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UniDanitê lança Oficina de Verão no BrincaLab com customização de óculos, bolsas e bonés

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UniDanitê lança Oficina de Verão no BrincaLab com customização de óculos, bolsas e bonés

Atividade no Pátio Batel estimula criatividade e estilo das crianças durante a estação mais divertida do ano

O verão ganhou ainda mais cor e criatividade no BrincaLab, espaço infantil da UniDanitê localizado no Pátio Batel. A marca acaba de lançar a Oficina de Verão, uma experiência lúdica em que as crianças podem customizar acessórios típicos da estação, como óculos de sol, bolsas de praia e bonés, transformando cada peça em um item único e cheio de personalidade.

Durante a atividade, os pequenos escolhem entre diferentes modelos e materiais decorativos para criar combinações exclusivas, explorando cores vibrantes, aplicações, adesivos, pedrarias e outros elementos seguros e adequados à faixa etária. A proposta é estimular a imaginação, a coordenação motora e o senso estético de forma leve e divertida.

“O verão é uma estação que convida à liberdade, à expressão e à alegria. Pensamos em uma oficina que permitisse às crianças criarem seus próprios acessórios para aproveitar a temporada com estilo e criatividade, além de levarem para casa uma peça feita por elas mesmas”, destaca a fundadora da UniDanitê e idealizadora do BrincaLab, Daniele Lacerda Poploski.

Com duração aproximada de 20 minutos, a Oficina de Verão proporciona um momento de criação individual e cheia de significado. Após a customização dos acessórios, as crianças podem permanecer brincando no ambiente do BrincaLab, com a contagem de tempo seguindo a tabela tradicional do espaço.

A Oficina de Verão acontece todos os dias e em todos os horários, por ordem de chegada, e é uma opção leve e criativa para integrar arte, diversão e memórias afetivas durante as férias. Também é possível levar a diversão para casa: a oficina de verão integra o menu de oficinas realizadas nas recreação em festas e eventos particulares da UniDanitê, referência em recreação e entretenimento infantil em Curitiba

UniDanitê BrincaLab – Pátio Batel

Avenida do Batel, 1868 – Piso L3

Funcionamento diário:

Valores do espaço: R$50, por 30 minutos, R$75, por uma hora, com permanência adicional de R$15, a cada 15 minutos de segunda a quinta-feira e R$20, de sexta a domingo.

www.unidanite.com.br | @unidanite

Consumidor entra na era da exaustão digital e obriga marcas a reverem estratégias

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Consumidor entra na era da exaustão digital e obriga marcas a reverem estratégias

Excesso de estímulos online reduz atenção, aumenta cansaço e muda comportamento de consumo; 85% da publicidade digital recebe menos de 2,5 segundos de atenção ativa dos usuários

O ambiente digital, que por anos foi sinônimo de oportunidade de engajamento, passa a revelar um novo desafio para as marcas: a exaustão da atenção do consumidor. A saturação de conteúdos, notificações, anúncios e estímulos constantes nas plataformas digitais vem provocando mudanças profundas na forma como as pessoas consomem informação e tomam decisões de compra.

Segundo o especialista em marketing e estratégias de negócios Frederico Burlamaqui, 2026 será o ano em que as empresas precisarão reconhecer que não basta estar presente digitalmente, é necessário ser relevante e estratégico. “O consumidor hoje tem menos tempo, menos paciência e mais alternativas de estímulo do que nunca. Para se destacar, as empresas precisam pensar além da saturação digital e priorizar experiências que respeitem a atenção do público”, afirma Burlamaqui.

O estudo “Hacking the Attention Economy”, realizado pela VCCP Media em parceria com a Amplified, aponta que 85% da publicidade digital recebe menos de 2,5 segundos de atenção ativa dos usuários, tempo considerado insuficiente para gerar lembrança consistente de marca.

Outro levantamento, o Digital Life Survey 2025, do Human Clarity Institute, identificou que mais da metade dos usuários relata se sentir cansado ou exausto após longos períodos online. O estudo aponta ainda que 50% das pessoas relatam exaustão depois de mais de quatro horas conectadas e 70% afirmam que longos períodos de atividade digital geram desgaste e redução de foco. Esses dados reforçam o avanço da chamada fadiga digital, fenômeno caracterizado pela sobrecarga de estímulos e pela dificuldade crescente de manter atenção contínua em ambientes virtuais.

