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Quiet Luxury: 7 dicas para integrar o conceito atemporal aos ambientes

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Conceito de “luxo silencioso” substitui a exuberância pela sutileza, conforto, qualidade e exclusividade

Voltado à valorização do luxo sem extravagância, o Quiet Luxury reinterpreta o conceito de discrição no mercado imobiliário. Por meio do minimalismo sofisticado, do uso de cores neutras, de madeiras nobres e de mármore, o design dos espaços passa a privilegiar conforto, aconchego, exclusividade e atemporalidade.

Neste contexto, a exuberância e o excesso dão lugar a layouts que evitam exposição desnecessária e privilegiam experiências voltadas ao bem-estar e à funcionalidade dos ambientes.

“A sutileza é o ponto-chave do Quiet Luxury, que evita modismos e tendências passageiras para valorizar espaços marcados pela atemporalidade. O bem-estar e a funcionalidade vêm em primeiro lugar”, explica o arquiteto e coordenador de produto da GT Building, Fábio Lima. O especialista traz orientações práticas para aplicar esse conceito em empreendimentos imobiliários de alto padrão de forma estratégica.

  1. Invista em materiais nobres e de alta qualidade: em vez de utilizar acabamentos chamativos, optar por materiais nobres e duráveis é essencial. “Madeira maciça, lâminas naturais, metais com acabamento escovado ou acetinado, pedras naturais, como travertino, limestone e quartzito, além de tecidos naturais, como linho, lã e couro de alta qualidade, são elementos essenciais”, afirma Lima.
  2. Utilize uma paleta atemporal: para valorizar os interiores, cores neutras, como off-white, bege, tons de areia, cinzas suaves e o marrom natural da madeira enriquecem o visual e evitam contrastes excessivos.
  3. Valorize a iluminação: adotar um projeto luminotécnico que evite o excesso de pontos de luz e luminárias que competem entre si é fundamental. A preferência é por uma iluminação suave, distribuída pelo ambiente. “Temperatura de cor aconchegante e luz cênica aplicada de forma indireta acentuam a qualidade do ambiente”, detalha o arquiteto.
  4. Integre a tecnologia de forma discreta: com a automação residencial cada vez mais presente nos imóveis de alto padrão, o desafio é incorporar a tecnologia sem interferir na estética dos ambientes. Climatização discreta, persianas automatizadas e sistemas integrados de automação proporcionam uma experiência mais confortável para o usuário. 
  5. Escolha mobiliário exclusivo: a exclusividade é um dos pilares do Quiet Luxury. Móveis com design atemporal, materiais naturais e acabamentos refinados reforçam o conforto e a sofisticação. “O design brasileiro traduz muito bem os princípios do Quiet Luxury, pois valoriza a qualidade, a permanência e a beleza dos materiais”, comenta Lima.
  6. Faça uma curadoria criteriosa: selecionar obras de arte, objetos com história e significado, além de peças decorativas que conciliem estética e funcionalidade, transforma o ambiente em um espaço rico em detalhes. 
  7. Priorize a marcenaria sob medida: portas ocultas, painéis contínuos e armários sem puxadores aparentes são soluções que ajudam a ocultar equipamentos e contribuem para a organização dos ambientes.

Para o arquiteto, o Quiet Luxury vai além da estética e reflete uma nova forma de compreender o luxo: mais discreta, duradoura e centrada na experiência de viver. “Esse conceito orienta diversos empreendimentos da GT Building, como o OÁS, o Casa Jobim e o Andersen”, finaliza.

Sobre a GT Building  

A GT Building é uma incorporadora curitibana e um dos principais players do mercado imobiliário da capital. Preocupada com o futuro, a GT Building se posiciona como uma empresa Climability®, que utiliza suas habilidades de criação de projetos inovadores aliada à consciência e vontade de ajudar na construção de um mundo melhor. Com o objetivo de neutralizar sua pegada ecológica, a empresa fez parcerias com organizações de preservação de biomas brasileiros para aquisição de créditos de carbono, compensando suas emissões de gases de efeito estufa.

Sabores icônicos em casa: Outback Ponta Grossa inicia operações de delivery na cidade

Serviço oficial de entregas já está ativo via iFood e pelo aplicativo Meu Outback, levando os pratos mais icônicos da marca à mesa dos ponta-grossenses

Após movimentar o cenário gastronômico local com a inauguração de sua primeira unidade na região dos Campos Gerais, o Outback Steakhouse do Shopping Plaza Campos Gerais anuncia que o serviço de delivery já está em operação. A novidade permite que o público desfrute do famoso cardápio com pratos icônicos do restaurante de inspiração australiana no conforto de casa.

O atendimento de entregas abrange diversas regiões de Ponta Grossa e funciona por meio de duas plataformas oficiais: o aplicativo iFood e o app Meu Outback. Todos os pedidos de delivery são preparados seguindo os mesmos critérios rigorosos de qualidade e o mesmo padrão da cozinha do restaurante físico e, como cortesia característica da marca, acompanham o tradicional pão australiano com manteiga.

