Home Blog Page 2

Escassez de talentos atinge 80% das empresas e acirra disputa por lideranças no Brasil

0

Escassez de talentos atinge 80% das empresas e acirra disputa por lideranças no Brasil

Com desemprego de apenas 2,5% entre profissionais qualificados, empresas enfrentam dificuldade para encontrar executivos que reúnam conhecimento técnico, visão de negócio e capacidade de liderar transformações

Encontrar profissionais qualificados é um dos principais desafios das empresas brasileiras em 2026. Oito em cada dez empregadores (80%) relatam dificuldade para contratar talentos com as competências necessárias, acima da média mundial de 72%, segundo a Pesquisa de Escassez de Talentos 2026, do ManpowerGroup. Nas empresas brasileiras com 1.000 a 4.999 funcionários, o índice chega a 90%.

O desafio aumenta nas posições de liderança. Com taxa de desemprego de apenas 2,5% entre profissionais qualificados, segundo dados do IBGE analisados pela Robert Half, as empresas disputam um grupo reduzido de candidatos. Pesquisa da consultoria mostra ainda que 84% dos gestores de contratação enfrentam dificuldades para preencher posições em aberto.

Para Diego Godoy, especialista em recrutamento executivo e sócio da MUUDA.work, a questão não está apenas na quantidade de profissionais disponíveis, mas nas competências exigidas. “As empresas buscam líderes que reúnam experiência técnica, visão estratégica, gestão de pessoas, entendimento de tecnologia e aderência à cultura da organização. Quanto mais estratégica a posição, mais específica é essa combinação e menor o universo de candidatos”, explica.

Ainda segundo a pesquisa do ManpowerGroup, a escassez atinge diferentes setores: 85% dos empregadores de Serviços Profissionais, Científicos e Técnicos relatam dificuldade para contratar, assim como 83% das empresas de Informação e 79% das organizações de Manufatura, Comércio e Logística, Hospitalidade, Serviços Públicos e Recursos Naturais.

Sucessão preocupa empresas

O problema vai além das vagas abertas. Pesquisa da Robert Half divulgada em 2026 mostra que 78% dos gestores estão preocupados em encontrar sucessores capazes de sustentar seus negócios até 2035. A falta de profissionais preparados internamente pode levar as empresas a buscar executivos somente quando uma posição estratégica fica vaga. “Sucessão não deveria começar a ser discutida quando um executivo anuncia que está saindo. É preciso identificar posições críticas, desenvolver potenciais sucessores e conhecer o mercado previamente. Começar uma busca do zero somente quando a cadeira fica vazia vai gerar um impacto enorme no negócio”, afirma Godoy.

Como resposta à escassez, 44% dos empregadores brasileiros investem em capacitação e requalificação dos próprios colaboradores, segundo o ManpowerGroup. Outros 25% buscam profissionais em novos grupos de talentos e 18% ajustam salários para aumentar a competitividade das vagas.

Busca por executivos exige estratégia

Para posições de média e alta liderança, o recrutamento também difere dos processos tradicionais. Muitos executivos estão empregados e não procuram ativamente uma nova posição, o que exige busca ativa e mapeamento do mercado, incluindo concorrentes e setores correlatos. “O desafio não é receber muitos currículos, mas chegar às pessoas certas. É preciso mapear o mercado, identificar quem reúne as competências necessárias e fazer uma abordagem e entender a demanda de cada empresa, cada segmento, cada geografia. Além disso, o processo precisa ser ágil, porque os profissionais mais disputados em grande maioria estão sempre sendo abordados para outras oportunidades”, destaca Godoy.

A velocidade é outro desafio: 80% dos gestores citam a dificuldade de encontrar candidatos qualificados, 72% de atrair profissionais com habilidades especializadas ou de nicho e 64% apontam a necessidade de contratar mais rapidamente, segundo a Robert Half.

Para Godoy, o cenário exige planejamento. “As empresas precisam trabalhar em duas frentes: desenvolver quem já está dentro e conhecer continuamente os talentos disponíveis no mercado. Quanto mais afinado esse trabalho, menor o risco de uma posição estratégica ficar descoberta quando a organização mais precisa dela”, conclui.

Estúdio Engenhoka inicia atividades com 60 estudantes em escola pública de Curitiba

0

Estúdio Engenhoka inicia atividades com 60 estudantes em escola pública de Curitiba

Novo espaço reúne arte, tecnologia e robótica em atividades gratuitas que seguem até dezembro

Sessenta estudantes da Escola José Busnardo, na Vila Fanny, em Curitiba, já estão colocando em prática a criatividade no novo Estúdio Engenhoka de artes e robótica. Inaugurado na última sexta-feira (21), o espaço será utilizado ao longo dos próximos meses nas atividades da terceira edição do projeto, realizado pelo Instituto Burburinho Cultural.

A inauguração reuniu professores, estudantes, familiares e representantes do Instituto Burburinho Cultural e marcou o início de uma formação gratuita com aproximadamente 40 horas de atividades em robótica educacional e diferentes linguagens artísticas. As oficinas serão realizadas até dezembro, na própria escola e no novo estúdio, equipado com impressoras 3D, tablets e materiais pedagógicos.

“A proposta do Engenhoka é aproximar os estudantes de uma educação fora do padrão tradicional, conectando áreas que muitas vezes são vistas de forma separada, como artes, matemática, ciência e tecnologia. A chegada do estúdio à escola democratiza o acesso a essas ferramentas e abre novas possibilidades para os alunos experimentarem e criarem suas próprias soluções. Queremos estimular o pertencimento, o pensamento crítico e a colaboração, mostrando que arte e ciência podem caminhar juntas na formação de estudantes mais criativos e preparados para transformar ideias em projetos”, afirma Priscila Seixas, CEO do Instituto Burburinho Cultural.

