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Roadshow I Love Italian Wines apresenta, em setembro, cerca de 60 expositores e vinhos inéditos para o mercado brasileiro

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Roadshow I Love Italian Wines apresenta, em setembro, cerca de 60 expositores e vinhos inéditos para o mercado brasileiro

Inscrições para os eventos já estão abertas

Compradores de bares, hotéis, restaurantes, supermercados, empórios, distribuidoras e importadoras, interessados em conhecer ou revisitar o melhor da produção vinícola italiana, vão ter uma oportunidade única para isso em setembro, quando serão realizados os roadshows I Love Italian Wines.

Organizados pela ICE – Agência para a Promoção no Exterior e a Internacionalização das Empresas Italianas (ITA – Italian Trade Agency), que atua no exterior como Departamento para a Promoção de Intercâmbios da Embaixada da Itália, em parceria com as feiras Vinitaly e a Wine South America, os eventos vão passar por quatro capitais: Brasília, no dia 11 de setembro, Rio de Janeiro (14/9), São Paulo (16/9) e Curitiba (18/9).

A programação inclui degustações de vinhos, muitos dos quais ainda inéditos no Brasil, e masterclasses que serão conduzidas por profissionais reconhecidos no Brasil e no exterior por seu conhecimento e experiência nesse mercado. É o caso de Mário Márcio Lescano Júnior, Italian Wine Ambassador pela Vinitaly International Academy e Chief Academic Officer da International Sommelier Guild (Brasília); Marcelo Copello, um dos principais críticos e curadores de vinhos do País (Rio de Janeiro); Jorge Lucki, membro da Académie Internationale du Vin e colunista do jornal Valor Econômico e das revistas Valor Investe e Prazeres da Mesa (São Paulo); e Julio Kunz, sommelier, consultor internacional, palestrante e Italian Wine Ambassador pela Vinitaly International Academy (Curitiba).

Os profissionais interessados em participar do I Love Italian Wines precisam cadastrar-se previamente pelo site www.italianwines.com.br

As regiões produtoras presentes no ILIW

ILIW promete uma verdadeira viagem enológica por 16 das vinte regiões italianas. Serão cerca de 60 vinícolas do país europeu e importadoras brasileiras que apresentarão mais de 600 rótulos.

Uma dessas regiões é o Vêneto, um dos terroirs mais versáteis e influentes da Itália, reconhecido pelas uvas tintas Corvina, Corvinone e Rondinella — base do Amarone della Valpolicella e do Valpolicella —, com Merlot e Cabernet Sauvignon/Franc presentes principalmente no Bardolino e em diversos IGT regionais, além das brancas Glera (mínimo 85% no Prosecco DOC), Garganega (mínimo 70% no Soave DOC), Pinot Grigio e Sauvignon. O Vêneto abriga rótulos emblemáticos como Amarone, Prosecco, Bardolino e Soave. De lá participam do ILIW oito empresas, o maior grupo do evento.

Da Toscana chegam seis vinícolas. A região central é célebre por grandes tintos à base de Sangiovese e notáveis pela longa capacidade de evolução — Chianti (mínimo 70% no Chianti DOCG e 80% no Chianti Classico), Brunello di Montalcino (100% Sangiovese, com no mínimo 5 anos de envelhecimento) e Vino Nobile di Montepulciano (no mínimo 70% Sangiovese, chamado localmente de Prugnolo Gentile). Entre os brancos históricos, destaca-se o Vernaccia di San Gimignano, primeira DOCG italiana (1966), produzido a partir da casta Vernaccia (mínimo 85%). A região também cultiva o tradicional Trebbiano Toscano, branco predominante desde o século XVII e historicamente exigido no Chianti, e Vermentino como branca mediterrânea em expansão. As variedades internacionais Merlot, Cabernet Sauvignon e Cabernet Franc entraram na região no século XX e ganharam destaque principalmente nos chamados “Super Toscanos” (IGT Toscana), como Tignanello, Sassicaia e Ornellaia.

Com cinco participantes, a Emilia-Romagna combina os estilos frisantes e espumantes típicos da Emília com a tradição vitícola da Romagna. Tem no Lambrusco seu grande ícone regional — tinto leve, levemente efervescente, produzido a partir de um conjunto de castas aparentadas (Grasparossa, Sorbara, Salamino, Maestri e outras, com 8 DOCs próprias). Brancos relevantes incluem o Albana di Romagna DOCG (mínimo 95% Albana, primeira DOCG branca da Itália, em 1987), sobretudo do tipo passito doce (incluindo a categoria “Passito” e “Amabile”, o lendário “Albana Passito”) e o Pignoletto (Colli Bolognesi Pignoletto DOCG, mínimo 85% da casta localmente chamada Pignoletto — botanicamente próxima do Grechetto).

O Piemonte, terra do Barolo (100% Nebbiolo), estará presente com quatro vinícolas. A região assina uma gama que vai dos tintos de longa guarda — além do próprio Barolo, o Barbaresco (100% Nebbiolo), o Barbera d’Asti DOCG (≥ 90% Barbera) e o Dolcetto d’Alba DOC (100% Dolcetto) — aos brancos e espumantes marcantes do gênero, com destaque para o Gavi DOCG (100% Cortese), o Roero Arneis DOCG (100% Arneis) e os aromas de Moscato Bianco que dão origem ao Asti DOCG e ao Moscato d’Asti DOCG.

Também com quatro empresas participantes, Abruzzo apresenta o consagrado Montepulciano d’Abruzzo DOCG (da casta Montepulciano, distinta da Sangiovese toscana), complementado pela versão rosato do Cerasuolo d’Abruzzo DOC e pelo branco Trebbiano d’Abruzzo DOC.

Sinônimo dos grandes brancos italianos, que combinam limpidez aromática, textura e elegância em rótulos como o Friulano e a Malvasia Istriana, além de tintos de personalidade (Refosco) e doces raros como o Picolit, o Friuli-Venezia Giulia traz três vinícolas.

Outros três produtores chegam da Campânia, terroir de antiguidade e energia vulcânica. A uva Aglianico dá vida a tintos profundos e longevos (como o Taurasi, conhecido como o Barolo do Sul), enquanto uvas como Fiano, Greco e Falanghina geram brancos entre os mais nobres da Itália (Fiano di Avellino, Greco di Tufo e Falanghina).

Outro destaque do evento são as três vinícolas localizadas na Puglia, região que se destaca por tintos com notas de fruta madura, calor e intensidade. Entre as uvas tintas, destacam-se a Primitivo, a Negroamaro, a Malvasia Nera e a Susumaniello; entre as brancas, sobressaem a Trebbiano Giallo, a Bombino Bianco, a Verdeca e a Malvasia Bianca. Entre os vinhos mais icônicos da região estão o Primitivo di Manduria DOC, o Negroamaro e o Salice Salentino DOC.

Vales alpinos e encostas que dão origem a vinhos de refinamento técnico caracterizam a região do Trentino-Alto Ádige, que produz tintos intensos como o Teroldego Rotaliano DOC (100% Teroldego) e o Lagrein DOC, brancos tensos de Chardonnay, Pinot Grigio, Müller-Thurgau e Gewürztraminer, e a efervescência do Trento DOC. Para o evento virão duas vinícolas.

