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Quiet Luxury: 7 dicas para integrar o conceito atemporal aos ambientes

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Quiet Luxury: 7 dicas para integrar o conceito atemporal aos ambientes
Crédito: Samuel Berger

Conceito de “luxo silencioso” substitui a exuberância pela sutileza, conforto, qualidade e exclusividade

Voltado à valorização do luxo sem extravagância, o Quiet Luxury reinterpreta o conceito de discrição no mercado imobiliário. Por meio do minimalismo sofisticado, do uso de cores neutras, de madeiras nobres e de mármore, o design dos espaços passa a privilegiar conforto, aconchego, exclusividade e atemporalidade.

Neste contexto, a exuberância e o excesso dão lugar a layouts que evitam exposição desnecessária e privilegiam experiências voltadas ao bem-estar e à funcionalidade dos ambientes.

“A sutileza é o ponto-chave do Quiet Luxury, que evita modismos e tendências passageiras para valorizar espaços marcados pela atemporalidade. O bem-estar e a funcionalidade vêm em primeiro lugar”, explica o arquiteto e coordenador de produto da GT Building, Fábio Lima. O especialista traz orientações práticas para aplicar esse conceito em empreendimentos imobiliários de alto padrão de forma estratégica.

  1. Invista em materiais nobres e de alta qualidade: em vez de utilizar acabamentos chamativos, optar por materiais nobres e duráveis é essencial. “Madeira maciça, lâminas naturais, metais com acabamento escovado ou acetinado, pedras naturais, como travertino, limestone e quartzito, além de tecidos naturais, como linho, lã e couro de alta qualidade, são elementos essenciais”, afirma Lima.
  2. Utilize uma paleta atemporal: para valorizar os interiores, cores neutras, como off-white, bege, tons de areia, cinzas suaves e o marrom natural da madeira enriquecem o visual e evitam contrastes excessivos.
  3. Valorize a iluminação: adotar um projeto luminotécnico que evite o excesso de pontos de luz e luminárias que competem entre si é fundamental. A preferência é por uma iluminação suave, distribuída pelo ambiente. “Temperatura de cor aconchegante e luz cênica aplicada de forma indireta acentuam a qualidade do ambiente”, detalha o arquiteto.
  4. Integre a tecnologia de forma discreta: com a automação residencial cada vez mais presente nos imóveis de alto padrão, o desafio é incorporar a tecnologia sem interferir na estética dos ambientes. Climatização discreta, persianas automatizadas e sistemas integrados de automação proporcionam uma experiência mais confortável para o usuário. 
  5. Escolha mobiliário exclusivo: a exclusividade é um dos pilares do Quiet Luxury. Móveis com design atemporal, materiais naturais e acabamentos refinados reforçam o conforto e a sofisticação. “O design brasileiro traduz muito bem os princípios do Quiet Luxury, pois valoriza a qualidade, a permanência e a beleza dos materiais”, comenta Lima.
  6. Faça uma curadoria criteriosa: selecionar obras de arte, objetos com história e significado, além de peças decorativas que conciliem estética e funcionalidade, transforma o ambiente em um espaço rico em detalhes. 
  7. Priorize a marcenaria sob medida: portas ocultas, painéis contínuos e armários sem puxadores aparentes são soluções que ajudam a ocultar equipamentos e contribuem para a organização dos ambientes.

Para o arquiteto, o Quiet Luxury vai além da estética e reflete uma nova forma de compreender o luxo: mais discreta, duradoura e centrada na experiência de viver. “Esse conceito orienta diversos empreendimentos da GT Building, como o OÁS, o Casa Jobim e o Andersen”, finaliza.

Sobre a GT Building  

A GT Building é uma incorporadora curitibana e um dos principais players do mercado imobiliário da capital. Preocupada com o futuro, a GT Building se posiciona como uma empresa Climability®, que utiliza suas habilidades de criação de projetos inovadores aliada à consciência e vontade de ajudar na construção de um mundo melhor. Com o objetivo de neutralizar sua pegada ecológica, a empresa fez parcerias com organizações de preservação de biomas brasileiros para aquisição de créditos de carbono, compensando suas emissões de gases de efeito estufa.

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