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Paraná sedia evento global de sustentabilidade

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Paraná sedia evento global de sustentabilidade

Em evento inédito no Brasil, pesquisadores internacionais vão debater resiliência climática e soluções ambientais para os municípios

O município de Campo Mourão (PR) sedia entre 27 e 29 de outubro o VIII Congresso Internacional de Desenvolvimento Sustentável (SD2026). O evento, que pela primeira vez acontece no Brasil, conta com uma programação em formato híbrido e tem como sede o Centro Universitário Integrado. Já confirmaram participação pesquisadores de Portugal, Espanha, Croácia, Turquia, África do Sul e Luxemburgo.

Também participam do congresso gestores públicos, empreendedores, startups, representantes da sociedade civil, estudantes e professores do Brasil e exterior. As inscrições estão abertas pelo link https://www.even3.com.br/2026sd-711548/

Ineditismo e cooperação internacional

As edições anteriores do SD2026 ocorreram na Polônia, Portugal, Espanha, Turquia e África do Sul.

O encontro tem como objetivo conectar especialistas de vários países para a troca de experiências e pesquisas, cooperação e debate sobre soluções práticas voltadas aos desafios ambientais, econômicos e sociais dos municípios, para a construção de territórios mais resilientes e inclusivos. Trabalhos científicos em inglês também poderão ser submetidos para análises.

“A escolha de Campo Mourão e da instituição de ensino superior resulta de uma combinação de ações concretas do poder público local, somada ao conhecimento e à internacionalização acadêmica, à produção científica, à inovação e a uma agenda robusta de sustentabilidade que reflete a maturidade do ecossistema local”, explica o head de Inovação do Centro Universitário Integrado, Fabrício Pelloso Piurcosky.

Em 2026, Campo Mourão se tornou o primeiro município do Sul do Brasil certificado simultaneamente pelas normas ISO 37120, 37122 e 37123. Essas diretrizes medem 226 indicadores de cidades sustentáveis, inteligentes e resilientes. 

Assuntos em discussão

Os temas do evento dialogam com os desafios paranaenses e de vários outros estados e países: gestão de resíduos, economia circular, drenagem urbana e resiliência climática, energia, mobilidade, agricultura sustentável, conservação ambiental e coordenação entre municípios e instituições.

“Essas questões ultrapassam os limites institucionais. A sustentabilidade não pode ser responsabilidade exclusiva da prefeitura, da universidade ou das empresas de forma isolada. Os desafios são de integrar essas iniciativas para solucionar um problema comum e transformar boas vivências locais em modelos escaláveis e replicáveis ao redor do planeta”, enfatiza Piurcosky.

Entre os principais assuntos em debate no VIII Congresso Internacional de Desenvolvimento Sustentável (SD2026) estão:

1) Cidades inteligentes e governança territorial: Uso de dados urbanos, planejamento estratégico e gestão pública eficiente.

2) Transição energética e energias renováveis: Soluções para eficiência energética e redução da pegada de carbono.

3) Economia circular e gestão de resíduos: Práticas sustentáveis aplicadas ao cotidiano e aos negócios.

4) Resiliência climática e infraestrutura: Gestão hídrica, drenagem urbana e adaptação a eventos climáticos extremos.

5) Empreendedorismo e inovação aberta: Integração entre universidades, startups, setor produtivo e o ecossistema local (com destaque para o Integrow – Ecossistema de Inovação do Integrado, que possui a certificação do selo CERNE 2, reconhecimento que atesta a maturidade da gestão orientada a resultados).

Relevância internacional

 programação científica contará com representação estrangeira e nacional. Entre os nomes internacionais confirmados estão Luís Loures (presidente da Universidade Politécnica de Portalegre) e Rui Alexandre Castanho (pesquisador do VALORIZA e embaixador do Pacto Europeu para o Clima), ambos de Portugal.

Representantes das universidades de Joanesburgo (África do Sul), de Extremadura (Espanha), dos Açores e da Madeira (Portugal) também marcarão presença. O cenário nacional ganha destaque com a presença de Luciana Cordeiro de Souza Fernandes, professora da Unicamp, referência em direito ambiental, escritora e vencedora do Prêmio Jabuti Acadêmico.

A palestra magna de abertura será ministrada por Edwin Vegas Gallo, reitor da Universidade Peruana de Ciências e Informática (Peru), com o tema “Do Rio 1992 a Paraná 2026: Avanços, Desafios e Perspectivas para a Sustentabilidade”.

Práticas locais como exemplo para o Brasil

Segundo os organizadores e apoiadores – que incluem a Prefeitura Municipal de Campo Mourão, o Centro Universitário Integrado, Unespar, UTFPR, Unicamp, Governo do Paraná, Campo Valley, UniSustentável, Instituto Água e Terra e Sphaera Axis -, a perspectiva é trabalhar em cooperação, compartilhar dados e projetos envolvendo academia, poder público e empresas em diferentes continentes para encontrar objetivos comuns voltados à economia circular, inovação, empreendedorismo e aos desafios sociais e ambientais.

“Desejamos transformar experiências isoladas em uma governança territorial unificada. Por isso, a troca de conhecimentos pode ajudar a melhorar a gestão dos municípios, reforçar o papel da ciência, da inovação e da cooperação global para promover soluções sustentáveis no presente e para o futuro”, complementa Fabrício Pelloso Piurcosky.

Serviço:

O quê: VIII Congresso Internacional de Desenvolvimento Sustentável (SD2026)

Quando: De 27 a 29 de outubro de 2026

Onde: Em Campo Mourão, no Centro Universitário Integrado (Av. Irmãos Pereira, 670, Centro, tel. 44-3518-2500)

Público-alvo: Pesquisadores do Brasil e do exterior, estudantes, docentes, gestores públicos, empreendedores, startups e representantes da sociedade civil

Inscrições: Estão abertas pelo link https://www.even3.com.br/2026sd-711548/ 

AVC: o que acontece entre a chegada ao Pronto-Socorro e o início do tratamento?

