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Setembro Roxo: câncer de pâncreas ainda desafia a oncologia, mas novas pesquisas ampliam as perspectivas de tratamento

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Setembro Roxo: câncer de pâncreas ainda desafia a oncologia, mas novas pesquisas ampliam as perspectivas de tratamento

Doença costuma apresentar poucos sinais nas fases iniciais e mantém alta mortalidade; vacinas personalizadas estão em estudo e nova terapia oral contra a proteína RAS acaba de ser aprovada nos Estados Unidos

O câncer de pâncreas permanece entre os grandes desafios da oncologia. A doença costuma evoluir de forma silenciosa e, em muitos pacientes, os primeiros sintomas aparecem quando o tumor já está em estágio mais avançado. Durante o Setembro Roxo, período dedicado à conscientização sobre a doença, o Dr. Luciano S. Biela, oncologista do IOP, Instituto de Oncologia do Paraná, chama a atenção para a importância de reconhecer fatores de risco e alterações que merecem investigação.

As estimativas mais recentes do Instituto Nacional de Câncer, INCA, apontam 13.240 novos casos de câncer de pâncreas por ano no Brasil entre 2026 e 2028, sendo 6.330 em homens e 6.910 em mulheres. A Região Sul apresenta as maiores taxas estimadas de incidência do país.

Outro dado ajuda a dimensionar o impacto da doença. Em 2023, último ano informado pelo INCA na atual estimativa nacional, 13.507 brasileiros morreram em decorrência do câncer de pâncreas, sendo 6.589 homens e 6.918 mulheres.

“O câncer de pâncreas ainda representa um desafio porque, em sua fase inicial, pode não provocar sintomas específicos. Isso reduz a possibilidade de identificá-lo precocemente. Por isso, conhecer os fatores de risco e investigar alterações persistentes, especialmente em pessoas com maior risco para a doença, é importante para que possamos chegar ao diagnóstico o mais cedo possível”, explica Dr. Biela.

Sinais que não devem ser ignorados

O pâncreas está localizado na parte superior do abdome e participa tanto da digestão quanto do controle da glicose no organismo. Segundo o INCA, aproximadamente 90% dos cânceres diagnosticados no órgão são adenocarcinomas, tumores que se originam no tecido glandular. A incidência aumenta com a idade, sendo a doença mais frequente a partir dos 60 anos.

Perda de peso sem causa aparente, falta de apetite, dor abdominal ou nas costas, fraqueza, náuseas e icterícia, caracterizada pela coloração amarelada da pele e dos olhos, estão entre as manifestações que podem aparecer. Algumas delas também estão presentes em diferentes condições clínicas, razão pela qual a persistência dos sintomas deve ser avaliada por um médico.

Tabagismo, excesso de gordura corporal, diabetes tipo 2 e consumo excessivo de álcool estão entre os fatores associados a maior risco. O INCA também aponta condições genéticas e hereditárias, como síndrome de Lynch, câncer pancreático familiar e pancreatite hereditária.

“Não existe um único sintoma que, isoladamente, indique câncer de pâncreas. O que precisamos observar é o conjunto de sinais, o histórico do paciente e a persistência dessas alterações. A investigação adequada é o que permite diferenciar situações mais comuns de quadros que precisam de atenção oncológica”, afirma Dr. Biela.

Vacina contra o câncer de pâncreas: o que a ciência já sabe

Entre as pesquisas que vêm despertando interesse está o desenvolvimento de vacinas terapêuticas personalizadas contra o câncer, especialmente aquelas baseadas em RNA mensageiro.

Diferentemente das vacinas preventivas tradicionais, essa estratégia não pretende impedir que uma pessoa saudável desenvolva câncer. O objetivo é utilizar informações do próprio tumor para estimular o sistema imunológico do paciente a reconhecer determinadas características das células cancerígenas e atacá-las.

Um dos trabalhos de maior repercussão investiga a vacina personalizada autogene cevumeran, desenvolvida pela BioNTech e pela Genentech. Cada vacina é produzida a partir das características moleculares do tumor de cada paciente.

Resultados de acompanhamento de longo prazo apresentados na reunião anual de 2026 da American Association for Cancer Research, AACR, analisaram 16 pacientes que haviam sido submetidos à cirurgia por adenocarcinoma ductal pancreático e posteriormente receberam a vacina em associação com outras terapias.

Em oito participantes, o tratamento provocou uma resposta específica de células T contra características do tumor. Após acompanhamento mediano de 4,2 anos, essas células continuavam detectáveis. Entre os oito pacientes que apresentaram resposta imunológica, sete estavam vivos entre quatro e seis anos após a cirurgia. Entre os oito que não desenvolveram essa resposta, dois permaneciam vivos no mesmo período de acompanhamento.

Os resultados são relevantes, mas precisam ser interpretados dentro da fase em que a pesquisa se encontra. O estudo envolveu apenas 16 pacientes e não significa que exista atualmente uma vacina aprovada para tratar ou prevenir o câncer de pâncreas. Estudos maiores são necessários para determinar a eficácia dessa estratégia e quais pacientes poderão se beneficiar.

“É uma linha de pesquisa muito interessante porque parte das características do tumor de cada paciente para tentar direcionar o sistema imunológico contra a doença. Mas é fundamental separar uma descoberta promissora de um tratamento já estabelecido. Ainda precisamos dos resultados de estudos maiores para compreender qual será o papel dessa estratégia no tratamento do câncer de pâncreas”, esclarece Dr. Biela.

A pesquisa com vacinas não se limita a esse estudo. Na reunião anual de 2026 da American Society of Clinical Oncology, ASCO, outro trabalho inicial avaliou a vacina personalizada de mRNA RGL-270 em pacientes operados por adenocarcinoma ductal pancreático.

Até janeiro de 2026, 16 pacientes haviam recebido a vacina combinada com imunoterapia e posteriormente quimioterapia. Todos apresentaram resposta imunológica específica à vacina, e a taxa de sobrevida livre de recorrência em 18 meses foi de 100%. Os próprios pesquisadores destacam, porém, que se trata de um estudo inicial, com número reduzido de participantes e acompanhamento ainda limitado.

Outra frente avança: terapia oral contra RAS é aprovada nos Estados Unidos

Enquanto as vacinas personalizadas continuam em investigação, outra linha de pesquisa deu um passo diferente e concreto em agosto de 2026.

No dia 26, a Food and Drug Administration, FDA, aprovou nos Estados Unidos o daraxonrasib, comercializado como Rasonque, para adultos com adenocarcinoma pancreático metastático que já receberam pelo menos uma terapia sistêmica anterior ou que não sejam candidatos a tratamentos sistêmicos com múltiplos medicamentos.

O medicamento é administrado por via oral, uma vez ao dia, e atua sobre diferentes formas da proteína RAS, um dos principais mecanismos envolvidos no crescimento do adenocarcinoma pancreático. Durante décadas, essa proteína esteve entre os alvos mais difíceis da oncologia para o desenvolvimento de medicamentos.

A decisão da FDA foi baseada no estudo de fase 3 RASolute 302, que envolveu 500 pacientes com adenocarcinoma pancreático metastático cuja doença havia progredido após tratamento sistêmico anterior.

Na população total do estudo, a sobrevida global mediana foi de 13,2 meses entre os pacientes tratados com daraxonrasib, contra 6,7 meses com a quimioterapia padrão. O resultado correspondeu a uma redução de 60% no risco de morte.

O tempo mediano até uma nova progressão da doença também aumentou, passando de 3,6 meses com o tratamento convencional para 7,2 meses com daraxonrasib. A taxa de resposta objetiva, que indica redução mensurável do tumor, foi de 30% com a nova terapia e 11% com a quimioterapia padrão.

“A aprovação é particularmente importante porque estamos falando de uma doença em que os avanços terapêuticos historicamente acontecem de maneira mais lenta. Conseguir atingir a via RAS com resultados relevantes de sobrevida mostra como o conhecimento da biologia molecular do tumor começa a se traduzir em novas possibilidades para os pacientes”, avalia Dr. Biela.

A aprovação norte-americana, porém, não significa que o medicamento esteja automaticamente disponível no Brasil. Para comercialização e uso regular no país, é necessário passar pelo processo regulatório brasileiro.

Também não se trata de uma “pílula contra o câncer de pâncreas” indicada para todos os pacientes. A autorização da FDA contempla um grupo específico de adultos com doença metastática e critérios definidos de tratamento anterior.

