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Foxlux amplia portfólio de iluminação com novas soluções para valorizar ambientes

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Novas lâmpadas LED PAR20, PAR30 e MR16 combinam eficiência energética, versatilidade e iluminação direcionada para diferentes projetos

Em um mercado que vem crescendo impulsionado pela busca por eficiência energética e por soluções cada vez mais adequadas às necessidades dos projetos, a Foxlux, marca do Grupo Vellore, amplia seu portfólio de iluminação com três novos produtos: as lâmpadas LED PAR20, PAR30 e MR16 (dicroica), desenvolvidas para oferecer iluminação de destaque com eficiência, praticidade e diferentes possibilidades de aplicação.

O movimento acompanha a expansão do mercado de LED no país. Segundo dados reunidos pela empresa, o mercado brasileiro de LED foi avaliado em aproximadamente US$ 2,8 bilhões em 2024 e tem projeção de chegar a US$ 7,3 bilhões até 2033, o que representa um crescimento médio de 10,65% ao ano. No cenário global, o mercado de iluminação LED deve movimentar cerca de US$ 110,76 bilhões em 2026, com expectativa de atingir US$ 145 bilhões até 2031.

Os lançamentos integram uma nova família de soluções de iluminação direcionada da marca, voltada a aplicações como fachadas, vitrines, móveis, quadros, prateleiras e outros elementos decorativos. Com economia de energia de até 80%, acendimento instantâneo e vida média de até 25 mil horas, os produtos foram pensados para atender tanto projetos residenciais quanto comerciais que demandam uma iluminação mais planejada e precisa.

“O mercado de iluminação vive um momento de grande transformação, impulsionado pela busca dos consumidores por produtos mais eficientes, econômicos e adequados às diferentes necessidades de uso. Atenta a esse cenário e às tendências de consumo, a empresa tem ampliado continuamente seus investimentos neste segmento, com o objetivo de consolidar sua presença e se tornar um dos principais players do mercado de iluminação no Brasil”, afirma Matheus Garcia, Gerente de Qualidade do Grupo Vellore.

De acordo com a ABILUX (Associação Brasileira da Indústria de Iluminação), o LED já representa a maior parte das vendas nos segmentos residencial e comercial no Brasil, movimento impulsionado pela busca por eficiência energética, pelo retrofit predial e pela maior exigência técnica em projetos. A modernização do parque de iluminação brasileiro também é favorecida por políticas de eficiência energética e pela retomada de investimentos em construção civil e reformas, ampliando a demanda por soluções de iluminação em novos empreendimentos.

A estratégia de expansão contempla diferentes necessidades de aplicação. A LED PAR20 oferece facho direcionado de maior alcance e é indicada para valorizar fachadas, vitrines e elementos decorativos. Já a LED PAR30, com corpo maior e fluxo luminoso de 938 lm, amplia o alcance do facho e é indicada para ambientes que demandam maior intensidade de iluminação. Completando a novidade, a LED MR16 (dicroica), com soquete GU10, foi desenvolvida para aplicações em vitrines, móveis, quadros e outros elementos decorativos.

Além da eficiência energética, as novas soluções contam com características que reforçam a proposta de praticidade da marca, como ausência de emissão de radiação UV, iluminação confortável e aconchegante, grau de proteção IP20 e um ano de garantia. 

“Os lançamentos reforçam o compromisso da empresa em ampliar seu portfólio com produtos alinhados às necessidades do mercado e às expectativas dos consumidores, criando novas oportunidades de negócios e fortalecendo a atuação da marca em um segmento estratégico e de grande potencial de crescimento”, complementa Matheus.

Grupo Vellore

O Grupo Vellore é referência nacional no segmento de materiais de construção, com um portfólio de mais de 1.200 produtos, atuação em todo o território brasileiro e presença internacional por meio de exportações para seis países. Detentor das marcas Foxlux, com soluções em iluminação, materiais elétricos, bombas d’água e utilidades, e Famastil, com ferramentas, jardinagem e linha agrícola, o Grupo conta com fábrica própria em Pinhais (PR) e escritório em Ningbo, na China. Além da indústria, o Grupo Vellore opera um ecossistema de negócios que integra varejo, tecnologia, serviços e soluções financeiras, por meio da Iluzze, Vellore Ventures, Sobmedida e F2 Bank. Com foco no desenvolvimento contínuo, inovação e geração de oportunidades, o Grupo Vellore conecta marcas, mercados e soluções para impulsionar profissionais, parceiros e negócios no Brasil e no exterior.

Setembro reúne datas de conscientização e acende alerta para diferentes tipos de câncer do sangue

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Setembro reúne datas de conscientização e acende alerta para diferentes tipos de câncer do sangue

Leucemias e linfomas devem somar quase 28 mil novos casos no Brasil em 2026; mês também chama atenção para mieloma múltiplo e para a importância da doação de medula óssea

Leucemia, linfoma e mieloma múltiplo têm origens e comportamentos diferentes, mas compartilham uma característica que costuma gerar dúvidas entre os pacientes: são doenças que atingem células do sangue, da medula óssea ou do sistema linfático. Em setembro, uma sequência de datas internacionais dedicadas a esses cânceres abre espaço para falar sobre sintomas, diagnóstico e avanços no tratamento sem colocar doenças tão distintas dentro de uma mesma definição.

O calendário começa em 4 de setembro, Dia Mundial da Leucemia, seguido pelo Dia Mundial do Mieloma Múltiplo, em 5 de setembro. No dia 15, o Dia Mundial de Conscientização sobre Linfomas amplia o debate sobre os linfomas de Hodgkin e não Hodgkin. O terceiro sábado do mês é dedicado ao doador de medula óssea.

Os números ajudam a dimensionar esse conjunto de doenças. A estimativa mais recente do Instituto Nacional de Câncer (INCA) prevê 12.220 novos casos de leucemia por ano no Brasil entre 2026 e 2028. Para o linfoma não Hodgkin, são esperados 12.560 casos anuais, enquanto o linfoma de Hodgkin deve atingir outras 3.070 pessoas por ano. Somadas, essas três estimativas chegam a 27.850 novos diagnósticos anuais.

No Paraná, a projeção para 2026 é de 810 novos casos de leucemia, 890 de linfoma não Hodgkin e 270 de linfoma de Hodgkin, segundo a nova estimativa do INCA. Para o Dr. Johnny Camargo, hematologista e oncologista do IOP – Instituto de Oncologia do Paraná, reunir essas doenças em uma mesma pauta não significa tratá-las como se fossem iguais. “Quando falamos em câncer do sangue, estamos nos referindo a um grupo bastante diverso de doenças. Uma leucemia aguda, um linfoma e um mieloma múltiplo têm características, evolução e tratamentos próprios. Por isso, o primeiro passo é chegar ao diagnóstico preciso. Hoje conseguimos conhecer cada vez melhor as características biológicas dessas doenças e definir tratamentos de forma mais individualizada”, explica.

