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Deepfakes e golpes com IA ampliam disputas sobre responsabilidade de bancos e empresas

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Deepfakes e golpes com IA ampliam disputas sobre responsabilidade de bancos e empresas

Uso de inteligência artificial já aparece em 42,5% das fraudes financeiras no Brasil e especialistas alertam para aumento das disputas judiciais

Os golpes digitais no Brasil entraram em uma nova fase. Com o avanço da inteligência artificial, fraudes que antes dependiam apenas de mensagens falsas e engenharia social, agora utilizam vídeos, áudios e imagens manipuladas para simular familiares, executivos, funcionários de bancos e até centrais de atendimento – essas ferramentas utilizadas para as fraudes são as deepfakes. Dados da Polícia Federal divulgados em 2026 apontam que 42,5% das fraudes financeiras no país já utilizam ferramentas de inteligência artificial, enquanto o uso de deepfakes cresceu 830% entre 2024 e 2025.

Com o aumento das fraudes, cresce também o número de disputas judiciais envolvendo consumidores, bancos e empresas sobre quem deve responder pelos prejuízos causados por golpes digitais.
Para o advogado Vitor Augusto Nichele, da Assis Gonçalves, Nied e Follador – Advogados, o avanço da sofisticação dos golpes vem tornando mais complexa a análise da responsabilidade de cada parte envolvida. “Nem todo golpe gera automaticamente responsabilidade do banco ou da empresa. Mas também não é correto transferir todo o prejuízo ao consumidor quando existem falhas de segurança, ausência de monitoramento ou transações incompatíveis com o perfil da vítima”, explica.

Segundo ele, o Judiciário tem analisado cada situação de forma individual, considerando o contexto da fraude, o comportamento do usuário e os mecanismos de segurança adotados pelas instituições financeiras e empresas: “O ponto central é entender se houve falha na prestação do serviço ou se o golpe ocorreu exclusivamente por ação do criminoso associada a uma conduta do próprio usuário. Há situações em que a instituição financeira deveria ter identificado movimentações atípicas (não condizentes com o perfil da vítima) e/ou bloqueado operações suspeitas”, afirma.

As disputas cresceram principalmente em golpes envolvendo falsas centrais de atendimento, invasões de contas, golpes do presente e da maquininha, clonagem de aplicativos de mensagens, links fraudulentos e transferências via Pix induzidas por engenharia social. O uso de inteligência artificial elevou ainda mais o grau de convencimento das fraudes. “Hoje os criminosos conseguem reproduzir voz, imagem e comportamento de pessoas reais com enorme precisão. Isso aumenta significativamente o potencial de engano e exige novos protocolos de validação e segurança por parte das empresas”, diz Nichele.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) possui decisões, como a proferida no Recurso Especial n.º 2.052.228/DF, reconhecendo responsabilidade de instituições financeiras em casos de falhas que facilitaram golpes, especialmente quando há ausência de mecanismos adequados de prevenção, autenticação ou monitoramento de movimentações fora do padrão do cliente (atípicas) – a orientação segue a linha de precedentes anteriores, como a Súmula 679/STJ. Por outro lado, ficando comprovado que o golpe ocorreu fora do ambiente controlado pela instituição e houve participação direta do usuário no envio voluntário dos valores, não haveria a responsabilidade da instituição.

Segundo Nichele, o crescimento das fraudes digitais aumenta a necessidade de conscientização da população. “A tecnologia sofisticou os golpes em uma velocidade muito grande. Hoje é fundamental desconfiar de contatos urgentes, pedidos de transferência, links enviados por aplicativos e até de vídeos e áudios aparentemente legítimos. Logicamente, as instituições bancárias também devem agir para conscientizar os seus clientes sobre o tema”, alerta. A sofisticação das deepfakes é tamanha que desafia o próprio conceito jurídico de ‘negligência’ ou ‘culpa exclusiva da vítima’, já que o potencial de engano anula a capacidade de discernimento do usuário comum.

Entre as orientações estão confirmar informações por canais oficiais, evitar clicar em links desconhecidos, não compartilhar senhas ou códigos de autenticação e comunicar imediatamente o banco em caso de suspeita de fraude. O mais prudente é sempre entrar em contato com a instituição por meio de seus canais oficiais. Como os bancos usualmente não realizam ligações solicitando procedimentos urgentes, a recomendação é desligar o telefone e iniciar um novo contato de forma proativa para confirmar a veracidade das informações.

Para empresas, o advogado destaca que a prevenção deixou de ser apenas uma questão operacional. “As empresas precisam investir em proteção de dados, treinamento de equipes, autenticação de identidade e monitoramento de operações suspeitas. Segurança digital hoje também é responsabilidade jurídica e reputacional”, afirma.

