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Câncer de pulmão diagnosticado no Papa Leão XIV chama atenção para importância da detecção precoce

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Câncer de pulmão diagnosticado no Papa Leão XIV chama atenção para importância da detecção precoce

Pontífice passou por cirurgia para retirada de adenocarcinoma pulmonar; especialista do IOP explica características da doença, sinais de alerta e fatores que influenciam o tratamento

O diagnóstico de câncer de pulmão do Papa Leão XIV, de 71 anos, trouxe à atenção pública o adenocarcinoma pulmonar, um dos principais tipos de tumor maligno que afetam os pulmões. Na terça-feira (13), o pontífice passou por uma cirurgia em Roma, para retirada do lobo inferior do pulmão direito. Segundo boletim médico divulgado pelo Vaticano, o procedimento foi realizado sem complicações e a análise do tecido confirmou a presença de um adenocarcinoma.

O nódulo havia sido identificado durante exames de rotina. Ao anunciar a cirurgia, o próprio Papa informou que a alteração estava localizada e havia sido descoberta em uma fase muito inicial.

O caso chama atenção para uma característica importante do câncer de pulmão: a doença pode se desenvolver sem apresentar sintomas nas fases iniciais, dificultando sua identificação. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o Brasil deve registrar 35.380 novos casos de câncer de pulmão por ano entre 2026 e 2028, sendo 18.730 entre homens e 16.650 entre mulheres. O tumor está entre os mais incidentes no país e permanece como um importante desafio para a saúde pública.

Para a médica Thais Almeida, especialista em Oncologia Clínica do IOP – Instituto de Oncologia do Paraná, o diagnóstico precoce é um dos fatores que mais influenciam as possibilidades de tratamento. “O câncer de pulmão costuma ser associado a sintomas respiratórios importantes, mas nem sempre eles aparecem no início da doença. Em muitos casos, o tumor cresce silenciosamente. Quando conseguimos identificar uma alteração ainda localizada, temos a possibilidade de avaliar tratamentos com intenção curativa, incluindo a cirurgia, dependendo das características do paciente e do tumor.”

O que é o adenocarcinoma pulmonar?

O adenocarcinoma é um subtipo do câncer de pulmão de não pequenas células, grupo que representa a maioria dos tumores malignos pulmonares. Ele se desenvolve a partir de células com características glandulares, geralmente localizadas nas regiões mais periféricas dos pulmões.

Embora o tabagismo seja o principal fator de risco para o câncer pulmonar, o adenocarcinoma também pode ocorrer em pessoas que nunca fumaram. A doença apresenta características biológicas variadas. Alguns tumores crescem lentamente, enquanto outros podem apresentar comportamento mais agressivo. Por isso, além de identificar o tipo de câncer, é fundamental avaliar sua extensão e possíveis alterações moleculares que possam orientar o tratamento.

“Hoje sabemos que dois pacientes com adenocarcinoma pulmonar podem apresentar doenças biologicamente diferentes. A análise do tumor permite identificar características que ajudam a definir a melhor abordagem, inclusive a possibilidade de utilizar medicamentos direcionados a determinadas alterações genéticas”, explica a oncologista.

Quais são os sintomas?

O câncer de pulmão pode permanecer assintomático durante parte de sua evolução. Quando aparecem, os sinais mais frequentes incluem tosse persistente, falta de ar, dor no peito, rouquidão, cansaço, perda de peso sem explicação e, em alguns casos, presença de sangue no escarro. Pneumonias recorrentes ou mudanças no padrão habitual da tosse também merecem investigação.

Esses sintomas não significam necessariamente a presença de câncer, pois podem estar relacionados a diferentes doenças respiratórias. Entretanto, quando persistem ou apresentam piora progressiva, é importante procurar avaliação médica. Segundo o INCA, a ausência de manifestações específicas nas fases iniciais contribui para que muitos diagnósticos ocorram quando a doença já está mais avançada. “Uma tosse que não melhora, falta de ar progressiva ou perda de peso sem causa aparente não devem ser ignoradas. O objetivo não é gerar preocupação diante de qualquer sintoma respiratório, mas reforçar que alterações persistentes precisam ser investigadas”, orienta Thais Almeida.

O que aumenta o risco de desenvolver a doença?

O tabagismo continua sendo o principal fator de risco para o câncer de pulmão. A exposição à fumaça de outras pessoas também contribui para o desenvolvimento da doença. Outros fatores incluem contato prolongado com poluentes atmosféricos, determinadas substâncias químicas no ambiente de trabalho, como amianto e arsênio, além de histórico familiar, predisposição genética e doenças pulmonares crônicas.

A idade também influencia o risco, já que a incidência aumenta com o envelhecimento.
Entretanto, é importante destacar que o câncer de pulmão não é exclusivo de fumantes. Pessoas que nunca tiveram contato direto com cigarros também podem desenvolver a doença. O INCA recomenda não fumar, evitar o tabagismo passivo e reduzir, sempre que possível, a exposição a agentes cancerígenos.

Por que a cirurgia foi indicada no caso do Papa?

Segundo as informações oficiais do Vaticano, o nódulo pulmonar foi identificado em fase inicial e estava localizado. A equipe médica optou pela retirada do lobo inferior do pulmão direito por meio de cirurgia videoassistida, técnica minimamente invasiva que utiliza uma câmera e instrumentos cirúrgicos introduzidos por pequenas incisões.

A cirurgia é uma das principais possibilidades de tratamento para determinados cânceres de pulmão localizados, quando o paciente apresenta condições clínicas adequadas para o procedimento.

A escolha depende de fatores como tamanho e localização do tumor, comprometimento de linfonodos, presença ou ausência de metástases e capacidade respiratória do paciente. A retirada cirúrgica do tumor, entretanto, não significa automaticamente que todo o tratamento esteja concluído. Após a operação, a análise detalhada do material retirado ajuda a determinar o estágio da doença e a necessidade de terapias complementares.

“Quando um tumor pulmonar pode ser retirado cirurgicamente, avaliamos uma possibilidade importante de tratamento com intenção curativa. Mas a decisão sobre os próximos passos depende do resultado anatomopatológico definitivo, da extensão da doença e das características biológicas do câncer. Em alguns casos, a cirurgia é suficiente. Em outros, pode ser necessário complementar o tratamento. Vale ressaltar que estão disponíveis novas tecnologias, com cirurgias modernas, robóticas e por videolaparascopia, com técnicas minimamente invasivas que facilitam a recuperação”, esclarece a especialista.

