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Menopausa nas periferias: estudo inédito de Avon Renew revela que o processo de envelhecimento feminino é marcado pela desinformação e escassez de atendimento especializado

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Menopausa nas periferias: estudo inédito de Avon Renew revela que o processo de envelhecimento feminino é marcado pela desinformação e escassez de atendimento especializado

Pesquisa da marca visa ampliar o debate sobre envelhecimento e menopausa em comunidades carentes; e revela os desafios e novas perspectivas sobre as transformações do processo de amadurecimento

Após desenvolver a primeira pele bioimpressa do mundo capaz de reproduzir, com precisão, os efeitos da menopausa na pele, a Avon amplia o diálogo sobre o processo de envelhecimento. A Avon Renew, marca especialista no cuidado da pele e dos ciclos femininos, realizou um estudo antropológico que mergulha nas histórias, dores e desejos silenciados de mulheres que envelhecem nas periferias brasileiras e mexicanas. O levantamento desafia estigmas e revela a força, a reinvenção e os desafios diários da maturidade feminina.

Diante do acelerado amadurecimento populacional brasileiro, que hoje alcança a marca de 32,1 milhões¹ de cidadãos na maturidade, o cenário revela vulnerabilidades femininas em territórios periféricos. Nestas comunidades, que abrigam mais de 16,3 milhões de habitantes sob uma maioria feminina de 51,7%¹, o ato de envelhecer é atravessado por desafios estruturais. O cotidiano nessas regiões é marcado pelo acúmulo de silenciamentos, dificuldades geográficas no acesso à saúde pública e uma profunda exaustão física e mental que define a jornada dessas mulheres.

Realizado no primeiro semestre de 2025, o estudo de Avon Renew entrevistou 35 mulheres no Brasil e no México, com idades entre os 36 e 71 anos. De acordo com a pesquisa, uma em cada cinco mulheres vive em áreas periféricas e são majoritariamente negras e indígenas. Além disso, cerca de 50% delas trabalham em atividades informais, no qual muitas transformam sua casa em espaços de trabalho.

A invisibilidade da menopausa

Segundo o estudo “À Margem, Histórias de Envelhecimento Feminino” de Avon Renew, a ampla maioria das mulheres entrevistadas relataram que o processo da menopausa é marcado pela desinformação e escassez de atendimento médico. Sintomas físicos severos, como calor extremo, ressecamento e sensibilidade da pele, surgimento de melasma e dores articulares, misturam-se a impactos psicológicos como irritabilidade, insônia e exaustão. “Estou enfrentando um climatério precoce, ganho de peso, melasma gritando, cabelo caindo, mexe no físico e no psicológico”, afirma a brasileira Vanderleya, uma das entrevistadas do estudo Avon Renew.

Apesar do sofrimento, o estudo destaca que a menopausa raramente surge como um tema espontâneo, reflexo de normas sociais e culturais que moldaram a maneira como as mulheres percebem e comunicam essa transição. Fruto de gerações silenciadas, essa experiência revela que a menopausa, muitas vezes, precisa ser vivida, mas não é necessariamente nomeada. As entrevistadas relatam ter aprendido a lidar silenciosamente com as transformações de seus corpos, fazendo da omissão uma estratégia de autoproteção diante do preconceito social que ainda permeia o processo de envelhecimento.

A “Beleza Possível” e as estratégias de cuidado

Para aliviar os sintomas da menopausa, as mulheres entrevistadas recorrem a saberes ancestrais e redes de apoio comunitárias, utilizando opções acessíveis como chás, toalhas geladas e receitas caseiras. Já no âmbito da beleza, a falta de acesso a tratamentos caros não significa negligência com o corpo. O estudo evidencia o conceito de “beleza possível”, adaptando suas rotinas de cuidados de skincare à própria realidade financeira e fazendo escolhas criativas para manter a vaidade, utilizando produtos acessíveis.

As rotinas de cuidados são adaptadas de forma criativa, provando que a periferia é um espaço de invenção, resistência, solidariedade e de forte potência cultural e feminina.

Contrariando a narrativa de que o envelhecimento é o início do processo de declínio, o estudo de Avon Renew revela que essas mulheres enxergam a maturidade como uma fase de recomeço e libertação. Ao atingirem essa etapa, muitas relatam o desejo de se desvincular de imposições históricas e sociais que as sobrecarregam durante toda a vida, focando na construção de autonomia afetiva e financeira.

Envelhecer pode ser uma maneira de se desvincular de imposições históricas e sociais, reapropriando-se da própria vida de forma mais livre. Nesse sentido, o envelhecimento não é um fim em si mesmo mas uma fase de potência e reconstrução identitária, onde a experiência pessoal se entrelaça a um contexto de resistência e novas possibilidades de existir.

Evolução como FemTech

Por meio da Avon Renew, marca pioneira que, há mais de três décadas, transforma o cenário da beleza com soluções de alta performance fundamentadas na compreensão profunda dos ciclos femininos, a Avon reafirma sua escolha estratégica de ressignificar o envelhecimento e a menopausa. Este compromisso se traduz em frentes multidisciplinares que promovem impactos tangíveis e mensuráveis para as mulheres na América Latina e no mundo.

