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UTFPR se consolida entre as líderes brasileiras em dupla diplomação internacional

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Com 193 acordos em 28 países, universidade mantém expansão da mobilidade acadêmica em todos os seus 13 campi

A Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), que está com inscrições abertas para o Vestibular 2027, tem ampliado sua posição como referência nacional em internacionalização ao manter uma das maiores redes de cooperação acadêmica do ensino superior público brasileiro. Atualmente, a instituição oferece 193 acordos e protocolos de intenções firmados com instituições de cinco continentes, dos quais 64 são destinados à dupla diplomação de graduação e outros 20 a programas de mestrado e doutorado.

A oferta abrange cursos em todos os 13 campi e vai além das engenharias, incluindo áreas de tecnologia e ciências aplicadas. Os destinos contemplam parcerias na América do Sul (Argentina, Chile e Colômbia), América do Norte (México) e Europa (França, Itália e Portugal), com especial ênfase nas escolas francesas de engenharia.

Somente em 2026, a UTFPR abriu 25 vagas para alunos de engenharia interessados em concluir a graduação com diploma simultâneo em universidades francesas e a tendência é que o número de oportunidades siga crescendo ao longo dos próximos anos a partir da consolidação de novas parcerias.

Ganhando o mundo

O modelo permite ao estudante cursar parte da formação no exterior, desenvolvendo competências técnicas e culturais únicas a partir da interação com um ambiente acadêmico internacional. Os alunos interessados são selecionados a partir de critérios como desempenho acadêmico, atividades de pesquisa, extensão, inovação e experiências em empresas juniores ou de voluntariado.

O estudante Tiago Toloczko Ross, 22 anos, formado em Engenharia de Materiais pela UTFPR Londrina, está vivendo na prática esta experiência: desde 2025 ele está em Tarbes, no sudoeste da França, como participante do programa de dupla diplomação com a Universidade UTTOP-ENIT.

Feliz na instituição, Ross aponta algumas das vantagens que tem observado em sua vivência acadêmica: “Metade dos docentes possui pesquisas ligadas diretamente à indústria. Eles trazem essa realidade para a sala de aula e incentivam a aproximação com a prática”, conta. O estudante, que visa trabalhar no setor aeroespacial, destaca ainda como atrativo o recrutamento frequente de alunos por companhias de reputação global como a Airbus.

Para o reitor Everton Lozano, a estratégia de internacionalização visa formar profissionais mais preparados, enquanto aumenta a reputação da instituição não apenas entre o público acadêmico, mas também entre empresas que passam a olhar com mais atenção para os estudantes formados na UTFPR. “Ampliar o acesso à dupla diplomação em todos os campi é um passo concreto para inserir nossos egressos nos mais variados campos da tecnologia com competitividade internacional. É um diferencial acadêmico relevante que tem impacto direto na qualificação profissional de nossos alunos”, afirma.

Os estudantes interessados em concorrer às vagas de dupla diplomação devem acompanhar os editais publicados no site da Pró-Reitoria de Relações Internacionais da UTFPR.

Vestibular 2027 – Novos cursos e mais de 4 mil vagas

Para os alunos que desejam entrar na instituição, as inscrições para o Vestibular 2027 da UTFPR estão abertas e podem ser feitas até o dia 13 de outubro, pelo portal utfpr.edu.br/vestibular. Ao todo, serão ofertadas 4.182 vagas em 122 cursos de graduação, distribuídos em 13 cidades do Paraná.

Neste ano serão quatro novos cursos na área de Inteligência Artificial e Tecnologia da Informação: Tecnologia em Inteligência Artificial e Processos Autônomos e Inteligência Artificial Aplicada (Campus Campo Mourão); Bacharelado em Ciências de Dados (Campus Londrina); e Tecnologia em Segurança Cibernética (Campus Medianeira). Os cursos integram o projeto Universidades Inovadoras, do Ministério da Educação, que tem a UTFPR como principal instituição brasileira na oferta de novas graduações na área.

A taxa de inscrição é de R$ 150, com pagamento até 14 de outubro. Candidatos com renda familiar bruta mensal de até 1,5 salário-mínimo e inscrição no CadÚnico podem solicitar isenção até 24 de agosto. Metade das vagas são reservadas a ações afirmativas, destinadas a estudantes que concluíram o ensino médio na rede pública, com categorias específicas para pessoas com deficiência, renda per capita inferior a um salário-mínimo e autodeclaração como pretas, pardas, indígenas ou quilombolas. As provas serão aplicadas no dia 22 de novembro. A avaliação terá 40 questões objetivas e uma redação dissertativo-argumentativa de 15 a 20 linhas. Candidatos que necessitem de atendimento especial devem enviar a documentação até 13 de outubro.

Litoral do Paraná busca transformar potencial turístico em novos negócios com união e tecnologia 

“O litoral do Paraná reúne atributos para ampliar sua presença no turismo nacional, mas precisa transformar potencial em produtos, experiências e negócios”. A avaliação foi apresentada por Adonai Arruda Filho, diretor-geral da Serra Verde Express, durante o painel “Um olhar para o futuro do litoral paranaense”, que abriu as atividades do Conexão Litoral nesta quinta-feira (20), em Pontal do Paraná. 

O painel reuniu ainda Claiton Armelin, diretor de produtos nacionais da CVC Corp, e Rafael Folmann, diretor da Viação Graciosa, com mediação de Patrícia Albanez, do Sebrae/PR. O evento, promovido pelo Sebrae/PR, reuniu representantes dos sete municípios do litoral paranaense em uma programação dedicada a negócios, conhecimento e integração, e registrou público recorde de 2,5 mil pessoas. A proposta foi estimular a atuação conjunta do poder público e da iniciativa privada e aproveitar o atual ciclo de investimentos para fortalecer a economia regional. 

Durante o painel, Adonai destacou que o principal desafio do litoral paranaense não está apenas em atrair turistas, mas em criar condições para que eles permaneçam mais tempo, conheçam diferentes municípios e consumam uma variedade maior de produtos e serviços. 

Para o executivo, a competitividade passa pela profissionalização das empresas, pelo uso estratégico da tecnologia e, principalmente, pela capacidade de trabalhar de forma integrada. “Ninguém faz nada sozinho, ninguém cresce sozinho. O turismo é feito de parceria, conectividade, infraestrutura e promoção”, destacou. 

