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Outubro Rosa mobiliza indústria paranaense em ação de cuidado com as funcionárias

Palestra reuniu 50 funcionárias para uma reflexão sobre saúde física e mental, prevenção e autocuidado

Cuidar da saúde é também aprender a reconhecer as próprias necessidades, respeitar os limites do corpo e reservar tempo para o bem-estar. Com esse propósito, a Font Life, tradicional indústria de água mineral, promoveu uma ação especial de Outubro Rosa para suas funcionárias, com uma programação dedicada à saúde integral da mulher.

Cinquenta mulheres participaram da palestra Corpo e mente: um só saudável, conduzida pela fisioterapeuta Daiane Rodrigues, profissional há nove anos, com atuação em Pilates, terapia manual e saúde da mulher. Empreendedora e responsável pelo Studio Espaço Daiane Cecília, ela compartilhou orientações e reflexões sobre a importância do autocuidado para uma vida mais saudável e equilibrada.

A iniciativa ampliou o olhar sobre a saúde feminina para além da prevenção do câncer de mama, destacando a importância de compreender a mulher em sua integralidade. A abordagem foi estruturada em três pilares fundamentais: movimento, alimentação e saúde mental.

Durante o encontro, as participantes refletiram sobre os benefícios da atividade física para a força, a mobilidade e a autonomia, a importância de uma alimentação equilibrada e os cuidados com a saúde mental diante das múltiplas responsabilidades e demandas do cotidiano. Dinâmicas práticas e momentos de reflexão estimularam as funcionárias a olhar para si mesmas e reconhecer a importância de incluir o autocuidado na rotina.

A programação também contou com sorteio de brindes e uma oficina de pintura em vidros, proporcionando momentos de integração, criatividade e descontração entre as participantes.

Para a diretora de Qualidade da Font Life, Daniela Baggio Naimeg, iniciativas como essa reforçam o compromisso da empresa com as pessoas que fazem parte de sua história.

“Uma empresa é construída por pessoas, e cuidar delas é reconhecer o valor de cada uma para além de sua função profissional. Queremos que nossas colaboradoras se sintam acolhidas, valorizadas e compreendam que a saúde e o bem-estar precisam ser prioridades. O Outubro Rosa nos convida a falar sobre prevenção, mas também a ampliar esse cuidado, lembrando que cada mulher merece atenção, respeito e qualidade de vida em todas as fases da sua trajetória”, destaca Daniela.

A fisioterapeuta Daiane Rodrigues ressalta que olhar para a saúde da mulher de forma integral é fundamental para promover mudanças positivas no dia a dia.

“Quando falamos em saúde, precisamos olhar para o corpo e para a mente como partes que caminham juntas. O movimento fortalece o corpo, a alimentação contribui para o equilíbrio e a saúde mental precisa de atenção diante das tantas responsabilidades que as mulheres assumem. O autocuidado não é egoísmo, é uma necessidade. É importante que cada mulher reconheça suas próprias necessidades e entenda que cuidar de si também é uma forma de ter mais saúde, autonomia e qualidade de vida”, afirma.

Ao promover a ação, a Font Life reforça a importância de criar espaços de informação, acolhimento e conscientização dentro do ambiente de trabalho. Mais do que uma atividade alusiva ao Outubro Rosa, o encontro foi uma oportunidade para valorizar as mulheres da equipe e incentivar hábitos que contribuam para uma vida mais saudável, dentro e fora da empresa.

Ecossistema reúne direito, técnica, negócios e conservação ambiental em Curitiba

VKS, Grafelo, Valls e Instituto Ora passam a atuar de maneira integrada para reduzir a fragmentação de projetos imobiliários e ambientais, antecipar riscos e concentrar decisões em um único fluxo de trabalho

Um empreendimento imobiliário pode começar com a escolha de um terreno, mas dificilmente termina nela. Antes de se tornar um negócio viável, a área precisa ser analisada sob os aspectos jurídicos, urbanísticos, ambientais, técnicos e financeiros. Quando cada uma dessas etapas é conduzida de maneira isolada, cabe ao próprio cliente repetir informações, organizar reuniões, acompanhar diferentes prestadores e tentar conciliar orientações que nem sempre chegam ao mesmo tempo.

Foi para enfrentar essa fragmentação que VKS – Valdivieso Sociedade de Advogados, Grafelo Consultoria e Negócios, Valls Ativos Ambientais e Instituto Ora passaram a integrar, em 2026, um Ecossistema voltado a projetos imobiliários, urbanos e ambientais. A nova estrutura reúne, em Curitiba, as frentes jurídica, técnica, negocial e socioambiental, mantendo a identidade e a responsabilidade de cada organização, mas conectando suas competências desde a análise inicial de cada demanda.

A iniciativa surge em um momento de expansão do mercado local. Curitiba ultrapassou 12 mil apartamentos novos comercializados em 12 meses e movimentou R$ 9,3 bilhões em Valor Geral de Vendas no período. De acordo com levantamento apresentado pela Brain Inteligência Estratégica à ADEMI PR, a capital tornou-se o terceiro maior mercado imobiliário do Brasil, atrás apenas de São Paulo e Rio de Janeiro. Somente no segundo trimestre de 2026, foram vendidas 3.480 unidades verticais na cidade, crescimento de 50,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os dados foram divulgados pela ADEMI PR.

