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Grupo Marista reúne especialistas para discutir como colocar ESG em prática

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Encontro gratuito acontece em 14 de outubro, em Curitiba, e terá participação do Grupo Boticário, Neodent e Gaia – Negócios de Impacto

A sustentabilidade já faz parte da estratégia de 59% das empresas brasileiras, segundo o Panorama Sustentabilidade 2026 da Amcham/Humanizadas. Mas transformar essa agenda em resultados mensuráveis ainda é um desafio: apenas 34% conseguem medir de forma estruturada o retorno financeiro das ações. É a partir dessa distância entre estratégia e prática que o Grupo Marista promove, em 14 de outubro, em Curitiba, a segunda edição do ESG em Movimento, encontro gratuito que reunirá especialistas para discutir caminhos para incorporar o ESG de forma mais consistente à gestão das organizações.

A proposta é aproximar diferentes perspectivas e mostrar como a agenda ESG vem sendo incorporada à estratégia das organizações. O encontro acontece em um momento de avanço da própria jornada do Grupo Marista, que concluiu neste ano a atualização de sua matriz de dupla materialidade, ferramenta que orienta as prioridades da agenda ESG da instituição. O processo considerou 670 respostas obtidas em consultas a diferentes públicos, incluindo colaboradores, estudantes, educadores, pacientes, parceiros e fornecedores.

“O ESG precisa estar incorporado às decisões da organização, e não funcionar como uma agenda paralela. Isso significa entender quais impactos realmente importam, estabelecer prioridades e acompanhar resultados. Nenhuma organização tem todas as respostas, por isso conhecer experiências, desafios e soluções que estão sendo testadas por outras empresas também é uma forma de amadurecer essa agenda”, afirma a diretora de Relações Institucionais e Governamentais do Grupo Marista, Carmem Murara.

Entre os convidados estão o diretor de ESG do Grupo Boticário, Luis Meyer; a gerente de Responsabilidade Social e Sustentabilidade da Neodent, Helena Schweinberger; e a fundadora e consultora de Sustentabilidade e Diversidade & Inclusão (D&I) da Gaia – Negócios de Impacto, Fernanda Paraná.

Para o especialista em ESG do Grupo Marista, Rafael Finatti, promover esse intercâmbio também contribui para a evolução da agenda da instituição. “Abrir esse espaço de diálogo é uma oportunidade de trocar experiências com quem já está fazendo, aprender com diferentes perspectivas e, juntos, avançarmos na construção de práticas cada vez mais consistentes”, destaca.

O ESG em Movimento será realizado das 9h às 11h, no Auditório HOTMILK, na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), com transmissão pelo YouTube do Grupo Marista.

Serviço

ESG em MovimentoData: 14 de outubro
Horário: 9h às 11h
Local: Auditório HOTMILK – PUCPR (2º bloco, 3º andar – Sala Innosphera)
Endereço: Rua Imaculada Conceição, 1430 – Prado Velho, Curitiba
Transmissão: YouTube do Grupo Marista
Inscrições: Formulário de inscrição

Tendência nas casas, automação coloca conforto, praticidade e simplicidade no centro dos projetos

Programar o aquecimento para os horários de uso dos ambientes, ajustar a iluminação para trabalhar ou descansar e controlar equipamentos pelo celular são possibilidades da automação residencial. Para que esses recursos facilitem a vida, a escolha precisa começar pelos hábitos de quem mora na casa. Entender quais tarefas se deseja simplificar ajuda a investir em soluções que tenham utilidade no cotidiano.

“A primeira pergunta deve ser sobre a rotina do morador: o que ele gostaria de tornar mais fácil dentro de casa? A partir dessa resposta, conseguimos pensar nos recursos que fazem sentido para aquela família”, afirma Scheyla Ciruelos, Head da Hotfloor e SmartLy.

Antes de comparar equipamentos, vale observar quais ambientes são utilizados ao longo do dia, quem precisa operar os sistemas e quais ajustes se repetem com frequência. Essas informações ajudam a definir prioridades e a avaliar a automação pelo benefício que pode oferecer.

Uma das questões a esclarecer antes da compra é a compatibilidade entre os dispositivos. O consumidor deve perguntar quais equipamentos podem ser integrados, quais dependem de aplicativos próprios e o que será necessário para acrescentar novos recursos no futuro.

Também é importante entender o alcance da integração oferecida. Controlar dois equipamentos pelo celular não significa, necessariamente, que eles possam participar de uma mesma programação. Pedir uma demonstração da rotina desejada ajuda a verificar se a solução atende à necessidade apresentada.

