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Para onde vai o entulho? Separação ainda no canteiro permite que resíduos de até 1,3 tonelada recebam destinações corretas

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Com gestão de materiais na fonte e parcerias de reciclagem, manejo correto de resíduos reduz custos, evita contaminação e transforma canteiros de obras 

Conhecida por demandar volumes expressivos de matérias-primas, a construção civil também gera resíduos ao longo das obras. Em um empreendimento de grande porte, formado por torres de até 16 andares, por exemplo, a estimativa é de que cerca de 1,3 tonelada de resíduos seja gerada até a conclusão da construção. O volume pode exigir a movimentação de 15 a 20 caçambas por mês. Mas, para onde vai todo esse material? 

Na MRV, parte disso retorna à cadeia produtiva para ser reaproveitada dentro da própria obra ou ganhar novas funções. O destino começa a ser definido ainda no canteiro, com a separação dos resíduos na própria fonte geradora. Segundo Leandro Cesar Cunha, Gestor de Obras da MRV, esse processo acompanha todas as etapas da construção, da preparação do terreno até a entrega do imóvel.

A primeira etapa é a separação minuciosa dos materiais no próprio canteiro, divididos conforme suas características físicas e químicas. A partir daí, em parceria com empresas de transporte e destinadoras ambientais, cada categoria segue um fluxo específico para reduzir riscos e ampliar as possibilidades de reaproveitamento e reciclagem. “Materiais como papelão, plásticos, madeira e gesso são encaminhados a empresas recicladoras para retornarem à cadeia produtiva. Já os entulhos são direcionados a Aterros de Resíduos da Construção Civil (RCC), onde podem ser processados e reutilizados como agregados. As embalagens de produtos contaminados, por sua vez, recebem tratamento especial e são destinadas a Aterros Classe I — locais preparados por lei exclusivamente para o descarte seguro de resíduos perigosos —, evitando qualquer risco de contaminação do solo e do lençol freático”, explica Leandro.

Outra parte do que seria descartado também pode ganhar uma nova função antes mesmo de deixar a obra. Sobras de madeira podem ser transformadas em lixeiras e suportes, enquanto pedaços de ferro podem ser reutilizados para suspender extensões. Embalagens de produtos são reaproveitadas para a captação de água da chuva. Já os corpos de prova de concreto e sobras do mesmo material podem ganhar uma segunda utilização  na construção de caminhos e calçadas provisórias.

Essa evolução no manejo dos resíduos dialoga com novas práticas e tecnologias da construção civil. Exemplo disso é a industrialização dos sistemas construtivos, com formas para paredes de concreto moldadas in loco, além de maior precisão no planejamento de suprimentos.

Com essas iniciativas, além dos ganhos ambientais — como a preservação de matérias-primas, a redução da pegada de carbono e da pressão sobre os aterros sanitários —, é possível manter os canteiros limpos e organizados, otimizar a circulação interna e aumentar a produtividade, reduzindo os riscos de acidentes de trabalho.

Na MRV, o gerenciamento de resíduos acontece há mais de dez anos. Segundo o gestor, o desafio agora é avançar não apenas na destinação, mas principalmente na redução dos resíduos ao longo da construção. “Sabemos que a construção civil gera uma quantidade significativa de resíduos. O objetivo é ampliar continuamente as possibilidades de redução, reutilização e destinação adequada, tornando o processo cada vez mais eficiente e sustentável”, conclui.

Sobre a MRV

Com 47 anos de mercado e o propósito de construir sonhos que transformam o mundo, a MRV é uma das cinco empresas que compõem o grupo MRV&CO. Considerada a maior construtora e incorporadora da América Latina, tem como foco empreendimentos residenciais econômicos, com preços acessíveis para um público que busca o sonho da casa própria. Nessas quatro décadas, a companhia já entregou mais de 550 mil chaves. Atualmente, mais de 1,8 milhão de pessoas vivem em um imóvel construído pela MRV. Acesse e saiba mais: www.mrv.com.br.

Campanha de Outubro: MRV leva primeira mensalidade da compra da casa própria para o Carnaval

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A condição especial é lançada em comemoração aos 47 anos da construtora

Em comemoração aos seus 47 anos, a MRV, maior construtora da América Latina, lança uma condição especial para quem deseja conquistar a casa própria ainda em 2026. Durante todo o mês de outubro, clientes que comprarem uma unidade da companhia, em um dos empreendimentos participantes da ação pelo Brasil, terão a primeira parcela mensal com vencimento somente após o Carnaval de 2027.

Com a chegada do último trimestre do ano e a expectativa de recebimento do 13º salário, a condição pode contribuir para o planejamento financeiro de quem já considera a compra de um imóvel. “O subsídio do Minha Casa, Minha Vida pode ser utilizado de acordo com as possibilidades de cada família, enquanto o prazo maior para o início do pagamento das parcelas da entrada permite que o consumidor formalize a aquisição ainda neste ano e tenha mais tempo para organizar o orçamento”, explica Thiago Ely, Diretor Executivo Comercial e de Marketing da MRV. 

 Planejamento e localização influenciam decisão de compra

Uma análise realizada pela MRV com 1.380 consumidores que adquiriram unidades em 123 empreendimentos com mais de 85% das obras concluídas, distribuídos por 63 cidades e 21 estados, nos meses de julho e agosto de 2026, identificou que 41% apontaram o desejo de sair do aluguel como principal motivação para a compra.