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AVC: o que acontece entre a chegada ao Pronto-Socorro e o início do tratamento?

No Hospital Angelina Caron, protocolo de atendimento prioriza rapidez no diagnóstico e no tratamento; reconhecer os sintomas e buscar ajuda imediatamente são atitudes decisivas para reduzir sequelas

Uma pessoa chega ao pronto-socorro com dificuldade para falar, perda de força em um dos braços ou desvio na boca. A equipe precisa agir rapidamente: cada minuto pode fazer diferença entre uma recuperação com menos sequelas e limitações que acompanham o paciente por toda a vida. No Acidente Vascular Cerebral (AVC), o tempo é um fator determinante para preservar a função cerebral e aumentar as chances de recuperação.

O AVC é uma emergência neurológica que ocorre quando o fluxo sanguíneo para uma região do cérebro é interrompido ou quando há o rompimento de um vaso sanguíneo, provocando danos às células cerebrais. A condição apresenta alto risco de morte e incapacidade, e a agilidade no reconhecimento dos sintomas, no diagnóstico e no início do tratamento é fundamental para o prognóstico.

No dia 29 de outubro, Dia Nacional de Prevenção ao Acidente Vascular Cerebral (AVC) e Dia Mundial do AVC, o Hospital Angelina Caron, localizado em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, chama a atenção para a importância do atendimento rápido e explica o que acontece entre a chegada do paciente ao pronto-socorro e o início do tratamento.

Uma corrida contra o tempo

Quando há suspeita de AVC, o atendimento segue etapas que precisam ser conduzidas com rapidez e precisão. No Hospital Angelina Caron, um protocolo específico orienta a equipe na avaliação do paciente, na investigação do quadro e na definição da conduta terapêutica mais adequada.

O primeiro passo é reconhecer os sinais de alerta e realizar uma avaliação clínica e neurológica. Em seguida, exames de imagem, especialmente a tomografia computadorizada de crânio, ajudam a identificar o tipo de AVC e a orientar a escolha do tratamento. Essa diferenciação é essencial porque as abordagens para os dois principais tipos da doença são distintas.

O AVC isquêmico acontece quando um vaso sanguíneo que leva sangue ao cérebro é obstruído, geralmente por um coágulo. Já o AVC hemorrágico ocorre quando há o rompimento de um vaso, provocando sangramento no cérebro ou em suas proximidades.

“Reconhecer os sintomas e procurar atendimento imediatamente é fundamental. No AVC isquêmico, existe uma janela de tempo para realizar a trombólise química, tratamento que utiliza medicamentos para dissolver o coágulo e restabelecer a circulação sanguínea. Em geral, esse tratamento deve ser iniciado em até quatro horas e meia após o início dos sintomas, desde que o paciente atenda aos critérios clínicos necessários. Por isso, precisamos considerar não apenas o tempo dentro do hospital, mas também o período entre o aparecimento dos sintomas, o deslocamento até o pronto-socorro, a avaliação médica e a realização dos exames”, explica Eduardo Hummelgen, coordenador do Serviço de Neurologia e Neurofisiologia do Hospital Angelina Caron.

A trombólise química pode transformar o prognóstico de pacientes elegíveis, aumentando as chances de recuperação e reduzindo o risco de sequelas. A indicação, porém, depende da avaliação médica e da confirmação de que o tratamento é seguro para cada caso.

Como reconhecer os sintomas de um AVC?

Os sinais de um AVC podem surgir de forma súbita e nem sempre aparecem todos ao mesmo tempo. Entre os principais sintomas estão:

  • Fraqueza ou perda de força: principalmente em um lado do corpo, atingindo o rosto, o braço ou a perna.
  • Alteração na fala: dificuldade para falar, articular palavras ou compreender o que outras pessoas dizem.
  • Assimetria facial: um lado da boca fica torto ou parece não responder normalmente.
  • Alterações visuais: perda súbita da visão ou dificuldade para enxergar.
  • Alterações no equilíbrio e na coordenação: tontura intensa, dificuldade para caminhar ou perda repentina de equilíbrio.
  • Dor de cabeça súbita e intensa: especialmente quando diferente das dores habituais e acompanhada de outros sintomas neurológicos.

Ao perceber qualquer um desses sinais, a orientação é acionar imediatamente o serviço de emergência, pelo SAMU (192), e não esperar que os sintomas desapareçam. Também é importante observar e, se possível, registrar o horário em que os sintomas começaram ou a última vez em que a pessoa foi vista sem eles. Essa informação ajuda a equipe médica a avaliar as possibilidades de tratamento.

Recuperação começa ainda durante a internação

Depois da fase aguda, o cuidado continua. A recuperação de um paciente que sofreu AVC exige acompanhamento multidisciplinar, com participação de médicos, profissionais de enfermagem, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e fisioterapeutas. O trabalho integrado permite acompanhar diferentes aspectos da saúde, identificar limitações e iniciar intervenções de acordo com as necessidades de cada pessoa.

A reabilitação deve começar tão cedo quanto for clinicamente seguro, respeitando as condições do paciente. A fisioterapia, por exemplo, pode contribuir para recuperar movimentos, trabalhar força muscular, melhorar a mobilidade e estimular a independência nas atividades cotidianas. Já a fonoaudiologia pode atuar nas dificuldades de fala, linguagem e deglutição, enquanto a terapia ocupacional auxilia na retomada de habilidades necessárias para as tarefas do dia a dia.

A alta hospitalar também faz parte desse processo. O paciente e seus familiares devem receber orientações sobre os cuidados necessários, a continuidade da reabilitação motora, o uso correto dos medicamentos e as medidas para reduzir o risco de um novo episódio. O acompanhamento após a internação é importante para dar continuidade à recuperação e reforçar o controle dos fatores de risco.

Coração e cérebro: uma conexão importante na prevenção

Além de reconhecer os sintomas e garantir o atendimento rápido, prevenir o AVC exige atenção à saúde cardiovascular. Coração e cérebro estão diretamente conectados pela circulação sanguínea, e algumas alterações cardíacas podem aumentar o risco de um evento cerebrovascular.