Sicília e Lombardia também mostrarão a produção de duas empresas, cada uma. A primeira é um mosaico mediterrâneo de solos e climas: brancos sápidos e aromáticos (Grillo, Catarratto, Inzolia) e tintos encorpados (Nero d’Avola), além do histórico Marsala DOC. A segunda combina a sofisticação do espumante e a tradição continental. Entre as uvas tintas, destacam-se a Croatina, a Pinot Nero, a Barbera e a Merlot; entre as brancas, sobressaem a Chardonnay, a Riesling Italico, a Pinot Grigio e a Trebbiano di Lugana. Entre os vinhos mais representativos da região estão o Franciacorta DOCG, Lugana DOC, Valtellina Superiore/Sforzato e Oltrepò Pavese.

As quatro outras regiões serão representadas por uma vinícola cada.

É o caso da Úmbria, com vinhos de expressão intensa, caso do Sagrantino di Montefalco DOCG (100% Sagrantino). Já o Grechetto e o Orvieto Bianco representam o lado gastronômico da região, marcado por frescor e tradição. Entre as uvas tintas, destacam-se a Sangiovese, a Merlot, a Sagrantino e a Cabernet Sauvignon; entre as brancas, sobressaem a Trebbiano Procanico.

A Sardenha conserva um patrimônio de castas e estilos muito próprios. Entre os vinhos mais representativos produzidos na Sardenha estão o Vernaccia di Oristano DOC, o Vermentino di Gallura DOCG (100% Vermentino) e o Cannonau di Sardegna DOC (Grenache local).

Tradicionalmente ligado aos brancos dos Castelli Romani, o Lazio combina vocação histórica e diversidade territorial e, entre os vinhos mais representativos da região, estão o Est!Est!Est! di Montefiascone DOC, o Cesanese del Piglio DOCG (≥ 85% Cesanese) e o Frascati DOCG (≥ 70% Malvasia/Bellone).

E, por fim, as Marche são uma terra de equilíbrio entre mar e colina, onde os brancos alcançam uma expressão particularmente refinada. Entre as uvas tintas cultivadas na região, destacam-se a Montepulciano, a Sangiovese, a Lacrima e a Merlot; entre as brancas, sobressaem a Verdicchio, a Biancame, a Passerina e a Pecorino. Entre os vinhos mais representativos figuram Verdicchio dei Castelli di Jesi DOC, o Verdicchio di Matelica DOCG, o Rosso Conero DOC (≥ 85% Montepulciano), o Lacrima di Morro d’Alba DOC e o Bianchello del Metauro DOC.

Além das vinícolas italianas, várias importadoras também vão marcar presença no I Love Italian Wines 2026: Aurora, Barrinhas, Casa Flora, Cecconello Vino, ItaliaMais, Italy Import, Domno do Brasil, Europa Distribuidora, Futura 2, Grand Cru Importadora, Italibras – Vinifera Import, Mondo Italy, Nine, OP Global, Parajú, Porto a Porto, Rosso & Rouge, Sicilianess e Tucano.

Crédito da foto: Gladstone Campos

Cardio para emagrecer: como usar o exercício de forma estratégica para perder peso

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O exercício cardiovascular é um dos recursos mais associados ao emagrecimento, mas aumentar o tempo na esteira ou treinar todos os dias não significa, necessariamente, perder mais gordura. Para Cacá Ferreira, gerente técnico da Cia Athletica, caminhada, corrida, bicicleta, remo e outras modalidades contribuem para aumentar o gasto energético, mas a redução de gordura corporal depende de uma estratégia mais ampla, que envolve regularidade no exercício, alimentação adequada, treinamento de força e recuperação. “Fazer 60 minutos de cardio todos os dias não é necessariamente melhor do que fazer 30 minutos bem planejados e combinados com musculação.”

Um dos erros mais comuns de quem busca emagrecer é acreditar que quanto mais intenso for o cardio, melhor será o resultado. Segundo Cacá, sessões leves, moderadas e de alta intensidade têm funções diferentes e podem ser combinadas ao longo da semana. Enquanto atividades moderadas permitem aumentar o gasto energético sem exigir uma recuperação tão longa, treinos como o HIIT precisam ser usados com mais critério. “Não existe uma intensidade ideal para todo mundo. A melhor estratégia é aquela adequada ao condicionamento e que a pessoa consegue manter com segurança e constância”, explica.

Outra recomendação é não transformar o cardio no único protagonista do processo de emagrecimento. A combinação com a musculação ajuda a preservar a massa muscular durante o processo de emagrecimento

“Cardio e treino de força não precisam competir. Eles cumprem funções diferentes e, quando bem planejados, são complementares”, afirma o gerente técnico da Cia Athletica. A alimentação equilibrada e a recuperação adequada também fazem parte dessa equação e ajudam a sustentar os resultados no longo prazo.

Para quem está começando, a orientação é aumentar o volume de exercícios gradualmente e evitar copiar rotinas prontas ou apostar em sessões exaustivas para acelerar a perda de peso. Idade, histórico de saúde, condicionamento, rotina e nível de condicionamento e experiência com exercício interferem diretamente na escolha do tipo e da quantidade de cardio. Por isso, a avaliação e o acompanhamento de um profissional de educação física são importantes para definir intensidade, frequência e modalidade. “O cardio funciona melhor quando tem propósito dentro do treino: não é simplesmente fazer mais, mas fazer a dose certa para cada pessoa”, conclui Cacá.

Com 53 medalhas, Paraná é destaque no Prêmio Queijo Brasil

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Resultado evidencia o impacto da pesquisa e da transferência de tecnologia na qualificação da produção artesanal de queijos no Oeste do Paraná

O ecossistema de inovação do Biopark e os produtores que fazem parte do Projeto de Queijos Finos conquistaram um resultado histórico na 9ª edição do Prêmio Queijo Brasil, uma das mais importantes premiações da gastronomia artesanal do país. Ao todo, a comitiva do Oeste do Paraná conquistou 53 medalhas com 75 produtos inscritos, consolidando a região entre os principais polos da produção de queijos artesanais do Brasil.

Os queijos Origem, Granatoo e Tomme Negro D’Oeste, desenvolvidos pelo Laboratório de Queijos Finos do Biopark, recebeam medalhas de ouro na competição, reafirmando a excelência das pesquisas conduzidas pelo ecossistema. Ao todo, 15 das 19 tecnologias desenvolvidas pelo Biopark inscritas no concurso foram premiadas. “Nas edições de 2024 e 2025 do evento, os queijos desenvolvidos no Biopark conquistaram 12 medalhas em cada ano e isso já demonstrava a qualidade e a consistência do trabalho realizado. Mas neste ano conseguimos superar essa marca e alcançar um novo recorde: o maior número conquistado pelo Biopark Educação em uma única edição da premiação”, destaca Carolina Trombini, gerente de PD&I do Biopark.

As queijarias participantes do Projeto de Queijos Finos, por sua vez, conquistaram 38 medalhas com produtos elaborados a partir de receitas criadas pelas próprias agroindústrias. O resultado evidencia a eficiência do modelo de transferência de tecnologia, que conecta pesquisa científica, assistência técnica e produção rural, estimulando a inovação, fortalecendo a identidade das marcas e agregando valor à cadeia leiteira regional.