“O morador precisa entender como os recursos vão funcionar juntos. Quando falamos de conforto térmico, por exemplo, precisamos considerar o aquecimento, o controle da temperatura e os horários de utilização do ambiente. Essa combinação deve ser fácil de ajustar”, explica Scheyla.

A integração entre piso aquecido e termostatos permite estabelecer horários e temperaturas de funcionamento, conforme os recursos disponíveis no modelo escolhido. O consumidor deve conferir quais programações são possíveis e como poderá alterá-las quando sua rotina mudar.

Uma demonstração precisa permitir que o consumidor experimente tarefas básicas: alterar uma temperatura, ajustar um horário, desligar uma programação e retomar o controle manual. Se essas ações exigem muitas etapas ou explicações, vale avaliar se a configuração pode ser simplificada.

A análise deve considerar todos os moradores. A localização dos controles, a clareza dos comandos e a possibilidade de realizar ajustes sem depender exclusivamente do celular merecem atenção.

“Na demonstração, vale pedir para fazer aquilo que será necessário no dia a dia. Alterar a temperatura ou mudar um horário precisa ser compreensível para quem vai utilizar o sistema. A facilidade de uso faz parte da entrega”, observa a executiva.
Também é importante esclarecer quais funções dependem da internet, quais continuam disponíveis sem conexão e como os equipamentos são operados nessas condições. O consumidor deve perguntar o que acontece após uma interrupção de energia e se as configurações são preservadas.

Instalação exige planejamento

A contratação deve incluir uma avaliação das condições do imóvel. Rede elétrica, conexão, localização dos equipamentos e eventuais intervenções precisam ser discutidas com os profissionais responsáveis antes da instalação.

Em uma obra ou reforma, a conversa entre fornecedores, arquiteto e projetistas permite organizar essas necessidades desde o início. Em imóveis prontos, o consumidor deve solicitar uma descrição do que será instalado, quais adaptações serão necessárias e como ocorrerá a execução.

“A simplicidade que o cliente encontra ao utilizar a tecnologia começa no planejamento. Entender o imóvel, alinhar o projeto com os profissionais envolvidos e orientar o morador são etapas fundamentais para uma boa experiência”, diz Scheyla.

O orçamento também deve apresentar o custo da solução completa. Além dos equipamentos, é necessário esclarecer os valores de instalação, configuração, acessórios, manutenção e eventuais cobranças recorrentes. Saber o que está incluído permite comparar propostas com maior precisão.

Recursos de programação podem ajudar a adequar o funcionamento dos equipamentos à rotina. Entretanto, uma promessa de redução de consumo deve vir acompanhada de informações sobre como o resultado foi medido e quais condições foram consideradas.

No aquecimento, características do imóvel, clima, área atendida, temperatura escolhida e tempo de utilização influenciam o consumo. Também é útil esclarecer se o sistema mede a energia utilizada ou apresenta uma estimativa.

“O controle permite adequar horários e temperaturas às necessidades do morador. Para falar em economia, é preciso observar as condições de uso e ter uma referência de comparação. A orientação deve ajudar o cliente a compreender o que influencia o consumo”, afirma Scheyla.

O suporte merece fazer parte da decisão de compra. Quem ajuda a ajustar uma programação? Como solicitar assistência? Há orientações de uso acessíveis? O que está coberto pela garantia? Essas perguntas ajudam a conhecer a continuidade do serviço.
Nos recursos conectados, também vale esclarecer quais dados são coletados, quem pode acessar a conta e como remover permissões. O consumidor deve perguntar como funcionam as atualizações e o que é necessário para transferir o controle dos equipamentos a outro morador.

“A entrega continua quando a família começa a usar a solução. É nesse momento que surgem dúvidas e necessidades de ajuste. O atendimento precisa ajudar o morador a incorporar os recursos à própria rotina”, destaca a Head da Hotfloor e SmartLy.

Uma casa inteligente facilita a vida quando seus recursos acompanham as necessidades de quem vive nela. Escolher funções úteis, testar os comandos e compreender as condições de instalação e atendimento são cuidados que ajudam a transformar tecnologia em conforto e praticidade.

Opinião: Quem ensina a pensar quando a máquina responde a quase tudo?

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*Carolina Balera Trombini

Existe uma mudança importante acontecendo no debate educacional. Durante anos, a discussão sobre tecnologia na escola muitas vezes foi conduzida em torno da mesma pergunta: quanto mais digital a educação se tornar, melhor ela será? 

