reconhecer estratégias que saem do planejamento e geram resultados para empresas, instituições e seus públicos. Com esse propósito, a Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil – Seção Paraná (ADVB/PR) abre as inscrições para o Top de Marketing 2026. A premiação recebe, até as 17h do dia 9 de novembro, cases de marketing e vendas desenvolvidos no biênio 2025/2026, com aplicação ou resultados no Paraná.

Criado em 1983, o Top de Marketing é considerado o Oscar do setor e reconhece organizações que se destacam pela criatividade, inovação e resultados de suas iniciativas. Nesta edição, serão premiados cases em cinco categorias: Construção e Mercado Imobiliário; Comunicação; Indústria e Agro; Serviços e Social; e Varejo e Consumo.

Desenvolvido pela Santiago Comunicação, o mote “Quando tem resultado, é TOP” traduz a proposta da edição. A campanha brinca com expressões e termos em inglês presentes no cotidiano do marketing e da comunicação para reforçar que uma estratégia precisa demonstrar seu impacto para além do discurso.

“O marketing e as vendas são forças estratégicas para o crescimento e a competitividade das organizações. Mais do que reconhecer boas ideias, o Top de Marketing valoriza a capacidade de transformar estratégia, criatividade e inovação em resultados concretos. É esse impacto que fortalece marcas, impulsiona negócios e gera valor para o mercado e para a sociedade. Afinal, quando tem resultado, é TOP”, destaca Roberto Herrera, presidente da ADVB/PR.

A valorização dos resultados também está expressa no regulamento: a dimensão dos resultados e evidências representa 40% da nota, o maior peso entre os critérios de julgamento. Completam a avaliação a estratégia e execução, com 30%; desafio e contexto, com 15%; e criatividade e inovação, com 15%.

Para Leonardo Lazzarotto, diretor da ADVB/PR e coordenador do Top de Marketing 2026, a premiação é uma oportunidade para organizações de diferentes portes apresentarem suas conquistas. “O Paraná é um celeiro de marcas, ideias e gente que faz. O Top de Marketing existe para transformar grandes resultados em reconhecimento e reputação. Meu convite às empresas é simples: olhem para dentro de casa, porque talvez exista um grande case aí esperando para ser contado”, explica.

Cinco categorias e resultados comprovados

Podem participar empresas e instituições públicas ou privadas estabelecidas em qualquer região do Brasil, desde que as iniciativas inscritas tenham aplicação ou resultados no Paraná durante o biênio 2025/2026. Cada organização pode inscrever quantos cases distintos desejar, com cada trabalho concorrendo em uma única categoria.

O julgamento considera a relevância, a eficiência e a comprovação dos resultados no contexto de cada iniciativa, sem privilégio automático para maiores investimentos, abrangência geográfica ou porte empresarial. Cada case receberá pelo menos três avaliações válidas de jurados, e o processo de julgamento e a consolidação dos resultados serão acompanhados e auditados pelo Grupo Datacenso Inteligência de Mercado. “A premiação também permite compartilhar experiências e aprendizados. Ao apresentar como uma estratégia foi construída e quais resultados entregou, as organizações contribuem para ampliar as referências do mercado e inspirar novas soluções”, destaca Lazzarotto.

Serão selecionados até três finalistas por categoria, com divulgação prevista para 24 de novembro. Os vencedores serão anunciados exclusivamente na cerimônia de premiação, prevista para 30 de novembro, a partir das 19h, na sede da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), em Curitiba.

Como participar

As inscrições devem ser realizadas pelo site da ADVB/PR, com preenchimento do cadastro e do questionário oficial. Os participantes precisam apresentar o contexto e o desafio da iniciativa, a estratégia, a execução, os resultados e sua comprovação, além dos aprendizados e impactos relevantes.

Os anexos comprobatórios são obrigatórios e podem incluir relatórios, pesquisas, indicadores de desempenho, registros de vendas, materiais de campanha, imagens e outros documentos pertinentes. É facultativo enviar um vídeo de apresentação de até 90 segundos: sua ausência não prejudica a avaliação, e seu envio não gera pontuação adicional.

O prazo termina às 17h de 9 de novembro de 2026. O regulamento e as inscrições estão disponíveis em advbpr.com.br/topdemarketing. Mais informações pelo telefone (41) 98708-6505 ou pelo e-mail advbpr@advbpr.com.br.

Haroldo Andriquetto Júnior é reeleito presidente do Sinepe/PR

0

O Sinepe/PR realizou, no dia 9 de outubro, a Assembleia Geral para eleição do Conselho Diretor da entidade para o biênio 2026/2028. Na ocasião, o atual presidente, Haroldo Andriquetto Júnior, foi reeleito para a presidência, juntamente com os demais integrantes do Conselho Diretor.

A nova gestão dará continuidade ao trabalho de representação institucional e defesa dos interesses das instituições de ensino particulares do Paraná, fortalecendo o diálogo com os diferentes segmentos da educação e com as instâncias públicas e privadas.

