Home Blog Page 5

Banhos Espirituais em Alta

0

Práticas energéticas personalizadas buscam tratar a raiz espiritual de problemas emocionais e cotidianos

A busca por equilíbrio emocional e espiritual tem levado cada vez mais pessoas a recorrer a práticas ancestrais de cuidado energético. Entre elas, os banhos espirituais africanos têm ganhado espaço como alternativa para quem deseja reorganizar energias, aliviar tensões e compreender melhor bloqueios que se manifestam na vida pessoal, afetiva ou profissional.

De acordo com a taróloga e espiritualista Dafne Ribeiro, esses banhos são indicados a partir de uma consulta espiritual, geralmente realizada por meio do jogo de búzios. “O jogo permite identificar a origem energética ou espiritual de determinadas dificuldades que a pessoa está enfrentando. A partir dessa leitura é possível indicar um banho específico que vai atuar na raiz daquele problema”, explica.

Segundo ela, muitas pessoas procuram orientação quando sentem que a vida está travada ou quando enfrentam dificuldades recorrentes. Situações como problemas financeiros, conflitos afetivos, insônia, nervosismo constante ou sensação de caminhos fechados estão entre as queixas mais comuns no consultório espiritual.

A especialista explica que cada ferramenta espiritual tem uma função diferente no processo de orientação. “As cartas mostram os acontecimentos e situações que estão acontecendo na vida da pessoa no plano terreno. Já os búzios ajudam a compreender as causas espirituais dessas situações e indicam quais caminhos podem ser seguidos para reorganizar a energia”, afirma.

Após a consulta, quando há indicação, o banho espiritual é preparado de forma personalizada. O material é enviado pronto para a pessoa realizar o ritual em casa, seguindo orientações específicas sobre o modo de uso e os horários recomendados. Em geral, o processo envolve uma sequência de aplicações que podem ser feitas semanalmente.

“O objetivo é reorganizar o campo energético da pessoa para que ela consiga retomar o equilíbrio emocional e espiritual. Muitas vezes, quando a energia se harmoniza, a pessoa passa a lidar melhor com as situações da vida e encontra novos caminhos”, destaca Dafne.

Segundo a espiritualista, essas práticas fazem parte de tradições espirituais antigas e continuam sendo procuradas por pessoas que buscam autoconhecimento, fortalecimento interior e maior clareza para enfrentar desafios pessoais.

Serviço: Dafne Ribeiro

Taróloga e Espiritualista

(41)995294084

@dafne_cartomante

dafnesmoger@gmail.com

Regularização Imobiliária no Paraná: Programas e mecanismos para acelerar em 2026

0

A regularização imobiliária no ganha força em 2026. Entenda como a adjudicação compulsória e a usucapião extrajudicial podem garantir sua segurança jurídica e valorizar seu patrimônio.

A regularização imobiliária urbana deve ganhar protagonismo no Paraná em 2026, impulsionada por programas estaduais, modernização de cadastros e maior integração entre municípios e cartórios. Estimativas de órgãos públicos apontam que milhares de imóveis ainda permanecem em situação irregular no Estado, seja por ausência de matrícula individualizada, contratos de gaveta ou ocupações antigas sem titulação definitiva. Para proprietários e empresários no Paraná, este é um momento estratégico para formalizar seus ativos.

O advogado Carlos Alberto Zonta Junior, especialista em Direito Imobiliário, avalia que o este ano tende a consolidar um movimento de formalização em larga escala. “A regularização transforma posse em propriedade formal, garante segurança jurídica e permite que o imóvel entre definitivamente no mercado formal, com possibilidade de financiamento, venda estruturada e sucessão sem entraves. O Governo do Estado do Paraná está investindo forte em projetos de regularização fundiária.”, afirma.

O Governo do Paraná, já anunciou investimentos significativos para apoiar municípios na regularização de até 50 mil moradias urbanas, especialmente voltadas a famílias de baixa renda com o programa “Casa Fácil”. Esse cenário cria uma janela estratégica para proprietários que aguardavam políticas públicas mais estruturadas para resolver pendências documentais antigas.

Para Zonta, a formalização traz impactos diretos na valorização do patrimônio. “Imóveis sem matrícula atualizada ou sem registro definitivo costumam ter liquidez reduzida e maior dificuldade de negociação. Além disso, a ausência de regularização impede acesso a crédito imobiliário e pode gerar entraves em inventários, partilhas e garantias reais em operações empresariais”, destaca.

Outro ponto relevante é a modernização dos cadastros municipais e o avanço da digitalização registral, que tornam mais eficiente o cruzamento de informações urbanísticas e fiscais. A tendência é que imóveis irregulares fiquem cada vez mais expostos a notificações administrativas e limitações legais. “Quem antecipa a regularização evita autuações futuras e organiza o patrimônio de forma estratégica”, afirma o especialista.

Além do programa de regularização fundiária, algumas inovações legais recentes para a regularização de imóveis como a adjudicação compulsória extrajudicial e a usucapião extrajudicial, contribuem para o aumento de imóveis regularizados.

 A adjudicação compulsória extrajudicial, introduzida pela Lei nº 14.382/2022, que alterou a Lei de Registros Públicos, permite que o comprador de um imóvel, munido de um contrato de promessa de compra e venda quitado, obtenha a escritura definitiva diretamente no cartório, sem a necessidade de um processo judicial, nos casos em que o vendedor se recusa a outorgar o documento.