Da ideia à criação

Durante a formação, os estudantes serão estimulados a experimentar diferentes linguagens artísticas e conceitos de robótica para desenvolver projetos que aproximam criatividade, tecnologia e resolução de problemas. Ao longo do semestre, serão desenvolvidos quatro projetos: uma peça produzida com impressão 3D, um robô, uma luminária criativa e, ao final, uma escultura interativa. Os trabalhos serão apresentados à comunidade escolar, e a equipe vencedora será premiada.

A proposta foi apresentada aos estudantes durante a inauguração do estúdio, quando também foi lançado o Fagulha, novo mascote do Engenhoka. Produzido em impressora 3D, o personagem representa a ideia que acende, inspira e pode transformar tudo ao redor. Os materiais que serão utilizados ao longo da formação foram desenvolvidos pela PiCode Education e organizados em boxes maker, pensados para acompanhar as diferentes etapas das atividades. Segundo Luiz Henrik Martins de Oliveira Payao, da PiCode Education, a proposta é colocar os estudantes em contato direto com o processo de criação. “Os boxes foram pensados para que os alunos possam experimentar, construir e acompanhar de forma prática cada etapa dos projetos”, explica.

Para o diretor da Escola José Busnardo, Francisco Diogo Ximenes, a chegada do estúdio representa uma oportunidade de aproximar a escola de uma forma de aprendizagem mais prática e criativa. “Esse estúdio maker é a escola que eu sempre sonhei. A melhor forma de se aprender é brincando. Nós fazemos nossos esforços, mas são os nossos alunos que vão colocar a mão na massa e fazer acontecer. Tenho certeza de que vamos continuar com esse projeto no ano que vem. Minha gratidão ao Instituto Burburinho Cultural por esse projeto maravilhoso”, afirma.

A vice-diretora Patrícia Fernandes também destacou a oportunidade de os estudantes terem contato com ferramentas e experiências que aproximam tecnologia e arte. “Receber esse projeto é de grande valia para a escola, porque une tecnologia e arte. Os estudantes devem aproveitar esses meses de prática do Engenhoka para criar grandes ideias e grandes projetos. Eles terão a oportunidade de utilizar todo esse aparato, inclusive a impressora 3D. Tenho certeza de que esse projeto pode ajudar os alunos a traçarem novos horizontes”, diz.

Mais criadores, menos espectadores

A expectativa em torno da novidade também chegou às famílias. Jeferson Faria da Silva, pai de Arthur Bernardo Berger da Silva, estudante do 8º ano, acompanhou a inauguração e destacou a possibilidade de os alunos terem acesso, na escola pública, a ferramentas que nem sempre fazem parte de sua realidade. “Estamos recebendo esse projeto com muita expectativa. Os alunos estão muito animados e conversamos sobre isso em casa. O projeto tira os estudantes do papel de apenas consumidores e dá a eles a possibilidade de serem criadores também”, afirma.

Entre os estudantes, a curiosidade está principalmente nas possibilidades de criação. Lívia Berlofa Mariotti, do 9º ano, conta que já gosta de robótica e vê no projeto uma oportunidade de aprender de uma forma diferente. “Estou gostando bastante e tenho expectativa de criar coisas novas. Acho que vai ser uma oportunidade muito boa para aprender, trabalhar em equipe e descobrir novas possibilidades”, afirma.

Para Monike Correr, do 8º ano, a expectativa é que o projeto ajude não apenas nas atividades escolares, mas também em aprendizados que poderão ser levados para a vida. “Espero que dê muito certo. Acho que vai ajudar a gente a mexer mais no computador e a conhecer melhor as tecnologias. Também vai ajudar a escola e trazer aprendizados que vamos levar para a vida”, diz.

Investimento em criatividade e novos talentos

O Engenhoka também conta com o apoio de empresas que veem na iniciativa uma oportunidade de contribuir para a formação de novos talentos e ampliar o acesso à ciência e à tecnologia. Entre os patrocinadores está a ExxonMobil, que participa do projeto desde a primeira edição por meio de iniciativas ligadas à área de STEM — ciência, tecnologia, engenharia e matemática.

Jéssica Aline Choque, consultora de estratégia de TI da ExxonMobil e integrante do comitê STEM da empresa, destaca a importância de estimular talentos e criatividade desde a escola.

“Atrair e desenvolver talentos na comunidade é um dos pilares do nosso trabalho. Ficamos muito felizes em poder contribuir com uma estrutura que fomenta a criatividade. O projeto é muito interessante porque não se limita à robótica: estimula a criatividade em vários campos do conhecimento.”

Maria Eugênia Damonte, gerente de projetos do comitê de voluntariado da ExxonMobil, ressalta o impacto de levar esse tipo de estrutura para a rede pública. “Tudo o que pode melhorar a vida da comunidade é muito importante para nós. É interessante ver esse espaço dentro de uma escola pública e acompanhar como os alunos se envolvem, se expressam e mostram seu potencial.”

A Escola José Busnardo é a segunda instituição de ensino de Curitiba a receber o Engenhoka. A iniciativa já passou pelo Colégio Estadual Integral Professor Homero Baptista de Barros. Para Priscila Seixas, a chegada do projeto à nova escola amplia uma trajetória de parceria do Instituto Burburinho Cultural com a cidade.

“Curitiba é uma capital efervescente e inovadora, e temos uma história de parceria com a cidade, com projetos como o Arco-Íris e o Arena Viva. Agora, com o Engenhoka, essa relação se fortalece a partir da parceria com a rede de ensino, criando uma sinergia entre arte e tecnologia e novas possibilidades para os estudantes”, afirma.

Em sua terceira edição, o Engenhoka atenderá 420 estudantes de escolas públicas do Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia. Além de Curitiba, o projeto será realizado em São Bernardo do Campo, Macaé, Rio de Janeiro e Salvador. Desde a primeira edição, mais de mil estudantes já participaram da iniciativa e 17 estúdios maker foram implantados.

