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Festival do Purunã reúne grandes nomes da gastronomia para celebrar o inverno, a cultura e os sabores do Paraná

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Festival do Purunã reúne grandes nomes da gastronomia para celebrar o inverno, a cultura e os sabores do Paraná

Mais do que um festival gastronômico, o Festival do Purunã nasce com a proposta de transformar São Luiz do Purunã em um grande palco de experiências que unem gastronomia, turismo, cultura e desenvolvimento regional. Entre os dias 24 e 26 de julho, o Rancho P&R recebe a primeira edição do evento, reunindo chefs renomados, produtores locais, restaurantes, oficinas, música ao vivo e vivências que valorizam a identidade do território paranaense.

A escolha do cenário não é por acaso. Reconhecido como um dos principais destinos de turismo rural do Paraná, São Luiz do Purunã ocupa um lugar de destaque na história do setor. Foi no distrito que aconteceu, em 1992, a primeira cavalgada organizada do turismo rural paranaense, marco que impulsionou o desenvolvimento da atividade no Estado. Atualmente, a localidade integra oficialmente o Circuito de Turismo Rural de São Luiz do Purunã, reconhecido pela Paraná Turismo como um dos principais roteiros do segmento, reunindo natureza, gastronomia, fazendas históricas e experiências ligadas ao modo de vida no campo.

O Festival do Purunã foi idealizado por Ana Carolina Regattieri e Fábio Tomio, à frente do Rancho P&R, pelo empresário Israel Prochmann, especialista na criação de experiências ligadas ao turismo e ao desenvolvimento regional, e pela chef Bibiana Cini, responsável pela curadoria gastronômica. Juntos, eles desenvolveram um projeto que busca fortalecer o potencial turístico e econômico da região, transformando o inverno do Purunã em um convite para descobrir os sabores, os ingredientes e as histórias que ajudam a construir a identidade do Paraná.

“O Festival do Purunã nasceu para mostrar que a gastronomia é capaz de conectar pessoas, fortalecer produtores e contar a história de um território. Mais do que servir refeições, queremos proporcionar experiências que permaneçam na memória de quem passar por aqui”, afirma Ana Carolina Regattieri.

A programação foi pensada para que o visitante vivencie o Purunã ao longo de todo o fim de semana. A abertura, na noite de 24 de julho, será marcada pelo Jantar Confiança, uma experiência gastronômica em seis tempos preparada a oito mãos pelos chefs Bibiana Cini, Danilo Takigawa, Giovanni Vivan e Letícia Vilas Boas.

Nos dias 25 e 26 de julho, o festival reúne aulas-show que destacam ingredientes, receitas e tradições da culinária paranaense. Entre os destaques está a apresentação de Giovana Smaka e Guilherme Ceschin, que levam ao público uma releitura do tradicional Pão no Bafo, um dos pratos mais emblemáticos da gastronomia do Estado. A programação também contará com Vânia Krekniski, que apresentará receitas com Porco Moura, Varenyky e queijo de Witmarsum, Bernardo Fuck, com preparos à base de pescados e bottarga, além de Bibiana Cini, Giovanni Vivan, Danilo Takigawa e Daniel Machado, que compartilharão técnicas, ingredientes e histórias da cozinha regional.

Além da gastronomia, o festival abre espaço para experiências ligadas ao bem-estar e à economia criativa. A programação inclui a vivência Wellness & Sound Bath, conduzida por Patricia Mabui, oficina de encadernação artesanal inspirada na técnica japonesa, ministrada por Carol Zapisnik, além de atividades de arte floral e decupagem conduzidas por Pati Regattieri.

O público também poderá conhecer uma feira de produtores e empreendedores locais. Entre os expositores confirmados estão Bierwit Restaurante e Choperia, da Colônia Witmarsum, e Origem Comida Honesta, reforçando a proposta de valorizar ingredientes regionais, produção responsável e pequenos negócios que ajudam a fortalecer a economia local.

O evento também incorpora uma causa social ao abrir espaço para o Instituto para Cuidado do Fígado, o ICF, que promoverá ações de conscientização sobre doenças hepáticas e a importância da doação de órgãos, ampliando o propósito do festival para além da gastronomia.

A primeira edição conta com o patrocínio de Ford Barigui, DrogaVET e Casa Prates Imóveis. O evento também recebe o apoio da Prefeitura de Balsa Nova, por meio da Secretaria de Indústria, Comércio e Turismo, da Kakaowit Chocolates e da Chácara Maria Emília Orgânicos, além de outros parceiros que compartilham do propósito de fortalecer o turismo, a cultura e os produtores da região.

Mais do que reunir grandes nomes da gastronomia, o Festival do Purunã pretende consolidar São Luiz do Purunã como um dos principais destinos de inverno do Paraná, estimulando o turismo de experiência, movimentando a economia local e aproximando visitantes da cultura, dos produtores e dos sabores que fazem parte da história da região. A proposta acompanha uma tendência crescente do turismo rural paranaense, segmento que alia natureza, gastronomia, hospitalidade e vivências autênticas no campo.

