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Como cuidar dos pets no inverno?

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Como cuidar dos pets no inverno?

Queda nas temperaturas exige atenção com saúde e bem-estar dos animais de estimação; especialista orienta adaptação da rotina

A chegada do inverno exige atenção redobrada com os pets para garantir o bem-estar e a saúde de cães e gatos, que são as espécies mais comuns nos lares brasileiros. Assim como os humanos, os animais de estimação sentem frio e ficam mais propensos a desenvolver doenças respiratórias e dores articulares.

“Esses cuidados são ainda mais essenciais com os filhotes, os idosos, aqueles de pequeno porte ou com pelagem curta, pois eles pertencem ao grupo mais sensível e vulnerável ao clima gelado”, explica a médica veterinária da Clínica Veterinária do Centro Universitário Integrado de Campo Mourão (PR), Mariane Cynara da Silva.

Segundo a especialista, a primeira providência deve focar no ambiente onde o animal descansa. O ideal é manter os companheiros em locais protegidos do vento, da chuva e da umidade. Para os que aceitam o uso de roupinhas, o vestuário pode ser um forte aliado, desde que seja confortável e não limite os movimentos biológicos do pet.

Para ajudar os tutores a cuidarem de seus amigos de quatro patas durante o inverno, a médica veterinária elaborou um roteiro com diversas recomendações:

1) Proteção térmica e abrigo adequado
Roupas e cobertores: Cães de pelagem curta, filhotes, idosos e felinos sem pelo se beneficiam muito de roupinhas. Certifique-se de que a vestimenta está confortável e limpa. Deixe cobertores disponíveis na caminha para que eles possam se aninhar e preservar o calor.
Isolamento do chão: Evite deixar a caminha diretamente em contato com o piso frio. Use estrados de plástico, paletes ou um tapete grosso por baixo, mantendo o local longe de correntes de ar ou umidade.
Abrigo do vento: Se o pet fica no quintal, ele precisa obrigatoriamente de uma casinha coberta, protegida da chuva e do vento encanado. Em noites de frio extremo, o ideal é recolhê-lo para uma área interna.

2) Cuidados com a saúde e prevenção de doenças
Doenças respiratórias: No inverno, a imunidade pode baixar. Fique atento à Gripe Canina (Tosse dos Canis) e ao Complexo Respiratório Felino (Rinotraqueíte). Ambas as condições causam espirros, secreção e tosse. Manter o protocolo de vacinação anual atualizado é a melhor prevenção.
Atenção extra aos idosos: O clima gelado intensifica os desconfortos nas articulações de animais mais velhos que sofrem com artrose ou problemas de coluna, já que a musculatura se contrai e as juntas ficam mais rígidas. Caso note dificuldade para levantar, caminhar ou subir degraus, o médico-veterinário deve ser consultado.
Banhos reduzidos e monitorados: Diminua a frequência das lavagens nos dias mais frios. Quando forem necessárias, utilize água morna, higienize o animal em ambientes fechados e seque completamente os pelos com secador (com cuidado para não queimar a pele), evitando problemas dermatológicos por umidade acumulada.
Tosa consciente: Evite cortes muito curtos durante a estação. A pelagem funciona como um isolante térmico natural. Opte apenas pela tosa higiênica para preservar o comprimento dos fios.
Passeios em horários estratégicos: Não interrompa os exercícios físicos, que são fundamentais para a saúde mental e física dos cães, mas escolha os momentos mais quentes da tarde, evitando o sereno e o frio do início da manhã ou da noite.
Proteção da pele e patinhas: Os coxins (almofadinhas das patas) e a derme tendem a ressecar no inverno. Seque bem as extremidades após as caminhadas e utilize hidratantes específicos de uso veterinário, se notar rachaduras.
Uso de filtro solar: Mesmo no inverno, animais de pele e pelagem clara precisam de protetor solar próprio para pets em áreas com menos pelos, como focinho, orelhas e abdômen, prevenindo o câncer de pele.

3) Alimentação e hidratação equilibradas
Estímulo à hidratação: O tempo seco e o frio costumam diminuir a sede dos pets, o que eleva o risco de problemas urinários. Estimule o consumo espalhando mais potes de água pela casa, trocando o líquido com frequência e usando fontes para gatos. No caso dos felinos, oferecer alimentos úmidos (sachês) também ajuda muito.
Manutenção da dieta: Diferente de bichos que vivem estritamente no quintal e gastam mais energia para manter a temperatura corporal, os animais domésticos de interior não precisam de acréscimo calórico na ração, sob o risco de desenvolverem obesidade devido ao sedentarismo de inverno.

“Ao notar sinais como tremores contínuos, isolamento, apatia, postura encolhida ou sonolência excessiva, o tutor deve ficar atento. Em casos mais severos, esses sintomas podem indicar um quadro de hipotermia, que demanda atendimento veterinário especializado”, enfatiza Mariane Cynara da Silva.

Ainda de acordo com a médica veterinária, pets exóticos como coelhos, hamsters e aves devem ser mantidos longe de correntes de ar. Peixes necessitam de aquecedor no aquário, enquanto répteis dependem de luz artificial para a regulação térmica.

Sobre o Centro Universitário Integrado

O Centro Universitário Integrado oferta ensino superior de excelência. A instituição tem nota máxima (5) no Ministério da Educação (MEC), é reconhecida como o melhor Centro Universitário do Paraná (CPC/MEC) e figura entre as mais sustentáveis do Brasil (ranking UI GreenMetric).

Sediado em Campo Mourão (PR), com presença no Paraná, Mato Grosso do Sul e Amapá, o Centro Universitário Integrado proporciona educação de vanguarda em mais de 60 cursos de graduação — incluindo Medicina, Agronomia, Odontologia e Direito — e em mais de 70 cursos de pós-graduação. A formação multidisciplinar oferecida ajuda a transformar vidas e está conectada às demandas do mercado global.

A instituição de ensino superior possui estrutura moderna, laboratórios com tecnologia de ponta, ecossistema próprio de inovação, pesquisa e fomento ao empreendedorismo, frente de investimento em startups, professores mestres e doutores com vivência prática e experiência profissional.