Quando pode haver responsabilidade do banco ou da empresa

Segundo o advogado, alguns fatores costumam pesar na análise judicial:

● transações incompatíveis com o perfil do cliente;
● ausência de bloqueios ou alertas de segurança;
● falhas em autenticação e validação de identidade;
● demora no atendimento após comunicação da fraude;
● vazamento ou uso indevido de dados pessoais;
● fragilidade nos sistemas de proteção digital.

Quando a responsabilidade pode recair sobre o usuário

Também são analisadas situações como:

● envio voluntário de dinheiro após contato fraudulento;
● compartilhamento de senhas e códigos de segurança;
● acesso a links suspeitos;
● negociação fora de canais oficiais;
● ausência de comunicação rápida ao banco após perceber o golpe.

“Em muitos casos, a discussão jurídica não envolve apenas quem realizou a transferência e a contribuição da vítima, mas se todos os envolvidos, inclusive as instituições financeiras, adotaram os cuidados esperados diante dos riscos atuais do ambiente digital”, finaliza Nichele.

Empresas que aprendem mais rápido crescem mais: agilidade vira vantagem competitiva nos negócios

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Empresas que aprendem mais rápido crescem mais: agilidade vira vantagem competitiva nos negócios

Pesquisa da McKinsey mostra que organizações com cultura forte de aprendizado têm mais inovação, adaptação e desempenho; especialista aponta caminhos práticos para empresas brasileiras

Em um mercado cada vez mais acelerado, a capacidade de aprender rápido deixou de ser apenas uma habilidade desejável e passou a representar uma vantagem competitiva para empresas de todos os portes. Negócios que conseguem captar mudanças de comportamento do consumidor, testar soluções rapidamente e adaptar suas operações tendem a responder melhor às transformações do mercado.

Uma pesquisa da consultoria global McKinsey & Company revelou que organizações com culturas fortes de aprendizado têm maior capacidade de inovação, adaptação e crescimento sustentável. Segundo o levantamento, empresas que investem em aprendizado contínuo respondem mais rapidamente às mudanças do mercado e desenvolvem equipes mais preparadas para cenários competitivos.

Para o consultor de carreira e negócios da ESIC Internacional, Alexandre Weiler, o diferencial competitivo das empresas modernas está menos ligado ao tamanho da estrutura e mais à velocidade de adaptação. “Hoje, o mercado muda mais rápido do que muitos planejamentos estratégicos conseguem acompanhar. Empresas que criam mecanismos internos para aprender continuamente conseguem reagir antes da concorrência e transformar informação em ação prática”, afirma.

Segundo Weiler, o aprendizado organizacional acontece muitas vezes dentro da própria rotina operacional. “As informações mais valiosas estão nas conversas do WhatsApp, no atendimento ao cliente, nas dúvidas recorrentes e nos gargalos operacionais do dia a dia”, explica. O especialista destaca que empresas menores podem transformar a proximidade com o consumidor em uma vantagem estratégica frente aos grandes concorrentes. “Enquanto grandes corporações têm processos mais lentos, pequenos e médios negócios conseguem testar mudanças rapidamente, ajustar ofertas em tempo real e criar relações mais próximas com os clientes”, diz.

Para Weiler, a capacidade de aprendizado também está ligada à formação contínua das lideranças e equipes. “Empresas que investem em atualização profissional acompanham com mais velocidade as mudanças do mercado. Hoje, cursos de graduação, MBAs e programas executivos precisam estar conectados às transformações globais, às novas tecnologias e às demandas reais das empresas”, afirma.

Entre os principais erros observados nas organizações, Weiler aponta a centralização excessiva das decisões e a resistência à experimentação. “Muitas empresas ainda operam com a lógica do ‘sempre foi assim’. Isso reduz a capacidade de adaptação justamente em um momento em que o mercado exige agilidade”, comenta.

Entre as medidas que podem ser aplicadas pelas empresas, o especialista cita reuniões rápidas de alinhamento, registro de reclamações recorrentes dos clientes, testes de campanhas em pequena escala e descentralização de decisões operacionais. “O aprendizado rápido se tornou uma vantagem silenciosa. Muitas vezes, o cliente percebe apenas que aquela empresa resolve problemas com mais rapidez, entende melhor suas necessidades e se adapta mais facilmente”, conclui.

GT Building e HCC Hospitality anunciam parceria exclusiva da Suyts by HCC durante evento na CASACOR Paraná

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Encontro reuniu imprensa, autoridades e executivos para apresentar novo modelo de residenciais de luxo com operação profissional de short e long stay, e serviços integrados de hotelaria

A GT Building e a HCC Hospitality promoveram, no último dia 26, um evento exclusivo na CASACOR Paraná para anunciar oficialmente a parceria estratégica que marca o lançamento da Suyts by HCC, novo conceito de residenciais premium voltados para short e long stay com gestão profissional e serviços integrados de hotelaria. O encontro reuniu imprensa, convidados dos setores imobiliário e hoteleiro, além da presença do prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel, diretores executivos da GT Building e o CEO da HCC Hospitality.