Mantido pelo Instituto Burburinho Cultural, o Engenhoka aproxima arte e ciência por meio de uma metodologia multidisciplinar. A formação é dividida em cinco módulos, conduzidos por instrutores e monitores, e cada participante recebe um box maker com os materiais utilizados durante as atividades.

O projeto é viabilizado pela Lei de Incentivo à Cultura, com patrocínio da Otis, Trident Energy, SLB, Wilson Sons, Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), ExxonMobil, Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e Secretaria Municipal de Cultura. É realizado pelo Instituto Burburinho Cultural e Ministério da Cultura.

Advogados são o maior alvo dos ciberbandidos

0

Advogados são o maior alvo dos ciberbandidos

Com o país liderando estatísticas de ataques cibernéticos na América Latina, a Accessa alerta para a vulnerabilidade do setor jurídico e apresenta soluções de gestão de senhas que aliam proteção a ganhos diretos de produtividade

O avanço dos crimes digitais consolidou os riscos de cibersegurança como a maior ameaça no ecossistema da internet. No centro dessa tempestade está o Brasil, que figura nas primeiras posições dos rankings globais e lidera na América Latina como o país mais atingido por cibertentativas de invasão, vazamento de dados e ataques de phishing. Nesse cenário crítico, um setor em particular emergiu como alvo prioritário dos criminosos virtuais: os escritórios de advocacia.

Segundo a head comercial da Accessa, Elisa Santin, por manipularem informações estratégicas, segredos industriais, dados financeiros e documentos sigilosos de clientes, advogados e bancas jurídicas tornaram-se alvos extremamente lucrativos. “A porta de entrada mais comum para esses ataques não são softwares complexos, mas sim a fragilidade na gestão de credenciais: senhas fracas, repetidas entre diferentes serviços ou compartilhadas de forma insegura por aplicativos de mensagem”, explica.

O Custo da Insegurança vs. O Ganho de Produtividade

“Além do risco iminente de sanções regulatórias, tais como as multas da LGPD e danos irreparáveis à reputação, a gestão inadequada de acessos gera um gargalo invisível no dia a dia dos advogados que é a perda de tempo”, alerta Elisa. De acordo com estudos desenvolvidos pela Accessa, o esquecimento de credenciais, redefinições constantes de senhas e a burocracia para liberar acessos a estagiários e sócios consomem horas preciosas de trabalho semanal.

A empresa criou uma solução que surge como a resposta estratégica para transformar essa vulnerabilidade em vantagem competitiva. “Oferecemos ferramentas avançadas de gestão e proteção de senhas, a plataforma elimina o erro humano na ponta do processo, garantindo blindagem de dados e otimização da rotina de trabalho”, salienta.

“A segurança da informação não precisa ser um obstáculo para a agilidade do escritório. Quando o advogado não precisa se preocupar em memorizar, gerenciar ou redefinir dezenas de senhas todos os dias, ele ganha tempo útil para se dedicar ao que realmente importa: a defesa dos seus clientes”, destaca a executiva.

Tranquilidade

Ao adotar a ferramenta, os escritórios de advocacia alcançam dois pilares fundamentais para a gestão moderna. O primeiro deles é a tranquilidade operacional gerada pela criptografia de ponta a ponta e controle centralizado de acessos, garantindo que apenas pessoas autorizadas visualizem dados sensíveis, mitigando drasticamente o risco de invasões. E a consequência disso é a produtividade decorrente do acesso rápido e seguro a sistemas tribunais, bancos de dados e ferramentas internas com poucos cliques, eliminando o estresse do esquecimento de senhas e os bloqueios de rotina.

Em um mercado onde a confiança é o principal ativo, proteger as credenciais de acesso deixou de ser uma decisão de TI e tornou-se uma prioridade de negócio. A Accessa entrega a tecnologia necessária para que advogados operem com total segurança, foco e eficiência.

Sobre a Accessa

A Accessa é especialista em soluções para gestão de identidades e proteção de credenciais. Focada em otimizar a segurança digital e a produtividade de empresas e escritórios profissionais, a plataforma oferece controle de acesso intuitivo, robusto e alinhado às melhores práticas globais de cibersegurança.

Hospital INC recebe mulheres executivas para debater futuro da empregabilidade e inteligência artificial

A velocidade das transformações provocadas pela inteligência artificial exige que empresas e profissionais revejam modelos e formas de atuação no mercado de trabalho. Essa foi uma das principais reflexões do 7º Encontro Mensal do MEX – Mulheres Executivas, realizado na última sexta-feira (28), no Instituto de Neurologia e Cardiologia de Curitiba (Hospital INC). Cerca de 70 mulheres participaram da palestra “O futuro da empregabilidade com IA – tendência ou convergência” apresentada pela consultora Cris Alessi.

A abertura do encontro foi realizada pela presidente do MEX, Regina Arns, e pela diretora Administrativa do Hospital INC, Regina Montibeller. A programação também proporcionou um momento de troca e relacionamento entre as participantes, reforçando a proposta do MEX de promover encontros para discussão de temas relevantes à liderança, aos negócios e às transformações da sociedade.

Segundo Cris Alessi, o momento atual é marcado não apenas pelo surgimento de novas tecnologias, mas pela convergência de diferentes mudanças que acontecem de forma simultânea e acelerada. Nesse cenário, acompanhar tendências já não é suficiente, é preciso compreender os movimentos do mercado, identificar sinais de transformação e desenvolver capacidade de adaptação. “A inteligência artificial é uma nova revolução para a sociedade, mas o grande ativo dela não é a tecnologia: é o ser humano e sua capacidade de se atualizar e se preparar para essa nova era”, afirmou.