Entre os atributos considerados na escolha do imóvel, a localização aparece em primeiro lugar, citada por 41% dos entrevistados. Na sequência estão a facilidade de pagamento, com 20%, e o atendimento do corretor, com 14%. O levantamento mostra que a decisão envolve tanto aspectos relacionados à rotina e à localização quanto à avaliação das condições financeiras necessárias para viabilizar a aquisição.

O cenário de aluguel também ajuda a contextualizar a busca pela casa própria. Nos 12 meses até agosto de 2026, os preços anunciados de aluguel residencial subiram 9,16%, segundo o Índice FipeZAP, enquanto a inflação oficial acumulou 4,22% no período. 

Entre os consumidores analisados no levantamento da MRV, 47,5% estão nas Faixas 2 e 3 do Minha Casa, Minha Vida. Nesse perfil, condições de financiamento, valor da entrada e das parcelas e planejamento do orçamento estão entre os aspectos considerados no processo de decisão.

Opções com obras avançadas no Paraná 

No Paraná, a MRV conta com empreendimentos em estágio avançado de obras em diferentes localidades. Em Londrina, estão o Lancelot e o La Roche, enquanto, em Maringá, o destaque é o Mirante do Alvorada. Já em Curitiba, a companhia possui o Cortese, com obras em estágio avançado.

A MRV também prepara novos projetos para a região. Em Curitiba, o Colina das Castanheiras tem lançamento previsto para novembro, ampliando o portfólio da companhia na capital paranaense.

“A MRV possui cerca de 270 obras em andamento e 100 mil apartamentos em construção em diferentes regiões do país, com projetos em estágios distintos e voltados a diferentes públicos e momentos de vida. A facilidade no pagamento da primeira parcela possibilita tornar o sonho da casa própria mais próximo e em menos tempo”, afirma Ely.

A condição especial é válida para compras realizadas durante o mês de outubro. Para consultar os empreendimentos disponíveis e as condições da campanha, os interessados devem procurar uma loja da marca.

Sobre a MRV

Com 47 anos de mercado e o propósito de construir sonhos que transformam o mundo, a MRV é uma das cinco empresas que compõem o grupo MRV&CO. Reconhecida como a maior construtora e incorporadora da América Latina, a companhia tem foco em empreendimentos residenciais acessíveis, voltados à realização do sonho da casa própria. A MRV já entregou mais de 550 mil unidades, impactando positivamente a vida de mais de 1,8 milhão de pessoas em todo o país. Saiba mais em www.mrv.com.br.

Farmácias Nissei retornam convênio da Fundação Copel com até 45% de descontos em medicamentos

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Parceria entre Nissei e Fundação Copel amplia rede de atendimento, com descontos em genéricos, medicamentos de referência e similares; convênio já está em vigor

Mais de 30 mil beneficiários e dependentes da Fundação Copel no Paraná passam a contar com uma nova opção para comprar medicamentos com descontos de até 45%. Em vigor desde 13 de outubro, às Farmácias Nissei passam a integrar o Programa de Assistência Farmacêutica da entidade, ampliando a rede de atendimento e as alternativas de acesso ao benefício em todo o estado.

Pelo convênio, os beneficiários terão descontos de até 25% em medicamentos de referência e similares e de até 45% em genéricos, conforme as regras do convênio. “Somos a 8ª maior rede de farmácias do país e a maior do estado, com mais de 300 filiais distribuídas em todas as regiões do Paraná. Firmar parcerias como essa significa fornecer cada vez mais saúde e bem-estar para todos”, afirma o diretor de Marketing e Negócios Digitais das farmácias Nissei, Leonardo Franklin.

O convênio também facilita a jornada de compra dos beneficiários, que encontram nas Farmácias Nissei os descontos em medicamentos, itens de higiene pessoal, cuidado e conveniência, por conta do conceito Drugstore adotado em todas as unidades da rede. Outro benefício é o serviço de delivery, onde 90% das entregas são realizadas em até 1h via site e aplicativos.

Como funciona o convênio 

A liberação dos medicamentos é realizada pela plataforma MedMe, que utiliza inteligência artificial para validar os dados da receita médica, os produtos prescritos e os critérios de cobertura da Fundação Copel. O procedimento deve ser concluído antes da compra e garante celeridade e praticidade ao fluxo de compra em todas as lojas da rede Nissei.

O envio da receita pode ser feito pelo próprio beneficiário, por meio do aplicativo ou site da MedMe. Nas lojas da Nissei, os atendentes também estarão disponíveis para auxiliar quem precisar de suporte durante o processo.

Sobre as Farmácias Nissei

Com 40 anos de tradição no mercado paranaense e atuação nos estados do Paraná, São Paulo, Santa Catarina, Goiás e Distrito Federal, a Nissei é considerada a oitava maior rede de farmácias do país, segundo o ranking da Abrafarma (Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias). A rede é credenciada do Programa do Governo Federal Farmácia Popular, que oferta condições especiais e até remédios essenciais gratuitos.

A empresa conta com mais de 470 lojas, que geram cerca de 7,5 mil empregos diretos e atendem a mais de 5 milhões de clientes por ano. A rede foi responsável por introduzir o conceito de drugstore no mercado paranaense e oferece ao estado o maior número de farmácias 24 horas. As lojas são conhecidas por seus espaços modernos, de fácil localização, amplos estacionamentos, diversidade de produtos e disponibilidade de farmacêuticos qualificados, que promovem o melhor atendimento profissional.

Encontro reúne ortopedistas em Foz do Iguaçu

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No próximo dia 30 de outubro, às 19h30, grandes nomes da ortopedia estarão reunidos na Associação Médica, em Foz do Iguaçu (PR) para o evento Carrossel da Ortopedia, promovido pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – Regional Paraná (SBOT-PR).