Sintomas podem parecer comuns

Uma das dificuldades está justamente no fato de que alguns sinais podem ser confundidos com problemas menos graves. Cansaço persistente, palidez, febre, infecções recorrentes, perda de peso sem explicação, suor noturno, sangramentos ou manchas roxas pelo corpo estão entre manifestações possíveis das doenças hematológicas.

No caso das leucemias, a produção de células sanguíneas normais pode ser comprometida pelo acúmulo de células alteradas na medula óssea. Isso ajuda a explicar sintomas como anemia, fadiga, maior suscetibilidade a infecções, sangramentos e aparecimento de manchas roxas. Gânglios aumentados, febre, suor noturno, perda de peso e dores ósseas também podem ocorrer.

Nos linfomas, um dos sinais mais conhecidos é o aumento dos gânglios, popularmente chamados de ínguas, especialmente no pescoço, axilas ou virilha. Febre, suor noturno e emagrecimento sem causa aparente também merecem atenção.

Já o mieloma múltiplo afeta os plasmócitos, células do sistema imunológico produzidas na medula óssea. Dependendo do caso, pode provocar alterações ósseas, anemia, comprometimento renal, aumento do cálcio no sangue e maior vulnerabilidade a infecções.

Nenhum desses sintomas, isoladamente, confirma um câncer. “Uma íngua, um quadro de anemia ou um período de cansaço têm inúmeras explicações possíveis e, na maioria das vezes, não significam câncer. O que merece atenção é a persistência dos sintomas, alterações sem uma causa clara ou a associação de diferentes sinais. Nesses casos, é importante procurar avaliação médica em vez de tentar interpretar os sintomas sozinho”, orienta Dr. Johnny.

Do diagnóstico ao tratamento

Não existe um único exame capaz de diagnosticar todos os cânceres hematológicos. A investigação pode começar com avaliação clínica e exames de sangue e avançar, conforme a suspeita, para exames de imagem, biópsia de linfonodo, estudo da medula óssea e testes moleculares e genéticos.

Essa diferenciação se tornou ainda mais relevante à medida que o tratamento passou a considerar não apenas onde a doença está, mas também suas características celulares e moleculares.

Quimioterapia continua tendo papel importante, mas deixou de representar sozinha o tratamento dos cânceres hematológicos. Dependendo da doença e do perfil do paciente, podem ser utilizados imunoterapia, anticorpos monoclonais, medicamentos de terapia-alvo, radioterapia e transplante de células-tronco hematopoéticas. No caso dos linfomas, por exemplo, o INCA aponta tratamentos que incluem quimioterapia, associação de imunoterapia e quimioterapia e, em determinadas situações, radioterapia.

“Talvez uma das principais mudanças da hematologia oncológica nos últimos anos seja justamente a ampliação das possibilidades terapêuticas. Hoje temos medicamentos capazes de atuar sobre alvos específicos da célula tumoral e estratégias que utilizam o próprio sistema imunológico contra a doença. Isso não significa que exista uma única solução para todos os pacientes, mas que temos mais ferramentas para escolher o tratamento adequado para cada situação”, afirma Dr. Johnny.

Quando o transplante entra no tratamento

Setembro também traz outra discussão diretamente relacionada a algumas doenças hematológicas: a doação de medula óssea. O transplante de células-tronco hematopoéticas pode ser indicado no tratamento de algumas leucemias, linfomas, mieloma múltiplo e outras doenças. Ele pode ser autólogo, quando são utilizadas células do próprio paciente, ou alogênico, quando as células vêm de um doador.

Quando é necessário um doador, encontrar alguém compatível pode ser um dos pontos mais delicados do processo. Entre irmãos, a chance de compatibilidade é de aproximadamente 30%, segundo o INCA. Quando não há um familiar compatível, a busca pode ser feita no Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea, o REDOME.

O Brasil possui um dos maiores registros de doadores do mundo. O Ministério da Saúde informa que o REDOME reúne mais de 5 milhões de cadastros e permite localizar cerca de 70% dos doadores compatíveis necessários aos pacientes brasileiros. Quando a compatibilidade não é encontrada no país, a busca pode alcançar registros internacionais.

“O cadastro como doador tem uma importância que ultrapassa o gesto individual. Para determinados pacientes, encontrar uma pessoa geneticamente compatível pode significar a possibilidade de realizar um tratamento que depende daquele doador. Por isso, além de falar sobre as doenças, setembro também é uma oportunidade de ampliar a informação sobre a doação de medula óssea”, destaca Dr. Johnny.

Mais do que concentrar diferentes cores e datas no calendário, setembro permite colocar em evidência doenças que nem sempre são facilmente compreendidas pela população. Para quem recebe um diagnóstico, entender exatamente qual é o tipo de câncer, suas características e as alternativas disponíveis também faz parte do cuidado.

“Câncer do sangue não é um diagnóstico único. Cada paciente chega com uma doença e uma história próprias. Ter acompanhamento especializado permite compreender essas diferenças e tomar decisões com informação, segurança e acolhimento durante todo o tratamento”, conclui Dr. Johnny Camargo, médico oncologista do IOP.

Fontes oficiais consultadas: Instituto Nacional de Câncer, INCA e Ministério da Saúde. Os números de incidência utilizados são da Estimativa 2026–2028 do INCA, atualizada em fevereiro de 2026.

Sobre o Grupo Med4U

A Med4U é uma holding que engloba algumas das marcas mais reconhecidas no setor da saúde, oferecendo soluções integradas e inovadoras para pacientes e profissionais. Entre as empresas que fazem parte da Med4U estão o IOP (Instituto de Oncologia do Paraná), o IOP Educa, o IOP Pesquisa, o Valencis, a Spesia e o Oncoville. Também fazem parte a Santé Cancer Center, com unidades em Lages e Caçador, em Santa Catarina, e a Clínica Prognóstica Oncologia, sediada em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Juntas, essas instituições formam um grupo dedicado à excelência no cuidado oncológico, educação e inovação em saúde.

O IOP, a marca mais antiga do grupo, que completou 31 anos de atuação em 2026, continua sendo uma referência no tratamento do câncer. Com quatro sedes em Curitiba (PR), o IOP se destaca por suas parcerias estratégicas, como a aliança com o Hospital São Marcelino Champagnat que oferece um tratamento integrado e a parceria com o Hospital Albert Einstein, em São Paulo, sendo a primeira clínica no sul do Brasil a integrar a Rede Einstein de Oncologia e Hematologia. O IOP também se destaca por ter o mais alto nível de acreditação de qualidade no Paraná (ONA 3).

O IOP oferece tratamentos avançados e humanizados, utilizando tecnologia de ponta e uma abordagem multidisciplinar, que inclui Nutrição, Psicologia, Enfermagem, Farmácia e Educador Físico. Além disso, terapias complementares como cromoterapia, aromaterapia e musicoterapia ajudam a proporcionar um cuidado mais completo e humanizado.

Para mais informações ou para agendar sua consulta, acesse nosso site: https://iop.com.br

IOP: Há 31 anos cultivando histórias, cuidando de pessoas.