Entre as opções disponíveis para entrega estão os maiores sucessos da rede, como a tradicional costela ao molho barbecue (Ribs on the Barbie), os cortes de carne (steaks), os aperitivos icônicos e os hambúrgueres da linha regular. O início do delivery consolida a operação da marca no município, atendendo à alta demanda do público que buscava a conveniência do formato digital na cidade.

O pedido a partir do aplicativo Meu Outback oferece condições especiais aos consumidores, como ofertas e frete grátis.

Novidade em dose dupla: Aussie no delivery

Além do cardápio tradicional do Outback, a cozinha da unidade de Ponta Grossa também passa a preparar, de forma exclusiva para o delivery, os pratos da marca Aussie Chicken and More. A marca 100% digital, pertencente ao mesmo grupo do Outback, a Bold Hospitality Company, é focada em frangos fritos com texturas super crocantes e temperos marcantes. O menu conta com sanduíches caprichados, tiras de frango empanadas e acompanhamentos.

Já para aqueles que buscam uma refeição mais leve, o frango frito também ganhou espaço no cardápio da Aussie Salad, nova marca do ecossistema Aussie. Nele é possível encontrar opções como a Crispy Chicken Tender Salad (R$ 57,90), que combina vegetais frescos com o tradicional frango crocante da marca, além da Crunch Mix Salad (R$ 43,90) e Bacon Crunch Salad (R$ 43,90), além de permitir que o cliente monte sua própria combinação com proteínas grelhadas ou crocantes, molhos exclusivos e acompanhamentos, ampliando as opções leves para os consumidores na cidade.

Serviço

  • Onde pedir: Pelo iFood (buscando por “Outback”, “Aussie Grill” ou “Aussie Salad”) ou pelo aplicativo oficial Meu Outback.
  • Origem dos pedidos: Unidade Outback – Shopping Plaza Campos Gerais (Av. Visconde de Taunay, 2023 – Ronda, Ponta Grossa).
  • Horário de funcionamento do delivery: De domingo a quinta-feira, das 11h às 22h, de sexta-feira e sábado, das 11h às 23h. Consulte a disponibilidade da área de entrega diretamente nos aplicativos.

Sobre o Outback 

O Outback Steakhouse possui 192 restaurantes no Brasil e está presente em 88 cidades, 21 estados brasileiros e no Distrito Federal. No mundo está em 23 países nas Américas, Ásia e Oceania. O primeiro restaurante no País foi inaugurado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, em 1997. Com seus cortes de carne especiais e aperitivos icônicos como a Bloomin’ Onion, o Outback caiu no gosto do brasileiro pela qualidade e sabor marcante da sua culinária, somados à descontração no atendimento e às instalações aconchegantes. Inspirado na Austrália, o restaurante enfatiza vários aspectos da cultura australiana, como esporte, pontos turísticos, paisagens icônicas, tradições e lazer. Além disso, a marca oferece uma experiência única, divertida e de altíssimo padrão que, no Brasil, ficou conhecida como #MomentoOutback.

Além do currículo, escola tem papel fundamental no desenvolvimento social das crianças 

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Instituições de ensino são os primeiros ambientes coletivos frequentados pelos pequenos. A interação com professores e colegas contribui para o desenvolvimento de habilidades socioemocionais essenciais para a vida em sociedade

Muito mais do que a leitura, a escrita e os números, o início da vida escolar representa um aprendizado essencial que acompanhará a criança por toda a vida: a convivência em sociedade. Acostumados ao ambiente familiar, os pequenos passam a compartilhar o dia a dia com professores e colegas, aprendendo a dividir espaços, respeitar diferenças, resolver conflitos e construir vínculos.

Para a Ir. Maria Zorzi, diretora de Ensino Fundamental do Paraná, a socialização é uma habilidade que precisa ser desenvolvida desde os primeiros anos de vida. “A interação social é fundamental para o desenvolvimento integral das crianças, pois contribui para a construção de habilidades como empatia, respeito, cooperação, comunicação e resolução de conflitos”, reforça.

Além de favorecer o bem-estar emocional e a formação da identidade, acrescenta, as relações sociais também impactam positivamente a aprendizagem, aumentando a participação, a confiança e o engajamento escolar. “Dessa forma, o desenvolvimento social é tão importante quanto o acadêmico para a formação de cidadãos preparados para viver em sociedade”, completa.


Desafios da convivência na era digital

Se, por um lado, a escola desempenha um papel central no desenvolvimento das habilidades sociais, por outro, enfrenta desafios cada vez mais presentes no cotidiano dos estudantes. Entre eles, está o uso excessivo de telas — recentemente controlado nesses ambientes, mas que tem alterado a forma como crianças e adolescentes se relacionam.