“Coração e cérebro estão intimamente relacionados. Algumas arritmias, como a fibrilação atrial, podem favorecer a formação de coágulos dentro do coração. Quando um desses coágulos se desprende e chega à circulação cerebral, pode provocar uma obstrução e desencadear um AVC. Por isso, identificar e tratar as doenças cardiovasculares é uma medida importante de prevenção”, explica Nayara Pravato Maziero, cardiologista do Hospital Angelina Caron.

A prevenção também envolve controlar a pressão arterial, o diabetes e o colesterol, não fumar, praticar atividade física regularmente, manter uma alimentação equilibrada e realizar acompanhamento médico. Pessoas com arritmias ou outras doenças cardiovasculares devem seguir as orientações individualizadas dos profissionais de saúde, inclusive quanto à necessidade de medicamentos para reduzir o risco de formação de coágulos.

Sobre o Hospital Angelina Caron

Fundado em 1983, o Hospital Angelina Caron (HAC) é uma instituição filantrópica de alta complexidade localizada em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba. Com mais de quatro décadas de atuação, realiza anualmente mais de 400 mil atendimentos a pacientes do SUS, convênios e particulares com atuação em áreas como oncologia, transplantes, cirurgia robótica, pediatria e reabilitação.

O modelo de cuidado é integrado ao ensino e à pesquisa por meio da UniCaron, do Departamento de Ensino e Pesquisa e dos programas de Residência Médica. Com foco em segurança, qualidade e atendimento humanizado, o HAC mantém como propósito promover saúde com excelência e ampliar seu impacto na assistência à população do Paraná e do Brasil.

Curitiba consolida estrutura de alta complexidade e novas tecnologias na ortopedia

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Curitiba consolida estrutura de alta complexidade e novas tecnologias na ortopedia

Capital reúne serviços especializados, formação médica e atendimento de alta complexidade, enquanto novas tecnologias, como a cirurgia robótica, ampliam os recursos disponíveis para diferentes áreas da especialidade

Da porta de entrada do trauma às cirurgias de alta complexidade, Curitiba construiu ao longo dos anos uma estrutura relevante na ortopedia brasileira. A presença de hospitais de referência, serviços especializados, programas de formação médica e profissionais dedicados às diferentes áreas da especialidade ajuda a explicar por que a capital paranaense concentra atendimentos que vão de fraturas e lesões esportivas a reconstruções articulares.

Para o presidente da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia da Regional Paraná – SBOT-PR, Dr. Thiago S. Busato, a força da ortopedia em Curitiba não pode ser atribuída a um único fator. Ela está na combinação entre formação, especialização e estrutura assistencial. “Curitiba reúne serviços com tradição na formação de ortopedistas, profissionais que se especializaram nas diversas áreas da ortopedia e hospitais de nível global. Quando esses elementos convivem em uma mesma cidade, o paciente passa a ter acesso a uma rede ampla de conhecimento e possibilidades de tratamento”, afirma Busato.

Uma especialidade segmentada

Falar em ortopedia hoje significa tratar de uma especialidade muito mais ampla do que a imagem tradicional associada ao atendimento de fraturas. A evolução do conhecimento e das técnicas levou a uma atuação cada vez mais segmentada, com profissionais dedicados a áreas específicas como coluna, joelho, quadril, ombro e cotovelo, mão, pé e tornozelo, ortopedia pediátrica, trauma, oncologia ortopédica, osteometabólica, tumores ósseos e medicina esportiva.

Essa divisão acompanha a própria complexidade do sistema musculoesquelético e permite aprofundar o diagnóstico e o tratamento de condições bastante diferentes entre si. Uma lesão esportiva em um atleta, uma fratura em uma pessoa idosa, uma alteração ortopédica na infância ou o desgaste de uma articulação, por exemplo, exigem abordagens distintas.

Para o presidente da SBOT-PR, Dr. Thiago S. Busato, essa especialização também ajuda a explicar o nível alcançado pela ortopedia na capital paranaense. “Curitiba reúne profissionais com formação e experiência em praticamente todas as áreas da ortopedia. Essa diversidade é importante porque permite que casos com características muito diferentes sejam avaliados por especialistas dedicados àquele segmento, ao mesmo tempo em que estimula a troca de conhecimento e a atualização profissional”, afirma.

Estes avanços também estão relacionados à evolução das técnicas cirúrgicas, dos implantes, dos exames de imagem e das ferramentas utilizadas no planejamento dos procedimentos. “A ortopedia evoluiu muito nas últimas décadas. Hoje trabalhamos com subespecialidades, técnicas menos invasivas, novos implantes, planejamento cirúrgico e recursos tecnológicos que não existiam há alguns anos. Mas tecnologia sozinha não define excelência. Ela precisa estar associada à indicação correta, à formação do cirurgião e a uma equipe preparada para acompanhar o paciente antes, durante e depois do procedimento”, pontua o presidente da SBOT-PR, Dr. Thiago S. Busato.

Robótica amplia as possibilidades na ortopedia

Entre as transformações mais recentes está a incorporação da cirurgia robótica. Curitiba já conta com especialistas que utilizam plataformas robóticas em procedimentos ortopédicos, especialmente em cirurgias de substituição das articulações do joelho e do quadril. A tecnologia permite trabalhar com planejamento baseado em imagens tridimensionais e fornece ao cirurgião informações durante diferentes etapas do procedimento. É mais uma ferramentade precisão dentro de uma especialidade que vem incorporando recursos digitais ao planejamento e à execução cirúrgica.