Impactos no marketing e no consumo

De acordo com Burlamaqui, os efeitos da exaustão digital já são perceptíveis na performance das marcas e na forma como o público interage com conteúdos e anúncios. Há redução do tempo de atenção e aumento da rolagem automática nos feeds, o que diminui a absorção real das mensagens. As taxas médias de engajamento tendem a cair quando o conteúdo é genérico ou excessivamente frequente, enquanto o custo por aquisição sobe, já que é necessário investir mais para conquistar a mesma atenção de antes. Ao mesmo tempo, o consumidor se torna mais seletivo, ignorando comunicações repetitivas ou pouco relevantes e demonstrando maior interesse por experiências presenciais, eventos e interações mais humanas.

Para o especialista, o consumidor aprende rapidamente a filtrar estímulos. “Quando tudo é urgente, nada é relevante. O público passa a ignorar automaticamente o que não faz sentido para ele.”

O que muda em 2026

Burlamaqui acredita que 2026 marcará uma transição importante na estratégia das empresas. O foco deixa de ser a presença massiva em múltiplos canais e passa a priorizar intenção, clareza e profundidade. Em vez de produzir conteúdo em alta frequência apenas para manter visibilidade, as marcas precisarão investir em mensagens mais consistentes, alinhadas ao posicionamento e ao momento do consumidor.

A construção de experiências significativas, tanto no ambiente digital quanto fora dele, ganha relevância diante da busca por conexões mais humanas e menos automatizadas. Estratégias baseadas em engajamento qualificado tendem a substituir a obsessão por métricas superficiais, como volume de visualizações ou seguidores. “Estamos vivendo uma transição da economia da atenção para a economia do significado. Marcas que entenderem isso primeiro terão vantagem competitiva. As que insistirem em barulho e volume podem enfrentar custos cada vez maiores para resultados cada vez menores”, conclui o especialista.

Fevereiro Laranja reforça alerta para leucemia e importância da doação de medula óssea

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Fevereiro Laranja reforça alerta para leucemia e importância da doação de medula óssea

Campanha nacional chama atenção para o diagnóstico precoce e a ampliação do número de doadores; Brasil deve registrar cerca de 11,5 mil novos casos da doença por ano

Fevereiro Laranja mobiliza instituições de saúde em todo o país para conscientizar a população sobre a leucemia, um tipo de câncer que afeta as células sanguíneas e a medula óssea e que segue entre os mais relevantes desafios da saúde pública brasileira. Segundo estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o Brasil deve registrar, em 2026, cerca de 11,5 mil novos casos da doença por ano. A campanha reforça a importância do diagnóstico precoce, da atenção aos sinais de alerta e do aumento do número de doadores voluntários de medula óssea, fatores decisivos para ampliar as chances de cura e sobrevida dos pacientes.

A leucemia não é uma doença única, mas um conjunto de diferentes subtipos, com comportamentos clínicos distintos. “Existem leucemias de evolução rápida e outras mais lentas, mas todas exigem atenção imediata aos primeiros sinais”, explica a médica hematologista Dra. Caroline C. Bernardi, do Centro de Oncologia do Paraná (COP). Entre os sintomas que merecem investigação estão cansaço persistente, palidez, febre recorrente, infecções frequentes e hematomas sem causa aparente.

O diagnóstico precoce é um dos principais aliados no enfrentamento da doença. Exames simples, como o hemograma, podem levantar a suspeita inicial, que deve ser confirmada por avaliação especializada. O tratamento pode incluir quimioterapia e, em alguns casos, o transplante de medula óssea. “Quanto mais cedo a leucemia é identificada, maior a probabilidade de resposta favorável às terapias disponíveis. O tempo entre o surgimento dos sintomas e o diagnóstico pode ser determinante no desfecho clínico”, reforça a especialista.

Casos de grande visibilidade também ajudam a ampliar o alcance da informação. A influenciadora Fabiana Justus, atualmente embaixadora da Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale), foi diagnosticada com leucemia mieloide aguda após apresentar sintomas como dor e febre. Após tratamento intensivo e transplante de medula óssea, ela passou a usar sua visibilidade para conscientizar a população sobre a importância do diagnóstico precoce e do acesso rápido ao tratamento especializado. “Histórias como essa mostram como informação e agilidade no atendimento podem salvar vidas”, destaca Dra. Caroline.

