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Restaurante Trinitas oferece jantar harmonizado preparado pela chef Vania Krekniski com vinhos da Grand Cru

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Experiência exclusiva no dia 15 de outubro tem menu de seis tempos e reúne pratos da chef curitibana a rótulos selecionados

Conhecida por seu celebrado Limoeiro Casa de Comidas, a chef Vania Krekniski também assina, desde abril, o menu de jantar do Restaurante Trinitas, no NH Collection Curitiba. Agora, ela prepara uma edição especial desse jantar, com menu de seis tempos harmonizado com rótulos selecionados pela Grand Cru. A sequência, que será servida no dia 15 de outubro, passa por entradas, pratos principais e sobremesas exclusivas.

A primeira etapa é o culatello na tostata, que tem pão de fermentação natural, stracciatella, uvas em compota e frescas, mel nativo e tomilho. O cuidado com os ingredientes é a tônica do trabalho da chef, que usa culatello da Salumeria Romani, em Mandirituba, uvas de Marialva e mel de Capanema, produto com Indicação Geográfica. O prato harmoniza com o Putruele Nocheterna Brut. Em seguida vem a sopa cremosa de batata, feita com manteiga noisette, caldo de galinha, raspas de limão, queijo grana padano e cebolete, acompanhada pelo Vega Linde Chardonnay.

Os pratos principais começam com um robalo com creme de milho, bok choy e milho, harmonizado com o Niepoort Conversa Douro Branco, seguido pelo filé mignon com rigatoni, que combina carne grelhada ao rigatoni com fonduta de queijos, figo e culatello. Para acompanhar, a escolha é o Nieto Senetiner Patrimonial Bonarda.

Como quinto tempo vem um carré de cordeiro servido com pistache, amêndoas, linguine e demi-glace de cordeiro com azeite de menta, que traz um frescor único para o prato. O acompanhamento é feito pelo 1865 Vineyard Cabernet Sauvignon. Para encerrar a experiência, a torta de banana com especiarias criada por Vania tem doce de leite, sorvete de queijo, chantilly de bala de banana de Antonina – mais um produto com Indicação Geográfica – e crocante de castanhas. Na taça, o Niepoort Tawny.

Curitibana, a chef tem mais de 20 anos de uma carreira dedicada à pesquisa da cozinha brasileira e ao desenvolvimento de uma gastronomia autoral. No Trinitas, ela apresenta pratos que combinam referências da cozinha contemporânea com ingredientes e preparos que fazem parte de sua trajetória. Outro ponto alto do menu desenvolvido por ela são os ingredientes locais, com forte conexão com a história e a cultura paranaenses. Por sua vez, a seleção da Grand Cru acompanha cada prato individualmente, com rótulos de diferentes regiões e estilos, entre eles espumante, Chardonnay, branco do Douro, Bonarda, Cabernet Sauvignon e Tawny.

Para viver essa experiência no Trinitas é preciso fazer a reserva pelo telefone do hotel. As vagas são limitadas.

Serviço

Jantar Vania Krekniski & Grand CruQuando: 15 de outubro, às 20h
Onde: Restaurante Trinitas, no NH Collection Curitiba
Menu de seis tempos com harmonização de vinhos
Valor: R$ 250 por pessoa + 10% (pagamento de 50% no ato da reserva)
Reservas pelo WhatsApp: (41) 98490-2241

SECOVI-PR propõe uso de dados públicos para mapear expansão imobiliária de Curitiba

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Plataforma Gestão Imobiliária, lançada pela Prefeitura, digitaliza serviços para cerca de 400 imobiliárias e abre espaço para ampliar o uso de informações sobre o desenvolvimento urbano da capital

Dados sobre ITBI, alvarás de construção e habite-se podem ajudar a revelar onde Curitiba está crescendo e quais regiões concentram novas demandas habitacionais. A proposta de ampliar o acesso e o cruzamento dessas informações foi apresentada pelo Sindicato da Habitação e Condomínios do Paraná (SECOVI-PR) à Prefeitura de Curitiba durante o lançamento da Plataforma Gestão Imobiliária, na última terça-feira.

Desenvolvida pelo município, a ferramenta permite que usuários autorizados pelas imobiliárias realizem pela internet operações relacionadas aos imóveis administrados. Entre os serviços disponíveis estão consulta de débitos de IPTU, emissão de guias de recolhimento, acompanhamento de pagamentos, consulta de imóveis cadastrados, emissão de comprovantes de quitação e acesso à segunda via do imposto. Com a implantação do sistema, o tempo de atendimento, que anteriormente podia chegar a 48 horas, passa a ser imediato.

A solução deve entrar em funcionamento em 19 de outubro e atender cerca de 400 imobiliárias conveniadas em Curitiba. Antes disso, Prefeitura e SECOVI-PR promovem uma capacitação para as empresas no dia 15 de outubro, às 14h, na Rua Dr. Pedrosa, 475, no Batel. O treinamento será gravado para posterior acesso das imobiliárias conveniadas.

Manzochi destacou que o avanço tecnológico pode ser acompanhado pela ampliação do acesso a dados capazes de contribuir para a compreensão da dinâmica urbana e do setor. “Curitiba sempre liderou o planejamento urbano no Brasil. E nós, como representantes do mercado, acreditamos que o próximo salto de maturidade da nossa capital está na democratização da inteligência de dados”, afirmou.

Na prática, a proposta é transformar informações já produzidas pelo poder público em indicadores capazes de mostrar como o desenvolvimento imobiliário se distribui pela cidade. A entidade propôs integrar à ferramenta indicadores de licenciamento urbano, com acesso periódico a dados sobre guias de ITBI, alvarás de construção e habite-se emitidos, em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). O cruzamento dessas informações permitiria acompanhar movimentos de expansão imobiliária e identificar regiões com maior atividade do setor. 