O Centro Universitário Integrado faz parte do Grupo Integrado, que em 2026 completa 40 anos e engloba o Colégio Integrado, o Instituto Integrado de Ciência e Tecnologia (IN2), a Integrado Genética, as plataformas Super Professor e Coonect.se e a Faculdade Integrado de Macapá.

O comportamento decide

Saulo Coelho defende que a verdadeira transformação pessoal e profissional não acontece pela motivação, mas pelo comportamento que permanece quando ela acaba

A busca por alta performance nunca esteve tão presente no ambiente corporativo. Empresas investem em treinamentos, palestras e programas de desenvolvimento humano na tentativa de aumentar produtividade, fortalecer lideranças e melhorar resultados. No entanto, um dos maiores desafios continua sendo o mesmo: por que tantas pessoas sabem exatamente o que precisam fazer, mas continuam repetindo os mesmos padrões que as impedem de avançar?

Essa é a reflexão central defendida por Saulo Coelho, Terapeuta Comportamental de Líderes, que sintetiza sua visão em uma frase direta e provocadora: O comportamento decide. Para ele, essa não é apenas uma frase de impacto. É a Big Idea que resume 34 anos de atuação na área comportamental, trabalhando com líderes, empresários, gestores, equipes e pessoas em busca de transformação real. A tese é simples: a motivação pode iniciar um movimento, mas não sustenta uma mudança. O que determina o resultado é o comportamento. “Eu não trabalho motivação. Trabalho o comportamento que sobra quando a motivação acaba”, afirma Saulo Coelho.

Segundo ele, existe uma diferença fundamental entre sentir-se motivado e agir de forma consistente. A motivação é emocional, intensa e passageira. Ela aparece depois de uma palestra, de uma conversa inspiradora, de uma grande conquista ou de um momento de empolgação. Mas quando a rotina volta, junto com a pressão, o medo, a insegurança, o cansaço e os conflitos, ela enfraquece. É nesse momento que o comportamento assume o controle. “A pergunta mais importante não é se uma pessoa está motivada hoje. A verdadeira pergunta é: qual comportamento permanece quando a motivação acaba?”, explica.

Com 34 anos de experiência na área comportamental, Saulo observa que a maioria das pessoas não está limitada pela falta de informação. Muitas sabem que precisam se comunicar melhor, decidir com mais rapidez, liderar com maturidade, cuidar da saúde emocional, parar de procrastinar, assumir responsabilidades ou enfrentar conversas difíceis. O problema é que saber não significa mudar. “As pessoas sabem o que precisam fazer. Mas existem padrões comportamentais que continuam decidindo por elas. Informação sozinha não transforma ninguém. O que transforma é mudança de comportamento na raiz”, destaca.

Para o especialista, boa parte das dificuldades enfrentadas no ambiente corporativo nasce justamente desses padrões. Líderes que evitam conversas difíceis, gestores que adiam decisões importantes, profissionais que se sabotam diante de oportunidades, equipes que perdem performance sob pressão e empresas que não conseguem sustentar uma cultura de responsabilidade são exemplos de comportamentos que impactam diretamente os resultados.

Nesse contexto, o comportamento deixa de ser um tema subjetivo e passa a ser um fator estratégico. Saulo defende que a liderança não se revela apenas no discurso, no cargo ou na intenção. Ela aparece principalmente na forma como o líder age quando a pressão chega. A maneira como ele decide, comunica, corrige, escuta, cobra, enfrenta conflitos e sustenta compromissos mostra mais sobre sua liderança do que qualquer frase inspiradora. “O comportamento revela o líder quando as coisas deixam de ser fáceis. Não é no entusiasmo do começo que a transformação aparece. É na constância depois do entusiasmo”, afirma.

A proposta de Saulo Coelho se diferencia de abordagens baseadas apenas em motivação momentânea. Como Terapeuta Comportamental, ele atua na raiz dos padrões que sustentam ou sabotam decisões, relacionamentos, liderança, performance e resultados. O foco está em reprogramar comportamentos, desenvolver respostas mais maduras e construir consistência emocional diante dos desafios da vida e do mundo corporativo. “Eu não motivo o líder. Eu reprogramo o comportamento. A motivação pode acender uma chama, mas é o comportamento que mantém a pessoa em movimento quando a chama diminui”, explica.

Em um cenário empresarial marcado por pressão constante, mudanças rápidas, instabilidade emocional e necessidade de adaptação, Saulo acredita que o diferencial competitivo das próximas décadas não estará apenas na tecnologia, no conhecimento técnico ou na estratégia. Estará também na capacidade de formar pessoas com comportamentos sustentáveis. Para ele, empresas não crescem apenas porque têm bons planos. Crescem quando seus líderes conseguem transformar intenção em prática, discurso em atitude e conhecimento em comportamento diário.

“O comportamento decide porque ele é a parte visível de uma estrutura invisível. Quando a pessoa muda sua estrutura interna, muda suas respostas. Quando muda suas respostas, muda seus resultados”, afirma. A mensagem central de Saulo Coelho é clara: motivação tem valor, mas não pode ser o centro da transformação. Motivação oscila. Comportamento permanece. Motivação anima. Comportamento sustenta. Motivação começa. Comportamento decide.

Serviço: Saulo Coelho

Terapeuta Comportamental de Líderes

@saulocoelhopontocom

Grupo circense celebra 80 anos de tradição no Paraná com apresentação gratuita

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Projeto “Irmãos Queirolo – 80 anos de Tradição Circense no Paraná” promove acesso à cultura e preserva legado histórico da família circense

A arte do circo, que atravessa gerações e preserva histórias por meio da lona, da música e da imaginação, ganhou novos palcos no Paraná com o projeto “Irmãos Queirolo – 80 anos de Tradição Circense no Paraná”. A iniciativa celebrou a trajetória de uma das famílias mais tradicionais do circo brasileiro, levando 23 apresentações e 3 palestras gratuitas para estudantes da rede pública de diversos municípios. 