Diferentes caminhos para um mesmo desafio

Os estudos com vacinas e a aprovação do daraxonrasib representam estratégias bastante diferentes. No caso das vacinas personalizadas, a tentativa é estimular o sistema imunológico a reconhecer características próprias do tumor. No daraxonrasib, o objetivo é interferir diretamente em uma via molecular utilizada pelas células cancerígenas para crescer e sobreviver.

Uma abordagem permanece experimental. A outra já alcançou aprovação nos Estados Unidos para uma indicação específica. Mas as duas ajudam a ilustrar a direção que a oncologia vem seguindo: compreender cada vez melhor a biologia dos tumores para desenvolver tratamentos mais direcionados.

“Estamos avançando por diferentes caminhos. De um lado, há pesquisas tentando ensinar o sistema imunológico a reconhecer melhor o câncer. De outro, começam a surgir medicamentos capazes de atingir mecanismos moleculares que durante muitos anos pareciam inacessíveis. É importante ter cautela com cada novo resultado, mas também reconhecer que estamos ampliando o conhecimento e as possibilidades de tratamento para uma doença que sempre representou um dos grandes desafios da oncologia”, afirma Dr. Biela.

Para o especialista, os avanços recentes não diminuem a importância do diagnóstico, do acompanhamento especializado e das terapias atualmente estabelecidas. “O paciente não deve interpretar uma notícia científica isoladamente ou imaginar que determinada novidade necessariamente se aplica ao seu caso. O tratamento do câncer de pâncreas depende do estágio da doença, das características do tumor, das condições clínicas e dos tratamentos já realizados. Ao mesmo tempo, ver diferentes linhas de pesquisa avançando mostra que estamos abrindo novas portas. E, em uma doença historicamente tão difícil de tratar, cada porta que se abre tem enorme importância”, conclui Dr. Luciano S. Biela, oncologista do IOP, Instituto de Oncologia do Paraná.

Fontes: Instituto Nacional de Câncer, INCA; Food and Drug Administration, FDA; American Association for Cancer Research, AACR; American Society of Clinical Oncology, ASCO

Sobre o Grupo Med4U

A Med4U é uma holding que engloba algumas das marcas mais reconhecidas no setor da saúde, oferecendo soluções integradas e inovadoras para pacientes e profissionais. Entre as empresas que fazem parte da Med4U estão o IOP (Instituto de Oncologia do Paraná), o IOP Educa, o IOP Pesquisa, o Valencis, a Spesia e o Oncoville. Também fazem parte a Santé Cancer Center, com unidades em Lages e Caçador, em Santa Catarina, e a Clínica Prognóstica Oncologia, sediada em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Juntas, essas instituições formam um grupo dedicado à excelência no cuidado oncológico, educação e inovação em saúde.

O IOP, a marca mais antiga do grupo, que completou 31 anos de atuação em 2026, continua sendo uma referência no tratamento do câncer. Com quatro sedes em Curitiba (PR), o IOP se destaca por suas parcerias estratégicas, como a aliança com o Hospital São Marcelino Champagnat que oferece um tratamento integrado e a parceria com o Hospital Albert Einstein, em São Paulo, sendo a primeira clínica no sul do Brasil a integrar a Rede Einstein de Oncologia e Hematologia. O IOP também se destaca por ter o mais alto nível de acreditação de qualidade no Paraná (ONA 3).

O IOP oferece tratamentos avançados e humanizados, utilizando tecnologia de ponta e uma abordagem multidisciplinar, que inclui Nutrição, Psicologia, Enfermagem, Farmácia e Educador Físico. Além disso, terapias complementares como cromoterapia, aromaterapia e musicoterapia ajudam a proporcionar um cuidado mais completo e humanizado.

Para mais informações ou para agendar sua consulta, acesse nosso site: https://iop.com.br

IOP: Há 31 anos cultivando histórias, cuidando de pessoas.

Mais informações:

Mateus Leme
Rua Mateus Leme, 2631 B
(41) 3207-9797

Batel
Rua Saldanha Marinho, 1814
(41) 3207-9798

Oncoville
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(41) 3099-5800

Hospital São Marcelino Champagnat
Av. Presidente Affonso Camargo, 1399
(41) 3087-7600

SBOT-PR participou da Cúpula Nacional Movimento Brasil Sobre Rodas

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SBOT-PR participou da Cúpula Nacional Movimento Brasil Sobre Rodas

No último dia 10 de setembro, na FIESP, em São Paulo (SP), aconteceu o encontro da Cúpula Nacional Movimento Brasil Sobre Rodas, promovido pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) e FIESP. O evento reuniu autoridades, especialistas e diferentes setores para discutir os desafios da mobilidade sobre duas rodas e construir soluções práticas para um trânsito mais seguro.

Representando a SBOT-PR, Dr. Décio De Conti, que foi presidente da regional em 2023, acompanhou as discussões. Foram debatidos temas como prevenção de sinistros, saúde, legislação, infraestrutura, tecnologia, trabalho e segurança viária. Em grupos de trabalho, foram apresentadas propostas voltadas à aplicação prática junto aos usuários de veículos de duas rodas.

A programação reuniu diferentes perspectivas sobre mobilidade segura, saúde, segurança viária, tecnologia e políticas públicas, além da apresentação de uma pesquisa inédita do Instituto Qualisa de Gestão (IQG), com dados relevantes sobre a realidade no Brasil.

“A pesquisa, realizada em setembro com mil participantes, irá nortear nossas próximas ações. Os dados mostram o crescimento dos motociclistas e o impacto que os acidentes de trânsito têm para a sociedade. Um resultado curioso, por exemplo, é que 53% dos entrevistados utilizam a moto para o trabalho, e 29,8% têm menos de 1 ano de pilotagem, sendo que 56,9% utilizam motos diariamente. Para uso profissional, 35,7% são motociclistas de aplicativos, sendo 44% com idade entre 18 a 25 anos e outros 23,8% trabalham como motoboy/fretista”, afirma o ortopedista Décio De Conti.

Ainda sobre a pesquisa, dos entrevistados que exercem atividade remunerada, 52,9% fazem há menos de 1 ano, sendo 60,3% do sexo feminino. Quando perguntados se sofrem pressão por produtividade e entregas mais rápidas, 50,2% afirmam que frequentemente e outros 40,3%, às vezes. Sobre a participação em cursos de direção defensiva ou de educação no trânsito, 51,4% dos entrevistados não participaram, mas 84,4% afirmam ser muito importante a educação no trânsito.

O impacto que os acidentes trazem ao serviço de saúde pública sem dúvida é outro ponto a ser levado em consideração. Dos entrevistados, 90% não possuem plano de saúde e 86,2% tem consciência dos riscos de paralisia em acidentes de moto. Como prevenção, 93,6% usam o capacete, porém o número diminui para outros equipamentos de proteção: jaquetas (68%), luvas (61%) e botas (44%).

De acordo com a pesquisa, os principais riscos ao pilotar na cidade são: 26,2% cruzamentos; 23,6% pontos cegos; 13,3% falta de sinalização; 12,9% vias com buracos e 12% veículos grandes. Mas, quando perguntados se respeitam as leis de trânsito, 73% deles responderam que não.

Entre as soluções sugeridas para melhorar a segurança dos motociclistas no trânsito, a pesquisa apontou: 63,1% maior fiscalização; 56% criar motovias; 40% melhorar pavimentação; 36% limitar velocidade; 35% mais radares e 33% campanhas educacionais.

A SBOT, bem como a regional Paraná, encerram o encontro reafirmando seu compromisso com a prevenção de sinistros, a promoção da saúde e a construção de soluções para uma mobilidade mais segura.

Sobre a SBOT-PR

A Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – Regional Paraná (SBOT-PR) é a representação estadual da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, entidade científica dedicada ao desenvolvimento da especialidade no Brasil. Fundada em 1974, a Regional atua na promoção da educação médica continuada, na atualização científica e na valorização da prática ortopédica, reunindo especialistas de diferentes áreas da ortopedia e traumatologia em todo o Paraná.

Além de incentivar a formação e o aperfeiçoamento de novos especialistas por meio de cursos, congressos, reuniões científicas e programas de residência médica, a SBOT-PR também desenvolve ações de conscientização voltadas à prevenção de lesões, promoção da saúde musculoesquelética e segurança da população. A entidade mantém estreita colaboração com instituições de ensino, serviços credenciados e órgãos de saúde, contribuindo para o fortalecimento da assistência ortopédica e para a difusão de conhecimento baseado em evidências científicas.