De acordo com o vice-presidente, esse conjunto de informações pode auxiliar incorporadores e corretores a identificar regiões de crescimento, compreender demandas habitacionais e aprimorar a precificação dos imóveis.

“Munidos com essa inteligência de dados, os nossos incorporadores e corretores saberão exatamente onde a cidade cresce e onde as demandas habitacionais precisam ser supridas com maior velocidade, além de orientar a precificação correta dos imóveis, aumentando a sua velocidade de vendas”, explicou Carlos Eduardo Manzochi.

O SECOVI-PR também se colocou à disposição da Prefeitura para contribuir tecnicamente com a construção dos indicadores e a análise dos dados relacionados ao mercado imobiliário e ao desenvolvimento urbano. A participação da entidade inclui ainda a capacitação das imobiliárias conveniadas para utilização da nova ferramenta, em parceria com a Prefeitura de Curitiba.

Ticket médio dos imóveis usados segue acima de meio milhão e negócios efetivados crescem em Curitiba

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Levantamento do Inpespar aponta avanço de 16,2% na emissão de guias de ITBI na capital; volume é o maior desde agosto de 2021 

Depois de atingir um recorde histórico em junho, o mercado imobiliário de usados mantém cenário positivo de estabilidade em Curitiba. Em julho, o ticket médio de venda total na capital (que engloba os imóveis residenciais, comerciais e os terrenos) foi de R$ 511 mil, mantendo-se superior à casa de meio milhão de reais e 4,9% acima do registrado no mesmo mês de 2025.    

No mesmo período, o ticket médio residencial registrou aumento de 7,5%, alcançando a marca de R$ 491 mil em julho de 2026. No comparativo trimestral, a alta foi de 7,9% entre 2025 e 2026, com valor médio das unidades de R$ 502 mil. Os dados são da pesquisa recente divulgada pelo Instituto Paranaense de Pesquisa e Desenvolvimento do Mercado Imobiliário e Condominial (Inpespar), integrante do Sindicato da Habitação e Condomínio do Paraná (Secovi-PR).

Outro dado que reforça o momento positivo do mercado imobiliário na capital paranaense é o avanço no número de guias de ITBI (Imposto Sobre a Transmissão de Bens Imóveis) pagas: 4.413, o maior volume desde agosto de 2021. O montante também é 16,2% superior ao registrado em junho de 2026 e 15,3% maior do que o acumulado em julho de 2025. 

“Os dados das imobiliárias e também os da Prefeitura demonstram que o mercado da capital paranaense segue aquecido, e que adquirir imóveis continua sendo um bom negócio e um bom investimento”, avalia Luiz Fernando Martins Alves, presidente do Inpespar.

Entre as formas de pagamento adotadas pelos compradores, o financiamento manteve-se na casa de 69% das negociações realizadas em julho, percentual considerado saudável pelo setor. 

Localização e tipo de imóvel 

Quem vende ou quem compra imóveis, seja para morar, investir ou empreender, sabe que a localização é um dos principais pontos a serem levados em consideração no momento da escolha. Em Curitiba, o Centro manteve sua liderança como o bairro preferido pelos compradores residenciais, concentrando 9,4% das negociações efetivadas. Boqueirão e CIC dividiram a segunda posição no ranking, com 6,4% cada, seguidos por Água Verde e Bigorrilho (ambos com 4,1%) e Alto Boqueirão e Portão (3,5% cada). 

Já quando o assunto é o tipo de imóvel desejado, os destaques ficaram por conta dos apartamentos de quatro dormitórios, que avançaram 2,4 pontos percentuais (p.p) e fecharam o mês de julho com 2,4% de sua oferta comercializada. 

No segmento comercial, as lojas registraram aumento de 1,2 p.p nas vendas frente à oferta, enquanto os barracões avançaram 4,3 p.p.     

UTFPR lança cursos de IA no Paraná para suprir demanda que não para de crescer

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Expansão de graduações na área coloca em discussão não apenas o número de vagas, mas o perfil de profissional que o ensino superior brasileiro precisa formar

O mercado paranaense vive uma transformação acelerada pela Inteligência Artificial. Segundo o Barômetro de Empregos de IA 2026 da empresa de consultoria, auditoria e serviços profissionais PwC, a demanda nacional por especialistas na área saltou de 63 mil para 182 mil vagas em apenas um ano. No Paraná, porém, mais de 90% das graduações em tecnologia e IA pertencem a instituições privadas no formato EAD, muitas com altas taxas de evasão e ociosidade, deixando um vácuo severo de cursos presenciais, públicos e gratuitos, sobretudo no interior do estado.

A UTFPR responde a essa lacuna com quatro novos cursos no Vestibular 2027, distribuídos estrategicamente em Campo Mourão, Londrina e Medianeira. “A Inteligência Artificial é um vetor de transformação econômica que exige aplicação prática e contextualizada. Cruzamos as competências dos campi com a vocação socioeconômica das regiões”, explica o pró-reitor de Graduação e Educação Profissional, José Fabri.

Os cursos são: Tecnologia em Inteligência Artificial e Processos Autônomos e Tecnologia em Inteligência Artificial Aplicada (Campo Mourão), este último com raro foco em hardware e sistemas ciber-físicos, como drones e IoT; Bacharelado em Ciência de Dados e Inteligência Artificial (Londrina), no período noturno, para quem busca requalificação sem abandonar o emprego; e Tecnologia em Segurança Cibernética (Medianeira), voltada à proteção de sistemas industriais críticos em um cenário altamente conectado.