“O procedimento é uma ferramenta poderosa para resolver os chamados contratos de gaveta. Para dar início ao processo, o interessado deve apresentar o contrato, a prova de quitação do valor e notificar o vendedor por meio do cartório de registro de imóveis, acompanhada de uma documentação complementar.. Se o vendedor não se manifestar no prazo legal, o oficial de registro poderá registrar a propriedade em nome do comprador.” Explica o Zonta. Essa via extrajudicial representa uma economia significativa de tempo e recursos para os cidadãos.

Outro mecanismo fundamental é a usucapião extrajudicial, prevista no artigo 216-A da Lei de Registros Públicos. Este procedimento permite que o possuidor de um imóvel, que o ocupa de forma mansa, pacífica, ininterrupta e com ânimo de dono por um determinado período, possa requerer o reconhecimento da propriedade diretamente no cartório de registro de imóveis, com a assistência de um advogado.

“Existem diferentes modalidades de usucapião, como a extraordinária (posse por 15 anos) e a ordinária (posse por 10 anos, com justo título e boa-fé), com prazos que podem ser reduzidos a depender do caso. A via extrajudicial simplificou um processo que antes era exclusivamente judicial, tornando a regularização mais acessível e célere para milhares de famílias e empresários que possuem imóveis em situação irregular há anos.”, afirma Zonta.

No âmbito jurídico, o processo de regularização pode envolver diversas estratégias, como a regularização fundiária urbana (Reurb), retificação de matrícula, além da usucapião e da adjudicação compulsória. Cada caso exige análise técnica individualizada para garantir que o procedimento seja feito de forma segura e definitiva. “Não existe solução padronizada. A análise correta evita retrabalho e custos desnecessários”, explica o advogado.

Diante do cenário de investimentos públicos, modernização administrativa e maior exigência de conformidade documental, 2026 tende a ser um ano decisivo para quem deseja transformar insegurança jurídica em patrimônio consolidado. Regularizar não é apenas cumprir uma formalidade, é proteger o imóvel e ampliar suas possibilidades econômicas, garantindo um futuro mais seguro para seus investimentos e sua família.

Serviço: Carlos Alberto Zonta Junior
Advogado Imobiliário
OAB/PR 77920
44 9925-7972
@bzonta
contato@zonta.adv.br
www.zonta.adv.br
Avenida Horácio Racanello Filho, 5550, Zona 07, Maringá – PR.

Além da higiene bucal: mitos e verdades sobre o mau hálito

0

Problemas respiratórios e de garganta podem estar por trás do incômodo

O mau hálito é um problema que vai muito além da saúde física: afeta a autoestima e prejudica as relações sociais. Quando o odor desagradável surge, a primeira reação costuma ser caprichar na escovação ou culpar o estômago. No entanto, o caminho para o diagnóstico correto pode ser diferente. O otorrinolaringologista dos hospitais São Marcelino Champagnat e Universitário Cajuru, Henrique Furlan, elencou alguns mitos e verdades sobre o mau hálito.

Problemas estomacais são as principais causas do mau hálito: MITO

Muita gente acredita que o mau hálito vem do estômago, mas isso quase sempre é um mito. Na maioria dos casos, o problema não está no estômago, mas sim na própria boca. As causas mais frequentes incluem a saburra lingual (aquela camada esbranquiçada no fundo da língua), doenças na gengiva e o acúmulo de placa bacteriana nos dentes. “Essas situações fazem com que bactérias quebrem proteínas e aminoácidos presentes na saliva e nos restos de alimentos, gerando gases com enxofre, que têm cheiro forte. Essas substâncias são as verdadeiras responsáveis pelo odor característico da halitose”, explica Furlan, que reforça a importância da higiene bucal completa para evitar esses problemas, com o uso diário do fio dental e a escovação na língua.

Problemas respiratórios também podem causar mau hálito: VERDADE

Se o dentista atestar que a saúde bucal está em dia, o problema pode estar no sistema respiratório. Doenças das vias aéreas superiores contribuem diretamente para a alteração do hálito por meio de diversos mecanismos fisiopatológicos. De acordo com o especialista, em quadros de rinite e sinusite, por exemplo, ocorre um fenômeno chamado gotejamento pós-nasal, em que a secreção excessiva do nariz escorre pela parte de trás da garganta. “Esse muco carrega proteínas e células inflamatórias que alimentam as bactérias da boca, intensificando a produção de odores desagradáveis. Além disso, as inflamações persistentes no nariz também podem alterar a flora natural das vias aéreas, contribuindo para o mau hálito”, detalha.

Outro fator mecânico importante é a respiração bucal. Pacientes com o nariz entupido tendem a respirar pela boca, o que provoca o ressecamento da mucosa, condição chamada xerostomia. “A saliva tem a função essencial de lavar a cavidade oral, controlar as bactérias e neutralizar odores. Quando a boca fica seca, a proliferação bacteriana aumenta drasticamente, agravando significativamente o mau hálito”, completa Furlan. Para prevenir a halitose causada por problemas respiratórios, é fundamental consultar um especialista para investigar a causa do problema e realizar o tratamento, além de manter a higiene bucal reforçada.