Entretanto, o equipamento não substitui o ortopedista. A indicação, o planejamento e as decisões durante o procedimento continuam sob responsabilidade do cirurgião. A presença da tecnologia também não significa que todo paciente com um problema no joelho ou no quadril tenha indicação cirúrgica ou seja candidato a uma operação assistida por robô. O tratamento depende do diagnóstico, das características de cada caso e das alternativas disponíveis. “O avanço tecnológico é muito bem-vindo quando acrescenta precisão e informação ao trabalho do cirurgião, mas precisamos evitar a ideia de que o equipamento, por si só, determina a qualidade de um tratamento. A boa ortopedia começa pelo diagnóstico e pela indicação adequada. Em muitos casos, o melhor tratamento continua sendo conservador. Quando existe indicação cirúrgica, avaliamos qual técnica e quais recursos fazem sentido para aquele paciente”, explica Busato.

Formação continua no centro da excelência

Se as tecnologias mudam rapidamente, um componente permanece essencial: a qualificação do especialista. A formação do ortopedista não termina com a residência médica. Novas técnicas cirúrgicas, materiais, próteses, métodos de imagem, pesquisas e ferramentas digitais exigem atualização ao longo de toda a carreira. Congressos, cursos, treinamento prático, discussão de casos e intercâmbio entre especialistas fazem parte desse processo.

Para a SBOT-PR, esse é um ponto central quando se discute a posição de Curitiba na ortopedia. Um polo de excelência não se estabelece apenas pela disponibilidade de equipamentos de última geração. Ele depende de especialistas qualificados, formação permanente, produção e compartilhamento de conhecimento e incorporação responsável de novas tecnologias. “Nosso desafio é continuar avançando em formação, segurança, incorporação criteriosa de tecnologia e, principalmente, acesso. Excelência também significa fazer com que o conhecimento e os recursos disponíveis cheguem ao paciente que precisa deles”, conclui Dr. Thiago S. Busato.

Sobre a SBOT-PR

A Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – Regional Paraná (SBOT-PR) é a representação estadual da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, entidade científica dedicada ao desenvolvimento da especialidade no Brasil. Fundada em 1974, a Regional atua na promoção da educação médica continuada, na atualização científica e na valorização da prática ortopédica, reunindo especialistas de diferentes áreas da ortopedia e traumatologia em todo o Paraná.

Além de incentivar a formação e o aperfeiçoamento de novos especialistas por meio de cursos, congressos, reuniões científicas e programas de residência médica, a SBOT-PR também desenvolve ações de conscientização voltadas à prevenção de lesões, promoção da saúde musculoesquelética e segurança da população. A entidade mantém estreita colaboração com instituições de ensino, serviços credenciados e órgãos de saúde, contribuindo para o fortalecimento da assistência ortopédica e para a difusão de conhecimento baseado em evidências científicas.

Atual gestão:
Diretoria 2026
Presidente: Thiago S. Busato
1º Vice-Presidente: Fernando Ferraz Faria
2º Vice-Presidente: Marcela Penna
1º Secretário: Bruno Sbrissia
2º Secretário: Carlos Motooka
1º Tesoureiro: Josiano Valerio
2º Tesoureiro: Lucas Dias Godoi

Serviço:

SBOT-PR

Rua Itupava, 1299 – Conjunto 106

Bairro Hugo Lange

Telefones (41) 98777-8520

Curitiba – PR / CEP 80040-455

NHS é indicada ao Prêmio Líderes do Paraná 2026 na categoria Indústria

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NHS é indicada ao Prêmio Líderes do Paraná 2026 na categoria Indústria

Fabricante curitibana de nobreaks está entre as empresas selecionadas para a fase de votação popular da premiação promovida pelo LIDE Paraná

A NHS está entre as empresas indicadas ao Prêmio Líderes do Paraná 2026, promovido pelo LIDE Paraná. A fabricante de nobreaks, com sede em Curitiba, concorre na categoria Indústria e participa agora da etapa de votação popular. A indicação ocorreu na primeira fase da premiação, quando membros do LIDE Paraná, presidentes de entidades empresariais, patrocinadores e mantenedores puderam apontar empresas e lideranças em diferentes categorias. Os dez nomes com maior número de indicações em cada uma delas avançaram para a etapa seguinte após validação e aceite para participar.

Para a NHS, estar entre as empresas selecionadas tem um significado que vai além da própria premiação, especialmente por partir de indicações de integrantes do ambiente empresarial paranaense. “Receber essa indicação é muito significativo para a NHS porque vem de pessoas que acompanham o mercado e conhecem a força da indústria do Paraná. É um reconhecimento que dividimos com toda a nossa equipe. São anos desenvolvendo tecnologia e produzindo em Curitiba, com um trabalho que envolve diferentes áreas e muitas pessoas. Estar entre as empresas lembradas nesta categoria nos mostra que esse trabalho também é percebido fora dos nossos portões”, afirma Elisangela Mazza Auer, diretora comercial e de marketing da NHS.

Votação popular

Na edição de 2026, a categoria Indústria reconhece empresas do setor com impacto econômico e protagonismo em seus mercados. A votação popular é aberta a qualquer pessoa com CPF válido. Cada participante pode escolher até três empresas por categoria e não é necessário votar em todas as categorias.

A votação segue até 7 de novembro. Depois da apuração e da auditoria dos votos, os três nomes mais votados de cada categoria serão anunciados como finalistas em 11 de novembro. Todo o processo de votação é submetido à auditoria independente da Grant Thornton.

O Prêmio Líderes do Paraná chega à sexta edição em 2026. Promovida pelo LIDE Paraná, a iniciativa reconhece empresas e lideranças de diferentes setores da economia do estado. A cerimônia de premiação está prevista para 24 de novembro, em Curitiba.

Serviço:

NHS – Energia do Seu Jeito

Endereço: Av. Juscelino Kubitschek De Oliveira – Ld, 5270

Cidade Industrial de Curitiba, Curitiba – PR, 81260-000

Curitiba consolida estrutura de alta complexidade e novas tecnologias na ortopedia

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Capital reúne serviços especializados, formação médica e atendimento de alta complexidade, enquanto novas tecnologias, como a cirurgia robótica, ampliam os recursos disponíveis para diferentes áreas da especialidade

Da porta de entrada do trauma às cirurgias de alta complexidade, Curitiba construiu ao longo dos anos uma estrutura relevante na ortopedia brasileira. A presença de hospitais de referência, serviços especializados, programas de formação médica e profissionais dedicados às diferentes áreas da especialidade ajuda a explicar por que a capital paranaense concentra atendimentos que vão de fraturas e lesões esportivas a reconstruções articulares.