A Didacta 2026, maior feira de educação da Europa, realizada em Colônia, mostrou que a discussão entrou em uma nova etapa. A inteligência artificial continua no centro das atenções. Mas o foco deixou de ser apenas a adoção de ferramentas. A questão agora é mais sofisticada: como formar estudantes capazes de usar tecnologia com autonomia intelectual, responsabilidade e capacidade crítica? 

Essa mudança de perspectiva é relevante. A IA já começou a transformar profundamente o modo como trabalhamos, pesquisamos, produzimos conhecimento e aprendemos. Ignorar isso seria desconectar a escola da realidade. Ao mesmo tempo, a presença crescente dessas ferramentas torna ainda mais importante desenvolver capacidades essencialmente humanas: interpretação, argumentação, criatividade, repertório cultural, discernimento ético e colaboração. 

Paradoxalmente, quanto mais a tecnologia avança, mais evidente se torna a importância da formação humana. Um estudante hoje consegue acessar informações em segundos, produzir imagens, organizar dados e até gerar textos completos com apoio de inteligência artificial. Isso amplia possibilidades extraordinárias de aprendizagem. Mas também cria uma nova responsabilidade educacional. 

A escola precisa ensinar os estudantes não apenas a utilizar ferramentas, mas a compreender limites, avaliar evidências, formular perguntas relevantes e transformar informação em conhecimento. Esse talvez seja um dos maiores desafios contemporâneos. 

O problema da educação há algum tempo já não é mais a falta de acesso à informação. O desafio agora está na capacidade de interpretar, relacionar e construir sentido. Nesse contexto, a inteligência artificial não reduz a importância da escola nem do professor. Ao contrário, acrescenta uma nova responsabilidade à educação: formar estudantes capazes de usar essas ferramentas com autonomia, criticidade e responsabilidade. 

O professor que sempre ocupou o lugar de transmissor de conteúdo, agora também assume ainda mais o papel de mediador, orientador e formador de pensamento crítico. Foi justamente essa percepção que apareceu com força na Didacta. 

Mesmo em um evento marcado por tecnologia, as discussões mais relevantes envolveram temas como saúde mental, convivência, atenção, criatividade, bem-estar e aprendizagem ativa. A escola do futuro parece caminhar para um modelo mais integrado. 

Tecnologia, ciência, sustentabilidade, formação emocional e competências humanas já não aparecem mais como temas isolados no ambiente educacional. Passam a funcionar como dimensões complementares de uma mesma formação. Isso ajuda a explicar por que metodologias baseadas em projetos, investigação, resolução de problemas e experimentação ganharam tanto espaço. Quando as respostas automáticas estão cada vez mais disponíveis, formular boas perguntas se torna uma habilidade valiosa. 

A inteligência artificial provavelmente ampliará a produtividade, democratizará ferramentas sofisticadas e acelerará processos de aprendizagem. Mas nenhuma tecnologia substitui integralmente aquilo que acontece quando um estudante aprende a argumentar, conviver, investigar, criar conexões e compreender problemas reais. 

A escola do futuro não será menos tecnológica. Ela provavelmente será ainda mais digital, mais conectada e mais orientada por dados, mas seu diferencial continuará sendo profundamente humano: formar pessoas capazes de pensar com autonomia em um mundo cada vez mais automatizado.

*Carolina Balera Trombini é Gerente de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação do Biopark Educação.

Opinião: A eleição que também nos educa

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“A educação é o ponto em que decidimos se amamos o mundo o bastante para assumirmos a responsabilidade por ele.” Hannah Arendt

Em períodos eleitorais, o país volta sua atenção para as propostas, as declarações e os confrontos entre os candidatos. Mas existe outra dimensão desse processo que merece ser observada: o que as crianças aprendem ao acompanhar não apenas o debate político, mas também a maneira como os adultos reagem a ele.

Depois de quase meio século dedicado à educação e à convivência com crianças e adolescentes, aprendi que eles não escutam apenas aquilo que lhes dizemos. Observam, sobretudo, quem somos quando não estamos tentando ensiná-los.

Essa constatação não me coloca em uma posição confortável. Ao contrário, obriga-me a perguntar quantas vezes minhas atitudes ensinaram algo diferente daquilo que eu pretendia defender com minhas palavras. A distância entre o discurso e a maneira como agimos não é um problema exclusivo dos outros. Ela atravessa todos nós.

É fácil reconhecer a intolerância naquele de quem discordamos. Mais difícil é percebê-la em nosso vocabulário, na impaciência com que interrompemos alguém, no prazer com que ridicularizamos o adversário ou na facilidade com que compartilhamos uma informação apenas porque ela confirma nossas convicções.