Aquelas “bolinhas brancas” na garganta podem ser a raiz do problema: VERDADE

Algumas pessoas notam a formação de pequenas bolinhas esbranquiçadas ou amareladas na garganta, acompanhadas de um cheiro extremamente forte. Trata-se dos cáseos amigdalianos, que se formam nas cavidades das amígdalas. Os cáseos não são apenas restos de comida, mas um acúmulo de material orgânico que inclui células descamadas, bactérias e muco. O otorrinolaringologista revela que essas cavidades amigdalianas criam um ambiente perfeito, escuro e com baixa oxigenação, para que as bactérias atuem continuamente, gerando compostos malcheirosos. “É por isso que pacientes que sofrem com cáseos amigdalianos frequentemente relatam um gosto ruim constante na boca, uma sensação incômoda de corpo estranho na garganta e a eliminação dessas bolinhas de odor intenso”, aponta.

O tratamento contra os cáseos pode ser realizado por meio de uma higiene bucal completa, incluindo gargarejos com água morna e sal, que podem ajudar a soltar as bolinhas e reduzir a inflamação. Além disso, caso a higiene bucal não seja o suficiente, os cáseos podem ser removidos manualmente por um otorrinolaringologista.

Mascar chiclete elimina o mau hálito: MITO

A goma de mascar pode, sim, mascarar o mau hálito, mas não por muito tempo. Normalmente, após alguns minutos, o chiclete perde o sabor e o aroma. Se a pessoa estiver com halitose, após esse curto período, o mau hálito volta. “A goma de mascar não resolve o problema, e, se for um chiclete com açúcar, pode até piorar a halitose, pois as bactérias presentes na boca se alimentam de açúcares, contribuindo para a produção de substâncias que podem aumentar o mau cheiro”, detalha Furlan. Ele aponta que chicletes sem açúcar podem ter efeito temporário, por estimular a salivação, mas não tratam a causa.

Se a higiene bucal está adequada e o odor continua, o problema não tem solução: MITO

É fundamental saber identificar os sinais de que a halitose deixou de ser uma questão odontológica e passou a ser otorrinolaringológica. O mau hálito persistente, mesmo após uma higiene oral rigorosa, é o primeiro sinal de alerta. O problema tem solução, desde que o profissional competente seja consultado para investigar a raiz do distúrbio. “O paciente deve observar se a halitose está acompanhada de sintomas como congestão nasal frequente, dor ou pressão no rosto, boca constantemente seca e amigdalites de repetição. Nesses cenários, a avaliação de um médico otorrinolaringologista é indispensável, pois a origem do odor crônico pode estar escondida nas amígdalas, na cavidade nasal ou nos seios da face”, alerta o especialista.

Cirurgia para remover amígdalas é o primeiro passo para acabar com o problema: MITO

Com o diagnóstico em mãos, muitas pessoas acreditam que a única saída para os cáseos (as “bolinhas” nas amígdalas) e para o mau hálito de origem na garganta é a mesa de cirurgia. A retirada das amígdalas (amigdalectomia) não é o tratamento inicial e costuma ser indicada como último recurso, visto que a medicina atual prioriza uma abordagem mais voltada à mudança de hábitos e tratamentos clínicos. De acordo com Furlan, o tratamento inicial é focado na higiene da boca e da garganta, lavagem nasal com soro, uso de medicamentos específicos para rinite ou sinusite (quando necessário) e limpeza das cavidades das amígdalas, onde os cáseos se formam. “A cirurgia é considerada apenas em casos extremamente específicos, como em pacientes com mau hálito muito forte que não melhora com tratamento, formação contínua de cáseos ou amigdalites crônicas que impactem drasticamente a qualidade de vida”, finaliza.

Independentemente da causa, a prevenção ainda é o melhor remédio. Manter o corpo hidratado, tratar doenças gengivais, controlar alergias respiratórias e limpar a língua diariamente são passos simples que garantem não apenas um bom hálito, mas a saúde integral do organismo.

Sobre o Hospital São Marcelino Champagnat

O Hospital São Marcelino Champagnat faz parte do Grupo Marista e nasceu com o compromisso de atender seus pacientes de forma completa e com princípios médicos de qualidade e segurança. É referência em procedimentos cirúrgicos de média e alta complexidade. Nas especialidades destacam-se: cardiologia, neurocirurgia, ortopedia, cirurgia robótica e cirurgia geral e bariátrica, além de serviços diferenciados de check-up. Planejado para atender a todos os quesitos internacionais de qualidade assistencial, é o único do Paraná certificado pela Joint Commission International (JCI).

Sobre o Hospital Universitário Cajuru

O Hospital Universitário Cajuru é uma instituição filantrópica com atendimento 100% SUS e com a certificação de qualidade da Organização Nacional de Acreditação (ONA) nível 3. Está orientado pelos princípios éticos, cristãos e valores do Grupo Marista. Vinculado às escolas de Medicina e Ciências da Vida da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), preza pelo atendimento humanizado, com destaque para procedimentos cirúrgicos, transplante renal, urgência, emergência, traumas e atendimento de retaguarda a Pronto Atendimentos e UPAs de Curitiba e cidades da Região Metropolitana.