“O trabalho começa muito antes da produção do queijo. Cada propriedade passa por um diagnóstico técnico, avaliação da qualidade do leite, orientação sobre a estrutura da queijaria e acompanhamento durante todo o processo de implementação da tecnologia, até que o produtor domine completamente a produção”, explica a pesquisadora Nayara Leontino Scherpinski, responsável pelo acompanhamento de campo do projeto no Biopark.

Além dos reconhecimentos obtidos pelos produtos elaborados a partir das tecnologias do Biopark, os produtores também se destacaram com queijos autorais e outros derivados lácteos, demonstrando a evolução técnica alcançada pelas agroindústrias participantes. Um dos destaques da premiação foi a Manteiga Ghee Santo Expedito, eleita o Melhor Produto Lácteo do Paraná.

Para o pesquisador do Biopark e mestre queijeiro Kennidy de Bortoli, o desempenho confirma a qualidade do trabalho desenvolvido ao longo dos últimos anos. “Eu não estou surpreso com esse resultado, porque conheço a capacidade desses produtores. Mas estou profundamente impressionado. Inscrever 75 produtos e conquistar 53 medalhas é um feito gigantesco. Este reconhecimento confirma que estamos no caminho certo e valoriza todo o cuidado que essas famílias têm com a qualidade do leite, dos queijos e de cada etapa da produção”, afirma.

Criado para apoiar pequenas e médias propriedades rurais do Paraná, o Projeto de Queijos Finos oferece consultoria técnica gratuita em todas as etapas da produção, desde a avaliação da qualidade do leite e o planejamento das queijarias até a transferência de tecnologias, acompanhamento da produção, desenvolvimento de embalagens e apoio à inserção no mercado.

Com as novas conquistas, o projeto fortalece a Rota dos Queijos Finos do Oeste do Paraná e amplia o valor agregado da produção leiteira regional. Além de impulsionar a qualidade dos produtos, a iniciativa contribui para o aumento da renda das famílias rurais, estimula o desenvolvimento de produtos autorais e consolida o Paraná como referência nacional na produção de queijos artesanais.

MEDALHAS DE QUEIJOS PROJETO DE QUEIJOS FINOS: 15

OURO

  1. Queijo Origem – Queijaria Flor da Terra
  2. Queijo Granatoo – Queijos Ludwig
  3. Queijo Tomme Negro D’Oeste – Produtos Elis

PRATA

  1. Queijo Deleite – Queijaria Flor da Terra
  2. Queijo Entardecer D’Oeste – Queijaria Flor da Terra
  3. Queijo  tipo Brie – Queijaria Flor da Terra
  4. Queijo tipo Cheddar Inglês – Queijos Ludwig
  5. Queijo  tipo Abondance – Produtos Elis
  6. Queijo Tomme Negro D’Oeste – Vila Belli
  7. Queijo tipo Bel Paese – Granja Santo Expedito
  8. Queijo Jack Joss – Sítio Della Pasqua
  9. Queijo Luar – Queijos Stein
  10. Queijo tipo Edam – Queijos Stein

BRONZE

  1. Queijo Nostra Terra – Queijaria Flor da Terra
  2. Queijo tipo Morbier Café – Queijaria Atani

MEDALHAS DE PRODUTOS LÁCTEOS AUTORAIS DOS PRODUTORES ASSOCIADOS AO QUEIJOS FINOS: 38

OURO

  1. Queijo Coalho com Ervas Finas – Queijaria Meu Propósito  
  2. Manteiga –  Queijaria Meu Propósito  
  3. Queijo Parmareal – Queijos Ludwig
  4. Manteiga Ghee Santo Expedito – Granja Santo Expedito
  5. Queijo Malte – Granja Santo Expedito
  6. Queijo Coalho – Sítio Della Pasqua
  7. Queijo José – Queijaria Meu Propósito

PRATA

  1. Queijo Mulato – Produtos Elis
  2. Queijo Coalho Com Alho – Queijaria Meu Propósito 
  3. Queijo Coalho Com Chimichurri – Queijaria Meu Propósito  
  4. Queijo Coalho Com Orégano – Queijaria Meu Propósito 
  5. Queijo Da Motta – Queijaria Meu Propósito 
  6. Queijo Colonial – Queijos Stein
  7. Queijo tipo Coalho – Queijos Stein
  8. Queijo Defumado – Granja Santo Expedito
  9. Manteiga Sem Sal – Granja Santo Expedito
  10.  Manteiga Temperada – Granja Santo Expedito
  11. Queijo Ouro Branco – Granja Santo Expedito
  12. Queijo com Ervas Finas – Granja Santo Expedito
  13. Queijo maturado com café – Granja Santo Expedito
  14. Queijo maturado Mito Brasileiro  – Granja Santo Expedito
  15. Queijo na Graspa – Granja Santo Expedito
  16. Queijo Pérola Negra de São Camilo – Granja Santo Expedito
  17. Doce de Leite  – Sitio Della Pasqua
  18. Doce de leite com Café – Sitio Della Pasqua
  19. Queijo Coalho Condimentado – Sítio Della Pasqua
  20. Queijo Donna Rossi – Atani 
  21. Queijo Lamour – Atani 

BRONZE

  1. Iogurte com Abacaxi – Produtos Elis
  2. Queijo Colonial – Vila Belli
  3. Doce de Leite – Queijaria Meu Propósito
  4. Manteiga com Sal – Queijaria Meu Propósito
  5. Queijo Bordô – Queijaria Meu Propósito
  6. Queijo Coalho Com Pimenta Calabresa – Queijaria Meu Propósito
  7. Queijo Colonial com Ervas Finas – Queijos Ludwig
  8. Doce De Leite Pastoso – Granja Santo Expedito
  9. Queijo Maturado Mito Do Brasil – Granja Santo Expedito
  10. Queijo Tipo Comté – Granja Santo Expedito

Arte na infância: por que o fazer manual ainda é essencial na era da inteligência artificial

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Especialistas destacam que, apesar dos avanços da tecnologia, a experiência sensorial e criativa da arte manual segue fundamental para o desenvolvimento infantil

Em um cenário cada vez mais marcado pela presença da tecnologia e da inteligência artificial no cotidiano, cresce o desafio de preservar experiências essenciais ao desenvolvimento infantil, entre elas, o fazer artístico com as próprias mãos. Mais do que uma atividade complementar, a arte manual segue sendo fundamental para que crianças explorem o mundo, desenvolvam a criatividade e construam sentido a partir de vivências concretas.

Quando se discute arte na infância, não se trata apenas de um produto final, mas de um processo potente de desenvolvimento. É por meio da arte que a criança, desde muito pequena, experimenta, testa ideias, se expressa e constrói sentidos sobre o mundo. No currículo da Educação Infantil, os campos de experiência são pensados para que cada criança se desenvolva de forma ativa, sendo protagonista do seu fazer no dia a dia.

Para a orientadora pedagógica da Educação Infantil e do 1º ano do Colégio Marista Santa Maria, em Curitiba, Ana Caroline Mikosz Parolin, todo o processo é essencial para as crianças. “Dentro do cotidiano escolar, os movimentos que acolhem o protagonismo infantil aparecem de forma muito viva e intensa: cada criança cria de um jeito, constrói suas primeiras percepções de mundo, mistura, imagina, experimenta, amplia seu repertório, pergunta e busca respostas sobre o que a cerca, criando relações consigo, com o outro e com o espaço. Conhece as tintas, os aromas, as diferentes formas de pintar, desenhar, riscar, cortar e criar com autonomia e criatividade”, explica.