“Envelhecer é uma experiência que atravessa diferentes realidades sociais e culturais. Com esse novo estudo, buscamos ampliar o olhar para as mulheres que envelhecem nas periferias da América Latina e trazer visibilidade às suas histórias, além de ampliar o diálogo sobre os processos da menopausa. Mais do que compreender os desafios, queremos contribuir para que o envelhecimento feminino seja vivido com mais respeito, autonomia e possibilidades”, afirma Tatiana Ponce, CMO e head de Inovação da Natura.

Fundamentado em análises demográficas e teóricas, aliadas à escuta sensível de diversas realidades, o novo estudo de Avon Renew nasce para potencializar o diálogo ativo, celebrando as trajetórias, visões de mundo e horizontes de futuro das mulheres. A iniciativa busca decifrar as necessidades autênticas da rotina de cuidados, rompendo o silêncio que envolve a menopausa para fomentar espaços de acolhimento e inclusão, e também é um convite à sociedade para ser aliada na jornada positiva do envelhecer da mulher periférica.

¹ IBGE. Censo Demográfico 2022: comprimido e recontado. Rio de Janeiro: IBGE, 2023.

Sobre Avon

Fundada em 1886 com o propósito pioneiro de promover a autoestima e a emancipação feminina, a Avon consolidou-se como uma das maiores referências globais em beleza. Parte do grupo Natura desde 2020, a marca opera sob o modelo de Femtech desde 2026— uma ‘startup do feminino’ que funde seu legado de mais de mil patentes a uma estrutura ágil e cultura digital-first. Com gestão majoritariamente feminina e estratégia unificada do México à Argentina, a Avon foca na geração de valor e na democratização de tecnologias de alta performance, como o exclusivo Protinol e o Retinol. Sua operação omnicanal integra o social selling de 1,5 milhão de Consultoras de Beleza a uma rede de e-commerce e mais de 1.200 pontos de ve

Vestir o Olhar homenageia Efigênia Rolim com estreia de documentário no Pátio Batel

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Vestir o Olhar homenageia Efigênia Rolim com estreia de documentário no Pátio Batel

Encontro marcou a primeira exibição do documentário produzido em parceria com o Museu Oscar Niemeyer e contou com performance de Carlos Daitschman, padrinho artístico da “Rainha do Papel de Bala”

Na noite de segunda-feira (28/09), o Pátio Batel celebrou a trajetória e o legado de Efigênia Rolim, artista homenageada da segunda edição da ocupação Vestir o Olhar. O encontro aconteceu no Átrio do Piso L1, dentro da própria mostra, e reuniu familiares, amigos, artistas e profissionais que fizeram parte de sua história.

Os convidados assistiram, em primeira mão, ao documentário sobre a artista, produzido pelo Pátio Batel e pelo Museu Oscar Niemeyer (MON), e acompanharam uma performance de Carlos Daitschman, contador de histórias, ator, figurinista e padrinho artístico de Efigênia. O curta fica em exibição no espaço da ocupação e está disponível nas redes sociais das duas instituições.

Nascida em Abre Campo (MG), em 1931, e radicada em Curitiba, Efigênia começou a criar no início dos anos 1990, quando encontrou um papel de bala brilhando no chão. Desde então, transformou embalagens, papéis metalizados e plásticos descartados em vestidos, adornos e esculturas de cores vibrantes. Poeta e educadora, construiu uma obra que aproximou, de forma pioneira, o reaproveitamento de materiais e a arte do vestir. Efigênia faleceu em março deste ano, aos 94 anos.

O documentário também revisita a criação da “Rainha do Planeta”, obra presente em Vestir o Olhar II e cedida pelo Museu Oscar Niemeyer. Com 1,88 metro de altura, a escultura é um manequim que a artista revestiu com embalagens diversas, e traduz a evolução de sua produção: as flores de papel de bala, que no início enfeitavam vestidos de bonecas e as próprias roupas de Efigênia, passaram com o tempo a cobrir objetos maiores e esculturas inteiras. Para a artista, a Rainha encarnava um espírito da natureza protetor do planeta, síntese de uma obra que sempre uniu arte, reaproveitamento e consciência ambiental.

Além da peça do MON, o conjunto de obras de Efigênia exibido na ocupação reúne trabalhos emprestados pela Simões de Assis, galeria curitibana fundada em 1984, e por colecionadores particulares.
“Numa exposição sobre a relação entre moda e arte, não podíamos deixar de pensar na Efigênia, uma artista ímpar. Como curitibana, lembro dela desde criança, um ícone da cidade. É uma honra homenageá-la na nossa ocupação artística”, afirma Camila Fleischfresser, head de marketing do Pátio Batel.

A parceria com o MON vai além do filme: o museu cedeu à ocupação uma obra de seu acervo assinada por Efigênia, responde pela seleção de videoartes do telão central e dedica à artista a mostra “Efigênia Rolim: A Poética do Resíduo”, no Espaço Homenagem, ao final do túnel.

Com curadoria de Ana Carolina Ralston e produção da Ayo Cultural, Vestir o Olhar reúne obras de nove artistas sob o mote “a arte compõe e a moda expõe” e segue com visitação gratuita até 18 de outubro.