O evento aconteceu em um momento em que o mercado de imóveis compactos e apartamentos de até dois quartos na capital vive forte expansão, impulsionando uma nova demanda por empreendimentos preparados para gestão profissional de locação flexível. Mais que imóveis para investimento, cresce a procura por residenciais que integrem moradia, hospitalidade, tecnologia e serviços exclusivos.

É neste cenário que nasce a Suyts by HCC, modelo desenvolvido em parceria entre a GT Building e a HCC Hospitality para oferecer uma nova geração de residenciais voltados para operações de short e long stay de luxo. A proposta combina moradia, locação flexível e gestão profissional em um formato que une conveniência, tecnologia e experiência de hospedagem de alto padrão no mercado imobiliário urbano.

Diferentemente do modelo tradicional de investimento imobiliário, o conceito da Suyts by HCC prevê uma operação centralizada e especializada, reduzindo desafios comuns da locação de curta e longa duração, como vacância, insegurança, falta de padronização de tarifas e serviços, e a gestão dispersa das unidades, que frequentemente gera competição de preços entre operadores no mesmo empreendimento. “Esta é uma parceria para que nossos empreendimentos, no futuro, sejam flagships, com uma gestão única voltada à utilização de plataformas”, explica o diretor de incorporação da GT Building, Marcello Malucelli Thá.

A operação será administrada pela HCC Hospitality, empresa com mais de 25 anos de atuação no setor e responsável pela operação de marcas internacionais como Hilton, Wyndham Hotels & Resorts e Radisson Hotel Group. A companhia ficará responsável pela gestão das locações, estratégia comercial, distribuição nas plataformas digitais e relacionamento com hóspedes e investidores.

Para Elias Rodrigues, CEO da HCC Hospitality,  o modelo representa uma evolução da hospitalidade dentro do mercado imobiliário. “Suyts by HCC nasce para atender um novo perfil de viajante e investidor, que buscam experiências qualificadas, flexibilidade e conveniência. Estamos trazendo para o residencial a expertise operacional da hotelaria, com padrões de serviço, gestão profissional e tecnologia voltados à valorização do ativo e à experiência do hóspede”, afirma.

Para a GT Building e a HCC Hospitality, a parceria representa um novo momento para o mercado imobiliário de Curitiba, aproximando o segmento residencial das experiências oferecidas pela hotelaria de luxo e acompanhando uma transformação global nos hábitos de moradia e consumo urbano.

Pessoas, propósito e lucro: a nova equação da competitividade

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*Por Tânia Dias Santos

Empresas brasileiras operam sob pressão crescente por eficiência, reputação e capacidade de resposta e, hoje, o desempenho depende diretamente da qualidade das decisões tomadas diariamente pelas equipes. Nesse cenário, a gestão de pessoas assume dimensão de variável econômica, já que o desafio vai além da contratação de profissionais qualificados e envolve a construção de ambientes capazes de sustentar resultados no longo prazo.

Durante anos, processos seletivos priorizaram a competência técnica como principal critério de escolha, o que permanece indispensável. Essa lógica, porém, passou a considerar novos fatores, como a cultura organizacional e o alinhamento de valores, cada vez mais decisivos na escolha do local de trabalho. Segundo o estudo Workmonitor 2025, da Randstad, 58% dos trabalhadores brasileiros apontam esse alinhamento como relevante, acima da média global. Empresas que mantêm critérios exclusivamente técnicos tendem a perder competitividade na atração e na retenção de talentos, especialmente em um contexto em que profissionais avaliam com rigor a coerência institucional.

O engajamento também exige atenção. Um levantamento de 2025 da EAESP/FGV mostra que apenas 39% dos trabalhadores brasileiros se declaram engajados — o menor índice da série histórica. Sem clareza de propósito e coerência entre discurso e prática, o vínculo se fragiliza e a produtividade cai.

Os impactos são concretos: rotatividade elevada representa mais do que custos de recrutamento e treinamento, pois acarreta perda de conhecimento acumulado, descontinuidade de projetos e maior tempo de adaptação de novas equipes. De acordo com o levantamento State of the Global Workplace 2025, da Gallup, a queda no engajamento global em 2024 reduziu a produtividade em cerca de US$ 438 bilhões, enquanto a elevação desses níveis poderia adicionar até US$ 9,6 trilhões à economia mundial — o equivalente a cerca de 9% do PIB global. Esses números evidenciam a relação direta entre ambiente interno, resultados financeiros e competitividade.

Organizações que alinham cultura e estratégia constroem equipes mais estáveis, reduzem a rotatividade e tomam decisões com maior consistência. A competência técnica continua sendo um pilar essencial — especialização, capacidade analítica e visão sistêmica são diferenciais relevantes —, mas a sustentabilidade das equipes também depende de colaboração, responsabilidade, adaptabilidade e compromisso ético, fatores que influenciam diretamente a qualidade das entregas e a previsibilidade dos resultados.