Quais são as possibilidades de tratamento?

O tratamento do adenocarcinoma pulmonar evoluiu significativamente nos últimos anos. Além da cirurgia, podem ser utilizadas quimioterapia, radioterapia, imunoterapia e terapias-alvo, isoladamente ou em combinação.

As terapias-alvo são medicamentos direcionados a alterações moleculares específicas encontradas em determinados tumores. Já a imunoterapia atua estimulando o sistema imunológico a reconhecer e combater as células cancerígenas. A escolha considera o estágio da doença, os resultados dos exames, as condições clínicas do paciente e as características do tumor.

Em situações específicas, medicamentos também podem ser indicados antes ou depois da cirurgia para reduzir o risco de retorno da doença. “O avanço dos tratamentos permite uma abordagem cada vez mais individualizada. Não basta saber que o paciente tem câncer de pulmão. Precisamos compreender o tipo de tumor, seu estágio e suas características moleculares para definir quais estratégias podem oferecer os melhores resultados”, afirma a oncologista.

O diagnóstico precoce pode fazer diferença

O caso do Papa Leão XIV reforça a importância da investigação de alterações pulmonares e da avaliação individualizada dos fatores de risco. Para pessoas com histórico importante de tabagismo, a tomografia computadorizada de baixa dose pode ser considerada como exame de rastreamento, conforme critérios específicos e avaliação médica. O procedimento não é recomendado indiscriminadamente para toda a população.

O INCA destaca que o rastreamento em pessoas de maior risco deve considerar os possíveis benefícios e riscos dos exames, incluindo a necessidade de investigar alterações que podem não representar câncer. “Nem todo nódulo pulmonar é câncer, assim como nem todo câncer de pulmão provoca sintomas no início. O fundamental é avaliar cada situação corretamente, identificar quem apresenta maior risco e investigar alterações suspeitas. Quanto mais cedo conseguimos diagnosticar determinados tumores, maiores podem ser as possibilidades de tratamento. O rastreio é indicado principalmente em pacientes tabagistas, sendo uma das únicas formas de diagnóstico precoce”, finaliza Thais Almeida, oncologista clínica do IOP.

Sobre o Grupo Med4U

A Med4U é uma holding que engloba algumas das marcas mais reconhecidas no setor da saúde, oferecendo soluções integradas e inovadoras para pacientes e profissionais. Entre as empresas que fazem parte da Med4U estão o IOP (Instituto de Oncologia do Paraná), o IOP Educa, o IOP Pesquisa, o Valencis, a Spesia e o Oncoville. Também fazem parte a Santé Cancer Center, com unidades em Lages e Caçador, em Santa Catarina, e a Clínica Prognóstica Oncologia, sediada em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Juntas, essas instituições formam um grupo dedicado à excelência no cuidado oncológico, educação e inovação em saúde.

O IOP, a marca mais antiga do grupo, que completou 31 anos de atuação em 2026, continua sendo uma referência no tratamento do câncer. Com quatro sedes em Curitiba (PR), o IOP se destaca por suas parcerias estratégicas, como a aliança com o Hospital São Marcelino Champagnat que oferece um tratamento integrado e a parceria com o Hospital Albert Einstein, em São Paulo, sendo a primeira clínica no sul do Brasil a integrar a Rede Einstein de Oncologia e Hematologia. O IOP também se destaca por ter o mais alto nível de acreditação de qualidade no Paraná (ONA 3).

O IOP oferece tratamentos avançados e humanizados, utilizando tecnologia de ponta e uma abordagem multidisciplinar, que inclui Nutrição, Psicologia, Enfermagem, Farmácia e Educador Físico. Além disso, terapias complementares como cromoterapia, aromaterapia e musicoterapia ajudam a proporcionar um cuidado mais completo e humanizado.

Para mais informações ou para agendar sua consulta, acesse nosso site: https://iop.com.br

IOP: Há 31 anos cultivando histórias, cuidando de pessoas.

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Em pleno Outubro Rosa, pacientes com câncer denunciam descaso da Amil, atrasos no tratamento e descumprimento de decisão judicial

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Em pleno Outubro Rosa, pacientes com câncer denunciam descaso da Amil, atrasos no tratamento e descumprimento de decisão judicial

Beneficiários da Amil em tratamento oncológico relatam descaso, informações falsas sobre o credenciamento e migração forçada ao Hospital Erasto Gaertner, além de dados vazados sem autorização. No câncer, cada atraso é tempo que o paciente não tem

Outubro colore monumentos, movimenta campanhas e multiplica mensagens sobre a importância do diagnóstico e do tratamento do câncer. Em Curitiba, porém, enquanto a cidade se veste de rosa, pacientes que já enfrentam a doença relatam uma preocupação bem mais imediata: conseguir continuar o tratamento a tempo. No câncer, o tratamento é uma corrida contra o relógio, e cada semana perdida pode custar a vida.

São pessoas com câncer ou doenças autoimunes, em diferentes momentos do tratamento. Há quem tenha acabado de receber o diagnóstico, quem está há anos em acompanhamento e inclusive uma paciente de 78 anos que mantém vínculo com a mesma equipe há aproximadamente oito anos. Em comum, são beneficiários da Amil que relatam enfrentar dificuldade para conseguir autorização para continuar seus tratamentos, que foram direcionados ao Hospital Erasto Gaertner contra sua vontade e que foram procurados pelo próprio hospital, o qual já tinha seus dados.

Os relatos se repetem, e não são casos isolados. Entre as queixas estão descaso e desrespeito à vida; avisos de um descredenciamento que não aconteceu; informações de que a transferência para outros prestadores seria obrigatória (algo ilegítimo pela ANS); autorizações emitidas para outra instituição sem pedido do paciente; troca de informações pessoais entre pacientes (LGPD); atrasos em autorizações e aplicações; e ligações do Erasto já com os dados do paciente, informando que o tratamento seguiria no hospital. Vários pacientes já recorreram à ANS e tem conseguido manter o tratamento onde escolheram.

Desde fevereiro, uma decisão liminar da Justiça do Paraná garante a continuidade do atendimento desses pacientes no IOP. Ao negar a continuidade do tratamento, a Amil está ferindo essa liminar, e o direcionamento contraria as regras da ANS, que não permitem que a operadora direcione o beneficiário para um prestador específico contra a sua vontade.