Com as transformações da sociedade, o contato das crianças com a inteligência artificial tem aumentado. Nesse contexto, o cuidado com a dosagem desse artifício se torna importante, tanto no convívio familiar quanto no ambiente escolar. A orientadora destaca que não se pode ignorar os avanços tecnológicos, afinal, a inteligência artificial surge como uma parceira importante, ampliando repertórios, trazendo referências e inspirando novas possibilidades. “Mas há um ponto central: a inteligência artificial não vive o processo. Não sente, não experimenta, não constrói significado nem atribui sentido como as crianças fazem”, destaca.

No Colégio Marista Anjo da Guarda (PR), por exemplo, os estudantes trabalham a arte de forma intrínseca, em diferentes propostas, incluindo o reaproveitamento de materiais e o contato com objetos diversos, que, quando explorados, se transformam em arte desde cedo. Para a professora de marcenaria e atelierista da Ed. Infantil e 1⁰ ano, Roseclair Bittencourt Rodrigues, o contato físico com a arte traz benefícios mais significativos do que a experiência mediada apenas pela tecnologia, especialmente na infância.

“A gente sabe que, principalmente para criança, aquilo que passa pelo corpo é o que fica. Aquilo que permeia o toque é o que vai ficar na sua matriz, que vai ficar registrado na memória dessa criança. Usar, seja a tecnologia, ou as sucatas, a tinta, a cola, o papel, enfim, todos os outros materiais possíveis e imagináveis que às vezes surgem para a gente aqui, ou que a gente planeja e compra, mas que isso seja muito presente na vida deles aqui dentro da escola”, conta, Roseclair.

Mais do que escolher entre arte ou tecnologia, o papel da escola é garantir que ambas caminhem juntas de forma intencional, com a inteligência artificial ampliando possibilidades e a arte assegurando aquilo que é essencial: a experiência, o sentir, o criar e o protagonismo da criança em seu processo de desenvolvimento.

“Queremos sempre e o máximo possível fazer com que as crianças estejam com a mão na massa. Eu acredito que na vida adulta também é importante, quantas vezes a gente quer fazer um bolo, gosta de pôr a mão na massa, fazer um pão, ou às vezes a gente desenha e rabisca no papel enquanto está numa reunião? Porque o ser humano precisa disso. Então, a gente procura dentro da escola propiciar isso, as mais diferentes formas de expressão para as crianças, possibilidades de expressão para as crianças”, conclui Roseclair.

Sobre o Marista Brasil O Marista Brasil, uma rede de colégios e escolas presente em 21 estados brasileiros e no Distrito Federal, atendendo mais de 100 mil crianças, jovens e adultos em 97 unidades de ensino. Os estudantes recebem formação integral, composta pela tradição dos valores Maristas e pela excelência acadêmica alinhada aos desafios contemporâneos. Por meio de propostas pedagógicas diferenciadas, crianças e jovens desenvolvem conhecimento, pensamento crítico, autonomia e se tornam mais preparados para viver em uma sociedade em constante transformação. Saiba mais em: maristabrasil.org

Promessas de campanha não podem sobreviver à falta de coerência

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Por Jonsue Trapp Martins

Estamos novamente diante de uma eleição para o Governo do Paraná. E, como acontece a cada quatro anos, começam as promessas, os compromissos e os discursos sobre aquilo que cada candidato pretende fazer caso chegue ao Palácio Iguaçu.

Mas existe uma pergunta que o eleitor precisa fazer antes de acreditar em qualquer discurso: há coerência entre aquilo que o candidato diz hoje e aquilo que defendeu ou fez ontem?

Não se trata de escolher um candidato. Trata-se de cobrar de todos o mesmo critério. No debate sobre a Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar), essa questão fica particularmente evidente.

Em sabatina recente, Sandro Alex afirmou que o Paraná precisa garantir a soberania sobre seus dados e defendeu que “o data center tem que ser soberano” e que as informações precisam estar “dentro da soberania nacional”.

A declaração merece ser levada a sério. Mas também merece uma pergunta elementar: o Paraná já não possui uma estrutura própria de data center dentro da Celepar?

A companhia construiu, ao longo de décadas, infraestrutura tecnológica para sustentar sistemas e serviços estratégicos do Estado. Se soberania digital é necessária — e acredito que seja —, não seria mais lógico discutir como fortalecer essa estrutura do que admitir a possibilidade de privatizar a empresa que a abriga?

A questão ganha ainda mais importância porque, na mesma sabatina, Sandro Alex defendeu as privatizações da Copel e da Celepar e afirmou que a modernização não é responsabilidade exclusiva do Estado.

É aí que começa o teste de coerência.

Se precisamos de soberania sobre os dados, quem controlará essa infraestrutura depois de uma eventual privatização? Quem terá acesso às informações? Quais serão as garantias? E qual será o custo para o cidadão?  Não basta dizer “data center soberano”. É preciso explicar quem será o dono, quem administrará e como o Estado manterá sua capacidade de controle.

O que aprendemos com as privatizações?

A defesa da privatização costuma vir acompanhada de três argumentos: eficiência, redução de custos e melhoria dos serviços.

Mas a experiência internacional mostra que privatizar não é sinônimo automático de eficiência. Levantamento do Transnational Institute identificou mais de 1.400 processos de retomada de serviços públicos, em mais de 2.400 cidades de 58 países. Entre os motivos aparecem problemas de qualidade, custos, transparência e perda de controle público.

Isso não significa que toda privatização dê errado. Seria intelectualmente desonesto afirmar isso.

A pergunta correta é outra: qual é a evidência de que determinada privatização produzirá um serviço melhor?

O Paraná deveria fazer essa pergunta antes de avançar sobre novos ativos estratégicos.

A Copel, por exemplo, deixou de ser controlada pelo Estado em 2023. A defesa do processo foi construída em torno de modernização, eficiência e capacidade de investimento.  Mas o cidadão pode perguntar: o que mudou na prática?

Uma empresa de serviço essencial não deve ser avaliada apenas pelo valor das ações ou pelos resultados financeiros. É preciso considerar qualidade do atendimento, continuidade do serviço, investimentos, tarifas e capacidade de resposta ao consumidor.

Também é preciso separar os fatos. A Copel continua apresentando indicadores positivos em determinadas áreas, inclusive tendo recebido, em 2026, pela sexta vez, reconhecimento da Aneel para sua ouvidoria. Portanto, não cabe construir uma narrativa baseada apenas em experiências negativas de consumidores.

Mas justamente por isso precisamos exigir mais dos candidatos: indicadores, metas e resultados concretos.

A experiência da Copel Telecom deixa uma questão política importante: quando o Estado vende uma infraestrutura estratégica, perde também o controle direto sobre o futuro daquele ativo. A antiga empresa pública pode mudar de mãos, de estratégia, de nome e de estrutura.

Por isso, a pergunta não deveria ser apenas quanto o Estado recebe no dia da venda. É preciso perguntar: quanto vale para o Paraná manter o controle de uma infraestrutura estratégica durante as próximas décadas?