Durante a Assembleia, também foi destacada a importância da união e do comprometimento das instituições associadas para o enfrentamento dos desafios do setor e o fortalecimento da educação particular no Estado.

A posse do novo Conselho Diretor está prevista para 6 de novembro de 2026, quando terá início oficialmente a gestão para o próximo biênio.

A reforma tributária e o custo invisível para o terceiro setor

0

*Por Carmem Murara

A reforma tributária em implementação no Brasil representa uma das mais profundas mudanças no sistema fiscal das últimas décadas. A simplificação prometida — com a substituição de ICMS, ISS, PIS e Cofins pela Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), instituídos pela Lei Complementar nº 214/2025 — pode gerar ganhos de eficiência para a economia. Para o terceiro setor, contudo, especialmente para instituições filantrópicas que atuam em saúde e educação, o novo modelo exige atenção imediata.

O alerta não está na perda das imunidades constitucionais, que permanecem asseguradas. O risco está na lógica de funcionamento do novo sistema tributário sobre o consumo. O modelo de IBS e CBS foi estruturado com base na não cumulatividade plena e na geração de créditos financeiros ao longo da cadeia produtiva. Em tese, esse mecanismo evita a tributação em cascata. Na prática, porém, cria dificuldades para organizações que não conseguem aproveitar plenamente esses créditos. Embora muitas instituições filantrópicas permaneçam isentas, seus fornecedores não estão na mesma situação — e parte deste custo tende a ser incorporada ao preço final de insumos e serviços essenciais.

Um estudo técnico da LCA Consultoria Econômica, encomendado pelo Fórum Nacional das Instituições Filantrópicas (Fonif), aponta que a reforma tributária poderá elevar a carga indireta das instituições filantrópicas em diferentes áreas de atuação. O impacto estimado é de 4,2% na educação, 11,2% na assistência social e 1,8% na saúde.

O impacto pode ser particularmente sensível à saúde. Segundo a Confederação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos (CMB), essas instituições respondem por cerca de 61% das internações de alta complexidade do SUS. O país possui aproximadamente 1,8 mil hospitais filantrópicos, que oferecem 184 mil leitos, dos quais mais de 129 mil atendem ao sistema público. Em cerca de 900 municípios, esses hospitais são os únicos prestadores hospitalares existentes. A rede filantrópica realiza anualmente cerca de 5 milhões de internações, 1,7 milhão de cirurgias e mais de 220 milhões de atendimentos ambulatoriais.

Esse sistema, porém, já opera sob forte pressão financeira. A própria CMB estima que a defasagem média da tabela SUS chega a cerca de 60% em relação ao custo real dos procedimentos. O setor também acumula aproximadamente R$ 15 bilhões em dívidas. Estudos citados por entidades hospitalares indicam que a mudança no modelo tributário pode elevar os custos das instituições filantrópicas de saúde em até 27%, caso não haja mecanismos adequados de compensação. Se isso ocorrer, o impacto não será apenas institucional. Ele poderá afetar diretamente a capacidade de atendimento do próprio sistema público.

Outro equívoco recorrente é tratar a reforma tributária apenas como um tema contábil. Na realidade, trata-se de uma transformação estrutural na forma como os custos são gerados e distribuídos ao longo da cadeia econômica. O novo modelo exige rastreabilidade das operações, integração entre as áreas fiscal, financeira e de compras e maior sofisticação nos sistemas de gestão.

Por isso, a resposta do terceiro setor não pode ser passiva. Instituições filantrópicas precisam revisar contratos com fornecedores, mapear riscos ao longo da cadeia de suprimentos, integrar áreas estratégicas e atualizar seus sistemas de controle. Também será essencial incorporar simulações de impacto tributário ao planejamento financeiro de médio prazo.

A reforma tributária não é apenas uma mudança na legislação fiscal. Ela representa uma transformação na forma de gerir operações. Para organizações que sustentam parte significativa da saúde e da educação no país, a antecipação, o planejamento e a governança serão decisivos para preservar sua sustentabilidade. Sem preparação adequada, uma reforma concebida para simplificar o sistema pode acabar agravando a fragilidade financeira de instituições que prestam serviços indispensáveis a milhões de brasileiros.

*Carmem Murara é diretora de Relações Institucionais e Governamentais do Grupo Marista, onde é responsável pelas áreas de Comunicação Corporativa e ESG. Também é diretora de Comunicação do Fórum Nacional das Instituições Filantrópicas (Fonif).

Opinião: Quando o primeiro lugar não é a linha de chegada

0

O resultado do Paraná em leitura no PISA 2025 abre uma oportunidade para ampliar a discussão: além de jovens que leem bem, como formar uma sociedade que queira ler?

Lucas Raduy Guimarães*

O Paraná obteve 458 pontos em leitura no PISA 2025. Foi o maior resultado entre os estados brasileiros, 50 pontos acima da média nacional e apenas três abaixo da média dos países da OCDE. É um resultado importante e que merece reconhecimento.