Assista ao documentário neste link: https://youtu.be/Qf8Q6PP1Ivc

Sobre o Pátio Batel

Entretenimento, cultura, lazer e compras em um local singular de Curitiba. O Pátio Batel é o único shopping do segmento luxo do Sul do Brasil, com aproximadamente 190 estabelecimentos, entre eles 72 lojas exclusivas como Prada, Burberry, Gucci, Carolina Herrera, Louis Vuitton e Tiffany & Co. Em seus 13 anos de história, o Pátio Batel se consolida como “único em todos os sentidos”: um espaço pensado para acolher em uma experiência completa de bem-estar, moda e luxo.

Dia das Crianças deve levar 63,9% dos paranaenses às compras, aponta Fecomércio PR

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Dia das Crianças deve levar 63,9% dos paranaenses às compras, aponta Fecomércio PR

Com tíquete médio menor e pesquisa de preços em alta, Grupo MiniPreço aposta em custo-benefícios, programação especial, e facilidades para aquecer o varejo

A corrida pelo presente do Dia das Crianças já movimenta o comércio de todo o país. A poucos dias da data, pais, avós, tios e padrinhos buscam alternativas que unam preço e qualidade ao desejo dos pequenos. Segundo a Sondagem de Intenção de Compras para o Dia das Crianças de 2026 da Fecomércio PR, 63,9% dos consumidores paranaenses pretendem presentear neste ano, um salto expressivo de 15,8% em relação a 2025 (48,1%).

O aumento da disposição para comprar, no entanto, vem acompanhado de maior cautela com o orçamento. O tíquete médio estimado caiu de R$188,65 no ano passado para R$171,32 em 2026, com a maior parte dos consumidores planejando gastar um teto de R$150. A pesquisa aponta ainda que 77,7% dos paranaenses comparam preços antes da compra e que 47,7% deixam para adquirir os presentes na semana anterior à data.

Para o diretor comercial do Grupo MiniPreço, Beni Gelhorn, esse comportamento racional já é percebido nas lojas. “O consumidor chega mais informado e sabe que precisa fazer o dinheiro render. No Dia das Crianças isso fica ainda mais evidente porque existe uma expectativa muito grande por parte das crianças, enquanto os pais precisam encontrar um presente que esteja dentro do orçamento e que tenha qualidade”, afirma Beni.

Brinquedos certificados lideram a preferência

Ainda de acordo com os dados da Fecomércio PR, os brinquedos continuam sendo os grandes protagonistas da data, escolhidos por 60,3% dos consumidores, seguidos por roupas e calçados (34,3%) e jogos educativos (27,2%). A qualidade do produto desponta como o principal fator de influência na decisão de compra (19,5%), seguida por promoções e preço baixo.

Essa busca por segurança e custo benefício se reflete diretamente nas prateleiras do Grupo MiniPreço, que conta com uma enorme variedade de opções, desde os clássicos até a febre do momento, os bonecos e acessórios “squish”. A rede reforça que o mix de brinquedos comercializado possui o selo do INMETRO, atendendo a uma das principais exigências dos pais.

“Hoje os pais não estão olhando somente para o que está fazendo sucesso entre as crianças. Existe uma preocupação muito maior com segurança, qualidade e custo benefício. É um conjunto de fatores que acaba pesando na decisão. Por isso, preparamos uma curadoria rigorosa com selo do INMETRO, oferecendo total tranquilidade”, destaca o diretor comercial.

Sábado de festa, fantasias e atrações nas lojas

Além da movimentação comercial, o sábado, 10 de outubro, será marcado por uma programação especial e totalmente gratuita nas lojas do Grupo MiniPreço. As campanhas de Dia das Crianças na rede são conhecidas pela atmosfera lúdica: colaboradores trabalham fantasiados, distribuem guloseimas e as unidades recebem decoração temática exclusiva.

Para garantir a diversão das famílias, as unidades Pinhais, Xaxim, Bacacheri e Santa Felicidade contarão com brinquedos infláveis de grande porte das 9h às 18h. Já as lojas do Fanny, Paranaguá, Fazenda Rio Grande, Fazendinha, Colombo e Araucária receberão camarins de pintura infantil das 14h às 18h.

“O Dia das Crianças tem esse componente emocional muito forte. A criança quer ganhar o presente, mas também quer participar, brincar e viver aquele momento. Por isso, pensamos em uma experiência que envolva a família e não apenas na compra de um produto”, finaliza Beni Gelhorn.

Formas de pagamento e atendimento no feriado

Alinhado ao comportamento de consumo mais racional apontado pela Fecomércio PR, onde o pagamento à vista (como o Pix, liderando com 31,8%) e o controle do endividamento ganham espaço, o Grupo MiniPreço oferece facilidades flexíveis para o orçamento: parcelamento em até 12x sem juros, ou em até 18x com a primeira parcela para 30 dias pelo MPCred (crediário próprio), além de 10% de cashback em todas as compras.

Para quem deixar as compras ou a diversão para a última hora, a rede confirma que as lojas do Grupo MiniPreço estarão abertas normalmente no feriado de 12 de outubro (segunda-feira).