Para o presidente da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia da Regional Paraná – SBOT-PR, Dr. Thiago S. Busato, a força da ortopedia em Curitiba não pode ser atribuída a um único fator. Ela está na combinação entre formação, especialização e estrutura assistencial.  “Curitiba reúne serviços com tradição na formação de ortopedistas, profissionais que se especializaram nas diversas áreas da ortopedia e hospitais de nível global. Quando esses elementos convivem em uma mesma cidade, o paciente passa a ter acesso a uma rede ampla de conhecimento e possibilidades de tratamento”, afirma Busato.

Uma especialidade segmentada

Falar em ortopedia hoje significa tratar de uma especialidade muito mais ampla do que a imagem tradicional associada ao atendimento de fraturas. A evolução do conhecimento e das técnicas levou a uma atuação cada vez mais segmentada, com profissionais dedicados a áreas específicas como coluna, joelho, quadril, ombro e cotovelo, mão, pé e tornozelo, ortopedia pediátrica, trauma, oncologia ortopédica, osteometabólica, tumores ósseos e medicina esportiva.

Essa divisão acompanha a própria complexidade do sistema musculoesquelético e permite aprofundar o diagnóstico e o tratamento de condições bastante diferentes entre si. Uma lesão esportiva em um atleta, uma fratura em uma pessoa idosa, uma alteração ortopédica na infância ou o desgaste de uma articulação, por exemplo, exigem abordagens distintas.

Para o presidente da SBOT-PR, Dr. Thiago S. Busato, essa especialização também ajuda a explicar o nível alcançado pela ortopedia na capital paranaense. “Curitiba reúne profissionais com formação e experiência em praticamente todas as áreas da ortopedia. Essa diversidade é importante porque permite que casos com características muito diferentes sejam avaliados por especialistas dedicados àquele segmento, ao mesmo tempo em que estimula a troca de conhecimento e a atualização profissional”, afirma.

Estes avanços também estão relacionados à evolução das técnicas cirúrgicas, dos implantes, dos exames de imagem e das ferramentas utilizadas no planejamento dos procedimentos. “A ortopedia evoluiu muito nas últimas décadas. Hoje trabalhamos com subespecialidades, técnicas menos invasivas, novos implantes, planejamento cirúrgico e recursos tecnológicos que não existiam há alguns anos. Mas tecnologia sozinha não define excelência. Ela precisa estar associada à indicação correta, à formação do cirurgião e a uma equipe preparada para acompanhar o paciente antes, durante e depois do procedimento”, pontua o presidente da SBOT-PR, Dr. Thiago S. Busato.

Robótica amplia as possibilidades na ortopedia 

Entre as transformações mais recentes está a incorporação da cirurgia robótica. Curitiba já conta com especialistas que utilizam plataformas robóticas em procedimentos ortopédicos, especialmente em cirurgias de substituição das articulações do joelho e do quadril. A tecnologia permite trabalhar com planejamento baseado em imagens tridimensionais e fornece ao cirurgião informações durante diferentes etapas do procedimento. É mais uma ferramentade precisão dentro de uma especialidade que vem incorporando recursos digitais ao planejamento e à execução cirúrgica.

Entretanto, o equipamento não substitui o ortopedista. A indicação, o planejamento e as decisões durante o procedimento continuam sob responsabilidade do cirurgião. A presença da tecnologia também não significa que todo paciente com um problema no joelho ou no quadril tenha indicação cirúrgica ou seja candidato a uma operação assistida por robô. O tratamento depende do diagnóstico, das características de cada caso e das alternativas disponíveis. “O avanço tecnológico é muito bem-vindo quando acrescenta precisão e informação ao trabalho do cirurgião, mas precisamos evitar a ideia de que o equipamento, por si só, determina a qualidade de um tratamento. A boa ortopedia começa pelo diagnóstico e pela indicação adequada. Em muitos casos, o melhor tratamento continua sendo conservador. Quando existe indicação cirúrgica, avaliamos qual técnica e quais recursos fazem sentido para aquele paciente”, explica Busato.

Formação continua no centro da excelência

Se as tecnologias mudam rapidamente, um componente permanece essencial: a qualificação do especialista. A formação do ortopedista não termina com a residência médica. Novas técnicas cirúrgicas, materiais, próteses, métodos de imagem, pesquisas e ferramentas digitais exigem atualização ao longo de toda a carreira. Congressos, cursos, treinamento prático, discussão de casos e intercâmbio entre especialistas fazem parte desse processo.

Para a SBOT-PR, esse é um ponto central quando se discute a posição de Curitiba na ortopedia. Um polo de excelência não se estabelece apenas pela disponibilidade de equipamentos de última geração. Ele depende de especialistas qualificados, formação permanente, produção e compartilhamento de conhecimento e incorporação responsável de novas tecnologias. “Nosso desafio é continuar avançando em formação, segurança, incorporação criteriosa de tecnologia e, principalmente, acesso. Excelência também significa fazer com que o conhecimento e os recursos disponíveis cheguem ao paciente que precisa deles”, conclui Dr. Thiago S. Busato. 

Hospital Angelina Caron abre seleção para estágio em Cirurgia Cardiovascular Minimamente Invasiva e Robótica

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Hospital Angelina Caron abre seleção para estágio em Cirurgia Cardiovascular Minimamente Invasiva e Robótica

Programa oferece duas vagas para cirurgiões cardiovasculares e terá formação prática em procedimentos minimamente invasivos, cirurgia robótica e técnicas híbridas. Inscrições seguem até 27 de novembro

O Hospital Angelina Caron está com inscrições abertas para o Estágio de Complementação Especializada em Cirurgia Cardiovascular Minimamente Invasiva e Robótica 2027. São duas vagas destinadas a médicos com formação em Cirurgia Cardiovascular interessados em aprofundar a atuação em procedimentos minimamente invasivos e robóticos. As inscrições podem ser feitas até 27 de novembro de 2026. O programa começa em março de 2027 e tem duração de um ano, com atividades teóricas e práticas realizadas no Hospital Angelina Caron.