Com commodities em alta, Campo Mourão vive novo ciclo de crescimento e impulsiona a construção civil

Produção agrícola nacional superou os 11% no ano passado em comparação a 2024. Cidades com perfil agropecuário sentem os reflexos positivos e viram polo de novos investimentos em setores estratégicos como o imobiliário

O bom momento das commodities agrícolas no Brasil tem gerado reflexos diretos em cidades com forte vocação agroindustrial, e Campo Mourão, no noroeste do Paraná, desponta como um dos principais exemplos desse movimento. Com uma economia ancorada na produção de grãos, aves e suínos, o município vem colhendo os frutos de um cenário internacional favorável, que fortalece cooperativas, amplia a circulação de renda e estimula investimentos em diferentes setores. Esse dinamismo se soma a características locais já consolidadas, como planejamento urbano eficiente, qualidade de vida e papel de destaque como polo educacional e de serviços, criando um ambiente propício para o crescimento sustentável.

O avanço de mais de 11% do setor agropecuário em 2025 tem impulsionado diretamente a construção civil em cidades com forte vocação agrícola. O segmento ganha força diante do aumento da demanda por moradia e da maior capacidade de investimento da população. Nesse contexto, construtoras como a Pride vêm ampliando sua atuação na cidade, confirmando novos aportes e reforçando a confiança no potencial de expansão de Campo Mourão. “Identificamos no município um ambiente favorável à expansão, impulsionado tanto pela demanda habitacional quanto pelo interesse das famílias em conquistar a casa própria”, afirma a diretora comercial da Pride, Vevianne Jacques.

 Expansão acelerada e efeito multiplicador na economia

A trajetória recente da Pride em Campo Mourão ilustra de forma clara esse ciclo virtuoso. O primeiro empreendimento, o residencial Marbella, lançado em junho de 2024, registrou desempenho expressivo, com todas as unidades vendidas, e que terá entrega antecipada, em julho de 2026. O resultado não apenas confirmou a demanda reprimida por habitação planejada, como também sinalizou um ambiente favorável para novos investimentos. “O desempenho inicial reforça nossa confiança no mercado local e mostrou que havia espaço para ampliar nossa atuação na cidade”, destaca Vevianne.

Na sequência, em setembro de 2024, a construtora lançou um segundo residencial, o Sevilha,  ampliando sua presença e consolidando sua estratégia voltada a famílias que buscam a realização do sonho da casa própria. Este empreendimento também terá entrega antecipada, ainda em 2026, e está com 100% das unidades vendidas. Agora, com a confirmação de um terceiro projeto, que será lançado no dia 9 de abril, a empresa reforça o entendimento de que Campo Mourão vive um momento diferenciado. “A continuidade dos investimentos reflete a resposta positiva do público e o potencial de crescimento que enxergamos no município”, completa a executiva.

Além de atender à demanda habitacional, os empreendimentos têm impacto direto nas operações da própria construtora, que amplia sua participação na cidade, gerando empregos. Cada nova obra mobiliza fornecedores, prestadores de serviço e mão de obra, contribuindo para a dinamização da economia. “Cada novo projeto movimenta diferentes setores, amplia oportunidades de emprego e renda e reforça o compromisso da Pride em crescer junto com Campo Mourão”, afirma Vevianne Jacques.

Empreendimentos da Pride em Campo Mourão

Os três residenciais da Pride em Campo Mourão seguem um padrão voltado à acessibilidade às novas moradias e qualidade de vida, com unidades de dois quartos, áreas comuns que são um convite ao lazer para toda família. Eles se enquadram ainda em programas habitacionais que facilitam o acesso ao crédito, como o Minha Casa, Minha Vida e o Casa Fácil Paraná, ambos com benefícios que aproximam às famílias de realizar o sonho da casa própria.

Sobre a Pride

Em 2026, a Pride Construtora completa 14 anos de atuação no mercado imobiliário, com mais de 4 mil unidades entregues em diversas cidades do Paraná. Além de contribuir com a economia do estado, gerando empregos e rendas, a empresa mantém o foco em empreendimentos voltados tanto para investidores quanto para famílias que desejam conquistar a casa própria, buscando desenvolver projetos alinhados às diferentes realidades e necessidades dos clientes.

Gestão empresarial com IA deixou de ser tendência e se tornou ferramenta estratégica

0

Imersão em Curitiba mostra, na prática, como aplicar inteligência artificial para aumentar produtividade, reduzir erros e melhorar resultados

A aplicação da Inteligência Artificial na gestão deixou de ser tendência para se tornar ferramenta estratégica nas empresas brasileiras. No dia 11 de abril, empresários, gestores e profissionais liberais terão a oportunidade de entender, na prática, como utilizar essa tecnologia para organizar processos, ganhar eficiência e tomar decisões mais assertivas durante a Imersão “IA para Gestão & Negócios”, conduzida pelo consultor Bruno Castro, da B.Castro Consultoria.

O encontro será realizado no IBQP (Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade), próximo ao Jardim Botânico, das 9h00 às 17h, com coffee de recepção a partir das 8h30 e estacionamento disponível para os participantes. A proposta é oferecer um dia totalmente voltado à aplicação real de ferramentas e metodologia, saindo do discurso teórico para a implementação prática.

Segundo Bruno Castro, consultor em Processos, Tecnologia e Mentalidade, muitas empresas ainda utilizam a inteligência artificial de forma superficial. “A IA não é apenas para criar textos ou automatizar respostas. Quando aplicada à gestão, ela ajuda a mapear gargalos, padronizar processos, analisar dados e apoiar decisões estratégicas com base em informação concreta”, afirma.