Mais informações:

Mateus Leme
Rua Mateus Leme, 2631 B
(41) 3207-9797

Batel
Rua Saldanha Marinho, 1814
(41) 3207-9798

Oncoville
Marginal Rodovia BR-277, 1437
(41) 3099-5800

Hospital São Marcelino Champagnat
Av. Presidente Affonso Camargo, 1399
(41) 3087-7600

Setembro Verde: 5 mil tsurus simbolizam espera por transplantes em exposição do Hospital Angelina Caron no Aeroporto Afonso Pena

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Setembro Verde: 5 mil tsurus simbolizam espera por transplantes em exposição do Hospital Angelina Caron no Aeroporto Afonso Pena

Com mais de 3,4 mil transplantes realizados em 25 anos, hospital leva ao terminal histórias de pacientes e uma instalação que chama atenção para a importância da doação de órgãos

Uma dobradura de papel é pequena. Quatro mil delas reunidas ajudam a dimensionar uma espera que envolve milhares de famílias. Entre 21 de setembro e 21 de outubro, o Hospital Angelina Caron (HAC) leva ao Aeroporto Internacional Afonso Pena a terceira edição da exposição Histórias de Transplantes, iniciativa criada para aproximar a sociedade das histórias de pacientes transplantados e ampliar a conscientização sobre a importância da doação de órgãos.

Neste ano, a exposição ganha uma instalação formada por 5 mil tsurus, origamis tradicionalmente associados à esperança e à longevidade, que irão representar as mais de 5 mil pessoas que aguardam pela oportunidade de receber um órgão ou tecido no Paraná. A construção da instalação será coletiva e começa antes mesmo da abertura da mostra. No dia 2 de setembro, à tarde, o Hospital Angelina Caron promove uma oficina de origami aberta à comunidade, reunindo também colaboradores, pacientes e acompanhantes para o início da produção dos tsurus. As dobraduras feitas durante a atividade serão incorporadas à instalação que seguirá para o Aeroporto Afonso Pena, transformando a participação de cada pessoa em parte da exposição.

A ação acontece durante o Setembro Verde, mês dedicado à conscientização sobre a doação de órgãos e ganha significado especial no ano em que o Hospital Angelina Caron completa 25 anos de atuação em transplantes.

Hospital Angelina Caron e uma trajetória ligada aos transplantes

Nesse cenário, o Hospital Angelina Caron construiu uma trajetória de referência na realização de transplantes no Paraná. Desde o início do serviço, em 2001, o HAC já realizou 3.401 transplantes, número contabilizado até 16 de agosto de 2026. Somente neste ano, até a mesma data, foram 98 procedimentos, entre transplantes de rim, fígado, coração, pâncreas-rim, córneas e medula óssea, além do transplante renal intervivos.

Em 2026, o hospital já contabiliza 34 transplantes renais, 24 de fígado, 20 de medula óssea e quatro de coração, entre outros procedimentos.

São 25 anos de atuação em uma área que exige estrutura de alta complexidade, equipes especializadas e acompanhamento contínuo dos pacientes. Essa experiência também está na origem da exposição Histórias de Transplantes, criada pelo Hospital Angelina Caron para aproximar a sociedade das histórias de pacientes transplantados e ampliar a conscientização sobre a importância da doação de órgãos. “É motivo de muito orgulho olhar para essa trajetória e para o que o Serviço de Transplantes do Hospital Angelina Caron representa hoje para o Paraná. Esse reconhecimento foi construído ao longo de muitos anos, com dedicação, conhecimento e o trabalho de equipes altamente especializadas. Ser referência também nos traz a responsabilidade de continuar avançando, qualificando a assistência e estando ao lado de pacientes e famílias em um dos momentos mais importantes de suas vidas”, afirma Dr. João Eduardo Leal Nicoluzzi (CRM-PR 14148), coordenador e chefe do Serviço de Transplantes do Hospital Angelina Caron.

Histórias por trás dos números

Dados consolidados de 2025, divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde do Paraná em maio deste ano com base no Registro Brasileiro de Transplantes, mostram que o Paraná registrou 2.255 transplantes de órgãos e tecidos no período. Foram 460 transplantes de rim, 293 de fígado, 31 de coração, 1.066 de córnea e 405 de medula.

O Estado também alcançou 38,9 doadores efetivos por milhão de habitantes em 2025, segunda maior taxa do Brasil e quase o dobro da média nacional, de 20,3. Outro indicador importante está na decisão das famílias: a taxa de recusa à doação no Paraná ficou em 33%, enquanto a média brasileira foi de 45%.

Foi justamente a experiência acumulada ao longo desses 25 anos que deu origem à exposição. Em vez de falar sobre doação apenas por meio de números, Histórias de Transplantes coloca as pessoas no centro da narrativa, apresentando relatos de pacientes e famílias que tiveram suas vidas transformadas pela possibilidade de um transplante.

Keteling Maiara da Silva de Farias, de 27 anos, já esteve entre as pessoas que aguardavam por essa oportunidade. Diabética desde os seis anos, ela descobriu a insuficiência renal após enfrentar a perda da visão e passou três anos e meio em hemodiálise. Nesse período, chegou a ser chamada algumas vezes para um possível transplante, mas a incompatibilidade dos órgãos adiou o procedimento. O desgaste físico e emocional foi tamanho que, em determinado momento, pensou em desistir.

A oportunidade veio no Hospital Angelina Caron e marcou o início de uma nova fase. Hoje, além de ter retomado a rotina, Keteling encontrou no esporte uma forma de ressignificar a própria história e já coleciona medalhas em competições. “Essas medalhas não são só minhas. Tudo o que estou conseguindo hoje também é graças à família do doador, que, no momento mais difícil do luto, me deu a chance de permanecer aqui. Eu preciso fazer essa oportunidade valer a pena. Por isso, cada medalha que conquisto também é da família do meu doador”, afirma.

Depois de passar pelo Shopping Mueller e pelo Aeroporto Afonso Pena, em edições anteriores, a mostra retorna ao terminal aeroportuário em 2026, onde permanecerá durante um mês no saguão de embarque.

A escolha de setembro também dialoga com o Dia Nacional da Doação de Órgãos, celebrado em 27 de setembro, data dedicada a ampliar a informação e, principalmente estimular uma conversa que precisa começar dentro das famílias.

No Brasil, mesmo que uma pessoa tenha manifestado em vida o desejo de ser doadora, a doação de órgãos após a morte depende da autorização familiar. Por isso, comunicar às pessoas próximas o desejo de ser doador é uma das principais mensagens da campanha.

Paraná se destaca na doação de órgãos

Dados consolidados de 2025, divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde do Paraná em maio deste ano com base no Registro Brasileiro de Transplantes, mostram que o Paraná registrou 2.255 transplantes de órgãos e tecidos no período. Foram 460 transplantes de rim, 293 de fígado, 31 de coração, 1.066 de córnea e 405 de medula.

O Paraná também alcançou 38,9 doadores efetivos por milhão de habitantes em 2025, segunda maior taxa do Brasil e quase o dobro da média nacional, de 20,3. A taxa de recusa familiar à doação no Estado ficou em 33%, enquanto a média brasileira foi de 45%.