Serviço:

Grupo MiniPreço

Horário de atendimento: de segunda a sábado, das 8h às 20h. Domingos e feriados, das 9h às 19h. Lojas abertas normalmente no feriado de 12 de outubro (segunda-feira)

Confira o endereço mais próximo em: https://site.minipreco.com.br/lojas/

Redes Sociais: @miniprecobr

Clube MiniPreço: https://onelink.to/ncpdcu

Projeto “Cores Fora de Tela” leva oficinas de arte e inclusão até São José dos Pinhais

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Projeto “Cores Fora de Tela” leva oficinas de arte e inclusão até São José dos Pinhais

Iniciativa dos Amigos do HC, expande atuação para a Região Metropolitana, oferecendo 80 vagas exclusivas no contraturno escolar

O projeto Cores Fora de Tela, iniciativa de sucesso dos Amigos do HC e executado no DEDICA (Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente), chega a São José dos Pinhais, na Grande Curitiba. As oficinas serão realizadas na Escola Municipal Prof.ª Terezinha Toczek, no bairro Vila Nova, e foram estrategicamente planejadas para outubro, para celebrar o Dia das Crianças.

A iniciativa visa conscientizar crianças e adolescentes sobre o uso excessivo de telas através de oficinas de ilustração, ampliando o acesso à produção cultural, incentivando a formação artística e valorizando manifestações culturais.

Nesta primeira edição em São José dos Pinhais, o projeto vai atender 80 alunos, contemplando crianças de 7 a 10 anos matriculadas na escola da rede municipal. As aulas ocorrem no contraturno escolar, às segundas e terças-feiras, nos períodos da manhã e da tarde, divididas em quatro turmas de até 20 participantes cada, com um ciclo de cinco aulas por turma.

As aulas serão conduzidas pelo professor Francisco Benvenuto Gusso, que integra uma equipe de seis profissionais que inclui monitor, intérprete de Libras para acessibilidade, produtora e dois profissionais de foto e vídeo dedicados ao registro completo das atividades.

Kit exclusivo e acolhimento

Para garantir que cada aluno tenha a melhor experiência criativa e inclusiva, cada participante selecionado recebe um kit completo composto por mochila, caderno, lápis de desenho, lápis de colorir, canetas, borracha, apontador, camiseta e garrafinha de água para acompanhar as aulas.

De acordo com Camille Bittencourt, produtora cultural e responsável pela realização do projeto, a receptividade da comunidade escolar superou as expectativas. “As inscrições foram um sucesso tão grande que formamos fila de espera para participar, o que já nos gera ótimas expectativas para novas edições e futuras expansões na região”, conta.

Rede de apoio e patrocínio

O sucesso e a gratuidade da extensão do Cores Fora de Tela em São José dos Pinhais são frutos da parceria e do incentivo de empresas comprometidas com a cultura e o desenvolvimento social. O projeto conta com o patrocínio de Alpha Química, Grupo Incopostes, Alvorada Autopeças, Emgea, Grupo Incansável, Pasa e Schattdecor.

Sobre a Associação dos Amigos do HC

Os Amigos do HC são uma Organização da Sociedade Civil (OSC) sem fins lucrativos que, há 40 anos, atua na promoção da saúde e defesa de direitos. Seu compromisso consiste em melhorar a qualidade do atendimento aos pacientes do SUS, familiares e acompanhantes do Complexo Hospital de Clínicas da UFPR.

Desde 2016, a associação também presta assistência interdisciplinar para crianças e adolescentes vítimas de violências graves e gravíssimas por meio do Programa DEDICA – Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente. Em 2024, ampliaram a atuação com o lançamento do Programa PROTEGER, que passou a oferecer em Paranaguá o mesmo modelo de atendimento realizado pelo DEDICA em Curitiba. Além disso, desde 2021, mantém o Programa CEDIVIDA – Centro de Direitos à Vida da Pessoa Idosa, focado no protagonismo e no envelhecimento saudável.

Integração e alto rendimento marcam torneio misto de esgrima em Curitiba

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Integração e alto rendimento marcam torneio misto de esgrima em Curitiba

Competição reuniu esgrimistas olímpicos e paralímpicos e reforçou o desenvolvimento da modalidade no Paraná

A segunda etapa do 1º Torneio Misto Paralímpico e Olímpico de Esgrima movimentou o Parque Olímpico do Cajuru, em Curitiba, entre os dias 2 e 4 de outubro. Promovida pela Federação de Esgrima do Paraná, a competição reuniu 43 atletas de oito clubes do Estado, reforçando a proposta de aproximar a esgrima olímpica e paralímpica, ampliar a visibilidade da modalidade e promover a inclusão por meio do esporte.

Nesta etapa, participaram exclusivamente atletas do Paraná, mas o número de competidores foi superior ao registrado na primeira fase. A disputa contou com nomes de destaque da esgrima olímpica e da paraesgrima, entre eles Carminha Oliveira, Moacir Ribeiro, Bernardo Maestrelli, Anderson Pires, Aydee Dias, Luigi Melani e Igor Moraes, que se preparam para representar o Brasil em competições internacionais neste mês.

Um dos destaques foi Anderson Pires, representante da Associação de Deficientes Físicos do Paraná (ADFP). Atleta da categoria B, que compete em condições de desvantagem diante de competidores da categoria A e de atletas olímpicos, ele conquistou uma medalha na espada na primeira etapa e, desta vez, foi campeão do sabre. Na espada masculina, prova com maior número de participantes, os jovens Bernardo Maestrelli (ADFP) e Luigi Melani (Sociedade Thalia) também chegaram ao pódio.