Estudos recentes indicam que empresas que adotam soluções de automação e análise inteligente conseguem elevar a produtividade em dois dígitos percentuais, além de reduzir falhas operacionais. Para Bruno, o maior erro é acreditar que a tecnologia substitui liderança. “A inteligência artificial potencializa a gestão, mas precisa de direção clara, metas definidas e cultura organizacional alinhada. Sem isso, vira só mais uma ferramenta subutilizada”, destaca.

A imersão também aborda mentalidade empresarial, estruturação de processos e integração entre tecnologia e estratégia, três pilares que sustentam o crescimento consistente. “O empresário precisa entender que gestão é método. A IA acelera resultados quando existe organização. Caso contrário, ela apenas digitaliza o caos”, pontua.

O evento é voltado para quem deseja sair com um plano de ação estruturado, aplicável imediatamente na rotina da empresa. As informações completas sobre programação, investimento e inscrição estão disponíveis na página oficial: https://bcastro-gestao-ia.lovable.app

Serviço: B.Castro Consultoria

Bruno Castro

Consultor em Processos, Tecnologia e Mentalidade

(41) 99952 8310

@bcastro.consultoria

comercial@bcastroconsultoria.com

https://gruposavel.com.br

Imersão IA para Gestão & Negócios – 11 de abril, das 9h00 às 17h

Local: IBQP, próximo ao Jardim Botânico, Curitiba, Paraná.

Quando o INSS muda o benefício

0

Qual benefício do INSS se aplica a cada situação e por que essa diferença impacta diretamente o valor e a duração do amparo

Mais de 4,1 milhões de benefícios por incapacidade temporária foram concedidos pelo INSS no Brasil em 2025. O número representa um aumento de cerca de 15% em relação ao ano anterior, segundo dados do Ministério da Previdência Social. Esse cenário revela não apenas o crescimento dos afastamentos por saúde, mas também o quanto ainda existem dúvidas sobre qual benefício é devido em cada situação.

Entre os benefícios que mais geram confusão estão o benefício por incapacidade temporária, ainda popularmente conhecido como auxílio-doença, e a aposentadoria por incapacidade permanente. Após a Reforma da Previdência, essa distinção se tornou ainda mais relevante. E aqui está um ponto importante: não se trata apenas de nomes diferentes. Estamos falando de impactos diretos no valor recebido e no tempo de proteção do segurado.

De forma objetiva, o benefício por incapacidade temporária é destinado ao trabalhador que se encontra impossibilitado de exercer sua atividade habitual por mais de 15 dias consecutivos, mas que possui expectativa de recuperação e retorno ao trabalho. Já a aposentadoria por incapacidade permanente é concedida quando a perícia médica do INSS conclui que a incapacidade é total, definitiva e sem possibilidade de reabilitação para qualquer atividade que garanta a subsistência do segurado, conforme previsto nos arts. 42 e 59 da Lei nº 8.213/91.

“A diferença central está na natureza da incapacidade. No benefício temporário, existe a perspectiva de recuperação. Na aposentadoria, o entendimento é de incapacidade definitiva para o trabalho”, explica a Dra. Maiara Apaz, especialista em Direito da Saúde da Ozon & Tommasi Advogados. Segundo a especialista, a perícia médica é o momento decisivo, pois é nela que se define se a limitação é transitória ou irreversível.

A Reforma da Previdência, em vigor desde 2019, trouxe impactos relevantes especialmente no valor dos benefícios. O benefício por incapacidade temporária permanece calculado com base em 91% da média dos salários de contribuição, observados os limites legais. Já a aposentadoria por incapacidade permanente, na regra geral, passou a corresponder a 60% da média de todos os salários, com acréscimos de 2% ao ano que exceder 20 anos de contribuição para homens e 15 anos para mulheres. Há exceção nos casos de acidente de trabalho, doença profissional ou do trabalho, em que o benefício pode atingir 100% da média.

Na prática, isso gera uma situação que surpreende muitos segurados: em alguns casos, o valor da aposentadoria pode ser inferior ao benefício por incapacidade temporária anteriormente recebido. Trata-se de uma mudança significativa, já reconhecida na doutrina e aplicada reiteradamente na jurisprudência.

Outro ponto relevante é que esses benefícios não são estáticos. É comum que o benefício por incapacidade temporária seja concedido inicialmente e, diante da evolução do quadro clínico ou da constatação de incapacidade definitiva, seja convertido em aposentadoria por incapacidade permanente. Essa transição depende de nova avaliação pericial e de documentação médica consistente, atualizada e bem estruturada.

Nesse contexto, a organização documental deixa de ser um detalhe e passa a ser estratégia. Exames, relatórios médicos detalhados e histórico de tratamentos são elementos essenciais para demonstrar a real condição de saúde do segurado. Em casos de indeferimento ou concessão equivocada, a atuação jurídica especializada pode ser determinante para o reconhecimento do direito correto, inclusive com respaldo na jurisprudência dos Tribunais Regionais Federais e do Superior Tribunal de Justiça.

Em um sistema previdenciário cada vez mais técnico e rigoroso, informação é proteção. Compreender as diferenças entre os benefícios por incapacidade não apenas evita prejuízos financeiros, mas garante que o segurado receba o amparo adequado no momento em que mais precisa.