Além da conscientização, o Fevereiro Laranja reforça o apelo pela ampliação do número de doadores cadastrados no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME). A compatibilidade entre doador e paciente é rara, o que torna cada novo cadastro fundamental. “Cada pessoa que se cadastra representa uma nova chance para quem está aguardando um transplante. O engajamento da sociedade é essencial para superar esse desafio”, afirma a hematologista.

Quem pode se cadastrar como doador de medula óssea no REDOME

• Ter entre 18 e 35 anos

• Estar em bom estado geral de saúde

• Não ter doenças infecciosas transmissíveis pelo sangue ou doenças hematológicas

• Realizar o cadastro em um hemocentro autorizado, com coleta de uma pequena amostra de sangue

Mais informações estão disponíveis no site: redome.inca.gov.br/doadores

Uma revolução educacional: a tecnologia como estratégia de negócio

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*Por Maurício Zanforlin

Se há poucos anos a previsão de que a educação se tornaria um dos setores mais transformados pela tecnologia soava ousada, hoje ela se confirma em ritmo acelerado. De acordo com o levantamento Startup Landscape: EdTech 2024, da Liga Ventures, o Brasil conta atualmente com 423 startups de tecnologia educacional ativas, com forte presença nos segmentos de educação corporativa, capacitação profissional, formação tecnológica e conteúdos educacionais. Já o EdTech Report 2025, da Distrito, indica que o país concentra mais de 47% das mais de 1.300 EdTechs da América Latina, consolidando sua liderança regional.

Essa evolução demonstra que a integração entre educação e tecnologia deixou de ser diferencial competitivo para se tornar requisito básico. Não se trata apenas de equipar salas de aula com dispositivos ou garantir acesso à internet: o verdadeiro desafio está em utilizar esses recursos para ampliar o alcance, personalizar a aprendizagem, criar experiências mais engajadoras e, acima de tudo, reduzir desigualdades educacionais.

Para que isso ocorra, a estratégia de negócios de instituições e empresas do setor precisa estar alinhada a uma visão de longo prazo, que una inovação e impacto social. A conexão entre startups e organizações consolidadas já vem despertando interesse de investidores e resultando no desenvolvimento de soluções que repensam desde metodologias de ensino até modelos de gestão educacional.

O levantamento da Liga Ventures aponta ainda que 13% das EdTechs brasileiras já utilizam inteligência artificial em soluções como tutores virtuais, personalização de conteúdos e avaliações adaptativas. Os modelos de negócio variam entre venda direta, clubes de assinatura e marketplaces, com forte presença tanto no ensino básico quanto no ensino superior. Mas a questão central vai além da tecnologia ou da receita: como garantir que a inovação esteja a serviço de uma educação mais acessível e de qualidade?

No cenário atual, diversas iniciativas mostram como a tecnologia pode transformar a experiência de aprendizagem e a gestão escolar. Plataformas adaptativas já empregam IA para criar trilhas de estudo personalizadas, ajustando conteúdos ao ritmo e às necessidades de cada aluno. Soluções de avaliação e feedback oferecem relatórios detalhados e indicadores de desempenho, permitindo que educadores tomem decisões mais assertivas e intervenham no momento certo. No campo da gestão, superapps centralizam comunicação, tarefas administrativas e acompanhamento pedagógico, facilitando a rotina das escolas e fortalecendo a relação com famílias e comunidades. Há também tecnologias voltadas ao desenvolvimento de competências específicas, como leitura, escrita e produção de conteúdo, que utilizam métodos interativos e dados para potencializar o aprendizado.

O momento é decisivo: a revolução educacional já está em curso e seu sucesso dependerá da capacidade de equilibrar tecnologia, propósito e qualidade. Conduzida de forma consciente e ética, essa transformação poderá gerar, mais cedo do que imaginamos, impactos positivos que ultrapassem os muros das instituições e alcancem a sociedade como um todo.

*Maurício Zanforlin é CEO do Grupo Marista.