Sérgio Moro apresenta outra abordagem. Em declarações sobre a Celepar, defende um “choque de eficiência e gestão”, mas também critica a forma como o processo de privatização foi conduzido e questiona a própria legislação aprovada para viabilizá-lo.

Se o problema é gestão, quais mudanças seriam feitas? Se o problema é o modelo jurídico, qual seria a alternativa? E, principalmente, qual seria o destino da Celepar sob um eventual governo Moro?

Requião Filho apresenta uma posição diferente. O candidato critica as privatizações promovidas pelo governo Ratinho Junior e defende a reversão de processos como o da Copel.

Também aqui é preciso cobrar mais do que uma declaração de campanha.

Como seria feita essa reversão? Quanto custaria? Quais contratos precisariam ser revistos? Quais seriam os efeitos jurídicos e financeiros?  Prometer privatizar é fácil. Prometer reestatizar também. Explicar como fazer é muito mais difícil.

E as promessas de Ratinho Junior?

Antes de acreditar nas novas promessas, devemos olhar para as anteriores.

Levantamento do projeto Promessas dos Políticos, do G1, divulgado em julho de 2026, apontou que Ratinho Junior cumpriu integralmente 17 das 26 promessas monitoradas de sua campanha de 2022 — 65% do total. Cinco permaneciam sem conclusão e quatro tinham cumprimento parcial.  O balanço, portanto, não permite dizer que “tudo foi cumprido”, mas também não sustenta a afirmação de que “nada foi feito”.

Há entregas, há compromissos parcialmente realizados e há promessas pendentes. Esse deveria ser o padrão de cobrança para todos os candidatos.

Antes de ouvir uma nova promessa, o eleitor deveria abrir a anterior.  Porque governar não é apenas anunciar boas notícias. É tomar decisões, assumir consequências e prestar contas.

A Celepar é maior do que uma disputa eleitoral Como dirigente sindical dos trabalhadores de tecnologia, não posso olhar para a Celepar apenas como uma empresa.  Ali estão profissionais especializados, conhecimento acumulado, sistemas críticos, infraestrutura, bancos de dados e décadas de experiência em tecnologia pública.

O debate não pode ser reduzido à velha discussão entre “Estado grande” e “Estado pequeno”. Estamos falando de Estado capaz. Um Estado que consiga proteger seus dados, desenvolver tecnologia, fiscalizar contratos e não ficar completamente dependente de empresas privadas para executar funções essenciais.

Se um candidato defende um data center soberano, precisamos perguntar por que não começa fortalecendo o data center que o Paraná já possui.  Se outro defende um choque de gestão, precisamos saber qual gestão pretende implementar.  Se outro promete reverter privatizações, precisamos saber como fará isso e quanto custará.

E se alguém defender a continuidade do modelo atual, deve apresentar os resultados e assumir também aquilo que não foi entregue.

Essa é a verdadeira coerência.

Não precisamos avaliar candidatos apenas pelo discurso. Precisamos confrontar o discurso com a história, a promessa com o orçamento e a declaração com aquilo que já foi feito.   No caso da tecnologia pública, há uma responsabilidade ainda maior. Dados não são uma mercadoria comum. São informações de cidadãos, empresas, servidores, pacientes, estudantes e instituições públicas.

Quando falamos em Celepar, falamos também de soberania digital E soberania não se promete em uma sabatina.  Soberania se constrói, se protege e, principalmente, se preserva.

Jonsue Trapp Martins
Diretor do Sindicato dos Empregados em Informática e Tecnologia da Informação do Paraná (SINDPD-PR)

Biotecnologia fortalece genética da pecuária brasileira e amplia a produção de alimentos

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País se consolida entre os líderes na produção de embriões bovinos in vitro e amplia o uso da genética para aumentar a eficiência da pecuária e a produção de alimentos

A combinação entre biotecnologias reprodutivas e genética molecular está transformando a pecuária brasileira. Em 2024, o país produziu 493.989 embriões bovinos in vitro, alcançando a segunda posição no ranking mundial, segundo relatório publicado em 2025 pela International Embryo Technology Society (IETS). O resultado reforça o protagonismo brasileiro na adoção de tecnologias voltadas ao aprimoramento genético dos rebanhos e ao aumento da eficiência produtiva.

Os impactos vão além das propriedades rurais. Diante do crescimento da demanda global por proteína animal, a inovação genética permite ampliar a produção utilizando melhor os recursos disponíveis. Animais mais produtivos e resistentes a doenças reduzem perdas, melhoram a eficiência dos sistemas de produção e contribuem para fortalecer a segurança no abastecimento de alimentos.

Segundo Tatiani Janegitz, gerente de Desenvolvimento de Mercado – Agronegócio da Loccus, empresa brasileira especializada em soluções para diagnóstico molecular, a genética de precisão representa um avanço significativo para a bovinocultura, permitindo selecionar embriões com maior mérito genético e otimizar os resultados dos programas de melhoramento animal.

“Rebanhos geneticamente superiores apresentam melhor desempenho, maior eficiência alimentar, melhor qualidade da carne e do leite e maior resistência a doenças. Isso reduz perdas, otimiza o uso dos recursos naturais e permite que o pecurista obtenha melhores resultados sem necessariamente expandir a área de produção.”

Marcadores moleculares tornam a seleção genética mais precisa

Entre as tecnologias que vêm ganhando espaço estão os marcadores moleculares, capazes de identificar características diretamente no DNA dos animais ainda nas fases iniciais do desenvolvimento. A análise permite selecionar indivíduos com maior potencial produtivo e reprodutivo antes mesmo da manifestação dessas características, tornando os programas de melhoramento genético mais rápidos, precisos e previsíveis.

“Os marcadores moleculares representam um avanço importante porque revelam características que dificilmente seriam identificadas apenas pela avaliação fenotípica. Com isso, a seleção se torna mais segura, reduz incertezas e acelera os ganhos genéticos ao longo das gerações.”

Além de acelerar o progresso genético, a tecnologia permite direcionar com mais precisão os investimentos nas propriedades. A identificação precoce de animais com maior potencial para fertilidade, ganho de peso, produção de leite, qualidade de carcaça e resistência a enfermidades reduz riscos, aumenta a eficiência dos programas de reprodução e melhora a previsibilidade dos resultados.

Produção in vitro e genética molecular ampliam ganhos na pecuária

Outro avanço importante é a produção in vitro de embriões (FIV), que amplia significativamente a multiplicação de animais geneticamente superiores em comparação aos métodos convencionais de reprodução. Associada aos marcadores moleculares, a técnica reúne velocidade e precisão, permitindo selecionar os melhores embriões antes da transferência para receptoras.

“Enquanto a produção in vitro acelera a multiplicação de animais superiores, a genética molecular torna a seleção mais precisa. A combinação dessas tecnologias permite avanços consistentes em produtividade, sustentabilidade e rentabilidade para toda a cadeia pecuária.”

Além dos benefícios dentro das propriedades, a evolução da genética bovina fortalece um segmento estratégico da economia. O desenvolvimento de novas soluções impulsiona empresas de biotecnologia, laboratórios, universidades, centros de pesquisa, centrais de genética e profissionais especializados, ampliando os investimentos em inovação e agregando valor a uma das principais cadeias do agronegócio brasileiro.