Atual gestão:
Diretoria 2026
Presidente: Thiago Sampaio Busato
1º Vice-Presidente: Fernando Ferraz Faria
2º Vice-Presidente: Marcela Penna
1º Secretário: Bruno Sbrissia
2º Secretário: Carlos Motooka
1º Tesoureiro: Josiano Valerio
2º Tesoureiro: Lucas Dias Godoi

Serviço:

SBOT-PR
Rua Itupava, 1299 – Conjunto 106
Bairro Hugo Lange
Telefones (41) 98777-8520
Curitiba – PR / CEP 80040-455
https://sbot.org.br/regionais/regional-parana/

Trend faz parte da estratégia de marca? Por que marcas precisam pensar antes de seguir o que viraliza nas redes sociais

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Trend faz parte da estratégia de marca? Por que marcas precisam pensar antes de seguir o que viraliza nas redes sociais

Febre das fotos dos anos 80 mostra como tendências digitais ativam identificação, pertencimento e curiosidade, mas, para empresas, participar de uma trend exige mais do que simplesmente acompanhar o que todo mundo está fazendo

Se você abriu o Instagram nos últimos dias, provavelmente encontrou alguém que aparentemente viajou no tempo com cabelos volumosos, ombreiras, roupas coloridas, academias com estética retrô, fliperamas e fotografias que parecem ter saído diretamente da década de 1980.

A trend “como eu seria nos anos 80” ganhou força no Instagram no início de setembro de 2026 ao combinar inteligência artificial, fotografias pessoais e o recurso “adicione o seu”. A dinâmica permite que usuários enviem uma foto atual para uma ferramenta de IA e recebam de volta uma versão de si mesmos ambientada na década de 1980.

No Brasil, a brincadeira rapidamente chegou também aos perfis de celebridades como Ivete Sangalo, Sabrina Sato, Virginia Fonseca, Patrícia Poeta, Dani Calabresa e Tatá Werneck.

Mas a popularidade da brincadeira levanta uma pergunta que interessa diretamente às empresas: se todo mundo está entrando em uma trend, uma marca deveria entrar também?

Para Lucas Raganhan, head da Sirène Media & Strategy, tendências podem representar excelentes oportunidades de conexão, mas também podem expor uma marca quando são usadas sem contexto. “Trend não é estratégia. Mas ignorar completamente a cultura das redes sociais também não é. O trabalho está justamente em entender quando uma tendência conversa com o público, com a personalidade e com os objetivos daquela marca.”

Por que todo mundo quer participar?

As trends fazem parte da própria dinâmica das redes sociais: uma pessoa publica, outras repetem, celebridades participam, influenciadores adaptam e amigos começam a compartilhar. Em pouco tempo, uma brincadeira aparentemente simples pode se transformar em um fenômeno cultural. Mas o que leva tantas pessoas a quererem participar justamente quando milhares de outras já estão fazendo a mesma coisa?

Para a psicóloga e mentora de carreira Ana Carolina Pereira, uma das respostas está na necessidade humana de pertencimento. À medida que uma tendência se espalha, ficar de fora pode começar a produzir a sensação de que algo está sendo perdido, uma conversa, uma experiência ou até mesmo a oportunidade de fazer parte de determinado grupo. “Quando alguém entra em uma trend, é como se estivesse fazendo parte de um grupo, mesmo que por pouco tempo. Isso traz uma sensação de pertencimento e, consequentemente, de aprovação”, explica.

Nas redes sociais, essa percepção ganha ainda outra dimensão porque a validação deixa de ser apenas subjetiva e passa a ser também quantificada. Curtidas, comentários, visualizações e compartilhamentos funcionam como sinais visíveis da reação dos outros.

Ana ressalta, porém, que uma mesma trend pode produzir experiências bastante diferentes. Para alguém que mantém uma relação mais segura consigo mesmo, participar pode representar apenas diversão e conexão. Para quem já enfrenta inseguranças sobre o próprio valor ou sobre a forma como é percebido, a participação pode acabar funcionando quase como um teste de aceitação.

“Antes, a pessoa simplesmente sentia que fazia parte de um grupo. Hoje existem números para confirmar isso. Para quem já questiona o próprio valor, um retorno abaixo do esperado pode reforçar uma insegurança que já existia”, afirma. É nesse contexto que aparece também o FOMO, sigla para fear of missing out, ou medo de ficar de fora. Segundo Ana, ele pode envolver não apenas o receio de perder uma experiência, mas também de perder relevância, não conhecer o assunto do momento ou não participar daquilo sobre o que todos parecem estar falando.

Em alguns casos, o que começou como uma possibilidade de diversão passa a ser percebido quase como uma cobrança interna: se todos estão participando, talvez eu também devesse participar.

A trend dos anos 80 acrescenta ainda um componente especialmente poderoso: a nostalgia. Para Ana, conteúdos nostálgicos podem funcionar como uma forma de conforto e familiaridade, sobretudo em um momento marcado por excesso de estímulos, aceleração e conexão permanente. “Para quem viveu aquela época, existe um reencontro com uma versão de si mesmo e, muitas vezes, com um período percebido como mais simples, mais lento e menos digital. Isso faz muito sentido hoje, quando tanta gente se sente sobrecarregada e cansada de estar o tempo todo conectada”, explica.

Mesmo para quem não viveu plenamente a década, a estética pode carregar referências transmitidas pela família, pela música, pelo cinema, pela televisão e pela própria cultura popular. No caso dessa trend, existe ainda uma particularidade: o usuário não está simplesmente observando uma fotografia antiga ou uma estética retrô. Ele está vendo a si mesmo dentro de uma versão imaginada daquele passado.

A combinação entre pertencimento, curiosidade, nostalgia e personalização ajuda a compreender por que formatos aparentemente simples conseguem se espalhar tão rapidamente. Mas a repetição também tem um limite.

Ana observa que o excesso de exposição e a sensação de estar permanentemente conectado e disponível podem contribuir para irritabilidade e sobrecarga mental. Esse contexto também ajuda a explicar por que determinadas tendências podem passar, em pouco tempo, da curiosidade para a saturação. E é justamente aí que surge uma diferença importante entre pessoas e marcas.

“Quando a participação é espontânea, existe coerência. A trend combina com aquilo que a pessoa já é, já faz e costuma mostrar. Quando é forçado, o efeito pode ser justamente o contrário: em vez de aproximar, afasta. A pessoa sente que aquela marca está tentando disputar sua atenção, e não criar realmente uma conexão”, afirma Ana. Para ela, o impacto não termina no desempenho de uma publicação: “Confiança, quando é quebrada, custa caro para recuperar.”

Nostalgia não apareceu por acaso em 2026

A escolha dos anos 80 também coincide com uma tendência cultural mais ampla observada nas redes sociais. O relatório Social Media Trends 2026, publicado pela Hootsuite, identifica o chamado “nostalgic remix” como uma das tendências relevantes do ano. Segundo o relatório, referências aos anos 1970 e 1980 estão sendo retomadas especialmente na comunicação voltada à Geração X.

A Hootsuite cita dados da NielsenIQ e da World Data Lab indicando que consumidores da Geração X movimentaram aproximadamente US$ 15,2 trilhões globalmente em 2025 e devem continuar liderando os gastos de consumo até 2033.

O mesmo relatório aponta ainda que pesquisas relacionadas a “80s luxury” cresceram 225% no Pinterest, segundo dados da própria plataforma.

Para Lucas, isso mostra que a nostalgia não deve ser tratada apenas como estética. “Quando uma década volta para as redes sociais, não estamos falando apenas de cabelo, roupas ou filtros. Estamos falando de memória, identidade e repertório cultural. Isso explica por que determinadas referências conseguem atravessar gerações e ganhar uma nova vida digital.”

Marcas também sofrem de FOMO

O comportamento não acontece apenas com pessoas. Empresas também observam concorrentes, influenciadores e outras marcas participando de tendências e sentem que precisam reagir rapidamente.

É nesse ponto que surge o que pode ser chamado de FOMO (fear of missing out: o medo de ficar de fora) corporativo. A lógica é conhecida: “Todo mundo está fazendo.”; “Nosso concorrente já publicou.”; “Precisamos entrar antes que acabe.”