As crianças observam essas pequenas escolhas. Percebem como reagimos no trânsito, como tratamos quem nos atende no mercado, como nos comportamos diante de uma derrota no futebol e o que fazemos quando somos contrariados em uma conversa familiar. Também escutam comentários que julgamos inofensivos e acompanham, muitas vezes em silêncio, nossas reações nas redes sociais.

Todos somos educadores, ainda que em diferentes graus de proximidade e influência.

Essa responsabilidade é coletiva, embora não se distribua igualmente. Quanto maior for a visibilidade, a autoridade ou o alcance da palavra de um adulto, maior será o impacto do modelo que ele oferece.

Não educamos apenas quando assumimos formalmente essa tarefa. Nossos comportamentos passam a compor o mundo com base no qual as crianças constroem referências sobre como viver com os outros.

Os estudos do psicólogo Albert Bandura mostraram a importância da aprendizagem por observação. Isso não quer dizer que uma criança reproduza automaticamente tudo o que testemunha. Significa que as atitudes dos adultos passam a integrar o repertório com o qual ela interpreta situações, estabelece relações e faz suas escolhas.

Essa compreensão muda a pergunta que costumamos fazer. Em vez de pensarmos apenas em como devemos educar as crianças, talvez precisemos perguntar: quem devemos nos tornar para que elas encontrem em nós referências que mereçam levar para a vida?

Educar as crianças exige que os adultos continuem educando a si mesmos.

Adela Cortina nos lembra que o ethos, o caráter, se forja nas escolhas reiteradas. Não é algo que possuímos de maneira definitiva, mas uma construção cotidiana. Formamo-nos cada vez que escolhemos como reagir: contendo um impulso, escutando antes de responder, reconhecendo um erro ou revendo uma certeza.

Não se trata de aparentar perfeição diante das crianças. Elas não precisam de adultos infalíveis. Também aprendem quando presenciam alguém admitindo uma falha, pedindo desculpas e tentando reparar o dano.

As campanhas eleitorais intensificam divergências, mobilizam emoções e expõem nossas convicções. Podem estimular a argumentação e a participação democrática, mas também alimentar rótulos, simplificações e hostilidades. Nenhum de nós está inteiramente protegido desse risco.

Por isso, as eleições podem representar uma grande oportunidade de humanização das relações. Não precisamos esconder nossas posições nem criar diante das crianças uma falsa aparência de unanimidade. Podemos mostrar que pessoas com ideias diferentes não precisam se transformar em inimigas e que escutar não significa concordar.

Humanizar o debate, porém, não significa considerar equivalentes todas as posições. Divergências democráticas não podem ser confundidas com discursos que atacam direitos, incitam a violência ou negam a dignidade de determinados grupos.

A tolerância não exige passividade. Ideias devem ser examinadas, questionadas e, quando necessário, rejeitadas. O desafio está em confrontá-las sem reproduzir a mesma desumanização que condenamos. É possível estabelecer limites e defender convicções sem sentir prazer em humilhar quem está do outro lado.

Essa talvez seja uma das aprendizagens mais difíceis da democracia.

Se queremos que as novas gerações construam um mundo mais humano, não basta esperar que sejam melhores do que nós. Precisamos permitir que a presença delas também nos eduque, revele nossas incoerências e nos faça reconsiderar a maneira como convivemos.

Este período pode nos conduzir a uma pergunta que antecede a escolha de qualquer candidato: quem nos tornamos enquanto escolhemos?

A urna registrará nosso voto. As crianças, porém, estarão aprendendo com o caminho que fizermos até ela.

*Miriã Salles é pedagoga, psicopedagoga e diretora do Colégio Santo Ivo International School.

Grupo Mabu prepara uma das maiores Black Fridays de sua história

Para quem está planejando aproveitar os últimos meses do ano para viajar, descansar ou já começar a organizar as próximas férias, a Black Friday pode ser uma oportunidade para encontrar tarifas mais competitivas. De olho nesse movimento, o Grupo Mabu prepara uma das maiores campanhas de Black Friday de sua história, com condições especiais em todos os seus empreendimentos.

A campanha, que acontece de 23 a 29 de novembro, reúne condições especiais para quem já está planejando as próximas férias ou simplesmente quer aproveitar uma oportunidade para fazer uma pausa. As ofertas incluem hospedagem e lazer em Foz do Iguaçu e Curitiba, com opções que vão de uma temporada no resort à programação do Blue Park e às experiências do My Mabu.