Dr. Thiago S. Busato, presidente da SBOT-PR

Dr. Thiago S. Busato, presidente da SBOT-PR abordará as “Novidades em cirurgia preservadora do quadril”. Dr. Marcio Pozzi apresentará as “Atualizações e novas tecnologias em artroplastia do quadril”. Dr. Fabiano Kupczik falará sobre “Tratamento cirúrgico para lesões da cartilagem do joelho: restauração x preservação”. E Dr. Carlos Henrique Ramos é o convidado para o tema “Armadilhas nos traumas de ombro e cotovelo: dicas práticas”.

Podem se inscrever ortopedistas e residentes de ortopedia. Segundo o organizador local, Dr. Dermerson Martins, a iniciativa é de extrema importância para difundir conhecimento entre os profissionais da Tríplice Fronteira. “Foz do Iguaçu é uma região muito populosa e tem uma grande representatividade na medicina dos três países. É uma honra receber pelo segundo ano consecutivo na nossa cidade um evento de atualização da SBOT-PR, promovendo a educação de continuidade para membros, residentes e o público local”, afirma o especialista.

Além disso, no sábado, dia 31 de outubro, será realizado o II Clube do Ombro de Foz do Iguaçu, que contará com a participação de 20 palestrantes vindos da Argentina, Paraguai e Brasil.

“O objetivo é aproximar profissionais, integrar conhecimentos e transformar a prática clínica por meio da discussão científica e da colaboração multidisciplinar. Mais do que um encontro científico, será uma oportunidade de conexão entre ortopedistas, fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais do Brasil, da Argentina e do Paraguai, unidos pelo compromisso com a excelência no tratamento e na reabilitação dos pacientes”, complementa Dr. Dermerson.

Para o II Clube do Ombro, as inscrições podem ser feitas pelo link https://www.sympla.com.br/evento/2-clube-do-ombro—foz-do-iguacu/3615713

Carrossel da Ortopedia – Foz do Iguaçu

Data: 30/10/26

Horário: 19h30 às 20h30 – Jantar de Confraternização após o evento, no próprio local.

Endereço: Associação Médica – Rua Edmundo de Barros, 2055.

Informações pelo WhatsApp 41 98777 8520

Inscrições: bit.ly/carrosselfoz

II Clube do Ombro

Data: 31/10/26

Local: Descomplica UniAmérica Centro Universitário

Inscrições: https://www.sympla.com.br/evento/2-clube-do-ombro—foz-do-iguacu/3615713

Squishies exigem atenção: pediatra orienta como evitar acidentes com o brinquedo que virou febre entre as crianças

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Inmetro emitiu alerta após registros de acidentes e recomenda atenção à procedência, faixa etária e forma de uso; cortar, furar ou aquecer o brinquedo pode aumentar os riscos

Coloridos, macios, perfumados e feitos para apertar. Os chamados squishies conquistaram crianças e adolescentes e se multiplicaram em lojas e vídeos nas redes sociais. A aparência divertida, no entanto, não elimina a necessidade de alguns cuidados, principalmente quando o brinquedo chega às mãos de crianças pequenas.

No início de outubro, o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) publicou um alerta específico sobre esses produtos depois de registros recentes de acidentes, inclusive no Brasil. A orientação não é para deixar de brincar com squishies, mas para respeitar a finalidade do produto: eles não devem ser aquecidos, cortados, perfurados ou abertos.

A pediatra Sheron Luize Costa de Carvalho, do Hospital Angelina Caron, chama atenção para uma diferença importante entre o uso normal do brinquedo e situações capazes de transformá-lo em risco. “O squishy não precisa ser encarado pelos pais como um brinquedo perigoso por si só. O cuidado está em escolher um produto adequado à idade da criança, verificar sua procedência e observar como ele está sendo usado. Para os menores, a atenção precisa ser ainda maior porque existe uma tendência natural de levar objetos à boca”, explica a pediatra.

Essa preocupação é especialmente importante até os três anos. Pelas regras adotadas pelo Inmetro, brinquedos destinados a essa faixa etária não podem apresentar partes pequenas que possam ser engolidas, justamente porque as crianças estão na chamada fase oral.

Cortar o squishy para ver o que tem dentro pode ser perigoso

Uma parte do alerta atual está relacionada a comportamentos que ganharam espaço nas redes sociais. Vídeos mostram squishies sendo cortados, furados, desmontados ou até colocados no micro-ondas como forma de experiência ou brincadeira. É aí que um produto projetado para ser apertado passa a ser utilizado fora das condições previstas.

Ao romper o brinquedo, podem surgir pequenos fragmentos e ocorrer vazamento do material interno. Dependendo do produto, o conteúdo pode ser gel, líquido, espuma ou outro tipo de preenchimento. Pedaços que se desprendem podem representar risco de engasgo, especialmente para crianças menores. O Inmetro também alerta que o aquecimento pode deformar o material e favorecer vazamentos, além do risco de queimaduras.

“Se o brinquedo rasgou ou começou a liberar o conteúdo interno, a orientação é retirar imediatamente do alcance da criança. Não vale tentar fechar com cola ou fita para continuar usando. Também é importante ensinar os maiores, que experiências vistas em vídeos não devem ser reproduzidas simplesmente porque parecem divertidas”, orienta Sheron.

Cheiro de doce e formato de comida merecem atenção

Há ainda uma característica particular de alguns squishies: eles parecem alimentos. Cupcakes, frutas, sorvetes e outros doces aparecem entre os formatos, muitas vezes acompanhados de aromas adocicados. Para uma criança pequena, essa combinação pode aumentar a curiosidade e a vontade de colocar o objeto na boca. O material enviado para elaboração do alerta destaca justamente que modelos com aparência ou aroma de alimentos exigem supervisão mais cuidadosa e respeito à indicação etária.