Mas dados recentes mostram que consumidores são muito mais ambivalentes em relação à participação das marcas em trends do que muitas empresas imaginam. Um levantamento divulgado pela Sprout Social em abril de 2026, com base no 2025 Sprout Social Index, apontou que: 40% dos usuários consideram interessante quando marcas participam de trends. Por outro lado: 33% consideram constrangedor quando empresas tentam entrar nessas tendências. Outros 27% afirmam que a participação só funciona quando a marca reage rapidamente, dentro de aproximadamente 24 a 48 horas.

Os números revelam um dilema importante: participar de uma trend pode aproximar uma empresa da cultura digital, mas também pode produzir exatamente o efeito contrário. “Quando uma pessoa participa de uma trend porque achou divertida, ela pode simplesmente testar e seguir a vida. Uma empresa está utilizando a reputação da própria marca. Por isso, o critério precisa ser diferente”, explica Lucas.

O consumidor já percebe quando uma marca está apenas copiando

A mesma pesquisa da Sprout Social ajuda a entender outra parte do problema. Segundo o 2026 Social Media Content Strategy Report, 70% dos usuários acreditam que as marcas já fazem um bom trabalho acompanhando trends e momentos culturais. Mas, ao mesmo tempo, 43% afirmam que as empresas não publicam conteúdo verdadeiramente original. O relatório ouviu mais de 2.300 consumidores dos Estados Unidos, do Reino Unido e da Austrália, além de 1.200 profissionais de marketing.

Ou seja: acompanhar tendências já não parece ser o maior desafio, mas sim participar sem parecer apenas mais uma marca repetindo exatamente o mesmo conteúdo. “Entrar cedo em uma trend pode gerar relevância. Entrar tarde, sem acrescentar nada e apenas porque todas as outras empresas já fizeram, pode comunicar justamente o contrário: falta de identidade”, afirma Lucas.

A Sirène também participou da trend dos anos 80

A própria Sirène Media & Strategy decidiu participar da tendência, mas não simplesmente reproduzindo a estética que estava circulando nas redes. Em vez de recorrer apenas a imagens artificiais, filtros ou referências genéricas à década, a marca buscou um ponto de conexão com a própria história.

Fotografias reais da infância de seu fundador, Lucas Raganhan, nascido em 1977 e criado durante os anos 1980, se transformaram em matéria-prima para o conteúdo. Aniversários em casa, registros de família e cenas cotidianas daquele período foram usados para construir uma narrativa que misturava nostalgia, humor e memória.

O conteúdo partia das diferenças entre aquela infância e a vida digital atual para chegar a um tema diretamente relacionado ao trabalho da agência: storytelling. A participação na trend, portanto, não aconteceu apenas porque os anos 80 estavam novamente em evidência. A tendência forneceu o contexto; a história da marca forneceu o conteúdo.

Na avaliação de Lucas, uma tendência funciona melhor quando a empresa consegue encontrar nela um ponto verdadeiro de conexão com sua identidade, seu público, sua história ou sua forma de se comunicar. Caso contrário, o conteúdo pode até gerar alcance, mas dificilmente contribui para construir memória de marca.

Alcance não significa necessariamente relevância

Dados do Q1 2026 Pulse Survey, da Sprout Social, mostram que 66% dos consumidores afirmam estar mais seletivos em relação aos conteúdos com os quais interagem do que estavam 12 meses antes. A mesma pesquisa aponta que 83% dos consumidores dizem encontrar conteúdos de baixa qualidade gerados por IA — frequentemente chamados de “AI slop”, pelo menos algumas vezes nas redes sociais.

Em outro relatório publicado em março de 2026, a empresa identificou que 56% dos consumidores dizem encontrar esse tipo de conteúdo com frequência ou muita frequência.

O cenário ajuda a explicar por que simplesmente produzir mais conteúdo não garante maior conexão. A abundância aumenta a competição pela atenção e também aumenta a capacidade do usuário de perceber aquilo que parece repetitivo, artificial ou oportunista.

A inteligência artificial tornou mais fácil entrar em trends e mais difícil se diferenciar

A trend dos anos 80 representa bem esse paradoxo: ferramentas de inteligência artificial permitem que milhões de usuários criem rapidamente versões semelhantes de um mesmo conceito. A barreira de produção praticamente desaparece, o que democratiza a criatividade, mas também acelera a saturação.

Segundo o relatório Social Media Trends 2026, da Hootsuite, inteligência artificial e automação estão permitindo experimentação criativa em escala cada vez maior. Ao mesmo tempo, o relatório aponta que marcas vêm se afastando de conteúdos excessivamente polidos e buscando sinais de autenticidade, espontaneidade e humanidade.

A própria Hootsuite resume a tensão atual ao indicar que ferramentas de IA se tornaram parte dos fluxos de trabalho, enquanto consumidores continuam valorizando conteúdos que pareçam humanos.

O relatório da Sprout Social reforça a mesma direção: entre as prioridades apontadas pelos consumidores para as marcas em 2026, conteúdo produzido por humanos aparece em primeiro lugar. “IA consegue colocar uma marca dentro de uma trend em poucos minutos. O que ela não consegue fazer sozinha é dar personalidade, contexto e posicionamento a essa participação”, afirma Lucas.

Então, quando e como saber se uma marca deveria participar? Não existe uma fórmula única, mas algumas perguntas ajudam a separar oportunidade de impulso. Antes de participar de uma trend, uma empresa deveria avaliar se isso combina com a personalidade da marca, se o público compreenderá a referência, se há algo próprio para acrescentar, e se a tendência ainda está no momento certo, e o mais importante: se existe algum risco reputacional.

“Se a única justificativa for ‘todo mundo está fazendo’, provavelmente há FOMO, mas ainda não há estratégia”, afirma Lucas.

Nem toda trend precisa virar post

Acompanhar tendências faz parte do trabalho de profissionais de comunicação, mas participar de todas elas, não. Claramente, há uma diferença importante entre observar cultura e ser conduzido por ela. Uma boa estratégia de social media precisa entender o que está acontecendo, interpretar como aquilo se conecta ao comportamento do público e só então decidir se existe espaço para a marca participar.

Por muitas vezes, a melhor decisão será entrar rapidamente; em outras situações, será adaptar-se à tendência; e há outras em que será simplesmente não participar. Essa escolha também é estratégia.

Esse cenário reforça uma função que muitas vezes fica invisível quando se observa apenas o conteúdo publicado: profissionais de marketing digital e social media não deveriam atuar apenas como produtores de posts. Parte importante do trabalho está justamente em decidir o que não publicar.

Para pequenas, médias e grandes empresas, essa análise se torna ainda mais relevante porque redes sociais hoje representam muito mais do que canais promocionais, são espaços de descoberta, relacionamento, cultura, atendimento, reputação e construção de marca.

Uma decisão aparentemente simples, seja entrar ou não em uma trend, pode afetar todas essas dimensões. Trend não é estratégia. Mas cultura também não pode ser ignorada.

“As marcas precisam acompanhar o que acontece nas redes, mas acompanhar não significa necessariamente participar. O papel da estratégia é entender quando aquela conversa também faz sentido para a marca”, explica Lucas. Para ele, existe uma diferença importante entre acompanhar o ritmo da internet e simplesmente correr atrás dele.

“Uma marca não precisa dançar todas as músicas que o algoritmo toca. Precisa saber reconhecer quando aquela música também faz parte da sua história.” É justamente nesse ponto que profissionais de marketing digital e social media deixam de ser apenas produtores de conteúdo e passam a exercer uma das funções mais importantes da comunicação contemporânea: fazer escolhas.

Doenças neurodegenarativas: o caso de Lito Sousa e a importância de estudos clínicos internacionais

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Doenças neurodegenarativas: o caso de Lito Sousa e a importância de estudos clínicos internacionais

Hospital Angelina Caron é escolhido para participar de estudo de novo medicamento para Doença de Huntington

O influenciador e piloto de aviação Lito Sousa, de 59 anos, foi diagnosticado em agosto de 2026 com a Doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ), uma enfermidade neurodegenerativa rara, progressiva, grave e, atualmente, sem cura. O diagnóstico foi confirmado após investigação de um quadro de inflamação do sistema nervoso central, que se manifestou inicialmente com perda de movimentos finos e dormência no braço esquerdo. O caso de Lito ilustra a importância da investigação neurológica cuidadosa em pacientes com sintomas motores súbitos, mesmo quando há outro diagnóstico oncológico em andamento, e evidencia a relevância mundial dos estudos científicos para o desenvolvimento de novos medicamentos e tratamentos voltados a doenças raras.