Unipreço doa 1.800 autotestes de dengue para Guaratuba

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Unipreço doa 1.800 autotestes de dengue para Guaratuba

Como parte de seu compromisso contínuo com a saúde pública e o cuidado com a comunidade, a Farmácia Unipreço realizou nesta terça-feira, 24 de fevereiro, uma ação social voltada ao enfrentamento da dengue no litoral paranaense. A rede fez a doação de 1.800 autotestes de dengue ao município de Guaratuba, reforçando sua atuação próxima à população e sua identidade institucional expressa no conceito sangue verde.

Mais do que uma referência à cor da marca, o sangue verde traduz um valor que faz parte do DNA da empresa: vestir a camisa do cuidado, da responsabilidade social e da atenção às necessidades das comunidades onde a rede está presente. A iniciativa representa, na prática, esse compromisso, fortalecendo o apoio às ações de diagnóstico e combate à dengue no município.

A entrega dos exames foi realizada diretamente à Secretaria Municipal de Saúde de Guaratuba, responsável pela destinação e utilização dos testes conforme as estratégias locais de diagnóstico e combate à doença. A ação contou com o acompanhamento da gerente da unidade local, Muriel Aparecida Moraes da Silva de Oliveira, simbolizando o envolvimento direto da operação da rede com as demandas da comunidade.

A iniciativa ocorre em um momento em que a dengue segue como uma das principais preocupações de saúde pública no País, especialmente em regiões de maior circulação sazonal. Ao viabilizar o acesso a exames de triagem, a Unipreço contribui para o fortalecimento das ações preventivas, para a ampliação das possibilidades de diagnóstico precoce e para o suporte às autoridades sanitárias locais.

Mais do que uma doação pontual, a ação integra a filosofia da rede de varejo de manter uma presença ativa e responsável nas cidades em que atua, reafirmando que responsabilidade social e proximidade com a população são pilares permanentes de sua identidade institucional.

Dia da Ressaca: quando a cura vira experiência e o copo vira ritual

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Dia da Ressaca: quando a cura vira experiência e o copo vira ritual

Dia 28 de fevereiro é oficialmente o Dia da Ressaca, essa experiência que atravessa gerações, domingos e mensagens de “nunca mais bebo” enviadas aos amigos mais próximos. E se antes a cura vinha em forma de café forte, água de coco e silêncio, hoje ela ganhou novos contornos, mais criativos, mais sensoriais e, claro, mais interessantes.

Não por acaso, bares autorais como o Olga transformam a ressaca em narrativa. Aqui, ela não é combatida, é acolhida. O conceito da botica bar brinca com a ideia ancestral de que certos sabores, misturas e rituais têm poder quase terapêutico. Não no sentido médico, mas naquele lugar simbólico onde o corpo pede pausa, o humor pede ironia e a noite pede continuidade.

No cardápio do Olga, as chamadas “curas” aparecem como sopas, tônicos, garrafadas e elixires que misturam técnica de alta coquetelaria com memória afetiva. São drinks que carregam nomes sugestivos, ingredientes botânicos, infusões improváveis e aquela sensação de que alguém pensou exatamente em você quando decidiu que sim, dava para sair mesmo estando levemente acabado.

A Sopa de Tomatillo, releitura do Bloody Mary com tomate artesanal, conversa diretamente com o clássico remédio de ressaca. O Digestão, um tônico com vodka infusionada em louro, parece feito para quem quer acreditar que está se cuidando. Já o Cura X, servido como elixir, entrega exatamente o que promete no nome, nem que seja apenas em forma de conforto emocional.

Essa ideia de “cura” aparece no Olga muito mais como brincadeira e convite ao equilíbrio do que como promessa. O bar assume que beber bem não é sobre excesso, mas sobre saber o caminho, escolher a dose certa, o momento certo e a experiência certa.

Para Julio Perbichi, responsável pela coquetelaria da casa, tudo passa por consciência e prazer. “Não é a dose que ‘mata’, é a falta de atenção ao caminho. Quando você entende o que está bebendo, respeita o seu ritmo e escolhe bem a experiência, tudo flui melhor. A ideia do Olga é essa, criar drinks que acompanhem a noite, não que atropelem ela”, explica.