Sobre a Loccus

A Loccus é uma empresa brasileira especializada no desenvolvimento de soluções para biologia molecular, diagnóstico e automação laboratorial. Com foco em inovação científica e tecnológica, fornece equipamentos, reagentes, kits e sistemas automatizados para laboratórios, hospitais, universidades, centros de pesquisa e indústrias em todo o país. A companhia desenvolve soluções voltadas ao diagnóstico molecular, genômica, biotecnologia e extração automatizada de DNA e RNA, contribuindo para ampliar a precisão, a segurança e a agilidade dos processos laboratoriais, além de apoiar iniciativas que fortalecem o acesso ao diagnóstico no Brasil.

Senior amplia receita recorrente em 24,8% no 2T26 e acelera estratégia de crescimento com IA e expansão do ecossistema

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Receita recorrente representou 82% da receita bruta da companhia e o ARR superou R$ 1,3 bilhão, em trimestre marcado por avanços em soluções AI-Based e aquisições

A Senior Sistemas, especializada em software para gestão, manteve taxa de crescimento superior a 20% no 2º trimestre de 2026, impulsionada pela expansão da receita recorrente, movimentos de M&A e ampliação do portfólio de soluções. Entre abril e junho, a companhia registrou receita recorrente de R$ 322,6 milhões, crescimento de 24,8% em relação ao mesmo período do ano passado, elevando a participação da receita recorrente para 82% da receita operacional bruta (ROB).

No 2º trimestre do ano (2T26), a receita líquida alcançou R$ 354,9 milhões, alta de 23,3%, enquanto o EBITDA somou R$ 102,4 milhões (+18,9%), com margem EBITDA de 28,8%. No período, o lucro líquido atingiu R$ 75,4 milhões, alta de 14% no comparativo com o mesmo período do ano anterior. A Receita Recorrente Anualizada (ARR) superou R$ 1,3 bilhão, demonstrando a solidez do modelo de negócios da companhia.

Os resultados financeiros também reforçam a trajetória consistente de crescimento da infraestrutura da Senior em nuvem. A receita cloud alcançou R$ 188,9 milhões no trimestre, alta de 25,8% em relação ao segundo trimestre de 2025, passando a representar 58,6% da receita recorrente. Já a geração de caixa operacional somou R$ 114,3 milhões, equivalente a 107,6% do EBITDA. O dado mostra a capacidade da Senior de financiar seu crescimento mantendo elevados níveis de rentabilidade e geração de caixa.

Carlênio Castelo Branco, CEO da Senior, destaca que o 2T26 representou um importante marco na execução da estratégia de crescimento da companhia. “Avançamos simultaneamente em iniciativas que fortalecem três vetores da nossa tese: a expansão do ecossistema de soluções, a evolução da plataforma de Inteligência Artificial e o fortalecimento da capacidade de distribuição e do relacionamento com o mercado. Essa combinação amplia nosso potencial de geração de valor de longo prazo, reforçando um modelo de negócios baseado em receitas recorrentes, inovação contínua e alocação disciplinada de capital”, afirma.

Inteligência Artificial como vetor de crescimento

A inteligência artificial faz parte da estratégia da Senior há mais de uma década. Desde a evolução de sua arquitetura tecnológica para microsserviços, em 2015, a companhia vem incorporando continuamente recursos de IA às suas soluções, construindo uma plataforma preparada para transformar essa tecnologia em ganhos de produtividade, automação e apoio à tomada de decisão.

Quando a IA generativa ganhou escala, a Senior já contava com uma base tecnológica consolidada, conhecimento acumulado e aplicações em produção. Esse histórico permitiu acelerar a SARA (Senior Agent Recommendation & Analysis), ecossistema que reúne mais de 50 agentes inteligentes aplicados à gestão empresarial. Além disso, no último trimestre, a companhia anunciou o Sara Studio, ambiente que permite que clientes criem, personalizem e orquestrem seus próprios agentes de IA, ampliando o ecossistema de agentes disponíveis na plataforma e acelerando a adoção da inteligência artificial em processos de negócio.

Essa evolução AI-based culminou em outra grande novidade, anunciada já no início do 3T26, com o lançamento do primeiro ERP da América Latina operável diretamente por grandes modelos de linguagem (LLMs), como ChatGPT e Claude. Baseada em Model Context Protocol (MCP), a arquitetura conecta os modelos generativos ao ERP de forma estruturada e segura, permitindo que usuários consultem informações, analisem cenários e executem tarefas por meio de linguagem natural, enquanto o sistema mantém o controle sobre permissões, regras de negócio, alçadas de aprovação e demais mecanismos de governança.

Segundo a companhia, a nova arquitetura representa uma mudança na forma como empresas interagem com sistemas de gestão. “Em vez de utilizar a inteligência artificial apenas como assistente, o ERP passa a fornecer o contexto operacional necessário para que os modelos compreendam dados, processos e regras de negócio antes de recomendar ou executar ações. A iniciativa amplia o potencial de automação e personalização dos sistemas empresariais, mantendo o ERP como a principal fonte de contexto das operações”, aponta Carlênio Castelo Branco.

A estratégia também avança nas soluções do Senior HCM. Atualmente, cerca de 40% dos agentes de IA desenvolvidos pela Senior estão voltados a essa vertical, apoiando processos como recrutamento, admissão, remuneração, desenvolvimento, gestão de jornadas e autoatendimento de colaboradores. A mesma arquitetura baseada em MCP também já conecta grandes modelos de linguagem às principais soluções para gestão de pessoas da companhia. Com isso, a Senior amplia o uso da inteligência artificial em diferentes linhas de produtos, reforçando a estratégia de tornar a IA um componente nativo do portfólio. 

Expansão do ecossistema via M&A

Outro destaque do trimestre foi a estratégia de expansão por meio de aquisições, com dois movimentos relevantes voltados à ampliação do ecossistema de soluções da companhia. O principal deles foi a aquisição de 100% da Salú HRtech por R$ 318,7 milhões, maior investimento em M&A já anunciado pela Senior. A operação incorpora soluções de saúde ocupacional, exames clínicos, gestão de riscos ocupacionais e programas legais ao Senior HCM, plataforma integrada que contempla toda a jornada do colaborador.

Segundo a companhia, além da complementaridade de soluções, a transação cria oportunidades de cross-sell e upsell, amplia o mercado endereçável da Senior e reforça sua atuação em um segmento com elevado potencial de crescimento, impulsionado também pelas mudanças regulatórias relacionadas à NR-1.

A aquisição já foi aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e permanece sujeita ao cumprimento das condições precedentes para o fechamento. Com a conclusão da operação, a Senior incorporará uma base de mais de 800 empresas e 460 mil vidas atendidas pela Salú, incluindo clientes como Nubank, XP, QuintoAndar, GPA, C6 Bank, Afya e Ipiranga. No último exercício, a HRtech registrou receita líquida de R$ 76,8 milhões, ARR de R$ 97,2 milhões e margem EBITDA ajustada de 20,2%.

A companhia também concluiu a aquisição da Forbiz Business Software, que operava como canal de distribuição da Senior no Paraná, em uma negociação de R$ 62,1 milhões. O movimento fortalece o modelo híbrido de distribuição da empresa, que combina operações diretas e indiretas, amplia a proximidade com os clientes e reforça sua capacidade de crescer em um mercado no qual já possui forte presença.