Podem participar do processo seletivo médicos com registro ativo no CRM-PR que tenham concluído residência médica em programa reconhecido pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM) ou possuam título de especialista em Cirurgia Cardiovascular concedido pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular (SBCCV).

Formação vai da cirurgia robótica à assistência pré e pós-operatória

A proposta é proporcionar uma formação concentrada nas diferentes etapas da cirurgia cardiovascular minimamente invasiva e robótica. Ao longo do programa, os médicos selecionados participarão de procedimentos sob supervisão dos preceptores e terão treinamento em simuladores robóticos e modelos ex vivo, que permitem praticar técnicas em tecidos fora do organismo.

O estágio também inclui vivência em cirurgias híbridas e acompanhamento pré e pós-operatório. Discussões de casos clínicos, sessões científicas, clube de artigos e seminários temáticos integram a programação. A produção científica faz parte da formação. Cada participante deverá desenvolver trabalhos durante o período e submeter pelo menos um artigo a um periódico nacional ou internacional da área.

Com início previsto para 1º de março de 2027, o estágio segue até fevereiro de 2028. A carga horária total é de 2.880 horas, distribuídas em 60 horas semanais. Os médicos selecionados também deverão cumprir um plantão semanal na UTI Cardíaca do Hospital Angelina Caron.

Processo seletivo terá análise curricular e entrevista

A seleção será realizada em duas etapas. A análise curricular corresponderá a 40% da nota final, enquanto a entrevista terá peso de 60%. A relação das inscrições homologadas e o ensalamento serão divulgados a partir das 16h de 28 de novembro. As entrevistas e avaliações curriculares acontecem entre 30 de novembro e 3 de dezembro, e o resultado está previsto para 10 de dezembro, até as 17h. A taxa de inscrição é de R$ 500.

Serviço:

Estágio de Complementação Especializada em Cirurgia Cardiovascular Minimamente Invasiva e Robótica – Angelina Caron 2027

Vagas: 2

Inscrições: 22 de outubro a 27 de novembro de 2026

Seleção: análise curricular (40%) e entrevista (60%)

Entrevistas e avaliação curricular: 30 de novembro a 3 de dezembro

Resultado final: 10 de dezembro de 2026, até às 17h

Início: 1º de março de 2027

Duração: 1 ano, até fevereiro de 2028

Carga horária: 2.880 horas anuais, 60 horas semanais

Taxa de inscrição: R$ 500

Inscrições: residencia.angelinacaron.com.br

Sobre o Hospital Angelina Caron

Fundado em 1983, o Hospital Angelina Caron (HAC) é uma instituição filantrópica de alta complexidade localizada em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba. Com mais de quatro décadas de atuação, realiza anualmente mais de 400 mil atendimentos a pacientes do SUS, convênios e particulares com atuação em áreas como oncologia, transplantes, cirurgia robótica, pediatria e reabilitação.

O modelo de cuidado é integrado ao ensino e à pesquisa por meio da UniCaron, do Departamento de Ensino e Pesquisa e dos programas de Residência Médica. Com foco em segurança, qualidade e atendimento humanizado, o HAC mantém como propósito promover saúde com excelência e ampliar seu impacto na assistência à população do Paraná e do Brasil.

NHS é indicada ao Prêmio Líderes do Paraná 2026 na categoria Indústria

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Fabricante curitibana de nobreaks está entre as empresas selecionadas para a fase de votação popular da premiação promovida pelo LIDE Paraná

A NHS está entre as empresas indicadas ao Prêmio Líderes do Paraná 2026, promovido pelo LIDE Paraná. A fabricante de nobreaks, com sede em Curitiba, concorre na categoria Indústria e participa agora da etapa de votação popular. A indicação ocorreu na primeira fase da premiação, quando membros do LIDE Paraná, presidentes de entidades empresariais, patrocinadores e mantenedores puderam apontar empresas e lideranças em diferentes categorias. Os dez nomes com maior número de indicações em cada uma delas avançaram para a etapa seguinte após validação e aceite para participar.

Para a NHS, estar entre as empresas selecionadas tem um significado que vai além da própria premiação, especialmente por partir de indicações de integrantes do ambiente empresarial paranaense. “Receber essa indicação é muito significativo para a NHS porque vem de pessoas que acompanham o mercado e conhecem a força da indústria do Paraná. É um reconhecimento que dividimos com toda a nossa equipe. São anos desenvolvendo tecnologia e produzindo em Curitiba, com um trabalho que envolve diferentes áreas e muitas pessoas. Estar entre as empresas lembradas nesta categoria nos mostra que esse trabalho também é percebido fora dos nossos portões”, afirma Elisangela Mazza Auer, diretora comercial e de marketing da NHS.

Votação popular

Na edição de 2026, a categoria Indústria reconhece empresas do setor com impacto econômico e protagonismo em seus mercados. A votação popular é aberta a qualquer pessoa com CPF válido. Cada participante pode escolher até três empresas por categoria e não é necessário votar em todas as categorias.

A votação segue até 7 de novembro. Depois da apuração e da auditoria dos votos, os três nomes mais votados de cada categoria serão anunciados como finalistas em 11 de novembro. Todo o processo de votação é submetido à auditoria independente da Grant Thornton.

O Prêmio Líderes do Paraná chega à sexta edição em 2026. Promovida pelo LIDE Paraná, a iniciativa reconhece empresas e lideranças de diferentes setores da economia do estado. A cerimônia de premiação está prevista para 24 de novembro, em Curitiba.