Os ingressos para o Festival do Purunã já estão disponíveis para compra antecipada no site oficial do evento. O acesso ao festival custa R$ 40, com meia-entrada para estudantes, pessoas com 60 anos ou mais, professores e doadores de sangue. As aulas-show e oficinas têm vagas limitadas e ingressos individuais de R$ 90 por atividade. Já o Jantar Confiança, que abre a programação na sexta-feira, às 20h, tem investimento de R$ 290 por pessoa, além de menu infantil para crianças de 5 a 11 anos. Como as experiências possuem capacidade reduzida, a organização recomenda que os ingressos sejam adquiridos antecipadamente pelo site oficial: https://festivalpuruna.com.

Serviço:

Festival do Purunã

Data: 24, 25 e 26 de julho

Local: Rancho P&R, São Luiz do Purunã, Balsa Nova (PR)

Mais informações: https://festivalpuruna.com

Programação: jantar especial, aulas-show, oficinas, música ao vivo, feira de produtores e gastronomia regional

Sons da fronteira brasileira embalam o Festival de Inverno no Quintal do Monge

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Sons da fronteira brasileira embalam o Festival de Inverno no Quintal do Monge

O Festival de Inverno do Quintal do Monge ganha novos ritmos nesta quinta-feira, 23 de julho, com a apresentação do duo formado por Joel Müller (voz e violão) e André Ribas (acordeon). Inspirados pelas tradições musicais do Sul do Brasil e da América Latina, os artistas apresentam um repertório que passeia por diferentes gêneros.

Violão e acordeon conduzem o público por uma viagem sonora que passa por gêneros como baião, milonga, samba e chamamé. Catarinenses radicados no Paraná, Joel Müller e André Ribas unem influências da música gaúcha de fronteira à improvisação jazzística, à riqueza rítmica afro-latina e ao encontro entre a canção brasileira e a música instrumental contemporânea.

Mais do que um show, a apresentação promete transformar a noite em uma experiência completa, unindo música de qualidade à reconhecida gastronomia do Quintal do Monge. O público poderá harmonizar o espetáculo com um chopp artesanal, uma taça de vinho ou um tradicional quentão, acompanhados de petiscos, sanduíches especiais ou pratos do cardápio preparados para tornar o inverno ainda mais saboroso.

Serviço:

Festival de Inverno – Joel Müller e André Ribas (MPB)

Data: Quinta-feira, 23 de julho

Entrada: Livre

Local: Rua Claudino dos Santos, 24 – São Francisco (Largo da Ordem) – Curitiba/PR

Funcionamento: Segunda a sábado, das 11h às 24h; domingos, das 11h às 20h.

Informações e reservas: (41) 3232-5679

Instagram: @quintaldomonge

Crédito da foto: Daniel Santoro

Com produção em Carambeí (PR), Seara consolida estratégia para reposicionar carne suína no Brasil e ampliar valor agregado da categoria

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Com produção em Carambeí (PR), Seara consolida estratégia para reposicionar carne suína no Brasil e ampliar valor agregado da categoria

Programa Açougue Suínos Seara Reserva e inovação de portfólio sustentam avanço em categoria historicamente dominada por produtos sem agregação de valor

A Seara, da JBS, está consolidando uma mudança estrutural no mercado brasileiro de carne suína ao avançar sobre um dos principais gargalos da categoria: a ausência de marca e padronização no ponto de venda. Combinando inovação de portfólio, inteligência de mercado e transformação do varejo, a companhia já captura mais da metade da receita do segmento com um modelo baseado em valor agregado.

O movimento ocorre em um momento de crescimento consistente do consumo. A carne suína deve atingir 19,5 kg per capita no Brasil, consolidando-se como uma das proteínas que mais avançam no país, presente hoje em 93% dos lares. Ainda assim, cerca de 80% do volume vendido em açougues segue sem identificação de marca ou procedência, espaço que a Seara tem ocupado com uma estratégia estruturada para descomoditizar a categoria.

No Paraná, a Seara conta com operação de suínos em Carambeí. Presente em 11 municípios do estado, a JBS conta com uma infraestrutura formada por 16 fábricas, cerca de 14 mil colaboradores e mais de 1,6 mil produtores integrados.

João Campos, presidente da Seara, avalia que o crescimento recente do consumo abre espaço para uma nova fase, em que qualidade percebida, conveniência e confiança passam a orientar a decisão de compra. “O brasileiro redescobriu a carne suína, e o nosso objetivo é liderar essa nova fase. Investimos na inovação para oferecer soluções de consumo, aliando qualidade à praticidade exigida pelo dia a dia”, afirma.

No centro dessa estratégia está o Açougue Suínos Seara Reserva, programa estruturado para transformar o ponto de venda e profissionalizar o varejo. A iniciativa atua sobre gargalos históricos do setor, como falta de padronização, perdas operacionais e escassez de mão de obra qualificada, e combina capacitação, consultoria técnica e fornecimento de produtos certificados.

Presente em mais de 1.300 lojas, dentre elas varejistas paranaenses como Condor, Festival, Jacomar, Amigão e Viscardi, e apoiado por uma rede de mais de 130 consultores, o programa registra 93% de retenção entre os clientes e vem sustentando ganhos de margem, redução de perdas e aumento de fluxo nas lojas. Na prática, funciona como uma alavanca de crescimento para o varejo e, ao mesmo tempo, como uma plataforma de inteligência para a indústria.