A lógica é formar especialistas cirúrgicos, não generalistas. Cada graduação foi desenhada pelo modelo UTFPR (STEMIA) para atender arranjos produtivos locais: agronegócio de precisão, manufatura avançada, defesa digital e indústria 4.0. “Em vez de graduar profissionais com visões únicas, propomos capacitar especialistas focados nas demandas concretas de cada região”, reforça Fabri.

Para acompanhar a velocidade da tecnologia, que transforma as competências de IA 66% mais rápido a cada ano, segundo a PwC, a grade curricular é flexível e pautada na Metodologia de Ensino Inovador (MEI-U). O aluno protagoniza soluções para demandas reais de empresas e órgãos públicos. A estrutura ágil dos cursos de tecnólogo (2,5 a 3 anos) permite replicação futura em outros campi, enquanto a integração com mestrados e doutorados da instituição e parcerias com mais de 12,4 mil empresas garantem atualização constante.

A procura comprova a acertada da aposta. Cursos tradicionais de tecnologia na UTFPR registram até 17,9 candidatos por vaga. “Identificamos um reservatório robusto de potenciais candidatos nas regiões de influência dos campi, indicando total viabilidade social para a oferta”, afirma o pró-reitor.

Com 4.182 vagas em 122 cursos em 13 cidades, a UTFPR consolida-se como a principal instituição brasileira na expansão de cursos de TI e dados, segundo o MEC, e como a alternativa paranaense de excelência para quem quer entrar na economia digital sem pagar por isso.

VESTIBULAR UTFPR 2027

Inscrições: até 13/10 em utfpr.edu.br/vestibular
Taxa: R$ 150 (pagamento até 14/10)
Provas: 22 de novembro
Vagas: 4.182 em 122 cursos, em 13 cidades do Paraná
Ações afirmativas: metade das vagas

LUMIÈRE COMUNICAÇÃO

José Luiz Sykacz (jornalista) – (41) 99916-1878 – joseluiz.lumiere@gmail.com
Giovana Chiquim Cereja (jornalista) – (41) 99583-4827 – giovana.lumiere@gmail.com

Aluguel residencial segue em alta em Curitiba

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Em julho, aumento foi de 3,6% em relação ao mês anterior; inquilinos buscam soluções para equilibrar as contas

Assim como no mercado de venda de imóveis usados, o segmento de locação segue aquecido em Curitiba. O ticket médio do aluguel residencial (R$ 2.544) fechou o mês de julho com alta de 3,6% em relação a junho e de 14,1% no comparativo com julho de 2025. 

Na média trimestral, as altas foram de 12,4% em relação a 2025 e de 28% na comparação com o mesmo período de 2024, com o ticket médio na casa dos R$ 2.453. Os dados são da pesquisa recente divulgada pelo Instituto Paranaense de Pesquisa e Desenvolvimento do Mercado Imobiliário e Condominial (Inpespar), integrante do Sindicato da Habitação e Condomínio do Paraná (Secovi-PR).

O aumento constante no valor dos aluguéis tem contribuído para uma mudança no comportamento dos inquilinos, que voltam a ter a figura do fiador como peça-chave para o fechamento dos contratos de locação. No mês de julho, o uso dessa modalidade como garantia registrou aumento de 2,4 pontos percentuais (p.p) em relação a junho (21,4%), enquanto a contratação do seguro fiança teve queda de 2,8 p.p (70,9%). 

“O aumento da aposta no fiador pode ser entendido como uma alternativa do inquilino para reduzir o custo fixo com o aluguel do imóvel. Ainda que haja certo desgaste social e seja um processo um pouco mais burocrático, o fiador reduz esse custo durante 24 ou 36 meses que costumam ser estipulados para os contratos”, avalia Luiz Fernando Martins Alves, presidente do Inpespar.

O Projeto de Lei 462/2011, aprovado pela Câmara dos Deputados no último dia 12 de agosto e que seguiu para análise no Senado Federal, poderá inserir uma nova opção de garantia para o locador: o chamado “aluguel consignado”. Na prática, o dispositivo cria uma nova modalidade com desconto do valor do aluguel diretamente na folha de pagamento do inquilino, até o limite de 30% do salário, dispensando o locatário da apresentação de outros tipos de garantia para a assinatura dos contratos. O “aluguel consignado” ainda não está em vigor e depende da análise no Congresso Nacional e da posterior sanção pela Presidência da República. 

Tipologias e bairros mais procurados

Se o inquilino busca alternativas para cumprir com o pagamento do aluguel, quando o assunto é onde ele deseja morar ou empreender não há dúvidas: o Centro segue como o bairro mais buscado por quem alugou imóvel em julho, concentrando 15,5% das locações residenciais e 17,5% das com finalidade comercial. 

Para moradia, aparecem em seguida os bairros Água Verde (5,9%), Portão (4,7%), Campo Comprido (4,3%) e CIC (4,1%). O Portão foi o segundo bairro mais buscado para aluguel comercial (8,3%), seguido por Água Verde (7,5%), Batel, Centro Cívico e Rebouças (5% cada). 

Já entre as tipologias de imóveis mais procuradas pelos inquilinos, destacam-se as residências de quatro dormitórios, que tiveram 4,8% de sua oferta locada (aumento de 2,8 p.p). 

O trabalho realizado pelas imobiliárias na qualificação dos locatários, por meio de análises cadastrais criteriosas, seguras e confiáveis para a efetivação dos contratos e a redução de riscos para os proprietários dos imóveis, contribuiu para manter a taxa de inadimplência dos inquilinos (que considera atrasos superiores a 30 dias no pagamento do aluguel) estável em 1,1%. 