Fortalecimento da marca e aproximação com o mercado

Os planos de crescimento da Senior também foram reforçados por iniciativas voltadas ao fortalecimento da marca e do relacionamento com clientes, parceiros e mercado de capitais. Durante o trimestre, a companhia realizou a segunda edição do Senior Experience, evento executivo que reuniu mais de 2.500 participantes em São Paulo (SP).

Realizado em 21 de maio, o encontro apresentou novidades para setores estratégicos como Indústria, Agronegócio, Logística e Construção Civil. Ao longo da programação, mais de 30 expositores participaram da feira de negócios e cerca de 70 palestrantes compartilharam tendências e cases sobre tecnologia, gestão e transformação digital.

O evento também sediou o primeiro Investor Day da Senior, encontro exclusivo que reuniu analistas e investidores nacionais e internacionais. Na ocasião, os administradores da Senior apresentaram ao mercado a estratégia que sustentará o próximo ciclo de crescimento da companhia.

“Esses movimentos reforçam nossa confiança na execução da estratégia construída ao longo dos últimos anos e renovam nosso compromisso de ampliar a liderança da Senior em software para gestão empresarial na América Latina. Continuaremos investindo em inovação, crescimento sustentável e fortalecimento do nosso ecossistema, sempre com foco na geração consistente de valor para clientes, parceiros e acionistas”, conclui Carlênio Castelo Branco, CEO da Senior.

Exposição imersiva Van Gogh & Impressionistas chega pela primeira vez a Ponta Grossa em setembro

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 Shopping Plaza Campos Gerais vai receber a experiência que já vendeu mais de 1 milhão de ingressos no Brasil

Sucesso nacional, a exposição Van Gogh & Impressionistas chega a Ponta Grossa no dia 25 de setembro. O espetáculo utiliza efeitos e movimentos de videografismo em obras consagradas do pintor, levando arte, tecnologia e emoção com projeções 360º de alta definição e outras instalações.

A experiência traz ao público de Ponta Grossa e região uma viagem pelo universo do artista holandês, com direito a célebres obras como Autorretratos, A Noite Estrelada, Quarto em Arles, Girassóis, Amendoeira em Flor, entre outras. Como bônus, a exposição oferece ainda uma incursão na obra de quatro artistas impressionistas e pós-impressionistas: Monet, Renoir, Gauguin e Cézanne.

A atração conta com labirinto instagramável, instalações artísticas que retratam curiosidades sobre a vida dos artistas e loja de souvenirs, além do grandioso atelier imersivo com projeções de alta definição 360º em paredões, piso e cubo.

“A inauguração do Centro de Convenções, com a exposição imersiva Van Gogh & Impressionistas, representa a consolidação do Shopping Plaza Campos Gerais como um hub de experiências que vai muito além do varejo. Com o novo espaço, queremos posicionar Ponta Grossa na rota nacional do turismo de grandes eventos e exibições. O público pode esperar uma experiência sensorial inesquecível dentro do Plaza”, destaca o diretor de Inovação e Merchandising do Grupo Tacla Shopping, Gustavo Tacla.”

Sucesso de público por onde passa, a exposição já ultrapassou a marca de 1 milhão de ingressos vendidos no Brasil. Na primeira temporada paranaense, em Curitiba, a mostra recebeu mais de 130 mil visitantes, edição que é citada pelos organizadores como uma das mais disputadas até hoje. Agora, o evento chega a Ponta Grossa, trazendo à cidade uma experiência que combina arte e tecnologia em um complexo de grandes proporções. 

Por meio de um sistema de superprocessamento e múltiplos projetores, as obras ganham novas leituras, projetadas em movimento e acompanhadas por efeitos visuais produzidos com recursos de videografismo de última geração. Além disso, conta com trilha sonora especial, baseada em grandes clássicos da música universal, que estimula o envolvimento e a emoção do público. 

Na tendência das grandes exposições imersivas que conquistaram o mundo nos últimos anos — como as do Atelier des Lumières, em Paris, e do Museu de Arte Digital de Tóquio —, Van Gogh & Impressionistas transporta o visitante para dentro das telas, oferecendo a experiência única de caminhar entre cores vibrantes e pinceladas marcantes. Um espaço pensado tanto para a contemplação quanto para o registro de fotos e vídeos memoráveis.

O evento  fica na cidade em curta temporada e os ingressos estarão disponíveis para venda online no site oficial do evento e, em breve, também na bilheteria presencial do Shopping Plaza Campos Gerais.

“Trazer Van Gogh & Impressionistas para Ponta Grossa significa abraçar toda essa região forte e pujante liderada pela cidade. Por isso, estamos preparando algo especial e grandioso”, diz o diretor geral da atração, Davi Telles.

Van Gogh & Impressionistas também se destaca nacionalmente pela ampla visitação de escolas. Milhares de estudantes já vivenciaram a exposição imersiva em grupos escolares, participando de uma experiência que une arte, conhecimento, emoção e tecnologia.

Para mais informações sobre pacotes especiais e agendamento de sessões exclusivas para escolas, as instituições interessadas podem entrar em contato pelo e-mail escolas@lightland.com.br.

SERVIÇO

Exposição imersiva Van Gogh & Impressionistas estreia dia 28 de agosto no Shopping Plaza Campos Gerais, em Ponta Grossa (PR)

Data: a partir de 25 de setembro de 2026, em curta temporada

Dias de funcionamento: diariamente, exceto segunda-feira

Horário:

Terça a sábado: das 10h às 22h (último horário de entrada às 21h)

Domingos e feriados: das 11h às 22h (último horário de entrada às 21h)

Local: Av. Visc. de Taunay, 2023 – Ronda, Ponta Grossa – PR, 84051-065 

Ingressos:

Terça a sexta – diurno: R$ 70 inteira / R$ 35 meia-entrada

Terça a sexta – noturno: R$ 80 inteira / R$ 40 meia-entrada

Finais de semana e feriados: R$ 95 inteira / R$ 47,50 meia-entrada

Meia-entrada:

Para os segmentos previstos em lei, mediante apresentação de comprovação na entrada: estudantes; jovens com idade entre 15 e 29 anos que possuam Carteira de Identidade Jovem; professores das redes pública e privada; pessoa com deficiência e seu acompanhante, se necessário; pessoa com 60 anos ou mais; profissionais de Educação Física regularmente registrados no Conselho Regional da categoria ou outras hipóteses previstas em legislação local.

Gratuito para crianças até 4 anos.

Pacote para grupos escolares:

Consulte preços especiais pelo e-mail escolas@lightland.com.br

Natura lança Ilía Jardim Secreto, nova linha inspirada na exuberância de um jardim florido

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Natura lança Ilía Jardim Secreto, nova linha inspirada na exuberância de um jardim florido

Com a proposta de ser um convite para se reinventar e florescer, o lançamento une notas cítricas e adocicadas a ativos como a priprioca e o ishpink em um perfil olfativo nada óbvio

Natura amplia a linha Ilía com o lançamento de Ilía Jardim Secreto, novidade composta pela fragrância feminina e pelo Desodorante Hidratante Corporal Perfumado Ilía Jardim Secreto, que complementa a experiência olfativa da linha. Inspirada na exuberância de um jardim florido, a linha traduz a sensação de descobrir um espaço repleto de cores, contrastes e surpresas, convidando as mulheres a florescerem e se reinventarem.