Além do impacto operacional, o Açougue Suínos Seara Reserva se consolidou como um ativo estratégico para a companhia, ampliando a previsibilidade de demanda, fortalecendo a fidelização do varejo e funcionando como canal de testes e inteligência de mercado.

“Nosso foco é liderar a evolução da carne suína no Brasil, saindo de um mercado pouco diferenciado para um modelo baseado em marca, padronização e valor agregado. O Açougue Suínos Seara Reserva é um ativo estratégico nesse movimento, porque conecta indústria e varejo, melhora a eficiência da cadeia e cria uma experiência de compra mais qualificada para o consumidor”, afirma João Victor Bobsin, diretor executivo comercial da Seara.

Em paralelo, a Seara acelera a inovação no portfólio para capturar novas ocasiões de consumo. Produtos diferenciados, como cortes porcionados, itens temperados e soluções prontas para preparo em forno ou air fryer, já representam 49% da receita da categoria, com meta de chegar a 60% até 2027.

A companhia também aposta na valorização de cortes premium, como prime rib suíno e medalhões de filé mignon suíno, além de linhas como Suculentíssimo e Seara Reserva, voltadas a conveniência e maior valor agregado.

Ao combinar marca, inovação e transformação do ponto de venda, a companhia avança para capturar o crescimento da categoria e consolidar sua posição em um dos mercados mais promissores do setor de alimentos no Brasil.

8º Encontro de Colecionadores e Feira de Vinil reúne mais de 10 mil LPs em Curitiba

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8º Encontro de Colecionadores e Feira de Vinil reúne mais de 10 mil LPs em Curitiba

Evento acontece no dia 8 de agosto, na Galeria Cezar Franco, com dez expositores, DJ, chope, consultoria sobre conservação de discos, demonstração de lavagem ultrassônica e programação especial para o Dia dos Pais

Curitiba recebe, no sábado, dia 8 de agosto, a oitava edição do Encontro de Colecionadores e Feira de Vinil. Promovido pela Rose Vinyl Records, o evento será realizado das 9h às 17h, na Galeria Cezar Franco, no Centro da capital paranaense, reunindo colecionadores, apaixonados por música e pessoas em busca de presentes para o Dia dos Pais.

A feira contará com dez expositores do Paraná e de Santa Catarina e colocará à disposição do público mais de 10 mil LPs. O acervo reúne discos de diferentes épocas, estilos e faixas de preço, incluindo títulos nacionais e internacionais, raridades e lançamentos.

Além da compra, venda e troca de discos, o encontro terá DJ, chope e uma programação voltada a quem deseja conservar melhor a própria coleção. O público poderá participar de uma consultoria sobre os cuidados necessários com LPs e capas, além de acompanhar uma demonstração de lavagem ultrassônica, técnica utilizada para realizar uma limpeza profunda dos sulcos dos discos.

A edição também terá uma ação especial para o Dia dos Pais. Os pais e os clientes que comprarem um presente para o pai receberão 10% de desconto nas compras realizadas durante o evento.

Sorteio de discos novos

A cada R$ 50 em compras, o visitante receberá um cupom para participar do sorteio de três LPs novos, que será realizado no encerramento da feira.

Os discos sorteados serão:

  • “Maior que a Escuridão”, dos Gilsons;
  • Álbum de 1990 de Rita Lee e Roberto de Carvalho, em edição colorida;
  • “Feitiço Caboclo”, de Dona Onete, em vinil verde.

O 8º Encontro de Colecionadores e Feira de Vinil será pet friendly e contará com estacionamento conveniado, facilitando a participação de toda a família.

Serviço:

8º Encontro de Colecionadores e Feira de Vinil

Data: sábado, 8 de agosto de 2026

Horário: das 9h às 17h

Local: Galeria Cezar Franco

Endereço: Rua Emiliano Perneta, 30 – Centro, Curitiba (PR)

Realização: Rose Vinyl Records

Evento pet friendly

Estacionamento conveniado

Curitiba recebe um dos principais encontros da reumatologia do Sul do Brasil

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Curitiba recebe um dos principais encontros da reumatologia do Sul do Brasil

XVII ReumAtiva reunirá especialistas de diferentes regiões do país para debater avanços no diagnóstico, tratamento e novas tecnologias aplicadas às doenças reumatológicas

A capital paranaense será palco de um dos principais eventos científicos da reumatologia da Região Sul. Nos dias 31 de julho e 1º de agosto, a Sociedade Paranaense de Reumatologia (SPR) promove a XVII ReumAtiva, jornada que reunirá médicos, residentes e profissionais da área no Hotel Pestana Curitiba para dois dias de intensa atualização científica.

Para a presidente da Sociedade Paranaense de Reumatologia, Dra. Carolina Müller, a ReumAtiva reafirma o compromisso da entidade com a educação continuada e a excelência na assistência aos pacientes.

“A reumatologia vive um momento de grandes transformações, impulsionado por novos medicamentos, tecnologias e ferramentas que vêm ampliando nossa capacidade de diagnosticar e tratar as doenças reumatológicas com cada vez mais precisão. A ReumAtiva é uma oportunidade de reunir especialistas de diferentes regiões do país para compartilhar conhecimento, discutir as evidências científicas mais recentes e fortalecer a troca de experiências. Nosso objetivo é oferecer um evento de alto nível científico, contribuindo para a atualização permanente dos profissionais e, consequentemente, para uma assistência cada vez mais qualificada aos pacientes”, destaca a presidente da SPR, Dra. Carolina Müller.