Sair do aluguel em Londrina: pesquisas revelam que 93% dos inquilinos querem a casa própria

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Com novos subsídios e facilidades de financiamento, conquistar o imóvel próprio na Zona Sul e regiões estratégicas de Londrina custa menos do que a locação mensal

Viver sob o teto do que é seu continua sendo uma das prioridades absolutas das famílias brasileiras. De acordo com dados recentes do Instituto Datafolha, 93% das pessoas que vivem de aluguel no país mantêm o sonho de conquistar a casa própria. Além disso, um levantamento da Brain Inteligência Estratégica aponta que parar de pagar mensalidade à toa é o principal motivador de compra para mais de um terço da população. Em Londrina, essa movimentação ganha força com as novas diretrizes do programa federal Minha Casa, Minha Vida (MCMV), que ampliou teto de renda, reduziu taxas de juros e aumentou os subsídios. 

O cenário econômico reforça a urgência dessa transição: a alta constante no valor das locações faz com que o dinheiro pago ao fim do mês seja um custo sem retorno. Por outro lado, o financiamento habitação possibilita que o valor das parcelas seja revertido diretamente na construção do patrimônio familiar. 

Diante disso, o grande desafio para quem deseja sair da informalidade do aluguel passa a ser a orientação correta sobre o acesso ao crédito imobiliário e ao uso das facilidades do MCMV. 

Simplificando o crédito e realizando sonhos

Mesmo com as facilidades oferecidas pelo programa, as diferentes etapas para aprovação de crédito junto às instituições financeiras, como a Caixa Econômica Federal, ainda podem gerar dúvidas e insegurança entre os compradores. Para tornar essa jornada mais simples e apoiar a realização do sonho da casa própria, a Pride Construtora tem investido em suporte especializado ao longo de todo o processo de compra, auxiliando os clientes na composição de renda, organização da documentação e demais etapas necessárias para a aprovação do financiamento.

“O morador de Londrina quer e precisa sair do aluguel. O que muitas famílias não sabem é que, com as regras atuais do Minha Casa, Minha Vida, a parcela de um imóvel próprio pode ser perfeitamente comparável ou até menor do que o aluguel mensal da cidade. A oportunidade é real e nunca esteve tão acessível para quem deseja sair do aluguel”, destaca Vevianne Jacques, diretora comercial da Pride Construtora, que atua com empreendimentos voltados ao programa habitacional no município. 

Crescimento urbano e infraestrutura

O avanço de projetos econômicos e acessíveis, incluindo torres residenciais com infraestrutura completa de lazer e segurança, tem redefinido o panorama de moradia em bairros estratégicos, como a Zona Sul de Londrina. A região, que combina valorização constante e fácil acesso a serviços essenciais, atrai famílias que buscam qualidade de vida associada ao equilíbrio financeiro.

Exemplos dessa transformação no acesso à primeira moradia própria no município são os residenciais Solare Essenza e Solare Fiore, desenvolvidos pela Construtora Pride. Ambos estão enquadrados nos novos limites e condições da Faixa 2 do Minha Casa, Minha Vida, atendendo famílias dentro dos critérios de renda do programa, inclusive aquelas com renda em torno de R$ 3 mil, com condições que tornam a aquisição da primeira moradia mais acessível. 

Projetados para oferecer bem-estar e autonomia aos moradores, os empreendimentos contam com apartamentos de dois dormitórios e áreas comuns diferenciadas, que incluem espaços pet, áreas fitness, ambientes dedicados ao lazer da família e guarita com portaria, garantindo maior tranquilidade no dia a dia. 

“O Solare Essenza e o Solare Fiore foram idealizados para mostrar que o programa habitacional pode entregar excelente padrão de moradia e infraestrutura, associados à máxima facilidade de pagamento. São opções que comprovam ser inteiramente possível trocar o boleto do aluguel pela parcela do imóvel próprio, morando em regiões que oferecem conveniência e valorização contínua na cidade”, enfatiza Vevianne Jacques. 

Com a combinação entre taxas reduzidas, os subsídios e a consultoria especializada para viabilizar a documentação e a aprovação bancária, os lançamentos reforçam o compromisso da construtora em tornar o sonho da casa própria uma realidade ao alcance da população londrinense. 

Serviço – Atendimento e Consultoria de Crédito Pride em Londrina

Para as famílias que desejam realizar a simulação do financiamento pelo Minha Casa, Minha Vida ou tirar dúvidas sobre o uso do FGTS e composição de renda, a equipe de consultores da Pride realiza atendimentos presenciais em suas centrais de vendas no município.

  • Central de Vendas (Zona Sul / Centro): Av. Higienópolis, 1362 – Centro
  • Central de Vendas (Zona Norte): Av. Saul Elkind, 3439 – Jardim das Palmeiras
  • Informações e agendamentos: meuapepride.com.br

Projetos arquitetônicos contribuem para o conforto térmico nos apartamentos e garantem eficiência energética

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Estratégias de orientação solar e ventilação natural reduzem a dependência de climatização artificial em períodos de altas temperaturas

A chegada da primavera, com dias mais quentes e ensolarados em diversas regiões do país, faz com que o conforto térmico seja uma preocupação recorrente na rotina dos moradores.  Para lidar com as mudanças na temperatura, existem estratégias que são definidas nos projetos arquitetônicos dos empreendimentos imobiliários, ainda nas etapas de concepção, como orientação solar e posicionamento das janelas. Essas decisões influenciam diretamente a temperatura e, consequentemente, a qualidade de vida dos moradores desses apartamentos. 