Para os pacientes, a dimensão do caso é muito simples: o medo de que uma mudança interfira em um tratamento que já está em andamento e que coloca suas vidas em risco. Para eles, não se trata de uma decisão administrativa ou comercial: são pessoas em tratamento, com vínculo construído com médicos e equipes, e que não querem ser transferidas, especialmente quando as decisões judiciais e resoluções normativas garantem isso a elas. E são os pacientes que convivem com a insegurança, a confusão e os atrasos nas autorizações, uma vez que o plano de saúde vem desrespeitando uma decisão judicial.

Para quem tem câncer, tempo é vida. Um estudo publicado em 2020 no BMJ (British Medical Journal), que reuniu dados de mais de 1,2 milhão de pacientes, mostrou que mesmo quatro semanas de atraso no tratamento já estão associadas a mais mortes em sete tipos de câncer, entre eles o de mama. Na cirurgia, o risco de morte sobe de 6% a 8% a cada quatro semanas de espera; em alguns tratamentos com medicamentos, como a quimioterapia, chega a 28%. Por isso, para esses pacientes, uma autorização que não sai, uma aplicação remarcada ou um tratamento interrompido no meio do caminho não são transtornos burocráticos: podem ser a diferença entre a vida e a morte.

“O IOP virou nosso segundo lar”

Ruy faz imunoterapia no IOP há aproximadamente um ano e meio. Ao longo desse período, diz ter construído uma relação de confiança com a instituição. “Estou tão acostumado com o lugar e com as pessoas que costumo dizer que o IOP virou nosso segundo lar. A gente se dá muito bem com toda a equipe.”

Na aplicação mais recente, entretanto, afirma ter descoberto que o procedimento havia sido autorizado para o Hospital Erasto Gaertner, sem que ninguém tivesse perguntado a ele, como se a mudança fosse obrigatória. Ruy conta que também foi procurado pelo próprio Erasto, que já tinha seus dados e informou que o tratamento seguiria no hospital. Como a data estava próxima e temia perder a aplicação, acabou realizando o procedimento no outro hospital. “Minha aplicação já estava muito em cima da hora. Fiquei com medo de entrar naquele processo de ligar para um, falar com outro e acabar perdendo a aplicação. Por isso, fiz no Erasto. Mas eu não queria mudar. Quero continuar meu tratamento no IOP.” Na imunoterapia, respeitar o intervalo entre as aplicações faz parte do tratamento: perder a data não é um detalhe. Ruy registrou reclamação na ANS contra a Amil e pediu para continuar o tratamento no IOP. Até então, diz não saber onde fará a próxima sessão.

“Seus dados foram encaminhados pela Amil”

Diagnosticada com câncer de mama em 2020, S.M.D.C fez quimioterapia no IOP e, depois de outras etapas do tratamento, voltou ao IOP para dar continuidade ao acompanhamento e à medicação. Por isso, resiste à mudança de um tratamento já estabelecido, com uma equipe na qual confia e à qual considera como família.

Em fevereiro deste ano, ela recebeu um e-mail da Amil informando sobre o descredenciamento do IOP. Na sequência, recebeu uma mensagem por WhatsApp do Erasto informando que seu tratamento havia sido direcionado para a instituição e que seus dados haviam sido encaminhados ao Erasto pela Amil. Segundo ela, o Erasto chegou a marcar consultas no hospital, mas ela não aceitou a mudança e insistiu até conseguir manter o tratamento no IOP.

Recentemente, recebeu nova ligação da Amil falando sobre a transferência de seu tratamento para o Erasto. “Eu perguntei: tem algum problema de descredenciamento? Perguntei por que queriam me transferir, porque eu estava muito contente com o IOP”. Ela diz que não recebeu resposta. Por enquanto, segue no IOP, com a sensação de insegurança pelas atitudes da Amil. E durante esse período recebeu informações falsas sobre o descredenciamento da clínica.

Aos 78 anos, oito anos com a mesma equipe e uma aplicação à espera

O caso de Maria Rosa mostra o impacto que a incerteza pode assumir para quem depende de tratamento contínuo. Aos 78 anos, ela é acompanhada há aproximadamente oito anos no IOP, pela mesma médica, e recebe periodicamente uma medicação biológica. “Estou há uns oito anos no IOP e com a mesma médica. Ela conhece todo o meu histórico. Por que eu vou mudar?”

Segundo Maria Rosa, a Amil entrou em contato perguntando se ela gostaria de realizar o tratamento no Erasto. Ela recusou e perguntou se o IOP havia deixado de ser credenciado. Posteriormente foi procurada diretamente pelo Erasto para agendar atendimento e o hospital, segundo ela, informou que a partir dali o tratamento seria feito lá. Maria Rosa afirma nunca ter fornecido seus dados ao Erasto nem autorizado que fossem repassados. Ao consultar o aplicativo da operadora, encontrou a aplicação autorizada para aquela instituição.

Maria Rosa decidiu não realizar o procedimento no Hospital Erasto Gaertner e afirma que aguarda a autorização para continuar no IOP. Enquanto espera, relata dores e inchaço nas mãos devido a uma artrite reumatoide. “Quando começa a faltar uns 15 dias para a aplicação, já volto a sentir todo o incômodo de novo. Meus dedos estão doendo, inchando. E agora eu não sei quando vou conseguir fazer. Eu já deveria ter recebido minha aplicação hoje.” Ela diz ter procurado também os canais de atendimento e a ouvidoria da Amil e da ANS.

“Eu estava desesperada para começar”

Para R.I.E.O, a insegurança começou praticamente junto com o diagnóstico. Ela descobriu um linfoma de Hodgkin em junho. Uma biópsia confirmou a malignidade e, segundo seu relato, o médico informou que a doença estava em estágio 3 e estabeleceu um protocolo de seis ciclos, com 12 aplicações.

Enquanto aguardava a autorização, ela afirma ter ligado repetidamente para a operadora. “Quando a gente recebe um diagnóstico de câncer, o médico fala, mas parece que a gente não acredita. A primeira coisa que passa pela cabeça é que vai morrer. Eu estava desesperada para começar o tratamento.”

Segundo ela, parte das medicações foi autorizada inicialmente, enquanto uma delas exigiu nova solicitação. Dias depois, já com o protocolo em andamento, voltou a enfrentar demora relacionada a uma aplicação e procurou novamente a operadora e a ouvidoria. Para um linfoma em estágio 3, cada dia de espera pelo início do tratamento conta.