Com uma história iniciada em 1917, a Família Queirolo construiu uma trajetória marcada pelo circo-teatro, pela palhaçaria e pela preservação de técnicas tradicionais. Após décadas de atuação, a chegada e consolidação da família no Paraná se tornou parte importante da memória cultural do Estado.

Para a família Queirolo, manter viva a tradição circense significa preservar não apenas os grandes espetáculos, mas também todo o cuidado envolvido nos bastidores. Ao longo de gerações, cada artista e profissional da família contribuiu para construir uma história feita de dedicação, emoção e conexão com o público. 

É o caso de Marilene Lopes Queirolo Buch, sócia administrativa, diretora de produção e chefe de camarim do projeto, que declara que essa memória continua sendo construída diariamente. 

“Por trás de cada espetáculo existe muito trabalho, dedicação e amor pelo circo. Fazer parte dessa história é cuidar de cada detalhe para que a magia chegue ao público, especialmente às crianças, que são uma parte muito especial dessa trajetória. Celebrar 80 anos no Paraná é celebrar uma história construída por muitas mãos e muitas gerações.”

Para Paulo Buch Neto, integrante da família que atua como palhaço e diretor de cena, a iniciativa representa uma forma de manter viva uma tradição que faz parte da identidade cultural do Paraná. “Celebrar essa trajetória é celebrar também todas as pessoas que fizeram parte da nossa história. O circo continua vivo porque existe uma conexão muito forte entre artistas, público e memória.”

O projeto que celebra os 80 anos foi realizado por meio do Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura (PROFICE), via Secretaria de Estado da Cultura, do Governo do Estado do Paraná, e teve apoio da Copel. A iniciativa promoveu uma circulação cultural que passou por oito municípios paranaenses, aproximando novas gerações dessa linguagem artística.

Sobre o Circo Irmãos Queirolo

Com mais de um século de história, os Irmãos Queirolo representam uma das famílias mais tradicionais do circo brasileiro. A trajetória começou com José Queirolo e Petrona Salas, artistas que uniram música, teatro e acrobacia, dando origem a uma linhagem de artistas que percorreu palcos da Europa, Estados Unidos e América Latina antes de consolidar seu legado no Brasil. Em 1917, a família inaugurou o Circo dos Irmãos Queirolo no Rio de Janeiro, iniciando uma história marcada pela inovação, talento e dedicação à arte circense.

Pioneiros em diferentes linguagens, os Queirolo criaram a Banda do Circo Irmãos Queirolo (que se tornou Jazz Queirolo e depois Bandinha dos Palhaços), levaram ao público grandes espetáculos de circo-teatro e foram responsáveis pelo primeiro programa ao vivo da televisão paranaense, o “Cirquinho Canal 6”. Em Curitiba, construíram uma forte relação cultural com a cidade, mantendo viva a tradição por meio de apresentações, projetos educativos e ações sociais. Hoje, a família segue preservando esse legado por meio da Queirolo e Buch LTDA, mantendo a magia do circo viva para novas gerações.

Copa do Mundo: problemas bucais podem reduzir performance de atletas em até 17%

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Dor, inflamações e outros problemas bucais podem comprometer a performance, a recuperação muscular e os resultados nas competições

Treinamento físico, alimentação e saúde mental são pilares amplamente reconhecidos na preparação de atletas de alto rendimento. Porém, a saúde bucal também ocupa um papel estratégico nesse processo. Com a aproximação da Copa do Mundo e a intensificação dos treinamentos para os próximos Jogos Olímpicos, especialista destaca que problemas envolvendo dentes, gengivas e outras estruturas da cavidade oral estão associados a impactos no desempenho esportivo.

Estudos da Associação Brasileira de Odontologia Seção São Paulo – ABO-SP, apontam que infecções bucais estão associadas a dor, desconforto e perda de concentração, podendo reduzir o rendimento esportivo em até 17%. Além disso, processos infecciosos na boca podem liberar bactérias na corrente sanguínea, comprometendo a recuperação muscular e aumentando o risco de lesões.

Para o cirurgião-dentista e diretor da Neodent, Dr. Sérgio Bernardes, a odontologia esportiva deve ser considerada tão estratégica quanto outras áreas da saúde voltadas à alta performance. Apesar das evidências, o acompanhamento odontológico ainda não faz parte da rotina de muitos atletas brasileiros. “Quando falamos em alta performance, cada detalhe importa. A saúde bucal influencia em fatores como concentração, qualidade do sono, recuperação muscular e bem-estar geral. Por isso, o acompanhamento odontológico deve fazer parte da rotina de qualquer atleta, da mesma forma que o preparo físico, nutricional e psicológico”, afirma.

Saúde bucal como parte da preparação esportiva

Reconhecendo a importância da saúde bucal para o desempenho esportivo, os atletas olímpicos brasileiros passaram a contar recentemente com atendimento odontológico completo como parte da preparação para os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028. A iniciativa é resultado de uma parceria inédita entre a Neodent e o Comitê Olímpico do Brasil (COB), que amplia o acesso dos atletas a cuidados odontológicos especializados e reforça a integração da odontologia à rotina de treinamento e alta performance.

A iniciativa acompanha uma tendência crescente de cuidado integral com os atletas. Nesse contexto, a saúde bucal deixa de ser vista apenas sob a ótica estética e passa a integrar as estratégias de prevenção, recuperação e promoção da saúde adotadas no esporte de alto rendimento. “No esporte de excelência, aprendemos que performance é resultado de um conjunto de cuidados: treinamento, alimentação, recuperação, preparação mental. E a saúde bucal também faz parte desse processo. Qualquer inflamação dental pode diminuir a recuperação física para os treinos e competições, com impacto real no rendimento esportivo. Para o atleta, ter acompanhamento odontológico oferece mais segurança para focar no que realmente importa: treinar, evoluir e competir da melhor forma possível”, comenta o medalhista de ouro em Atenas 2004 e diretor geral do Comitê Olímpico do Brasil, Emanuel Rego.