Tecnologia para transformar negócios 

A tecnologia foi apontada como uma das ferramentas fundamentais para a profissionalização do setor. Segundo Adonai, existem soluções de diferentes custos e funcionalidades que podem ajudar empresas de todos os portes a melhorar processos, ampliar sua presença digital e chegar a novos mercados. 

O executivo citou a experiência da Serra Verde Express na modernização de seu sistema de vendas como exemplo de transformação construída a partir da colaboração interna. “Quando nós unimos o ponto de cada um, juntamos na mesa, focando num objetivo, nós precisamos unir e modernizar o nosso sistema”, relatou. 

A mudança permitiu ampliar a participação das vendas digitais da empresa e mostrou, na prática, como tecnologia e integração podem gerar resultados comerciais. 

Oportunidades estão ao lado 

Outro ponto destacado no painel foi a necessidade de o litoral aproveitar melhor os grandes fluxos turísticos que já chegam ao Paraná. Curitiba foi apresentada como uma importante cidade-âncora para a promoção dos destinos litorâneos. Neste ponto, Arruda Filho destacou o papel do trem turístico da Serra Verde Express, que, segundo estimativa apresentada, deve transportar aproximadamente 300 mil turistas ao litoral ao longo do ano. 

“Muitos dessas pessoas descem, comem um barreado e vão embora. Que oportunidade a gente tem?”, questionou. A provocação está relacionada à necessidade de criar roteiros integrados que estimulem o visitante a permanecer mais tempo e circular por diferentes cidades. 

A estratégia pode envolver gastronomia, natureza, cultura, hospedagem, experiências rurais, eventos e outros produtos capazes de complementar a viagem. 

De atrativos a produtos turísticos 

Durante a conversa, todos concordaram que o litoral já possui os elementos necessários para competir em um mercado maior: natureza, sol e praia, cultura, gastronomia e experiências ligadas à identidade regional. O próximo passo sugerido pelos participantes é transformar esses atributos em produtos estruturados, comercializáveis e conectados entre si. 

“Tem turista para todo tipo de hospedagem: pousadas maiores, hotéis, acampamento. A gente precisa se preparar para vender”, completou o diretor da Serra Verde Express.  Para ele, isso vale para empresas de todos os tamanhos. Pequenos negócios também podem fazer parte de uma estratégia regional, desde que estejam preparados para receber, divulgar e comercializar seus produtos. 

União como estratégia 

A integração entre os sete municípios foi um dos principais temas do painel. A lógica, segundo os participantes é simples: quanto mais estruturada e conectada estiver a cadeia turística, maior será a capacidade de gerar valor para todos os envolvidos. 

“Ah, você vai ganhar mais do que eu? Não. Eu vou ganhar junto. Vamos crescer juntos. Vamos construir juntos”, provocou Arruda Filho, que finalizou sua participação com um alerta aos presentes: “O maior risco é não aproveitar a oportunidade agora. É amanhã não estar aqui.” 

Restaurante corporativo deixa de ser refeitório e vira aliado da cultura organizacional nas empresas

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Empresa paranaense que serve cerca de 100 mil serviços por dia acompanha mudança no perfil dos clientes e projeta crescimento de 30% em 2026

Muito além de um espaço para alimentação, o restaurante corporativo passou a ocupar um papel estratégico dentro das empresas. Ambientes mais acolhedores, cardápios personalizados, ações voltadas ao bem-estar e participação ativa do Recursos Humanos nas decisões mostram como o antigo refeitório deu lugar a um espaço de convivência e fortalecimento da cultura organizacional.

Essa transformação é percebida diariamente pela MENU Restaurantes Corporativos. A empresa paranaense administra operações em aproximadamente 80 clientes, serve cerca de 100 mil serviços por dia e observa que praticamente todos os projetos implantados nos últimos anos já contemplam esse novo conceito de restaurante.

“O restaurante corporativo deixou de ser apenas um espaço para alimentação. Hoje ele faz parte da experiência do colaborador. É um ambiente pensado para integração, bem-estar e fortalecimento da cultura da empresa”, afirma Flávio Charles, CEO da MENU.

Na prática, a mudança aparece em três frentes. Os clientes passaram a investir em ambientes mais acolhedores, personalizados e alinhados à identidade da empresa; ampliaram a oferta de refeições para atender diferentes perfis alimentares; e passaram a acompanhar indicadores de satisfação para aperfeiçoar continuamente a experiência dos colaboradores.

Essa evolução também alterou o papel das áreas de Recursos Humanos. Se antes o restaurante era tratado principalmente como uma estrutura operacional, hoje é comum que o RH participe desde a implantação dos espaços, garantindo que o ambiente reflita a cultura da empresa. Depois da inauguração, a área acompanha pesquisas de satisfação, campanhas internas de engajamento e, em alguns casos, participa da validação de cardápios e outras iniciativas voltadas ao bem-estar dos colaboradores.

Empresas como Brandili, Mercado Livre e Rimatur estão entre os clientes que adotaram esse modelo, transformaram antigos refeitórios em ambientes voltados à convivência, incorporando novos layouts, espaços de permanência e iniciativas de integração.

Crescimento acompanha nova demanda

A mudança na forma como as empresas enxergam seus restaurantes também acompanha a trajetória de crescimento da MENU.

A empresa nasceu no fim da década de 1970, quando o tempero da dona Toni Blaese, hoje com 94 anos, conquistou a clientela de um pequeno restaurante familiar no Paraná. Décadas depois, aquela operação se transformou em uma das principais empresas de restaurantes corporativos da região Sul, mantendo a essência que marcou sua origem.

Nos últimos três anos, a MENU registrou crescimento superior a 40%. Hoje reúne mais de 700 colaboradores, atende aproximadamente 80 clientes nas regiões Sul e Sudeste e projeta crescimento de 30% em 2026, com faturamento estimado em R$ 130 milhões.

A expansão ultrapassou os limites do Paraná há mais de 15 anos, quando um cliente que crescia no interior de São Paulo convidou a empresa para continuar operando seus restaurantes.

“A expansão veio pela confiança. O cliente cresceu e nos levou junto. Isso mostra que relacionamento de longo prazo é construído todos os dias, principalmente pelas pessoas que estão na operação. São elas que fazem a diferença”, destaca o CEO.