Nesse período, R.I.E.O relata ter recebido uma ligação informando que deveria mudar seu tratamento para o Erasto Gaertner. Ela conta que também foi procurada pelo próprio Erasto, que já tinha seus dados e informou que o tratamento seguiria no hospital. “Eu perguntei: ‘Como assim, mudar?’. Meu médico está lá, eu já comecei o tratamento lá, conheço toda a equipe. Eu queria começar e terminar no mesmo lugar, eu sei dos meus direitos. E não posso quebrar o ciclo, senão preciso começar o tratamento do zero”.

Uma paciente de 78 anos com dor nas mãos à espera de uma aplicação. Uma mulher recém-diagnosticada com linfoma ligando repetidas vezes para conseguir começar o tratamento. Um paciente que fez a imunoterapia em outro hospital com medo de perder a data. Outra que recebeu da operadora um aviso de descredenciamento que nunca aconteceu. Em nenhum desses casos alguém perguntou ao paciente onde ele queria continuar seu tratamento. E nenhum deles quis deixar o IOP, a clínica onde se tratam.

As ordens de mudança chegam prontas, por telefone e WhatsApp, e cabe a quem está doente correr atrás para continuar onde sempre se tratou. E existe outro fator comum a todos eles: o medo. Medo de não conseguir tratar; medo de não poder continuar com a equipe clínica na qual confia; medo de não melhorar; medo de que a demora custe a própria vida; medo de ter suas informações expostas. Ao medo soma-se a revolta: a de quem enfrenta uma doença grave e ainda precisa lutar para ser ouvido.

Outra frente dos relatos envolve informações pessoais relacionadas ao tratamento. Angélica faz tratamento no IOP e afirma que sempre recebeu normalmente sua medicação pela instituição. Em determinado momento, porém, conta ter sido informada de que o fornecimento passaria a ocorrer por meio de uma clínica em São Paulo, com entrega em sua residência, em Curitiba.

Ela afirma que não havia solicitado a alteração e questionou inclusive a conservação do medicamento, que precisa ser transportado com resfriamento. Mais tarde, ao consultar o aplicativo da Amil, encontrou dois pedidos relacionados à medicação, um atribuído ao IOP e outro à 4Bio, a clínica de São Paulo.

O episódio ganhou outra dimensão durante uma viagem. Angélica afirma ter recebido três e-mails da 4Bio e que um deles continha uma nota fiscal e informações referentes a outra paciente, incluindo nome, CPF e dados relacionados à medicação desta outra senhora. “Eu não mandei prescrição, relatório, nada. Quando recebi informações de outra pessoa, fiquei insegura e decidi não mandar nada meu. Se eu recebi dados dela, fiquei pensando no que poderia acontecer com os meus dados.” Os dados da própria Angélica, segundo ela, foram repassados pela Amil à 4Bio sem que ela tivesse pedido a mudança.

Quem autorizou o compartilhamento dos dados?

Os relatos levantam ainda uma questão que vai além da continuidade do tratamento: como informações sobre diagnóstico, medicamentos, médicos e procedimentos desses pacientes chegaram a outros prestadores de saúde, permitindo que fossem procurados diretamente para uma possível mudança de instituição? Ruy, S.M.D.C, R.I.E.O e Maria Rosa relatam a mesma situação: foram procurados pelo Erasto, que já tinha seus dados e informava que o tratamento passaria a ser feito no hospital. Nenhum deles diz ter autorizado o repasse dessas informações.

O Hospital Erasto Gaertner não aparece nesses relatos apenas como destino das transferências. Segundo os pacientes, foi o próprio hospital que fez contato, já com informações sobre diagnóstico, medicação e até as datas das aplicações mais recentes feitas no IOP, para comunicar que o atendimento passaria a ser feito lá. As mensagens enviadas pelo Erasto informavam que os dados haviam sido repassados pela Amil. Os relatos desenham uma ação conjunta: a operadora autoriza o tratamento no outro hospital, e o hospital procura o paciente já com os dados em mãos. Ou seja, pelos relatos, o hospital recebeu e utilizou dados de saúde de pacientes que nunca autorizaram esse repasse, para agendar atendimentos que eles não pediram, ou seja, uma ação coordenada que desrespeita liminar na justiça, afronta Resolução Normativa da ANS e fere a Lei Geral de Proteção de Dados.

Pela Lei Geral de Proteção aos Dados (LGPD), informações cadastrais e referentes à saúde são consideradas dados pessoais sensíveis e recebem proteção especial. A lei admite o uso desses dados sem consentimento em situações específicas, como a tutela da saúde, mas o uso e o compartilhamento precisam estar amparados por uma das hipóteses previstas em lei e respeitar a finalidade para a qual os dados estão sendo utilizados.

É justamente aí que surge o questionamento dos pacientes. Se o prestador de serviço onde já realizam o tratamento permanece credenciado e eles manifestam expressamente o desejo de continuar sendo atendidos pela mesma instituição e pela equipe que conhece seu histórico, por que seus tratamentos estariam sendo direcionados para outro local e de forma compulsória? Algo que inclusive fere a legislação em vigor da ANS que considera ilegítimo direcionar compulsoriamente pacientes a prestadores de serviços. E qual foi a base para que seus dados de saúde fossem compartilhados com esse outro prestador antes mesmo de concordarem com a mudança e sem nenhuma autorização?

A situação ganha ainda mais relevância diante dos relatos de pacientes que afirmam terem sido procurados diretamente por outra instituição, alguns deles já com consultas ou procedimentos encaminhados. No caso de Angélica, há ainda um episódio distinto: ela afirma ter recebido por engano dados de saúde e informações pessoais pertencentes a outra paciente. A ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados) reconhece que dados de saúde demandam proteção reforçada justamente pelo caráter íntimo e pelos riscos envolvidos em seu tratamento inadequado.

No campo assistencial, a ANS estabelece regras específicas para alterações da rede credenciada. Para prestadores não hospitalares, por exemplo, uma substituição deve ser comunicada aos beneficiários com antecedência de 30 dias e obedecer a critérios de equivalência. No caso dos pacientes do IOP, porém, o instituto sustenta que permanece credenciado, o que torna central esclarecer por que esses beneficiários relatam estar sendo direcionados a outros prestadores de forma compulsória, algo ilegal.

Para quem está enfrentando um câncer ou depende de tratamento contínuo, não se trata apenas de trocar um endereço. Trata-se de saber quem tem acesso à sua história médica, quem decide onde seu tratamento será realizado e até onde vai o seu direito de permanecer com a equipe em quem confia.