MAG Saúde leva gestão de saúde ocupacional e NR-1 ao CONPARH 2026

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MAG Saúde leva gestão de saúde ocupacional e NR-1 ao CONPARH 2026

Empresa paranaense participa do congresso de Recursos Humanos nos dias 28 e 29 de outubro, em Curitiba, com orientações sobre segurança do trabalho, saúde mental e gestão da saúde dos colaboradores

A saúde e a segurança dos trabalhadores estarão entre os temas apresentados pela MAG Saúde durante a 19ª edição do Congresso Paranaense de Recursos Humanos (CONPARH 2026), que acontece nos dias 28 e 29 de outubro, em Curitiba. A empresa paranaense, com 30 anos de atuação no setor, terá um estande no evento para orientar gestores, profissionais de Recursos Humanos e representantes de empresas sobre saúde ocupacional, prevenção de riscos e as exigências da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que inclui a gestão dos riscos psicossociais relacionados ao trabalho.

“A saúde ocupacional precisa fazer parte das decisões estratégicas das empresas e não ser tratada apenas como uma obrigação legal. O RH tem um papel fundamental nesse processo, especialmente diante das mudanças relacionadas à NR-1 e da necessidade de identificar e gerenciar os riscos psicossociais no ambiente de trabalho. Nossa participação no CONPARH é uma oportunidade de aproximar essas discussões dos gestores e mostrar como uma gestão estruturada pode contribuir para ambientes mais seguros e saudáveis”, destaca o médico do trabalho e diretor da MAG Saúde, Vardiceu Genaro.

Durante os dois dias, a equipe da MAG Saúde estará disponível para esclarecer dúvidas, apresentar soluções e discutir como as empresas podem estruturar uma gestão mais eficiente da saúde dos colaboradores. Entre os assuntos abordados estarão o gerenciamento de riscos ocupacionais, as responsabilidades previstas na legislação trabalhista e a importância de integrar saúde física e mental às estratégias de gestão de pessoas.

Considerado um dos principais encontros de gestão de pessoas do Paraná, o CONPARH chega à sua 19ª edição com o tema “O Insubstituível: Humanidade e Liderança em Tempos de Incerteza”. A programação propõe reflexões sobre o papel das pessoas em um cenário de transformações tecnológicas, mudanças nas relações de trabalho e novos desafios para as lideranças. A organização prevê mais de 5 mil participantes, 60 palestrantes e 30 painéis simultâneos, reunindo profissionais e especialistas para debater cultura organizacional, desenvolvimento humano, liderança e o futuro do trabalho.

Com três décadas de experiência, a MAG Saúde atua na gestão de saúde e segurança do trabalho, oferecendo soluções que vão desde exames ocupacionais e programas de prevenção até a estruturação de processos e o acompanhamento de indicadores de saúde nas empresas. A companhia atende organizações em mais de 390 cidades brasileiras, conta com uma rede credenciada de mais de 500 clínicas e uma equipe de 86 profissionais. A participação no CONPARH integra a estratégia da empresa de ampliar o diálogo com o setor de Recursos Humanos e contribuir para uma atuação cada vez mais preventiva na saúde dos trabalhadores.

LANAC amplia atuação hospitalar e passa a atender 15 instituições no Paraná

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LANAC amplia atuação hospitalar e passa a atender 15 instituições no Paraná

Laboratório inicia operação no Hospital Cardiológico Costantini, referência em cardiologia, e projeta crescimento de 12% em 2026

O LANAC – Laboratório de Análises Clínicas iniciou o atendimento ao Hospital Cardiológico Costantini, em Curitiba, ampliando para 15 o número de instituições hospitalares atendidas no Paraná. A empresa passa a ser responsável pelos exames laboratoriais de urgência, emergência e atendimento ambulatorial da instituição, com expectativa de realizar aproximadamente 100 mil exames por mês e uma equipe de 40 profissionais dedicados à operação.

Com 35 anos de atuação, o LANAC é um laboratório 100% paranaense e tem na prestação de serviços hospitalares uma de suas principais frentes de crescimento. A expansão acompanha a demanda por resultados laboratoriais ágeis e precisos, fundamentais para apoiar decisões médicas, especialmente em situações de urgência e emergência. “Nosso diferencial está em combinar tecnologia de ponta, processos eficientes e equipes qualificadas com um atendimento próximo e humanizado. No ambiente hospitalar, sabemos que o tempo de resposta é fundamental para a conduta médica e para a segurança do paciente. É essa combinação de agilidade, qualidade diagnóstica e compromisso com as pessoas que sustenta nossa atuação em diferentes hospitais do Paraná”, afirma o sócio-fundador do LANAC, Marcos Kozlowski.

Localizado no bairro Vila Izabel, em Curitiba, o Hospital Cardiológico Costantini é referência em cardiologia intervencionista no Sul do Brasil, com atuação voltada à prevenção, diagnóstico, tratamento e reabilitação cardiovascular. A instituição oferece atendimento de emergência cardiológica 24 horas, consultas, exames e procedimentos especializados, além de assistência em outras áreas da medicina. Com uma trajetória marcada pelo pioneirismo em procedimentos cardiovasculares e pelo investimento em tecnologia, o hospital também se destaca na formação de profissionais de saúde e no desenvolvimento de pesquisas clínicas e científicas.

Além do Costantini, o LANAC é responsável pelos exames laboratoriais de urgência, emergência e atendimento ambulatorial de outros 14 hospitais: Hospital das Nações, Hospital Pilar, Instituto de Neurologia de Curitiba (INC), Hospital do Rocio, Hospital Marcelino Champagnat, Hospital Universitário Cajuru, Hospital Vita Curitiba, Hospital Vita Batel, Hospital da Cruz Vermelha Curitiba, Hospital Adauto Botelho, Santa Casa de Curitiba, Hospital Paranaguá, Instituto da Criança e Hospital Angelina Caron.

Atualmente, o LANAC realiza mais de 1,2 milhão de exames por mês, conta com mais de 700 colaboradores e mantém mais de 70 unidades de coleta. No último ano, investiu R$ 2 milhões na modernização de sua estrutura e no desenvolvimento de tecnologias próprias para automação de processos e maior eficiência operacional.