O mesmo PISA, porém, ajuda a colocar essa conquista em perspectiva. A proficiência em leitura caiu fortemente em muitos países. No Brasil, o desempenho permaneceu praticamente estável em relação a 2022 e próximo do patamar observado desde 2015, mas ainda distante da média da OCDE.

Nesse cenário, a pergunta que mais me interessa não é apenas como o Paraná chegou ao primeiro lugar. É o que podemos fazer a partir dele.

O PISA mede competências dos estudantes e permite comparar resultados. Não identifica automaticamente quais políticas, comportamentos ou circunstâncias produziram o desempenho de um estado. Estabelecer relações de causa e efeito exige outras análises.

Há, no entanto, uma questão que podemos discutir independentemente disso. Uma coisa é ter jovens capazes de ler bem em uma avaliação internacional. Outra é formar pessoas que escolham continuar lendo quando não existe prova, nota ou professor cobrando.

Proficiência é indispensável, mas uma cultura leitora depende também de curiosidade, repertório, prazer e autonomia. O jovem precisa encontrar livros que façam sentido para ele, descobrir autores, experimentar gêneros, eventualmente abandonar uma obra que não o conquistou e procurar outra. E precisa de tempo.

A disputa por esse tempo ficou mais difícil. O livro concorre com notificações, vídeos curtos, jogos, redes sociais e uma oferta permanente de novos estímulos. Ler exige o movimento contrário: permanecer.

É preciso acompanhar um argumento por várias páginas, lembrar o que foi dito anteriormente, lidar com ambiguidades e sustentar a atenção quando a resposta não aparece imediatamente. Ler um livro é também aprender a não trocar de assunto a cada poucos segundos.

Foi diante desse desafio que decidimos fazer uma experiência bastante simples em mais de 20 colégios: reservar 20 minutos diários para leitura por prazer no Ensino Fundamental.

O mais importante não está apenas no relógio, obviamente. Está também na possibilidade de escolha e no estímulo. Não queremos transformar esses minutos em mais uma tarefa escolar. O aluno pode escolher o que deseja ler, descobrir autores e construir gradualmente suas preferências. Aprender a escolher também faz parte da formação de um leitor.

Não partimos da premissa de que vinte minutos diários produzirão, isoladamente, melhora nos indicadores acadêmicos. Esse efeito precisa ser acompanhado e medido. A experiência parte de uma ideia mais simples: é inviável criar o hábito de fazer algo para o qual nunca reservamos tempo.

E esse trabalho não pertence apenas à escola. Uma criança que nunca vê um adulto lendo recebe uma mensagem diferente daquela que cresce cercada por livros, conversas sobre histórias e pessoas que demonstram curiosidade pelo que leem. Pais e mães não precisam transformar a casa em sala de aula. Podem fazer algo muito mais simples: tornar a leitura visível.

Isso não significa atribuir às famílias a responsabilidade pela formação dos leitores. As condições de acesso aos livros, ao tempo e ao repertório são diferentes. Escolas, bibliotecas e comunidades têm papéis fundamentais. Mas o exemplo dos adultos também ensina.

O primeiro lugar do Paraná abre uma boa oportunidade para ampliar essa conversa. Não apenas sobre desempenho, mas sobre o espaço que queremos dar aos livros na escola, em casa e na vida cotidiana.

Os 458 pontos não nos dizem, sozinhos, como o Paraná chegou à liderança, nem permitem atribuir o resultado a uma iniciativa específica. Novos ciclos do PISA e outras pesquisas poderão ajudar a compreender melhor essa trajetória. Enquanto isso, podemos reconhecer a conquista sem transformar correlação em causalidade e, ao mesmo tempo, pensar no próximo desafio.

Se queremos uma sociedade mais leitora, precisamos de livros acessíveis, professores que leem, bibliotecas vivas, famílias que tornam a leitura visível, alguma liberdade de escolha e tempo.

O Paraná chegou ao primeiro lugar. Talvez a melhor maneira de valorizar essa conquista seja ampliar nossa ambição: além de jovens que demonstram boa proficiência em leitura, formar cada vez mais pessoas que escolham continuar lendo.

*Lucas Raduy Guimarães é presidente do Grupo Positivo

Inscrições para Concurso de Bolsas do Colégio Positivo terminam nesta terça-feira

0

Concurso oferece 18 bolsas de estudo com descontos de até 50% para alunos do Ensino Fundamental e Médio, com provas no dia 23 de outubro em Curitiba

Termina no dia 20 de outubro (terça-feira) o prazo para as inscrições gratuitas no Concurso de Bolsas 2027 do Colégio Positivo – Jardim Ambiental, em Curitiba. Ao todo, são 18 bolsas de estudo, com descontos de até 50%, conforme a classificação dos candidatos. O concurso é aberto também a estudantes de outras instituições de ensino.