Continuidade do cuidado no centro da discussão

Cada autorização que atrasa, cada aplicação remarcada e cada ligação que empurra o paciente para outro hospital consome o recurso mais escasso de quem tem câncer: tempo. Para esses pacientes, a confusão das últimas semanas não é um problema burocrático: é um risco concreto à continuidade do tratamento e, em última instância, à própria vida.

As histórias acontecem em um país que deve registrar cerca de 781 mil novos casos de câncer por ano entre 2026 e 2028, segundo a nova estimativa do Instituto Nacional de Câncer.

No Paraná, são estimados 45.910 novos casos de neoplasias malignas em 2026, incluindo pele não melanoma. Só o câncer de mama deve responder por 4.300 novos diagnósticos no Estado e 820 em Curitiba. É justamente no Outubro Rosa, quando o país volta sua atenção para diagnóstico precoce, acesso ao tratamento e cuidado oncológico, que esses pacientes decidiram tornar públicas suas histórias. Para eles, um setor que deveria existir para salvar vidas tem trazido o contrário: medo, revolta e insegurança.

Procurado, o IOP se limitou a informar que continua credenciado, que está fazendo todos os esforços para acolher, amparar e resolver os problemas de todos os pacientes que estão sendo impactados, e que repudia todo ato de ilegalidade e desrespeito entre agentes de um setor que deveria trabalhar para salvar vidas, e não lhes trazer medo, revolta e insegurança.

** Nota sobre a identificação dos pacientes

Para preservar a privacidade dos pacientes citados nesta reportagem e evitar que sua exposição possa resultar em eventuais constrangimentos ou prejuízos durante a continuidade do tratamento, serão divulgados apenas seus primeiros nomes ou iniciais. Informações que permitam sua identificação, como sobrenomes e outros dados pessoais, serão mantidas em sigilo. Os relatos e documentos que embasam os casos estão preservados e poderão ser disponibilizados à imprensa, quando pertinente, respeitando a autorização dos pacientes e a proteção de seus dados pessoais e de saúde.

Mal passada, ao ponto ou bem-passada? Los Pampas aposta na variedade para os amantes do churrasco

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Mal passada, ao ponto ou bem-passada? Los Pampas aposta na variedade para os amantes do churrasco

Tem quem espere pela carne mal passada, com o interior avermelhado e bastante suculência. Outros preferem o preparo ao ponto, que mantém o centro levemente rosado e combina maciez com suculência. Há, ainda, quem só considere o churrasco completo quando a carne está bem-passada. Essas diferenças fazem parte do universo do churrasco e mostram como o ponto de preparo pode mudar a textura e a percepção do sabor de cada corte.

A escolha também passa pelas características da própria carne. Cortes com maior presença de gordura entre as fibras tendem a apresentar uma suculência diferente daquela dos cortes mais magros, enquanto a espessura da peça e o tempo na brasa influenciam o resultado. É essa combinação entre corte e preparo que torna o churrasco tão diversificado e permite que uma mesma refeição ofereça sabores e texturas distintas.

Na Churrascaria Los Pampas, em São José dos Pinhais, essa diversidade está presente no rodízio, que reúne mais de 16 tipos de carnes. A variedade permite experimentar diferentes cortes durante a refeição, alternando sabores e preparos para quem aprecia desde as opções mais tradicionais até outras variedades servidas no rodízio.

E, como um bom churrasco também pede acompanhamentos, a casa oferece um buffet variado, com saladas, frios, acompanhamentos quentes, massas e comida japonesa.

Serviço:

Churrascaria Los Pampas

Avenida das Torres, 1231 – São José dos Pinhais

Almoço
Segunda a sexta-feira: das 11h às 15h
Sábado: das 11h às 15h30
Domingo: das 11h às 16h

Jantar
Segunda-feira a sábado: das 18h às 23h
Domingo: fechado

Informações: (41) 3283-5915 | (41) 3283-2494

Instagram: @churrascarialos_lospampas

A força máxima do frescor: O Boticário apresenta Clash Extreme, com blend aromático duas vezes mais concentrado

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A força máxima do frescor: O Boticário apresenta Clash Extreme, com blend aromático duas vezes mais concentrado

Nova fragrância masculina combina notas de lavanda, sálvia e alecrim ao figo, ingrediente que traz densidade à composição olfativa

O Boticário apresenta Clash Extreme, novo Eau de Toilette masculino que traz uma nova interpretação da assinatura de Clash. A novidade combina um blend aromático 2x mais concentrado* de lavanda, sálvia e alecrim a notas de figo, em uma composição que une frescor intenso e densidade.

O blend aromático é obtido por um processo de extração em alta pressão e baixa temperatura, desenvolvido para extrair o máximo potencial dos ingredientes. Essa técnica é um dos diferenciais do lançamento, que integra o portfólio de Clash, marca lançada em 2025.

A fragrância traz Timur Pepper, notas marinhas e carambola na saída. No corpo, o figo se combina ao ylang ylang e ao blend de lavanda, sálvia e alecrim. Vetiver, cashmeran e musk completam o fundo da composição. O lançamento também aproxima Clash do universo do treino, com foco em alta performance e lifestyle. O frasco explora uma estética moderna e minimalista, associada à concentração e à superação de desafios.

“Buscamos trazer mais intensidade para esse lançamento, unindo tendências do mercado da perfumaria global, com a adição do figo à dupla concentração do blend de aromáticos extraídos sob alta pressão e baixa temperatura. Isso confere mais impacto para a fragrância e abre oportunidades para novas ocasiões de uso”, destaca Patricia Angelucci, Diretora de Marketing de Perfumaria Masculina e Cuidados Masculinos

Além do Eau de Toilette Clash Extreme 95ml, a linha conta com o Body Spray Desodorante Clash Extreme 100ml e o Shower Gel Cabelo, Corpo e Barba Clash Extreme 150g. Os produtos compartilham a assinatura olfativa e estendem a experiência da fragrância à rotina de cuidados pessoais.

O novo Clash Extreme está disponível no e-commerce e nas lojas do Boticário por todo o Brasil, com 20% de desconto até o dia 1º de novembro. Também é possível realizar pedidos via revendedores, no canal Encontre O Boticário, e pelo WhatsApp 0800 744 0010 – número oficial e seguro.

*Concentração do blend aromático de lavanda, sálvia e alecrim em comparação ao utilizado em Clash Regular.