Em 2024, o Paraná registrou 500 doadores efetivos, que possibilitaram 903 transplantes de órgãos e 1.248 transplantes de córneas. Naquele ano, o Estado alcançou 42,3 doadores por milhão de habitantes e liderou o Brasil pelo segundo ano consecutivo.

A estrutura estadual envolve aproximadamente 700 profissionais, além de equipes transplantadoras, laboratórios e Organizações de Procura de Órgãos distribuídas pelo Paraná.
Para o Hospital Angelina Caron, levar essas histórias para fora do ambiente hospitalar também é uma maneira de aproximar a população de um assunto que muitas vezes só entra na conversa quando uma família se depara diretamente com ele.

“Por trás de cada transplante existem duas famílias vivendo momentos profundamente diferentes: uma enfrenta a dor da perda e, em meio a ela, toma uma decisão de enorme generosidade; a outra recebe uma nova possibilidade de vida. É essa conexão que queremos tornar visível. Falar sobre doação de órgãos dentro de casa é um gesto simples, mas que pode mudar o destino de muitas pessoas”, afirma Bernardo Caron, Co-CEO do Hospital Angelina Caron.

Serviço:

Histórias de Transplantes – Hospital Angelina Caron
Período: 21 de setembro a 21 de outubro de 2026
Local: Aeroporto Internacional Afonso Pena – saguão de embarque
São José dos Pinhais – Paraná

Sobre o Hospital Angelina Caron

Fundado em 1983, o Hospital Angelina Caron (HAC) é uma instituição filantrópica de alta complexidade localizada em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba. Com mais de quatro décadas de atuação, realiza anualmente mais de 400 mil atendimentos a pacientes do SUS, convênios e particulares com atuação em áreas como oncologia, transplantes, cirurgia robótica, pediatria e reabilitação.

O modelo de cuidado é integrado ao ensino e à pesquisa por meio da UniCaron, do Departamento de Ensino e Pesquisa e dos programas de Residência Médica. Com foco em segurança, qualidade e atendimento humanizado, o HAC mantém como propósito promover saúde com excelência e ampliar seu impacto na assistência à população do Paraná e do Brasil.

Seara investe mais de R$ 4 bi em plataforma que impulsiona eficiência e renda de produtores integrados

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Seara investe mais de R$ 4 bi em plataforma que impulsiona eficiência e renda de produtores integrados

Com rede de mais de 1,6 mil integrados no Paraná, ‘SuperAgro’ completa 10 anos promovendo capacitação e reconhecimento técnico nas granjas

A Seara, da JBS, ultrapassou a marca de R$ 4 bilhões investidos em 10 anos em uma de suas iniciativas mais estratégicas no campo: a plataforma SuperAgro. Criada há uma década para transformar a relação com produtores integrados, a ferramenta consolidou um novo modelo de parceria agropecuária, baseado em performance, dados técnicos, econômicos e desenvolvimento contínuo de pessoas e propriedades.

Implantada em 2015 com o objetivo de fortalecer vínculos e elevar padrões de produção, a plataforma SuperAgro é hoje um eixo estratégico da operação agropecuária da Seara. A lógica é simples: quem adota boas práticas e alcança desempenho superior é reconhecido técnica e financeiramente. Em casos de alta performance, a remuneração pode ser até 23% maior por animal. O acompanhamento e suporte aos integrados é feito por uma equipe robusta, que tem na figura dos extensionistas o principal ponto de contato entre empresa e produtores.

companhia possui uma das maiores redes de integrados do país, com mais de 1,6 mil produtores. A estrutura de agropecuária inclui ainda uma granja e três incubatórios. A Seara possui fábricas em oito cidades do estado.

Parte fundamental desse ecossistema é o investimento da empresa em tecnologia e infraestrutura no campo. Os aportes financeiros são direcionados para construção, modernização e expansão de granjas, além da automação dos processos produtivos. O investimento da Seara visa melhorias no ambiente de criação, incluindo a instalação de exaustores e sistemas de resfriamento, garantindo mais conforto aos animais e desempenho zootécnico superior. A blindagem para garantia da biosseguridade também é foco importante dos aportes.

Todo esse esforço resulta não apenas em maior eficiência, mas também em uma remuneração significativamente melhor aos produtores. “O produtor tem a propriedade, mas esse relacionamento próximo, acrescido de um robusto suporte técnico e financeiro da Seara mostram o quão benéfico é ser um produtor integrado da Companhia”, afirma João Campos, presidente da Seara.

Atualmente, mais de 9 mil granjas fazem parte da SuperAgro. Entre elas está a dos produtores Carlos Maia e Cae Maia, pai e filho respectivamente. Eles começaram com 140 mil frangos por lote e agora vão alojar mais de 900 mil aves por ciclo. A partir de setembro, eles também iniciarão a produção de ovos, com expectativa de 12 milhões de unidades por ano. “A plataforma me mostrou que crescimento vem com disciplina, gestão e atenção aos detalhes. E a Seara oferece as ferramentas para isso”, afirma Cae. Desde 2017, pai e filho se destacam pelo desempenho consistente e já foram premiados por diversas vezes no programa SuperAgro, reflexo da evolução contínua da sua operação e qualidade da mão-de-obra empregada.

No setor de suínos, a mudança de escala é expressiva. O produtor José Anderson dos Santos saiu de pouco mais de 300 animais há quase 30 anos para mais de 33 mil em terminação. E deve alcançar 44 mil, com a construção de mais dois modais de mais de 10 mil cabeças cada, com a integração Seara. Pelo quinto ano consecutivo, ele vem sendo reconhecido pelo desempenho e evolução da produção, recebendo premiações mensais e anuais do SuperAgro. “O acompanhamento técnico e a previsibilidade de receita nos dão segurança para investir. É isso que sustenta o crescimento”, pontua.

Evolução da plataforma

Ao longo dos anos, a plataforma incorporou novos pilares, como capacitação técnica e gerencial, treinamentos de compliance, ações de estímulo à sucessão familiar e programas como o Mulheres SuperAgro, voltado à ampliação da presença feminina nas granjas. Iniciativas simbólicas, como a escolha de produtores para o calendário anual da empresa, ajudam a dar visibilidade a quem se destaca.

A SuperAgro também se firmou como um instrumento de retenção de talentos no campo. A valorização do trabalho técnico, associada à transparência dos indicadores, ajuda o posicionamento da Seara como referência no relacionamento com integrados.

Neste ano, a plataforma reforçou sua visibilidade nacional com mais uma edição do Prêmio SuperAgro, que reconheceu diversos produtores regionalmente em 18 categorias, com base em critérios como bem-estar animal, manejo, conversão alimentar e qualidade. A cerimônia de premiação reforçou o caráter técnico e meritocrático da iniciativa. Desde o início, a Seara já pagou mais de 12 milhões somente em premiações para os melhores produtores.