A gestão de talentos consolidou-se como eixo estratégico, na medida em que critérios de contratação, desenvolvimento e reconhecimento indicam quais comportamentos são esperados e quais valores orientam a organização. Quando esses critérios não dialogam com a estratégia, surgem decisões fragmentadas e perda de foco. Cultura, nesse sentido, deixa de ser um tema restrito à área de recursos humanos e passa a integrar a governança corporativa.

Esse princípio deve orientar as escolhas relacionadas a pessoas e liderança, garantindo coerência entre a missão institucional e as práticas cotidianas. Mais do que discurso, trata-se de traduzir valores em ações concretas, capazes de sustentar resultados e preservar credibilidade em ambientes de alta exposição pública.

O futuro do trabalho é frequentemente discutido em termos de evolução tecnológica e novos modelos contratuais. A tecnologia continuará avançando, modelos de negócio seguirão mudando e novas métricas surgirão. Mas nenhuma estratégia sobreviverá se as pessoas não acreditarem nela. Ignorar o alinhamento cultural é tratar sintomas — rotatividade, queda de produtividade, desalinhamento — sem enfrentar a causa estrutural. Organizações sustentáveis são aquelas em que estratégia e cultura caminham juntas — e nas quais cada decisão reforça, na prática, aquilo que a instituição declara como valor.

No longo prazo, não são os ativos físicos nem os algoritmos que definem a competitividade, mas a capacidade de mobilizar pessoas em torno de um propósito claro. É essa coerência que sustenta os resultados e preserva a credibilidade.

*Tânia Dias Santos é diretora de Pessoas e Cultura do Grupo Marista. Formada em Direito, possui especializações em Direito do Trabalho e Direito Ambiental e MBA em Gestão de Pessoas, com mais de 15 anos de experiência em desenvolvimento organizacional, comunicação interna e ESG.

Grupo Vellore acelera preparação para acessar o mercado de capitais

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Reconhecimento no programa nacional Rota Fácil, da BEE4, reforça estratégia de aproximação com investidores em busca de capital para crescimento sustentável

O Grupo Vellore vem avançando em seu processo de listagem na bolsa de valores, em um movimento voltado à ampliação de acesso a novas fontes de recursos para sustentar sua estratégia de crescimento nos próximos anos. Com meta de alcançar R$ 1 bilhão em faturamento até 2030, a companhia intensifica uma agenda que envolve governança, disciplina financeira, profissionalização da gestão e aproximação com investidores.

Nesse contexto, o Grupo foi o destaque da primeira temporada do Rota Fácil, programa da BEE4 voltado à preparação de pequenas e médias empresas para o acesso ao mercado de capitais. O resultado foi divulgado na última quarta-feira (22), durante a transmissão do episódio final na BM&C News. A primeira temporada recebeu centenas de inscrições e reuniu 15 empresas na fase final, exibida em formato de reality show. Entre as finalistas, estiveram nomes como Vapza, Grupo RÃO, 3E Eficiência Energética e Arrazantty, o que reforça o alto nível da competição. 

Para o fundador do Grupo, Paulo Velloso Ribeiro, a conquista representa mais do que um reconhecimento pontual. “O reconhecimento mostra que estamos prontos para mudar de patamar”, afirma. Segundo ele, a participação teve como principal objetivo entender o estágio real de preparação da companhia para acessar o mercado de capitais. “A ideia inicial era estar entre os 15, depois entre os 10 — não necessariamente conquistar o primeiro destaque”, completa. 

O resultado também antecipa o cronograma da empresa para acessar esse mercado. “Imaginávamos que esse movimento aconteceria mais à frente, mas conseguimos antecipar esse processo em cerca de dois anos”, diz.

Aval do mercado

A participação no programa vai além do reconhecimento. A iniciativa está diretamente conectada à visão de longo prazo de construir uma empresa cada vez mais sólida, escalável e preparada para novos ciclos de crescimento, explica Laufran Wosniak, CEO do Grupo Vellore e sucessor do fundador. “Temos um objetivo claro de alcançar R$ 1 bilhão em faturamento até 2030, e isso passa necessariamente pelo acesso ao mercado de capitais.”

Segundo o executivo, o processo trouxe aprendizados relevantes em frentes estratégicas, como o aprimoramento da governança, da disciplina financeira e do relacionamento com investidores. “Isso nos aproxima das melhores práticas de mercado e acelera a nossa preparação para acessar a bolsa de valores.”

O Rota Fácil acompanha a jornada das empresas participantes ao longo de diferentes etapas, nas quais apresentam seus modelos de negócio, estratégias de crescimento e passam por avaliações conduzidas por especialistas. Entre os jurados estão Renata Vichi, CEO do Grupo CRM (Kopenhagen e Brasil Cacau); Gustavo Cerbasi, educador financeiro e autor; Luciana Wodzik, ex-CEO da Arezzo&Co; e Rogério Salume, fundador da Wine.