Somente neste ano, a empresa mantém o plano de inaugurar entre duas e três novas operações por mês, preservando um crescimento sustentável e alinhado à cultura organizacional.

Pessoas continuam no centro da estratégia

Apesar do crescimento, a empresa afirma que a principal estratégia continua sendo a valorização das pessoas. Com o lema “Pessoas que servem pessoas”, a MENU fortaleceu sua área de Gente e Cultura para ampliar ações de desenvolvimento, escuta ativa e pertencimento, buscando enfrentar um dos principais desafios do setor de serviços: a atração e retenção de profissionais.

“Gente e Cultura deixou de ser uma área de apoio e passou a fazer parte da estratégia da empresa. Crescimento sustentável depende de pessoas engajadas, porque são elas que garantem a qualidade da operação, a satisfação dos clientes e a construção de relacionamentos duradouros”, conclui Flávio.

Sobre a Menu Restaurantes Corporativos

A empresa paranaense começou suas atividades na década de 1970 e conta hoje com 80 clientes, mais de 700 colaboradores e unidades nas regiões Sul e Sudeste. Como parte do planejamento estratégico, a Menu amplia sua atuação em 2026 com uma nova vertical com o braço Menu Canteen, voltada à alimentação escolar privada com foco em refeições saudáveis e educação nutricional. Fiel à essência, a Menu mantém seu compromisso com as pessoas por meio do lema “Pessoas que servem pessoas”, fortalecendo sua área de Gente e Cultura para promover ainda mais escuta ativa, desenvolvimento e um ambiente que gere pertencimento, engajamento e atendimento ao cliente.

Em movimento inédito na perfumaria nacional, O Boticário apresenta a “baunilha roxa” como nunca vista no lançamento de Egeo Vanilla Ubesession

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Em movimento inédito na perfumaria nacional, O Boticário apresenta a “baunilha roxa” como nunca vista no lançamento de Egeo Vanilla Ubesession

O Boticário apresenta Egeo Vanilla Ubesession, uma fragrância que apresenta novos ingredientes na perfumaria ao trazer o Ube como protagonista de uma criação olfativa única. Conhecido como a “baunilha roxa”, o ingrediente é um vegetal nativo do sudeste asiático que surpreende pela coloração roxa vibrante e pelo perfil aromático adocicado, remetendo a baunilha e nozes.

O lançamento chega para conquistar os lovers de fragrâncias gourmand, explorando a tendência da baunilha na perfumaria. O novo Egeo combina o acorde do Ube, criado especialmente para a fragrância, com extrato de Matchá e diferentes facetas de baunilha, com as nuances amendoadas e cremosas, criando uma assinatura moderna, inesperada e viciante. 

O diferencial dessa fragrância está em sua pirâmide olfativa que equilibra ingredientes marcantes. O Ube traz o efeito surpreendente da criação, com nuances cremosas, doces e sofisticadas. O Matchá adiciona um toque refrescante para criar um contraste ao lado gourmand da composição. Já a Baunilha, traz um toque reconfortante e familiar, conectando o lançamento ao universo das baunilhas que conquistam os consumidores.

Em sintonia com os movimentos globais de beleza, o Ube surge como um ingrediente que vem ganhando espaço em produtos, especialmente entre marcas que exploram novas combinações sensoriais. Agora, O Boticário traduz essa tendência para a perfumaria nacional, trazendo um ingrediente ainda pouco explorado e transformando a descoberta do Ube em uma assinatura olfativa.

“Acompanhamos nossa comunidade e sabemos que a baunilha é uma das notas mais amadas pelos brasileiros. Mas, para Egeo, o mais interessante é mostrar que esse universo gourmand continua evoluindo. Por isso, fomos buscar uma das tendências que mais cresce globalmente: o Ube. Conhecido como a ‘baunilha roxa’, é um ingrediente que une a cremosidade característica da baunilha a uma experiência sensorial surpreendente. Para equilibrar essa indulgência, combinamos o Ube ao Matchá, que cria um contraste inesperado, deixando a fragrância moderna, envolvente e menos óbvia. Egeo Vanilla Ubesession é uma nova interpretação da perfumaria gourmand, aproximando uma tendência global do consumidor brasileiro de uma forma inédita, reinterpretada com o DNA irreverente de Egeo”, comenta Fernanda Marques, diretora de Perfumaria Feminina do Boticário.

A linha Egeo Vanilla Ubesession está disponível nas lojas físicas do Boticário com 20% de desconto até o dia 30/08, no e-commerce da marca, no app do Boticário, disponível para Android e iOS, além de revendedores pelo Encontre Boticário. Também é possível realizar pedidos pelo WhatsApp por meio do número 0800 744 0010 – contato oficial e seguro – diretamente na plataforma do dispositivo. Basta o cliente contatar a marca por esse número para verificar a disponibilidade na região dele. Há ainda a opção de contatar um revendedor da marca pelo link.

Serviço:

Egeo Vanilla Ubesession, 90ml – Preço sugerido: R$159,90
Se você é obcecada por baunilha e matchá, você vai amar o ube: Combinado ao Matchá fresquinho e ao dulçor da Baunilha, ele se transforma em uma fragrância gourmand autêntica e irresistível. Doce na medida, viciante e super confortável, tem alta fixação, sendo aprovado por 9 a cada 10 egeo lovers.

Creme Hidratante Desodorante Corporal Egeo Vanilla Ubesession, 150ml – Preço sugerido: R$54,90 
A Loção Hidratante Desodorante Corporal Egeo Vanilla Ubesession chega para complementar sua rotina de cuidados. E o melhor de tudo: conta com a fragrância que combina o ingrediente inédito: o ube, com o matchá fresquinho e o dulçor da baunilha.

Batom 3 em 1 Lilac Lavanda Lip & Cheek QDB Egeo Ubessesion – Preço sugerido: R$64,90
Cor de lavanda super vibrante

Batom 3 em 1 Berry Framboesa Lip & Cheek QDB Egeo Ubessesion 2,5g – Preço sugerido: R$64,90
Cor de roxo framboesa intenso e moderno

A linha de batons 3 em 1 Lip & Cheek QDB Egeo Ubessesion traz duas cores super vibrantes e vem com embalagem com chaveiro e clip para pendurar onde quiser. 