Na hotelaria, os descontos chegam a 50%, com possibilidade de parcelamento em até 10 vezes sem juros. As condições serão válidas para o Mabu Thermas Grand Resort, em Foz do Iguaçu, e para o Mabu Curitiba Business, na capital paranaense. A campanha também contempla o Blue Park, parque aquático do grupo em Foz do Iguaçu, e o My Mabu, operação voltada à propriedade de férias.

A estratégia acompanha um comportamento cada vez mais comum entre os consumidores: antecipar a compra de viagens para conseguir melhores condições e transformar a Black Friday em uma oportunidade não apenas para adquirir produtos, mas também para planejar experiências.

Para quem quiser receber as ofertas antes do público geral, o Grupo Mabu criou uma lista VIP, com acesso antecipado às promoções. Para participar, basta acessar o link disponível na bio do Instagram @hoteismabu e realizar o cadastro.

Com a proximidade da temporada de férias e das festas de fim de ano, a expectativa é de que a campanha também movimente a procura por destinos de lazer, especialmente Foz do Iguaçu, que combina as Cataratas, uma das principais atrações turísticas do Brasil, com a estrutura de entretenimento oferecida pelo complexo Mabu.

Chás Real transforma quase dois séculos de história em minissérie de época para o Instagram

Uma negociação entre o Sr. Fontana e Thomas Shelby é o ponto de partida da nova ação promocional da Chás Real nas redes sociais. O primeiro capítulo da série com seis episódios estreou no domingo (4), no perfil da marca e já ultrapassou as  200 mil visualizações. A produção inédita foi criada para aproximar o público da trajetória da indústria de erva-mate mais antiga do país, fundada em 1834 e hoje na quinta geração da mesma família.

“A nossa história tem quase 200 anos e sempre foi contada em livros, fotos e documentos. Queríamos que as pessoas pudessem assistir a ela com aventura e bom humor, no lugar onde estão hoje, que é o celular”, afirma Henrique Fontana, diretor-geral da Chás Real. Ele assina o roteiro ao lado de Lucas Metzger e Pedro Gamborgi e também atua, no papel do senhor Fontana.

Na trama, Thomas Shelby, protagonista da série britânica Peaky Blinders, desembarca no Brasil dos anos 1920 para negociar com um produtor de chá. Depois de pedir um cavalo ao anfitrião, ele segue até a fábrica e conhece a produção. Um jantar na casa dos Fontana, com a tradição da comida italiana, parece selar a aproximação. Os visitantes, porém, escondem outra intenção.

A história é uma ficção, mas quase tudo o que aparece na tela é real. O automóvel é um Ford 1929 original, do acervo da família. A fábrica é a sede da Chás Real, em Almirante Tamandaré, na Região Metropolitana de Curitiba. 

As cenas de estação e de vagões foram feitas em parceria com a Serra Verde Express, que opera o Trem da Serra do Mar Paranaense. A ferrovia, inaugurada em 1885, era o caminho usado para levar a erva-mate do planalto até o Porto de Paranaguá. E Curitiba foi um dos maiores polos dessa indústria entre meados do século 19 e início do século 20.

Três dias de gravação e 13 pessoas

O projeto soma cerca de três meses de trabalho, do roteiro à edição. As filmagens ocuparam três dias inteiros e reuniram 13 pessoas, sendo seis na equipe técnica e sete no elenco.

A captação foi feita com uma câmera Sony A7 III e lentes de 28 mm e 16 mm, esta última do tipo grande angular, que amplia o campo de visão. As imagens têm resolução 4K, de alta definição, e já foram gravadas na vertical, no formato da tela do celular. Cada episódio dura entre um minuto e um minuto e meio.

A Inteligência Artificial entrou em uma única etapa: a criação da trilha sonora, na pós-produção. Todo o restante foi filmado com atores, locações e equipamentos reais, incluindo a fumaça que aparece nas cenas. “Escolhemos fazer como no cinema, com gente, cenário e objeto de verdade. A tecnologia ajudou na música, mas a emoção vem do que foi filmado”, explica Pedro Gamborgi, diretor da minissérie.

Shelby é vivido por Ellinton Noronha, sósia do personagem e único integrante do elenco que não é paranaense. Rossana Fontana interpreta a esposa do senhor Fontana. Aurélio Jr. e Igor Stella fazem os seguranças da família, enquanto Lucas Andrade e Diego Pereira são os capangas do visitante.

O segundo episódio entra no Instagram da marca no próximo domingo, 11 de outubro. 