“Os pais precisam observar a criança, e não apenas o brinquedo. Se ela ainda morde objetos, tenta arrancar partes ou costuma levar tudo à boca, a supervisão deve ser constante. Um produto adequado para uma criança maior não é necessariamente seguro para uma menor”, afirma a pediatra.

O que olhar antes de comprar

No Brasil, brinquedos abrangidos pela regulamentação devem atender aos requisitos estabelecidos pelo Inmetro. A Portaria nº 302/2021 prevê certificação compulsória e requisitos técnicos para a comercialização desses produtos no país.

Na prática, os pais podem fazer uma primeira checagem ainda na loja. O Inmetro recomenda observar a procedência, comprar no mercado formal e conferir o Selo de Identificação da Conformidade, além da identificação do fabricante ou importador. A embalagem deve trazer indicação de faixa etária, advertências e instruções de uso em português.

A certificação, porém, não significa que qualquer uso seja seguro. Ela considera as condições previstas para aquele brinquedo. Colocá-lo no forno ou micro-ondas, cortá-lo para descobrir seu conteúdo ou modificá-lo são situações que fogem dessa avaliação.

Quando é hora de jogar fora

Não basta conferir o produto na compra. Como os squishies são constantemente apertados e manipulados, o estado de conservação deve ser observado ao longo do tempo. O Inmetro recomenda interromper o uso diante de rasgos, furos ou fissuras, vazamento de gel ou líquido, partes se desprendendo, superfície excessivamente pegajosa ou oleosa ou odor químico muito forte.  “Brinquedo infantil precisa ser revisto de tempos em tempos. Se mudou de textura, está rompendo, soltando pedaços ou vazando alguma substância, deve sair da brincadeira. Com crianças pequenas, um fragmento que para um adulto parece insignificante pode representar risco de engasgo”, alerta Sheron.

E se a criança engolir um pedaço?

Engasgo, ingestão do conteúdo, contato com os olhos ou uma reação após exposição ao material são situações que exigem atenção dos responsáveis.

“Se houver engasgo com dificuldade para respirar, se a criança ficar roxinha (cianose), perda de consciência ou outro sinal de comprometimento respiratório, é uma emergência e o atendimento deve ser imediato. Se a criança ingerir parte do brinquedo ou seu conteúdo, os responsáveis não devem provocar vômito nem oferecer substâncias ou receitas caseiras. O ideal é procurar orientação médica e, se possível, levar a embalagem ou as informações do produto para ajudar na avaliação”, orienta a pediatra.

Nos casos de contato do conteúdo interno com os olhos, a pele ou a boca, a primeira medida é lavar o local com água corrente em abundância. Depois, a conduta dependerá do material envolvido e dos sintomas apresentados. Irritação persistente, queimadura, vômitos, dificuldade respiratória, sonolência ou qualquer alteração importante no estado da criança justificam avaliação médica.

Além da assistência à criança, acidentes ou incidentes relacionados ao produto podem ser registrados no Sistema Inmetro de Monitoramento de Acidentes de Consumo (Sinmac). Os relatos ajudam o órgão a identificar produtos e situações que possam representar riscos e podem subsidiar ações regulatórias e de fiscalização.

O principal cuidado, segundo Sheron, é não transformar a preocupação em proibição indiscriminada. “A brincadeira faz parte da infância. Nosso papel como adultos é criar condições para que ela aconteça com segurança. Escolher um brinquedo adequado à idade, acompanhar o uso e perceber quando aquele produto já não está em boas condições são atitudes simples que ajudam a prevenir acidentes”, conclui.

Grupo Muffato apresenta nova geração de loja autônoma e se mantém como driver do varejo

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Grupo Muffato apresenta nova geração de loja autônoma e se mantém como driver do varejo

Com conceito “entrou, pegou e foi”, a nova MGO está ainda mais arrojada e com tecnologia que permite maior autonomia, tanto no ato da compra como na forma de pagamento: por aplicativo ou pelos totens de pagamento por pix e cartões de crédito e débito

O Grupo Muffato inaugura na quarta-feira (21) a nova geração da MGO. A nova loja, localizada no Centro Cívico, um dos eixos mais movimentados de Curitiba, em frente ao Shopping Mueller, foi estrategicamente pensada para a rotina de quem circula pela região. Para os clientes, a proposta é oferecer a experiência mais prática possível a partir do conceito “entrou, pegou e foi”; para o varejo, a loja representa uma evolução do conceito de mercado 100% autônomo, e posiciona Curitiba como o lar da maior loja autônoma da América Latina.

A tecnologia, combinando visão computacional e Inteligência Artificial, eleva a experiência de compra e a autonomia. É prático e simples. O cliente entra na loja, faz sua compra e escolhe a forma de pagamento: por aplicativo ou pelos totens com pix, cartão de crédito ou débito. Não é necessário registrar os produtos retirados nas gôndolas, pois as câmeras e balanças integradas por inteligência artificial registram automaticamente os itens na cesta virtual do cliente.

E tem mais novidades. A Padaria é uma seção completa com produtos de peso variável, inédita no modelo autônomo. Uma balança inteligente integrada, operada por IA, identifica a posição do consumidor e adiciona o produto pesado diretamente na sua cesta virtual de forma invisível, sem a necessidade de colar etiquetas ou bipar códigos de barras. O mesmo sistema também ocorre no setor de FLV (frutas, legumes e verduras).