Na Região Metropolitana de Curitiba, o Hospital Angelina Caron (HAC) acompanha pacientes com doenças raras e colabora com pesquisas internacionais. A partir de setembro, a instituição participará de um novo estudo com voluntários, desta vez voltado a outra doença genética também grave e ainda sem cura: a Doença de Huntington. O HAC foi escolhido como um dos poucos centros do mundo a testar a nova medicação, em parceria com o laboratório SKYHAWK.

Doença de Huntington — é causada por uma mutação no gene HTT, responsável pela produção da proteína huntingtina. Essa alteração leva à degeneração progressiva de neurônios em diferentes regiões do cérebro, comprometendo movimentos, cognição e comportamento.

Por ser hereditária, cada filho de uma pessoa portadora da mutação genética tem 50% de chance de desenvolver a doença. Atualmente, os tratamentos disponíveis atuam apenas no controle dos sintomas; ainda não há terapias aprovadas capazes de modificar sua progressão.

O estudo investiga o SKY-0515, medicamento experimental administrado por via oral que atua sobre o RNA mensageiro, reduzindo a produção da huntingtina mutante antes mesmo da formação da proteína. A terapia também pode agir sobre a proteína PMS1, associada a mecanismos envolvidos na progressão da doença.

O FALCON-HD é um estudo internacional de Fase 2/3, randomizado, duplo-cego e controlado por placebo. No HAC, o protocolo será conduzido pelo Departamento de Ensino e Pesquisa, responsável pelo recrutamento, triagem e acompanhamento dos pacientes elegíveis em todas as etapas do estudo.

Centro de Pesquisas HAC — O Hospital Angelina Caron está preparado para atender, diagnosticar e ajudar pacientes com doenças raras ou não a obter os melhores tratamentos possíveis. O centro de pesquisas, liderado pelo Dr. Dalton Precoma, atua há mais de 15 anos no apoio a pesquisas de medicações inovadoras e estudos genéticos em Parkinson e em outras doenças cardiológicas, pneumológicas e neurológicas.

“Todos esses estudos são regidos por códigos de conduta sérios e universais. Seguimos o GCP — Good Clinical Practice, ou boas práticas clínicas. Não há como fugir dos protocolos rígidos das pesquisas; por isso, incluir um paciente em um estudo não é uma decisão pessoal ou de simpatia, mas depende do cumprimento de todos os critérios estabelecidos”, explica o Dr. Giorgio Fabiani, neurologista e pesquisador do Hospital Angelina Caron.

A Doença de Creutzfeldt-Jakob, a mesma diagnosticada no influenciador Lito, é uma das doenças raras acompanhadas no Hospital Angelina Caron, ao lado de outras neurodegenerativas. “Já tivemos dois casos de DCJ esporádica diagnosticados por nossas equipes. Sentimos o peso da impotência diante de uma doença tão devastadora, mas trabalhamos intensamente para tentar ajudar em cada caso. Por isso mantemos este centro de pesquisas: para oferecer aos pacientes com doenças raras, ou não, a possibilidade de acesso aos melhores tratamentos disponíveis, por meio da participação em pesquisas de fase 3 ou de fases 2-3, ainda mais iniciais, com medicamentos ainda não lançados — todos atendidos pelo SUS, gratuitamente”, explica o Dr. Fabiani.

O médico conta que, nos últimos dois anos, tem tentado incluir um paciente ainda pouco sintomático no estudo da IONIS Therapeutics, até agora sem êxito. “O tratamento que a família do meu paciente, assim como a do Lito, gostaria de ter acesso ao tratamento, que está em uma fase 1-2, ainda muito inicial, mas já provou ser seguro e caminha agora para a fase 2”, complementa.

Ao contribuir para o desenvolvimento de novos tratamentos para doenças raras e neurodegenerativas, o Hospital Angelina Caron reafirma seu compromisso com a excelência em pesquisa clínica e com a ampliação do acesso da população a terapias inovadoras.

Dr. Giorgio Fabiani é médico neurologista, mestre em Medicina Interna pelo HC-UFPR e formado pela UFPR. É pesquisador na área neurológica no centro de estudos do Hospital Angelina Caron, atua no ambulatório de Neurologia, Parkinson, Distúrbios do Movimento e Doenças Raras da instituição, e também é médico do HC-UFPR. É membro da Academia Brasileira de Neurologia, da American Academy of Neurology e da Movement Disorders Society.

Sobre o Hospital Angelina Caron

Fundado em 1983, o Hospital Angelina Caron (HAC) é uma instituição filantrópica de alta complexidade localizada em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba. Com mais de quatro décadas de atuação, realiza anualmente mais de 400 mil atendimentos a pacientes do SUS, de convênios e particulares. Sua trajetória reúne assistência em diferentes níveis de complexidade, tecnologia e inovação, com atuação em áreas como oncologia, transplantes, cirurgia robótica, pediatria e reabilitação. O modelo de cuidado é integrado ao ensino e à pesquisa por meio da UniCaron, do Departamento de Ensino e Pesquisa e dos programas de Residência Médica, contribuindo também para a formação de profissionais e a produção de conhecimento médico-científico. Com foco em segurança, qualidade e atendimento humanizado, o HAC mantém como propósito promover saúde com excelência e ampliar seu impacto na assistência à população do Paraná e do Brasil.

Cinco erros que diminuem a vida útil do colchão

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Cinco erros que diminuem a vida útil do colchão

Hábitos comuns podem comprometer o conforto, a higiene e a durabilidade do produto antes do tempo previsto

Um colchão de qualidade pode durar muitos anos mantendo o conforto e o suporte para o corpo. No entanto, hábitos aparentemente inofensivos podem acelerar seu desgaste e reduzir significativamente sua vida útil. Da limpeza inadequada à exposição excessiva ao sol, pequenos erros do dia a dia podem comprometer tanto a estrutura interna quanto os tecidos e espumas do colchão.

Segundo o fundador da Carneiro Colchões Artesanais, Jarbas Carneiro, a durabilidade do colchão depende não apenas da qualidade dos materiais utilizados na fabricação, mas também dos cuidados adotados pelo consumidor. “Muitas pessoas acreditam que basta comprar um bom colchão para garantir que ele dure por muitos anos. Na prática, a forma como ele é utilizado e conservado faz toda a diferença para preservar suas características de conforto e sustentação”, explica.

Confira cinco erros que podem reduzir a vida útil do colchão:

  1. Não limpar o colchão regularmente
    Mesmo protegido por lençóis, o colchão acumula poeira, ácaros e resíduos ao longo do tempo. A recomendação é aspirar toda a superfície periodicamente para remover essas partículas e contribuir para um ambiente de sono mais saudável. “A aspiração ajuda na higiene e evita o acúmulo de sujeiras que podem favorecer a proliferação de ácaros. O importante é utilizar um aspirador limpo e fazer esse processo de maneira delicada”, orienta Jarbas.
  2. Deixar o colchão úmido
    Umidade é uma das principais inimigas do colchão. Derramamento de líquidos, ambientes pouco ventilados ou guardar o produto ainda úmido favorecem o aparecimento de mofo, odores e deterioração dos materiais internos. “Se houver contato com líquidos, o ideal é secar o colchão o mais rápido possível em um ambiente ventilado. Quanto mais tempo a umidade permanecer na estrutura, maiores são os riscos de danos permanentes”, alerta.
  3. Colocar o colchão diretamente no sol
    Muitas pessoas acreditam que expor o colchão ao sol ajuda na higienização, mas a prática deve ser evitada. “A exposição prolongada ao sol pode ressecar tecidos, espumas e outros componentes do colchão, reduzindo sua durabilidade. Para arejar, basta deixá-lo em um ambiente bem ventilado, sem incidência direta dos raios solares”, explica o especialista.
  4. Abrir mão do protetor impermeável
    O protetor de colchão funciona como uma barreira contra suor, líquidos, poeira e sujeiras, ajudando a preservar o revestimento original. “Hoje existem protetores impermeáveis que mantêm a respirabilidade do colchão sem comprometer o conforto. É um acessório simples, mas que faz muita diferença para aumentar sua vida útil”, afirma Jarbas.
  5. Não fazer o rodízio quando recomendado
    Dependendo do modelo, o colchão precisa ser girado periodicamente para distribuir melhor o peso e evitar desgastes concentrados em uma única região. “Cada colchão possui orientações específicas do fabricante. Quando o rodízio é recomendado e realizado corretamente, o desgaste acontece de forma muito mais uniforme, preservando o suporte ao longo dos anos”, destaca.