Serviço: Ozon & Tommasi Advogados

Dra. Maiara Apaz – OAB/PR 66.067

(41) 3022-1240 | (41) 98831-8630

@ozonetommasiprev

contato@aot.adv.br

www.aot.adv.br

Av. Visconde de Guarapuava, 2764, salas 704/706, Centro, Curitiba/PR

Selic reacende mercado

Relatório Focus sinaliza nova queda nas projeções de juros e reacende expectativas no crédito e no setor imobiliário

A projeção da taxa básica de juros voltou a cair nesta semana, de acordo com o Relatório Focus do Banco Central do Brasil. O movimento, ainda que gradual, já provoca reações no mercado financeiro e no comportamento de consumidores e investidores. Historicamente, a sinalização de juros menores altera decisões quase de forma imediata, principalmente em setores sensíveis ao crédito, como o imobiliário.

Quando o mercado começa a projetar redução na Selic, três movimentos tendem a acontecer quase simultaneamente: melhora nas condições de crédito, aumento da confiança do consumidor e retomada do interesse por ativos reais. Em um cenário em que o Brasil ainda convive com níveis elevados de endividamento das famílias, que segundo dados recentes da CNC ultrapassam 75%, qualquer alívio na taxa básica influencia diretamente o custo do financiamento e a disposição para novos compromissos financeiros.

Para o economista Noé Santiago da Anidea Soluções Financeiras, o efeito psicológico antecede o impacto prático. “O mercado não espera a queda efetiva da taxa para se movimentar. Quando o Relatório Focus sinaliza tendência de redução, bancos começam a recalibrar suas expectativas, investidores reavaliam portfólio e o consumidor passa a enxergar o crédito com menos receio”, afirma.

O mercado imobiliário costuma ser um dos primeiros a reagir. Em ciclos anteriores de queda da Selic, o volume de financiamentos imobiliários cresceu de forma consistente, impulsionado pela redução gradual das taxas praticadas pelos bancos. No Paraná, onde o setor da construção civil representa parcela relevante do PIB estadual e mantém milhares de empregos diretos e indiretos, o reflexo tende a ser rápido, especialmente em cidades como Curitiba, que mantêm demanda aquecida por imóveis residenciais e comerciais.

Segundo Noé Santiago, o imóvel volta a ocupar espaço estratégico nas carteiras. “Com juros menores, a renda fixa perde parte da atratividade e o investidor volta a olhar para ativos reais como proteção patrimonial. O imóvel combina segurança jurídica, potencial de valorização e geração de renda, características muito valorizadas em momentos de transição econômica”, destaca.

A expectativa é de que, ao longo dos próximos meses, o custo do financiamento acompanhe o novo ciclo projetado, favorecendo tanto quem deseja adquirir a casa própria quanto investidores que buscam reserva de valor. A consolidação desse movimento dependerá da trajetória da inflação e da estabilidade fiscal, mas o sinal emitido pelo mercado já indica mudança de direção.

Serviço: Anidea Soluções Financeiras 

Noé Santiago

Economista
41 9652-5524
@anidea.br

noe.santiago@anidea.com.br
https://anidea.com.br
Mal. Deodoro, 51 – Sala 205B – Centro, Curitiba/PR.

Saiba onde descartar material escolar usado durante todo o ano em Curitiba

0

Iniciativa permanente recebe materiais de papel sem uso e destina itens à reciclagem, com recursos revertidos para projetos socioambientais

Cadernos, apostilas e livros que já não têm uso podem ter destinação correta ao longo de todo o ano em Curitiba. A campanha permanente de Logística Reversa do Colégio Positivo mantém pontos de coleta nas unidades da rede para o descarte adequado de materiais de papel, que são encaminhados à reciclagem e reinseridos na cadeia produtiva.

Em funcionamento desde 2018, a iniciativa já arrecadou mais de 96 toneladas de materiais e incentiva o descarte consciente de livros, agendas, revistas, cadernos e papéis limpos. Os materiais arrecadados são destinados a empresas especializadas, o que evita o descarte inadequado e possibilita o retorno desses itens ao ciclo produtivo. Os recursos obtidos com a venda são integralmente revertidos para projetos socioambientais desenvolvidos por alunos e professores em comunidades locais.

Segundo o Ministério do Meio Ambiente, o Brasil perde cerca de R$ 38 bilhões por ano ao enterrar ou descartar em lixões materiais recicláveis que poderiam retornar à cadeia produtiva. Em média, cada brasileiro gera 1 quilo de lixo por dia, o equivalente a aproximadamente 380 quilos por ano. Apesar desse volume, apenas 8,3% dos resíduos urbanos são efetivamente reciclados, de acordo com dados da Associação Brasileira de Resíduos e Meio Ambiente (Abrema).

A gestão da iniciativa é acompanhada pelo Instituto Positivo, responsável por garantir a destinação correta dos materiais e a aplicação dos recursos. “A campanha cumpre um papel educativo e social importante na comunidade. Ao manter pontos de coleta disponíveis durante todo o ano letivo, a iniciativa reforça, na prática, que a logística reversa precisa fazer parte do cotidiano”, destaca o diretor-executivo dos colégios da Rede Positivo, Celso Hartmann.

Resultados

Desde o início da campanha, mais de 96 toneladas de materiais já foram arrecadadas, o equivalente a cerca de 128 mil livros. Entre os projetos beneficiados está a melhoria das instalações do Centro de Educação Infantil (CEI) Maria Cazetta, no bairro Uberaba. Em Ponta Grossa (PR), o CMEI Prof.ª Odette Cominato recebeu revitalização e um novo parquinho infantil.