Serviço:

Clash Extreme Eau de Toilette 95 ml
Preço sugerido: R$ 184,90

Body Spray Desodorante Clash Extreme 100ml
Preço sugerido: R$ 52,90

Shower Gel Cabelo, Corpo e Barba Clash Extreme 150g
Preço sugerido: R$ 52,90

Sobre O Boticário

O Boticário é uma empresa brasileira de cosméticos e marca primogênita do Grupo Boticário. A marca de perfumaria preferida dos brasileiros* foi inaugurada em 1977, em Curitiba (Paraná), e tem a maior rede franqueada** de Beleza e Bem-estar do Brasil, além de ser reconhecida como a maior varejista de beleza do mundo***. O Boticário conta com um amplo portfólio composto por itens de perfumaria, maquiagem e cuidados pessoais e está presente nos canais de loja, venda direta e e-commerce. Comprometida com as pessoas e com o planeta, a marca possui o maior programa de logística reversa em pontos de coleta do Brasil, o Boti Recicla. Além de fazer parte do movimento Diversa Beleza – um compromisso com a beleza livre de estereótipos – e não realiza testes em animais.

Fonte:
*Kantar Insights Brasil – Pesquisa Nacional (Brasil) – Realizada em agosto de 2025. 2.400 entrevistas por ano/600 entrevistas por trimestre – Homens/18-60 anos/Compradores de perfumes masculinos nos últimos 3 meses.
**ABF (Associação Brasileira de Franchising). Ranking 2025.
***Fonte Euromonitor International Limited, Pesquisa de varejo, edição 2025, de acordo com as definições da categoria de pontos de venda especializados em beleza e da classificação de empresa proprietária global da marca (GBO), número de lojas, dados de 2024.

Rekoba Kobayashi celebra recordes do Galáticos Game

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Com mais de 40 mil pessoas na Arena da Baixada, partida beneficente liderada por Ronaldinho Gaúcho arrecada mais de 39 toneladas de alimentos

A Arena da Baixada, em Curitiba, foi palco, no dia 3 de outubro, de um dos maiores eventos solidários do futebol brasileiro. O Galáticos Game, liderado por Ronaldinho Gaúcho e produzido pela Rekoba Entretenimento, reuniu mais de 40 mil pessoas no estádio e arrecadou mais de 39 toneladas de alimentos não perecíveis, destinados a 250 instituições sociais.

Para contribuir com a campanha de arrecadação, o público foi convidado a doar 1 kg de alimento não perecível. As contribuições foram encaminhadas ao Hospital Pequeno Príncipe, ao Erastinho e ao Sesc Mesa Brasil. No total, a mobilização beneficiou 50.400 pessoas, com 3.265 famílias atendidas pelas entidades na região de Curitiba. 

Futebol, entretenimento e solidariedade

Em campo, o Galáticos Game, que contou com o apoio de marcas como Bicalho Empreendimentos, Diferencial Imóveis, HCC Hotéis e Hard Rock Cafe Curitiba, reuniu craques de diferentes gerações, como Lúcio, Ricardinho, Zé Roberto e Oscar, ao lado de ídolos do futebol paranaense, como Rafinha, Tcheco, Thiago Heleno e Paulo Baier. 

Além da partida, a programação contou com transmissão ao vivo, camarotes, ativações de marca e diversas experiências para o público. 

Com preços congelados e crédito facilitado, varejo prevê crescimento de 20% para o Natal

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Com preços congelados e crédito facilitado, varejo prevê crescimento de 20% para o Natal

Grupo MiniPreço aposta em variedade de itens e facilita pagamentos para aquecer as vendas no fim de ano

O comércio brasileiro entra na reta final de 2026 impulsionado pela alta salarial e pela estabilização da confiança do consumidor. Segundo projeção da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o varejo deverá crescer cerca de 3,66% até o final de 2026, resultado sustentado pelo aumento gradual do consumo das famílias, pela manutenção dos níveis de emprego e pela recuperação da renda.

Em meio a esse cenário econômico de consumo consciente, empresas líderes do setor desenham estratégias focadas em previsibilidade, variedade e facilidades de pagamento. É o caso do Grupo MiniPreço, que projeta um crescimento de 20% nas vendas em relação ao mesmo período de 2025.

Estratégia de preços congelados e variedade

Para alcançar a meta e driblar os impactos da inflação no orçamento familiar, a rede adotou uma política de manutenção de margens em artigos essenciais da época. Não haverá reajuste de preços em itens tradicionais de grande procura, como pisca-piscas, guirlandas e árvores de Natal de até 1,50 m.

A aposta da marca combina opções acessíveis a um portfólio reforçado de maior valor agregado, garantindo que o consumidor encontre alternativas tanto para lembrancinhas pontuais quanto para renovações completas de decoração.

“Nosso compromisso para este final de ano foi assegurar que a tradição natalina caiba no bolso de todas as famílias. Congelar os preços dos produtos mais procurados, como as árvores tradicionais e os iluminados, foi uma decisão estratégica para dar tranquilidade ao consumidor. Ao mesmo tempo, investimos fortemente em inovação e variedade, trazendo novidades tecnológicas e de praticidade que transformam a experiência de decorar a casa”, destaca Beni Gelhorn, diretor comercial do Grupo MiniPreço.

Tendências 2026

O catálogo de novidades para o Natal 2026 reflete mudanças no perfil de moradia e de consumo no Brasil:

  • Árvores para todos os ambientes: A variedade abrange desde modelos de mesa até grandes versões de 3 metros. O destaque da temporada fica por conta das árvores slim retráteis, projetadas especialmente para espaços compactos, oferecendo facilidade de montagem e armazenamento.
  • Tecnologia e iluminação: O mix de iluminação ganha reforço com pisca-piscas de efeito estroboscópico (modelo em que as luzes ficam acesas de forma contínua enquanto alguns pontos disparam flashes rápidos e brilhantes). Além disso, o setor de enfeites traz objetos decorativos interativos reforçados com movimento, som, luzes e efeitos realistas de neve.
  • Figuras tradicionais e praticidade: Os Papais Noéis ganham versões em múltiplos tamanhos, incluindo modelos animatrónicos de até 1,80 m com movimento. Para quem busca uma decoração ágil e impactante, chegam como novidade as capas natalinas para portas.
  • Mesa posta e ambientes: A linha de decoração inclui castiçais, velas de LED, guirlandas e arranjos florais. A experiência para as ceias conta ainda com a linha de descartáveis premium estampados, alinhando elegância visual à praticidade de não gerar louças ao anfitrião.