Esse olhar traduz um comportamento cada vez mais presente. O público não quer apenas beber, quer vivenciar, entender a história por trás do copo, rir de si mesmo e transformar até a ressaca em parte do ritual social. É menos drama, mais humor, menos exagero, mais intenção. No Olga, prazer e pausa convivem na mesma mesa, sempre com leveza e ironia.

O Olga acerta ao transformar esse momento pós exagero em algo quase lúdico. A fachada escondida, o clima de laboratório antigo, os objetos fora de lugar e os drinks com nomes de botica criam um espaço onde a noite não precisa ser perfeita, só precisa ser boa o suficiente para virar história no dia seguinte.

No fim, o Dia da Ressaca vira só mais um pretexto para celebrar uma tendência cada vez mais clara, bares que entregam narrativa, humor e memória, onde até o cansaço vira parte da experiência. Porque, convenhamos, se for para curar a ressaca, que seja com um bom drink, uma boa história e a sensação de que alguém pensou nisso tudo antes de você chegar.

Funcionamento e reservas

Com proposta de acesso limitado e clima de exclusividade, o Olga funciona em dias e horários comunicados pelas redes sociais. A capacidade éá de aproximadamente sessenta pessoas por noite, e as reservas são recomendadas para garantir a experiência completa.

O Olga chega para unir história, técnica, memória e humor em um só lugar. A casa é uma homenagem à boticária que acreditava que sabores e encontros poderiam curar o que pesa na rotina. Agora, essa filosofia ganha uma nova interpretação em pleno centro de Curitiba.

Serviço:

Olga

Endereço: Vicente Machado, 664

Horários: quinta, sexta e sábado das 19h à 01h

Reservas recomendadas – https://encurtador.com.br/pniB

Instagram: @olgaspeakeasy

Amigos do HC doam novo sistema de neuronavegação para o Hospital de Clínicas

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Amigos do HC doam novo sistema de neuronavegação para o Hospital de Clínicas

Repasse de R$ 1,5 milhão viabilizado pela MegaMania vai possibilitar a realização de cirurgias inéditas contra o Mal de Parkinson

O Complexo do Hospital de Clínicas da UFPR (CHC-UFPR) recebeu um importante reforço para o Centro Neurológico: a doação do sistema de neuronavegação StealthStation S8, da Medtronic. O equipamento, orçado em cerca de R$1,5 milhão, foi adquirido pela Associação dos Amigos do HC com recursos provenientes da MegaMania, consolidando uma parceria vital para a saúde pública.

O novo dispositivo substitui um modelo com quase dez anos de uso, que já era considerado ultrapassado. O neuronavegador atua como um guia de alta precisão em tempo real, permitindo que cirurgiões localizem estruturas cerebrais com exatidão por meio de exames de imagem, o que aumenta drasticamente a segurança dos procedimentos.

O presidente da Associação dos Amigos do HC, Ercílio Santinoni, ressalta a importância do repasse. “Toda vez que conseguimos fazer uma entrega desse porte, temos a certeza de que muitas vidas serão impactadas. É mais dignidade no atendimento, diagnósticos mais rápidos e maiores chances de cura. Estamos muito felizes com mais essa contribuição, que beneficiará a comunidade”, comemora Santinoni.

Fim da fila e novos tratamentos

Atualmente, o HC realiza cerca de 40 neurocirurgias mensais, das quais 40% necessitam desta tecnologia. Além de otimizar cirurgias de tumores e epilepsia, a grande novidade é a inclusão de um software para Estimulação Cerebral Profunda (DBS), funcionalidade que o aparelho antigo não possuía.

Simone Zanine, chefe do Serviço de Neurocirurgia do Hospital de Clínicas, explica qual será o impacto direto na vida dos pacientes. “Na fila neurocirúrgica existem cerca de 25 pacientes portadores de tumores cerebrais e patologias vasculares que se beneficiarão do novo equipamento. O mais importante é a colocação de um software para DBS (estimulador profundo cerebral) para tratamento de Doença de Parkinson ou outros distúrbios de movimento, que não tínhamos no aparelho antigo”, afirma.

A médica explica ainda que a doação permitirá que o hospital realize procedimentos que antes eram encaminhados para outras unidades: “Antigamente esses pacientes graves que precisavam desse procedimento eram encaminhados para outros hospitais. Agora o Hospital de Clínicas pode começar a fazer o procedimento”, conclui a especialista.