Entre as mulheres, Carminha Oliveira (Icarus Fencing) foi destaque ao conquistar medalhas em todas as provas das quais participou. A atleta paralímpica, que representou o Brasil nos Jogos de Tóquio 2020 e Paris 2024, também foi campeã do sabre feminino nesta etapa.
Para a responsável técnica pelo projeto, Tabea Epp Kuster Alves, o encontro entre atletas olímpicos e paralímpicos contribuiu para elevar o nível das disputas e também serviu como preparação para competições futuras.

“O evento teve um alto nível técnico, com a participação de atletas de alto rendimento do Paraná, tanto da paraesgrima quanto da esgrima olímpica. Isso deixou os jogos bem competitivos. Os atletas puderam interagir com atletas diferentes dos que estão habituados, o que também serviu como preparação para seus próximos desafios”, afirma.

Parque Olímpico

A escolha do Parque Olímpico do Cajuru também teve um significado especial para o projeto. O espaço é um dos polos das escolinhas públicas de esgrima mantidas em parceria com a Secretaria Municipal do Esporte, Lazer e Juventude (SMELJ). Com a realização do torneio no local, as crianças que participam das atividades regulares puderam conhecer a paraesgrima e acompanhar disputas de armas que não fazem parte de seus treinamentos diários, como florete e sabre.
“Levar uma competição para o Parque Olímpico do Cajuru foi muito importante e valoriza o espaço que a SMELJ tem nos cedido para fomentar essa modalidade”, complementa Tabea.

A experiência também aproximou os jovens praticantes de atletas de alto rendimento e apresentou novas possibilidades dentro do esporte.

Campeões da segunda etapa

Sabre feminino: Carminha Oliveira (Icarus Fencing)
Florete masculino: Sandro Colaço (ADFP)
Espada masculina: Moacir Ribeiro (ADFP)
Espada feminina: Aydee Dias (CMPR)
Sabre masculino: Anderson Pires (ADFP)
Florete feminino: Kelly Ramos (Sociedade Thalia)

O torneio contou com o incentivo de Copel, Compagás e Hexion, por meio do Programa de Fomento e Incentivo ao Esporte (PROESPORTE). A iniciativa contribui para fortalecer a esgrima no Paraná e ampliar os espaços de convivência e competição entre atletas olímpicos e paralímpicos.

Mudança de estação: especialista ensina como renovar os ambientes para a primavera

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Mudança de estação: especialista ensina como renovar os ambientes para a primavera

Transição entre épocas frias e quentes exige cuidados com roupas de inverno e pede soluções práticas de armazenamento e decoração leve

A primavera enfim chegou e a transição climática exige ajustes na organização e decoração de casa. Além da necessidade de higienizar e armazenar corretamente roupas pesadas e mantas, para evitar danos aos tecidos, a nova temporada convida à abertura de janelas, circulação de ar e redução de excessos nos ambientes domésticos.

Para orientar consumidores durante essa transição sem a necessidade de reformas ou grandes investimentos, a personal organizer Larissa Justus, parceira do Grupo MiniPreço, dá dicas de arrumação e reaproveitamento de espaços.

Cuidados no armazenamento das peças de frio

O primeiro desafio do fim do inverno está no guarda-roupa. Peças de lã, casacos e mantas exigem limpeza prévia e embalagem adequada para não mofarem ou sofrerem com a ação do tempo até o próximo ano.

Segundo Larissa Justus, a preparação começa na secagem. “Antes de guardar as roupas de inverno, o primeiro passo é conferir se elas estão bem secas. Depois disso, separo as peças em categorias: casacos mais grossos, malhas, blusas de lã, mantas e acessórios”, explica a especialista.

Para otimizar espaço nos armários e manter os itens protegidos, a indicação é recorrer a recipientes adequados. “Uso caixas organizadoras com tampa, porque protegem as peças e liberam espaço no armário. Uma dica importante é etiquetar as caixas, facilitando a localização no próximo inverno”, orienta.

Renovação visual com intervenções pontuais

No campo da decoração, a mudança de estação não exige a substituição integral do mobiliário. A orientação é manter estruturas de tons neutros e alterar apenas os complementos.

“Móveis, vasos e peças neutras podem ser permanentes na decoração. O ideal é retirar os excessos de mantas e elementos invernais e substituir por tecidos leves, almofadas com cores mais alegres e arranjos de flores ou folhagens nos vasos”, pontua a personal organizer. Segundo ela, ajustes pontuais sobre mesas e bancadas já garantem a sensação de um ambiente renovado.

A eficiência da organização doméstica depende da escolha dos itens corretos para cada tipo de ambiente. A especialista aponta os principais recursos para evitar o acúmulo de objetos no dia a dia:

  • Gavetas: Divisórias internas facilitam a separação e visualização de itens pequenos.
  • Cozinha e Banheiro: Bandejas e cestos organizadores agrupam produtos de uso diário e evitam superfícies desordenadas.
  • Lavanderia: Prateleiras e ganchos de parede aproveitam a área vertical e liberam espaço no piso.
  • Áreas comuns: Caixas com tampa protegem itens de uso ocasional, permitindo que todos os moradores localizem e guardem objetos com facilidade.

“No inverno a tendência é fechar a casa e buscar o aconchego dos tecidos pesados. A primavera faz um convite inverso: abrir janelas, deixar a luz natural entrar e manter a circulação livre”, ressalta Larissa.

Mercado adapta oferta à demanda por praticidade

Atento às transformações de consumo associadas às mudanças de estação, o setor de utilidades domésticas têm ampliado a variedade de insumos voltados à otimização de espaços residenciais e corporativos.