A especialista também destacou que a adoção da IA deve partir dos objetivos das organizações, e não da tecnologia disponível. Governança, qualidade e organização dos dados são fundamentais para que as ferramentas ofereçam resultados confiáveis, assim como a participação humana na avaliação das respostas produzidas pela inteligência artificial. A palestra abordou ainda inovação, sustentabilidade, educação corporativa, atração de talentos e os desafios e oportunidades da convivência entre diferentes gerações no ambiente de trabalho.

Anfitrião do encontro do MEX, o Hospital INC possui uma presença feminina marcante entre seus colaboradores, com protagonismo também nos cargos de gestão. Dos 736 colaboradores da instituição, 631 são mulheres, o equivalente a 85,73% do total. Entre os gestores, 23 dos 32 gestores são mulheres, o que representa 71,9% das posições de liderança.

INC Neuro Kids

Durante o encontro do MEX, a diretora Regina Montibeller aproveitou para apresentar a cultura de hospitalidade do INC e um dos projetos que traduz esse princípio na prática: o INC Neuro Kids. Criado há 12 anos, o programa social oferece atendimento gratuito a crianças em situação de baixa renda com tumores cerebrais ou epilepsia refratária. Por meio do programa, os pacientes têm acesso a exames de laboratório e de imagem, cirurgia, internamento, tecnologia de ponta, tratamento e acompanhamento pré e pós-operatório, inclusive de longo prazo. “Não é só tratar, é acolher e tratar com carinho”, destacou.

Podem participar crianças e adolescentes de até 15 anos de todo país, que recebem, além da assistência especializada, apoio às necessidades sociais que envolvem o tratamento. A seleção dos pacientes considera a gravidade e a urgência do caso, além da renda familiar.  “A participação da sociedade para ampliar o alcance do programa é de suma importância. O INC oferece a estrutura e a assistência médica de alta complexidade, enquanto empresários e padrinhos podem contribuir com recursos para materiais e medicamentos, possibilitando que mais crianças tenham acesso ao tratamento”, explica Regina Montibeller. A meta do programa é atender em média duas crianças por mês. Mais informações: www.incneurokids.com.br

A notícia não é o assessor

0

Assessoria de imprensa transforma fatos em notícia, mas decisão de publicar sempre pertence aos veículos de comunicação

Muitas empresas ainda escolhem uma assessoria de imprensa acreditando que o principal diferencial está na quantidade de contatos que o profissional possui nas redações. No entanto, essa percepção não corresponde à realidade do jornalismo. Assim como o advogado não cria as leis, o assessor de imprensa também não determina o que será publicado pelos veículos de comunicação. Seu papel é identificar informações relevantes, transformá-las em pautas de interesse público e apresentá-las de forma estratégica à imprensa.

A comparação entre a advocacia e a assessoria de imprensa ajuda a compreender essa dinâmica. Enquanto o advogado utiliza os instrumentos previstos no ordenamento jurídico para defender os interesses de seu cliente, o assessor trabalha com fatos, dados, tendências, pesquisas e histórias reais para construir notícias capazes de despertar o interesse editorial. A decisão final, porém, sempre pertence ao jornalista e ao editor.

Segundo a assessora de imprensa e estrategista de reputação Verônica Pacheco da Toda Comunicação, um dos principais fatores para o sucesso de uma pauta depende do próprio cliente. “O assessor não fabrica notícias. Ele transforma conhecimento, resultados e experiências em informação de interesse público. Quanto mais relevantes forem os dados, os cases, as imagens e as novidades apresentados pelo cliente, maiores são as possibilidades de conquistar espaço na imprensa”, explica.

Outro aspecto decisivo está nas redações. Todos os dias, jornalistas recebem dezenas ou até centenas de sugestões de pauta e selecionam apenas aquelas que fazem sentido para seus leitores, ouvintes, telespectadores ou internautas. A escolha segue critérios editoriais próprios de cada veículo, levando em consideração fatores como atualidade, impacto social, interesse público e relevância econômica.

Para Verônica, esse cenário demonstra que relacionamento profissional é importante, mas nunca substitui uma boa notícia. “Construir credibilidade junto aos jornalistas ao longo dos anos facilita o diálogo e garante que a pauta chegue às pessoas certas. Mas quem convence uma redação não é o assessor. É a qualidade da informação apresentada. Quem manda é a pauta”, destaca.

Dados do levantamento Digital News Report 2025, do Reuters Institute, mostram que a credibilidade da informação continua sendo um dos fatores mais valorizados pelo público no consumo de notícias, reforçando a importância de conteúdos relevantes e bem fundamentados para conquistar espaço editorial. Ao mesmo tempo, o crescimento da concorrência entre portais, emissoras, rádios e veículos digitais torna o processo de seleção das pautas cada vez mais criterioso.

Nesse contexto, Verônica reforça que assessoria de imprensa não deve ser confundida com publicidade. Enquanto anúncios garantem espaço mediante investimento financeiro, a mídia espontânea depende exclusivamente do valor jornalístico da informação. O trabalho do assessor consiste em identificar oportunidades, construir narrativas relevantes, orientar as fontes e conectar cada história ao veículo mais adequado. A publicação é consequência da força da notícia e não da influência de quem a apresenta.

Serviço: Toda Comunicação
Verônica Pacheco

Assessora de Imprensa e Estrategista de Reputação
(41) 98846-9535
@veronicaleticiapacheco
https://todacomunicacao.com.br

Curitiba, Paraná

De Sergipe para o mundo

0

Microempresa criada em Aracaju alcança 19,4 milhões de visualizações em 90 dias e leva curadoria de inteligência artificial a quatro continentes

Uma microempresa criada em Aracaju, Sergipe, sem escritório no exterior, investidores internacionais ou uma equipe dedicada à operação global, conseguiu alcançar pessoas em quatro continentes em apenas 90 dias. A SSTFLIX Business Ltda, fundada em setembro de 2020, registrou 19.390.667 visualizações no período com o perfil @sstflixai, operado integralmente por um agente de inteligência artificial desenvolvido para produzir, publicar e interagir com o público. O resultado coloca uma empresa do Nordeste brasileiro em uma disputa por atenção que normalmente é associada a grandes companhias de tecnologia.