As oportunidades são destinadas a alunos que ingressarão no 6º ano do Ensino Fundamental e na 1ª ou 2ª séries do Ensino Médio em 2027. A seleção será realizada por meio de uma prova com 30 questões de múltipla escolha, marcada para o dia 23 de outubro (sexta-feira), na unidade Jardim Ambiental, em Curitiba. A avaliação terá questões de Língua Portuguesa, Matemática e Ciências para os candidatos ao 6º ano e à 1ª série do Ensino Médio. Já para a 2ª série do Ensino Médio, serão cobrados conhecimentos de Língua Portuguesa, Matemática, Física, Química e Biologia.

Os resultados serão divulgados no dia 29 de outubro, a partir das 14h, no site dos colégios da Rede Positivo. As informações sobre os critérios de classificação e a distribuição das bolsas estão disponíveis no regulamento do concurso.

SERVIÇO

Concurso de Bolsas Colégio Positivo – Jardim AmbientalInscrições: gratuitas até 20 de outubro (às 23h59)
Onde se inscrever: exclusivamente pelo link Concurso de Bolsas 2027 – Jardim Ambiental
Data da prova: 23 de outubro, sexta-feira, à tarde

Informações e dúvidas: colegiopositivo.com.br/concurso-de-bolsas-2027/ ou pelo e-mail relacionamento@positivo.com.br

Aplicativo de rede de postos do Paraná oferece cashback de R$ 0,20 por litro no abastecimento de gasolina ou etanol

Aplicativo da Rede Pelanda já tem 6 mil usuários e funciona como um programa de fidelidade digital 

O preço dos combustíveis é uma preocupação constante para os motoristas. Para ajudar os consumidores a economizar, a Rede de Postos Pelanda, do Paraná, acaba de lançar oficialmente o Pelanda+, aplicativo gratuito que oferece cashback de R$ 0,20 por litro no abastecimento de gasolina ou etanol. 

A plataforma já  tem 6 mil usuários e acaba de concluir a fase de testes. Na prática, o benefício permite acumular R$ 10 em cashback a cada 50 litros abastecidos com gasolina ou etanol. 

O valor fica vinculado ao CPF do cliente e pode ser utilizado como desconto em compras futuras elegíveis na rede, conforme as regras do programa.

Tecnologia e relacionamento com o consumidor

Com o lançamento oficial, a Rede Pelanda amplia sua atuação no ambiente digital e aposta em benefícios associados ao consumo para fortalecer o relacionamento com os clientes. O cashback no abastecimento de gasolina e etanol é um dos principais atrativos do aplicativo, que também reúne vantagens em outras compras realizadas nas unidades participantes.

A diretora de marketing da Rede Pelanda, Ana Paula Pelanda, destaca que o aplicativo foi desenvolvido para aproximar a rede dos consumidores e oferecer vantagens que possam ser aproveitadas no dia a dia.

“Modernizar é fundamental para acompanhar as necessidades dos nossos clientes e oferecer um atendimento cada vez melhor. O Pelanda+ reúne tecnologia, praticidade e benefícios em uma ferramenta que facilita o dia a dia, valoriza a fidelidade e permite que o cliente aproveite melhor cada parada na nossa rede”, afirma Ana Paula.

Sobre o aplicativo

O Pelanda+ funciona como um programa de fidelidade digital e reúne cashback, descontos e outras vantagens para os consumidores cadastrados.  Compras em lojas de conveniência participantes e outros produtos elegíveis também podem gerar saldo, de acordo com as condições do programa. O valor acumulado pode ser utilizado como desconto em compras futuras elegíveis, incluindo combustíveis, produtos, lojas de conveniência e restaurantes participantes. O cashback pode cobrir até100% do valor dos itens elegíveis de uma compra.

Para participar, é necessário ter mais de 18 anos, CPF válido e cadastro ativo no aplicativo. Antes de finalizar a compra ou o abastecimento, o cliente deve informar o CPF cadastrado para que o benefício seja registrado.

O saldo tem validade de 60 dias a partir da data em que é gerado. O benefício é pessoal e intransferível, não pode ser sacado ou convertido em dinheiro e não é cumulativo com outras promoções, cupons ou preços promocionais, salvo autorização expressa da Rede Pelanda.

Como participar

O cadastro no Pelanda+ é gratuito e está disponível para pessoas físicas maiores de 18 anos, com CPF válido. O aplicativo e o regulamento completo podem ser acessados pelo site oficial da Rede Pelanda: https://postospelanda.com.br/pelanda-mais/

Entre araucárias, Namata celebra 10 anos com um chamado para olhar a Amazônia

0

Gastronomia amazônica, um dos diferenciais do espaço em São José dos Pinhais, integrou encontro com debate sobre conservação e lançamento de livro

Antes de receber o primeiro evento, o Espaço Namata já tinha um compromisso: nenhuma árvore seria derrubada para que o projeto saísse do papel. A promessa, feita pela arquiteta e proprietária Liliane Robacher ao pai, orientou a construção e deu identidade ao endereço em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. No último sábado (17), ao celebrar dez anos de atuação, o espaço ampliou essa conversa. Entre araucárias, um almoço com sabores da Amazônia e um encontro ““Amazônia Linda e Próspera: como fazer desse futuro uma realidade”, com especialistas aproximaram os convidados de uma floresta que, embora distante no mapa, participa da vida cotidiana de todo o país.