Maquiagem 3 em 1: lábios, bochechas e olhos
Acabamento aveludado velvet blur com efeito esfumadinho, ideal para criar um visual monocromático
Esfuma fácil e constrói camadas sem manchar

Com chaveiro e clip: use-o para compor o look e retocar a make onde for!

Sobre O Boticário

O Boticário é uma empresa brasileira de cosméticos e marca primogênita do Grupo Boticário. A marca de beleza mais amada e preferida dos brasileiros* foi inaugurada em 1977, em Curitiba (Paraná), e tem a maior rede franqueada** de Beleza e Bem-estar do Brasil com pontos de venda em 1.650 cidades brasileiras e com presença em 15 países.

O Boticário conta com um amplo portfólio composto por itens de perfumaria, maquiagem e cuidados pessoais e está presente nos canais de loja, venda direta e e-commerce. Comprometida com as pessoas e o planeta, a marca possui o maior programa de logística reversa em pontos de coleta do Brasil, o Boti Recicla, além de fazer parte do movimento Diversa Beleza – um compromisso com a beleza livre de estereótipos – e não realizar testes em animais.    

*Kantar, Worldpanel Division, LinkQ On-line, campo realizado durante o mês de dezembro de 2023. Total no Brasil: 9.079 lares. Marcas de Beleza são produtos, como perfumaria, cuidados com a pele e maquiagem;

** Associação Brasileira de Franchising (ABF). Ranking das 50 maiores redes de franquias do Brasil por número de unidades de 2022.

Nova regra da Caixa facilita acesso de motoristas e entregadores de aplicativos à casa própria

Extratos das plataformas passam a valer como comprovante de renda em financiamentos habitacionais, ampliando o acesso ao crédito para milhares de trabalhadores autônomos

Motoristas de aplicativos de mobilidade e entregadores de plataformas de delivery passam a contar com uma importante mudança para financiar a casa própria. A Caixa Econômica Federal passou a aceitar os relatórios de repasse emitidos pelos aplicativos como comprovante de renda na análise de financiamentos habitacionais, ampliando o acesso ao crédito para uma categoria que, até então, enfrentava dificuldades para comprovar seus rendimentos pelos critérios tradicionais.

“Essa medida reconhece uma nova realidade do mercado de trabalho brasileiro e representa um avanço para ampliar o acesso ao financiamento habitacional de trabalhadores autônomos. Muitos profissionais possuem renda consistente, mas encontravam dificuldades para comprová-la dentro dos critérios tradicionais de financiamento. Com essa atualização, milhares de motoristas e entregadores passam a ter uma oportunidade mais concreta de conquistar o primeiro imóvel”, afirma Edmil Adib Antonio, diretor de Crédito Imobiliário da MRV.

Na prática, para a análise do financiamento, a Caixa passará a considerar os quatro comprovantes de repasse mais recentes emitidos pela mesma plataforma, utilizando como referência o mês de menor renda bruta entre eles. O critério busca tornar a avaliação da capacidade de pagamento mais padronizada e oferecer mais segurança ao processo de concessão do crédito.

A mudança acompanha a expansão do trabalho por plataformas digitais no Brasil. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 1,7 milhão de pessoas trabalharam por meio de aplicativos em 2024, alta de 25,4% em relação a 2022. Para Edmil, a atualização aproxima os critérios de concessão de crédito da realidade do mercado de trabalho e amplia as oportunidades de acesso ao financiamento habitacional. O executivo recomenda que quem pretende aproveitar a nova regra mantenha os comprovantes de renda organizados e reúna previamente a documentação necessária para agilizar a análise do crédito, juntando, inclusive, extratos bancários do mesmo período, se tiverem, facilitando ainda mais a comprovação.

“Cada instituição financeira possui seus próprios critérios de análise, por isso é importante que o cliente organize a documentação com antecedência e busque orientação antes de iniciar o processo de financiamento. Essa preparação ajuda a tornar a análise mais ágil e permite que o comprador aproveite melhor essa nova oportunidade de acesso ao crédito”, conclui Edmil.

Sobre a MRV

Com 46 anos de mercado e o propósito de construir sonhos que transformam o mundo, a MRV é uma das cinco empresas que compõem o grupo MRV&CO. É considerada a maior construtora e incorporadora da América Latina, tendo como foco empreendimentos residenciais econômicos, com preços acessíveis para um público que busca o sonho da casa própria. A companhia já entregou mais de 500 mil chaves. Hoje, mais de 1,6 milhão de pessoas vivem em um imóvel construído pela MRV. Acesse e conheça mais sobre a companhia www.mrv.com.br.

Antes do primeiro tijolo: como a escolha do terreno garante a expansão das construtoras e o crescimento sustentável das cidades

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Análise criteriosa e multidisciplinar da área que receberá um lançamento é crucial para a assertividade e o sucesso de um novo projeto

A escolha do terreno é uma das etapas mais estratégicas, e menos conhecidas pelo público, no desenvolvimento de um empreendimento imobiliário. Dela dependem diversos fatores determinantes para avaliar não apenas a viabilidade técnica, mas também o sucesso de um lançamento.  

“Uma análise criteriosa das áreas permite desenvolver projetos mais eficientes, rentáveis e alinhados às necessidades do mercado, minimizando riscos para a empresa e proporcionando mais segurança e qualidade de vida para os futuros moradores”, explica Luiz Montans, diretor de desenvolvimento imobiliário da MRV. 

Segundo o executivo, a escolha de uma área para receber um novo projeto é um processo criterioso, multidisciplinar e de decisão colegiada entre diversos departamentos da empresa, sendo a demanda habitacional da região um dos primeiros aspectos avaliados. Em seguida, analisa-se a legislação urbanística do local, como o zoneamento e o potencial construtivo, que garantem a viabilidade do empreendimento. 

A infraestrutura disponível no local, como redes de água, esgoto e energia, o acesso a transporte público e a proximidade de serviços essenciais também são fundamentais. Outro ponto crucial é a regularização fundiária, que garante a segurança jurídica do imóvel. 

“Por fim, realizamos estudos técnicos do solo, de topografia e de eventuais passivos ambientais, fatores que impactam diretamente o custo e a viabilidade da construção”, acrescenta Montans. 