O diretor comercial do Grupo MiniPreço, Beni Gelhorn, destaca que a busca por funcionalidade abrange diferentes perfis de imóveis e rotinas. “A nossa missão é oferecer soluções completas e acessíveis que atendam aos mais diversos problemas de organização da casa e do ambiente de trabalho. Sabemos que cada cômodo tem desafios específicos, seja a falta de espaço no armário, a bagunça em gavetas ou a necessidade de otimizar a lavanderia. Por isso, buscamos trazer um mix variado de produtos, como cestos, caixas, divisórias e organizadores, permitindo que nossos clientes encontrem exatamente o que precisam para deixar a rotina mais leve e funcional”, afirma.

Além de destacar o papel das soluções práticas, o diretor comercial projeta um período aquecido para o varejo de utilidades domésticas ao longo dos próximos meses. “A nossa expectativa é que a busca por itens de organização e utilidades domésticas permaneça em alta ao longo de todo o período de transição para as estações mais quentes. À medida que as famílias preparam a casa para receber os dias mais ensolarados, aumenta a procura por produtos que unam praticidade, organização e renovação dos ambientes”, finaliza o diretor..

Serviço:

Grupo MiniPreço

Horário de atendimento: de segunda a sábado, das 9h às 20h. Domingos e feriados, das 10h às 19h.

Confira o endereço mais próximo em: https://site.minipreco.com.br/lojas/

Redes Sociais: @miniprecobr

Clube MiniPreço: https://onelink.to/ncpdcu

Dia das Crianças: Grupo Servopa transforma lojas em pontos de solidariedade

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Concessionárias serão pontos de coleta de brinquedos, que serão destinados a instituições sociais do Sul e Sudeste

Neste Dia das Crianças, o Grupo Servopa promove o Ciclo da Solidariedade, que torna suas concessionárias pontos de coleta de brinquedos para beneficiar crianças em situação de vulnerabilidade. A campanha parte de uma relação afetiva com a infância e o universo automotivo: antes de dirigir o primeiro carro, muitas crianças já começam a construir seus sonhos por meio dos carrinhos, das pistas imaginárias e das brincadeiras.

Durante a campanha, clientes, colaboradores e a comunidade poderão levar brinquedos às lojas participantes. As doações serão destinadas a instituições sociais das regiões atendidas pelas concessionárias no Sul e no Sudeste, fortalecendo o vínculo entre as operações do Grupo Servopa e as comunidades locais.

Além de disponibilizar suas lojas como pontos de arrecadação, o Grupo também fará uma contribuição própria para ampliar o alcance da campanha. A proposta é unir o engajamento das concessionárias e da população local ao investimento do Grupo, levando mais alegria às crianças atendidas pelas instituições.

Segundo o gerente de marketing do Grupo Servopa, Gabriel Pianaro, a iniciativa destaca o papel das lojas para além de sua atuação comercial. “Nossas concessionárias fazem parte das comunidades onde estão inseridas e acreditamos que essa presença também pode ser transformada em ações que gerem impacto positivo. Ao transformá-las em pontos de coleta e contribuir diretamente para fortalecer a campanha, queremos mobilizar clientes, colaboradores e a comunidade em torno de uma causa que tem um significado muito especial: proporcionar um Dia das Crianças mais feliz para quem mais precisa.”

Com o conceito “O primeiro carro a gente nunca esquece. Doe um brinquedo, transforme um olhar em sorriso”, o Ciclo da Solidariedade reforça que alguns sonhos começam ainda na infância e que pequenos gestos podem ajudar a tornar essas primeiras memórias em experiências de carinho, acolhimento e alegria.

Sobre o Grupo Servopa

Há 70 anos atuando no mercado, o Grupo Servopa se consolidou como um dos principais grupos do setor automotivo no Brasil, representando 15 marcas de renome como Volkswagen, Audi, Hyundai, BYD, GAC, Honda, Peugeot, Volvo e Harley-Davidson. Com sede em Curitiba (PR), reúne operações em concessionárias de veículos, consórcios e serviços relacionados, com 52 lojas distribuídas nos estados do Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo.

DEDICA completa dez anos de proteção a crianças e adolescentes contra violências graves

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DEDICA completa dez anos de proteção a crianças e adolescentes contra violências graves

Mantido pela Associação dos Amigos do HC, programa é referência nacional na prevenção e atendimento às vítimas

Em setembro, o DEDICA, Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, completa dez anos dedicados à proteção de crianças e adolescentes. Iniciativa da Associação dos Amigos do Hospital de Clínicas, o programa é referência nacional no atendimento a vítimas de violência grave ou gravíssima.

A assistência é gratuita e interdisciplinar, abrangendo atendimento médico, psicológico, psiquiátrico, social, de proteção legal e psicanálise. Os casos que chegam ao DEDICA são encaminhados por instituições como Hospital de Clínicas, Ministério Público, Varas da Infância, Conselhos Tutelares, delegacias e outros serviços da rede de proteção à infância e adolescência.

Ao longo da última década, a atuação do programa passou a incluir prevenção, pesquisa e formação de profissionais. Segundo a coordenadora do DEDICA, Dra. Luci Pfeiffer, o movimento é fundamental para proteger crianças e adolescentes. “Hoje, o DEDICA amplia cada vez mais sua atuação na proteção da criança e do adolescente e na garantia do direito a um crescimento saudável e protegido, inclusive no mundo virtual”, explica.