O encontro teve entre os destaques as participações do pesquisador Beto Veríssimo, da antropóloga Mary Allegretti e do ambientalista Luiz Villares, que lançou o livro Ecos do Antropoceno. A programação colocou em discussão a relação entre conservação, economia e qualidade de vida, além da responsabilidade de reconhecer e apoiar as pessoas que vivem na floresta.

Essa aproximação também aconteceu à mesa. A gastronomia amazônica é um dos diferenciais oferecidos pelo Namata, que trabalha com a gastronomia saudável,  para eventos sociais e corporativos e tem ligação com a trajetória de seus fundadores.

Antes de criar o espaço no Paraná, Fernando Allegretti e Liliane Robacher deixaram Nova York para viver na Amazônia, onde trabalharam com sustentabilidade e com a aproximação entre comunidades e empresas. Os ingredientes e as histórias da região passaram a integrar a experiência que hoje proporcionam aos visitantes no Sul.

“Queremos aproximar a Amazônia de quem está aqui no Sul a partir do conhecimento e da experiência. Quando você prova um ingrediente e entende de onde ele veio, quem o produziu e o que existe por trás daquele alimento, cria uma relação diferente com aquele território. Acreditamos que conhecer é um primeiro passo para valorizar”, afirma Fernando, sócio-fundador do Namata e consultor em sustentabilidade.

Banda de tambaqui selvagem assada na parrilla. Crédito Danielle Sommer

No sábado, o percurso gastronômico começou com dadinhos de tapioca assados com geleia de cupuaçu, rolls de banana-da-terra com pirarucu selvagem defumado, vol-au-vent com tomate confitado, queijo meia-cura de SC e tucupi preto Wapixana, além de croquetas de cogumelos com aioli de tucupi. Uma ilha amazônica reuniu salada de folhas com castanhas-do-brasil, queijo coalho e pesto de jambu, mandioca, farinhas de Uarini e d’água e caldeirada amazônica.

Entre os pratos principais, os convidados experimentaram o pato no tucupi com arroz branco, banda de tambaqui selvagem assada na parrilla com arroz amazônico ao tucupi ou a opção vegana de moqueca de banana-da-terra e palmito com arroz de coco. A sobremesa combinou cacau, coco, creme de cupuaçu e crumble de castanha.

Concebido pelos proprietários em conjunto com o cozinheiro líder do espaço, o manauara Marco Antonio Barros, o menu teve coautoria do chef, jornalista e escritor Roberto Smeraldi, fundador da ArteSã. A procedência dos ingredientes também fez parte da proposta: o pirarucu selvagem manejado por comunidades ribeirinhas foi fornecido pela Associação dos Produtores Rurais de Carauari (ASPROC), enquanto o tucupi preto veio da comunidade indígena Wapixana, de Roraima. Por trás de cada preparo, o almoço apresentou pessoas, conhecimentos e cadeias produtivas que conectam alimentação, cultura e conservação.

Essa presença humana na floresta também atravessou o debate. Veríssimo provocou o público a pensar sobre a imagem de paraíso associada às florestas tropicais. Por trás da paisagem exuberante, lembrou, há uma história de presença humana, conhecimento e transformação do território que atravessa milênios. Os solos enriquecidos pela ação de antigos habitantes, conhecidos como terras pretas, ajudam a contar essa trajetória e a questionar a ideia de uma Amazônia intocada, sem gente ou história.

A reflexão alcançou uma dependência que nem sempre aparece quando se fala em desenvolvimento brasileiro: a relação da economia com a natureza. Ao abordar a circulação de umidade e a influência da floresta sobre o regime de chuvas, o pesquisador aproximou a Amazônia das lavouras, dos reservatórios e da geração de energia. A conservação, nessa perspectiva, tem consequências sobre a produção de alimentos, o abastecimento e a segurança econômica de regiões que estão a milhares de quilômetros dali.

Ao descrever uma floresta com “febre”, Veríssimo chamou a atenção para os riscos da combinação entre desmatamento e aquecimento. A perda de vegetação compromete a capacidade de manter as condições que sustentam a própria floresta e amplia a preocupação com secas, escassez de água e prejuízos à produção agrícola. Também ameaça um patrimônio de diversidade biológica e genética que ainda guarda possibilidades de pesquisa e conhecimento.

Na fala de Mary Allegretti, o debate ganhou rosto e endereço. A antropóloga destacou o papel de homens, mulheres e crianças que vivem na Amazônia e ajudam a conservar seus territórios. Em muitas localidades, são famílias distribuídas por grandes extensões, com dificuldades de acesso a serviços e pouca visibilidade fora da região. Reconhecer sua contribuição, defendeu, exige olhar também para suas condições de vida.

A proteção da floresta passa, assim, por questões concretas: escola, saúde, investimento e oportunidades.

A retirar valorização internacional riqueza da biodiversidade da Amazônia contrasta com a precariedade enfrentada por parte de seus moradores.