“A SuperAgro é um modelo de longo prazo que valoriza quem entrega excelência. Não basta produzir mais, é preciso produzir com qualidade, com técnica e com visão de futuro”, destaca Campos. “Nosso compromisso é construir uma cadeia sólida, moderna e sustentável. O produtor é peça central disso e a SuperAgro nos permite desenvolver essa parceria com base em critérios técnicos e respeito mútuo”, afirma o presidente da Seara.

Sobre a JBS no PR

A JBS possui operação em 11 cidades do Paraná, entre fábricas e centros de distribuição das unidades de negócios, conta com mais de 14 mil colaboradores em todo o Estado e mais de 2.500 produtores rurais integrados. No Brasil, a JBS é uma das maiores empregadoras do país, com 158 mil colaboradores. No mundo todo, a JBS oferece um amplo portfólio de marcas reconhecidas pela excelência e inovação: Friboi, Seara, Swift, Pilgrim’s Pride, Moy Park, Primo, Just Bare, entre muitas outras, que chegam todos os dias às mesas de consumidores em 190 países. A empresa investe em negócios correlacionados, como couros, biodiesel, colágeno, higiene pessoal e limpeza, envoltórios naturais, soluções em gestão de resíduos sólidos, reciclagem e transportes, com foco na economia circular.

Ingrediente best seller que se tornou ícone de Nativa SPA ganha versão mais marcante com lançamento de Ameixa Intensa

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Ingrediente best seller que se tornou ícone de Nativa SPA ganha versão mais marcante com lançamento de Ameixa Intensa

Linha completa aposta em uma intensidade maior da ameixa, com o dobro da concentração para ápice na perfumação, além de contar com o ativo exclusivo da quinoa , que estimula o colágeno

Conhecidas como um dos ingredientes mais queridos de Nativa SPA, as ameixas mais amadas do Brasil* ganham uma nova versão no portfólio do Boticário – agora, ainda mais intensas acompanhando uma das principais tendências do ano, que são as notas frutais mais encorpadas. Para potencializar a fragrância que marcou gerações de consumidoras, a marca lança Nativa SPA Ameixa Intensa, uma experiência olfativa que combina perfumação mais potente aos benefícios de hidratação e cuidado com a pele característicos da linha.

A novidade parte de uma assinatura já consagrada em Nativa SPA para acompanhar a busca por fragrâncias cada vez mais marcantes também na categoria de cuidados corporais. Na nova interpretação, a ameixa ganha maior intensidade e se torna ainda mais sofisticada e licorosa, enquanto o corpo floral ganha força com destaque para o jasmim sambac. Na base, uma overdose de madeiras cremosas, âmbar e musk traz mais peso e lasting à fragrância. O resultado é uma nova faceta para um dos grandes ícones da marca, pensada para permanecer na pele e deixar uma assinatura marcante.

O lançamento ganha um significado especial em 2026, ano em que Nativa SPA completa 20 anos. Ao longo de duas décadas, a marca construiu uma comunidade em torno do cuidado com a pele e da perfumação corporal, transformando fragrâncias e ingredientes em códigos de sofisticação, autocuidado e intensidade reconhecidos por suas consumidoras. Nesse percurso, a ameixa conquistou um lugar de destaque e se consolidou como uma das assinaturas mais emblemáticas do Boticário. Sua nova interpretação celebra essa história ao mesmo tempo em que atualiza um ícone para um novo momento da marca e de sua comunidade.

“O lançamento de Ameixa Intensa parte de uma fragrância que já tem uma relação muito forte com as consumidoras de Nativa SPA. Essa versão mais potente do ingrediente nasce justamente da oportunidade de trazer uma expressão diferente para esse ícone, com mais intensidade e presença, sem perder os códigos que fizeram nossas linhas de ameixa se tornarem tão queridas. E isso acontece em um ano muito especial para a marca, em que Nativa SPA completa 20 anos”, explica Bruna Nunes, diretora de marketing de corpo e banho do Grupo Boticário. “Materializamos esse lançamento para ser, exatamente, uma forma de reconhecer a história construída junto à nossa comunidade e mostrar como seguimos evoluindo a partir do que ela já conhece, valoriza e ama”.

Além da fragrância, o lançamento reforça a combinação entre perfumação e tratamento da pele que caracteriza Nativa SPA. No Creme Desodorante Perfumado Corporal, o óleo de quinoa estimula a produção natural de colágeno em até 77%, enquanto promove hidratação profunda e maciez. Esse território de cuidado também se estende a outros produtos da linha: o Óleo Glorioso Corporal Perfumado combina óleos de quinoa e amêndoas para proporcionar hidratação imediata e ajudar a manter a pele macia mesmo após o banho, enquanto o Esfoliante Açúcar Corporal, enriquecido com óleo puro de quinoa, remove impurezas e células mortas e contribui para manter a hidratação da pele*.

Com uma proposta pensada para acompanhar diferentes momentos da rotina, Nativa SPA Ameixa Intensa chega com Creme Desodorante Perfumado Corporal, nas versões de 180 ml e 400 ml, Body Splash Desodorante Colônia, Óleo Glorioso Corporal Perfumado, Esfoliante Açucarado Corporal e Sabonete em Barra. A combinação de diferentes formatos e texturas amplia as possibilidades de uso da fragrância e permite construir uma experiência mais completa de cuidado e perfumação, levando a assinatura já reconhecida de ameixa para uma versão de maior intensidade e presença na pele.

Para celebrar o dobro do ingrediente mais amado do portfólio de Nativa SPA, O Boticário realizará, pela primeira vez, uma dinâmica especial com a distribuição em dobro da miniatura do Creme Desodorante Perfumado Corporal de Nativa SPA Ameixa Intensa**. A ação convida o público a experimentar de forma ainda mais generosa a nova versão da fragrância. Para a retirada dos produtos, os consumidores deverão realizar um cadastro no aplicativo da marca e buscá-los nas lojas mais próximas do Boticário.

A linha completa está disponível em todas as lojas físicas do país, no e-commerce da marca, além do app do Boticário, para as versões Android e iOS e via revendedores pelo Encontre Boticário. Também é possível fazer pedidos pelo WhatsApp por meio do número 0800 744 0010 – contato oficial e seguro – diretamente na plataforma do dispositivo.

Basta o cliente contatar a marca por esse número para verificar a disponibilidade na região dele. Há ainda a opção de contatar um revendedor da marca pelo link.

*Fonte: Nativa SPA Ameixa, Ameixa Negra e Ameixa Dourada. Worldpanel by Numerator, PanelVoice, campo realizado em abril de 2026. “Ameixas nº 1” com base em amor e preferência declarados pelo consumidor brasileiro. Total no Brasil: 1.149 lares;

**Bioéster 100% puro de quinoa;

***Estudo in vitro em pele 3D do ingrediente bioéster de quinoa.

**Válida para pessoa física a partir de 18 anos, associada ativa ao Beautybox devidamente identificada por seu CPF válido, moradora do Brasil, que não tenha resgatado o brinde na ação anterior realizada no período de 10/08/26 a 30/08/26, para poder emitir de 31/08/26 a 20/09/26 – ou até o estoque se esgotar – 1 (um) voucher vale-brinde no aplicativo O Boticário e resgatar 2 (dois) Nativa SPA Creme Perfumado Desodorante Ameixa Intensa de 50 ml, no período e na loja física participante agendados. Antes de participar, consulte o regulamento no aplicativo O Boticário. CERTIFICADO DE AUTORIZAÇÃO SPA/ME Nº 02.051738/2026.