Para 2026, a expectativa é encerrar o ano com crescimento de 12%, impulsionado pela ampliação da atuação hospitalar, modernização tecnológica e expansão da rede de atendimento. “Investimos continuamente em tecnologia e na capacitação das equipes, mas sem perder uma característica que consideramos essencial: o cuidado humano. Por trás de cada exame existe uma pessoa que precisa de atenção, segurança e respostas confiáveis. Esse compromisso acompanha o LANAC desde a sua fundação”, conclui Kozlowski.

Amigos do HC e Coritiba unem esporte e solidariedade em parceria na Coxa Run 2026

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Amigos do HC e Coritiba unem esporte e solidariedade em parceria na Coxa Run 2026

Iniciativa incentiva doações espontâneas para garantir a continuidade dos atendimentos do Serviço de Nefrologia do Hospital de Clínicas

O esporte também pode ser uma forma de mobilizar a sociedade em torno de causas importantes. Com esse propósito, a Associação dos Amigos do HC e o Coritiba Foot Ball Club firmaram uma parceria para ampliar a divulgação da campanha de arrecadação de recursos destinados à continuidade dos serviços e adequação do novo espaço do Serviço de Nefrologia do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná (HC-UFPR).

A iniciativa será realizada durante a 10ª edição da Coxa Run, marcada para o dia 8 de novembro de 2026, no Estádio Major Antônio Couto Pereira, em Curitiba. Como parte da parceria, o Coritiba divulgará os canais de doação espontânea da Associação dos Amigos do HC, incentivando os participantes e a comunidade a contribuírem com o projeto. A ação também prevê a disponibilização de inscrições para a corrida que serão sorteadas pela Associação, além de um estande dos Amigos do HC no local do evento, onde o público poderá conhecer melhor o trabalho da instituição e a importância da causa.

Mudança de local e continuidade dos atendimentos

Os recursos arrecadados por meio das doações serão destinados à viabilização do novo espaço do Serviço de Nefrologia do HC-UFPR. O serviço precisará mudar de local devido à demolição da casa onde funciona atualmente, espaço que dará lugar à construção do HCzinho.

A mudança é necessária para garantir a continuidade dos atendimentos aos pacientes com doenças renais agudas e crônicas, permitindo que o serviço siga desenvolvendo suas atividades em um novo local. O Serviço de Nefrologia é referência em assistência de alta complexidade pelo Sistema Único de Saúde (SUS), oferecendo acompanhamento ambulatorial, internações e terapias de diálise para pacientes que dependem de cuidados especializados e contínuos.

Com investimento estimado em R$2,5 milhões, o projeto contempla a adequação do novo espaço físico, assegurando que as equipes médicas e os pacientes contem com a estrutura adequada para a manutenção de todos os tratamentos.

Para o presidente da Associação dos Amigos do HC, Ercílio Santinoni, a parceria representa uma oportunidade de ampliar a mobilização da sociedade em favor da saúde pública. “Essa união é fundamental para fortalecer o nosso compromisso com a saúde e o bem-estar da população. O Serviço de Nefrologia do Hospital de Clínicas é uma referência para pacientes de todas as regiões do Paraná que necessitam de tratamentos de alta complexidade. Com a necessidade de migrar para um novo endereço para dar espaço ao HCzinho, o apoio do Coritiba e a participação da comunidade serão essenciais para garantirmos a continuidade de um atendimento humano, seguro e ininterrupto para quem mais precisa”, afirma.

Esporte, participação e solidariedade

A Coxa Run 2026 contará com modalidades para diferentes idades e níveis de condicionamento físico. A programação inclui corridas de 5 km e 10 km, caminhada de 3 km e a Prova Kids, destinada a crianças de 4 a 13 anos.

Durante o evento, o estande dos Amigos do HC será um espaço para apresentar aos participantes e visitantes o trabalho desenvolvido pela instituição e incentivar as doações espontâneas. A parceria reforça o papel do esporte como instrumento de engajamento social e de aproximação da comunidade com iniciativas que fazem a diferença na vida de milhares de pessoas.

Todos os participantes que concluírem suas provas receberão medalha de participação. Os primeiros colocados nas modalidades de 5 km e 10 km serão premiados com troféus.

Inscrições abertas

As inscrições para a Coxa Run 2026 estão abertas e podem ser realizadas pelo site oficial do evento: www.coxarun.com.br. Sócios do Coritiba contam com desconto especial, assim como grupos e equipes.

Além de participar de uma atividade esportiva, o público terá a oportunidade de conhecer a atuação dos Amigos do HC e contribuir voluntariamente para viabilizar o novo espaço e assegurar a manutenção do atendimento aos pacientes do SUS.

Sobre a Associação dos Amigos do HC

Os Amigos do HC são uma Organização da Sociedade Civil (OSC) sem fins lucrativos que, há 40 anos, atua na promoção da saúde e defesa de direitos. Seu compromisso consiste em melhorar a qualidade do atendimento aos pacientes do SUS, familiares e acompanhantes do Complexo Hospital de Clínicas da UFPR.

Desde 2016, a associação também presta assistência interdisciplinar para crianças e adolescentes vítimas de violências graves e gravíssimas por meio do Programa DEDICA – Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente. Em 2024, ampliaram a atuação com o lançamento do Programa PROTEGER, que passou a oferecer em Paranaguá o mesmo modelo de atendimento realizado pelo DEDICA em Curitiba. Além disso, desde 2021, mantém o Programa CEDIVIDA – Centro de Direitos à Vida da Pessoa Idosa, focado no protagonismo e no envelhecimento saudável.

Serviço:

Coxa Run 2026

Data: 08 de novembro de 2026

Local: Estádio Major Antônio Couto Pereira (Rua Ubaldino do Amaral, 63 – Alto da Glória, Curitiba/PR)

Modalidades: 10 km, 5 km, 3 km (caminhada) e Kids

Inscrições e informações: www.coxarun.com.br