Por trás do projeto está Suellem Bierhals, sócia administradora da SSTFLIX, empresa que trabalha com tecnologia, inteligência artificial e soluções para negócios. O crescimento do canal chama atenção não apenas pelo volume, mas pela origem da audiência: 98,1% das visualizações vieram de pessoas que não seguiam o perfil. Entre os principais países estão Estados Unidos, Índia, Brasil, Paquistão e Reino Unido, enquanto cidades como Bangalore, Chennai, Karachi, Lahore e Nairóbi aparecem entre as localidades de maior alcance. “O que construímos não foi uma campanha internacional. Foi um sistema capaz de produzir e distribuir conhecimento em escala. A tecnologia permite que uma empresa pequena, localizada em Sergipe, consiga disputar atenção em mercados que antes exigiriam uma estrutura internacional”, explica Suellem.

O desempenho do canal também mostra a capacidade de crescimento da operação. O perfil passou de 118 para 5.133 seguidores, uma expansão de 3.088,2% desde 17 de maio de 2026. O agente de IA responsável pela operação trabalha diariamente na descoberta de pautas, produção de conteúdos, publicação e interação com os usuários. Em uma mesma publicação, pode responder a comentários em diferentes idiomas, incluindo português e híndi, de acordo com o contexto da conversa. Para Suellem, esse aspecto é uma das principais diferenças do projeto. “Publicar automaticamente é apenas uma parte da automação. O verdadeiro salto acontece quando o sistema consegue compreender o contexto, produzir uma resposta adequada e interagir com pessoas de diferentes culturas e idiomas”, afirma.

O alcance, porém, não se restringe às redes sociais. O sstflix.ai, portal criado pela empresa, funciona como uma plataforma aberta de curadoria de ferramentas de inteligência artificial e tem o Brasil como principal público. Portugal aparece em segundo lugar, seguido por Estados Unidos, Angola, Armênia, Bulgária, Índia, Malásia, México e Moçambique. Ao todo, o portal reúne 1.729 ferramentas de IA, disponibilizadas para consulta, e sua operação contempla conteúdos em português, inglês, espanhol, japonês e chinês. A presença simultânea de Brasil, Portugal, Angola e Moçambique entre os principais países de acesso evidencia ainda a força da estratégia voltada à língua portuguesa.

Essa característica ganha relevância em um momento em que o acesso à inteligência artificial ainda é desigual entre empresas, profissionais e países. Ao disponibilizar gratuitamente uma curadoria organizada de ferramentas, a SSTFLIX busca reduzir uma barreira que muitas vezes não está na existência da tecnologia, mas na dificuldade de descobrir quais soluções existem, para que servem e como podem ser utilizadas. “A nossa intenção sempre foi democratizar o acesso. Não acreditamos que conhecimento sobre tecnologia deva ficar restrito a quem tem dinheiro para contratar grandes equipes ou consultorias. Se uma ferramenta pode ajudar um pequeno empresário, ele precisa conseguir encontrá-la e entender como utilizá-la”, diz Suellem.

A operação também revela uma mudança importante na própria lógica de internacionalização. Tradicionalmente, uma empresa que pretende alcançar outros mercados precisa contratar pessoas, abrir estruturas, investir em publicidade, adaptar conteúdos e criar operações específicas para cada país. Na SSTFLIX, parte dessa expansão acontece por meio da própria tecnologia. A produção multilíngue, a publicação diária e a automação de processos permitem que o custo marginal de alcançar um novo usuário seja muito baixo. “Não construímos uma empresa internacional no modelo tradicional. Construímos uma tecnologia que consegue atravessar fronteiras”, resume a empresária.

Os números são expressivos, mas a SSTFLIX faz questão de separar alcance de resultado comercial. As 19,4 milhões de visualizações não são apresentadas como faturamento ou como número de clientes. No período analisado, o canal registrou 13.535 visitas ao perfil e 80 acessos ao link da bio. A empresa mantém sua atuação comercial concentrada na plataforma SaaS e na consultoria. A distinção, segundo Suellem, é importante para compreender o real significado do projeto. “Nosso alcance internacional demonstra que a tecnologia funciona em escala global. Ele não significa que tenhamos uma operação comercial em todos esses países. O que atravessa fronteiras hoje é o conhecimento que conseguimos distribuir”, explica.

O caso também chama atenção pelo perfil da empresa. Criada e mantida em Aracaju, Sergipe, a SSTFLIX mostra que a distância dos grandes centros tradicionais de tecnologia não impede a criação de soluções capazes de alcançar uma audiência mundial. Em vez de depender de uma grande estrutura, a empresa aposta em automação, inteligência artificial e desenvolvimento próprio para ampliar sua capacidade de produção e distribuição. “Existe uma ideia de que inovação precisa nascer necessariamente em São Paulo, Rio de Janeiro ou fora do Brasil. A nossa trajetória mostra outra possibilidade. É possível construir tecnologia relevante a partir de Sergipe e fazer com que ela seja utilizada por pessoas do outro lado do mundo”, destaca Suellem.

A trajetória ganha ainda uma dimensão especial por ser liderada por uma mulher à frente de uma empresa de tecnologia em um setor que passa por uma transformação acelerada. Mais do que um caso de crescimento de audiência, a experiência da SSTFLIX representa uma demonstração prática de como a inteligência artificial pode alterar a escala de atuação de pequenos negócios. Uma empresa que começou localmente conseguiu criar uma estrutura digital capaz de produzir conhecimento continuamente, atender diferentes idiomas e alcançar usuários em América do Sul, América do Norte, Europa, Ásia e África.