Critérios e pesos diferenciados

Cada um desses aspectos possui um peso distinto no desenvolvimento de um empreendimento, a depender do contexto do terreno e da estratégia da empresa para aquela localidade. Em áreas nas quais a legislação urbanística é mais restritiva, por exemplo, a análise jurídica e urbanística ganha destaque. Já as características do solo, por sua vez, podem inviabilizar um projeto caso demandem custos elevados para a execução das fundações. 

Por isso, a análise criteriosa de cada variável é fundamental para garantir assertividade nas decisões sobre o produto, os custos e os prazos de execução. “Na MRV, contamos com um setor próprio de projetos que realiza estudos para todos os novos negócios da companhia. Isso garante maior assertividade na aquisição, evita surpresas durante o desenvolvimento do projeto e assegura o melhor aproveitamento do terreno”, pontua o diretor.

Esse processo de estudo e avaliação é realizado tanto para a aquisição de áreas com lançamento próximo quanto para a formação de landbank (banco de terrenos). A estratégia garante previsibilidade e segurança ao planejamento, permitindo que a empresa mantenha um fluxo constante de novos projetos, independentemente de oscilações de mercado ou mudanças regulatórias. 

Além disso, um banco de terrenos bem estruturado contribui para a eficiência operacional da empresa e permite à companhia acompanhar, e até antecipar, a expansão das cidades, posicionando a MRV em regiões com alto potencial de valorização. 

“Hoje, nossa operação no Brasil já conta com terrenos para lançamentos nos próximos 4 anos”, destaca Montans. 

Sobre a MRV

Com 46 anos de mercado e o propósito de construir sonhos que transformam o mundo, a MRV é uma das cinco empresas que compõem o grupo MRV&CO. Considerada a maior construtora e incorporadora da América Latina, tem como foco empreendimentos residenciais econômicos, com preços acessíveis para um público que busca o sonho da casa própria. Nessas quatro décadas, a companhia já entregou mais de 500 mil chaves. Atualmente, mais de 1,6 milhão de pessoas vivem em um imóvel construído pela MRV. Acesse e saiba mais: www.mrv.com.br.

Escola Willy Janz completa 34 anos e comemora nova fase da instituição

A Escola Willy Janz completa, neste sábado (22), 34 anos de atividade. Com sede na esquina da Avenida das Torres, uma das principais portas de entrada da Capital paranaense, a instituição passa por um período de reformulação e deve iniciar 2027 com mais de 600 alunos matriculados. Entre as novidades anunciadas estão a abertura do Ensino Médio e a adesão ao programa International School, do Grupo Arco,  que passa a orientar toda a grade curricular para o ensino bilíngue, incluindo espanhol.

“Essa expansão vem de encontro com a nova fase da escola, que se consolida como uma instituição completa, com formação do início até o fim da jornada escolar. Nossa responsabilidade é formar cidadãos, pessoas que vão morar, trabalhar e conviver nessa comunidade nos próximos anos e devem estar preparados para serem profissionais atualizados, prontos para os novos desafios do mercado de trabalho”, afirma André Ceruzi, diretor-presidente da Escola Willy Janz. 

A história da escola começa com Willy Janz (1926–1986), liderança comunitária que acreditava que a educação de excelência, unida a valores morais e espirituais sólidos, era a ferramenta mais poderosa para transformar uma sociedade. Foi esse ideal que fez as primeiras raízes da instituição se firmarem no bairro Uberaba, ainda como base de formação teológica. Em 1996, a proposta se ampliou: nasceram as primeiras turmas de Educação Infantil, dando início ao colégio que a comunidade conhece hoje.

Em 2024, a escola viveu uma virada importante em sua história com a chegada do empresário André Ceruzi à liderança da instituição. Fundador da AGROsearch, uma das maiores consultorias de recrutamento executivo do agronegócio na América Latina, Ceruzi trouxe para a educação a experiência de anos avaliando profissionais de alta performance, e a constatação de que o diferencial de quem chega ao topo é construído lá na base, na infância e no ambiente escolar. Sob sua gestão, a Willy Janz passou por reorganização de processos e finanças, recuperou o número de alunos regulares e ampliou para mais de 150 estudantes em atividades extracurriculares, além de garantir a continuidade da estrutura da escola por mais uma década.

Entre as principais novidades dos 34 anos estão a abertura do Ensino Médio e a adesão da Willy Janz ao International School, programa do Grupo Arco. A parceria amplia o ensino de idiomas para além do inglês e reorienta toda a grade curricular para uma proposta bilíngue, desde a Educação Infantil. 

A decisão reforça a aposta da instituição na integração com a América Latina,  região com a qual a Willy Janz mantém uma ligação histórica, especialmente com o Paraguai. “Acreditamos na força da integração latino-americana e vemos o espanhol como um diferencial importante para os nossos alunos”, afirma Ceruzi.

“Mais do que um colégio, somos parte do tecido social de Curitiba e região. É comum encontrar, entre os pais, famílias que também estudaram aqui quando crianças, ou que atravessam todos os dias a divisa com São José dos Pinhais porque confiam no trabalho que a instituição faz há mais de três décadas”, conta Ceruzi. O diretor reforça que o papel da Willy Janz é formar não apenas bons alunos, mas pessoas de caráter, capazes de contribuir com a comunidade em que vivem.

Com a abertura do Ensino Médio, a Willy Janz vai oferecer o ensino completo, o mesmo aluno poderá estudar do início ao fim da jornada escolar, sem que a família precise buscar outra instituição. A proposta ainda está em fase de organização e deve ser confirmada em breve. Com todas essas mudanças, a meta da escola é ultrapassar a marca de 600 alunos matriculados já no próximo ano letivo.

Escola Willy Janz 

Endereço: Rua Augusto Zibarth, 695 — Uberaba — Curitiba (PR)

Telefone/WhatsApp: (41) 99272-8732

E-mail: escolawillyjanz@gmail.com

Site: www.willyjanz.com

Mounjaro e retinopatia diabética: o que as evidências mais recentes mostram sobre a saúde dos olhos

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Mounjaro e retinopatia diabética: o que as evidências mais recentes mostram sobre a saúde dos olhos

Dr. Cristiano Toesca Espinhosa
CRM-PR 21.959 | RQE 13.518
Especialista em Retina, Vítreo e Catarata
Membro da Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo

Nos últimos meses, a tirzepatida, princípio ativo do Mounjaro, deixou de ser assunto restrito aos consultórios médicos para se tornar um dos medicamentos mais comentados do país. Inicialmente indicada para o tratamento do diabetes tipo 2 e, mais recentemente, aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o controle crônico do peso em adultos com obesidade ou sobrepeso associado a comorbidades, ela representa um importante avanço no tratamento de doenças metabólicas que afetam milhões de brasileiros.
Segundo a Federação Internacional de Diabetes (IDF), aproximadamente 589 milhões de adultos vivem com diabetes no mundo, número que deve ultrapassar 850 milhões até 2050.