O chamado planejamento bioclimático da edificação é fundamental para reduzir o calor excessivo, minimizando a dependência do uso de ventiladores e de ar-condicionado e tornando os ambientes termicamente mais eficientes, com menor consumo de energia elétrica. É o que aponta a coordenadora de projetos da MRV, Verônica Mendes de Paula. 

“A orientação solar não é analisada de forma isolada, mas é um aspecto fundamental para o desenvolvimento dos projetos, pois influencia diretamente o desempenho térmico e lumínico dos apartamentos. Para cada terreno e empreendimento específico, antes do início das obras, é analisado um conjunto de critérios técnicos que buscam maximizar o conforto ambiental, além de atender às normas de desempenho da construção civil”, explica.

Tecnologia e precisão a favor do bem-estar

Para garantir ambientes mais frescos e bem iluminados, os profissionais de projetos da construtora  têm acesso a ferramentas avançadas de engenharia e arquitetura, como a metodologia BIM (Building Information Modeling). Por meio do uso de softwares de modelagem 3D georreferenciados, as equipes simulam a trajetória exata do sol em diferentes épocas do ano, considerando também as características climáticas das cidades nas quais os prédios serão construídos.

Este processo contribui para definir desde a distância entre os blocos, garantindo vista livre e privacidade sem bloquear a circulação do ar, até o posicionamento das áreas de lazer. “Analisamos a incidência de sombra e sol ao longo de todo o dia. Na posição da piscina, por exemplo, priorizamos uma orientação em que ela receba radiação solar contínua, garantindo que as torres não façam sombra sobre a área de convivência”, destaca Verônica.

O tamanho das aberturas, a escolha das esquadrias e o impacto disso na iluminação dos ambientes, são outros pontos levados em consideração. Para Verônica, o ideal é o equilíbrio entre ventilação e entrada de luz natural. 

Ainda segundo a profissional, até a cor das fachadas e a escolha das tintas contribuem para a eficiência térmica. Afinal, assim como um carro escuro absorve mais calor que um branco, fachadas com cores mais claras são priorizadas em áreas de longa permanência (como dormitórios) para refletir a radiação solar e reduzir o aquecimento interno.

A aplicação dessas estratégias também varia de acordo com o clima local. Enquanto em regiões do Sul a prioridade é o sol de inverno, para aquecer os ambientes, em cidades mais quentes, como aquelas no Norte do Paraná, o foco deve ser a ventilação cruzada, para contrapor a insolação direta nos horários críticos, conforme as características de cada empreendimento. 

“Ambientes naturalmente bem iluminados exigem menos lâmpadas acesas durante o dia, assim como apartamentos termicamente eficientes demandam menos equipamentos de climatização. O que impacta no conforto, mas também no consumo energético e no custo fixo mensal das famílias. Dar atenção a esses detalhes no projeto do imóvel gera mais confiança, satisfação e bem-estar para quem compra”, conclui. 

Sobre a MRV 

Com 46 anos de mercado e o propósito de construir sonhos que transformam o mundo, a MRV é uma das cinco empresas que compõem o grupo MRV&CO. Considerada a maior construtora e incorporadora da América Latina, tem como foco empreendimentos residenciais econômicos, com preços acessíveis para um público que busca o sonho da casa própria. Nessas quatro décadas, a companhia já entregou mais de 500 mil chaves. Atualmente, mais de 1,6 milhão de pessoas vivem em um imóvel construído pela MRV. Acesse e saiba mais: www.mrv.com.br. 

Wellness avança em imóveis, academias e alimentos e muda hábitos de consumo

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Conceito que associa saúde, bem-estar e qualidade de vida passa a influenciar projetos imobiliários, experiências no fitness e desenvolvimento de produtos alimentícios

O wellness deixou de estar associado apenas a spas, academias e produtos de saúde e passou a influenciar decisões de consumo em diferentes setores. Na construção civil, aparece em projetos que incorporam tecnologia, contato com a natureza e soluções voltadas ao bem-estar dos moradores. No fitness, está presente em espaços dedicados à recuperação física. Na alimentação, impulsiona produtos que combinam praticidade, proteínas e ingredientes valorizados por consumidores mais atentos à composição dos alimentos.

O movimento acompanha a expansão da chamada economia do bem-estar. Segundo o Global Wellness Institute (GWI), o mercado global movimentou US$ 6,8 trilhões em 2024, alta de 7,9% em relação ao ano anterior. A entidade projeta crescimento médio anual de 7,6% até 2029, quando o setor deverá se aproximar de US$ 9,8 trilhões. No Brasil, o IMARC Group estima que o mercado de saúde e wellness tenha movimentado US$ 91,3 bilhões em 2025, com previsão de crescimento médio anual de 10,4% entre 2026 e 2034.

Embora utilizem metodologias diferentes, as estimativas mostram a dimensão de um mercado que vem ganhando espaço nas escolhas dos consumidores e nas estratégias de empresas de diferentes segmentos.

O wellness vai além da saúde

Para o Global Wellness Institute, wellness está relacionado à busca ativa por atividades, escolhas e estilos de vida voltados a um estado de saúde holística. A pandemia também ampliou a percepção sobre a importância dos cuidados com a saúde física e mental e contribuiu para colocar qualidade de vida no centro de decisões que vão desde a alimentação até a escolha de onde morar e como praticar exercícios.

Mais do que oferecer produtos ou serviços associados ao bem-estar, empresas passaram a incorporar o conceito à própria experiência de consumo.