Para Suellem Bierhals, o principal aprendizado está justamente na mudança de escala proporcionada pela tecnologia. “A inteligência artificial não elimina a importância de uma empresa ser pequena, mas muda radicalmente o que uma empresa pequena consegue fazer. Hoje, uma equipe enxuta pode construir sistemas que trabalham todos os dias, atendem públicos diferentes e alcançam pessoas em vários países. Isso muda a relação entre tamanho da empresa e tamanho do impacto que ela pode gerar”, conclui.

Serviço: SSTFLIX Business Ltda

Suellem Bierhals

Especialista em Tecnologia e Gestão Empresarial

(79)99106-3067

@sstflix

suellem@sstflix.com

https://sstflix.com
https://sstflix.ai

Rua: Urquiza Leal 901, sala 07, Salgado Filho, Aracaju/SE

Sobre a SSTFLIX

A SSTFLIX Business Ltda, fundada em Aracaju, Sergipe, em 28 de setembro de 2020, atua no desenvolvimento de soluções de tecnologia, inteligência artificial e consultoria. A empresa mantém o portal sstflix.ai, com curadoria aberta de ferramentas de IA, e desenvolveu um sistema de automação baseado em agente de inteligência artificial responsável pela operação do canal @sstflixai. A proposta da empresa é ampliar o acesso ao conhecimento e às ferramentas de inteligência artificial, especialmente para pequenos negócios.

Atrações do Cê Tá Doido estarão na maior ExpoAstorga da história

0

A ExpoAstorga 2026 promete ser uma das maiores edições da história do evento e já começa a chamar a atenção pela grandiosidade de sua programação. Realizada de 3 a 6 de setembro, em Astorga, no Paraná, a feira terá uma agenda especial de entretenimento, com grandes nomes da música nacional.

Entre as novidades desta edição está a presença das atrações do Cê Tá Doido, que passam a integrar a programação da ExpoAstorga e prometem levar ainda mais entretenimento e público para a festa.

A realização é da A6 Produções, que aposta em uma estrutura diferenciada e em uma programação de alto nível para transformar a ExpoAstorga em um dos grandes eventos do calendário do Paraná.

A expectativa é de que a edição de 2026 reúna um grande público durante os quatro dias de festa, movimentando Astorga e a região e consolidando a ExpoAstorga como uma das principais feiras do Noroeste do Paraná.

A ExpoAstorga 2026 chega com a promessa de ser uma edição histórica, reunindo grandes atrações, estrutura diferenciada e uma programação preparada para receber o público de toda a região. A presença das atrações do Cê Tá Doido reforça a grandiosidade do evento, que terá a A6 Produções à frente da produção e promete colocar Astorga novamente em destaque no calendário dos grandes eventos do Paraná.

Você vai ficar de fora? Garanta já o seu ingresso pelo site a6producoes.com.br

Hospital da Criança de Maringá recebe doação recorde de cinco toneladas de alimentos e violão autografado por Luan Santana

0

O Hospital da Criança de Maringá (HCM) recebeu cinco toneladas de alimentos arrecadadas durante o show do cantor Luan Santana, realizado na cidade. A entrega, a maior arrecadação de alimentos já recebida pelo hospital desde a sua inauguração, é resultado da parceria firmada entre a A6 Produções, a LG Produções e o HCM, que prevê a destinação dos alimentos arrecadados por meio dos ingressos solidários dos eventos promovidos pelas empresas ao hospital.

Além dos donativos, o cantor Luan Santana também presenteou o HCM com um violão autografado. O instrumento será leiloado em prol do hospital, e mais detalhes sobre a ação serão divulgados em breve.

A parceria entre a A6 Produções, a LG Produções e o hospital tem como objetivo fortalecer iniciativas de responsabilidade social e ampliar o apoio ao HCM, referência em atendimento pediátrico de alta complexidade no Paraná. A iniciativa une o setor de entretenimento à saúde, transformando a mobilização do público em benefícios concretos para crianças, adolescentes e suas famílias, além de incentivar novas ações solidárias em prol da instituição.

“Recebemos essa doação com muita alegria e gratidão. Agradecemos à A6 Produções, à LG Produções e ao cantor Luan Santana por abraçarem essa causa e demonstrarem que o entretenimento também pode gerar um impacto social extremamente positivo. As cinco toneladas de alimentos representam a maior arrecadação de alimentos da história do Hospital da Criança de Maringá e serão muito importantes para fortalecer o atendimento às crianças e adolescentes. O violão autografado certamente será mais uma oportunidade de mobilizar a sociedade em favor da nossa causa”, afirma a diretora executiva de captação de recursos da Liga Álvaro Bahia (gestora do hospital), Lareyne Almeida.

“Grandes eventos também podem gerar um legado social. Essa parceria com o Hospital da Criança de Maringá nos permite transformar a solidariedade do público em benefícios concretos para milhares de crianças e suas famílias. A arrecadação de cinco toneladas de alimentos, somada ao gesto do Luan Santana ao presentear o hospital com um violão autografado, mostra que a música e o entretenimento têm o poder de mobilizar pessoas em torno de uma causa tão importante. Esse é apenas o início de uma parceria que queremos fortalecer a cada novo evento”, afirma Gustavo Cutolo, Sócio da A6 produções.

Inaugurado em setembro de 2024, o Hospital da Criança de Maringá (HCM) consolidou-se rapidamente como um dos principais centros de atendimento pediátrico do Sul do Brasil. Em menos de dois anos de funcionamento, a unidade ultrapassou a marca de 121 mil atendimentos, incluindo mais de 24 mil consultas especializadas e 73 mil exames laboratoriais. No mesmo período, conquistou a certificação de Acreditado Nível 1 da Organização Nacional de Acreditação (ONA), reconhecimento que atesta o cumprimento de rigorosos padrões relacionados à segurança do paciente e à qualidade da assistência prestada.