A identificação precoce de situações de violência é uma das estratégias para reduzir seus impactos e interromper ciclos que podem se prolongar por anos. “Não conseguimos reverter tudo quando a violência já deixou suas marcas, especialmente quando é repetida e, muitas vezes, mesmo após denunciada, não é tratada nem interrompida”, afirma a coordenadora do programa.

Segundo ela, acompanhar crianças e adolescentes que conseguem reconstruir suas trajetórias é um dos principais resultados desse trabalho. “Não existe satisfação maior do que ver essa criança ou esse adolescente com metas para o dia a dia, projetos e planos para o futuro. Inclusive, com o desejo de formar uma família e oferecer aos seus filhos o cuidado que um dia receberam”, relata.

Proteção também no ambiente virtual

A relação entre infância, família e tecnologia está presente na trajetória do DEDICA desde sua criação. Em 2016, a campanha “Conecte-se ao que importa” chamava a atenção para a importância do vínculo entre pais e filhos diante do avanço do ambiente digital, com a frase: “Mamãe, qual é a senha para conversar com você?”.

Dez anos depois, a violência no ambiente virtual representa um novo desafio para famílias e profissionais. O DEDICA amplia as ações de prevenção e enfrentamento, com foco em informação, acompanhamento familiar e proteção integral.

Capacitação fortalece a rede de proteção

A formação de profissionais é uma das frentes permanentes de atuação do DEDICA. Por meio de palestras, cursos, conferências e materiais educativos, o programa busca ampliar a capacidade da rede de proteção para identificar sinais de violência e agir de forma precoce.

Como parte dessa atuação, os dias 10 e 17 de setembro foram dedicados aos encontros da atividade “Prevenção da Violência contra a Criança e o Adolescente para a Rede de Atenção à Saúde – SMS”. A iniciativa integra o Acordo de Cooperação Técnica firmado entre a Associação dos Amigos do Hospital de Clínicas e a Secretaria Municipal da Saúde e tem como objetivo fortalecer a capacitação dos profissionais para a identificação e o enfrentamento de situações de violência contra crianças e adolescentes.

Para Luci Pfeiffer, ainda é necessário ampliar o conhecimento sobre a violência contra crianças e adolescentes entre os profissionais que atuam diretamente com esse público. “Temos um caminho muito grande pela frente para que todos os profissionais que trabalham na assistência à criança tenham conhecimento sobre a violência e estejam preparados para identificar seus sinais, fazer um diagnóstico precoce e atuar também na prevenção”, afirma.

Alterações de comportamento, agressividade, dificuldades de aprendizagem e outras mudanças podem estar relacionadas a situações de violência e, por isso, exigem atenção dos profissionais que acompanham crianças e adolescentes. “Temos muitos desafios. Então, em todos os níveis da nossa sociedade, onde muitas vezes a ideia de que ser pai e mãe daria a capacidade de proteger e cuidar, infelizmente não. E nós podemos mudar isso e precisamos mudar”, conclui a coordenadora do DEDICA.

Sobre o DEDICA

Mantido pela Associação dos Amigos do HC, o programa conta com recursos de diferentes fontes, incluindo destinações do Imposto de Renda de pessoas físicas e jurídicas, fundos voltados aos direitos da criança e do adolescente e o Programa Nota Paraná. Entre os reconhecimentos recebidos, estão o Prêmio Prioridade Absoluta, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), conquistado pelo DEDICA em 2022 e novamente em 2025, além do Prêmio Zilda Arns de Responsabilidade Social, da ADVB-PR, e do Prêmio Áster de Responsabilidade Social.

Colchão afundando: quando é normal e quando indica que está na hora de trocar?

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Colchão afundando: quando é normal e quando indica que está na hora de trocar?

Especialista explica por que pequenas acomodações podem acontecer com o uso e quais sinais indicam perda de sustentação ou desgaste do colchão

Perceber uma marca no colchão exatamente no lugar onde se costuma dormir pode gerar uma dúvida imediata: ele está com defeito? Nem sempre. Com o uso, alguns materiais que compõem o colchão podem passar por uma acomodação natural. O problema é quando o afundamento se torna excessivo, permanece mesmo sem ninguém sobre a cama ou começa a interferir no conforto e na sustentação do corpo.

Segundo Jarbas Carneiro, diretor da Carneiro Colchões Artesanais, é importante diferenciar acomodação de deformação. “O colchão recebe peso e pressão durante várias horas, todas as noites. Dependendo dos materiais utilizados em sua composição, é natural que exista alguma acomodação ao longo do tempo. O que merece atenção é quando surge uma deformação acentuada, que não retorna, ou quando a pessoa percebe que perdeu a sustentação que tinha antes”, explica.

Um dos sinais mais fáceis de observar é a formação de uma área visivelmente mais baixa no local onde a pessoa dorme. Também vale prestar atenção quando existe uma diferença significativa entre os lados da cama ou quando o corpo parece “cair” sempre para o mesmo ponto. “Às vezes, a pessoa se acostuma gradualmente à mudança e demora a perceber que o colchão já não está oferecendo o mesmo suporte. Olhar para a superfície sem roupa de cama e observar se existem desníveis ajuda a identificar alterações”, orienta Carneiro.