Crescimento com bases estruturadas

Segundo Velloso, a conquista também valida o trabalho realizado nos últimos anos para fortalecer a estrutura da empresa. “A gente vem se preparando há bastante tempo, com governança estruturada, conselho ativo, auditorias recorrentes e uma gestão cada vez mais profissionalizada”, afirma.

O acesso ao mercado de capitais é um passo estratégico para viabilizar o crescimento em um cenário de crédito restrito, completa o CEO. “Hoje, crescer no Brasil com financiamento bancário é caro e limitado. O mercado de capitais abre uma possibilidade muito mais eficiente de captação para sustentar a expansão”, diz.

Com o resultado, o Grupo Vellore deve intensificar os próximos passos nessa agenda. O foco agora, detalha, é seguir evoluindo a estrutura da companhia e aprofundar o relacionamento com o mercado. “A listagem é um processo estruturado, que pode levar de um a dois anos, mas as oportunidades já começam a surgir ao longo dessa jornada”, afirma.

A estratégia, segundo Wosniak, é garantir que a empresa esteja pronta para aproveitar o momento mais adequado. “Estamos trabalhando para deixar a companhia preparada, porque quando a janela de mercado se abrir, queremos estar prontos para avançar”, conclui.

Sobre o Grupo Vellore

O Grupo Vellore é referência nacional no segmento de materiais de construção, com um portfólio de mais de 1.200 produtos, atuação em todo o território brasileiro e presença internacional por meio de exportações para seis países. Detentor das marcas Foxlux, com soluções em iluminação, materiais elétricos, bombas d’água e utilidades, e Famastil, com ferramentas, jardinagem e linha agrícola, o Grupo conta com fábrica própria em Pinhais (PR) e escritório em Ningbo, na China. Além da indústria, o Grupo Vellore opera um ecossistema de negócios que integra varejo, tecnologia, serviços e soluções financeiras, por meio da Iluzze, Vellore Ventures, Sobmedida e F2 Bank. Com foco no desenvolvimento contínuo, inovação e geração de oportunidades, o Grupo Vellore conecta marcas, mercados e soluções para impulsionar profissionais, parceiros e negócios no Brasil e no exterior.

Dia do Hambúrguer e da Batata Frita: veja onde encontrar versões irresistíveis dos clássicos em Curitiba

Com costela desfiada e até versão sem carne, Outback e Aussie têm opções para todos os paladares

O hambúrguer virou sinônimo de versatilidade: está no delivery, no jantar casual e nos menus dos melhores restaurantes. No dia 28 de maio, data em que o mundo celebra um de seus pratos mais populares, Outback Steakhouse e Aussie Chicken and more mostram que ele vai muito além do clássico de carne. E, em 30 de maio, também se comemora o Dia da Batata Frita. Como eles foram feitos um para o outro, confira onde comemorar as datas:

Costela, picanha e veggie: Outback vai do clássico ao inovador

Dentre os favoritos da Steakhouse, o Picanha Bloomin’ Burger é uma das opções inevitáveis. Com um burger de 200g 100% picanha, também conta com pétalas da famosa Bloomin’ Onion, bacon grelhado, molho agridoce e defumado, mix de queijos e finalizado com maionese defumada.

Para os fãs da famosa costela, o Ribs Double Decker não fica de fora: com a suculenta costela desfiada, é servido com um burger de 200g, queijo e finalizado com um molho levemente picante.

Tem opção para os vegetarianos também: o Aussie Plant Burger é 100% vegetal, com burguer e molho vegetal tipo Cheddar, alface, tomate, cebola e picles no pão tipo brioche.

E quando o assunto é batata frita, essa é a grande protagonista: as clássicas Aussie Cheese Fries do Outback são servidas com uma cobertura irresistível de mix de queijos e bacon. O toque final fica por conta do molho Ranch.

Quando o assunto é lanche, Aussie Chicken and More não economiza em sabor e tamanho! 

O Double Bacon Burger do Aussie, é composto de forma irresistível por carne bovina (com dois hambúrgueres), queijo tipo cheddar, maionese da casa e fatias de bacon caramelizado no pão tipo brioche.

O queridinho da galera, Smoked Honey Mustard Chicken, que leva peito de frango de cerca de 115g, empanado e crocante, servido com alface, tomate, picles, maionese defumada e molho Honey Mustard, no pão tipo brioche.

O melhor acompanhamento, é claro, são as Aussie Chips, que levam tempero especial, são levemente apimentadas e super crocantes. Acompanham, ainda, molho Aioli, trazendo ainda mais sabor.

Em ação inédita, MRV mobiliza diretoria para negociar imóveis diretamente com clientes

Neste final de semana, a MRV promove uma ação inédita que marca a maior mobilização comercial da companhia no ano. Lideranças da empresa estarão em lojas de todo o país para negociar imóveis diretamente com clientes e ampliar as possibilidades de fechamento de negócios para quem deseja conquistar a casa própria.