Serviço:

Nativa SPA Creme Desodorante Perfumado Corporal Ameixa Intensa 400 ml – R$ 89,90
Com o dobro de fragrância para o ápice da perfumação*, o creme desodorante perfumado corporal nutre e hidrata profundamente, promovendo uma pele macia e desodorizada. Formulado com óleo de quinoa, estimula em até 77% a produção natural de colágeno, auxiliando na firmeza da pele e deixando uma fragrância sofisticada e marcante.

Nativa SPA Creme Desodorante Perfumado Corporal Ameixa Intensa 180 ml – R$ 64,90
Em versão de 180 ml, o creme desodorante perfumado corporal combina hidratação profunda e perfumação intensa. Sua fórmula com óleo de quinoa estimula em até 77% a produção natural de colágeno, auxiliando na firmeza da pele, enquanto deixa a assinatura marcante de Ameixa Intensa.

Nativa SPA Óleo Glorioso Corporal Perfumado Ameixa Intensa 200 ml – R$ 99,90
Com óleos de quinoa e amêndoas, proporciona hidratação imediata e perfumação intensa, deixando a pele macia mesmo após o banho. Sua fórmula ajuda a formar uma barreira protetora na pele e prolonga a sensação de cuidado e perfumação.

Nativa SPA Body Splash Desodorante Colônia Ameixa Intensa 200 ml – R$ 109,90
Com fragrância marcante e perfumada, o Body Splash Ameixa Intensa realça a feminilidade e prolonga a experiência olfativa da linha. Pode ser combinado com a loção corporal para intensificar a sensorialidade e criar uma explosão de perfumação que marca o dia todo.

Nativa SPA Esfoliante Açucarado Corporal Ameixa Intensa 180 g – R$82,90
Enriquecido com óleo puro de quinoa, promove uma esfoliação efetiva, removendo impurezas e células mortas enquanto ajuda a manter a pele hidratada. Deixa a pele macia e com toque suave, preparando-a para as demais etapas do ritual de cuidados de Ameixa Intensa.

Nativa SPA Sabonete em Barra Ameixa Intensa 90 g – R$ 16,90
Completa o ritual de cuidados corporais de Ameixa Intensa desde o banho, promovendo limpeza da pele e trazendo a fragrância marcante da linha para a primeira etapa da rotina de perfumação.
*Claim referente ao Creme Desodorante Perfumado Corporal Ameixa Intensa. Validar redação legal final.

Refil Creme Perfumado Corporal Ameixa Intensa 350ml – R$ 69,90
A versão refil de 350 ml tem como objetivo reduzir o impacto no meio ambiente; a embalagem possui 78% menos plástico em comparação ao produto regular. O refil creme desodorante perfumado corporal combina hidratação profunda e perfumação intensa. Sua fórmula com óleo de quinoa estimula em até 77% a produção natural de colágeno, auxiliando na firmeza da pele, enquanto deixa a assinatura marcante de Ameixa Intensa.

Sobre o Boticário

O Boticário é uma empresa brasileira de cosméticos e marca primogênita do Grupo Boticário. A marca de perfumaria preferida dos brasileiros* foi inaugurada em 1977, em Curitiba (Paraná), e tem a maior rede franqueada** de Beleza e Bem-estar do Brasil, além de ser reconhecido como a maior varejo de beleza do mundo***. O Boticário conta com um amplo portfólio composto por itens de perfumaria, maquiagem e cuidados pessoais e está presente nos canais de loja, venda direta e e-commerce. Comprometida com as pessoas e o planeta, a marca possui o maior programa de logística reversa em pontos de coleta do Brasil, o Boti Recicla, além de fazer parte do movimento Diversa Beleza – um compromisso com a beleza livre de estereótipos – e não realizar testes em animais.
    
Fonte: Kantar, Worldpanel Division, PanelVoice, campo realizado durante o mês de dezembro de 2024. Total no Brasil: 3.470 lares. P3 – “Como você se sente em relação às marcas de Perfumes e Fragrâncias?”;
**Associação Brasileira de Franchising (ABF). Ranking 2025;
***Fonte Euromonitor International Limited, Pesquisa de varejo, edição 2025, de acordo com as definições da categoria de pontos de
venda especializados em beleza e da classificação de empresa proprietária global da marca (GBO), número de lojas, dados de 2024.

Profissionais liberais buscam formalização e organização para crescer com segurança

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Profissionais liberais buscam formalização e organização para crescer com segurança

O número de profissionais que trabalham por conta própria têm aumentado no Brasil e, junto com esse movimento, cresce também a busca por mais estabilidade, reconhecimento e organização

De acordo com o docente do curso Técnico em Administração da Estácio, Sérgio Campagna Moura, esse cenário é resultado de mudanças recentes nas relações de trabalho. “Nos últimos anos, por diversos motivos, os profissionais autônomos no Brasil aumentaram em números relativos e absolutos”, explica.

Nesse contexto, a formalização surge como um caminho para reduzir a insegurança típica da informalidade. Mas antes de dar esse passo, é preciso planejamento. Abrir um negócio não significa apenas continuar exercendo a própria profissão, já que envolve novas responsabilidades, como gestão financeira, atendimento e tomada de decisões estratégicas. “Ao imaginar um negócio próprio, podemos ser ludibriados pelos possíveis benefícios futuros. Nesse caso, é preciso ser realista”, alerta o professor. Avaliar custos, rotina e capacidade de gestão é essencial para que o projeto seja viável.

Os caminhos para formalizar a atividade variam conforme o tipo e o tamanho do negócio, mas passam por três dimensões principais: técnica, legal e social. Isso significa entender desde a natureza do serviço prestado até as exigências legais e a aceitação do público.

Na gestão, um dos erros mais comuns é confundir objetivos pessoais com os objetivos da empresa. Segundo o docente, o negócio precisa ser visto como uma organização própria, com necessidades e lógica próprias de funcionamento. “Independentemente do propósito do dono, o novo negócio, do ponto de vista organizacional, objetiva-se em sobreviver”, afirma. Ou seja, decisões devem considerar a sustentabilidade da empresa, e não apenas preferências individuais.

A organização financeira também é um ponto central. Manter registros detalhados de entradas e saídas é uma prática básica, mas ainda negligenciada por muitos empreendedores. Além disso, dar preferência ao uso de capital próprio, em vez de depender excessivamente de recursos de terceiros, pode contribuir para maior estabilidade financeira no longo prazo.

No ambiente digital, a presença se tornou praticamente indispensável, mas o professor chama atenção para a importância do contato humano. Estratégias simples, como um atendimento mais próximo e personalizado, ainda são eficazes. “Uma ligação, muitas vezes, resolve em poucos minutos o que diante de uma tela pode ser um cliente perdido”, observa.