O Brasil está entre os países com maior número de pessoas convivendo com a doença, o que torna natural o crescente interesse por terapias capazes de controlar melhor a glicemia e promover perda de peso. Mas, junto com esse avanço, surgiu uma dúvida frequente entre pacientes: afinal, o Mounjaro pode prejudicar a visão de quem já apresenta retinopatia diabética?

A resposta que a ciência oferece hoje é tranquilizadora, mas acompanhada de um importante alerta.

A retinopatia diabética é uma das principais complicações do diabetes e ocorre quando o excesso de glicose danifica os pequenos vasos sanguíneos da retina, estrutura responsável pela formação das imagens. Sem diagnóstico e tratamento adequados, a doença pode evoluir silenciosamente até provocar perda importante da visão e, em casos mais graves, cegueira.
Durante algum tempo, existiu a preocupação de que medicamentos da classe dos agonistas dos receptores de GLP-1 pudessem acelerar a progressão da retinopatia. Essa hipótese surgiu principalmente após estudos envolvendo a semaglutida. Entretanto, as pesquisas mais recentes envolvendo a tirzepatida apresentam resultados bastante diferentes.

Estudos publicados em 2026, acompanhando pacientes com diabetes tipo 2 considerados de alto risco, demonstraram que o uso da tirzepatida não aumentou a progressão da retinopatia quando comparado a outros tratamentos para o diabetes. Além disso, pesquisas publicadas na revista científica Ophthalmology sugerem que o medicamento pode até estar associado a um menor risco de desenvolvimento ou agravamento da doença, reduzindo também a necessidade de tratamentos como aplicações intraoculares e fotocoagulação a laser.

Esses resultados reforçam que o medicamento, por si só, não representa uma ameaça à retina. Pelo contrário, o bom controle glicêmico continua sendo um dos principais fatores para reduzir as complicações do diabetes ao longo do tempo.

Isso, porém, não significa que todo paciente possa iniciar o tratamento sem acompanhamento oftalmológico.
Existe um fenômeno já conhecido na medicina chamado “piora precoce da retinopatia diabética”. Ele pode acontecer sempre que a glicemia sofre uma redução muito rápida, seja com insulina, seja com outros medicamentos altamente eficazes no controle do diabetes. Nesses casos, uma retina que já estava comprometida pode apresentar uma piora temporária antes da estabilização do quadro. Não se trata de um efeito exclusivo da tirzepatida, mas de uma resposta fisiológica descrita há décadas na literatura médica.

Na prática clínica, esse é o principal ponto de atenção.

Muitos pacientes chegam ao consultório motivados pelos benefícios do medicamento para o controle do diabetes ou para a perda de peso, mas iniciam o tratamento sem uma avaliação prévia da retina. Para quem convive há muitos anos com diabetes ou já apresenta algum grau de retinopatia, esse exame é fundamental.

Na minha experiência como especialista em retina, vítreo e catarata, a principal orientação continua sendo a prevenção. Antes de iniciar a tirzepatida, o paciente deve realizar um exame de fundo de olho para identificar possíveis alterações já existentes. Se houver retinopatia, ela deve ser acompanhada durante os primeiros meses de tratamento, período em que normalmente ocorre a redução mais intensa da glicemia. Na grande maioria dos casos, esse acompanhamento é suficiente para garantir segurança durante o uso do medicamento.

Também é importante que o paciente conheça os sinais que merecem avaliação imediata. O surgimento de moscas volantes, flashes luminosos, visão embaçada que piora rapidamente, perda parcial do campo visual ou qualquer alteração importante da visão deve motivar uma consulta oftalmológica sem demora. Embora essas situações sejam pouco frequentes, o diagnóstico precoce continua sendo decisivo para preservar a visão.

Outro aspecto que merece atenção é a forma como esse medicamento vem sendo adquirido. O crescimento da procura por tirzepatida foi acompanhado pelo aumento da venda irregular e da manipulação sem controle sanitário, prática desaconselhada por entidades como a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e a Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso). Essas versões não oferecem garantias quanto à pureza, concentração, estabilidade ou esterilidade do produto e podem representar riscos importantes à saúde.

Desde 2025, a Anvisa passou a exigir receita médica em duas vias para a dispensação desses medicamentos, com retenção de uma delas pela farmácia, medida que busca aumentar a segurança dos pacientes e reduzir o comércio irregular.

O Mounjaro representa um dos maiores avanços recentes no tratamento do diabetes tipo 2 e da obesidade. As evidências científicas mais atuais indicam que seu uso não aumenta o risco de retinopatia diabética no longo prazo e pode, inclusive, contribuir para reduzir complicações oculares ao melhorar o controle metabólico. Ainda assim, nenhum medicamento substitui o acompanhamento médico.

Quando endocrinologista e oftalmologista atuam de forma integrada, o paciente ganha mais do que controle da glicemia ou perda de peso. Ganha a oportunidade de preservar a visão, a qualidade de vida e a autonomia por muitos anos.

ECA Digital entra na fase prática e amplia atenção sobre serviços acessados por crianças e adolescentes

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Caso Discord evidencia efeitos concretos da nova legislação e coloca empresas de tecnologia diante do desafio de combinar controles jurídicos e tecnológicos, além dos impactos comportamentais

Empresas de tecnologia, plataformas digitais, aplicativos de comunicação, marketplaces, serviços de streaming, jogos online e outros serviços com potencial de acesso por crianças e adolescentes entraram no radar das novas obrigações do ECA Digital. Com o avanço do monitoramento da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) e a abertura de processo de fiscalização contra o Discord, especialistas alertam que empresas precisam avaliar não apenas quem acessa seus ambientes, mas também os riscos a que crianças e adolescentes podem estar expostos e se os controles adotados são efetivos na prática.