Como participar

Moradores de Curitiba e região podem participar da campanha descartando os materiais nas caixas coletoras disponíveis em todas as unidades do Colégio Positivo na capital: Água Verde, Ângelo Sampaio, Boa Vista, Hauer, Jardim Ambiental, Júnior e Positivo International School, além da unidade Centro do Curso Positivo.

Incentivo à leitura literária é uma das prioridades do Grupo Positivo em 2026

0

Iniciativas integram escolas, sistemas de ensino em municípios parceiros e investimento social para ampliar formação de leitores dentro e fora da sala de aula

Mais da metade dos brasileiros se declara não leitora. Nesse cenário, o Grupo Positivo passa a tratar a leitura como um eixo estratégico transversal em suas frentes educacionais e sociais. A iniciativa envolve as três empresas educacionais do grupo — Colégios da Rede Positivo, Curso Positivo e Aprende Brasil Educação — e ganha novo impulso com o Instituto Positivo, que assume oficialmente o incentivo à leitura literária como um de seus pilares prioritários de atuação.

O movimento articula práticas pedagógicas, projetos culturais, campanhas de engajamento e ações de impacto social, conectando o estímulo à leitura tanto no ambiente escolar quanto nas comunidades.

Segundo a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, realizada pelo Instituto Pró-Livro (IPL) e divulgada no final de 2024, 53% da população não leram sequer parte de um livro nos três meses anteriores ao levantamento, incluindo obras didáticas ou religiosas. O dado se agrava quando se observa a leitura de livros inteiros: 73% dos brasileiros, ou 148 milhões de pessoas, não concluíram nenhuma leitura nesse período. Os estados com os maiores índices de leitores são Santa Catarina, com 64%, seguido por Paraná e Ceará, ambos com 54%.

Nos Colégios da Rede Positivo, a leitura foi formalizada como compromisso institucional com o lançamento do Manifesto pela Leitura Transformadora. A iniciativa impacta mais de 19 mil alunos em 22 unidades no Paraná, Santa Catarina e São Paulo e estabelece medidas concretas, como a criação de um horário exclusivo para leitura por prazer — são 20 minutos diários no Ensino Fundamental e 30 minutos semanais no Ensino Médio.

O movimento é fortalecido pelo programa pedagógico Virando a Página, integrado ao currículo de todos os segmentos, que inclui estações literárias nos espaços escolares, feiras do livro e projetos de engajamento familiar, além do acompanhamento sistemático de indicadores de leitura. “Em um contexto cada vez mais digital e acelerado, cultivar o prazer pela leitura amplia repertórios, fortalece vínculos e prepara os alunos para interpretar e transformar a realidade”, pontua o diretor-executivo dos Colégios da Rede Positivo, Celso Hartmann.

Já no Curso Positivo, a leitura é tratada como competência estratégica para os vestibulares e o Enem, diante da exigência crescente de interpretação de textos e de repertório cultural. Em 2025, a instituição realizou sua primeira Feira do Livro, com arrecadação de mais de 400 exemplares selecionados e recomendados pelos próprios alunos. Para 2026, estão previstas a ampliação da iniciativa e a implantação de um projeto de leitura guiada, no qual professores de Redação e Língua Portuguesa conduzirão grupos semanais de discussão de obras escolhidas pelos estudantes. 

Para o diretor-executivo do Curso Positivo, Alceu Gnoatto, a leitura é fundamental para o estudante, tanto para acompanhar as aulas quanto para interpretar o mundo. “Nos processos seletivos, essa vivência impacta diretamente o desempenho, especialmente na redação, mas também nas áreas de exatas, nas quais a leitura crítica é decisiva. Além disso, o hábito de ler fortalece o foco, a disciplina e a autonomia”, pontua.

Na Aprende Brasil Educação, que atua em parceria com redes públicas municipais em todo o país, o projeto Além da Narrativa se destaca por oferecer aos estudantes kits de literatura infantil e juvenil, acompanhados de percursos de leitura e de materiais de apoio. O objetivo é fortalecer o trabalho estruturado de compreensão, interpretação e produção textual nas escolas públicas dos municípios parceiros.

Além disso, o incentivo à leitura está incorporado às soluções didáticas da Educação Infantil ao 9º ano. As propostas incluem atividades baseadas em diferentes gêneros textuais e sugestões sistematizadas de leitura nos Manuais do Professor, bem como em obras que compõem os materiais, especialmente na educação infantil, potencializadas por formações conduzidas pela Assessoria Pedagógica. “Nossas propostas favorecem a criatividade, a linguagem e o vocabulário, além de fortalecer valores e vínculos. Ao longo da jornada escolar, a leitura impacta diretamente a compreensão dos conteúdos, a retenção de informações e o interesse por conhecer mais sobre o mundo”, explica o diretor-executivo da Aprende Brasil Educação, Fábio de Oliveira.

Em 2026, o Instituto Positivo passa a assumir o incentivo à leitura literária como um de seus pilares estratégicos, ampliando sua atuação no investimento social. A nova fase foi marcada pela inauguração do primeiro Canto de Leitura na comunidade do Parolin, em Curitiba, espaço mantido permanentemente pelo Instituto e estruturado para funcionar como minibiblioteca aberta à comunidade. A iniciativa integra um plano de expansão que prevê a implantação de novos espaços em instituições sociais e escolas públicas. Paralelamente, o Instituto lançou a coleção gratuita Um Convite à Leitura, com cartilhas assinadas por especialistas sobre contação de histórias, neurociência da leitura e leitura compartilhada. Outra iniciativa é o Programa Ler Transforma, videocast disponível no YouTube, que reúne conversas com autores, educadores e mediadores de leitura.