Para Jarbas, cuidar corretamente do colchão significa preservar um investimento que influencia diretamente a qualidade do sono. ” Um colchão bem conservado mantém suas características de conforto e sustentação por muito mais tempo, contribuindo para noites de sono melhores e para a saúde da coluna. Pequenos cuidados fazem uma grande diferença no longo prazo”, conclui.

Jockey Plaza lança campanha com descontos diferentes a cada dia da semana

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Jockey Plaza lança campanha com descontos diferentes a cada dia da semana

“Semaninha Jockey” reúne vantagens em serviços, gastronomia, entretenimento, beleza e compras de segunda a sexta-feira

Quem costuma deixar para ir ao shopping apenas no fim de semana ganha novos motivos para visitar o Jockey também nos dias úteis. O Jockey Plaza Shopping acaba de lançar a Semaninha Jockey, campanha que reúne promoções e benefícios especiais de segunda a sexta-feira, com um segmento diferente em destaque a cada dia.

A proposta é transformar os dias úteis em oportunidades para aproveitar serviços, gastronomia, lazer, beleza e compras com condições diferenciadas. Diversas operações do shopping participam da campanha, com descontos, preços especiais, combos e outros benefícios que podem variar ao longo das semanas. “Muitos clientes nos comentam que conhecem outro shopping quando nos visitam nos dias de semana, com foco de conveniência, uma compra rápida, resolver alguma necessidade de rotina, serviço ou até numa visita sozinhos. Sabemos que os fins de semana trazem a família para o passeio completo, lazer, alimentação e diversão. Mas a Semaninha Jockey vem apresentar novos motivos para visitar o Jockey de segunda a sexta-feira. O shopping reúne uma grande variedade de operações e serviços e é possível resolver diferentes necessidades em um único lugar”, afirma a gerente de marketing do Jockey Plaza Shopping, Michelle Cirqueira.

Às segundas-feiras, o destaque fica para as operações de serviços. Entre as promoções disponíveis estão a da SLC Lavanderia, onde o ciclo de lavagem ou secagem (até 25 peças de roupas, 30-45min) passa de R$17,90 para R$13,90. E no lavacar Steel Wash, a lavagem de veículo completa + cera dá o estacionamento do shopping como cortesia para toda a diária. Na terça-feira, é o dia da gastronomia. Entre as ofertas, o Penne à Spedini sai por R$29,90, e o rodízio de pizzas da 100Beer Garden também tem preço especial de R$29,90/pessoa no almoço.

As quartas-feiras são dedicadas ao entretenimento e lazer. Na Cinépolis, filmes selecionados terão ingressos a R$ 15, enquanto o S2 Kart Racing oferece 20% de desconto, com corridas de R$ 120 por R$ 96. Na quinta-feira, os benefícios são voltados à beleza e ao bem-estar. Na Botoclinic, quem realizar aplicação de botox ganha um peeling retinoico e, na contratação de preenchimento, um microagulhamento. Já o salão Frank Di Ferran oferece pacotes de mechas ou moreno iluminado por R$ 549. Às sextas-feiras, é a vez das compras: na Aramis, compras acima de R$ 499 recebem R$ 100 de bônus; na Lunaris, toda a loja terá preço único de R$ 399; e a Capodarte oferece 70% de desconto na linha de verão, entre papetes, rasteirinhas e chinelos. As ofertas serão atualizadas semanalmente e divulgadas no Instagram do Jockey Plaza Shopping.

As promoções são oferecidas diretamente pelas lojas durante o dia da ação ou disponibilizadas em quantidade limitada por meio de cupons no aplicativo PODI. As ofertas citadas são apenas alguns exemplos, e a relação de operações participantes e benefícios é atualizada ao longo da campanha e diariamente no Instagram do shopping.

O Jockey Plaza Shopping fica no Tarumã, na Rua Konrad Adenauer, 370. O estacionamento custa R$ 10 para permanência de até 30 minutos e R$ 20 para todo o período dentro da mesma diária. As lojas funcionam de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos, das 14h às 20h. As operações de alimentação funcionam de segunda a sexta, das 10h às 22h, aos sábados, das 10h às 23h, e aos domingos, das 11h às 22h.

Serviço:

Semaninha Jockey

Segunda-feira: Serviços

Terça-feira: Alimentação

Quarta-feira: Entretenimento e lazer

Quinta-feira: Beleza e bem-estar

Sexta-feira: Compras

Natura lança Kaiak 21K com Fresh Amplify, tecnologia inédita na perfumaria

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Natura lança Kaiak 21K com Fresh Amplify, tecnologia inédita na perfumaria

Mergulhando no universo das corridas, a marca amplia seu portfólio de lifestyle e apresenta nova fragrância que traduz a energia desse estilo de vida em frescor refrescante

Em um cenário pautado pela ausência da vida ao ar livre, que tem contribuído para um esgotamento mental, o esporte surge como um antídoto para a sobrecarga do dia a dia¹ . Para a Geração Z, grupo de pessoas nascidas entre 1997 e 2012 — que hoje passa, em média, apenas 49 minutos por dia ao ar livre durante a semana (e a maior parte disso apenas se deslocando)² —, calçar um tênis e correr vai muito além de buscar desempenho físico ou queimar calorias.

Atenta a essa busca profunda por descompressão, liberdade e pela sensação de sentir o corpo vivo, a Natura, marca líder em cuidados pessoais e beleza no Brasil³, expande o portfólio de Kaiak no território de esportes com o novo Natura Kaiak 21K. Como protagonista na dinâmica de conexão entre perfumaria e estilo de vida outdoor, Natura Kaiak 21k conecta o campo das corridas com um lançamento adaptado para os praticantes do esporte, alinhado a pesquisa Gen Z Fitness: cracking the code, onde apontou que, dos entrevistados, 72% se exercitam tanto na academia ou em espaços abertos⁴. Esse movimento estratégico insere a marca no conceito de athleisure (uma moda esportiva com conforto para o dia a dia), que chega como aliada aos corredores, ao trazer frescor e aroma moderno.

“Com Kaiak 21K, a marca volta a falar sobre diferentes maneiras de viver em movimento ao ar livre. Escolhemos a corrida de rua porque ela traduz muito do que acreditamos: o prazer de se colocar em movimento, a sensação de bem-estar que a corrida proporciona e a superação que existe em ir sempre um pouco além.

Essa energia dos corredores inspirou toda a concepção de Kaiak 21K e também se traduz na fragrância, que traz a potência e a vibração do gengibre para reforçar sua assinatura de frescor.

Com esse lançamento, queremos fortalecer Kaiak como uma marca que convida as pessoas a viver outras possibilidades, se desafiar e descobrir até onde podem chegar”, explica Fernanda Lopes, Diretora de Perfumaria Natura Global.

Desenvolvida pela perfumista exclusiva da marca, Verônica Kato, em co-criação com Christophe Renault e Antoine Maisondieu, a fragrância traduz a sensação da corrida em arquitetura olfativa. O lançamento introduz a tecnologia Fresh Amplify, inédita na perfumaria. A técnica foi desenvolvida para prolongar a refrescância sob alta transpiração e atuar contra o mau odor, agindo como uma injeção de frescor que acompanha o corredor.

O deo colônia masculina, classificada como um aromático ambarado, opera pelo contraste. A saída traz notas aquosas e gengibre, simulando a sensação do vento no rosto. O fundo, estruturado em âmbar e breu branco confere a densidade proporcional à temperatura do corpo em movimento. Enquanto a versão feminina é um floral aquoso frutal, que une a potência revigorante da mandarina com uma explosão do gengibre, realçadas pela luminosidade de frutas.

O lançamento é acompanhado da parceria com a ASICS. Neste ano, Natura Kaiak anunciou patrocínio a dois dos principais circuitos de corrida da marca na América Latina: o ASICS Golden Run (10K e 21K) e o ASICS Run Challenge (7K e 15K). A colaboração perdura por todo o calendário de corridas no Brasil e América Latina e a marca se faz presente com diversas ativações durante os circuitos, com destaque para a área de massagem e relaxamento, o “túnel de chuva” personalizado para hidratação e refrescância no fim do trajeto, e o espaço “Bati Meu RP”, criado como photo opportunity aos corredores.