Serviço Minissérie da Chás Real
Onde: perfil da Chás Real no Instagram @chasreal

 Episódio 1: 4 de outubro (já disponível)
Episódio 2: 11 de outubro
Episódio 3: 18 de outubro
Episódio 4: 25 de outubro
Episódio 5: 1º de novembro
Episódio 6: 8 de novembro

Ficha técnica Texto e roteiro: Henrique Fontana, Lucas Metzger e Pedro Gamborgi
Direção: Pedro Gamborgi
Produção: FOV FILMS
Filmmaker principal: Eduardo Trippia
Áudio: Felipe Pereira
Equipe de suporte: João Garcia e Guilherme Elenco: Ellinton Noronha, Henrique Fontana, Rosana Fontana, Aurélio Jr., Igor Stella, Lucas Andrade e Diego Pereira

Sobre a Chás RealFundada em 1834, a Chás Real é a indústria de erva-mate mais antiga do Brasil. Com fábrica em Almirante Tamandaré (PR), é uma das poucas empresas do país que seguem sob a gestão da mesma família há cinco gerações.

Óleo mais barato pode sair caro para quem trabalha com moto

Na rotina de um motoboy, a quilometragem pode se acumular rapidamente. Uma moto que percorra 200 quilômetros por dia, durante seis dias, chegará a 1.200 quilômetros em uma semana. Dependendo do modelo e do plano de manutenção, essa intensidade de uso pode fazer com que a troca de óleo seja necessária semanalmente. Não há, porém, um prazo semanal válido para todas as motos: a referência deve ser sempre o manual do fabricante.

“Escolher o produto apenas pelo menor preço pode sair caro: um item que não atende a essas exigências perde a capacidade de proteção mais cedo, pede trocas mais frequentes e acelera o desgaste das peças. A longo prazo, esses danos ao motor podem reduzir a vida útil do veículo”, explica Luiz. 

O especialista alerta também que circular com o nível de óleo abaixo do indicado, usar um produto incompatível ou ultrapassar repetidamente o intervalo de troca pode aumentar o desgaste de componentes e contribuir para danos ao motor. 

 “Quem usa a moto para trabalhar precisa olhar para a quilometragem, não apenas para o calendário. Em uma semana de entregas, o veículo pode rodar o equivalente a várias semanas de uso comum. O intervalo de troca e a especificação do óleo devem seguir o manual de cada modelo”, explica. 

Para organizar a manutenção, o motociclista pode anotar a quilometragem percorrida por semana, registrar cada troca e verificar regularmente o nível do óleo conforme as instruções do fabricante. Assim, a decisão deixa de se apoiar apenas no preço imediato e passa a considerar o custo de manter a moto rodando.

E para quem depende da moto para trabalhar, o preço do óleo é apenas uma parte da conta. “Para o entregador, uma falha no motor pode trazer o custo do conserto e os dias em que a moto fica parada. A manutenção feita no prazo ajuda a proteger o veículo, a segurança e a continuidade do trabalho”, completa. 

www.acipar.com.br

ANDRITZ recebe dois prêmios da ABTCP 2026 por inovação e sustentabilidade na indústria de celulose e papel

A ANDRITZ Brasil recebeu dois troféus do Prêmio Destaques do Setor ABTCP 2026, durante cerimônia realizada na noite de quarta-feira (7), na Casa Giardini, em São Paulo. A multinacional foi reconhecida nas categorias Inovação, com a tecnologia SulfoLoop, e Sustentabilidade Ambiental, com uma solução de gaseificação de biomassa que contribui para reduzir o uso de combustíveis fósseis na produção de celulose.

Os prêmios foram recebidos durante o Jantar de Confraternização da Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel (ABTCP), realizado no âmbito do 58º Congresso e Exposição Internacional de Celulose e Papel.

“Receber esses dois prêmios é um reconhecimento ao trabalho das nossas equipes e à confiança dos clientes que escolhem a inovação para transformar seus processos industriais. O setor de celulose e papel busca operações cada vez mais eficientes e sustentáveis, e a ANDRITZ está bem posicionada para oferecer tecnologias robustas e inovadoras que aliam sustentabilidade ambiental, descarbonização, competitividade e economia circular.

Ao transformar correntes secundárias em energia, matérias-primas ou novos produtos, ajudamos nossos clientes a reduzir emissões, aproveitar melhor seus recursos e diminuir a exposição à volatilidade dos mercados, utilizando subprodutos gerados e controlados dentro da própria operação. Essas conquistas demonstram como a inovação pode transformar sustentabilidade em valor, resiliência e competitividade para nossos clientes”, destaca Rafael Sirtoli, vice-presidente sênior LATAM de Pulp & Paper da ANDRITZ.