Reconhecida por criar fragrâncias florais que fogem do óbvio, a linha Ilía nasce do desejo de incentivar novas descobertas e celebrar a autenticidade feminina. Em Ilía Jardim Secreto, esse conceito ganha vida por meio de uma composição que equilibra delicadeza e intensidade, revelando diferentes facetas da feminilidade em uma criação contemporânea e marcante.

A novidade traz uma assinatura floral única, que abre com a vibração do frescor cítrico da mandarina, o toque suculento da pera e o azedinho da pitanga. No coração, um buquê de flores coloridas destaca a cremosidade inebriante da gardênia, o frescor de orvalho da peônia e a opulência do jasmim. A criação é finalizada com a raiz perfumada da priprioca e o calor especiado do ishpink, ingredientes da biodiversidade amazônica que garantem sensualidade e sofisticação ao perfil olfativo.

Para oferecer uma perfumação prolongada e cuidado com a cútis, o lançamento ainda conta com o Desodorante Hidratante Corporal Perfumado Ilía Jardim Secreto, que hidrata a pele enquanto perfuma delicadamente, prolongando a assinatura olfativa da linha e proporcionando uma experiência completa de perfumação e cuidado.

“Com Ilía Jardim Secreto, buscamos traduzir em fragrância a sensação de descobrir um jardim exuberante, onde cada nota revela uma nova surpresa. A combinação entre flores marcantes, frutas vibrantes e ingredientes da biodiversidade amazônica reforça a proposta da linha Ilía de criar florais sofisticados, contemporâneos e nada óbvios, convidando cada mulher a florescer e se reinventar”, afirma, Fernanda Lopes, diretora global de perfumaria da Natura.

Ilía Jardim Secreto reforça o posicionamento de Ilía como uma linha que convida mulheres a explorarem novas possibilidades e expressarem sua autenticidade por meio da perfumaria. Inspirada no movimento de sair do conhecido e abrir espaço para novas descobertas, a marca traduz em cada criação um floral surpreendente, sofisticado e cheio de personalidade. Os produtos podem ser encontrados nas lojas físicas, no e-commerce da Natura (www.natura.com.br) ou com alguma Consultora de Beleza Natura mais próxima.

Confira os produtos

Deo Parfum Ilía Jardim Secreto (50 ml) – R$ 199,00
Inspirado na exuberância de um jardim florido, o novo Deo Parfum Ilía Jardim Secreto traduz em fragrância a beleza de flores coloridas, frutas vibrantes e ingredientes da biodiversidade amazônica. A criação combina a cremosidade da gardênia, o frescor da peônia e a opulência do jasmim-manga com a luminosidade da mandarina, o toque da pitanga e a sensualidade da priprioca e do Ishpink, resultando em um floral sofisticado que foge do óbvio.

Desodorante Hidratante Corporal Perfumado Ilía Jardim Secreto (200 g) – R$ 134,00
Com a mesma assinatura olfativa do Deo Parfum, o Desodorante Hidratante Corporal Perfumado Ilía Jardim Secreto complementa a rotina de perfumação ao hidratar a pele e prolongar a experiência da fragrância ao longo do dia. Inspirado na exuberância de um jardim florido, combina notas florais, frutadas e ingredientes da biodiversidade amazônica em um cuidado que une perfumação e hidratação.

JBS tem mais de 200 vagas de emprego abertas no Paraná

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JBS tem mais de 200 vagas de emprego abertas no Paraná

Oportunidades abrangem diferentes funções na indústria de alimentos; maioria das vagas não exige experiência prévia

A JBS, uma das maiores empresas de alimentos do mundo, está com mais de 200 vagas de emprego abertas no Paraná para atuação nas unidades da Seara em Rolândia, Santo Inácio, Santa Fé e Jaguapitã. As oportunidades contemplam diversas funções na produção de alimentos, com contratação imediata, e incluem pessoas com deficiência. A maioria não exige experiência prévia.

Confira as oportunidades por unidade

Rolândia

Na cidade, estão abertas 67 vagas para diferentes funções: 50 para Operador de Produção I e II, três para Técnico em Eletromecânica, quatro para Auxiliar de Cozinha, duas para Almoxarife, quatro para Auxiliar de Serviços Gerais, três para Ajudante de Armazém e uma para Operador de Caldeira.

As oportunidades estão disponíveis para os três turnos de trabalho e distribuídas entre diferentes áreas do complexo industrial. Para se candidatar, os interessados devem comparecer à unidade, munidos de documentos pessoais. A unidade está localizada na BR-369, km 47, saída para Arapongas. As entrevistas são realizadas de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h, presencialmente ou online. Para mais informações, entre em contato pelo WhatsApp: (43) 99181-1361.

Santo Inácio

Na unidade, estão abertas mais de 100 vagas, sendo 80 oportunidades para Operador de Produção, 20 para Montagem de Kits, uma para Ajudante de Cozinha e uma para Cozinheira. Os interessados devem comparecer à unidade, munidos de documentos. As entrevistas são realizadas de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h, presencialmente ou online. A unidade fica localizada na PR-463, km 71, sem número, entre os municípios de Colorado e Santo Inácio. Para mais informações, entre em contato pelo WhatsApp: (44) 99154-0184.

Santa Fé

Na fábrica da Seara na cidade, estão abertas 21 vagas, sendo 20 para Operador de Produção e uma para Operador de Lavanderia. Os interessados podem comparecer à unidade, localizada na Rodovia PR-317, km 48,7, Zona Rural, em Santa Fé. As entrevistas são realizadas de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h, presencialmente ou online. Os currículos também podem ser encaminhados pelo WhatsApp: (44) 99102-4503.

Jaguapitã

Na unidade, estão abertas 20 vagas, sendo 16 para Operador de Produção I, nos 1º e 2º turnos, e quatro para Operador de Plataforma, no 2º turno. Os interessados podem entrar em contato pelo WhatsApp: (43) 99188-8977 ou comparecer pessoalmente à unidade, localizada na Rodovia PR-340, km 2,5, nº 143-A. O atendimento aos candidatos é realizado, de terça a sexta-feira, das 15h às 17h.

Para participar do processo seletivo em todas as unidades, é necessário ter idade mínima de 18 anos e apresentar documentos pessoais (RG, CPF e comprovante de residência). As oportunidades são oferecidas sob o regime de contratação CLT, com benefícios previstos pela categoria. Mais informações sobre oportunidades de emprego estão disponíveis no site da JBS: jbs.com.br/carreiras

Sobre a JBS no PR

A JBS possui operação em 11 cidades do Paraná, entre fábricas e centros de distribuição das unidades de negócios, conta com mais de 14 mil colaboradores em todo o Estado e mais de 2.500 produtores rurais integrados. No Brasil, a JBS é uma das maiores empregadoras do país, com 158 mil colaboradores. No mundo todo, a JBS oferece um amplo portfólio de marcas reconhecidas pela excelência e inovação: Friboi, Seara, Swift, Pilgrim’s Pride, Moy Park, Primo, Just Bare, entre muitas outras, que chegam todos os dias às mesas de consumidores em 190 países. A empresa investe em negócios correlacionados, como couros, biodiesel, colágeno, higiene pessoal e limpeza, envoltórios naturais, soluções em gestão de resíduos sólidos, reciclagem e transportes, com foco na economia circular.