A iniciativa será realizada simultaneamente em lojas da MRV em todo o Brasil e contará com a participação do CEO Rafael Menin, vice-presidentes e diretores. A proposta é proporcionar uma experiência de compra mais próxima e personalizada, conectando o público diretamente à liderança da empresa em um momento decisivo da aquisição do imóvel.

Além das negociações, os clientes terão acesso a condições especiais válidas exclusivamente durante o fim de semana, período que coincide com a reta final da tabela comercial de maio.

A ação faz parte da campanha “Rumo ao Apê MRV”, inspirada no universo do futebol. Durante o período, as lojas também contarão com ativações temáticas e experiências interativas, incluindo dinâmica de chute a gol, brindes exclusivos e participação nos sorteios nacionais de cartões-presente virtuais no valor de R$ 6 mil promovidos pela construtora.

“Estamos levando nossas lideranças para mais perto dos clientes em um momento importante da decisão de compra. A ideia é tornar as negociações mais dinâmicas e criar uma oportunidade diferenciada para quem deseja conquistar o próprio apartamento”, afirma Rafael Menin, CEO da MRV.

Sobre a MRV

Com 46 anos de mercado e o propósito de construir sonhos que transformam o mundo, a MRV é uma das cinco empresas que compõem o grupo MRV&CO. Reconhecida como a maior construtora e incorporadora da América Latina, a companhia tem foco em empreendimentos residenciais acessíveis, voltados à realização do sonho da casa própria. A MRV já entregou mais de 500 mil unidades, impactando positivamente a vida de mais de 1,6 milhão de pessoas em todo o país. Saiba mais em www.mrv.com.br.

Negócio além da comida

Gestão, eficiência e tecnologia redefinem o lucro no food service

A qualidade do prato deixou de ser o principal fator de sucesso para bares e restaurantes. Em um cenário cada vez mais competitivo, decisões estratégicas relacionadas à precificação, experiência do cliente e eficiência operacional têm impactado diretamente a lucratividade dos negócios.

Dados da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) mostram que mais de 60% dos estabelecimentos enfrentam dificuldades financeiras ligadas à gestão. O problema, muitas vezes, começa antes mesmo da operação, na falta de clareza sobre público e posicionamento.

Para o especialista em food service Edher Brandão, fundador da ConceptFood, o erro mais comum está na ordem das decisões. “A maioria começa pelo produto, quando o correto é definir primeiro o público e a faixa de preço da região. Se você não entende quanto o cliente pode pagar, você cria um produto que não se sustenta”, afirma.

O estudo de localização também influencia diretamente o faturamento. “Uma marmita pode ser considerada cara em um bairro e totalmente aceitável em outro. Em alguns casos, você fatura o mesmo vendendo menos, porque o posicionamento está correto”, explica.

Além da estratégia de preço, a experiência do cliente segue sendo determinante, principalmente no delivery. “Se a entrega chega rápido, mas a embalagem compromete o produto, o cliente cancela a experiência. Hoje, percepção de valor é tão importante quanto o sabor”, destaca.

Outro ponto crítico está na eficiência operacional. A automação de processos tem permitido que restaurantes reduzam custos e aumentem a capacidade de atendimento sem ampliar a equipe. “O que antes era visto como tecnologia para grandes redes, hoje é realidade para qualquer operação. Automatizar atendimento, pedidos e pagamentos reduz filas, melhora o giro e diminui a necessidade de mão de obra”, ressalta.

Segundo Brandão, exemplos simples já mostram o impacto dessa transformação. “Restaurantes que adotam autoatendimento ou sistemas integrados conseguem eliminar filas e operar com menos pessoas no caixa. Isso aumenta a margem e melhora a experiência do cliente ao mesmo tempo”, afirma.

A gestão baseada em dados completa esse cenário, permitindo decisões mais precisas. “Hoje é possível saber onde você vende mais, quais produtos dão mais lucro, qual equipe performa melhor e até onde investir em marketing. Sem isso, o empresário toma decisão no escuro”, pontua.

Para ele, o futuro do setor passa pela integração entre tecnologia, gestão e capacitação de pessoas. “Quem automatiza, controla e entende os números cresce. Quem continua operando no improviso, perde margem e competitividade”, conclui.

Serviço: ConceptFood

Gestão de restaurantes

Edher Brandão

41 99143-0049

@edher.brandao
conceptfood.adm@outlook.com
Rua: Mateus Leme, 531, andar superior, Curitiba, Paraná. 

Cultura gera resultados

Mentalidade estratégica e disciplina operacional são os pilares que diferenciam empresas que crescem com consistência daquelas que apenas sobrevivem no mercado

Em um cenário econômico cada vez mais competitivo, empresas que apostam apenas em tecnologia ou metodologias de gestão sem mudança comportamental têm encontrado dificuldades para sustentar crescimento. A construção de uma cultura orientada por resultados tem se consolidado como fator determinante para desempenho consistente, especialmente entre pequenas e médias empresas que buscam escala com eficiência.