Segundo o Diretor do Grupo Muffato, Ederson Muffato, a nova geração da MGO reforça o pioneirismo do Grupo na implantação de tecnologia como soluções para aprimorar o varejo. “Nós temos essa característica de inovar e de ousar para construir um varejo cada vez mais eficiente. E a nova geração da MGO chega para isso – através da tecnologia, elevar a experiência de compras”, diz Ederson Muffato.

Para gerenciar tudo perfeitamente, a infraestrutura de hardware recebeu um grande upgrade de capacidade. A loja conta com uma malha inteligente de mais de 550 câmeras com resolução 4K (frente às 587 da primeira versão da tecnologia) e 817 prateleiras sensorizadas, controladas por mais de 70 bridges (controladores das prateleiras e sensores), ampliando a densidade de captura de dados e acelerando a velocidade de processamento de imagens e algoritmos de deep learning e redes neurais.

“A nova MGO consolida o Grupo Muffato como driver da evolução do varejo e uma empresa omnichannel 360, atendendo os diversos canais de venda – físico, digital e autônomo. Com a nova loja, o conceito MGO se torna um novo modelo de negócios para o Grupo, que sempre foi arrojado, com a inovação e tecnologia em seu DNA”, pontua o Diretor Everton Muffato.

A tecnologia foi desenvolvida pela empresa portuguesa Sensei, de tecnologia para automação do varejo. Além da Sensei, a tecnologia e toda estrutura da nova MGO conta também com os parceiros Promarket (gôndolas e mobiliário) e Plotter Racks, especialista em refrigeração comercial e industrial.

A experiência do totem de pagamento

A evolução da nova MGO na prática eleva a experiência de compras e agiliza o checkout. Ao terminar de pegar os itens, o cliente que optar pelo aplicativo conclui o processo pelo celular e sai. Já o consumidor que entrou sem o app pode finalizar a compra em um totem de pagamento instalado na saída e pagar com pix ou cartões de crédito e débito.

A diferença deste sistema para um self-checkout tradicional, é que na MGO o cliente não precisa passar ou registrar nenhum produto. Ao tocar na tela, seja no app ou totem de pagamento, o sistema recupera instantaneamente a cesta virtual que já foi processada pelas câmeras enquanto ele realizava a compra. O consumidor apenas confere o valor final na tela e escolhe a forma de pagamento de sua preferência. Com o pagamento feito, um QR Code é emitido para liberar a cancela de saída.

Para Everton Muffato, a tecnologia cumpre um papel essencial de bem-estar urbano. “Ao eliminarmos o atrito do checkout tradicional em uma região tão pulsante, estamos entregando liberdade ao consumidor. O cliente entra, escolhe o que precisa e segue com o seu dia. Essa eficiência reforça o compromisso do Grupo Muffato com a evolução do varejo”, diz o Diretor.

Dados analíticos desvendam comportamento do consumidor

Mais do que facilitar a saída do cliente, a IA da Sensei avisa a equipe em tempo real quando um produto está acabando na prateleira, reduz perdas operacionais instantaneamente e gera dados analíticos de comportamento de consumo para o planejamento do estoque e layout da loja. No futuro, a mesma base de dados otimizará até as rotas de picking para a preparação de pedidos do e-commerce.

“A Muffato GO mostra o que a inteligência artificial já consegue fazer numa loja física. Os nossos modelos reconhecem cada produto e cada interação, e a equipe recebe a tarefa certa no momento certo. Mas o mais importante é o que fica para o varejista: dados próprios sobre tudo o que acontece na loja, transformados em inteligência para o negócio inteiro. É esse o caminho para os Conscious Spaces”, aponta Vasco Portugal, CEO e cofundador da Sensei.

Serviço:

Empreendimento: MGO – Nova Geração

Inauguração: quarta-feira (21)

Endereço: Avenida Cândido de Abreu, Centro Cívico (em frente ao Shopping Mueller) – Curitiba (PR)

Horário de funcionamento: Das 08h às 23h

Tecnologia agiliza contratação de temporários para Black Friday, Natal e temporada de verão

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Candidaturas pelo WhatsApp reduzem em cerca de 47% o tempo de inscrição em vagas; para o Natal de 2025, comércio brasileiro projetou 112,6 mil contratações temporárias, segundo a CNC

A proximidade da Black Friday, do Natal e da temporada de verão coloca empresas dos setores de comércio, turismo e outros serviços diante de um desafio recorrente: reforçar as equipes em períodos de maior movimento sem prolongar os processos seletivos. Nesse cenário, ferramentas digitais que facilitam a inscrição nas vagas e automatizam etapas do recrutamento podem ajudar as empresas a responder mais rapidamente à demanda por profissionais.

Dados do Senior HCM, ecossistema de gestão de pessoas que gerencia mais de 16 milhões de vidas na América Latina, ajudam a dimensionar essa movimentação antes das principais datas comerciais do fim do ano. Um levantamento na base de clientes identificou outubro como o mês de maior volume de admissões entre os clientes analisados em 2024 e 2025. Foram 50,2 mil e 66,4 mil registros, respectivamente, volumes 32,1% e 17,6% superiores à média mensal de janeiro a setembro de cada ano. O dado não distingue vínculos temporários e efetivos, o levantamento reforça a importância de preparar o RH para os períodos de maior volume de admissões.

No recorte específico das contratações temporárias, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estimou 112,6 mil vagas temporárias para o Natal de 2025, alta de aproximadamente 5% em relação às 107,1 mil contratações realizadas em dezembro de 2024. No mesmo estudo, 70% dos comerciantes entrevistados afirmaram que pretendiam contratar profissionais para o período de vendas entre a Black Friday e o Natal.