Sobre a Associação dos Amigos do HC

Os Amigos do HC são uma Organização da Sociedade Civil (OSC) sem fins lucrativos, que há quase 40 anos atua na defesa de direitos e promoção da saúde. Seu compromisso consiste em melhorar a qualidade do atendimento aos pacientes SUS, familiares e acompanhantes do Complexo Hospital de Clínicas da UFPR.

Desde 2016, também prestam assistência interdisciplinar para crianças e adolescentes vítimas de violências graves e gravíssimas por meio do Programa DEDICA – Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente. Em 2024, ampliaram a atuação com o lançamento do Programa PROTEGER, que passou a oferecer em Paranaguá o mesmo modelo de atendimento interdisciplinar realizado pelo DEDICA, em Curitiba. Além disso, desde 2021 mantém o Programa CEDIVIDA – Centro de Direitos à Vida da Pessoa Idosa, ampliando a atuação para a causa do envelhecimento digno.

Serviço:

Associação dos Amigos do HC

Endereço: Avenida Agostinho Leão Júnior, 336, Alto da Glória

Telefone: (41) 3091-1000

Site: https://www.amigosdohc.org.br/

A doação de um novo equipamento de neuronavegação, realizada pelos Amigos do HC, viabiliza cirurgias inéditas de Parkinson e otimiza o tratamento de tumores e epilepsia no Hospital de Clínicas. (Crédito: Beatriz Bordignon)

Alto Giro lança coleção Outono 26 com peças assinadas por Thássia Naves e Sabrina Sato

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Alto Giro lança coleção Outono 26 com peças assinadas por Thássia Naves e Sabrina Sato

Inspirada pelo movimento constante da vida, Conexão apresenta tecnologia avançada para valorizar a fusão entre corpo, mente e estilo

A Alto Giro apresenta ao mercado sua grande aposta para a próxima temporada: a coleção Outono 26 Conexão, que abrange uma vasta linha de produtos, além de uma seleção de peças que combinam cores e texturas para criar looks completos e coordenados. Com assinatura de Thássia Naves e Sabrina Sato, a coleção celebra a união entre mente e movimento, reforçando a moda como uma aliada essencial da busca pelo equilíbrio diário.

Uma das principais características da nova coleção é a aplicação de tecnologia inteligente aliada ao apelo sensorial. Inspiradas na natureza, as peças carregam uma estética humana, consciente e vibrante. “Mover-se é existir. Em um mundo que nunca desacelera, o corpo pede liberdade. Na Alto Giro, criamos para acompanhar esse ritmo: peças que unem tecnologia, conforto e moda. Pensadas para estimular o movimento e transformar o bem-estar em parte da rotina,” afirma Josete Recco, fundadora e diretora de estilo da Alto Giro.

Para traduzir o espírito contemporâneo, celebrando a união entre corpo, mente e estilo, a Alto Giro quer transformar a roupa em uma extensão de quem a veste. O conceito central da coleção Conexão gira em torno da mulher moderna em seus múltiplos papéis. Cada detalhe foi desenhado para refletir força e liberdade, unindo conforto absoluto, sofisticação e design de performance. “A coleção Outono 2026 nasce da mistura de cores inusitadas, criando uma identidade envolvente, cheia de energia e expressão. Porque, quando o corpo se move, tudo flui”, completa Josete.

Brisa by Thássia Naves

A Alto Giro reforça seu posicionamento de integrar a performance esportiva às principais tendências de moda por meio de uma colaboração estratégica com suas embaixadoras Thássia Naves e Sabrina Sato. Neste lançamento, a linha Brisa, uma das que compõem a Coleção Outono 26 assinada por Thássia Naves, aprofunda a relação de longa data entre a empresária e a marca.

Natural de Uberlândia e reconhecida mundialmente pela lista BoF 500 como uma das pessoas mais influentes da indústria da moda, Thássia imprime sua identidade em peças modernas e cheias de personalidade. A família foi desenhada para inspirar atitude, frescor e equilíbrio, acompanhando cada momento da rotina de quem não para.