O advogado Guilherme Guimarães, especialista em proteção de dados e direito digital, afirma que o alcance da legislação não deve ser interpretado como uma questão restrita às grandes redes sociais. Inclui qualquer tipo de empresa ou serviço que possa ser acessado por crianças e adolescentes. “Os gestores desses produtos precisam avaliar objetivamente quem acessa seus serviços, quais riscos esses ambientes oferecem a menores de idade e quais controles foram implementados. Caso ocorra alguma fiscalização, será necessário demonstrar isso de forma concreta”, explica.

Para a psicóloga e psicanalista Bárbara Ferraz de Campos, a proteção também exige compreender como crianças e adolescentes se comportam e estabelecem relações nesses ambientes. Aspectos como busca por pertencimento e reconhecimento, percepção de risco, impulsividade e construção da autonomia ajudam a explicar por que medidas exclusivamente tecnológicas podem não ser suficientes.

LEGISLAÇÃO NA PRÁTICA

A Lei nº 15.211/2025, conhecida como ECA Digital, está em vigor desde 17 de março de 2026 e estabeleceu obrigações relacionadas, entre outros pontos, à aferição de idade, supervisão parental, prevenção e mitigação de riscos e restrição de acesso a conteúdos inadequados. O processo envolvendo o Discord reforçou a dimensão prática da nova legislação ao resultar em medida preventiva da ANPD com impacto sobre funcionalidades oferecidas no Brasil.

Em 10 de junho de 2026, a ANPD iniciou o monitoramento de lojas de aplicativos e sistemas operacionais, inicialmente com foco em Apple, Google e Microsoft.  Guilherme Guimarães fala que cronograma divulgado pela ANPD prevê, a partir de agosto de 2026, a ampliação do monitoramento para outros setores ou grupos de fornecedores, especialmente de acordo com o nível de risco associado aos produtos e serviços. Entre agosto e novembro, também está previsto o período de adaptação e monitoramento da implantação das soluções de aferição de idade. “Esse período será decisivo para a maturação das obrigações e para a consolidação das práticas de verificação de idade no mercado”, afirma o advogado.

A partir de janeiro de 2027, o cronograma estabelece ações de fiscalização voltadas à efetiva adequação dos agentes regulados às disposições do ECA Digital. Isso, porém, não significa ausência de fiscalização até lá. “A ANPD informou que pode realizar outras ações fiscalizatórias a qualquer momento diante de denúncias ou da identificação de violações que representem elevado risco para crianças e adolescentes. Foi o que ocorreu com o Discord”, pontua Guimarães.

Em 7 de agosto de 2026, a ANPD instaurou processo de fiscalização contra a plataforma para apurar possíveis violações ao ECA Digital. Entre os pontos investigados estão eventuais falhas na prevenção e mitigação de riscos graves, nos mecanismos de aferição de idade, na remoção de conteúdo e na comunicação às autoridades.

Cinco dias depois, em 12 de agosto, a Agência anunciou medida preventiva determinando a suspensão, para usuários localizados no Brasil, da funcionalidade “Go Live” e de outros recursos equivalentes de transmissão e compartilhamento de vídeo nas condições especificadas pela decisão administrativa.

No âmbito administrativo, caso sejam constatadas irregularidades, a ANPD também poderá determinar medidas corretivas e aplicar as sanções previstas no ECA Digital, incluindo multa de até R$ 50 milhões por infração.

“Esse caso mostra que o risco regulatório não deve ser calculado apenas pelo valor de uma eventual multa. Dependendo da situação concreta, uma medida administrativa pode afetar funcionalidades, processos internos, experiência do usuário e o próprio modelo de operação do serviço. Para uma empresa digital, os impactos podem ser operacionais e reputacionais”, explica Guimarães.

IMPACTO COMPORTAMENTAL

A discussão jurídica, entretanto, é apenas uma parte do problema. A forma como crianças e adolescentes percebem riscos, estabelecem vínculos e utilizam recursos de comunicação também interfere na efetividade das medidas de proteção.

Na avaliação da psicóloga e psicanalista Bárbara Ferraz de Campos, características próprias dessa etapa do desenvolvimento precisam ser consideradas quando empresas e famílias discutem segurança no ambiente digital. “Na infância e, principalmente, na adolescência, pertencimento, reconhecimento e aceitação pelo grupo ocupam um espaço muito importante. No ambiente digital, essas dinâmicas podem ganhar intensidade porque a interação é contínua, há exposição permanente e os limites entre o público e o privado ficam menos evidentes. Por isso, não podemos analisar risco apenas a partir do conteúdo isolado, mas também das relações e das dinâmicas que se formam nesses espaços”, afirma Bárbara.

A psicóloga alerta que um ambiente criado para socialização, entretenimento ou comunicação pode apresentar riscos que não são imediatamente percebidos pelo usuário mais jovem. “Crianças e adolescentes não interpretam necessariamente situações de risco da mesma forma que um adulto. Há aspectos relacionados à impulsividade, à necessidade de pertencimento, à construção da identidade e à própria capacidade de dimensionar consequências. Isso ajuda a entender por que simplesmente informar que determinada conduta é perigosa nem sempre é suficiente para prevenir comportamentos de risco”, explica a psicóloga.

Essa dimensão ganha relevância em serviços que permitem interações entre usuários, formação de comunidades, transmissões ao vivo, chats, mensagens privadas e compartilhamento de conteúdos. Uma análise adequada de riscos precisa considerar não apenas a finalidade declarada de determinada funcionalidade, mas também como ela pode ser efetivamente utilizada.

AFERIÇÃO DA IDADE

Guilherme Guimarães pontua que um dos pontos mais complexos do ECA Digital é a aferição de idade. A legislação estabelece obrigações destinadas a impedir o acesso indevido de crianças e adolescentes a conteúdos inadequados para sua faixa etária e prevê situações em que a autodeclaração de idade, isoladamente, não é suficiente.

O advogado salienta que, na prática, outro desafio é o de identificar a idade do usuário sem criar uma coleta excessiva de dados pessoais. Entre as soluções em discussão estão mecanismos de verificação documental, estimativa de idade por características faciais e outros recursos tecnológicos. Cada alternativa pode envolver diferentes níveis de tratamento de dados pessoais, riscos de segurança, possibilidade de erro e impactos sobre a privacidade.