No Paraná, onde mais de 90% das empresas são de pequeno e médio porte, segundo dados recentes de mercado, a dificuldade não está apenas na adoção de ferramentas, mas na forma como líderes e equipes se posicionam diante da execução. Em Curitiba, esse desafio se intensifica diante de um ambiente empresarial mais maduro e competitivo, onde diferenciação não depende apenas de estratégia, mas de consistência na prática diária.

De acordo com o consultor Bruno Castro, especialista em Processos, Tecnologia e Mentalidade, o principal erro das empresas é acreditar que resultados vêm apenas da implementação de sistemas ou metodologias. “Não existe ferramenta que resolva a falta de disciplina. Cultura de resultado não é sobre o que você implanta, é sobre como as pessoas se comportam todos os dias diante das metas”, afirma.

Esse desalinhamento entre estratégia e execução impacta diretamente a performance. Estudos indicam que mais de 60% das empresas brasileiras enfrentam dificuldades em transformar planejamento em resultado efetivo, justamente por falhas na cultura organizacional. A ausência de clareza, acompanhamento e responsabilização cria um ambiente onde processos existem, mas não funcionam como deveriam.

Na prática, empresas que evoluem nesse aspecto conseguem ganhos expressivos em produtividade, redução de desperdícios e aumento de margem. “Resultado não é consequência do esforço, é consequência de método aplicado com constância. E isso exige uma mudança de mentalidade que começa na liderança e se espalha para toda a operação”, destaca Bruno Castro.

Outro ponto crítico está na forma como gestores lidam com metas e indicadores. Muitas empresas ainda operam com métricas superficiais ou desconectadas da realidade do negócio, o que compromete a tomada de decisão. “Sem indicador claro, não existe gestão. E sem gestão, não existe resultado previsível. O empresário precisa parar de reagir e começar a conduzir o negócio com dados e responsabilidade”, pontua.

A construção dessa cultura passa por três pilares centrais, clareza de objetivos, estrutura de processos e desenvolvimento de mentalidade. Quando esses elementos estão alinhados, a empresa deixa de operar no improviso e passa a atuar de forma estratégica, criando um ambiente onde crescimento deixa de ser pontual e passa a ser sustentável.

Serviço: B.Castro Consultoria

Bruno Castro

Consultor em Processos, Tecnologia e Mentalidade

(41) 99952 8310

@bcastro.consultoria

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Quando a dor encontra um propósito

Saulo Coelho relembra experiências marcantes da infância, a superação da gagueira e sua trajetória como treinador dedicado à transformação humana

A dor pode interromper caminhos, mas também pode revelar uma missão. Na trajetória de Saulo Coelho, especialista em inteligência emocional e comportamental, ela se tornou ponto de partida para uma vida dedicada ao desenvolvimento humano, à superação de traumas e à formação de pessoas mais conscientes, fortes e preparadas emocionalmente.

Criador do Método das Três Mentes, Saulo construiu sua história profissional unindo vivências pessoais profundas, estudo do comportamento humano e uma atuação prática voltada à transformação de líderes, empresários, equipes comerciais e pessoas em busca de direção. Com passagem pelo setor executivo de uma das maiores empresas de vendas diretas da América Latina, ele encontrou no treinamento comportamental uma forma de transformar experiência em contribuição.

Sua caminhada, no entanto, começou muito antes dos palcos, das salas de treinamento e das imersões. Ainda na infância, Saulo viveu episódios que marcaram sua forma de enxergar a vida, o valor das pessoas e o sentido da superação. Um desses momentos aconteceu quando ele sentiu vergonha do carro antigo da família. A resposta do pai, simples e profunda, ficou gravada para sempre em sua memória. “Meu pai colocou a mão no meu ombro e disse: ‘Esse carro é velho, está sujo porque carrega o material da nossa casa, mas ele é seu. Se você não valorizar o que é seu, quem vai valorizar?’ Nunca mais esqueci disso”, relembra. A frase se tornou uma lição sobre identidade, gratidão e pertencimento. Para Saulo, muitas pessoas passam a vida tentando ser aceitas pelo que aparentam, mas se esquecem de reconhecer o valor da própria história.

Outro momento decisivo veio aos 13 anos, quando ele enfrentou a perda traumática de um amigo próximo. A experiência foi tão profunda que gerou consequências emocionais e físicas. Após o episódio, Saulo desenvolveu uma disfunção neuromotora e passou a gaguejar, condição que o acompanhou por quatro anos. A gagueira trouxe vergonha, insegurança e isolamento. Durante esse período, falar em público parecia algo impossível. A comunicação, que mais tarde se tornaria uma de suas principais ferramentas de trabalho, naquele momento era uma fonte de dor.