Segundo a Ir. Maria, a convivência presencial perdeu espaço, por muito tempo, para as interações mediadas por dispositivos eletrônicos. “Muitas crianças e adolescentes desaprenderam a conviver com o outro, a manter o contato visual e a perceber os sentimentos das pessoas. Escondidos atrás das telas, acabam encontrando mais dificuldades para estabelecer relações no mundo real”, observa.

Além dos impactos na socialização, especialistas também alertam que o uso excessivo de celulares pode prejudicar a concentração, comprometer a qualidade do sono, favorecer problemas posturais e aumentar o risco de ansiedade.

A educadora destaca que alguns estudantes ainda apresentam reflexos do período de isolamento social vivido durante a pandemia. No entanto, ela ressalta que projetos pedagógicos, atividades lúdicas e experiências coletivas promovidas pelas escolas têm contribuído para que essas crianças retomem, gradativamente, a convivência com colegas e professores.

Entre os sinais que podem indicar dificuldades de socialização estão a resistência em frequentar a escola, episódios de isolamento repentino, comportamentos agressivos e manifestações de ansiedade diante de situações de interação social. Nesses casos, o acompanhamento conjunto entre escola e família torna-se essencial.

A escola como espaço de convivência

Na prática, o desenvolvimento de competências como empatia, cooperação e respeito acontece diariamente, por meio das relações estabelecidas no ambiente escolar. De acordo com Verushka Xavier Passarelli, orientadora educacional do Colégio Sagrado Coração de Jesus, em Curitiba, a escola é um dos principais espaços de aprendizagem socioemocional.

“Por meio das experiências diárias, os estudantes aprendem a compreender o outro, trabalhar em grupo e conviver com as diferenças”, afirma.

Para fortalecer essa convivência, a instituição desenvolve ações como rodas de conversa, projetos de educação socioemocional, atividades cooperativas, mediação de conflitos, campanhas de conscientização e iniciativas voltadas à prevenção do bullying. “Também valorizamos constantemente atitudes positivas, pois esse reconhecimento incentiva boas práticas e fortalece o sentimento de pertencimento entre os alunos”, explica.

Verushka reforça que a participação das famílias é indispensável para potencializar esse processo. A comunicação frequente entre pais e escola, aliada ao envolvimento em projetos e atividades pedagógicas, contribui para um trabalho mais consistente no desenvolvimento das habilidades socioemocionais. “Quando escola e família atuam em parceria, as crianças aprendem valores como respeito, empatia, tolerância e convivência em comunidade, competências fundamentais para toda a vida.”

Fermentação natural, ingredientes de origem e receitas autorais impulsionam padarias brasileiras

Busca por alimentos mais saudáveis e produzidos de forma artesanal abre espaço para pequenos empreendedores inovarem; padarias do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro mostram como tradição e criatividade vêm transformando o setor

O pão deixou de ser apenas um item do café da manhã para se tornar um produto de maior valor agregado. Cada vez mais consumidores procuram alimentos preparados com ingredientes naturais, processos artesanais e maior transparência sobre sua origem. Pesquisa da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos para Fins Especiais (Abiad) de 2025 mostra que 61% dos brasileiros afirmam ter buscado melhorar a alimentação nos últimos anos.

Foi esse movimento que inspirou Bruna Adamy e Jonas Rossi a criarem a Baguá Padaria Artesanal, em Marechal Cândido Rondon (PR). O negócio nasceu dentro de casa, inicialmente com a produção de kombucha para amigos. A curiosidade pela fermentação natural logo passou também para os pães e, pouco a pouco, a pequena produção artesanal transformou-se em uma empresa. Neste ano, o casal deu um passo importante ao inaugurar um novo espaço com atendimento ao público, permitindo que os clientes acompanhem mais de perto o processo produtivo e vivenciem a experiência da marca.

Na Baguá, o tempo é ingrediente essencial. Cada pão leva cerca de 48 horas para ficar pronto, respeitando todas as etapas da fermentação natural. Essa filosofia também inspirou a criação de um produto exclusivo da casa: a cuccacia, que une a massa da tradicional focaccia italiana aos recheios e à influência da cuca alemã, bastante presente na cultura da região. “A cuccacia nasceu da união entre duas tradições gastronômicas, um produto que representa essa mistura de culturas e sabores, unindo tradição italiana, influência alemã e o nosso jeito de trabalhar com fermentação natural”, explicam os empreendedores.

Para Bruna e Jonas, o perfil do consumidor mudou. Hoje, existe uma procura maior por alimentos produzidos de forma artesanal, por ingredientes de origem conhecida e por processos mais naturais, o que fortalece negócios especializados como a Baguá. Ao mesmo tempo, desafios como o aumento do custo dos insumos, a necessidade de mão de obra qualificada e o crescimento sustentável exigem planejamento constante.