Na categoria Inovação, o destaque foi o SulfoLoop, tecnologia que permite produzir ácido sulfúrico dentro da própria fábrica de celulose a partir de correntes contendo enxofre geradas no processo produtivo. A solução transforma esse subproduto em um insumo de valor, reduzindo a necessidade de aquisição externa e contribuindo para uma operação mais circular e eficiente.
O SulfoLoop integra a iniciativa CircleToZero, da ANDRITZ, voltada ao desenvolvimento de tecnologias que reduzem resíduos e emissões e ampliam o aproveitamento de recursos industriais.

Na categoria Sustentabilidade Ambiental, a ANDRITZ foi reconhecida pelo Projeto Cerrado, que contempla uma solução de gaseificação de biomassa capaz de transformar cavacos e cascas de madeira em gás renovável para utilização nos fornos de cal. A tecnologia permite substituir 100% do óleo BPF utilizado nessa etapa, reduzindo a dependência de combustíveis fósseis e as emissões associadas ao processo.

Promovido pela ABTCP, o Prêmio Destaques do Setor reconhece empresas e profissionais que contribuem para o desenvolvimento da cadeia de celulose e papel. A conquista reforça a atuação da ANDRITZ como parceira tecnológica da indústria, combinando inovação, eficiência operacional e sustentabilidade.

GRUPO ANDRITZ
O grupo internacional de tecnologia ANDRITZ fornece plantas, equipamentos, serviços e soluções digitais avançadas para uma ampla gama de indústrias, incluindo papel e celulose, metais, energia hidroelétrica, meio ambiente e outros. Fundada em 1852 e com sede na Áustria, o grupo cotado na bolsa emprega cerca de 30.000 pessoas, em 280 localidades em mais de 80 países.
Como líder global em tecnologia e inovação, a ANDRITZ está comprometida em promover o progresso que beneficia clientes, parceiros, colaboradores, sociedade e o meio ambiente. O crescimento da empresa é guiado pelas soluções sustentáveis que permitem a transição verde, digitalização avançada para maior desempenho industrial e serviços que maximizam o valor das plantas dos clientes em todo seu ciclo de vida. ANDRITZ para o crescimento que interessa.

ANDRITZ PULP & PAPER
A ANDRITZ Papel & Celulose fornece tecnologia sustentável, automação e soluções de serviços para produção de todos os tipos de celulose, papel, papel cartão e tissue. As tecnologias e serviços são focados em aumentar a eficiência da produção, diminuir os custos operacionais em geral, assim como estratégias de descarbonização inovadoras e plantas de operação autônomas.
O portfolio de produtos também inclui caldeiras para geração de energia, diversas tecnologias de nonwoven, e sistema de produção de paineis (MDF). Com a reciclagem de resíduos, trituração e soluções de energia, fluxos de resíduos e subprodutos da produção são convertidos em matérias-primas secundárias valiosas como também em resíduos sustentáveis para geração de energia. A tecnologia de ponta do IioT, como parte das soluções de digitalização do Metris completa a oferta abrangente de produtos.

Castelo do Batel recebe evento que reúne mais de 80 fornecedores de casamentos e festas de 15 anos em Curitiba

Planejar um casamento ou uma festa de 15 anos exige tempo, pesquisa e muitas reuniões. Para facilitar a vida de quem está organizando uma celebração inesquecível, Curitiba recebe no dia 18 de outubro (domingo) a Tarde das Noivas e Debutantes. O encontro será realizado no Castelo do Batel, das 14h às 21h, e vai reunir mais de 80 fornecedores do setor de eventos.

O objetivo da feira é permitir que noivas, debutantes e suas famílias consigam resolver praticamente todas as etapas da festa em um único dia. No local, os visitantes poderão conhecer de perto o trabalho de especialistas em vestidos, decoração, alta gastronomia, doces finos, fotografia, filmagem, música, beleza, acessórios e lembrancinhas.

Segundo a organizadora do evento, Larissa Sieradzki, a proposta é criar uma experiência prática, acolhedora e inspiradora. “A ideia é que a pessoa consiga comparar opções, conversar diretamente com os profissionais, tirar dúvidas e encontrar tudo o que precisa para tirar os planos do papel, com a segurança de estar lidando com fornecedores selecionados”, destaca.

Além do contato direto com os profissionais, quem passar pelo Castelo do Batel poderá conferir desfiles de trajes de gala e moda noiva, além de degustar opções de buffet e confeitaria fina. Os ingressos já estão à venda na plataforma Sympla e a expectativa é movimentar o mercado de eventos sociais da capital paranaense nesta reta final de ano.