ESIC abre nova turma de Master em Recursos Humanos

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ESIC abre nova turma de Master em Recursos Humanos

Com 80% dos empregadores brasileiros enfrentando dificuldades para contratar profissionais qualificados, formação prepara gestores para os novos desafios da gestão de pessoas

A ESIC Internacional está com inscrições abertas para uma nova turma do Master em Direção de Recursos Humanos e Organizações, pós-graduação voltada à formação de profissionais para atuar de forma estratégica na gestão de pessoas. Com 12 módulos, o programa aborda desde liderança, recrutamento e desenvolvimento de talentos até inteligência artificial, novos modelos de trabalho, saúde e segurança, cultura organizacional e relações trabalhistas.

A formação chega em um momento de grandes desafios para as áreas de Recursos Humanos. Em 2026, 80% dos empregadores brasileiros relatam dificuldades para encontrar profissionais com as competências de que precisam, segundo a Pesquisa de Escassez de Talentos 2026, do ManpowerGroup. O índice supera a média mundial, de 72%, e chega a 74% entre os empregadores do Paraná.

Para a professora do curso,Jaqueline Becker, consultora e profissional atuante na área de Recursos Humanos, o cenário reforça a necessidade de uma atuação cada vez mais estratégica. “O RH deixou de ser uma área predominantemente operacional para ocupar um espaço importante nas decisões das empresas. Hoje, gestão de pessoas tem impacto direto na produtividade, na inovação, na retenção de talentos e nos resultados do negócio”, afirma.

O conteúdo do Master acompanha essa transformação. A formação inclui liderança e gestão de equipes de alta performance, planejamento de RH, recrutamento e seleção, avaliação de desempenho, remuneração, desenvolvimento profissional, inteligência emocional, cultura e clima organizacional e relações trabalhistas. Também aborda inteligência artificial generativa, novas tecnologias aplicadas à gestão de pessoas, trabalho a distância, finanças, marketing, sustentabilidade e estratégia. Ao final, os alunos desenvolvem um projeto aplicado com a elaboração de um Plano de Recursos Humanos.

Outro tema que amplia as responsabilidades da área é a saúde mental. Dados do Ministério da Previdência Social mostram que 546.254 benefícios por transtornos mentais e comportamentais foram concedidos em 2025, crescimento de 15,66% em relação ao ano anterior.

“Não basta mais contratar. As empresas precisam pensar em toda a jornada do profissional, da atração e desenvolvimento à carreira, clima, liderança e retenção. Ao mesmo tempo, o gestor precisa acompanhar mudanças como inteligência artificial, novos formatos de trabalho e saúde mental. Isso exige uma visão muito mais ampla do negócio e das pessoas”, destaca Jaqueline.

Voltado à formação de especialistas em gestão de RH capazes de desenvolver pessoas e liderar equipes de alta performance, o Master reúne conhecimentos de diferentes áreas da administração para proporcionar uma visão integrada das organizações.

Serviço:

Master em Direção de Recursos Humanos e Organizações
Instituição: ESIC Internacional
Local: Rua Padre Dehon, 814 – Hauer, Curitiba (PR)
Informações: esic.br
Telefone: 0800 41 37 42
WhatsApp: (41) 99155-9737

Mais de 1,3 milhão de transportadores: cinco desafios da saúde ocupacional nas empresas de transporte

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Mais de 1,3 milhão de transportadores: cinco desafios da saúde ocupacional nas empresas de transporte

Operações espalhadas pelo país, exigências legais e equipes em constante deslocamento exigem uma gestão integrada para garantir conformidade, prevenção e continuidade das operações

O transporte rodoviário de cargas é um dos pilares da economia brasileira. Segundo a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), o Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC) reúne mais de 1,3 milhão de transportadores entre empresas e autônomos. A dimensão do setor e uma força de trabalho que permanece grande parte do tempo fora das estruturas físicas das empresas tornam a gestão da saúde ocupacional um desafio particular para as transportadoras.

Para o médico do trabalho e fundador da Mag Saúde, Vardiceu Genaro, cuidar da saúde desses profissionais vai muito além da realização de exames obrigatórios. “Enquanto uma indústria concentra grande parte dos colaboradores em um mesmo local, as transportadoras precisam administrar profissionais que circulam por diferentes cidades e estados. A saúde ocupacional precisa acompanhar essa dinâmica, integrando atendimento, controle, prevenção e gestão das informações”, afirma.

Entre os principais desafios do setor, o especialista destaca:

  1. Levar a saúde ocupacional até onde o trabalhador está
    Motoristas podem estar a centenas ou milhares de quilômetros da sede quando precisam realizar um exame ocupacional. Contar com uma rede de atendimento descentralizada reduz deslocamentos, facilita o cumprimento dos prazos e diminui impactos sobre a operação.
  2. Controlar exames, prazos e pendências
    Além dos exames admissionais, periódicos, de retorno ao trabalho e demissionais, o setor possui particularidades como os exames toxicológicos obrigatórios para motoristas das categorias C, D e E. “O desafio não é apenas realizar os exames, mas acompanhar prazos, vencimentos e pendências para evitar que uma falha administrativa se transforme em um problema operacional ou de conformidade”, explica Genaro.
  3. Integrar saúde ocupacional, documentos e eSocial
    Documentos como PCMSO e PGR e os eventos de Saúde e Segurança do Trabalho (SST) encaminhados ao eSocial precisam estar organizados e coerentes. Isso exige integração entre Medicina do Trabalho, Segurança do Trabalho, Recursos Humanos e gestão administrativa, reduzindo inconsistências e retrabalho.
  4. Cuidar da saúde sem comprometer a operação
    No transporte rodoviário, uma parada pode impactar diretamente a programação logística. A localização do atendimento, a agilidade dos processos e a integração das informações ajudam a reduzir deslocamentos desnecessários e interrupções. “A saúde ocupacional não pode funcionar isolada da operação. Ela precisa acompanhar a realidade do negócio e estar onde o trabalhador está”, destaca.
  5. Usar afastamentos e dados como ferramentas de prevenção
    Mais do que registrar afastamentos, é importante acompanhar causas, recorrências e impactos. A análise dessas informações pode orientar ações preventivas, melhorar a gestão dos trabalhadores afastados e contribuir para indicadores previdenciários, como o Fator Acidentário de Prevenção (FAP).

Uma gestão ocupacional eficiente pode reduzir burocracias, organizar processos e diminuir os impactos de deslocamentos, pendências e afastamentos. Mas, para Genaro, o principal avanço está em deixar de enxergar a saúde ocupacional apenas como cumprimento de obrigações e passar a utilizar exames, afastamentos e indicadores também como ferramentas de prevenção. “Prevenir significa agir antes que um problema se transforme em afastamento, perda de produtividade ou risco para o trabalhador. Para isso, a gestão precisa estar baseada em dados, acompanhamento e integração das informações”, explica o médico.