“Não adianta tentar resolver um problema criando outro. Uma empresa não deve coletar indiscriminadamente documentos, imagens, dados biométricos ou outras informações apenas para afirmar que está verificando idade. A solução precisa ser proporcional ao risco e estruturada considerando proteção de dados e segurança desde a concepção”, afirma Guimarães.

A ANPD mantém processo regulatório específico relacionado aos mecanismos de aferição de idade. As discussões abrangem, sem se limitar, métodos de estimativa e verificação, responsabilidades dos agentes envolvidos e salvaguardas para o tratamento de dados pessoais.

Do ponto de vista comportamental, a existência de uma barreira tecnológica também não significa, por si só, que o risco tenha sido eliminado. “Adolescentes testam limites e procuram autonomia. Quando uma proteção é construída apenas como bloqueio, sem considerar comportamento, contexto familiar, educação digital e características daquele ambiente, existe a possibilidade de surgirem estratégias para contorná-la. A proteção precisa considerar como esses jovens efetivamente utilizam a tecnologia”, observa Bárbara.

Frio extremo, saúde e estética: indústria brasileira cria cápsula ergométrica inédita no mundo

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Frio extremo, saúde e estética: indústria brasileira cria cápsula ergométrica inédita no mundo

EvoOne estreia no Brasil e nos EUA com tecnologia inspirada na NASA, unindo exercício, frio extremo e protocolos metabólicos em equipamentos premium

Uma cápsula ergométrica de alto padrão que combina caminhada ou corrida com protocolos térmicos e pressão negativa, tecnologia originalmente desenvolvida pela NASA para auxiliar astronautas em ambientes de gravidade zero. Essa é a linha EvoMove, que está sendo lançada nas versões Crio e Hot pela EvoOne, marca do Grupo Scoz criada para atuar no segmento premium de wellness e biohacking com foco em reprogramação metabólica.

Foram 24 meses de pesquisa e desenvolvimento e investimento superior a R$ 6 milhões. A grande aposta tecnológica da marca é a EvoMove Crio, única no mercado internacional, combinando exercício, pressão negativa e frio extremo de até – 10ºC.

O protocolo foi desenvolvido para estimular a ativação da gordura marrom, tecido metabólico responsável pela termogênese corporal. Diferente da gordura branca, que armazena energia, a gordura marrom atua consumindo calorias para gerar calor e manter a temperatura corporal estável. “O corpo humano naturalmente aumenta o gasto energético quando exposto ao frio, justamente porque entra em um processo constante para manter sua temperatura aquecida. O que fizemos foi potencializar esse mecanismo fisiológico de forma controlada e associada ao exercício”, explica o empresário Alberto Scoz Junior.

Segundo estudos e pesquisas conduzidas durante o desenvolvimento do projeto, a EvoMove Crio pode gerar gasto energético entre 1.000 e 1.600 kcal por sessão de 30 minutos, além de estimular o chamado efeito EPOC, fenômeno metabólico em que o organismo continua acelerando a queima calórica por até 48 horas após o exercício. Enquanto o exercício convencional gera EPOC de 2 a 4 horas, o estresse térmico pelo frio combinado com exercício prolonga esse efeito para 24 a 48 horas. Ou seja, o corpo continua queimando calorias por até dois dias após uma única sessão.

O EPOC é o aumento do consumo de oxigênio que persiste após o térmico do exercício, refletindo o custo energético dos processos de recuperação fisiológica. O corpo humano mantém a temperatura central entre 36,5ºC e 37,5ºC independentemente das condições externas. Esse processo, chamado de homeostase térmica, consome energia de forma contínua e é regulado pelo hipotálamo, que atua como termostato central do organismo.

Como resposta ao frio, há vasoconstrição periférica, tremores musculares e ativação do tecido adiposo marrom (BAT). O consumo de oxigênio pode aumentar de 3 a 5 vezes em relação ao repouso. A combinação de frio + exercício é o estímulo mais eficiente conhecido para ativar o tecido adiposo marrom, que consome energia para gerar calor. É esse mecanismo que explica o gasto calórico elevado mesmo após o término da sessão.

Além dos efeitos metabólicos, a crioterapia tem aplicação clínica bem documentada na redução da dor articular, recuperação muscular e reabilitação esportiva. Esses benefícios tornam o EvoMove Crio especialmente relevante para atletas e praticantes de atividade física intensa.

A EvoMove CRIO é única no mundo porque ela não é uma banheira de gelo estática. É a combinação de frio extremo com movimento ativo (caminhada/corrida). Enquanto a crioterapia tradicional é passiva, o protocolo EvoMove CRIO ativa simultaneamente a termogênese, a musculatura e o sistema cardiovascular — potencializando todos os efeitos metabólicos e de recuperação de forma que nenhuma outra tecnologia no mundo oferece.

Além da versão Crio, também será comercializada a EvoMove Hot, conhecida como “máquina quente”, que combina aquecimento de até 45 graus (com o diferencial de não usar infravermelho) com vácuo e exercício físico, promovendo vasodilatação profunda, estímulo circulatório, recuperação muscular e alta queima calórica. Uma sessão de 30 minutos tem um gasto direto de 800 a 1.000 kcal na hot.

“A EvoOne nasce em um cenário de transformação profunda no comportamento de consumo ligado à saúde. Se antes a estética era associada apenas à aparência, hoje o mercado caminha para soluções integradas que unem qualidade de vida, preservação muscular, energia, recuperação física e equilíbrio metabólico”, afirma Alberto. “Vale ressaltar que nós, uma empresa curitibana, somos a única do mundo com essa tecnologia crio, temos certificação da Anvisa e assistência técnica. Uma indústria brasileira, com muito orgulho”, finaliza.

Com lançamento simultâneo no Brasil e na Flórida, nos Estados Unidos, a marca chega ao mercado mirando clínicas premium, academias de alta performance e o crescente universo do biohacking. Os equipamentos possuem posicionamento de luxo, com valores médios de R$ 179 mil para a EvoMove Hot e R$ 256 mil para a EvoMove Crio, e previsão de pay back em até 6 meses.

A EvoOne é respaldada pela estrutura do Grupo Scoz, ecossistema empresarial com mais de 15 anos de atuação no setor médico e estético e responsável pela SulLaser, considerada uma das líderes nacionais em locação de equipamentos médicos e estéticos.