Com uma estrutura de 24,2 mil metros quadrados, o HCM dispõe de 148 leitos de enfermaria, 20 leitos de UTI pediátrica, 20 leitos de UTI neonatal e sete salas cirúrgicas. A unidade oferece atendimento em 20 especialidades médicas, como cardiologia, ortopedia, neuropediatria e oncologia pediátrica, realizando consultas, cirurgias, exames de imagem, exames laboratoriais e internações. O hospital alia atendimentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), responsável por cerca de 60% dos pacientes, e pela saúde suplementar, ampliando o acesso da população infantil a serviços de alta complexidade.

Agosto Dourado: da amamentação à chupeta, 4 cuidados que fazem diferença na saúde bucal do bebê

0

Especialistas explicam o que pode influenciar a formação da arcada dentária, a respiração e a mastigação dos bebês

O Agosto Dourado, campanha dedicada à conscientização sobre a importância do aleitamento materno, vai além dos benefícios nutricionais e imunológicos já conhecidos. A amamentação também desempenha um papel fundamental no desenvolvimento da saúde bucal dos bebês, contribuindo para a formação adequada dos ossos e músculos da face e da oclusão, ou seja, do correto encaixe entre os dentes superiores e inferiores.

Segundo a cirurgiã-dentista e diretora da Neodent, Dra. Priscila Cordeiro, o movimento realizado pelo bebê durante a sucção no seio materno estimula o crescimento harmonioso da face e fortalece músculos essenciais para funções como mastigação, deglutição, fala e respiração. Esse processo ajuda a reduzir o risco de alterações ortodônticas futuras, como mordida aberta, mordida cruzada e outros problemas de alinhamento dentário. “A amamentação é um exercício natural para o sistema estomatognático, responsável pelas funções da boca. O esforço realizado pelo bebê durante a sucção favorece o desenvolvimento equilibrado da face e cria condições mais favoráveis para uma oclusão adequada”, explica.

Embora diversos fatores influenciem a formação da mordida, a Organização Mundial da Saúde recomenda o aleitamento materno exclusivo até os seis meses de vida e sua manutenção, de forma complementar, até os dois anos ou mais. Além dos benefícios gerais para a saúde, esse período é importante para o adequado desenvolvimento das estruturas bucais.

Chupetas e mamadeiras exigem atenção

Merecem cuidado os hábitos de sucção não nutritiva, como o uso prolongado de chupetas. Quando utilizados de forma excessiva ou além da idade recomendada, esses acessórios podem interferir no crescimento da arcada dentária e favorecer alterações na posição dos dentes e dos ossos da face.

Entre as consequências mais comuns estão a mordida aberta anterior, em que os dentes da frente não se encostam, a mordida cruzada e alterações na posição da língua, que podem impactar a mastigação, a fala e até a respiração. “O ideal é que chupetas sejam utilizadas apenas quando realmente necessárias e por um período limitado. Quanto mais prolongado for esse hábito, maiores são as chances de alterações no desenvolvimento da oclusão. Já a mamadeira deve ser utilizada apenas para o leite e somente até um ano de idade, sendo então substituída pelo copinho”, destaca a especialista.

Acompanhamento odontológico deve começar cedo

A prevenção também passa pelo acompanhamento odontológico desde os primeiros meses de vida. A primeira consulta com um dentista pode ocorrer ainda no primeiro ano, permitindo orientar pais e responsáveis sobre higiene bucal, erupção dos dentes, hábitos de sucção e desenvolvimento da mordida.

Esse acompanhamento precoce possibilita identificar alterações ainda em fase inicial, favorecendo intervenções menos complexas e contribuindo para um desenvolvimento oral mais saudável ao longo da infância.

Para a dentista e especialista em ortodontia da ClearCorrect, Dra. Fernanda Santini, promover a informação sobre saúde bucal desde os primeiros anos de vida é parte da construção de uma odontologia preventiva, baseada na educação, no diagnóstico precoce e na qualidade de vida. “Dessa forma, é importante realizar correções e tratamentos precocemente, prevenindo que esses problemas se agravem e até mesmo evitando a necessidade de procedimentos mais invasivos e cirurgias no futuro”.

Um dos tratamentos que podem ser realizados antecipadamente é com os alinhadores ortodônticos transparentes, que tratam diversos problemas bucais, como má oclusão, diastema (área de espaço entre um ou mais dentes), mordida cruzada e apinhamento. Essas questões são muito comuns durante a transição entre a dentição de leite e a permanente, conhecida como dentição mista, e os alinhadores se tornam uma opção viável para corrigir possíveis problemas e prevenir outros que podem vir no futuro das crianças.

É preciso, ainda, que os pais estejam atentos a outros sinais que podem ser detectados na infância e que também darão sinal de alerta para a necessidade de tratamentos odontológicos. São exemplos: perda precoce ou tardia dos dentes de leite, dificuldade ao mastigar ou morder, respiração pela boca, chupar o dedo ou usar chupeta excessivamente, desvio ou assimetria facial e ranger ou apertar os dentes. “Essas características podem ser indícios de que o jovem irá precisar de algum tratamento. O ideal é, assim que perceber alguma dessas manifestações, consultar um profissional”, finaliza a Dra. Fernanda.

Sobre a Neodent

A Neodent é a marca de implantes dentários mais utilizada pelos dentistas no Brasil. Com o propósito de criar novos sorrisos todos os dias e contribuir para a democratização da saúde bucal, vai além do desenvolvimento e fornecimento de soluções odontológicas de alta qualidade e tecnologia, promovendo iniciativas que ampliam o acesso ao cuidado odontológico, como a Expedição Novos Sorrisos, que leva cuidado odontológico e ações educativas a comunidades carentes em todo o Brasil. 