Durante o encontro, o relato sobre a iniciativa assistencial de telemedicina do Hospital Pequeno Príncipe em Manicoré, no Amazonas, trouxe essa realidade para perto: a infância com liberdade e contato cotidiano com a natureza convive com obstáculos no acesso ao atendimento básico de saúde.

Mary Allegretti também ressaltou a contribuição histórica dos povos originários para a formação e a diversidade da floresta. Sua abordagem reforçou uma ideia que atravessou a programação: conservar a Amazônia exige compreender os vínculos entre o território e as pessoas que vivem nele, acumulam conhecimentos e participam de sua proteção.

Com o lançamento de Ecos do Antropoceno, Luiz Villares levou a discussão para os modelos de crescimento econômico e as escolhas de investimento. Publicado pela Casa Matinas, o livro reúne quase três décadas de atuação, estudos e reflexões do autor, cuja trajetória passa pela defesa do Parque Estadual de Ilhabela, pelo Conselho Estadual do Meio Ambiente de São Paulo e por 16 anos como diretor financeiro da Fundação Amazônia Sustentável (FAS).

Liliane Robacher, Luiz Villares e Fernando Allegretti. Crédito Danielle Sommer

“Este é o paradoxo contemporâneo: quanto mais cresce o PIB global, mais crescem os desastres ambientais e ecológicos e, pior, em ritmo mais rápido do que as soluções que poderiam mitigar os problemas”, afirma Villares na apresentação da obra. A provocação conduz a uma pergunta que interessa tanto a governos quanto a empresas e cidadãos: como avaliar o desenvolvimento quando parte dos seus custos aparece na destruição dos ecossistemas e na vulnerabilidade das próximas gerações?

Ao confrontar os investimentos em prevenção com as despesas de reconstrução depois das catástrofes, o autor defende a antecipação dos riscos e a adaptação climática. A análise chega às cidades, à ocupação do território e à infraestrutura, mostrando como decisões econômicas se traduzem em maior ou menor proteção diante de eventos extremos. A desigualdade ocupa lugar central nessa discussão: as populações mais pobres, embora tenham menor responsabilidade pelas emissões, frequentemente enfrentam perdas mais severas de moradia, renda e condições de subsistência.

No Namata, essas reflexões encontraram uma ligação com a própria história do espaço. Criado para receber eventos sociais e corporativos de até 200 pessoas, o empreendimento precisou acomodar sua arquitetura entre as árvores existentes. Um dos resultados é o Domo Geodésico, projetado por Liliane especialmente para o lugar onde foi instalado, com madeira de reflorestamento e uma estrutura formada por triângulos interligados. Acima dele, três araucárias centenárias desenham outro triângulo, aproximando a geometria da construção daquela que já estava na paisagem.

A preservação permanece visível na experiência de quem visita o local. Entre araucárias e outras espécies, gralhas, jacus, pica-paus e tucanos dividem o ambiente com saguis, esquilos e outros animais que aparecem por ali. São presenças que ajudam a dar sentido à decisão tomada antes da obra e que continuam fazendo parte do cotidiano do espaço.

Ao completar uma década, o Namata transformou sua celebração em uma oportunidade de discutir a escala dessas escolhas. Da árvore preservada em São José dos Pinhais aos alimentos produzidos por comunidades amazônicas, o encontro mostrou diferentes formas de aproximar conservação e vida cotidiana. No terreno onde a arquitetura precisou encontrar seu lugar entre as árvores, essa conexão também se constrói pelos sabores que chegam à mesa.

Ponta Grossa recebe feirão com mais de 250 opções de veículos e condições especiais de financiamento

0

Evento será realizado de 16 a 18 de outubro, no Shopping Plaza Campos Gerais, com ofertas de carros e motos

Entre os dias 16 e 18 de outubro, o estacionamento G2 do Shopping Plaza Campos Gerais recebe “O Verdadeiro Feirão Bradesco”, evento que reunirá mais de 250 opções de carros e motos. A iniciativa terá condições especiais de financiamento para consumidores interessados em adquirir um veículo ou trocar o modelo atual.

Nos três dias, das 10h às 20h, o público poderá conferir as condições anunciadas, que incluem o pagamento da primeira parcela em até 60 dias, taxas a partir de 1,27% e opções de financiamento que variam conforme o perfil do comprador. 

Serviço:O Verdadeiro Feirão BradescoData: 16 a 18 de outubro
Horário: 10h às 20h
Local: estacionamento G2, Shopping Plaza Campos Gerais

Sobre o Shopping Plaza Campos Gerais 

Maior shopping da região, o Plaza Campos Gerais é o 12º empreendimento do Grupo Tacla, maior conglomerado de shopping centers do Sul do Brasil. Inaugurado em 2025, o mall tem 76 mil metros quadrados de área total e 27 mil de área locável. Localizado na região da Ronda, em Ponta Grossa (PR), conta com dois pavimentos comerciais e 130 operações entre lojas e quiosques. Inspirado nas linhas e formas da Escarpa Devoniana, o projeto arquitetônico transformou o mall em um marco para a cidade. Com dezenas de grandes marcas nacionais e internacionais, o Plaza Campos Gerais abriga ainda seis salas de cinema e um Centro de Convenções com uma área total de 1.500 m² para a realização de eventos corporativos, feiras e mostras culturais. No momento, o espaço de eventos está com a exposição imersiva Van Gogh & Impressionistas.