Com uma programação voltada às principais tendências da especialidade, o encontro abordará temas relacionados ao diagnóstico precoce, novas terapias, doenças autoimunes, artrite reumatoide, artrite psoriásica, lúpus, doenças raras, imagem em reumatologia, inteligência artificial aplicada à medicina e o impacto das novas tecnologias na prática clínica.

A programação contará com a participação de alguns dos principais nomes da reumatologia brasileira, representantes de instituições como a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), Hospital das Clínicas da USP, Universidade Federal do Paraná (UFPR), Hospital Evangélico Mackenzie, Universidade de Brasília (UnB), PUCRS, entre outras instituições de referência.

Além das palestras e mesas-redondas, a ReumAtiva promoverá debates multidisciplinares envolvendo especialistas de áreas como neurologia, pneumologia e radiologia, reforçando a importância da abordagem integrada no cuidado aos pacientes com doenças reumatológicas.

Segundo a Sociedade Paranaense de Reumatologia, o objetivo da jornada é proporcionar atualização baseada nas evidências científicas mais recentes, incentivar a troca de experiências entre especialistas e contribuir para a qualificação contínua dos profissionais que atuam no diagnóstico e tratamento das doenças reumáticas.

Entre os destaques da programação estão discussões sobre biomarcadores na artrite reumatoide, ultrassonografia em artrite psoriásica, envolvimento pulmonar nas doenças reumatológicas, doenças neuroimunes, amiloidose, inteligência artificial aplicada ao estudo do lúpus, além de palestras sobre o papel da tecnologia na transformação da assistência médica.

Realizada há mais de três décadas, a ReumAtiva consolidou-se como um dos mais importantes encontros científicos da especialidade no Paraná, reunindo especialistas de diferentes estados e promovendo a atualização permanente dos profissionais diante dos avanços cada vez mais rápidos da reumatologia.

Serviço:

XVII ReumAtiva – Jornada Paranaense de Reumatologia

Data: 31 de julho e 1º de agosto de 2026

Local: Hotel Pestana Curitiba

Informações e inscrições: https://doity.com.br/reumativa2026

Quiet Luxury: 7 dicas para integrar o conceito atemporal aos ambientes

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Conceito de “luxo silencioso” substitui a exuberância pela sutileza, conforto, qualidade e exclusividade

Voltado à valorização do luxo sem extravagância, o Quiet Luxury reinterpreta o conceito de discrição no mercado imobiliário. Por meio do minimalismo sofisticado, do uso de cores neutras, de madeiras nobres e de mármore, o design dos espaços passa a privilegiar conforto, aconchego, exclusividade e atemporalidade.

Neste contexto, a exuberância e o excesso dão lugar a layouts que evitam exposição desnecessária e privilegiam experiências voltadas ao bem-estar e à funcionalidade dos ambientes.

“A sutileza é o ponto-chave do Quiet Luxury, que evita modismos e tendências passageiras para valorizar espaços marcados pela atemporalidade. O bem-estar e a funcionalidade vêm em primeiro lugar”, explica o arquiteto e coordenador de produto da GT Building, Fábio Lima. O especialista traz orientações práticas para aplicar esse conceito em empreendimentos imobiliários de alto padrão de forma estratégica.

  1. Invista em materiais nobres e de alta qualidade: em vez de utilizar acabamentos chamativos, optar por materiais nobres e duráveis é essencial. “Madeira maciça, lâminas naturais, metais com acabamento escovado ou acetinado, pedras naturais, como travertino, limestone e quartzito, além de tecidos naturais, como linho, lã e couro de alta qualidade, são elementos essenciais”, afirma Lima.
  2. Utilize uma paleta atemporal: para valorizar os interiores, cores neutras, como off-white, bege, tons de areia, cinzas suaves e o marrom natural da madeira enriquecem o visual e evitam contrastes excessivos.
  3. Valorize a iluminação: adotar um projeto luminotécnico que evite o excesso de pontos de luz e luminárias que competem entre si é fundamental. A preferência é por uma iluminação suave, distribuída pelo ambiente. “Temperatura de cor aconchegante e luz cênica aplicada de forma indireta acentuam a qualidade do ambiente”, detalha o arquiteto.
  4. Integre a tecnologia de forma discreta: com a automação residencial cada vez mais presente nos imóveis de alto padrão, o desafio é incorporar a tecnologia sem interferir na estética dos ambientes. Climatização discreta, persianas automatizadas e sistemas integrados de automação proporcionam uma experiência mais confortável para o usuário. 
  5. Escolha mobiliário exclusivo: a exclusividade é um dos pilares do Quiet Luxury. Móveis com design atemporal, materiais naturais e acabamentos refinados reforçam o conforto e a sofisticação. “O design brasileiro traduz muito bem os princípios do Quiet Luxury, pois valoriza a qualidade, a permanência e a beleza dos materiais”, comenta Lima.
  6. Faça uma curadoria criteriosa: selecionar obras de arte, objetos com história e significado, além de peças decorativas que conciliem estética e funcionalidade, transforma o ambiente em um espaço rico em detalhes. 
  7. Priorize a marcenaria sob medida: portas ocultas, painéis contínuos e armários sem puxadores aparentes são soluções que ajudam a ocultar equipamentos e contribuem para a organização dos ambientes.