O desempenho do setor de serviços também compõe o cenário econômico em que as empresas planejam suas contratações. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o volume de serviços no Brasil cresceu 2,8% em 2025. Embora o indicador não meça diretamente a abertura de vagas temporárias, oferece um panorama do desempenho do setor, que inclui atividades ligadas ao turismo e serviços prestados a empresas e consumidores.

Para reduzir o tempo dedicado à etapa inicial do recrutamento, o Senior ATS by JobConvo, sistema de recrutamento e seleção da Senior Sistemas, permite que candidatos se inscrevam em vagas pelo WhatsApp. Entre janeiro e agosto de 2026, a plataforma registrou 3,78 milhões de candidaturas, das quais 162,5 mil foram realizadas pelo aplicativo de mensagens.

Nos testes conduzidos pela empresa, a inscrição pelo WhatsApp levou 2 minutos e 32 segundos, em comparação com 4 minutos e 48 segundos no fluxo tradicional, uma redução de aproximadamente 47% no tempo de candidatura. A simplificação pode ser especialmente útil em períodos de alta demanda por mão de obra, quando as empresas precisam atrair profissionais e administrar um volume elevado de inscrições.

A facilidade de inscrição também é relevante para quem procura emprego. De acordo com pesquisa da Employ Inc., 39% dos candidatos abandonariam uma candidatura se o processo de inscrição demorasse demais. Entre as dificuldades apontadas estão a necessidade de digitar novamente informações já presentes no currículo, citada por 28%, e a exigência de cadastro em uma rede de talentos, mencionada por 27%. Além disso, 78% esperam concluir a inscrição em menos de 30 minutos.

Por meio da solução, o candidato pode enviar o currículo, fornecer informações e responder por áudio às perguntas de pré-entrevista aprovadas pelo recrutador, no horário que lhe for mais conveniente. Após a aprovação no processo seletivo, a jornada pode continuar pelo próprio WhatsApp, com envio de documentos, acompanhamento de pendências e assinatura eletrônica na etapa de admissão digital.

“A experiência de candidatura precisa acompanhar as expectativas que as pessoas já têm em relação a outros serviços digitais. Em períodos de maior movimentação do mercado de trabalho, como as datas comerciais e a temporada de verão, simplificar a inscrição pode facilitar o acesso às oportunidades e ajudar as empresas a organizar o recrutamento. A inteligência artificial nos permite reduzir etapas e tornar essa jornada mais simples, sem abrir mão da qualidade do processo seletivo”, diz a head-executiva do Senior HCM, ecossistema de soluções para gestão de pessoas da companhia, Jessica Ariane Bartosewiz.

A automação também está presente em outras etapas do recrutamento. Entre janeiro e agosto de 2026, 24,49% das vagas disponibilizadas na plataforma contaram com a funcionalidade de candidatura rápida, enquanto a inteligência artificial processou 3,52 milhões de currículos. No mesmo período, foram enviados 20,5 milhões de e-mails por meio de processos automatizados.

Para as empresas, a tecnologia pode reduzir o trabalho operacional e facilitar o acompanhamento das candidaturas. Para os profissionais, permite realizar parte  do processo seletivo pelo celular, com menos etapas burocráticas. A automação contribui para agilizar e organizar o recrutamento, mas a avaliação dos candidatos e a decisão sobre a contratação permanecem sob responsabilidade das equipes de Recursos Humanos.

“A tecnologia ajuda a reduzir barreiras para quem procura emprego. Ao simplificar a candidatura pelo WhatsApp, facilitamos a participação do candidato, que pode compartilhar suas experiências e encaixar o processo seletivo dentro da sua rotina. Já para as empresas, a IA reduz o trabalho de organizar informações e acompanhar candidaturas, permitindo que o recrutador avalie os profissionais com mais contexto. A decisão sobre quem contratar permanece com as pessoas”, finaliza o head de HCM para Recrutamento e Seleção da Senior, Ronaldo Bahia.

Onde encontrar vagas

Quem busca uma oportunidade de trabalho pode consultar a plataforma JobConvo by Senior, da Senior Sistemas, que reúne vagas abertas em empresas de diferentes portes, cidades e estados do Brasil. Em outubro de 2026, cerca de mil vagas são listadas como disponíveis para candidatura na plataforma. Os interessados podem conferir os requisitos e seguir as orientações de candidatura de cada anúncio, neste link.

Jovem Aprendiz: como apoiar o adolescente na primeira experiência profissional sem deixar de lado a preocupação com os estudos

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Programa pode ajudar jovens a conquistar autonomia e desenvolver responsabilidade; CIEE/PR orienta famílias sobre como incentivar essa etapa

O ingresso no mercado de trabalho é um passo importante na vida dos jovens e adolescentes, mas também pode gerar dúvidas e receios nas famílias. Como conciliar trabalho e escola? Qual é a idade adequada para começar? E como garantir que a primeira experiência profissional seja positiva? O Programa Aprendiz, oferecido pelo Centro de Integração Empresa Escola do Paraná (CIEE/PR), pode ser a oportunidade para muitos pais e responsáveis tenham as respostas para essas perguntas e ajudarem os filhos na construção de uma trajetória profissional segura e bem orientada.


No Brasil, em 2026, o número de jovens aprendizes com carteira assinada ultrapassou os 664 mil, segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). No Paraná, são 27,7 mil aprendizes ativos, com o estado liderando a inserção de adolescentes de 14 a 18 anos no mercado de trabalho na Região Sul. O programa combina formação teórica com a prática profissional em uma empresa. A proposta é permitir que o jovem desenvolva habilidades e conheça o ambiente de trabalho enquanto ainda está estudando.