Dentre vários estudos, a relação entre saúde bucal e performance foi evidenciada em uma pesquisa realizada no Reino Unido com 352 atletas de elite e profissionais de 11 modalidades esportivas. O levantamento Oral Health and Performance Impacts in Elite and Professional Athletes mostrou que 32% dos participantes relataram impacto da saúde bucal em seu desempenho, enquanto 29,9% afirmaram sentir dor bucal. Outros 9% disseram ter enfrentado dificuldades para treinar e competir, 5,8% relataram queda nos resultados e 3,8% apontaram redução no volume de treinamento.

Os reflexos vão além das competições. Entre os entrevistados, 34,6% relataram problemas para se alimentar, 15% apresentaram dificuldades para relaxar e 17,2% afirmaram que problemas bucais afetavam sua disposição para sorrir e interagir socialmente. Esses impactos evidenciam que a saúde bucal está diretamente relacionada ao bem-estar, à qualidade de vida e, consequentemente, ao desempenho físico e mental.

Os resultados reforçam a importância de uma abordagem integrada de saúde. Nesse sentido, Bernardes destaca que prevenir e tratar problemas odontológicos deve fazer parte da rotina de atletas e pessoas fisicamente ativas. “A odontologia moderna oferece soluções capazes de devolver função, conforto e segurança a todos os pacientes. Em casos de perda dentária, por exemplo, os implantes podem contribuir para a recuperação da mastigação, da fala e da qualidade de vida, fatores que também impactam a saúde e o desempenho de atletas e praticantes de atividades físicas”.

À medida que o esporte de alto rendimento evolui, detalhes antes considerados secundários ganham relevância. E, nesse cenário, o sorriso dos atletas pode representar muito mais do que uma comemoração após a vitória: pode ser um dos fatores que ajudam a construi-la.

Sobre a Neodent

A Neodent é a marca de implantes dentários mais utilizada pelos dentistas no Brasil. Com o propósito de criar novos sorrisos todos os dias e contribuir para a democratização da saúde bucal, vai além do desenvolvimento e fornecimento de soluções odontológicas de alta qualidade e tecnologia, promovendo programas como o Neodent+, que conecta correntistas Bradesco aos dentistas Neodent e oferecem condições especiais para a realização de tratamentos, e a Expedição Novos Sorrisos, que leva cuidado odontológico e ações educativas a comunidades carentes em todo o Brasil. 

Sobre o COB

O Comitê Olímpico do Brasil (COB) é uma organização não governamental, filiada ao Comitê Olímpico Internacional (COI), que trabalha na gestão técnica, administrativa e política do esporte nacional. A missão do COB é desenvolver e representar com excelência o esporte de alto rendimento do Brasil, trabalhando na melhoria de resultados esportivos do Time Brasil, elevando a maturidade de gestão do COB e Confederações filiadas e fortalecendo a imagem do esporte olímpico brasileiro. É dever do COB ainda proteger e promover os valores olímpicos em território nacional. Ao longo de seus 112 anos de existência (fundado em 8 de junho de 1914), o COB já levou o Brasil à conquista de 171 medalhas em Jogos Olímpicos (41 de ouro, 49 de prata, 81 de bronze) e 38 medalhas em Jogos Olímpicos da Juventude (11 de ouro, 15 de prata e 12 de bronze). 

Panna City transforma futebol em batalha de dribles no City Center Outlet Premium

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Torneio acontece em julho e convida participantes de diferentes idades a conhecerem uma modalidade inédita do futebol na região

Em clima de Copa do Mundo, o City Center Outlet Premium promove o Panna City, competição que transforma o futebol em uma disputa de habilidade, domínio de bola e criatividade. O torneio será realizado nos finais de semana de julho, mas a quadra inédita montada no empreendimento localizado em Campo Largo (PR) já está disponível para jogos livres e tem atraído visitantes de diferentes idades. Amigos, pais e filhos, avós e netos compartilham o espaço em momentos de diversão e disputas saudáveis. 

Popular em países como Holanda e França, o Panna é uma modalidade disputada em uma arena fechada, sem laterais, na qual o drible vale mais que o gol. O principal objetivo é realizar a chamada “caneta” — quando o jogador passa a bola entre as pernas do adversário e retoma o controle na sequência. A jogada garante vitória imediata e dá nome ao esporte. Disputado no formato 1×1, o Panna City tem reunido crianças, adolescentes e adultos no City Center Outlet Premium.

“O futebol faz parte da cultura brasileira e, durante a Copa do Mundo, buscamos criar experiências que aproximem ainda mais o público desse universo. O Panna City apresenta uma forma diferente e pouco conhecida de vivenciar o esporte, valorizando a criatividade, o respeito e a interação entre os participantes”, destaca a gerente de marketing do City Center Outlet Premium, Fernanda Hickson.

A competição será disputada em três categorias: Kids (7 a 11 anos); Sub-15 (12 a 15 anos); e Open (16 anos ou mais). Cada uma reunirá 16 competidores em confrontos eliminatórios realizados em uma arena 360º, onde a bola permanece em jogo durante toda a partida.

Além da disputa pelo título, os participantes concorrem a vouchers da Adidas. Ao todo, serão distribuídos 14 prêmios ao longo dos dois dias de competição, contemplando campeões, vice-campeões e os autores das melhores jogadas. As vagas são limitadas e as inscrições devem ser feitas pelo aplicativo PODI.

Serviço

Panna City

Datas: a definir de acordo com os próximos jogos do Brasil;

Categorias:

Kids (7 a 11 anos) – das 14h às 15h

Sub-15 (12 a 15 anos) – das 15h às 16h

Open (16 anos ou mais) – das 16h às 17h

Open Extra ou Desafio dos Campeões – das 17h às 18h

Local:  City Center Outlet Premium – R. João Bertoja, 1995 – Campo Largo (PR)

Vagas limitadas

Sobre o City Center Outlet Premium

Localizado em Campo Largo, Região Metropolitana de Curitiba, o City Center Outlet Premium é o primeiro e único outlet do estado do Paraná e um dos maiores do Brasil, com mais de 100 lojas em 74 mil m² de área construída. Segue um conceito americano, que oferece descontos de até 70% durante o ano inteiro, proporciona experiências de compras, lazer e entretenimento para quem mora em Curitiba e outras 30 cidades com grande potencial de compra da região. Construído em um terreno de 290 mil m², o projeto arquitetônico e de paisagismo oferece ambientes a céu aberto, que prezam pelo bem-estar e conforto dos visitantes. É o primeiro outlet com cinema no Brasil, com cinco salas Multiplex Stadium da Cineplus e capacidade para 887 pessoas. É administrado pelo Grupo Tacla Shopping — que possui outros 11 empreendimentos nos estados do Paraná, Santa Catarina e São Paulo. Mais informações em: citycenteroutlet.com.br.