De acordo com Vanessa Miho, coordenadora de estilo da Alto Giro, as peças da família Brisa foram pensadas para unir conforto, performance e expressão, traduzindo o bem-estar em movimento. “Texturas, cores e formas se conectam para criar peças que acolhem, despertam os sentidos e acompanham o ritmo do dia a dia com leveza. Com as cores mais vivas em contraste com bases neutras, criamos pontos de destaque que trazem energia e identidade às peças. Os detalhes ganham protagonismo, a textura canelada aparece como elemento-chave, reforçando sensorialidade e conforto, enquanto as estampas laterais, inspiradas em grafismos que remetem ao xadrez, adicionam informação de moda e assinatura visual, com a presença da logo AG de forma sutil e ligada à tendência”, afirma Vanessa.

Esta união conecta a curadoria refinada de Thássia à personalidade vibrante de Sabrina, consolidando o compromisso da marca em oferecer peças que unem funcionalidade e estilo com máxima expressão. A família Brisa será apresentada oficialmente no dia 23 de fevereiro e, posteriormente, haverá o lançamento da linha assinada por Sabrina Sato, com lançamento em março.

Sobre a Alto Giro

Referência no segmento de moda fitness premium, a Alto Giro tem 42 anos de história e nove lojas próprias. Fundada em 1983, a empresa paranaense alia conforto no vestir e alta performance, lançando coleções assinadas por celebridades como Sabrina Sato e Thássia Naves e atletas renomados do esporte nacional como André Baran, Marcelo Melo e Marcela Vita.

Embaixadora da Alto Giro, Thássia Naves assina a linha Brisa, que integra a Coleção Outono 26. (Crédito: Gabriela Schmidt)

Hospital Veterinário alerta para importância da quarentena em animais resgatados

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Hospital Veterinário alerta para importância da quarentena em animais resgatados

O resgate de um animal em situação de rua é um gesto de compaixão, mas deve ser acompanhado de cuidados técnicos para evitar um risco sanitário. O Hospital Veterinário Municipal de Curitiba (HVMC) emite um alerta crucial a protetores e para a população: a quarentena é obrigatória antes de qualquer contato com um novo ambiente e com os Pets que irá conviver. O objetivo é conter a disseminação de doenças graves e muitas vezes fatais.

A principal preocupação das autoridades veterinárias reside na potencial disseminação de doenças altamente contagiosas. Muitos animais resgatados, embora aparentemente saudáveis, podem estar em período de incubação de patologias que colocam em risco a saúde dos animais que já vivem no lar.

O contato imediato deve ser evitado, conforme ressalta Rafael Binder, Diretor Clínico do Hospital Veterinário Municipal de Curitiba. “É fundamental orientar a população sobre a necessidade da quarentena após o resgate. Temos registrado um aumento significativo de casos de parvovirose e cinomose em nossa rotina. A mistura imediata de animais, sem a devida avaliação de doenças transmissíveis, é um risco que não podemos correr”.

A prática da quarentena é um pilar do protocolo de guarda responsável. Ao isolar o animal resgatado por um período determinado, o responsável garante que os sintomas de doenças como a parvovirose e a cinomose, que podem ser fatais, não se espalhem. Este cuidado é uma ferramenta vital para diminuir os danos causados pelo abandono e evitar o sofrimento animal.

Além do isolamento, o hospital reforça que a vacinação preventiva e a castração gratuita de cães e gatos, assim como o acompanhamento médico veterinário são passos indispensáveis após o resgate. Vale lembrar que o Paraná conta com o projeto Castra+Parana2, viabilizado pelo trabalho do deputado Delegado Matheus Laiola, que atua diretamente no suporte a esses casos.

Thayane Cristine Santos Vieira, responsável técnica pelo Hospital Veterinário Municipal de Curitiba, reforça a necessidade de vigilância e colaboração. “O primeiro Hospital Veterinário da capital é uma conquista para a Saúde Pública. Mas precisamos que a população colabore ativamente. Adotar ou resgatar exige o comprometimento em garantir a segurança sanitária de todos os envolvidos. Não misture os animais sem a devida avaliação clínica, finaliza”.