Estudo e trabalho podem caminhar juntos
Para Carlos Roberto Oliveira de Almeida Santos, Gerente de Aprendizagem do CIEE/PR, o receio de muitos pais de que o emprego possa prejudicar o rendimento escolar é natural. Carlos Santos, no entanto, reforça que a Lei da Aprendizagem estabelece condições específicas para proteger o desenvolvimento do aprendiz. “A frequência escolar é um requisito para quem ainda não concluiu o Ensino Médio, e a jornada reduzida, de até seis horas diárias e até 30 horas semanais, busca favorecer a conciliação entre as atividades profissionais e os estudos”, explica.


O gerente de aprendizagem do CIEE/PR afirma que os benefícios para os jovens que participam do programa são inúmeros. “O contrato também prevê registro em carteira, salário, vale-transporte, férias e formação profissional. A legislação proíbe a realização de horas extras e determina que as férias do aprendiz menor de 18 anos coincidam, obrigatoriamente, com as férias escolares. Além da qualificação, a experiência pode contribuir para o amadurecimento dos adolescentes. Ao integrar uma equipe, eles aprendem a cumprir horários, assumir responsabilidades, lidar com diferentes pessoas e trabalhar em conjunto. O primeiro salário também representa uma oportunidade de desenvolver autonomia financeira e aprender a economizar e planejar gastos”, ressalta.


O papel da família é apoiar, não pressionar
Para que essa experiência seja positiva, a participação dos pais e responsáveis é fundamental. O primeiro passo é conversar com o adolescente sobre seus interesses, expectativas e objetivos, apresentando o programa como uma possibilidade de aprendizado, e não como uma obrigação. “A família também pode ajudar na organização da rotina, definindo horários específicos para as aulas, o trabalho, as tarefas escolares e o descanso. Acompanhar as notas e manter diálogo com a escola são medidas importantes para identificar eventuais dificuldades e ajustar a rotina sempre que necessário”, orienta Carlos Santos.
Outra dica é orientar sobre o uso do salário recebido. Incentivar o jovem a guardar parte do que recebe, se possível, para realizar um objetivo, como fazer um curso ou investir na própria formação, ajuda a desenvolver responsabilidade e planejamento financeiro desde cedo.


Serviço:
Quem pode participar: Jovens de 14 a 24 anos incompletos que estejam cursando o Ensino Fundamental, o Ensino Médio ou que já tenham concluído essa etapa escolar. Para PcD, não há limite máximo de idade. O participante do programa precisa ter Carteira de Trabalho.
Como fazer: O primeiro passo para quem deseja ingressar no programa é cadastrar gratuitamente o currículo no site do CIEE/PR, onde também é possível consultar informações sobre as oportunidades disponíveis.
Site do CIEE/PR: www.cieepr.org.br

Sobre o CIEE/PR
Há 59 anos, o Centro de Integração Empresa-Escola do Paraná (CIEE/PR) atua para promover a integração da comunidade ao mercado de trabalho como agente transformador. Por meio de programas de estágios e aprendizagem e cursos de capacitação, a instituição contribui para o desenvolvimento econômico e social do Estado. Junto com diversas entidades e empresas privadas, o CIEE/PR está presente nos 399 municípios do Paraná de forma física e online, e conta com 37 unidades físicas em cidades do Estado. Já recebeu cerca de 30 títulos de Utilidade Pública Municipal, possui dezenas de registros nos Conselhos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente e nos Conselhos Municipais de Assistência Social, condição essencial para cumprir o propósito de trabalhar para fortalecer o desenvolvimento humano e social. Ao longo de cinco décadas de atuação, o CIEE/PR contribuiu para a inserção e aperfeiçoamento técnico e profissional de mais de 1,8 milhão de beneficiados.

Oncologia 360 promove café beneficente com conversa sobre saúde e sexualidade feminina em Curitiba

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Encontro nesta sexta-feira (23), no Aquela Casa, abordará temas como perimenopausa e menopausa e terá arrecadação destinada ao Instituto Forja

A Oncologia 360 promove nesta sexta-feira, 23 de outubro, às 16h, no Aquela Casa, em Curitiba, o café beneficente “Entre fases e flores: uma pausa para o cuidado e a conexão”. A programação foi pensada como um espaço acolhedor para mulheres conversarem sobre saúde e as transformações da vida, com uma roda de conversa conduzida pela médica Stephanie Hanchar sobre sexualidade na perimenopausa e na menopausa.

Acompanhada por café e troca de experiências entre as participantes, a tarde também terá um propósito solidário. O valor de participação, de R$ 150, será revertido ao Instituto Forja, organização sem fins lucrativos que atua no bairro Campo de Santana, em Curitiba. A instituição oferece atividades educativas, culturais, esportivas e de formação para crianças, adolescentes e jovens, ampliando oportunidades dentro e fora da escola.

Para a médica Jerusa Karina Miqueloto, onco-hematologista da Oncologia 360 e uma das organizadoras do evento, a iniciativa conecta o acolhimento às mulheres ao apoio à comunidade. “Queremos abrir espaço para conversas sobre sexualidade e mudanças que fazem parte da vida das mulheres, mas nem sempre encontram oportunidade de escuta”, salienta a médica, reforçando o caráter social do evento, que é o de apoiar as ações do Instituto Forja.