A ampliação do portfólio avança sobre as necessidades físicas do pré e pós-treino. A linha apresenta o Deo Creme Anti Atrito Kaiak 21K, formulado com vitamina E para fortalecer a barreira cutânea e prevenir assaduras de fricção, Shower Gel para sensação de limpeza e Desodorante Roll-on projetado para 72 horas de proteção contínua.

Confira todos os produtos da linha:

Deo colônia Kaiak 21K masculino – R$ 189,90
Notas aromáticas contrastam com o fundo potente do âmbar em um frescor único aromático ambarado, com uma explosão energizante de gengibre. É a sensação de energia, o impulso que desperta a euforia para ir mais longe.

Deo colônia Kaiak 21K feminino – R$ 189,90
Um floral aquoso que une a potência revigorante da mandarina com uma explosão energizante de gengibre, realçadas pela luminosidade de frutas, prolongando a sensação de frescor e a duração da fragrância na pele.

Hidratante Creme Antiatrito Corporal Kaiak 21K
Previne assaduras na pele, é resistente ao suor e à água e hidrata por até 48h. Enriquecido com vitamina E + pró-vitamina B5 e com uma fragrância refrescante, esta fórmula ajuda a fortalecer a barreira da pele e a prevenir assaduras.

Shower Gel Kaiak 21K – R$ 32,90
Gel de ducha que traz uma sensação de pele limpa e perfumada. Com performance para oferecer refrescância, possui tecnologia Fresh Amplify, que prolonga o frescor na pele.

Todos os produtos estão disponíveis nas lojas físicas Natura, no e-commerce e com a Consultora de Beleza Natura mais próxima de você.

Gen Z spends significantly less time outside than Gen X, new survey shows”, publicado pelo New York Post (2024)¹

Gen Z Fitness: Cracking the Code”, realizada pela Les Mills (2025)²

¹Euromonitor, Beleza e Cuidado Pessoal, marca guarda-chuva de Natura, edição Beleza e Cuidado Pessoal 2026 , vendas ao varejo em valor (RSP), dados de 2025³

Fonte: Strava Year Sport 2025, LesMills Gen Z Fitness: Cracking the Code, 2025⁴

Sobre a Natura

Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira líder em beleza e cuidados pessoais na América Latina. É a companhia de melhor reputação do Brasil e a mais responsável em ESG pelo ranking Merco há 12 anos consecutivos. Há mais de 25 anos, por meio do relacionamento com comunidades extrativistas na Amazônia, a Natura é pioneira no uso cosmético de bioativos da sociobiodiversidade brasileira. Hoje, essa atuação gera benefícios para milhares de famílias e contribui para conservar 2,2 milhões de hectares de floresta. Os produtos da marca podem ser adquiridos através das 2,8 milhões de consultoras, via e-commerce, aplicativo, ou nas mais de mil lojas. Para mais informações, visite www.natura.com.br

Campanha alerta para a importância do diagnóstico precoce das doenças reumáticas

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Campanha alerta para a importância do diagnóstico precoce das doenças reumáticas

Ação da Sociedade Paranaense de Reumatologia em parceria com a Sociedade Brasileira de Reumatologia acontece no dia 20 de setembro em Curitiba, Londrina, Maringá, Cascavel e Francisco Beltrão

As doenças reumáticas podem afetar pessoas de diferentes idades e, quando não diagnosticadas e tratadas adequadamente, comprometer a qualidade de vida. Para ampliar o acesso à informação e reforçar a importância do diagnóstico precoce, médicos associados da Sociedade Paranaense de Reumatologia promovem, no dia 20 de setembro de 2026, das 11h30 às 15h, a Campanha de Conscientização e Prevenção das Doenças Reumáticas 2026.

A campanha deste ano traz como slogan “Juntos contra a dor nas juntas. Quando o corpo fala, o reumato escuta.” A mensagem reforça a importância de estar atento aos sinais do corpo e buscar avaliação médica diante de sintomas que possam estar relacionados a doenças reumáticas.

Em Curitiba, a ação será realizada em frente ao Salão Roma, na varanda do restaurante Madalosso, junto à entrada principal. Durante o evento, a população poderá esclarecer dúvidas gerais sobre doenças reumáticas, seus principais sinais de alerta e a importância da avaliação médica e do tratamento adequado.

A iniciativa contará com um balcão informativo, banner da campanha e distribuição gratuita de cartilhas em formato de folder com informações de orientação e prevenção.

“A informação é uma importante aliada para que as pessoas reconheçam sinais que muitas vezes são ignorados e procurem ajuda no momento adequado. O diagnóstico precoce pode fazer diferença na evolução e no controle de diversas doenças reumáticas”, explica a Dra. Carolina Müller, presidente da Sociedade Paranaense de Reumatologia, que estará disponível como fonte para a imprensa durante a campanha.

Para o Grupo Família Madalosso, receber a iniciativa também representa uma oportunidade de contribuir com informação e cuidado junto à comunidade.

“É muito importante abrir espaço para iniciativas que promovam saúde, bem-estar e qualidade de vida. Para nós, receber essa campanha é uma forma de contribuir com informação e cuidado para nossos clientes e para a comunidade”, afirma Mariana Werner, executiva do Grupo Família Madalosso.

A campanha também acontecerá nas cidades de Londrina, Maringá, Cascavel e Francisco Beltrão e é de caráter exclusivamente educativo. Não serão realizadas consultas médicas ou diagnósticos durante o evento, mas apenas orientações e esclarecimentos gerais à população.

“O diagnóstico precoce pode fazer diferença na evolução e no controle de diversas doenças reumáticas, por isso a informação é uma importante aliada para que as pessoas reconheçam sinais que, muitas vezes, são ignorados e procurem ajuda adequada”, alerta o reumatologista Dr. Valderilio Feijó Azevedo, presidente da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR).

Serviço:

Campanha de Conscientização e Prevenção das Doenças Reumáticas 2026
Slogan: “Juntos contra a dor nas juntas. Quando o corpo fala, o reumato escuta.”
Data: 20 de setembro de 2026
Horário: das 11h30 às 15h

Curitiba (PR)
Local: Restaurante Madalosso (Av. Manoel Ribas, 5875) em frente ao Salão Roma, na varanda do restaurante, junto à entrada principal
Horário: 11h30 às 15h
Orientações com reumatologistas

Maringá (PR)
Orientações com reumatologistas e Atividade física

Londrina (PR)
Local: Lago Igapó 2
Horário: 9h às 13h
Orientações com reumatologistas e Atividade física
Francisco Beltrão (PR)
Local: Praça Eduardo Virmond Suplicy
Horário: 9h às 18h
Orientações com reumatologistas! Atividade física! Basta comparecer

Cascavel (PR)
Local: Parque Paulo Gorski
Horário: Das 09:30 às 13:30.
Orientações com reumatologistas
Organização: Médicos associados da Sociedade Paranaense de Reumatologia

Francisco Beltrão (PR)
Local: Praça Eduardo Virmond Suplicy, em Francisco Beltrão
Horário: das 9h às 18h
Orientações com reumatologistas e atividades físicas
Organização: médicos associados da Sociedade Paranaense de Reumatologia

Com Reforma Tributária no radar, proprietários de imóveis precisam entender novas regras para renda com aluguel

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Evento gratuito em Curitiba vai orientar proprietários e investidores sobre os impactos do novo sistema tributário na renda de imóveis

Com a transição para o novo sistema tributário, temas como CBS, IBS, enquadramento de contribuintes e novas obrigações passaram a gerar dúvidas entre proprietários de imóveis e investidores que obtêm renda com locação. 

As novas regras não significam que todo proprietário que recebe aluguel estará automaticamente sujeito aos novos tributos. A legislação estabelece critérios específicos para o enquadramento de pessoas físicas no regime regular da CBS e do IBS em operações imobiliárias. Por isso, entender as regras e avaliar cada situação individualmente será importante durante o período de transição.

Nesse cenário, a Apolar tem ampliado a orientação aos proprietários de sua carteira e também pretende levar informação ao público em geral. No dia 14 de setembro, às 19h, a empresa promove um evento presencial e gratuito sobre a Reforma Tributária e o mercado imobiliário, na Apolar Locação Centro, na Rua Conselheiro Laurindo, 478, no Centro de Curitiba. O encontro será aberto a proprietários, investidores e demais interessados.