Novembro Azul: SBU-PR lança campanha para tirar a saúde masculina do papel

0

Novembro Azul: SBU-PR lança campanha para tirar a saúde masculina do papel

Com o conceito “Tire sua saúde do papel”, iniciativa amplia o debate para além do câncer de próstata e aborda prevenção, investigação, diagnóstico, tratamento, saúde urinária, sexualidade e qualidade de vida

Adiar a consulta, deixar o exame para depois, ignorar um sintoma ou deixar uma dúvida sobre a própria saúde sem resposta. Para muitos homens, o cuidado acaba ficando no plano das intenções. É a partir desse comportamento que a Sociedade Brasileira de Urologia – Seccional Paraná (SBU-PR) lança a campanha “Tire sua saúde do papel”.

A proposta utiliza o Novembro Azul como ponto de partida para falar sobre o câncer de próstata, mas amplia a conversa para outros aspectos do cuidado com a saúde do homem. A campanha aborda prevenção, investigação, diagnóstico, tratamento, saúde urinária, sexualidade e qualidade de vida, reforçando que o cuidado não deve começar apenas quando aparece um problema.

“’Tire sua saúde do papel’ traduz exatamente o que queremos provocar com a campanha. Mais do que lembrar os homens sobre a importância de cuidar da saúde, queremos incentivá-los a transformar aquilo que muitas vezes fica para depois em uma atitude concreta. Seja marcar uma consulta, investigar um sintoma, realizar um exame ou simplesmente buscar informação, o importante é não deixar o cuidado apenas no campo da intenção”, afirma Dr. Frederico de Carvalho Fraga, diretor presidente da SBU-PR.

Do que está no papel para a vida real

O conceito visual da campanha representa a saúde masculina como algo que ainda está em construção. O desenho e o lápis simbolizam a passagem da intenção para a atitude, reforçando a mensagem de que o cuidado não deve ficar para depois.

Por isso, a campanha não se limita a uma comunicação centrada na realização de exames. A proposta é estimular o homem a prestar atenção à própria saúde, reconhecer fatores de risco, buscar orientação diante de alterações e compreender que diferentes situações exigem avaliação individualizada.

“Entre as mensagens trabalhadas estão a importância da prevenção, a necessidade de investigar sintomas e alterações e a compreensão de que um resultado de exame alterado não representa, sozinho, um diagnóstico. O projeto também reforça que saúde urinária e saúde sexual fazem parte da saúde integral do homem”, explica Dr. Gustavo Marquesini Paul, diretor vice-presidente da SBU-PR.

Informação para cada etapa do cuidado

A campanha será desenvolvida em diferentes canais e formatos para levar informação qualificada aos homens em momentos distintos da jornada de cuidado.

Entre os conteúdos previstos estão informações sobre fatores de risco, rastreamento, PSA (exame de sangue utilizado como ferramenta para o rastreio e a avaliação da saúde da próstata), toque retal, investigação de alterações nos exames, ressonância, biópsia, diagnóstico, possibilidades de tratamento e cuidados após o tratamento.

A programação também contempla temas relacionados à incontinência urinária, função sexual, ereção, fertilidade quando pertinente, recuperação, acompanhamento, recidiva (reaparecimento de uma doença ou de seus sintomas após um período de remissão em que ela não era mais detectada) e qualidade de vida.

A intenção é apresentar informação de forma acessível, mas sem simplificar decisões que precisam considerar as características individuais de cada paciente.

Podcast reúne urologistas para discutir saúde masculina

Um dos principais projetos da campanha será o Podcast Novembro Azul, que reunirá urologistas da SBU- PR em episódios dedicados a diferentes etapas do cuidado masculino.

A programação parte de perguntas que fazem parte da jornada de muitos homens: por que ainda é necessário falar sobre Novembro Azul? Quais são os fatores de risco? Quando é preciso investigar? O que fazer diante de um exame alterado? Quais são os caminhos depois de um diagnóstico de câncer? E como fica a vida após o tratamento?

Além dos canais digitais, a iniciativa também vai contar com a participação da rede de associados da SBU-PR. Materiais informativos serão disponibilizados para utilização nos consultórios, aproximando a campanha do momento em que o homem está efetivamente diante de um profissional de saúde.

“Mais do que lembrar os homens sobre a importância de cuidar da saúde, queremos incentivá-los a transformar aquilo que muitas vezes fica para depois em uma atitude concreta. Seja marcar uma consulta, investigar um sintoma, realizar um exame ou simplesmente buscar informação, o importante é não deixar o cuidado apenas no campo da intenção”, finaliza Dr. Frederico de Carvalho Fraga, diretor presidente da SBU-PR.