Crediário próprio e cashback como atrativos de compra

Em um período em que a facilidade na tomada de crédito decide a preferência do consumidor, a rede expandiu suas condições financeiras para impulsionar as vendas no período festivo. Entre as facilidades oferecidas, as compras nos cartões de crédito podem ser parceladas em até 12 vezes sem juros.

Para quem busca maior flexibilidade, o crédito próprio da marca, o MP Cred, permite o parcelamento em até 18 vezes, com a vantagem da primeira parcela ser paga em 30 dias. Além disso, clientes cadastrados no Clube MiniPreço garantem 10% de cashback sobre o valor gasto para utilização em compras futuras, respeitando as diretrizes do programa de fidelidade.

Com o mix abastecido e a manutenção dos preços em artigos-chave, o varejo espera transformar a alta intenção de compra de fim de ano em um ritmo aquecido de vendas até a véspera das festas.

Serviço:

Grupo MiniPreço

Horário de atendimento: de segunda a sábado, das 9h às 20h. Domingos e feriados, das 10h às 19h

Confira o endereço mais próximo em: https://site.minipreco.com.br/lojas/

Redes Sociais: @miniprecobr

Clube MiniPreço: https://onelink.to/ncpdcu

AG Experience marca inauguração da nova franquia da Alto Giro em São Paulo

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AG Experience marca inauguração da nova franquia da Alto Giro em São Paulo

Em mais um passo firme em seu ritmo acelerado de expansão no mercado de moda fitness, a marca paranaense Alto Giro promoveu um evento exclusivo que marcou a abertura de sua terceira franquia, no bairro Morumbi, na capital paulista, no último dia 14. O AG Experience reuniu doze convidadas conectadas ao estilo de vida ativo da Alto Giro, para uma aula funcional, seguida de coquetel de recepção.

Na ocasião, as convidadas foram presenteadas com peças da linha Essentials Alto Giro, que destaca os tons Verde Cítrico e Cinza Níquel, traduzindo uma estética minimalista e confortável. A coleção aposta em cores marcantes que transitam pela rotina com naturalidade.

Estrategicamente posicionada no bairro do Morumbi, dentro da academia Bio Ritmo, a nova unidade da marca chega para reforçar o avanço contínuo da Alto Giro nos segmentos de saúde, esporte e bem-estar.

À frente da nova operação está a empresária Fernanda Akemi Muniz, que após atuar por mais de uma década como colaboradora da Alto Giro, assumiu a gestão de sua própria franquia. “Fazer parte deste movimento de expansão como franqueada é um motivo de grande orgulho. É uma transição muito especial e desafiadora, sem dúvida, um novo capítulo na minha vida”, conta Fernanda.

A empresa prevê a abertura de novas unidades franqueadas ainda em 2026, projetando uma aceleração do modelo de franchising para os próximos anos.

Jockey Cine Craft terá edição especial de Outubro Rosa com ação solidária

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Jockey Cine Craft terá edição especial de Outubro Rosa com ação solidária

Encontro de cinema e crochê acontece no dia 24 de outubro, no Jockey Plaza Shopping; mantinhas produzidas pelos participantes serão doadas ao Hospital Erasto Gaertner

O Jockey Plaza Shopping realiza, no dia 24 de outubro, uma edição especial de Outubro Rosa do Jockey Cine Craft, evento que está em sua sexta edição e une cinema e crochê em uma experiência coletiva. O encontro terá um propósito solidário: os participantes serão convidados a produzir quadradinhos de crochê que serão transformados em mantinhas e doados à área de oncologia do Hospital Erasto Gaertner, em Curitiba.

A sessão acontece às 10h, na sala VIP da Cinépolis, e será conduzida por Urian Carneiro (@uriancarneiro), criador de conteúdo dedicado ao tricô, crochê, jardinagem e trabalhos feitos à mão. Durante a atividade, ele vai orientar os participantes na confecção dos quadradinhos, que posteriormente serão unidos para formar as mantinhas. A iniciativa busca transformar o trabalho manual em um gesto coletivo de carinho e acolhimento, em um mês dedicado à conscientização sobre o câncer de mama.

O Jockey Cine Craft já faz parte da programação de experiências do shopping e tem reunido participantes que compartilham o interesse pelo artesanato. Na edição de agosto, realizada em alusão ao Dia Nacional do Voluntariado, os quadradinhos produzidos também foram transformados em mantinhas destinadas ao Instituto Bebê Solidário, que atende gestantes em situação de vulnerabilidade social de Curitiba e Região Metropolitana.

Com patrocínio da Pingouin e apoio da Cinépolis VIP e Paris Filmes, cada participante receberá um kit preparado especialmente para a atividade, com dois novelos Club 500, agulha de crochê, receitas e ecobag. O ingresso custa R$ 119 e inclui o kit da marca, entrada para o filme Se eu fosse você 3 e combo médio de pipoca e refrigerante. As vagas são limitadas e as inscrições podem ser realizadas pelo link disponível na bio do Instagram do Jockey Plaza Shopping.

O Jockey Plaza Shopping fica no Tarumã, na Rua Konrad Adenauer, 370. O estacionamento custa R$ 10 para permanência de até 30 minutos e R$ 20 para todo o período dentro da mesma diária. As lojas funcionam de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos, das 14h às 20h. As operações de alimentação funcionam de segunda a sexta, das 10h às 22h, aos sábados, das 10h às 23h, e aos domingos, das 11h às 22h.

Serviço:

Jockey Cine Craft | Edição especial Outubro Rosa

Data: 24 de outubro, às 10h / Sala VIP da Cinépolis – Jockey Plaza Shopping

Filme: Se eu fosse você 3

Valor: R$ 119

Inclui: ingresso para o cinema VIP, combo médio de pipoca e refrigerante e kit Pingouin com dois novelos Club 500, agulha de crochê, receitas e ecobag

Vendas: pelo link https://lets.events/e/cine-craft-outubro-rosa

Patrocínio: Pingouin / Apoiadores: Cinépolis VIP e Paris Filmes

Com VGV de R$ 45 milhões, Piemonte vende 71 lotes em apenas dois minutos

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Com VGV de R$ 45 milhões, Piemonte vende 71 lotes em apenas dois minutos

Reserva Natuviè by Piemonte, no Xaxim, teve 100% dos lotes comercializados na abertura das vendas; resultado evidencia a procura por condomínios horizontais em Curitiba

Dois minutos. Esse foi o tempo necessário para a Piemonte Incorporadora comercializar os 71 lotes do Reserva Natuviè by Piemonte, novo condomínio-clube localizado no Xaxim, em Curitiba. O empreendimento alcançou 100% de vendas logo na abertura da comercialização, totalizando um Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 45 milhões. Em apenas 120 segundos, a incorporadora recebeu, via PIX, os valores referentes às reservas de compra de todas as unidades. Nas horas seguintes, os compradores formalizaram os contratos, concluindo o processo de aquisição.