“O proprietário não precisa apenas de velocidade para alugar. Ele precisa de segurança para administrar seu patrimônio e de informação para tomar boas decisões. A Reforma Tributária trouxe uma série de dúvidas para o mercado, e entendemos que também é nosso papel aproximar esse conhecimento dos nossos clientes e da sociedade”, afirma Gutemberg Raichert, CEO da Apolar.

Além da questão tributária, o tempo de vacância continua sendo um dos principais fatores para a rentabilidade de um imóvel. Cada mês sem locação representa aluguel não recebido, enquanto despesas como condomínio, manutenção e impostos podem continuar sob responsabilidade do proprietário.

“Manter um imóvel desocupado representa perda de renda para o proprietário. Na Apolar, o prazo médio entre a disponibilização do imóvel e a locação é de 20 dias, resultado atribuído à atuação comercial, divulgação em diferentes canais, carteira de interessados e ferramentas voltadas à agilidade do processo”, avalia Raichert.

Na Apolar, o processo de locação envolve divulgação em estratégias digitais e portais imobiliários, atuação de profissionais especializados, análise cadastral, elaboração contratual, vistoria, modalidades de garantia e acompanhamento da administração do imóvel. Atualmente, mais de 12 mil proprietários têm seus imóveis administrados pela empresa.

“Em um mercado marcado por mudanças tributárias e novas demandas de gestão, a combinação entre velocidade na locação, informação e segurança na administração ganha importância para quem utiliza o imóvel como fonte de renda e patrimônio”, finaliza o CEO.

Reforma Tributária e Mercado Imobiliário

Data: 14 de setembro de 2026

Horário: a partir das 19h

Local: Apolar Locação Centro (Rua Conselheiro Laurindo, 478 – Centro – Curitiba/PR)

Participação: gratuita e aberta ao público

Sobre a Apolar 

Fundada em 1969 por Joseph Galiano, a Apolar se tornou referência no mercado imobiliário, com 12 conquistas do prêmio ABF do Franchising Brasileiro, pelo modelo de excelência em franchising e pelas inovações no segmento. A Apolar iniciou suas atividades no sistema de franchising em 1995, tornando-se pioneira no setor imobiliário ao adotar o modelo no Brasil. São mais de 90 lojas distribuídas estrategicamente nos estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e também no Paraguai, totalizando mais de 20 mil imóveis cadastrados, entre locados e disponíveis para venda e locação.

A rede também se diferencia por oferecer um ecossistema imobiliário completo aos franqueados, que vai além das operações tradicionais de vendas e locação. Esse modelo integra soluções que vão desde a administração de condomínios até frentes como consórcio imobiliário e short stay, ampliando a atuação junto a diferentes perfis de clientes, incluindo investidores. Com isso, a Apolar consolida um modelo único no país, ao conectar múltiplas oportunidades de negócio dentro de uma mesma rede.

Amigos do HC completam 40 anos com a missão de melhorar a qualidade do atendimento do Hospital de Clínicas

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Amigos do HC completam 40 anos com a missão de melhorar a qualidade do atendimento do Hospital de Clínicas

Associação celebra trajetória marcada pela mobilização de recursos para o Hospital de Clínicas da UFPR, ações sociais e proteção a públicos vulneráveis

Fundada em 18 de setembro de 1986, em Curitiba, a Associação dos Amigos do Hospital de Clínicas da UFPR completa 40 anos. A organização nasceu com a missão de contribuir para a melhoria da qualidade do atendimento a pacientes, familiares e acompanhantes no HC. Ao longo do tempo, ampliou sua atuação e consolidou um trabalho que une saúde, assistência social e defesa de direitos de pessoas idosas, crianças e adolescentes, com uma trajetória de compromisso, legado, mobilização, transformação e impacto na vida das pessoas.

Como Organização da Sociedade Civil (OSC) sem fins lucrativos, os Amigos do HC mobilizam recursos via doações, campanhas, eventos beneficentes e parcerias para atender às necessidades do complexo hospitalar. As iniciativas incluem a compra de equipamentos e insumos, melhorias estruturais para o hospital e projetos voltados aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).

Projetos de ampliação da atuação social

Ao longo de seus 40 anos, a instituição ultrapassou os limites do ambiente hospitalar e passou a atuar também na proteção de direitos e no atendimento a públicos em situação de vulnerabilidade.

Desde 2016, a Associação mantém o DEDICA (Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente), programa focado no atendimento interdisciplinar a vítimas de violências graves e gravíssimas.

Em 2021, foi criado o CEDIVIDA (Centro de Direitos à Vida da Pessoa Idosa), projeto pioneiro voltado ao envelhecimento saudável. Já em 2025, os Amigos do HC lançaram o PROTEGER, em Paranaguá, expandindo para o litoral paranaense o trabalho de proteção infanto-juvenil.

Obras que transformam o Hospital de Clínicas

A entidade viabilizou intervenções estruturais relevantes no Hospital de Clínicas, como a revitalização do Serviço de Psiquiatria (2020), com investimento de R$244 mil, e a readequação do Centro Cirúrgico Ambulatorial (R$1,2 milhão).

A intervenção no Centro Cirúrgico Ambulatorial permitiu a realização de cerca de 500 procedimentos adicionais e possibilitou a retomada das cirurgias de retina, interrompidas havia dez anos.

Também merece destaque a reforma da cozinha e do refeitório, a primeira desde a inauguração do hospital, que contou com mais de R$6 milhões repassados com recursos da Megamania, um título de capitalização de modalidade filantropia premiável, que garante o preparo de 1.500 refeições diárias.

Espaço dedicado à saúde da mulher

A revitalização do Hospital Vitor Ferreira do Amaral recebeu mais de R$11 milhões, dos quais R$7,5 milhões foram repassados pela Associação dos Amigos do HC. Com atendimento 100% SUS, a unidade passou a oferecer diversas subespecialidades em ginecologia, somando cerca de 6 mil atendimentos e 300 cirurgias mensais. O projeto incluiu a instalação do provável único aparelho de laser ginecológico do Sul do país disponível na rede pública.

Investimento em neuropediatria

O Centro de Neuropediatria (CENEP) também foi beneficiado pela mobilização dos Amigos do HC, modernizado com investimento de mais de R$2 milhões. A obra ampliou e renovou os 750 m² da unidade, que ganhou novos consultórios e auditório para atender cerca de 1.500 crianças e adolescentes por mês via SUS.

Apoio durante e após a pandemia

Durante um dos períodos mais desafiadores da história recente da saúde, os Amigos do HC também ampliaram sua atuação. Entre março de 2020 e o final de 2021, a instituição destinou aproximadamente R$ 8 milhões ao enfrentamento da Covid-19, contribuindo para a aquisição de equipamentos de proteção individual (EPIs), testes, equipamentos e insumos necessários ao atendimento dos pacientes.

A atuação prosseguiu após o período mais crítico da pandemia. Desde dezembro de 2021, o suporte estendeu-se a pacientes com sequelas da doença no Centro Avançado de Atenção Multiprofissional Pós-Covid-19, cujo aluguel do imóvel é custeado integralmente pela entidade.

Reconhecimento e celebração

Celebrar 40 anos é também reconhecer que essa história foi construída por muitas mãos. Voluntários, doadores, empresas, parceiros, profissionais, colaboradores e dirigentes contribuíram, ao longo das décadas, para que os Amigos do HC pudessem transformar solidariedade em ações concretas e fazer da mobilização da sociedade uma força permanente em favor da saúde e da proteção social.

A comemoração também marca os 10 anos do DEDICA, programa que se tornou uma das expressões mais importantes da atuação social da Associação dos Amigos do HC na defesa das crianças e adolescentes.

Para celebrar as datas, a Associação realiza uma cerimônia exclusiva para convidados no dia 18 de setembro, às 18h30, no Auditório de Ciências da Saúde da UFPR.

Na ocasião, serão homenageados os 16 ex-presidentes e o atual presidente dos Amigos do HC, Ercílio Santinoni, em reconhecimento à contribuição de diferentes gerações para a história da instituição.

Serviço:

Comemoração dos 40 anos da Associação dos Amigos do HC

Data: 18 de setembro (sexta-feira)

Horário: 18h30

Local: Auditório de Ciências da Saúde da UFPR

Endereço: Rua Padre Camargo, 280 – Alto da Glória, Curitiba