Mais de 1.300 quilômetros separam a Baguá da Panificadora Schwarzbrot, no Rio de Janeiro, mas ambas compartilham a mesma visão sobre o futuro da panificação. Fundada em 1952, a Schwarzbrot nasceu de uma pequena produção noturna em uma padaria alugada. Hoje, sob o comando de Carlos Henrique Grosse Siestrup, filho do fundador, um imigrante alemão, e de seu sócio, a empresa mantém o compromisso com a produção própria, utilizando fermentação natural e ingredientes selecionados, sem conservantes químicos.

Embora a empresa tenha incorporado tecnologia para informatizar toda a gestão administrativa, fiscal e contábil, Carlos Henrique afirma que a qualidade do pão continua dependendo da experiência do padeiro. “Cada farinha reage de uma maneira diferente. Às vezes é preciso ajustar a hidratação, antecipar a fermentação ou modificar o processo. A tecnologia ajuda muito na gestão, mas a sensibilidade de quem trabalha com fermentação natural continua sendo insubstituível.”

Na avaliação do empresário, o consumidor brasileiro está cada vez mais disposto a pagar por produtos de melhor qualidade e prioriza alimentos naturais e frescos. “Hoje as pessoas preferem comprar um pão melhor, mesmo em menor quantidade. O pão artesanal, produzido no dia e com ingredientes de qualidade, voltou a ser valorizado.”

Na zona leste de São Paulo, a Padaria A Praça atravessa mais de sete décadas de história sem abrir mão da tradição que a transformou em referência na Vila Zelina. Fundada em 1955, a empresa nasceu com a proposta de ser um ponto de encontro para o bairro e, hoje, combina receitas artesanais, produção própria e investimentos em tecnologia para acompanhar as mudanças no comportamento do consumidor.

À frente do negócio, Henrique Ribeiro Portugal da Silva destaca que a rotina começa ainda durante a madrugada para garantir que pães, doces e salgados cheguem frescos às primeiras horas do dia. A maior parte dos produtos é fabricada na própria padaria, preservando o controle de qualidade e o caráter artesanal que marca a empresa desde sua fundação.

Embora a tradição permaneça como diferencial, a modernização faz parte da operação. Sistemas de gestão, PDVs, equipamentos programáveis e o fortalecimento do delivery ampliaram a eficiência e o alcance do negócio, acompanhando a crescente demanda por conveniência.

Mas uma das principais inovações surgiu de uma experiência pessoal do empresário. Diabético, Henrique conhecia a dificuldade de encontrar doces de qualidade para pessoas com restrições alimentares e decidiu transformar esse desafio em oportunidade. A padaria desenvolveu uma versão própria da tradicional carolina, recheada com doce de leite sem adição de açúcar, que rapidamente conquistou espaço entre clientes que buscam indulgência sem abrir mão dos cuidados com a alimentação. “Sabendo da dificuldade de encontrar doces de qualidade para esse público, criamos uma carolina com doce de leite sem adição de açúcar. Ela nasceu de uma necessidade pessoal, mas acabou conquistando muitos clientes que procuram opções mais equilibradas sem abrir mão do sabor”, afirma.

Para Henrique, a procura por alimentos de maior qualidade segue em crescimento. “O consumidor busca cada vez mais conveniência, mas também valoriza a experiência de consumo. A panificação artesanal, com produtos frescos e fermentação natural, voltou a ganhar espaço.”

Apoio ao setor
As pequenas empresas respondem por 28% da carteira de crédito para esse segmento no Brasil, o que faz do Sicredi uma das principais instituições financeiras parceiras dos empreendedores brasileiros. Essa proximidade também se reflete na capilaridade: com mais de 3 mil agências, o Sicredi é a única instituição financeira com agência física em cerca de 200 cidades do país. Em um setor em que praticamente toda cidade brasileira tem uma padaria, essa presença fortalece a estratégia de ampliar a atuação junto ao mercado de food service.

É nesse contexto que o Sicredi participa da FIPAN 2026, maior feira de panificação e confeitaria da América Latina, realizada de 21 a 24 de julho, no Expo Center Norte, em São Paulo. O evento reúne cerca de 450 expositores, mais de 1.700 marcas e aproximadamente 59 mil visitantes, consolidando-se como o principal ponto de encontro da cadeia de panificação, confeitaria e food service.

Durante a feira, a instituição financeira cooperativa apresenta um portfólio voltado às necessidades de pequenos e médios empreendedores do setor, com soluções que vão desde conta PJ, crédito, antecipação de recebíveis, seguros, consórcios, investimentos e benefícios corporativos até meios de pagamento para diferentes perfis de negócio. Entre eles estão diversos modelos de maquininhas, desde equipamentos compactos até sistemas TEF e totens de autoatendimento, que proporcionam mais agilidade na operação, além de integrações digitais via 12 diferentes tipos de APIs. O portfólio também inclui soluções para reduzir custos operacionais, como o Pix PJ gratuito e ilimitado. 