Industrialização no interior muda a rota do transporte corporativo

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Expansão da indústria fora das capitais amplia a demanda por mobilidade corporativa e leva a Autonomoz a crescer 26,7% nos primeiros cinco meses de 2026

Expansão da indústria fora das capitais amplia a demanda por mobilidade corporativa e leva a Autonomoz a crescer 26,7% nos primeiros cinco meses de 2026

À medida que a atividade econômica se espalha para além dos grandes centros urbanos, cresce também a demanda por serviços de apoio a empresas que atendem, principalmente, os setores de indústria, logística, energia e agronegócio. Nesse cenário, uma das áreas que têm registrado crescimento é a de transporte corporativo voltado ao deslocamento de colaboradores, fornecedores e equipes terceirizadas. 

Inserida nesse contexto, a Autonomoz, plataforma especializada em mobilidade corporativa, registrou crescimento de 26,7% no faturamento e de 19,7% no número de viagens realizadas entre janeiro e maio de 2026, na comparação com o mesmo período do ano anterior. Dos 175 municípios atendidos pela empresa, 170 estão localizados fora das capitais, evidenciando o avanço da demanda por transporte em cidades médias e polos regionais. 

O desempenho acompanha uma transformação observada na economia brasileira. Estudo do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI) mostra que a indústria nacional passa por um processo contínuo de interiorização há mais de quatro décadas. Em 1985, cerca de um terço dos empregos da indústria de transformação estava localizado fora das capitais e regiões metropolitanas. Em 2024, essa participação alcançou 54,4%, evidenciando a crescente relevância dos polos produtivos instalados em cidades médias e regiões estratégicas do país.

Essa tendência pode ser observada em municípios que vêm atraindo investimentos industriais, centros de distribuição e projetos de infraestrutura. Cidades como Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Rio Verde, Rondonópolis, Joinville, Londrina, Maringá, Ponta Grossa, Feira de Santana e Três Lagoas consolidaram-se nos últimos anos como importantes vetores de desenvolvimento econômico, ampliando a necessidade de soluções especializadas para atender às demandas corporativas.

Mobilidade acompanha a nova geografia econômica do país

Entre os mercados atendidos pela empresa estão cidades estratégicas como Ribeirão Preto, Campinas, São José do Rio Preto, Jundiaí, Paulínia, Sorocaba, Piracicaba, Limeira, São Carlos e cidades da Baixada Santista, em São Paulo; Londrina, Maringá, Cascavel, Ponta Grossa, Paranaguá e São José dos Pinhais, no Paraná; Joinville  em Santa Catarina; Belo Horizonte, Juiz de Fora, Uberlândia, Betim, Sete Lagoas e Divinópolis, em Minas Gerais; além de Goiânia, Anápolis e Rio Verde, em Goiás.

A atuação nesses mercados acompanha a descentralização dos investimentos produtivos. Nos últimos anos, cidades médias passaram a receber novas plantas industriais, operações agroindustriais, empreendimentos logísticos e projetos ligados aos setores de energia e infraestrutura, fortalecendo economias regionais e criando novas demandas por mobilidade corporativa.

Nesse contexto, o transporte empresarial assumiu um papel cada vez mais estratégico. Além de viabilizar o deslocamento de colaboradores, fornecedores e equipes terceirizadas, tornou-se uma ferramenta importante para garantir eficiência operacional, segurança e maior controle dos custos.

“Estamos acompanhando uma mudança estrutural na economia brasileira. O fortalecimento dos polos regionais gera novas demandas de mobilidade e exige soluções capazes de oferecer previsibilidade, controle e segurança para as empresas. Nossos resultados refletem diretamente essa transformação e a crescente relevância econômica das cidades fora dos grandes centros”, afirma o fundador e CEO da Autonomoz, Leandro Farias.

Expansão regional fortalece demanda por transporte corporativo

Segundo Leandro, parte significativa desse avanço está relacionada ao crescimento de mercados ligados ao agronegócio, à indústria de transformação, à logística, e aos setores de energia,infraestrutura, rodovia, ferrovia e portos . Municípios como Rondonópolis (MT), Três Lagoas (MS), Feira de Santana (BA), Serra (ES), Rio Grande (RS), Inocência (GO) e Itaguaí (RJ) estão entre os exemplos de localidades que vêm atraindo investimentos e ampliando sua participação na economia nacional.

A evolução dos indicadores também revela uma mudança no perfil da mobilidade corporativa. Com operações cada vez mais distribuídas geograficamente, empresas passaram a buscar plataformas capazes de atender diferentes localidades, integrar informações e proporcionar maior visibilidade sobre deslocamentos e despesas.

“O transporte corporativo deixou de ser apenas uma atividade de suporte para assumir uma função estratégica dentro das organizações. À medida que as empresas ampliam sua presença em novas regiões, se tornam necessárias soluções que atuem em qualquer lugar ou cidade, independente do tamanho, e que possa centralizar tudo em apenas uma plataforma. Isso contribui com a produtividade, a gestão eficiente de recursos e a segurança dos colaboradores”, destaca o CEO da Autonomoz.

Com atuação em estados como São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Goiás, Bahia, Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Pará, Bahia e Tocantins, a Autonomoz projeta ampliar sua presença em novos mercados ao longo de 2026, acompanhando o fortalecimento econômico dos polos regionais brasileiros.

Sobre a Autonomoz

A Autonomoz é uma empresa brasileira especializada em mobilidade corporativa e transporte de colaboradores. Por meio de uma plataforma tecnológica, conecta motoristas parceiros a empresas que precisam organizar o transporte corporativo de funcionários em trajetos urbanos e intermunicipais. O modelo opera com rotas planejadas, passageiros identificados e viagens recorrentes, garantindo mais segurança, previsibilidade e controle operacional.