Novembro é o começo. Mas o cuidado não precisa terminar com ele.

Sobre a SBU-PR

A Sociedade Brasileira de Urologia – Seccional Paraná (SBU-PR) é uma entidade voltada ao fortalecimento e à integração da Urologia no Estado. A instituição atua na promoção do aperfeiçoamento técnico e científico de seus membros por meio de jornadas, palestras, cursos, congressos e ações de educação continuada, além de trabalhar em defesa de seus associados e da especialidade.

A SBU-PR também desenvolve iniciativas de orientação e esclarecimento à população sobre saúde urológica, por meio de campanhas, mutirões e outras ações realizadas em conjunto com órgãos públicos e instituições de ensino.

A entidade integra a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), contribuindo para o desenvolvimento da especialidade e para a disseminação de informação qualificada sobre prevenção e cuidados com a saúde urológica e do homem.

Mercado Municipal do Capão Raso sedia atividades lúdicas e gratuitas para crianças neste sábado (17/10)

0

Mercado Municipal do Capão Raso sedia atividades lúdicas e gratuitas para crianças neste sábado (17/10)

Ação em comemoração ao Mês das Crianças terá contação de histórias, pintura facial e oficina de origami, das 10h às 14h

O Mês das Crianças segue sendo celebrado. Neste sábado (17), é a vez do Mercado Municipal do Capão Raso, em Curitiba, receber uma programação especial com brincadeiras, atividades lúdicas e muita diversão para os pequenos. Das 10h às 14h, a Santa Cruz Centro Universitário promove uma série de atividades gratuitas para crianças de 5 a 12 anos, incluindo contação de histórias, pintura facial e oficina de origami. A participação é livre e aberta à comunidade, sem necessidade de inscrição antecipada.

As atividades serão realizadas em um espaço especialmente preparado para receber o público infantil, o “cantinho pedagógico”, que ficará ao lado da Adega Tanino, dentro do Mercado Municipal. A proposta é oferecer aos pequenos um momento de diversão e interação, com experiências que estimulam a imaginação, a criatividade e o contato com diferentes formas de expressão.

A ação terá cerca de 10 estudantes da Santa Cruz Centro Universitário, sob a supervisão da professora Patrícia Oliveira, coordenadora do curso de Pedagogia. A iniciativa integra o conjunto de atividades de extensão desenvolvidas pela instituição, que busca aproximar o conhecimento acadêmico das necessidades da população e contribuir com a comunidade por meio de serviços e experiências educativas.

“Acreditamos que estar presente na comunidade é uma forma de contribuir para o desenvolvimento das pessoas e fortalecer os vínculos com a região onde estamos inseridos. Com as atividades lúdicas, queremos proporcionar às crianças experiências que estimulem habilidades, criatividade e interação. Ao mesmo tempo, nossos estudantes têm a oportunidade de colocar seus conhecimentos em prática, desenvolver competências pedagógicas e perceber como sua atuação pode gerar impactos positivos na vida das pessoas”, destaca Patrícia.

Parceria aproxima universidade e comunidade

A iniciativa faz parte de uma parceria entre a Santa Cruz Centro Universitário e o Mercado Municipal do Capão Raso, fortalecida ao longo dos anos por ações comunitárias e formalizada em 2025. A colaboração prevê a realização de uma a duas atividades mensais no local, ampliando o acesso da população a serviços, orientações e experiências educativas gratuitas.

Entre as iniciativas já realizadas estão orientações para declaração do Imposto de Renda de pessoas físicas e jurídicas, ações de empregabilidade, serviços e orientações básicas de saúde, apoio a pessoas endividadas e oficinas lúdicas. As atividades envolvem diferentes áreas de formação, como negócios, saúde e bem-estar, arquitetura e design, comunicação, educação, tecnologia da informação e aviação, sempre dentro do universo de cursos de graduação ofertados pela instituição.

“A programação deste sábado é mais uma oportunidade para as famílias aproveitarem o espaço do Mercado Municipal do Capão Raso e participarem de uma iniciativa que une lazer, educação e integração comunitária”, desta a professora Patrícia Menezes. Para acompanhar as próximas ações, o público pode consultar os perfis no Instagram @santacruz_centrouniversitario e @mercadomunicipalcapaoraso.

Serviço:

O quê: Atividades gratuitas em comemoração ao Mês das Crianças

Quando: 17 de outubro de 2026 (sábado), das 10h às 14h

Onde: Mercado Municipal do Capão Raso — Rua Otto Cabel, 51, em frente ao Terminal Capão Raso, bairro Novo Mundo, Curitiba (PR)

Público: Crianças de 5 a 12 anos

Atividades: Contação de histórias, pintura facial e oficina de origami

Participação: Gratuita, livre e sem necessidade de inscrição prévia

Local de encontro: Cantinho pedagógico, ao lado da Adega Tanino

Crédito da foto: Isabella Mayer-SECOM-PMC