Mas foi justamente nesse ponto de fragilidade que começou uma das maiores viradas de sua vida. No início da década de 1990, ao participar de uma palestra sobre desenvolvimento humano, Saulo teve contato com técnicas que mudariam sua relação com a própria história. Aquela experiência abriu uma nova percepção sobre emoção, comportamento, mente e capacidade de transformação. “Aquilo mudou minha vida. Eu entendi que a dor não precisava ser o fim da minha história. Ela poderia ser o começo de uma missão. Aprendi a nunca mais deixar ninguém para trás”, afirma.

A partir daí, Saulo passou a se aprofundar em psicanálise, inteligência emocional, comportamento humano, programação neurolinguística, coaching e processos de desenvolvimento pessoal. O que começou como uma busca por cura se transformou em vocação. “Eu não entrei nessa área porque vi alguém ganhar dinheiro. Entrei porque isso salvou minha vida. Quando algo faz muito bem para a gente, a tendência é querer o mesmo para os outros”, destaca.

Ao longo de mais de três décadas, Saulo Coelho consolidou sua trajetória como treinador comportamental, conduzindo formações, palestras, mentorias e imersões voltadas à transformação emocional e profissional. Seu trabalho alcança empresários, líderes, equipes de vendas, terapeutas, profissionais liberais e pessoas que buscam romper bloqueios internos para viver com mais clareza, coragem e propósito.

Em sua visão, todo trauma carrega uma marca, mas também pode carregar uma mensagem. A questão central é o que cada pessoa faz com aquilo que viveu. Para Saulo, superar não significa apagar o passado. Significa dar a ele um novo lugar. É deixar de ser prisioneiro da dor e passar a usar a própria história como fonte de consciência, força e direção. “Todo mundo carrega alguma dor. A diferença está em permitir que essa dor endureça a pessoa ou transforme sua maneira de viver. Eu escolhi transformar”, afirma.

Essa visão está presente em seus treinamentos e no ‘Método das Três Mentes’, abordagem criada por Saulo para explicar a integração entre mente somática, mente emocional e mente racional. Segundo ele, muitas pessoas tentam resolver a vida apenas no pensamento, mas carregam registros emocionais e corporais que influenciam decisões, relacionamentos, medos, bloqueios e padrões de comportamento.O trabalho desenvolvido por Saulo busca justamente ajudar as pessoas a reconhecerem esses padrões e construírem uma nova postura diante da vida. Em suas imersões, os participantes são conduzidos por experiências práticas, reflexões e desafios que trabalham autoconhecimento, liderança, comunicação, identidade emocional e tomada de decisão.

Além da própria história, Saulo chama atenção para um desafio crescente da atualidade: o excesso de informação e a falta de direção emocional. Para ele, nunca se falou tanto sobre desenvolvimento pessoal, saúde mental e alta performance, mas muitas pessoas continuam emocionalmente perdidas. “Hoje o mundo tem informação demais e direção de menos. Quem não sabe o que quer acaba sendo levado pelos algoritmos e não chega a lugar nenhum”, pontua.

A Organização Mundial da Saúde apontou que, no primeiro ano da pandemia de Covid-19, a prevalência global de ansiedade e depressão aumentou em 25%, evidenciando o impacto profundo do estresse, do isolamento, do medo e da instabilidade sobre a saúde emocional das pessoas. Para Saulo, esse cenário reforça a necessidade de uma nova educação emocional. Não basta acumular conhecimento técnico, títulos ou informações. É preciso desenvolver estrutura interna para lidar com pressão, frustração, medo, mudanças, perdas e decisões difíceis.

O avanço da inteligência artificial também entra nessa reflexão. Embora reconheça que a tecnologia já esteja transformando mercados, profissões e modelos de trabalho, Saulo acredita que o fator humano continuará sendo indispensável. “A inteligência artificial pode organizar dados, gerar respostas e acelerar processos. Mas ela nunca vai poder olhar para alguém e dizer: ‘eu sei como você se sente, porque eu também precisei me reconstruir’. O aspecto humano continuará sendo o que nos diferencia”, afirma.

Essa combinação entre história pessoal, experiência profissional e sensibilidade humana tornou a trajetória de Saulo Coelho marcada por uma mensagem central: ninguém precisa ser definido apenas pelo que sofreu. Para ele, dor não precisa virar destino. Pode virar consciência. Pode virar força. Pode virar missão. Hoje, ao conduzir treinamentos e imersões, Saulo leva aos participantes a mesma convicção que nasceu de sua própria superação: é possível ressignificar traumas, reconstruir a identidade emocional e transformar a própria história em instrumento de crescimento. “Hoje, quem não se treina fica para trás. O conhecimento emocional não é mais luxo, é necessidade”, conclui.

Serviço: Saulo Coelho

Terapeuta Empresarial, Especialista em Inteligência Emocional e Comportamental

Criador do Método das Três Mentes

@saulocoelhopontocom