“Escolhemos participar da FIPAN porque ela reúne um segmento que faz parte do dia a dia das comunidades onde atuamos. Em praticamente toda cidade do Brasil existe uma padaria e, em boa parte delas, existe também uma agência do Sicredi. Essa proximidade nos permite compreender as necessidades dos empreendedores e oferecer soluções financeiras e consultivas que contribuem para o crescimento sustentável desses negócios”, afirma o diretor de Desenvolvimento da Central Sicredi PR/SP/RJ, Adilson de Sá.

A atuação acompanha a relevância do segmento entre os pequenos negócios brasileiros. Atualmente, o Sicredi atende aproximadamente 427 mil CNPJs com conta corrente ativa e encerrou 2025 com uma carteira de crédito para pessoas jurídicas de R$ 104 bilhões, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento dos empreendedores brasileiros.



Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 10 milhões de associados que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3 mil agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.

Site do Sicredi: Clique aqui  

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Pesquisadores defendem “tropicalização” da IA para evitar erros médicos no Brasil

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Algoritmos importados ignoram mutações locais, como variante com alta incidência no Sul; especialistas defendem “tropicalização” tecnológica que também revolucione o agro e as empresas

Cerca de 94% dos dados genômicos do mundo usados atualmente para treinar inteligências artificiais (IA) vêm de pessoas com ancestralidade europeia. Quando esses sistemas médicos importados são aplicados sem filtros na saúde pública do Brasil, eles falham em diagnosticar com precisão a população. O alerta crítico acendeu uma luz amarela sobre a urgência de “tropicalizar” o desenvolvimento tecnológico no país.

A discussão, trazida pela pesquisadora Ana Carolina Ricciardi, do Grupo Fleury / A.C. Camargo Cancer Center, ganha novos contornos ao citar um exemplo que afeta diretamente o Paraná: a Síndrome de Li-Fraumeni (doença genética rara e hereditária caracterizada pela alta predisposição ao câncer). Enquanto a condição é considerada rara no resto do planeta (afetando uma em cada cinco mil pessoas), ela atinge um em cada 472 recém-nascidos no Sul e Sudeste do Brasil devido a uma variante tipicamente brasileira.

Os algoritmos globais padrão não estão habituados a detectar esse risco local. “Precisamos de algoritmos que entendam o DNA brasileiro, sob o risco de automatizarmos a invisibilidade da nossa própria população”, destaca a pesquisadora, defendendo que o avanço científico precisa caminhar lado a lado com a responsabilidade ética e a soberania de dados nacionais.

Da ciência ao chão de fábrica

A necessidade de contextualizar a IA para a realidade local serve também como ponto de partida para outras frentes tecnológicas e científicas. Na saúde, esse refino já é possível por meio de correlações interdisciplinares: o cientista Alejandro C. Frery (Victoria University of Wellington, da Nova Zelândia), por exemplo, demonstrou que a mesma matemática utilizada por satélites para mapear florestas pode ser adaptada e refinada para detectar doenças humanas raras em exames médicos.

Essa mesma busca por soluções sob medida se estende ao ambiente corporativo e ao agronegócio por meio dos chamados “sistemas agênticos” — arquiteturas de IA em que múltiplos agentes autônomos executam processos complexos. Movimentos de gigantes da tecnologia, como NVIDIA e Rankdone, apontam que a nova onda da IA vai muito além dos robôs de conversa (chatbots) comuns. O mercado agora vem adotando agentes autônomos capazes de tomar decisões para otimizar o faturamento e gerenciar riscos locais. No Agronegócio e no Cooperativismo, essas ferramentas têm sido aplicadas para prever cenários de mercado e administrar cadeias logísticas complexas, como a produção de grãos e a piscicultura.

Para Leonardo Tampelini, mestre em Ciência da Computação e coordenador do curso de Tecnologia em Ciência de Dados e Bacharelado em Inteligência Artificial na Faculdade Donaduzzi, que integra o Biopark Educação, colocar em evidência tanto os desafios éticos da saúde quanto o impacto financeiro das empresas é o que dá sentido à inovação tecnológica. Ele avalia que o papel atual das instituições de tecnologia e dos ecossistemas de inovação é, fundamentalmente, eliminar a distância entre a bancada acadêmica e o empresário. “O que precisamos ver não é teoria abstrata, mas caminhos reais para gerar riqueza, poupar custos e salvar vidas por meio da tecnologia aplicada à nossa realidade”, defende Tampelini.

Oportunidade na Lapa:  Inscrições abertas para cursinho gratuito que prepara estudantes da rede pública para o Enem e vestibulares

Projeto APROVA, da GERAR, retoma atividades com Intensivão para a reta final dos exames e já soma mais de 400 aprovações em universidades

Estudantes do Ensino Médio da rede pública estadual da Lapa que sonham com uma vaga no ensino superior já podem fazer a pré-inscrição para o Intensivão do APROVA, cursinho pré-vestibular social da GERAR, Geração de Emprego, Renda e Apoio ao Desenvolvimento Regional. 

As aulas serão retomadas no dia  27 de julho e o projeto prepara uma programação especial para a reta final do Exame Nacional do Ensino Médio, o Enem, e dos principais vestibulares.