Para empresas com operações distribuídas pelo país, a capilaridade do atendimento também passa a fazer parte dessa estratégia. A Mag Saúde, por exemplo, atende empresas em mais de 390 cidades brasileiras, por meio de uma rede com mais de 500 clínicas credenciadas. A estrutura reúne exames clínicos e laboratoriais, toxicológicos e ASO, elaboração e gestão de PCMSO e PGR, controle documental, integração com o eSocial, gestão de afastamentos e assistência técnica em perícias. “No transporte, a saúde ocupacional precisa acompanhar a dinâmica de quem está na estrada. Aproximar o atendimento do trabalhador, integrar informações e agir preventivamente ajuda a reduzir riscos e impactos na operação”, conclui Genaro.

Executiva paranaense está entre principais nomes da comunicação corporativa do país

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Fernanda Yanaze Maia, da Valmet, foi eleita vencedora da Região Sul no TOP Mega Brasil 2026; Central Press, agência paranaense que atende a multinacional finlandesa, também venceu a premiação

A paranaense Fernanda Yanaze Maia, gerente de Marketing e Comunicação para a América Latina da Valmet, está entre os principais nomes da comunicação corporativa do Brasil. Ela foi eleita Executiva de Comunicação Corporativa da Região Sul na 11ª edição do TOP Mega Brasil, uma das principais premiações do setor no país, além de integrar o TOP 15 Brasil, grupo formado pelos profissionais mais votados nacionalmente.

O resultado foi anunciado na noite de 26 de agosto, durante cerimônia realizada na Unibes Cultural, em São Paulo. Fernanda foi a vencedora entre cinco finalistas da Região Sul, que também contou com Carmem Murara (Grupo Marista), Heloisa Janz Laibida (Ademicon), Priscila Canesin Basile (Klabin) e Renata Mansque (CMPC Brasil).

Na edição de 2026, o TOP Mega Brasil recebeu quase 12,5 mil votos de todo o país. Na primeira etapa, foram indicados cerca de 1.100 executivos e 480 agências. Após o segundo turno, 45 executivos e 45 agências se classificaram para as categorias nacionais e regionais.

Ao todo, a premiação entregou 22 Troféus da Onça Pintada, sendo 11 destinados a executivos de comunicação corporativa e 11 a agências, contemplando o Pódio Brasil e todas as regiões do país.

A presença de Fernanda entre os 15 profissionais mais votados do Brasil amplia a dimensão do reconhecimento. Além de conquistar o primeiro lugar regional, a executiva paranaense se destacou em uma disputa que reuniu profissionais de diferentes estados e empresas de todo o país.

O reconhecimento também marca um momento de destaque para o mercado paranaense de comunicação corporativa, que teve representantes entre os vencedores da premiação. 

A Central Press, agência de reputação com sede no Paraná e responsável pela assessoria de imprensa da Valmet há oito anos, também foi eleita a melhor Agência de Comunicação da Região Sul, conquistando o título pela quinta vez e, com isso, o “TOP de Ouro”, reconhecimento concedido pelo histórico de cinco vitórias na mesma categoria.

Seu filho já precisa trocar de colchão? Saiba quais são os sinais de que chegou a hora

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Seu filho já precisa trocar de colchão? Saiba quais são os sinais de que chegou a hora

Especialista explica como o crescimento das crianças influencia na escolha do colchão e orienta o que os pais devem observar

Quando o assunto é acompanhar o crescimento dos filhos, os pais costumam prestar atenção às roupas, aos calçados e até à altura da escrivaninha. Mas um item essencial para o descanso durante essa fase costuma passar despercebido: o colchão. Embora muitas famílias utilizem o mesmo modelo por anos, as necessidades de suporte e conforto mudam à medida que a criança cresce.

Segundo o fundador da Carneiro Colchões Artesanais, Jarbas Carneiro, não existe uma idade exata para trocar o colchão infantil, mas alguns sinais indicam que ele pode não atender mais às necessidades da criança. “A infância e a adolescência são períodos de intenso crescimento e desenvolvimento corporal. Conforme a criança cresce, ganha peso e muda de hábitos, o colchão pode deixar de oferecer o suporte adequado. Mais do que olhar para o tempo de uso, é importante observar como ele está respondendo a essas mudanças”, explica.

Durante o crescimento, a postura corporal também está em desenvolvimento, o que torna importante oferecer uma superfície de descanso que proporcione sustentação adequada e favoreça o alinhamento do corpo durante o sono. Por isso, além de avaliar o próprio colchão, os pais podem observar mudanças na postura dos filhos e eventuais queixas de desconforto. “Um colchão deformado, com afundamentos ou que já não oferece sustentação adequada pode prejudicar o conforto e o posicionamento do corpo durante várias horas de sono. É mais um aspecto que merece atenção dos pais nessa fase”, afirma Jarbas.

Além do desgaste natural, um dos principais fatores a ser considerado é o aumento do peso corporal. Um colchão que era adequado para uma criança pequena pode perder eficiência alguns anos depois, deixando de oferecer o mesmo nível de sustentação e conforto durante o sono.

Outro aspecto que merece atenção é um hábito comum em muitas famílias: pais que deitam ou dormem com os filhos, especialmente nos primeiros anos de vida. “Quando um adulto utiliza com frequência um colchão desenvolvido para uma criança, a estrutura sofre uma sobrecarga para a qual não foi projetada. Isso pode acelerar o desgaste e reduzir a capacidade de sustentação do colchão”, afirma Jarbas.

Na hora da escolha, o especialista orienta que o colchão infantil seja firme o suficiente para oferecer estabilidade ao corpo, mas sem abrir mão do conforto. Também é importante considerar materiais de qualidade, boa ventilação e revestimentos que facilitem a higienização, já que o colchão infantil está mais sujeito a pequenos acidentes e ao acúmulo de ácaros. “Não faz sentido comprar um colchão pensando apenas na fase atual da criança. Vale considerar o ritmo de crescimento, a qualidade dos materiais e a durabilidade do produto. Um colchão bem construído pode acompanhar essa evolução por mais tempo, oferecendo conforto e suporte adequado durante uma etapa importante do desenvolvimento”, destaca.

Jarbas também recomenda que os pais observem alguns sinais de alerta: afundamentos, deformações, ruídos, perda de firmeza, mudanças perceptíveis na postura e a sensação de que a criança acorda cansada ou reclama de desconforto ao dormir podem indicar que é hora de avaliar o colchão. “Os pais costumam investir em alimentação, atividades físicas e acompanhamento médico para garantir um crescimento saudável. O sono também faz parte desse processo. Dormir bem é fundamental para o desenvolvimento e o colchão contribui para a qualidade desse descanso”, conclui.

Como saber se está na hora de trocar o colchão da criança?

  1. A criança cresceu bastante ou ganhou peso desde a compra do colchão;
  2. O colchão apresenta afundamentos, deformações ou perda de firmeza;
  3. O adulto costuma deitar ou dormir com frequência na cama da criança;
  4. O revestimento está desgastado ou difícil de higienizar;
  5. A criança reclama de desconforto, parece não descansar bem ou os pais percebem mudanças em sua postura.