A estratégia também inclui a ampliação do voluntariado corporativo, com formação de mediadores e ações em escolas públicas e hospitais do SUS, consolidando uma política permanente de fomento à leitura que articula a atuação territorial, o engajamento de colaboradores e o acesso qualificado ao livro. “Estamos estruturando uma rede de incentivo à leitura que conecta especialistas, educadores e comunidades. Queremos recolocar a leitura literária no centro da vida das pessoas. O acesso ao livro precisa ser cotidiano e afetivo, especialmente nas comunidades mais vulneráveis”, afirma a pesquisadora do Instituto Positivo, Maíra Weber.

Natura é destaque no Prêmio Nacional de Inovação ao conquistar duas categorias

0

Natura é destaque no Prêmio Nacional de Inovação ao conquistar duas categorias

Organizada anualmente pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a premiação é a principal iniciativa de reconhecimento e estímulo às práticas inovadoras no Brasil

A Natura foi destaque no 9º Prêmio Nacional de Inovação da Confederação Nacional da Indústria (CNI), realizado na última quinta-feira (26), ao vencer duas categorias: Lei do Bem e Pesquisadores Inovadores. Única empresa a ser premiada em todas as edições do evento e convidada como Hors Concours (referência absoluta na categoria) em 2021, a empresa consolida uma trajetória de inovação singular no país, evidenciando o papel estratégico de seus mais de 500 pesquisadores e da sua capacidade de transformar projetos de complexidade em soluções inovadoras de impacto para o mercado nacional.

“Receber estes reconhecimentos é motivo de grande orgulho para todos nós. Expressamos nosso reconhecimento a todos os pesquisadores e pessoas colaboradoras dedicados à Pesquisa e Desenvolvimento, cujo compromisso com a excelência garante que a inovação seja o motor de competitividade da nossa companhia”, afirma Manuel Rios, diretor executivo de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) da Natura.

“Na Natura, acreditamos que o futuro da inovação está na interseção entre ciência, tecnologia e natureza. Seja ao descarbonizar nossa cadeia, ao transformar a Amazônia em uma plataforma global de bioinovação, ou ao desenvolver novos ativos a partir da biodiversidade, estamos construindo um modelo em que performance e impacto positivo caminham juntos”, completa o executivo.

Na categoria Lei do Bem, a Natura venceu com a iniciativa ligada ao bioingrediente Ajurú, desenvolvido em parceria com pesquisadores da Universidade Federal do Pará (UFPA). Coletado em uma comunidade próxima à restinga amazônica, ele é capaz de estimular a produção de um tipo único de colágeno. O projeto resume o modelo de inovação da companhia ao combinar o desenvolvimento de bioingredientes amazônicos, a pesquisa por ingredientes de alto desempenho cosmético, a atuação em rede com parceiros estratégicos e a capacidade de gerar impacto positivo.

Já na frente Pesquisadores Inovadores, categoria que debutou na premiação este ano e que reconhece nomes que se destacaram em projetos de PD&I no País, a Natura celebrou a vitória de Carla Scanavez. A cientista foi reconhecida por seu papel fundamental na coordenação do Programa de Aceleração em Cabelos da companhia, no qual desenvolveu as comprovações da bioproteína tripla ação na Linha Natura Lumina, tecnologia que aumenta a resiliência dos fios em 291%. Pioneira em modelos de folículo 3D e estudos de microbiota de couro cabeludo, a pesquisadora articulou parcerias globais (como entre a Universidade de São Paulo e a de Princeton, nos Estados Unidos) para o desenvolvimento de novas metodologias altamente tecnológicas que converteram ativos da sociobiodiversidade, como Murumuru, em patentes internacionais. 

Para auditar a gestão organizacional e identificar oportunidades de vanguarda, o júri da Premiação utiliza metodologias alinhadas ao Manual de Oslo, o principal guia internacional para a coleta e interpretação de dados sobre inovação, além de referências globais.

Sobre a Natura

Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira líder em beleza e cuidados pessoais na América Latina. Por 11 anos consecutivos é a companhia de melhor reputação do Brasil e mais responsável em ESG pelo ranking Merco. Há mais de 25 anos, por meio do relacionamento com comunidades extrativistas na Amazônia, a Natura foi pioneira no uso cosmético de bioativos da sociobiodiversidade brasileira. Hoje, essa atuação gera benefícios para milhares de famílias e contribui para conservar 2,2 milhões de hectares de floresta. A Natura foi a primeira companhia de capital aberto a receber, em 2014, a certificação de Empresa B pelo B Lab, organização que reconhece globalmente negócios que combinam a geração de lucro ao impacto socioambiental positivo. Com operações em 14 países na América Latina, os produtos da marca podem ser adquiridos através das mais de 3 milhões de consultoras na região, via e-commerce, aplicativo Natura, ou nas mais de mil lojas. Para mais informações, visite www.natura.com.br 

Manuel Rios, diretor executivo de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) da Natura, ao receber o prêmio.

Crédito da foto: Marcos Suguio