O Intensivão será totalmente gratuito e foi planejado para ajudar os estudantes a revisar conteúdos, reforçar conhecimentos e chegar mais preparados para os processos seletivos. As vagas são destinadas exclusivamente a alunos do Ensino Médio da rede pública estadual.

As aulas acontecem de segunda a quinta-feira, das 18h20 às 22h, no CEJU, localizado na Rua Dr. Luiz Corrêa de Lacerda, 527-463, no bairro Ronda, na Lapa.

Faça a pré inscrição no link abaixo:

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScjoo0zkrNpvN9x-tolLNZkmS0mPDaZ0DXwX72GIDVCqdRgWg/viewform

Com mais de 400 estudantes aprovados em universidades por meio do Enem e de vestibulares em diferentes regiões do Paraná, o APROVA oferece uma preparação completa para os alunos. O projeto conta com material didático autoral e atualizado, metodologia própria, professores especializados, simulados periódicos, uniforme gratuito e acompanhamento contínuo dos estudantes durante toda a formação.

Para a coordenadora do APROVA, Maureen Skroski, o Intensivão representa uma oportunidade importante para os estudantes que desejam aproveitar os meses que antecedem as provas para fortalecer a preparação.

“Este é um período decisivo para quem deseja conquistar uma vaga no ensino superior. O Intensivão foi pensado para ajudar os estudantes a revisar os conteúdos mais importantes, identificar as principais dificuldades e chegar às provas com mais conhecimento e confiança. No APROVA, oferecemos uma preparação de qualidade, com professores, material e acompanhamento, mas também acreditamos na força do estudante e no potencial que cada um tem para transformar seus objetivos em realidade. Quem sonha com a universidade precisa aproveitar as oportunidades e dar esse próximo passo”, afirma.

Serviço

APROVA, Intensivão para o Enem e vestibulares- Lapa 

Quem pode participar: estudantes do Ensino Médio da rede pública estadual

Inscrições: pré-inscrição pelo formulário online e confirmação presencial

Aulas: de segunda a quinta-feira, das 18h20 às 22h

Local: CEJU, Rua Dr. Luiz Corrêa de Lacerda, 527-463, Ronda, Lapa

Retorno das aulas:27/07 – Segunda-feira 

Informações: (41) 9905-1743

Plaza Campos Gerais reúne atrações para toda a família durante as férias escolares

Bate-bate, trampolins, jogos eletrônicos e cinema fazem parte da programação de lazer do shopping em Ponta Grossa

As férias escolares ficam ainda mais divertidas no Plaza Campos Gerais, em Ponta Grossa. Durante o período, o shopping reúne opções de entretenimento para todas as idades e todos os gostos. A programação inclui desde atividades mais radicais nos trampolins até sessões de cinema para quem prefere um passeio mais tranquilo em família. 

Entre os destaques da programação está o brinquedo Bate-Bate, atração instalada na praça principal do shopping. A atividade é voltada para crianças, jovens e adultos e proporciona momentos de diversão e interação em família. Os ingressos custam R$ 20 (5 minutos) ou R$ 30 (10 minutos) de segunda a quinta-feira, e R$ 25 (5 minutos) ou R$ 35 (10 minutos) de sexta a domingo.

Além da atração especial de férias, o Plaza Campos Gerais conta com opções de lazer fixas que fazem sucesso durante todo o ano. O World Games reúne simuladores, experiências em realidade virtual e diversos jogos eletrônicos, oferecendo entretenimento para diferentes públicos.

Outra opção é o Crazy Jump, parque de trampolins indoor que combina diversão, movimento e desafios em um ambiente seguro. O espaço conta com atrações para crianças, jovens e adultos, e é uma alternativa para quem busca atividades com mais adrenalina nas férias. O ingresso custa R$ 40 para até 30 minutos, com aumento de R$ 1 por minuto adicional. Para participar, é obrigatório o uso de meias antiderrapantes, que podem ser levadas de casa, compradas no local por R$ 20 ou alugadas por R$ 10. 

Para quem prefere um programa mais tranquilo, o cinema do shopping também integra a programação de férias, com sessões para todas as idades e uma seleção de filmes para toda a família. 

Inscrições abertas para a 1ª Corrida Kids

Já estão abertas as inscrições para a 1ª Corrida Kids Plaza Campos Gerais que acontece no dia 11 de outubro, evento criado para proporcionar um momento especial entre pais e filhos, incentivando desde cedo a prática da atividade física, a superação e hábitos saudáveis de forma leve e divertida. As inscrições já estão abertas no TicketSports e as vagas são limitadas.

Prejuízos causados por eventos climáticos reforçam importância do seguro residencial

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Chuvas intensas, vendavais e alagamentos têm provocado prejuízos crescentes em diferentes regiões do país e ampliam a busca por proteção financeira

Os prejuízos causados por eventos climáticos extremos têm aumentado de forma significativa no Brasil. Segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), cerca de 1 milhão de pessoas foram diretamente afetadas em 2024, enquanto os danos materiais em residências e infraestrutura chegaram a R$ 11 bilhões.  