Presente em mais de 175 cidades brasileiras e com cerca de mil motoristas parceiros, atende organizações que buscam reduzir custos com transporte de funcionários, otimizar a gestão da mobilidade empresarial e eliminar a necessidade de manutenção de frota própria. A empresa utiliza tecnologia, monitoramento contínuo e indicadores operacionais para aumentar a eficiência logística e a experiência dos passageiros.

BRW apresenta evolução de marca e reforça nova fase de posicionamento no varejo

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Movimento acompanha expansão da empresa, ampliação de portfólio e estratégia de aproximação com o consumidor final

Com crescimento de 14% em 2025 diante de um cenário desafiador para o varejo brasileiro, a marca de produtos de papelaria e material escolar BRW Suprimentos inicia uma nova fase de posicionamento. O objetivo é fortalecer a conexão com o consumidor final e transformar a relevância conquistada no varejo em força de marca.

O movimento marca uma evolução da companhia, acompanhando a ampliação do portfólio, a entrada em novas categorias e uma estratégia mais conectada a comportamento, design, criatividade e tendências de consumo.

Nos últimos anos, a empresa acelerou o ritmo de lançamentos e passou a atuar de forma mais ampla em categorias de consumo. Apenas em 2025, foram mais de 240 novos produtos lançados. Atualmente, a BRW reúne mais de 2 mil itens distribuídos em mais de 20 mil pontos de venda no Brasil e na América Latina.

“Crescemos muito nos últimos anos, ampliamos nosso portfólio e entendemos que era o momento de refletir essa evolução em uma marca mais conectada ao comportamento, às tendências e ao desejo de consumo”, afirma o CEO e cofundador da BRW, Bruno Borgonovo.

A estratégia acompanha as transformações no próprio mercado de papelaria. Impulsionado por redes sociais como TikTok, Pinterest e Instagram, o segmento vem ampliando a presença entre consumidores jovens e adultos que passaram a enxergar itens de papelaria como produtos de identidade, organização pessoal e lifestyle.

Segundo dados da GfK Retail and Technology, o mercado brasileiro de material escolar movimentou cerca de R$ 49,3 bilhões em 2025 e deve ultrapassar R$ 53 bilhões em 2026, em um cenário impulsionado pela valorização de produtos premium, criativos e com forte apelo visual.

Marca como reflexo de uma nova fase

O rebranding foi desenvolvido para refletir o momento atual da empresa e o novo posicionamento: ser a marca mais “hype” nos segmentos de papelaria escolar, escritório, artística e divertida. A proposta conecta produtos à identidade, comportamento e criatividade no cotidiano.

A nova identidade visual aposta nas cores verde e vermelho, nos tons de melancia, em design mais marcante nas embalagens, ampliando a presença da marca nos pontos de venda. 

A estratégia é acompanhada pelo novo slogan da marca: “sempre uma novidade”. “O ponto final incorporado à marca simboliza esse novo momento e sintetiza o posicionamento da BRW de forma direta: onde há novidade, a BRW está presente. Ponto”, afirma a gerente de Marketing e Comunicação da BRW, Franciele Bayer.

Segundo Franciele, o projeto também responde ao desafio de tornar a BRW uma das referências mais desejadas da categoria. “Foi um processo de evolução da comunicação e da forma como queremos ser percebidos pelo consumidor”, afirma.

O novo posicionamento também reforça uma das principais características da marca: o fluxo constante de novidades e lançamentos. Nesse contexto, a companhia também passa a investir em licenciamentos e parcerias com marcas como Pringles, Play-Doh e Senninha.

Estratégia de crescimento

Entre os movimentos recentes da empresa estão a inauguração de uma nova sede de 16 mil metros quadrados, e a ampliação de investimentos em tecnologia e eficiência operacional. A BRW também projeta crescimento de 20% na receita líquida das operações atuais, além de um incremento adicional de 5% proveniente de novos negócios já planejados.

“Nosso objetivo é fazer da BRW uma das marcas mais relevantes do segmento no Brasil, não apenas pela variedade de produtos, mas pela capacidade de lançar tendências e dialogar com o comportamento do consumidor”, completa Borgonovo.

Ficha técnica

CEO: Bruno Borgonovo
Gestão do projeto: Franciele Bayer
Agência: Brainbox Design
Diretor de branding: Zeh Henrique Rodrigues
Assessoria de imprensa: Central Press

Projetos criados por jovens ampliam o acesso à educação financeira no Brasil

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Iniciativas aproximam o tema da prática e incentivam decisões mais conscientes desde cedo

No Brasil, a relação com o dinheiro é marcada pelo despreparo: 80,2% das famílias estão endividadas, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), e 47% dos jovens da Geração Z não controlam suas finanças, conforme a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

Para o especialista em Comportamento do Consumidor, Sérgio Czajkowski Júnior, essa insegurança reflete a falta de aprendizado prático. “Educação financeira e planejamento orçamentário não podem ser pensados de forma individualizada. Esse é um processo que envolve tanto a escola quanto a família. Quando o diálogo não acontece, o jovem cresce sem referências claras sobre como lidar com o dinheiro no dia a dia”, explica.

É nesse cenário que surgem iniciativas educacionais que buscam preencher essa lacuna, alinhadas às diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e às recomendações da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Curso gratuito aproxima jovens do universo financeiro
A avaliação dos hábitos da Geração Z levantou preocupações entre os próprios jovens, que passaram a buscar formas de mudar esse cenário dentro da própria realidade. “Os estudantes perceberam que a educação financeira estava carente na grade curricular do Brasil como um todo. Viram a importância disso e propuseram uma mudança por meio de projetos escolares”, afirma a coordenadora do Programa de Diploma do Bacharelado Internacional (IB) do Positivo International School, Juliana Lazari.