Imóveis incorporam bem-estar desde o projeto

Um dos segmentos em que essa transformação ganha força é o mercado imobiliário. O conceito de wellness real estate reúne empreendimentos projetados para promover a saúde física, mental e social dos ocupantes. Para que um projeto seja, de fato, considerado wellness, no entanto, o bem-estar precisa estar presente desde a concepção arquitetônica, e não apenas aparecer na forma de serviços ou amenidades acrescentados a um edifício convencional.

Uma pesquisa da Brain Inteligência Estratégica, realizada em março de 2026 com mais de mil consumidores brasileiros, mostrou que 78% dos entrevistados afirmam que um empreendimento com conceito wellness influencia positivamente sua decisão de compra. Para 60%, a melhora na saúde é o principal motivo para buscar determinadas características em um imóvel.

Atenta a esse movimento, a incorporadora curitibana Damiani criou o selo Damiani Welltec, que reúne tecnologia e soluções voltadas ao bem-estar. Entre os recursos considerados estão qualidade do ar, filtragem de água, iluminação circadiana, biometria, automação IoT e design biofílico.

A proposta é integrar essas soluções a uma mesma lógica de projeto, com critérios que possam ser identificados, avaliados e aplicados nos diferentes empreendimentos.

“Estamos falando de pensar o bem-estar desde o projeto e não apenas de acrescentar uma área de lazer ao empreendimento. Por isso, buscamos também locais que favoreçam a mobilidade a pé e a conexão com o entorno”, afirma Bruno Damiani, CEO da empresa.

Além dos recursos tecnológicos, os empreendimentos podem incorporar estruturas como hortas compartilhadas, piscinas aquecidas, bicicletários, spas, smart markets, espaços para esportes como beach tennis e pickleball e ambientes de convivência. “A ideia é estimular hábitos relacionados à atividade física, contato com a natureza e sociabilidade”, diz Marçal Ambrósio, sócio da MB2 e diretor da Damiani. 

Academia amplia experiência com recuperação

No fitness, a transformação aparece na ampliação da experiência oferecida pelas academias. O espaço deixa de ser visto apenas como local de treinamento e passa a reunir exercício, recuperação e bem-estar.

A Force One, que conta com 22 unidades no Paraná, Santa Catarina e São Paulo, incorporou áreas de recovery à proposta de suas novas unidades. Os ambientes são dedicados à recuperação muscular e contam com recursos como cadeiras massageadoras, macas, pistolas de massagem e sauna.

“A recuperação faz parte do resultado. Criamos um espaço pensado para que o aluno desacelere e cuide do corpo com calma, em um ambiente mais privado. É uma evolução da experiência dentro da academia e acompanha uma visão mais ampla de wellness”, afirma Renan Pedroche, fundador e CEO da Force One.

A mudança acompanha uma percepção crescente de que a prática esportiva não termina no treino. Descanso, recuperação e cuidados com o corpo passam a fazer parte da jornada de quem busca qualidade de vida e desempenho.

Do produto à experiência: wellness também chega aos eventos

A associação entre alimentação, atividade física e bem-estar também aparece em experiências criadas pelas próprias marcas. É o caso da Body On, nova linha de snacks proteicos da Barion, que será lançada oficialmente em Curitiba com uma manhã gratuita de atividades físicas no Parque Barigui, no dia 29 de agosto.

A programação, realizada na Olaria do Parque, reúne yoga, corrida, ballet funcional e beach tennis. A proposta é aproximar o lançamento da marca do cotidiano de um consumidor que busca uma rotina mais ativa, sem dissociar nutrição, praticidade e prazer.

“A Body On nasceu para acompanhar um consumidor que valoriza equilíbrio, praticidade e sabor. Queremos que esse lançamento vá além dos produtos e proporcione uma experiência que incentive hábitos saudáveis e momentos de conexão entre as pessoas”, afirma Leonardo Barion, diretor comercial da marca.

A nova linha reúne snacks proteicos em diferentes categorias, incluindo rolinhos de wafer nos sabores chocolate e peanut butter, wafers recheados, sticks de chocolate ao leite, bombons proteicos e creme de avelã com cacau produzido com whey protein isolado.

Os produtos fornecem entre 4,3 gramas e 20 gramas de proteína por porção e foram desenvolvidos como opções práticas para diferentes momentos da rotina, dos lanches intermediários ao pré e pós-treino.

Com mais de 65 anos de atuação no desenvolvimento de chocolates e snacks, a Barion amplia, com a Body On, sua presença em uma categoria impulsionada pela busca por alimentos que conciliem conveniência, atributos nutricionais e sabor.

Segundo levantamento da BRASNUTRI, com base em dados da Euromonitor International, o mercado brasileiro de suplementos alimentares movimentou cerca de R$ 7,6 bilhões em 2025 e deve alcançar R$ 13,8 bilhões até 2030.

A chegada da Body On também dialoga com a chamada indulgência equilibrada, tendência que busca conciliar prazer e atributos nutricionais. Nesse movimento, produtos tradicionalmente associados à indulgência, como chocolates, wafers e cremes, passam a incorporar características valorizadas pelo consumidor, como maior teor de proteínas e opções sem adição de açúcar.

Alimentação combina saúde e praticidade

A transformação também chegou à indústria de alimentos. Com consumidores mais atentos aos rótulos, à origem dos ingredientes e ao nível de processamento, cresce a busca por produtos que conciliem praticidade e características associadas a uma alimentação mais equilibrada.