O cenário também tem aumentado a busca por mecanismos de proteção patrimonial. Dados da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) mostram que o seguro residencial arrecadou cerca de R$ 4 bilhões entre janeiro e agosto de 2024, um crescimento de 22,9% em relação ao mesmo período de 2023. No mesmo intervalo, as seguradoras pagaram mais de R$ 1,1 bilhão em indenizações, alta de 17,7%, reflexo do aumento das ocorrências e da maior conscientização sobre a importância de proteger seus imóveis contra imprevistos, incluindo eventos climáticos.  

Além dos prejuízos estruturais, muitas famílias enfrentam dificuldades para arcar com despesas inesperadas decorrentes de destelhamentos, infiltrações, danos elétricos, quedas de árvores, rompimento de tubulações e até da necessidade de deixar temporariamente o imóvel. Diante desse cenário, especialistas apontam que o seguro residencial passou a ser uma importante ferramenta de proteção financeira. 

“O seguro residencial evita que um evento inesperado se transforme em um prejuízo de grandes proporções. Com isso, as pessoas conseguem enfrentar essas situações com mais tranquilidade e organização financeira, reduzindo os impactos sobre o patrimônio da família”, afirma Philippe Enke Mathieu, CEO da GFX Inteligência Financeira. 

Como funciona a proteção do seguro residencial 

As apólices costumam oferecer cobertura para danos provocados por incêndio, explosão, vendaval, granizo, impacto de veículos e danos elétricos, além de opções adicionais, como proteção contra roubo, responsabilidade civil e assistência 24 horas para serviços emergenciais. 

Outro ponto importante é que muitas pessoas ainda acreditam que esse tipo de seguro tem um custo elevado. Na prática, porém, existem opções acessíveis e personalizáveis, de acordo com o perfil do imóvel e as necessidades de cada cliente. 

Na hora da contratação, especialistas recomendam atenção às coberturas oferecidas, aos limites de indenização, às franquias e às exclusões previstas na apólice. Também é importante manter as informações do imóvel sempre atualizadas para garantir que a proteção contratada esteja adequada ao valor real do patrimônio. 

Com a intensificação dos eventos climáticos e a maior exposição das cidades a riscos ambientais, o seguro residencial vem se consolidando como um instrumento de planejamento financeiro e prevenção, contribuindo para minimizar perdas e acelerar a recuperação das famílias diante de situações inesperadas. 

Confira seis dicas para proteger a residência e evitar prejuízos: 

  1. Faça manutenção preventiva do telhado e das calhas

Folhas, sujeira e telhas danificadas aumentam o risco de infiltrações e alagamentos durante chuvas intensas. 

  1. Revise periodicamente a instalação elétrica

Descargas atmosféricas e oscilações na rede podem causar danos aos equipamentos e até incêndios. 

  1. Pode árvores próximas ao imóvel

Galhos comprometidos podem cair durante vendavais e atingir telhados, muros, veículos ou a rede elétrica. 

  1. Mantenha documentos e objetos de valor em locais protegidos

Guardar itens importantes em locais elevados ou impermeáveis ajuda a reduzir perdas em casos de enchentes. 

  1. Conheça as áreas de risco da sua região

Acompanhe os alertas da Defesa Civil e fique atento às previsões meteorológicas para agir preventivamente. 

  1. Contrate um seguro residencial adequado ao perfil do imóvel

Verifique quais riscos estão cobertos, os valores de indenização, as franquias e os serviços de assistência disponíveis para garantir uma proteção compatível com as necessidades da residência. 

Feedback que transforma

Empresas que utilizam o feedback como ferramenta de desenvolvimento fortalecem a cultura organizacional, aumentam o engajamento das equipes e melhoram os resultados do negócio.

Durante muito tempo, o feedback foi associado apenas à correção de erros ou à avaliação de desempenho. No entanto, empresas que buscam alta performance estão ressignificando essa prática e utilizando o diálogo constante como uma das principais ferramentas para fortalecer a cultura organizacional. O resultado é um ambiente mais alinhado, equipes mais engajadas e maior capacidade de crescimento sustentável. Pesquisas da Microsoft WorkLab apontam que empresas com equipes altamente engajadas utilizam comunicação clara, definição de objetivos e ciclos contínuos de feedback para fortalecer a produtividade, a confiança dos colaboradores e a capacidade de retenção de talentos.

Segundo Bruno Castro, consultor de Cultura e Processos organizacionais, da B.Castro Consultoria, um dos maiores desafios enfrentados pelas organizações não está na definição de metas, mas no alinhamento entre a mentalidade das pessoas, os valores da empresa e os comportamentos esperados no dia a dia. “O feedback não deve ser visto como uma conversa para apontar erros. Ele é uma ferramenta de desenvolvimento que aproxima líderes e equipes, fortalece a cultura da empresa e cria clareza sobre o caminho que todos precisam seguir”, afirma.