Sobre a ClearCorrect

A ClearCorrect é uma das principais marcas de alinhadores transparentes para tratamentos ortodônticos do mundo. A integrante do grupo suíço Straumann está presente no Brasil desde 2018, se consolidando no primeiro mercado fora dos Estados Unidos, com produção concentrada em fábrica própria em Curitiba (PR). O sistema da ClearCorrect promove a movimentação dentária por meio de pressões exercidas em determinadas regiões da arcada, resultando na remodelação óssea, além de levar à correção da má-oclusão com a elaboração de um planejamento ortodôntico virtual. Mais informações em www.clearcorrect.com.br.

Ano eleitoral exige atenção, não alarme: o que realmente muda para as empresas 

0

Especialista da GFX alerta que empresários devem separar o ruído político dos impactos econômicos concretos e atualizar cenários sem tomar decisões precipitadas 

Anos eleitorais costumam elevar a percepção de incerteza no ambiente de negócios. Oscilações no câmbio, expectativas sobre inflação e juros e especulações sobre os rumos da política econômica passam a ocupar mais espaço nas discussões de empresários e investidores. Para as empresas, porém, a eleição não deve ser tratada como um gatilho automático para mudanças bruscas de estratégia. 

Na avaliação de Phillipe Enke Mathieu, CEO da GFX – Inteligência Financeira, o primeiro passo é separar aquilo que está sob controle da empresa das variáveis externas. Isso significa compreender de que forma o ambiente político pode, de fato, interferir no setor em que a companhia atua, em seus clientes e em sua cadeia de negócios.  

“O empresário precisa olhar para o que acontece da porta para dentro da empresa, que é o micro, sem deixar de entender o que acontece da porta para fora, que é o macro. A eleição faz parte desse ambiente externo e a pergunta não deve ser apenas quem será eleito, mas o que as propostas e eventuais mudanças políticas representam concretamente para o setor e para os clientes que a empresa atende”, afirma.  

Uma das ferramentas utilizadas no planejamento empresarial para essa leitura é a análise PESTEL, metodologia que observa fatores políticos, econômicos, sociais, tecnológicos, ambientais e legais capazes de afetar uma organização. Em um ano eleitoral, os dois primeiros componentes – político e econômico – tendem a ganhar relevância, mas seus efeitos variam de acordo a atividade. 

Uma empresa ligada à infraestrutura ferroviária, por exemplo, pode encontrar oportunidades diante de um governo que priorize investimentos em ferrovias. Já negócios relacionados a fontes de energia que possam sofrer restrições ambientais ou regulatórias precisam considerar os impactos de possíveis mudanças nas políticas públicas. Questões como legislação, concessões, incentivos, regulação e prioridades de investimento são, portanto, mais relevantes para o planejamento empresarial do que simplesmente tentar antecipar o resultado das urnas. 

Três cenários em vez de uma aposta 

Para o especialista, a resposta à incerteza eleitoral deve estar no planejamento, e não na tentativa de prever com precisão o comportamento da economia após a votação. 

Uma estratégia possível é revisar os três cenários tradicionalmente utilizados no planejamento empresarial: otimista, realista e pessimista. Em cada um, a companhia pode avaliar como diferentes combinações de juros, inflação, câmbio, atividade econômica e decisões regulatórias afetariam seu caixa, custos, margens e demanda. 

Essa análise também ajuda a identificar medidas que estão efetivamente sob controle da gestão. Dependendo do negócio, isso pode envolver redução de custos, revisão do nível de endividamento, proteção contra oscilações cambiais, diversificação de fornecedores, lançamento de novos produtos ou ajustes no planejamento de investimentos. 

“A principal recomendação é separar o ruído do fato. É preciso atualizar os cenários otimista, realista e pessimista e entender como a empresa se comportaria em cada um deles. O que deve ser evitado são atitudes bruscas baseadas apenas na expectativa de vitória de um candidato ou de outro. O resultado da eleição não está sob controle do empresário; preparar a empresa para diferentes cenários, sim”, explica Mathieu. 

Mais do que tentar antecipar cada movimento do mercado, portanto, o ano eleitoral exige capacidade de adaptação. Para as empresas, acompanhar propostas, possíveis mudanças regulatórias e os sinais da política econômica é parte do planejamento. Transformar cada oscilação ou declaração política em uma mudança imediata de estratégia, por outro lado, pode criar riscos adicionais para o próprio negócio. 

A recomendação é substituir a lógica da reação pela preparação: entender quais variáveis externas realmente afetam a empresa, estabelecer limites de exposição e definir previamente quais medidas deverão ser adotadas caso cada cenário se concretize. Em períodos de maior incerteza, planejamento e disciplina tendem a ser ferramentas mais eficientes do que decisões tomadas no calor do noticiário. 

Política econômica também entra na conta 

Outro ponto de atenção está na equipe econômica e na orientação que poderá ser adotada pelo próximo governo. A percepção de uma condução mais liberal ou mais intervencionista, por exemplo, pode alterar expectativas do mercado e influenciar projeções para inflação, câmbio, juros, atividade econômica e investimentos. 

Para o empresário, o mais importante é traduzir essas variáveis para a realidade do próprio negócio. Uma valorização do dólar pode elevar custos para empresas dependentes de insumos importados, enquanto pode favorecer negócios exportadores. Da mesma maneira, juros elevados tendem a pressionar quem depende de crédito para financiar expansão, estoques ou capital de giro. 

No varejo, uma eventual desaceleração econômica também pode afetar vendas. Por isso, acompanhar os indicadores macroeconômicos é importante, mas a análise só se torna útil quando conectada à estrutura de receitas, custos, endividamento e mercado de cada empresa.