A Polpa Brasil vem investindo nesse movimento por meio da linha Nátikos, desenvolvida com foco em ingredientes naturais e diferentes ocasiões de consumo. Entre os produtos estão barras proteicas com 12 gramas de proteína, bolinhas de frutas recheadas e a linha Nátikinhos, voltada a crianças, famílias e consumidores veganos.

A proposta da empresa é ampliar as possibilidades de consumo de frutas e outros ingredientes, associando praticidade a formulações que valorizam suas características naturais.

“O consumidor mudou e a indústria precisou evoluir junto. Hoje, inovação não significa apenas criar novos produtos, mas desenvolver alimentos que preservem a qualidade nutricional, utilizem ingredientes naturais e ofereçam praticidade para o dia a dia”, afirma Ramon Lacowicz, CEO da Polpa Brasil.

Para a nutricionista da empresa, Andressa Meira, a mudança também está relacionada à forma como as pessoas escolhem o que consumir.

“Hoje as pessoas querem alimentos que façam sentido para a saúde e para a rotina. Elas leem os rótulos, procuram ingredientes que conhecem e valorizam produtos que preservam as características naturais. As informações nutricionais passaram a ter um peso maior nas decisões de compra”, afirma.

Uma mudança que atravessa setores

Embora atuem em mercados diferentes, Damiani, Force One, Body On e Polpa Brasil respondem a uma mesma transformação: o wellness começa a funcionar como um atributo de valor para produtos, serviços, espaços e experiências.

Na escolha de um imóvel, na jornada dentro de uma academia, na participação em uma atividade ao ar livre ou na composição de um alimento, aspectos relacionados à saúde, à recuperação, à praticidade e à qualidade de vida passam a fazer parte da decisão de consumo.

Mais do que uma tendência restrita ao universo da saúde, o wellness se consolida como um conceito capaz de influenciar diferentes mercados — e de aproximar marcas de um consumidor que busca incorporar o bem-estar à própria rotina.

Afece completa 59 anos de atuação com atendimento gratuito a mais de 900 pessoas em Curitiba

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Instituição mantém atuação integrada nas áreas de saúde, educação e assistência social e mobiliza a sociedade para promover autonomia e inclusão

O Brasil tinha 14,4 milhões de pessoas com deficiência em 2022, segundo dados do Censo do IBGE divulgado em 2025. Na semana do Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, celebrado em 21 de setembro, a Associação Franciscana de Educação ao Cidadão Especial (Afece) chama a atenção para a importância de transformar direitos em acesso efetivo à saúde, à educação e à autonomia. Fundada em 1967, a instituição curitibana completa 59 anos de atuação também neste mês setembro.

Com uma trajetória marcada pela solidariedade de famílias, colaboradores e voluntários que construíram sua história tijolo por tijolo, a Afece consolidou-se como um marco nacional no atendimento gratuito e integral a mais de 900 pessoas com múltiplas deficiências. Atualmente, a organização atua fortemente amparada em um tripé institucional de direitos: saúde, educação e assistência social.

“A inclusão precisa ultrapassar o discurso. Garantir direitos significa oferecer condições para que cada pessoa desenvolva suas capacidades, faça escolhas e participe ativamente da sociedade”, destaca Paulo Alarcón, presidente da Afece.

O tripé de atuação: Saúde, Educação e Assistência Social

Na área da Saúde, a instituição mantém o Centro Especializado em Reabilitação (CER IV), credenciado pelo Ministério da Saúde. O espaço atende Curitiba e outras 14 cidades da Região Metropolitana, registrando mais de 50 mil atendimentos anuais e cerca de 7 mil mensais pelo SUS. O CER IV oferece reabilitação física, intelectual, visual e auditiva em 15 especialidades terapêuticas e médicas. Desde 2021, o centro já realizou a entrega de 1.030 cadeiras de rodas e 930 órteses e próteses, além de fornecer aparelhos auditivos e óculos gratuitos.

“Esse trabalho conjunto contribui diretamente para ampliar a autonomia, a participação nas atividades do dia a dia e a qualidade de vida dos pacientes e de suas respectivas famílias”, explica Nataly de Lima Silva, assessora da Direção da Saúde da Afece.

Na Educação, a Escola São Francisco de Assis atende diariamente mais de 200 alunos com deficiência intelectual moderada e grave. Em salas adaptadas, o ensino vai da educação infantil à modalidade de jovens e adultos (EJA). O currículo escolar é estruturado por equipes especializadas com práticas pedagógicas que estimulam o desenvolvimento integral e a independência em tarefas do cotidiano, como alimentação, higiene e comunicação.

Na Assistência Social, o compromisso é garantir suporte e proteção integral quando a família necessita de apoio ou não pode estar presente. O principal braço dessa frente é o Lar de Assis, uma residência inclusiva que oferece acolhimento e cuidados diários para 10 moradores com deficiência intelectual e múltipla.

A força do trabalho coletivo

A longevidade e o impacto social da Afece ao longo destes 59 anos só foram possíveis graças ao engajamento constante da sociedade civil. Para custear as atividades 100% gratuitas e manter a estrutura funcionando, a instituição mobiliza recursos de forma contínua por meio de bazares beneficentes, noites gastronômicas, venda de produtos sociais, captação via programa Nota Paraná, destinação de Imposto de Renda e doações corporativas ou de pessoas físicas. A rede de voluntariado e apadrinhamento atua de forma indispensável para transformar cada contribuição em dignidade e desenvolvimento para os atendidos.