Criado por estudantes de 13 e 14 anos, do Positivo International School, em Curitiba (PR), o projeto Fundamentos do Dinheiro nasceu em 2021 como um trabalho de conclusão do Ensino Fundamental e rapidamente se transformou em uma ação de impacto nacional. Idealizada por Daniel Thomé, Arthur Spada e Matheus Tebet, a proposta surgiu a partir da percepção de que muitos jovens — e até adultos — não dominam conceitos básicos sobre dinheiro e, por isso, têm dificuldade em planejar o próprio futuro financeiro. O curso, gratuito e estruturado em cinco módulos, abrange os fundamentos das finanças, dos juros aos investimentos, com linguagem simples, exemplos do cotidiano e abordagem prática. Para Louise Evangelista, integrante da equipe, a lacuna no ensino era clara: “A gente percebia que muitas pessoas não sabiam lidar com dinheiro porque nunca aprenderam isso de forma prática. Quando o tema aparece na escola, é muito teórico e distante da realidade”.

Com o apoio da internet, o que começou com aulas presenciais, atendendo cerca de 60 alunos em escolas, instituições e organizações sociais, rapidamente ganhou escala. Hoje, o projeto reúne uma equipe ampla, com a participação de estudantes do Ensino Médio, e oferece conteúdos tanto em formato digital quanto em aulas presenciais realizadas em diversas cidades. Entre as instituições atendidas estão o Cursinho Solidário, o Colégio Lysimaco Ferreira da Costa e a ONG ⁠De Mãos Unidas, em Curitiba, além do Colégio Estadual Lamenha Pequena, em Almirante Tamandaré (PR).

Por meio da plataforma on-line, o curso já alcançou mais de 45 mil alunos em todo o Brasil. Uma das primeiras implementações presenciais foi realizada em colégios da Rede Positivo, com apoio do Instituto Positivo, que contribuiu para a articulação de parcerias e a ampliação do alcance da iniciativa. Os resultados são expressivos: 97,4% dos participantes afirmam compreender a maior parte dos conteúdos, enquanto 98% consideram o aprendizado útil para a vida prática. O Net Promoter Score (NPS) do projeto é de 92. “A ideia é trazer a educação financeira de forma simples, objetiva e conectada com o dia a dia, para que os alunos consigam entender como o dinheiro funciona na prática”, explica Louise.

Além do crescimento em escala, o grupo já trabalha em uma nova frente voltada para crianças de 7 a 9 anos, com o objetivo de alcançar diferentes faixas etárias. “Pelos feedbacks, percebemos que os alunos terminam o curso mais seguros para tomar decisões e com uma visão mais clara sobre como organizar a vida financeira. Isso faz muita diferença para o futuro deles”, completa Louise.

Projeto escolar vira e-book e amplia alcance da educação financeira

Em Cascavel (PR), o estudante Bruno Komatsu Klipp transformou sua inquietação com a falta de conhecimento sobre finanças na criação do Economy For All. Finalista da 42ª edição da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace), ele desenvolveu um e-book gratuito e on-line que reúne conceitos de economia e investimentos de forma acessível, após perceber estigmas sobre o mercado financeiro: “Sempre ouvi falar da bolsa de valores de forma negativa e percebi que sabia pouco sobre investimentos. A partir daí, quis compartilhar esse conhecimento”, conta Bruno.

O projeto, iniciado na Mostra Brasileira de Inovação, Pesquisa Científica e Empreendedorismo (Mobipe), organizada pelo Passo Certo Bilingual School, foi fundamentado em uma pesquisa com estudantes do Ensino Médio. O levantamento mostrou que 73,9% consideravam a educação financeira escolar insuficiente e 56,5% sentiam-se inseguros para tomar decisões sobre dinheiro. A iniciativa propõe o tema como parte da formação cidadã, estimulando autonomia e responsabilidade e fortalecendo o equilíbrio e a consciência social das novas gerações.

Moeda fictícia transforma comportamento e engajamento escolar

Em Castro (PR), o Colégio Estadual Amanda Carneiro de Mello, em parceria com a Tom Educação, utiliza o projeto “Dinheirinho do Guarazinho” para ensinar finanças e aumentar o engajamento escolar por meio da moeda fictícia Guará. Distribuída semanalmente, a moeda premia a assiduidade: estudantes com presença entre 90% e 95% recebem cinco guarás, enquanto aqueles com frequência superior a 95,01% recebem dez guarás. O montante pode ser trocado na “Lojinha da Frequência” por itens como materiais escolares e jogos, que custam a partir de 20 guarás, incentivando o acúmulo consciente.

Em apenas três semanas, a assiduidade cresceu entre os mais de 100 alunos que participam ativamente do programa. “O modelo busca desenvolver não apenas o compromisso com a rotina escolar, mas também noções fundamentais de economia doméstica: planejamento, poupança, tomada de decisão e recompensa pelo esforço”, afirma o coordenador administrativo da escola, Alessandro Kremer, idealizador do projeto.

O programa é operado de forma colaborativa entre os setores administrativo e pedagógico da escola, que também se responsabilizam pelo controle, reposição e organização dos itens da loja. Além do impacto pedagógico, a iniciativa contribui para um ambiente que incorpora as finanças de forma prática no dia a dia dos alunos.

Sobre o Colégio Positivo

Colégio Positivo, reconhecido como líder e referência no setor educacional, teve sua origem como um prestigiado curso pré-vestibular, expandindo sua atuação para se tornar uma instituição de destaque no campo da educação. Integrante do Grupo Positivo, sua história é marcada pelo compromisso de formar indivíduos éticos, conscientes e solidários, preparados para os desafios futuros com excelência. Desde os primeiros estágios da jornada educativa, o Colégio Positivo se distingue por sua abordagem transformadora, presente em todos os níveis de ensino. Com uma presença consolidada em 22 unidades distribuídas pelos estados do Paraná, Santa Catarina e São Paulo, a instituição acolhe mais de 19 mil alunos, desde a Educação Infantil até o Ensino Médio.

Confiança entre consumidores impulsiona programas de indicação e fortalece vendas no mercado imobiliário

Indicação de amigos impulsiona vendas de imóveis no Brasil

A recomendação de amigos, familiares e conhecidos voltou a ganhar força como estratégia de vendas em diversos segmentos da economia. No mercado imobiliário, onde a decisão de compra envolve alto investimento e confiança, os programas de indicação têm se consolidado como um importante canal de geração de negócios.