Além da tecnologia: especialista explica como dar sentido pedagógico ao uso da Inteligência Artificial em sala de aula

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Novas metodologias podem e devem ser aplicadas, desde que haja critérios e objetivos claros, como favorecer a conexão dos estudantes com a realidade

“A escola não existe para correr atrás de respostas, mas para sustentar boas perguntas”, diz o doutor em Educação Paulo Tomazinho, também membro do Conselho de Inovação do Sindicato das Escolas Particulares do Paraná (Sinepe/PR). O argumento do especialista serve de alento às instituições de ensino, que se veem cercadas pelas novas tecnologias, metodologias ativas e pela hiperconectividade. Afinal, qual deve ser o posicionamento delas na formação de estudantes em um mundo que muda o tempo todo tão rápido?

Para Tomazinho a solução passa pela intencionalidade pedagógica. Isso significa incorporar robótica, espaços maker e empreendedorismo, por exemplo, mas com critérios. Além de objetivos claros para isso, como favorecer protagonismo, autoria e conexão dos estudantes com a realidade. 

“A educação não pode ser reduzida a treinamento técnico ou acúmulo de competências. Educar é formar sujeitos capazes de se posicionar no mundo com responsabilidade, discernimento e abertura ao outro, integrando conhecimento, ética e convivência em um mundo cada vez mais complexo”, reforça o professor, estudioso da Inteligência Artificial (IA).

Inovação exige treinamento e apoio

A presença da IA no cotidiano educacional, já é uma realidade. Uma pesquisa global do Google em parceria com a Ipsos mostra que 85% dos estudantes adultos utilizam as ferramentas para apoiar os estudos, principalmente para compreender conteúdos complexos e realizar trabalhos acadêmicos. Nesse cenário, o professor reforça que o desafio das escolas não é barrar a tecnologia, mas dar sentido ao seu uso.

Entre os exemplos bem-sucedidos de aplicação, estão as experiências internacionais, como a Alpha School, no Texas, em que a IA atua como tutor individual por parte do dia, enquanto o restante do tempo é dedicado a projetos e desafios. “Os resultados são promissores, com alunos aprendendo até duas vezes mais rápido do que em turmas tradicionais”, observa. 

No Brasil, iniciativas semelhantes já vêm sendo testadas, especialmente com alunos de inclusão e estudantes afastados por longos períodos por questões médicas. “Os resultados são animadores, mas ainda incipientes para uma adoção massiva”, conta.

O que pode mudar esse quadro por aqui é o treinamento e a formação continuada dos professores. “Algo que o Sinepe/PR faz ao oferecer capacitação continuada na sede e  regionais do interior”, afirma.

IA não substitui decisão educativa humana

O ponto central para o educador é compreender que a IA amplia a leitura do processo, mas não substitui o julgamento pedagógico”, reforça. Para ele, a pergunta mais relevante não é se o aluno usou IA, mas o que seu cérebro precisou mobilizar ao utilizá-la.

Nesse contexto, o papel do professor se fortalece, já que a tecnologia tende a substituir tarefas repetitivas, mas nunca a função formativa. “Usando IA, o professor compra tempo para fazer o que nenhuma tecnologia consegue fazer: a mediação pedagógica, a presença, o exemplo humano”, pontua Tomazinho.

Por fim, o professor faz um alerta sobre os limites do uso da tecnologia na educação. “Se a escola terceiriza o julgamento pedagógico a qualquer sistema, terceiriza sua própria identidade e responsabilidade.” 

Para o educador, quando tecnologia, inovação pedagógica e intencionalidade caminham juntas, a escola fortalece sua identidade e amplia a qualidade da experiência educacional, preparando estudantes para lidar com os desafios de um mundo em constante transformação.

Sobre o Sinepe/PR

Desde 1949, o Sindicato das Escolas Particulares representa as escolas por meio de ações que possam conquistar ganhos para todo o grupo de escolas – junto ao poder público, aos meios de comunicação e até na esfera jurídica. Tem como um de seus objetivos estreitar as relações entre os proprietários de escolas conhecendo suas necessidades e representando-os junto a outros segmentos; propiciar meios para aprimorar a atuação dos estabelecimentos de ensino, através de atividades educacionais e culturais, promovendo e zelando pela conduta ética dos seus associados. O Sinepe/PR oferece às escolas associadas o apoio e orientação necessários ao bom desempenho de suas atividades, nas áreas pedagógica, administrativa e jurídica.