TikTok entra na relação dos adolescentes com a comida, aponta estudo

Pesquisa identifica trends, anúncios e influenciadores entre os estímulos ligados ao interesse por alimentos e mostra que jovens também recorrem à plataforma em busca de receitas

Trends, anúncios, comentários e recomendações de influenciadores no TikTok aparecem entre os fatores associados ao interesse de adolescentes por determinados alimentos. É o que aponta um estudo publicado em 2026 no Journal of Nutrition Education and Behavior, que ouviu 25 jovens de 15 e 16 anos sobre a relação entre o conteúdo consumido na plataforma e a alimentação. Os relatos mostram diferentes lados dessa relação: enquanto alguns participantes disseram ter mudado a forma como se alimentavam após acompanhar influenciadores e seus estilos de vida, outros contaram que usam a rede para buscar receitas, aprender preparos e conhecer opções que consideram mais saudáveis.

No Brasil, parte desse contato acontece diariamente no TikTok. Uma pesquisa do Opinion Box, realizada neste ano com 1.066 usuários da plataforma, apontou que 49% usam a rede para descobrir coisas novas e 34% acompanham conteúdos de gastronomia e receitas. Os influenciadores também têm espaço nesse consumo: 66% dos entrevistados disseram seguir criadores de conteúdo e 53% afirmaram já ter comprado algo indicado por outros usuários ou influenciadores.

Mas o que acontece quando quem está do outro lado da tela é adolescente?

O estudo, publicado no Journal of Nutrition Education and Behavior, buscou entender essa relação. Tendências, anúncios, aparência dos alimentos, comentários e recomendações de influenciadores apareceram entre os fatores que despertavam a curiosidade e o interesse dos participantes por determinados alimentos.

Alguns adolescentes contaram que chegaram a mudar aspectos da própria alimentação depois de acompanhar influenciadores e seus estilos de vida. Outros disseram usar o TikTok para procurar receitas, aprender preparos e conhecer opções que consideravam mais saudáveis.

O estudo é qualitativo e reúne um grupo pequeno de participantes, portanto não permite dizer que o comportamento se repete entre adolescentes em geral. Os relatos, porém, dão pistas de como conteúdos que aparecem no feed podem chegar às escolhas feitas fora dele.

Para Andressa Meira, nutricionista da Merendô!, marca da Polpa Brasil voltada à alimentação escolar, tentar controlar tudo o que o adolescente vê não é uma saída realista. A conversa, segundo ela, pode ser mais útil.

“Os pais não vão conseguir controlar tudo o que o adolescente vê nas redes sociais. O mais importante é conversar sobre aquilo que aparece. Quem está recomendando? Por que está recomendando? Existe uma publicidade por trás? Essas perguntas ajudam o jovem a construir critérios próprios”, explica.

Da tela para a embalagem

A disputa pela atenção não termina quando o celular é deixado de lado. No supermercado, a embalagem também comunica, e, nem sempre aquilo que aparece primeiro conta tudo sobre o alimento.

Uma pesquisa do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), analisou 30 alimentos ultraprocessados destinados principalmente ao público infantil. Todos apresentavam personagens ou outros elementos visuais direcionados às crianças, e 53% traziam alegações nutricionais nas embalagens.

A composição dos produtos trouxe outro dado: 67% apresentavam excesso de açúcares totais, 13%, de gordura saturada, e 10%, de sódio. Em 33% das embalagens analisadas, os pesquisadores não encontraram a rotulagem nutricional frontal obrigatória.

Para Andressa, aprender a olhar além do que ganha destaque é importante tanto diante de uma embalagem quanto de um conteúdo nas redes sociais.

“Uma embalagem pode destacar uma vitamina, assim como um vídeo pode mostrar apenas uma parte da experiência com determinado alimento. O adolescente precisa entender que aquilo que chama a atenção não necessariamente conta toda a história. Observar a lista de ingredientes, a tabela nutricional e a forma como a informação está sendo apresentada ajuda a construir esse olhar”, afirma.

E onde entram os pais?

A participação da família também apareceu nas conversas com os adolescentes ouvidos no estudo sobre o TikTok. De maneira geral, eles relataram pouca interferência dos pais no contato com conteúdos sobre alimentação. Quando esse acompanhamento existia, porém, surgiram exemplos de responsáveis que ajudavam a questionar informações ou a diminuir a exposição a determinados conteúdos.

Isso não significa, segundo Andressa, transformar cada alimento visto no TikTok em motivo para proibição.

“Quando um jovem chega em casa falando sobre um alimento que viu nas redes sociais, aquele pode ser um momento para conversar sobre a informação, e não apenas dizer se ele deve ou não experimentar. Esse tipo de diálogo ajuda a transformar uma escolha cotidiana em uma oportunidade de aprendizado”, diz.

A escola também entra nessa conversa

Se parte das referências sobre comida vem das redes sociais e de casa, a escola é outro espaço em que crianças e adolescentes constroem sua relação com a alimentação. É ali que muitos estudantes têm contato com alimentos, sabores e preparações diferentes daqueles presentes no dia a dia da família.

Para a nutricionista, que atua com alimentação escolar na Merendô!, a experiência à mesa também pode abrir espaço para conversa e descoberta.

“A alimentação escolar não é apenas o momento de servir uma refeição. Ela também coloca o estudante em contato com sabores, preparações e alimentos diferentes daqueles que fazem parte da rotina de casa. Quando existe espaço para conversar sobre essas escolhas, a escola também contribui para que ele desenvolva referências próprias sobre alimentação”, explica.

Entre o vídeo que aparece no feed e o produto encontrado na prateleira, nem toda escolha precisa virar uma disputa entre o que pode e o que não pode. Ensinar crianças e adolescentes a perguntar quem está falando, o que está sendo destacado e se existe interesse comercial por trás da mensagem pode ser um primeiro passo para que façam escolhas com mais autonomia.