Sob a perspectiva da neurociência aplicada à liderança, Bruno explica que o primeiro passo é estimular o chamado pensamento superior do colaborador. Isso significa ajudá-lo a compreender não apenas o que faz, mas também por que faz determinada atividade e qual o impacto do seu trabalho para os resultados da empresa. Quando existe esse entendimento, o profissional deixa de executar tarefas de forma automática e passa a atuar com mais autonomia, responsabilidade e senso de pertencimento.

Outro fator determinante é a consolidação dos valores organizacionais. Para o consultor, valores escritos em quadros ou apresentações institucionais têm pouco efeito se não forem praticados diariamente. Cabe à liderança transformar esses princípios em comportamentos concretos por meio de reuniões, conversas individuais, rituais internos e exemplos constantes. É esse processo que torna a cultura organizacional perceptível e vivenciada por toda a equipe.

Nesse contexto, o feedback funciona como um mecanismo de calibração cultural. Por meio dele, a liderança consegue reforçar comportamentos positivos, corrigir desvios antes que se tornem problemas maiores e alinhar expectativas de maneira transparente. Mais do que orientar resultados, o processo também desenvolve empatia. “Quando o colaborador entende o motivo das regras, das mudanças e das cobranças, ele deixa de enxergá-las como decisões pessoais do líder e passa a compreender que fazem parte de uma estratégia para reduzir desperdícios, evitar retrabalho e garantir o crescimento da empresa”, destaca Bruno Castro.

Essa necessidade se torna ainda mais relevante diante das mudanças no mercado de trabalho. Pesquisas recentes mostram que profissionais valorizam ambientes onde existe comunicação transparente, reconhecimento e oportunidades de desenvolvimento contínuo. Empresas que cultivam uma cultura de feedback tendem a formar equipes mais comprometidas, reduzir conflitos internos e aumentar sua capacidade de adaptação em um cenário de constantes transformações.

Para Bruno Castro, organizações de alta performance não são construídas apenas por processos eficientes ou tecnologia de ponta, mas principalmente pela capacidade de desenvolver pessoas. “A cultura não muda por decreto. Ela muda por conversas, exemplos e feedbacks consistentes. Quando líderes utilizam essa ferramenta de forma estratégica, deixam de apenas gerir equipes e passam a formar profissionais preparados para crescer junto com a empresa”, conclui.

Serviço: B.Castro Consultoria

Bruno Castro

Consultor em Processos, Tecnologia e Mentalidade

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Superia leva Zezé Di Camargo & Luciano para um show exclusivo em resort e promete experiência única em Foz do Iguaçu

Os fãs de Zezé Di Camargo & Luciano terão a oportunidade de viver um fim de semana inesquecível entre os dias 30 de outubro e 1º de novembro, durante o Superia, novo conceito de entretenimento criado pela A6 Produções. O evento será realizado no Recanto Cataratas Thermas Resort & Convention, em Foz do Iguaçu (PR), reunindo grandes nomes da música sertaneja em um formato exclusivo que une shows, hospedagem, gastronomia e experiências premium.

A abertura da programação acontece no dia 30 de outubro, com um espetáculo de Zezé Di Camargo & Luciano, uma das duplas mais consagradas da música brasileira. Donos de sucessos que marcaram gerações, como É o Amor, No Dia em Que Eu Saí de Casa, Pão de Mel e Menina Veneno, os artistas prometem uma apresentação especial em um ambiente intimista e com público limitado.

Além do show, os participantes terão acesso a uma experiência completa, incluindo hospedagem em resort, pensão completa, mesas reservadas durante as apresentações, atendimento exclusivo e toda a estrutura de lazer do Recanto Cataratas. No dia seguinte, Victor & Leo encerram a programação musical do Superia, consolidando um dos finais de semana mais aguardados do calendário de eventos do Paraná.

Segundo Gustavo Cutolo, sócio da A6 Produções, o Superia representa uma nova forma de conectar o público aos grandes artistas.

“Queremos proporcionar muito mais do que um show. O Superia foi pensado para entregar uma experiência completa, reunindo conforto, exclusividade e entretenimento de alto nível. Nosso objetivo é criar momentos inesquecíveis para quem valoriza grandes atrações em um ambiente diferenciado”, destaca Gustavo Cutolo.

A proposta acompanha a estratégia da A6 Produções de elevar o padrão dos eventos realizados no Paraná, apostando em experiências exclusivas e na presença de artistas consagrados da música nacional. A empresa tem ampliado sua atuação na promoção de grandes espetáculos e reforçado o potencial da região para receber eventos de alcance nacional.

Mais informações sobre o Superia, programação completa e aquisição de pacotes estão disponíveis no site oficial da A6 Produções: www.a6producoes.com.br e na página oficial do evento Viva Superia.