Serviço:
Tarde das Noivas e Debutantes
Data: 18 de outubro de 2026 (domingo)
Horário: Das 14h às 21h
Local: Castelo do Batel (Av. do Batel, 1323 – Batel, Curitiba/PR)
Atrações: Mais de 80 fornecedores, desfiles, degustação e tendências para festas
Ingressos: À venda pelo Sympla

Grand Carimã prepara programação especial para famílias no Dia das Crianças

O Grand Hotel Carimã Resort & Convention Center, em Foz do Iguaçu, prepara uma programação especial para o fim de semana do Dia das Crianças e o feriado de Nossa Senhora Aparecida. A proposta é reunir lazer ao ar livre, contato com a natureza e atividades para diferentes idades, em uma estrutura que também oferece gastronomia e espaços de descanso para os adultos.

O empreendimento reúne hospedagem, lazer, gastronomia e atividades para diferentes faixas etárias. Com 300 apartamentos, em diferentes categorias e tamanhos, o hotel oferece opções de acomodação para famílias. O resort também passou por um processo de retrofit, com melhorias voltadas à hospitalidade, ao conforto e à experiência dos hóspedes.

A área externa é um dos destaques, com amplos jardins e espaços para caminhadas e atividades ao ar livre. A presença de aves, como galinhas-d’angola e pavões, aproxima os visitantes da natureza e transforma os passeios pelo empreendimento em uma oportunidade de descoberta para as crianças. O hotel também conta com um lago destinado à pesca no sistema pesque e solte.

Para os pequenos, os espaços ao ar livre oferecem oportunidades para correr, brincar e gastar energia. Entre as opções de lazer estão playground, parede de escalada, trapézio, beach tennis, vôlei de areia e campo de futebol, com atividades que permitem compartilhar momentos de diversão em família.

As piscinas complementam a estrutura de lazer. Integrada aos jardins, a área externa convida ao convívio e às brincadeiras ao ar livre, enquanto a piscina interna aquecida oferece uma alternativa para famílias com crianças pequenas e bebês. O espaço conta com áreas de diferentes profundidades, bancos dentro da água, hidromassagens e bar molhado, reunindo opções tanto para quem busca diversão quanto para quem prefere aproveitar momentos de tranquilidade.

A combinação de natureza, atividades recreativas e espaços de descanso permite que cada integrante da família aproveite a estadia à sua maneira, seja participando das brincadeiras com as crianças, explorando as áreas verdes ou desfrutando dos momentos de relaxamento e da gastronomia do resort.

Gastronomia para s crianças

Para o Dia das Crianças, o chef João Santos elaborou um cardápio especial. No café da manhã, estão previstas opções como muffins, panquecas e omeletes. Para o almoço, o menu infantil terá nuggets com batatinhas, batata sorriso, mini pizzas e outras preparações.

Na sobremesa, as crianças poderão escolher entre opções como mosaico de gelatina, cookies de chocolate, doce de pote, açaí e sorvete de morango.

“Pensamos em um cardápio que dialogue com o universo das crianças, com preparações conhecidas e apresentação que torne as refeições mais divertidas. A gastronomia também faz parte da experiência que queremos proporcionar às famílias durante a hospedagem”, explica o chef João Santos.

Outra atividade programada é uma oficina de confeitaria. A proposta é que as crianças coloquem literalmente a mão na massa, acompanhadas por instrutores. Ao final, cada participante poderá levar para casa o que produziu durante a atividade.

Recreação ganha novas experiências no Grand Carimã

A recreação será conduzida pela Equipe Dimitri, que preparou uma programação especial para o período. Um dos destaques será o Bosque Encantado, espaço que propõe uma experiência de fantasia e imaginação, além de uma apresentação teatral inspirada em Moana.

A programação inclui ainda a presença do mascote Dimitri, trapézio voador, aula de circo, escalada, pesca, airsoft, jogos, música, espetáculos e atividades de interação.

Outra novidade do resort é o lançamento dos voos cativos de balão. A experiência permitirá que os visitantes alcancem aproximadamente 30 metros de altura para observar as paisagens naturais da região trinacional.

“Estamos ampliando as experiências oferecidas aos hóspedes para que cada família encontre diferentes formas de aproveitar o resort. O balão chega para agregar uma nova perspectiva da paisagem e criar mais um momento especial durante a hospedagem”, destaca Pablo Roosevelt, gerente de Experiência.

Ambiente para celebrar

Enquanto as crianças participam das atividades, os adultos também terão opções de lazer. A antiga boate do hotel foi transformada em um sofisticado Wine Bar, espaço destinado à degustação de vinhos, harmonizações e momentos de descontração.

O ambiente recebe sessões de degustação guiada de rótulos argentinos, além de apresentações intimistas de tango e música.