Para o arquiteto, o Quiet Luxury vai além da estética e reflete uma nova forma de compreender o luxo: mais discreta, duradoura e centrada na experiência de viver. “Esse conceito orienta diversos empreendimentos da GT Building, como o OÁS, o Casa Jobim e o Andersen”, finaliza.

Sobre a GT Building  

A GT Building é uma incorporadora curitibana e um dos principais players do mercado imobiliário da capital. Preocupada com o futuro, a GT Building se posiciona como uma empresa Climability®, que utiliza suas habilidades de criação de projetos inovadores aliada à consciência e vontade de ajudar na construção de um mundo melhor. Com o objetivo de neutralizar sua pegada ecológica, a empresa fez parcerias com organizações de preservação de biomas brasileiros para aquisição de créditos de carbono, compensando suas emissões de gases de efeito estufa.

Sabores icônicos em casa: Outback Ponta Grossa inicia operações de delivery na cidade

Serviço oficial de entregas já está ativo via iFood e pelo aplicativo Meu Outback, levando os pratos mais icônicos da marca à mesa dos ponta-grossenses

Após movimentar o cenário gastronômico local com a inauguração de sua primeira unidade na região dos Campos Gerais, o Outback Steakhouse do Shopping Plaza Campos Gerais anuncia que o serviço de delivery já está em operação. A novidade permite que o público desfrute do famoso cardápio com pratos icônicos do restaurante de inspiração australiana no conforto de casa.

O atendimento de entregas abrange diversas regiões de Ponta Grossa e funciona por meio de duas plataformas oficiais: o aplicativo iFood e o app Meu Outback. Todos os pedidos de delivery são preparados seguindo os mesmos critérios rigorosos de qualidade e o mesmo padrão da cozinha do restaurante físico e, como cortesia característica da marca, acompanham o tradicional pão australiano com manteiga.

Entre as opções disponíveis para entrega estão os maiores sucessos da rede, como a tradicional costela ao molho barbecue (Ribs on the Barbie), os cortes de carne (steaks), os aperitivos icônicos e os hambúrgueres da linha regular. O início do delivery consolida a operação da marca no município, atendendo à alta demanda do público que buscava a conveniência do formato digital na cidade.

O pedido a partir do aplicativo Meu Outback oferece condições especiais aos consumidores, como ofertas e frete grátis.

Novidade em dose dupla: Aussie no delivery

Além do cardápio tradicional do Outback, a cozinha da unidade de Ponta Grossa também passa a preparar, de forma exclusiva para o delivery, os pratos da marca Aussie Chicken and More. A marca 100% digital, pertencente ao mesmo grupo do Outback, a Bold Hospitality Company, é focada em frangos fritos com texturas super crocantes e temperos marcantes. O menu conta com sanduíches caprichados, tiras de frango empanadas e acompanhamentos.

Já para aqueles que buscam uma refeição mais leve, o frango frito também ganhou espaço no cardápio da Aussie Salad, nova marca do ecossistema Aussie. Nele é possível encontrar opções como a Crispy Chicken Tender Salad (R$ 57,90), que combina vegetais frescos com o tradicional frango crocante da marca, além da Crunch Mix Salad (R$ 43,90) e Bacon Crunch Salad (R$ 43,90), além de permitir que o cliente monte sua própria combinação com proteínas grelhadas ou crocantes, molhos exclusivos e acompanhamentos, ampliando as opções leves para os consumidores na cidade.

Serviço

  • Onde pedir: Pelo iFood (buscando por “Outback”, “Aussie Grill” ou “Aussie Salad”) ou pelo aplicativo oficial Meu Outback.
  • Origem dos pedidos: Unidade Outback – Shopping Plaza Campos Gerais (Av. Visconde de Taunay, 2023 – Ronda, Ponta Grossa).
  • Horário de funcionamento do delivery: De domingo a quinta-feira, das 11h às 22h, de sexta-feira e sábado, das 11h às 23h. Consulte a disponibilidade da área de entrega diretamente nos aplicativos.

Sobre o Outback 

O Outback Steakhouse possui 192 restaurantes no Brasil e está presente em 88 cidades, 21 estados brasileiros e no Distrito Federal. No mundo está em 23 países nas Américas, Ásia e Oceania. O primeiro restaurante no País foi inaugurado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, em 1997. Com seus cortes de carne especiais e aperitivos icônicos como a Bloomin’ Onion, o Outback caiu no gosto do brasileiro pela qualidade e sabor marcante da sua culinária, somados à descontração no atendimento e às instalações aconchegantes. Inspirado na Austrália, o restaurante enfatiza vários aspectos da cultura australiana, como esporte, pontos turísticos, paisagens icônicas, tradições e lazer. Além disso, a marca oferece uma experiência única, divertida e de altíssimo padrão que, no Brasil, ficou conhecida como #MomentoOutback.