SERVIÇO
Entre fases e flores: uma pausa para o cuidado e a conexão
Data: sexta-feira, 23 de outubro de 2026
Horário: 16h
Local: Aquela Casa
Endereço: Rua Dr. Nelson de Souza Pinto, 480, São Lourenço, Curitiba
Participação: R$ 150; valor revertido ao Instituto Forja
Informações e inscrições: (41) 99231-5253.

Dor no quadril: identificar o problema é o primeiro passo para definir o tratamento

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Artrose, impacto femoroacetabular, bursites e tendinites podem ter sintomas semelhantes, mas exigem abordagens diferentes

Uma dor na virilha, dificuldade para cruzar as pernas ou até um travamento do quadril podem ter diferentes causas. Artrose, impacto femoroacetabular, bursites e tendinites estão entre os problemas que podem afetar a região, mas a origem do sintoma é o que ajuda a definir a melhor forma de tratamento.

“Os principais problemas do quadril se dividem em problemas intra-articulares, que ficam dentro da articulação, entre o fêmur e a bacia, e extra-articulares, que ficam fora dela”, explica o ortopedista e traumatologista Gladyston Mationski, do Hospital São Vicente e presidente da Regional Paraná da Sociedade Brasileira do Quadril.

Diferentes problemas, diferentes tratamentos

Entre os problemas intra-articulares mais frequentes está a artrose, também chamada de coxartrose quando afeta o quadril. Inicialmente, o quadro pode ser tratado de forma conservadora, com fisioterapia, medicamentos e infiltrações. Em casos graves, pode haver indicação de cirurgia para colocação de prótese total do quadril.

Outro problema que pode afetar adultos jovens, especialmente atletas, é o impacto femoroacetabular, alteração que ocorre entre o fêmur e a bacia. “Cada vez mais diagnosticado em atletas, se não for tratado precocemente, pode evoluir para artrose do quadril no futuro.”

Já entre os problemas extra-articulares estão condições inflamatórias, como a bursite trocantérica, que ocorre em uma bolsa localizada na região lateral do quadril, e diferentes tipos de tendinite. Elas podem afetar, por exemplo, os tendões dos glúteos, do reto femoral, do quadríceps e dos isquiotibiais, além da região do piriforme.

Dor e dificuldade de movimento são sinais de atenção

A dor pode aparecer na virilha, na região lateral ou posterior do quadril e vir acompanhada de outros sinais. Travamento, sensação estranha pela manhã e dificuldade para realizar movimentos do dia a dia também podem indicar que é hora de procurar avaliação especializada. “Também pode haver dificuldade de mobilidade: vestir meia ou calçado, cortar a unha do pé ou cruzar a perna, por exemplo”, indica Mationski.

A prática de atividades físicas, principalmente as de alto impacto, também pode estar relacionada a alguns problemas do quadril, acrescenta o médico. “Corrida e esportes coletivos — futebol, basquete, handebol e tênis — podem gerar impacto excessivo no quadril. O que mais protege as articulações é fazer alongamento e fortalecimento, mantendo a musculatura forte para protegê-las”, afirma.

Investigação começa pelo exame físico

A avaliação de um ortopedista é importante para identificar a origem dos sintomas. O exame físico permite analisar a região da dor, verificar possíveis restrições de mobilidade, avaliar os ângulos dos movimentos e observar a marcha do paciente.

“A parte mais importante da investigação é procurar um ortopedista e fazer o exame físico. É muito importante avaliar a região da dor, verificar se há restrição de mobilidade, calcular os ângulos de mobilidade e avaliar a marcha, ou seja, a forma como o paciente caminha”, explica o especialista.

O raio-X é o primeiro exame complementar utilizado na investigação. Dependendo da suspeita clínica, também podem ser necessários exames como tomografia e ressonância magnética.

Tratamento pode começar sem cirurgia

Mationski destaca que nem toda alteração no quadril exige uma intervenção cirúrgica. A conduta depende da condição identificada e, segundo o especialista, normalmente começa com tratamento conservador.

“Muitas das medidas são medicamentos, fisioterapia e retirada das atividades de impacto quando estão sobrecarregando o quadril. Normalmente, optamos por tratar de forma conservadora por alguns meses. Se o tratamento conservador falhar, a cirurgia pode ser indicada.”

Artroscopia funciona em casos selecionados

Quando há indicação cirúrgica, uma das possibilidades para determinadas condições é a artroscopia do quadril. A técnica minimamente invasiva é utilizada com frequência em casos de impacto femoroacetabular e lesões do labrum, especialmente quando o tratamento conservador não apresenta os resultados esperados.

Realizado por meio de pequenos acessos, o procedimento utiliza equipamentos específicos para permitir a avaliação e o tratamento das estruturas da articulação. Entre as características apontadas pelo especialista estão o menor sangramento e menos dor.

Sobre o Hospital São Vicente

O Hospital São Vicente é um hospital tradicional de Curitiba, há 86 anos em funcionamento, e possui o mais alto padrão de qualidade certificado pela Organização Nacional de Acreditação como Hospital de Excelência. Em uma estrutura moderna, conta com pronto atendimento 24 horas, centros médicos e serviços de diagnóstico e tratamento, centro de ortopedia, centro cirúrgico, e UTI. Possui Certificação em Nível A para Transplantes Hepáticos e Renais – Ministério da Saúde: Reconhecimento pela excelência e segurança nos procedimentos de transplante, consolidando sua posição como referência em transplantes de alta complexidade. Acreditação ONA Nível 3 e classificação Ouro no Programa Segurança em Alta da Unimed. Seu programa de Residência Médica é credenciado pelo Ministério da Educação (MEC) nas especialidades de Cirurgia Geral, Cirurgia Digestiva, Cancerologia Cirúrgica e Radiologia.