O resultado chama a atenção pela velocidade e pelo volume financeiro movimentado, além de evidenciar a procura por empreendimentos horizontais em regiões consolidadas da cidade. Em um cenário de disponibilidade limitada de terrenos adequados para esse tipo de projeto, condomínios que reúnem localização estratégica, segurança, lazer e contato com a natureza atraem compradores que buscam qualidade de vida sem abrir mão das facilidades urbanas.

Para o diretor comercial da Piemonte, Daniel Peruzzo, a velocidade das vendas demonstra a demanda por produtos com essas características. “Sabíamos que o Reserva Natuviè despertaria interesse, mas comercializar os 71 lotes em apenas dois minutos superou nossas expectativas. Esse resultado mostra que há um público buscando a possibilidade de morar em uma casa, com segurança e estrutura completa de lazer, sem precisar se afastar da cidade. É uma combinação cada vez mais valorizada e que nem sempre está disponível no mercado”, afirma.

O desempenho também reflete o trabalho desenvolvido pela equipe comercial da Piemonte durante o pré-lançamento. Os interessados já estavam cadastrados e receberam atendimento antecipado para conhecer o empreendimento e esclarecer dúvidas. O relacionamento com os clientes e a preparação do processo de vendas contribuíram para a comercialização de todas as unidades em tempo recorde.

Natureza e localização como diferenciais

Implantado em um terreno de mais de 26 mil m², na Rua General Theodorico Gonçalves Guimarães, o Reserva Natuviè reúne características que ajudam a explicar o interesse dos compradores. São 71 lotes residenciais, com metragens entre 144 m² e 561 m², e um bosque preservado de 5,8 mil m², integrado ao paisagismo e às áreas de lazer.

Situado em um dos principais eixos do Xaxim, o condomínio terá acesso, em até 15 minutos de caminhada, a uma ampla rede de comércio e serviços, permitindo conciliar a rotina urbana com a tranquilidade de morar em uma casa.

O empreendimento contará com piscinas adulto e infantil, academia, quadra de areia para beach tennis, pista de skate, salão de festas, brinquedoteca, sala de jogos, parquinho, espaço pet e áreas de contemplação, além de estrutura de segurança com guarita blindada e controle de acessos.

“Existe uma valorização crescente de projetos que proporcionam mais espaço, privacidade e contato com a natureza. No Reserva Natuviè, conseguimos reunir esses atributos em uma localização urbana consolidada, com um bosque que já fazia parte do terreno e foi incorporado ao conceito do empreendimento. A resposta dos compradores, somada ao trabalho de preparação e atendimento da nossa equipe comercial, foi fundamental para esse resultado”, completa Peruzzo.

O projeto arquitetônico é assinado pela SASIS Arquitetura, com interiores de Viviane Tabalipa e paisagismo da Urbideias. O Reserva Natuviè integra o portfólio de empreendimentos da Piemonte Incorporadora, que atua no desenvolvimento de projetos residenciais no Paraná e em Santa Catarina.

Como escolher uma profissão em tempos de mudança

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Como escolher uma profissão em tempos de mudança

Especialista dá dicas aos candidatos do ENEM

A proximidade do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) traz à tona uma das maiores dúvidas entre os estudantes: como escolher a profissão certa em um cenário de tantas transformações no mercado de trabalho? A decisão, que impacta diretamente o futuro acadêmico e profissional, exige mais do que olhar para as notas de corte ou para a popularidade dos cursos.

Segundo especialistas em gestão educacional, o primeiro passo é considerar as habilidades pessoais e os interesses individuais. “A escolha da carreira deve estar alinhada com aquilo que o estudante gosta de fazer e com as competências que ele já desenvolve no dia a dia. Isso aumenta as chances de satisfação profissional no futuro”, orienta diretor universitário Carlos Izidoro.

Outro aspecto importante é acompanhar as mudanças no mercado. Áreas ligadas à tecnologia, saúde, sustentabilidade e comunicação, por exemplo, estão em constante crescimento e demandam profissionais preparados para se adaptar a novos cenários. “Mais do que buscar uma profissão apenas pelo retorno financeiro, é fundamental pensar na longevidade da carreira e na capacidade de se reinventar”, reforça o professor da Estácio.

Para os jovens que ainda têm dúvidas, uma dica prática é realizar testes de orientação vocacional e conversar com profissionais de diferentes áreas. O apoio da família e da escola também é essencial para ajudar o estudante a refletir sobre suas escolhas e planejar os próximos passos após o ENEM. Nesse processo, contar com ferramentas de estudo diversificadas pode fazer a diferença.

Para auxiliar neste processo, é possível encontrar algumas soluções tecnológicas como o Play na Carreira. Gratuito, o hub digital reúne recursos que auxiliam desde o autoconhecimento até a tomada de decisão sobre o futuro profissional evoluindo com os jovens ao longo de toda a sua trajetória. Além disso, a plataforma conta com conteúdos exclusivos de cada área de atuação. Para participar do hub, basta acessar descubra.estacio.br/play-na-carreira.

Com uma linguagem conectada ao universo da Geração Z, está organizado em quatro fases que simulam a evolução de um jogo. Na primeira, Modo Exploração, é possível realizar o teste vocacional e explorar diferentes profissões; na já no Modo Treinamento, o foco passa a ser a preparação para o Enem; Na terceira fase, Versão Demo, é possível experimentar a graduação por meio de aulas gratuitas; e, na última etapa, chamada Versão Pro, o estudante recebe informações sobre mercado de trabalho, profissões em alta e aprimoramento de competências.

Além de avaliar o desempenho escolar, o ENEM é hoje uma das principais portas de entrada para o ensino superior no Brasil, seja em instituições públicas ou privadas. O exame também possibilita a participação no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e no Programa Universidade para Todos (Prouni).