Além do currículo, escola tem papel fundamental no desenvolvimento social das crianças 

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Instituições de ensino são os primeiros ambientes coletivos frequentados pelos pequenos. A interação com professores e colegas contribui para o desenvolvimento de habilidades socioemocionais essenciais para a vida em sociedade

Muito mais do que a leitura, a escrita e os números, o início da vida escolar representa um aprendizado essencial que acompanhará a criança por toda a vida: a convivência em sociedade. Acostumados ao ambiente familiar, os pequenos passam a compartilhar o dia a dia com professores e colegas, aprendendo a dividir espaços, respeitar diferenças, resolver conflitos e construir vínculos.

Para a Ir. Maria Zorzi, diretora de Ensino Fundamental do Paraná, a socialização é uma habilidade que precisa ser desenvolvida desde os primeiros anos de vida. “A interação social é fundamental para o desenvolvimento integral das crianças, pois contribui para a construção de habilidades como empatia, respeito, cooperação, comunicação e resolução de conflitos”, reforça.

Além de favorecer o bem-estar emocional e a formação da identidade, acrescenta, as relações sociais também impactam positivamente a aprendizagem, aumentando a participação, a confiança e o engajamento escolar. “Dessa forma, o desenvolvimento social é tão importante quanto o acadêmico para a formação de cidadãos preparados para viver em sociedade”, completa.


Desafios da convivência na era digital

Se, por um lado, a escola desempenha um papel central no desenvolvimento das habilidades sociais, por outro, enfrenta desafios cada vez mais presentes no cotidiano dos estudantes. Entre eles, está o uso excessivo de telas — recentemente controlado nesses ambientes, mas que tem alterado a forma como crianças e adolescentes se relacionam.

Segundo a Ir. Maria, a convivência presencial perdeu espaço, por muito tempo, para as interações mediadas por dispositivos eletrônicos. “Muitas crianças e adolescentes desaprenderam a conviver com o outro, a manter o contato visual e a perceber os sentimentos das pessoas. Escondidos atrás das telas, acabam encontrando mais dificuldades para estabelecer relações no mundo real”, observa.

Além dos impactos na socialização, especialistas também alertam que o uso excessivo de celulares pode prejudicar a concentração, comprometer a qualidade do sono, favorecer problemas posturais e aumentar o risco de ansiedade.

A educadora destaca que alguns estudantes ainda apresentam reflexos do período de isolamento social vivido durante a pandemia. No entanto, ela ressalta que projetos pedagógicos, atividades lúdicas e experiências coletivas promovidas pelas escolas têm contribuído para que essas crianças retomem, gradativamente, a convivência com colegas e professores.

Entre os sinais que podem indicar dificuldades de socialização estão a resistência em frequentar a escola, episódios de isolamento repentino, comportamentos agressivos e manifestações de ansiedade diante de situações de interação social. Nesses casos, o acompanhamento conjunto entre escola e família torna-se essencial.

A escola como espaço de convivência

Na prática, o desenvolvimento de competências como empatia, cooperação e respeito acontece diariamente, por meio das relações estabelecidas no ambiente escolar. De acordo com Verushka Xavier Passarelli, orientadora educacional do Colégio Sagrado Coração de Jesus, em Curitiba, a escola é um dos principais espaços de aprendizagem socioemocional.

“Por meio das experiências diárias, os estudantes aprendem a compreender o outro, trabalhar em grupo e conviver com as diferenças”, afirma.

Para fortalecer essa convivência, a instituição desenvolve ações como rodas de conversa, projetos de educação socioemocional, atividades cooperativas, mediação de conflitos, campanhas de conscientização e iniciativas voltadas à prevenção do bullying. “Também valorizamos constantemente atitudes positivas, pois esse reconhecimento incentiva boas práticas e fortalece o sentimento de pertencimento entre os alunos”, explica.

Verushka reforça que a participação das famílias é indispensável para potencializar esse processo. A comunicação frequente entre pais e escola, aliada ao envolvimento em projetos e atividades pedagógicas, contribui para um trabalho mais consistente no desenvolvimento das habilidades socioemocionais. “Quando escola e família atuam em parceria, as crianças aprendem valores como respeito, empatia, tolerância e convivência em comunidade, competências fundamentais para toda a vida.”

Fermentação natural, ingredientes de origem e receitas autorais impulsionam padarias brasileiras

Busca por alimentos mais saudáveis e produzidos de forma artesanal abre espaço para pequenos empreendedores inovarem; padarias do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro mostram como tradição e criatividade vêm transformando o setor

O pão deixou de ser apenas um item do café da manhã para se tornar um produto de maior valor agregado. Cada vez mais consumidores procuram alimentos preparados com ingredientes naturais, processos artesanais e maior transparência sobre sua origem. Pesquisa da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos para Fins Especiais (Abiad) de 2025 mostra que 61% dos brasileiros afirmam ter buscado melhorar a alimentação nos últimos anos.

Foi esse movimento que inspirou Bruna Adamy e Jonas Rossi a criarem a Baguá Padaria Artesanal, em Marechal Cândido Rondon (PR). O negócio nasceu dentro de casa, inicialmente com a produção de kombucha para amigos. A curiosidade pela fermentação natural logo passou também para os pães e, pouco a pouco, a pequena produção artesanal transformou-se em uma empresa. Neste ano, o casal deu um passo importante ao inaugurar um novo espaço com atendimento ao público, permitindo que os clientes acompanhem mais de perto o processo produtivo e vivenciem a experiência da marca.