A durabilidade depende de uma combinação de fatores, como qualidade das matérias-primas, estrutura interna, peso e hábitos de quem utiliza o colchão, além da base sobre a qual ele está apoiado. Por isso, estabelecer um prazo único para a troca pode ser um erro. Há colchões que apresentam desgaste em poucos anos, enquanto produtos construídos com materiais de maior qualidade podem permanecer em boas condições por muito mais tempo.

Na Carneiro Colchões Artesanais, por exemplo, os colchões têm durabilidade estimada entre oito e 20 anos, dependendo do modelo e das condições de uso, e garantia que pode chegar a dez anos. Entre as características de fabricação estão a utilização de molas ensacadas individualmente, com 255 molas por metro quadrado em alguns modelos, e molas de fabricação sueca.

“Mais importante do que simplesmente contar quantos anos o colchão tem é observar como ele está se comportando. Um produto bem construído não precisa ser substituído apenas porque atingiu determinada idade. Da mesma forma, não faz sentido continuar utilizando um colchão que perdeu suas características de sustentação só porque ainda está dentro de um prazo considerado médio”, afirma Jarbas.

A base da cama também deve entrar nessa avaliação. Uma estrutura desnivelada, danificada ou incompatível com o colchão pode comprometer o apoio e até provocar a impressão de que o problema está no colchão. Por isso, antes de concluir que chegou a hora da troca, a recomendação é verificar o conjunto.

Outro cuidado é observar as orientações específicas do fabricante sobre uso, limpeza e movimentação do colchão. “O colchão é um produto de uso intenso e diário. Escolher bem é importante, mas cuidar corretamente dele também ajuda a preservar suas características por mais tempo. E, quando aparecer uma alteração fora do esperado, o ideal é procurar o fabricante para avaliar o que está acontecendo”, completa Carneiro.

China reconhece 11 novas profissões e antecipa empregos que podem chegar ao Brasil

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China reconhece 11 novas profissões e antecipa empregos que podem chegar ao Brasil

Lista inclui profissionais de robótica, gêmeos digitais e sustentabilidade; especialista em carreira explica o que novas ocupações revelam sobre o futuro do trabalho

Técnico de robôs inteligentes, especialista em gêmeos digitais, analista de dados esportivos e até artesão de incenso. Essas são algumas das 11 novas profissões reconhecidas oficialmente pela China em setembro. O país também incluiu 23 novos tipos de trabalho em ocupações já existentes, entre eles desenvolvedor de agentes de inteligência artificial, piloto de drones e designer especializado em adaptar residências para idosos.

Desde 2019, a China já reconheceu 121 novas profissões. Mais do que uma atualização de nomenclaturas, o movimento ajuda a mostrar como transformações tecnológicas, econômicas e demográficas começam a criar novas demandas no mercado de trabalho.

Para Alexandre Weiler, consultor de carreira e diretor da ESIC Internacional, a lista chama atenção porque torna concretas mudanças que até pouco tempo pareciam distantes. “Quando falamos que a inteligência artificial e a automação vão transformar o mercado de trabalho, muitas pessoas pensam apenas nas profissões que podem desaparecer. Mas existe outro movimento acontecendo ao mesmo tempo: novas tecnologias criam novas atividades, competências e, em determinado momento, novas profissões”, explica.

Um dos exemplos é o profissional especializado em robótica de inteligência incorporada, responsável por atividades relacionadas à aplicação e ao treinamento de robôs capazes de interagir fisicamente com o ambiente. A área está entre as apostas estratégicas da China para os próximos anos, dentro do avanço da chamada embodied AI, ou inteligência artificial incorporada.

A transformação não acontece apenas pela tecnologia. O envelhecimento da população chinesa, que já soma mais de 323 milhões de pessoas com 60 anos ou mais, também ajuda a criar novos mercados. Entre as novas especialidades reconhecidas está a de profissionais que projetam adaptações de residências para idosos.

E no Brasil?

Para Weiler, algumas dessas nomenclaturas podem nunca chegar ao Brasil exatamente da mesma maneira, mas as competências associadas a elas tendem a aparecer cada vez mais nas empresas.

“O mais importante não é tentar adivinhar qual será o nome da profissão do futuro. É observar quais problemas essas novas profissões estão sendo criadas para resolver. Inteligência artificial, robótica, envelhecimento da população, sustentabilidade e novas formas de logística já estão transformando empresas no mundo inteiro, inclusive no Brasil”, afirma.

O movimento encontra respaldo nas projeções para o mercado brasileiro. Segundo o Future of Jobs Report, do Fórum Econômico Mundial, especialistas em inteligência artificial e machine learning e profissionais de transformação digital estão entre as funções com expectativa de crescimento no país. Quase nove em cada dez empresas brasileiras pesquisadas também pretendem investir na qualificação de seus profissionais nos próximos anos.

Para o consultor, o cenário reforça a importância de acompanhar as transformações antes que uma nova função esteja completamente estabelecida no mercado. “Muitas vezes, a profissão surge depois da necessidade. Primeiro as empresas começam a procurar pessoas que saibam executar determinada atividade; depois vêm os cursos, as especializações e até uma nomenclatura própria. Para quem está construindo uma carreira hoje, entender esse movimento pode ser tão importante quanto escolher uma profissão tradicional”, conclui Weiler.