O cenário acompanha o momento positivo do setor. Segundo pesquisa da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), em parceria com a Brain Inteligência Estratégica, a intenção de compra de imóveis no país chegou a 49% no primeiro trimestre deste ano, frente aos 44% registrados no mesmo período de 2025.

Empresas como Dropbox, Airbnb e American Express já utilizam programas de indicação como estratégia para ampliar sua base de clientes, oferecendo benefícios para consumidores que recomendam seus produtos e serviços. 

No mercado imobiliário, esse comportamento também vem ganhando relevância. Na Pride Construtora, o programa de indicações Ganhe Mais já representa 7,3% das vendas mensais da empresa.

Com empreendimentos em comercialização em Londrina, Apucarana, Curitiba e Região Metropolitana, a Pride acompanha uma tendência observada em diferentes mercados: a crescente influência da recomendação de amigos e familiares na decisão de compra de imóveis.

“A compra de um imóvel é uma decisão baseada em confiança. Quando alguém recomenda uma construtora para uma pessoa próxima, existe uma credibilidade que dificilmente uma campanha publicitária consegue gerar. O programa de indicação reconhece esse relacionamento e valoriza quem contribui para aproximar novos clientes da empresa”, afirma Vevianne Jacques, diretora comercial da Pride.

Segundo a executiva, mais do que estimular novas vendas, a iniciativa busca reconhecer clientes e parceiros que compartilham experiências positivas com a marca.

“O programa nasceu como uma forma de valorizar quem já acredita no nosso trabalho. Quando um cliente ou parceiro recomenda um empreendimento, ele está compartilhando uma experiência e ajudando outra pessoa em uma decisão importante. Entendemos que esse movimento merece reconhecimento”, completa.

O Ganhe Mais é aberto ao público e permite que qualquer pessoa maior de 18 anos participe, sem necessidade de experiência em vendas. Após o cadastro na plataforma, o participante recebe um link personalizado para compartilhar com amigos, familiares e conhecidos. Caso a indicação resulte na compra de um imóvel, o indicador recebe uma recompensa financeira que varia entre R$ 2 mil e R$ 15 mil, conforme o empreendimento comercializado. Clientes da Pride também podem optar por utilizar o valor para abatimento de parcelas do próprio imóvel.

Sobre o Ganhe Mais

O programa está disponível para pessoas maiores de 18 anos e permite acompanhar todas as indicações de forma digital. As regras de participação, prazos para recebimento das recompensas e empreendimentos participantes estão disponíveis em www.ganhemais.app.br.

Sobre a Pride

A Pride Construtora completa 14 anos de atuação em 2026, com mais de cinco mil unidades entregues. Atualmente, a empresa concentra empreendimentos em comercialização em Londrina, Apucarana, Curitiba e Região Metropolitana, desenvolvendo projetos voltados tanto para investidores quanto para famílias em busca da casa própria.

Artigo: O futuro da indústria papeleira no Brasil passa por inovação, sustentabilidade e competitividade global

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Por Cristiano Macedo

Em 2025, a produção brasileira de celulose atingiu 29,4 milhões de toneladas, um recorde histórico e crescimento de 6,9% em relação a 2024, segundo a Indústria Brasileira de Árvores (Ibá). A produção de papel manteve-se em cerca de 11,3 milhões de toneladas, demonstrando a força de um setor que vive um momento de transformação e que é impulsionado por novas demandas de mercado, avanços tecnológicos e exigências ambientais cada vez mais rigorosas.

O Brasil reúne características que o colocam em posição privilegiada no cenário global, graças à sua matriz florestal renovável, elevada produtividade das florestas plantadas e forte capacidade exportadora. No entanto, manter essa vantagem exige investimentos contínuos em inovação, automação e eficiência operacional.

O mercado internacional demanda cada vez mais produtividade, rastreabilidade e compromisso ambiental. Nesse contexto, inovação e sustentabilidade passam a integrar a mesma estratégia de crescimento. O futuro da indústria papeleira dependerá da capacidade de produzir mais, com maior qualidade e menor impacto ambiental.

A tecnologia tem papel central nessa transformação. Ferramentas como automação industrial, sensores inteligentes, internet das coisas (IoT), inteligência artificial e análise de dados já fazem parte das operações mais modernas do setor. A digitalização permite monitorar equipamentos e processos em tempo real, reduzindo paradas, desperdícios e consumo de recursos, além de aumentar a eficiência produtiva.

Ao mesmo tempo, a agenda ESG (Ambiental, Social e Governança) passou a influenciar diretamente investidores, compradores internacionais e consumidores. Grandes empresas exigem de seus fornecedores rastreabilidade, redução de emissões, uso responsável dos recursos naturais e compromisso com boas práticas de governança.

Mais do que uma questão reputacional, a sustentabilidade tornou-se requisito para acessar mercados globais e preservar a competitividade. Europa e América do Norte, por exemplo, ampliam continuamente suas exigências relacionadas à pegada de carbono e à transparência das cadeias produtivas.

Nesse cenário, a economia circular ganha relevância crescente. O aproveitamento de fibras recicladas, a valorização de resíduos industriais e o desenvolvimento de soluções que ampliem o ciclo de vida dos materiais contribuem para reduzir impactos ambientais e gerar ganhos econômicos ao longo de toda a cadeia.

As vantagens competitivas brasileiras são significativas, mas a liderança global não está garantida. O desafio dos próximos anos será transformar esse potencial em liderança tecnológica por meio de investimentos contínuos em inovação, digitalização e qualificação profissional.

O futuro da indústria papeleira não será definido apenas pela capacidade de produzir mais. Será determinado pela habilidade de desenvolver soluções de maior valor agregado, atender às exigências de sustentabilidade e responder rapidamente às transformações do mercado global. O Brasil reúne condições para liderar esse movimento e consolidar sua posição como referência mundial em uma economia cada vez mais baseada em recursos renováveis e inovação industrial.

Cristiano Macedo é CEO do Grupo Technocoat.