Na Baguá, o tempo é ingrediente essencial. Cada pão leva cerca de 48 horas para ficar pronto, respeitando todas as etapas da fermentação natural. Essa filosofia também inspirou a criação de um produto exclusivo da casa: a cuccacia, que une a massa da tradicional focaccia italiana aos recheios e à influência da cuca alemã, bastante presente na cultura da região. “A cuccacia nasceu da união entre duas tradições gastronômicas, um produto que representa essa mistura de culturas e sabores, unindo tradição italiana, influência alemã e o nosso jeito de trabalhar com fermentação natural”, explicam os empreendedores.

Para Bruna e Jonas, o perfil do consumidor mudou. Hoje, existe uma procura maior por alimentos produzidos de forma artesanal, por ingredientes de origem conhecida e por processos mais naturais, o que fortalece negócios especializados como a Baguá. Ao mesmo tempo, desafios como o aumento do custo dos insumos, a necessidade de mão de obra qualificada e o crescimento sustentável exigem planejamento constante.

Mais de 1.300 quilômetros separam a Baguá da Panificadora Schwarzbrot, no Rio de Janeiro, mas ambas compartilham a mesma visão sobre o futuro da panificação. Fundada em 1952, a Schwarzbrot nasceu de uma pequena produção noturna em uma padaria alugada. Hoje, sob o comando de Carlos Henrique Grosse Siestrup, filho do fundador, um imigrante alemão, e de seu sócio, a empresa mantém o compromisso com a produção própria, utilizando fermentação natural e ingredientes selecionados, sem conservantes químicos.

Embora a empresa tenha incorporado tecnologia para informatizar toda a gestão administrativa, fiscal e contábil, Carlos Henrique afirma que a qualidade do pão continua dependendo da experiência do padeiro. “Cada farinha reage de uma maneira diferente. Às vezes é preciso ajustar a hidratação, antecipar a fermentação ou modificar o processo. A tecnologia ajuda muito na gestão, mas a sensibilidade de quem trabalha com fermentação natural continua sendo insubstituível.”

Na avaliação do empresário, o consumidor brasileiro está cada vez mais disposto a pagar por produtos de melhor qualidade e prioriza alimentos naturais e frescos. “Hoje as pessoas preferem comprar um pão melhor, mesmo em menor quantidade. O pão artesanal, produzido no dia e com ingredientes de qualidade, voltou a ser valorizado.”

Na zona leste de São Paulo, a Padaria A Praça atravessa mais de sete décadas de história sem abrir mão da tradição que a transformou em referência na Vila Zelina. Fundada em 1955, a empresa nasceu com a proposta de ser um ponto de encontro para o bairro e, hoje, combina receitas artesanais, produção própria e investimentos em tecnologia para acompanhar as mudanças no comportamento do consumidor.

À frente do negócio, Henrique Ribeiro Portugal da Silva destaca que a rotina começa ainda durante a madrugada para garantir que pães, doces e salgados cheguem frescos às primeiras horas do dia. A maior parte dos produtos é fabricada na própria padaria, preservando o controle de qualidade e o caráter artesanal que marca a empresa desde sua fundação.

Embora a tradição permaneça como diferencial, a modernização faz parte da operação. Sistemas de gestão, PDVs, equipamentos programáveis e o fortalecimento do delivery ampliaram a eficiência e o alcance do negócio, acompanhando a crescente demanda por conveniência.

Mas uma das principais inovações surgiu de uma experiência pessoal do empresário. Diabético, Henrique conhecia a dificuldade de encontrar doces de qualidade para pessoas com restrições alimentares e decidiu transformar esse desafio em oportunidade. A padaria desenvolveu uma versão própria da tradicional carolina, recheada com doce de leite sem adição de açúcar, que rapidamente conquistou espaço entre clientes que buscam indulgência sem abrir mão dos cuidados com a alimentação. “Sabendo da dificuldade de encontrar doces de qualidade para esse público, criamos uma carolina com doce de leite sem adição de açúcar. Ela nasceu de uma necessidade pessoal, mas acabou conquistando muitos clientes que procuram opções mais equilibradas sem abrir mão do sabor”, afirma.

Para Henrique, a procura por alimentos de maior qualidade segue em crescimento. “O consumidor busca cada vez mais conveniência, mas também valoriza a experiência de consumo. A panificação artesanal, com produtos frescos e fermentação natural, voltou a ganhar espaço.”

Apoio ao setor
As pequenas empresas respondem por 28% da carteira de crédito para esse segmento no Brasil, o que faz do Sicredi uma das principais instituições financeiras parceiras dos empreendedores brasileiros. Essa proximidade também se reflete na capilaridade: com mais de 3 mil agências, o Sicredi é a única instituição financeira com agência física em cerca de 200 cidades do país. Em um setor em que praticamente toda cidade brasileira tem uma padaria, essa presença fortalece a estratégia de ampliar a atuação junto ao mercado de food service.

É nesse contexto que o Sicredi participa da FIPAN 2026, maior feira de panificação e confeitaria da América Latina, realizada de 21 a 24 de julho, no Expo Center Norte, em São Paulo. O evento reúne cerca de 450 expositores, mais de 1.700 marcas e aproximadamente 59 mil visitantes, consolidando-se como o principal ponto de encontro da cadeia de panificação, confeitaria e food service.

Durante a feira, a instituição financeira cooperativa apresenta um portfólio voltado às necessidades de pequenos e médios empreendedores do setor, com soluções que vão desde conta PJ, crédito, antecipação de recebíveis, seguros, consórcios, investimentos e benefícios corporativos até meios de pagamento para diferentes perfis de negócio. Entre eles estão diversos modelos de maquininhas, desde equipamentos compactos até sistemas TEF e totens de autoatendimento, que proporcionam mais agilidade na operação, além de integrações digitais via 12 diferentes tipos de APIs. O portfólio também inclui soluções para reduzir custos operacionais, como o Pix PJ gratuito e ilimitado. 

“Escolhemos participar da FIPAN porque ela reúne um segmento que faz parte do dia a dia das comunidades onde atuamos. Em praticamente toda cidade do Brasil existe uma padaria e, em boa parte delas, existe também uma agência do Sicredi. Essa proximidade nos permite compreender as necessidades dos empreendedores e oferecer soluções financeiras e consultivas que contribuem para o crescimento sustentável desses negócios”, afirma o diretor de Desenvolvimento da Central Sicredi PR/SP/RJ, Adilson de Sá.

A atuação acompanha a relevância do segmento entre os pequenos negócios brasileiros. Atualmente, o Sicredi atende aproximadamente 427 mil CNPJs com conta corrente ativa e encerrou 2025 com uma carteira de crédito para pessoas jurídicas de R$ 104 bilhões, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento dos empreendedores brasileiros.



Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 10 milhões de associados que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3 mil agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.

Site do Sicredi: Clique aqui  

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Pesquisadores defendem “tropicalização” da IA para evitar erros médicos no Brasil

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Algoritmos importados ignoram mutações locais, como variante com alta incidência no Sul; especialistas defendem “tropicalização” tecnológica que também revolucione o agro e as empresas

Cerca de 94% dos dados genômicos do mundo usados atualmente para treinar inteligências artificiais (IA) vêm de pessoas com ancestralidade europeia. Quando esses sistemas médicos importados são aplicados sem filtros na saúde pública do Brasil, eles falham em diagnosticar com precisão a população. O alerta crítico acendeu uma luz amarela sobre a urgência de “tropicalizar” o desenvolvimento tecnológico no país.

A discussão, trazida pela pesquisadora Ana Carolina Ricciardi, do Grupo Fleury / A.C. Camargo Cancer Center, ganha novos contornos ao citar um exemplo que afeta diretamente o Paraná: a Síndrome de Li-Fraumeni (doença genética rara e hereditária caracterizada pela alta predisposição ao câncer). Enquanto a condição é considerada rara no resto do planeta (afetando uma em cada cinco mil pessoas), ela atinge um em cada 472 recém-nascidos no Sul e Sudeste do Brasil devido a uma variante tipicamente brasileira.

Os algoritmos globais padrão não estão habituados a detectar esse risco local. “Precisamos de algoritmos que entendam o DNA brasileiro, sob o risco de automatizarmos a invisibilidade da nossa própria população”, destaca a pesquisadora, defendendo que o avanço científico precisa caminhar lado a lado com a responsabilidade ética e a soberania de dados nacionais.

Da ciência ao chão de fábrica

A necessidade de contextualizar a IA para a realidade local serve também como ponto de partida para outras frentes tecnológicas e científicas. Na saúde, esse refino já é possível por meio de correlações interdisciplinares: o cientista Alejandro C. Frery (Victoria University of Wellington, da Nova Zelândia), por exemplo, demonstrou que a mesma matemática utilizada por satélites para mapear florestas pode ser adaptada e refinada para detectar doenças humanas raras em exames médicos.

Essa mesma busca por soluções sob medida se estende ao ambiente corporativo e ao agronegócio por meio dos chamados “sistemas agênticos” — arquiteturas de IA em que múltiplos agentes autônomos executam processos complexos. Movimentos de gigantes da tecnologia, como NVIDIA e Rankdone, apontam que a nova onda da IA vai muito além dos robôs de conversa (chatbots) comuns. O mercado agora vem adotando agentes autônomos capazes de tomar decisões para otimizar o faturamento e gerenciar riscos locais. No Agronegócio e no Cooperativismo, essas ferramentas têm sido aplicadas para prever cenários de mercado e administrar cadeias logísticas complexas, como a produção de grãos e a piscicultura.

Para Leonardo Tampelini, mestre em Ciência da Computação e coordenador do curso de Tecnologia em Ciência de Dados e Bacharelado em Inteligência Artificial na Faculdade Donaduzzi, que integra o Biopark Educação, colocar em evidência tanto os desafios éticos da saúde quanto o impacto financeiro das empresas é o que dá sentido à inovação tecnológica. Ele avalia que o papel atual das instituições de tecnologia e dos ecossistemas de inovação é, fundamentalmente, eliminar a distância entre a bancada acadêmica e o empresário. “O que precisamos ver não é teoria abstrata, mas caminhos reais para gerar riqueza, poupar custos e salvar vidas por meio da tecnologia aplicada à nossa realidade”, defende Tampelini.