O avanço do setor amplia também a responsabilidade sobre a tomada de decisões. Um terreno com potencial construtivo pode apresentar restrições ambientais, divergências registrais, limitações urbanísticas, necessidade de licenciamento ou dificuldades para obtenção de recursos. Quando essas questões são identificadas apenas depois da aquisição ou do início do projeto, podem comprometer prazos, elevar custos e até inviabilizar a operação.

No modelo proposto pelo Ecossistema, o cliente deixa de ocupar informalmente o papel de coordenador de diferentes prestadores. A demanda pode ser analisada por mais de uma área desde o início, com o direcionamento interno das questões e o compartilhamento das informações necessárias. Isso tende a reduzir reuniões repetidas, retrabalho, avaliações desconectadas e a descoberta tardia de problemas que poderiam ter sido considerados nas primeiras etapas.

A VKS concentra a atuação jurídica nas áreas imobiliária, ambiental, urbanística, empresarial e civil. A Valls atua com inteligência territorial, integrando geotecnologias e conhecimento técnico para a regularização, o desenvolvimento e a conservação de territórios. A Grafelo atua na inteligência de negócios, na captação de recursos e na estruturação e intermediação de ativos imobiliários e ambientais. O Instituto Ora, organização sem fins lucrativos, desenvolve iniciativas voltadas à conservação da natureza e à criação de projetos de impacto socioambiental positivo.

A trajetória que resultou nessa união começou em 1994, com a fundação da Valls. Em 2005, foi fundada a VKS, que consolidou sua atuação jurídica ao longo das duas décadas seguintes. A primeira configuração da Grafelo surgiu em 2011 e foi retomada em 2025, com novos integrantes e uma proposta direcionada à estruturação de negócios e oportunidades. O Instituto Ora foi criado em 2024. Em 2026, as quatro organizações formalizaram o funcionamento integrado do Ecossistema.

“Cada organização mantém sua identidade, especialidade e responsabilidade. O que muda é a forma como conectamos essas competências. Em projetos complexos, conseguimos olhar para a mesma oportunidade sob diferentes perspectivas desde o início”, afirma Bruna Folle Schmidlin, sócia do Ecossistema.  Na prática, isso significa preservar as atribuições, as análises e as responsabilidades de cada área, ao mesmo tempo em que as equipes passam a compartilhar estrutura, conhecimento, oportunidades e uma visão comum para projetos que exigem diferentes competências.

O Ecossistema reúne profissionais do direito, da arquitetura, do urbanismo, da engenharia agronômica, da biologia, da administração, do marketing e da gestão financeira. Entre as lideranças estão Patrícia Valdivieso Hessel, com mais de 20 anos de atuação em operações imobiliárias, regularização fundiária e licenciamento urbano e ambiental; Dirley Schmidlin, engenheiro agrônomo com cerca de 30 anos de experiência em regularização e ativos ambientais; Bruna Folle Schmidlin, administradora com atuação em estratégia e desenvolvimento de negócios, responsável pelas frentes de marketing e prospecção do Ecossistema; Cássio Soares Alves, arquiteto e urbanista com atuação na interface entre planejamento urbano e legislação; e Adriane Cilião Guimarães, bióloga com aproximadamente 20 anos de experiência em consultoria e gestão ambiental.

A integração também envolve uma estrutura de governança compartilhada, criada para conectar as diferentes especialidades e tornar mais ágil o fluxo de decisões entre as organizações.

Na frente de negócios, a Grafelo informa ter prospectado mais de R$ 200 milhões no mercado em 2025. A empresa trabalha com captação de recursos financeiros, intermediação de ativos imobiliários e estruturação de ativos ambientais, conectando proprietários, investidores, incorporadoras, instituições financeiras e grupos privados. A proposta é analisar o ativo como um sistema completo, no qual condições jurídicas, urbanísticas, ambientais, técnicas e mercadológicas influenciam diretamente a segurança e o potencial da operação.

O Ecossistema não elimina a complexidade dos projetos imobiliários e ambientais, mas procura evitar que essa complexidade permaneça espalhada entre diferentes interlocutores. Ao reunir as competências necessárias em um mesmo ambiente de decisão, o grupo pretende oferecer uma leitura mais completa dos ativos, antecipar riscos e permitir que cada oportunidade seja avaliada não apenas pelo que aparenta ser, mas pelo que pode se tornar depois de regularizada, estruturada e conectada ao capital adequado.

Serviço: Ecossistema – Grafelo, VKS, Valls e Instituto Ora

Grafelo Consultoria e Negócios 

VKS – Valdivieso Sociedade de Advogados 

Valls – Inteligência Territorial & Ambiental 

Instituto Ora – Conservação da Natureza

 (41) 3618-0204 

www.grafelo.com.br | www.vks.adv.br | www.orainstituto.org.br 

Av. Anita Garibaldi, 850, Torre C, salas 801,810/811, Cabral, Curitiba/PR.

Testemunha precisa de advogado?

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Ser chamado para depor não significa ser acusado de um crime, mas conhecer os próprios direitos pode evitar que uma testemunha prejudique a si mesma durante uma investigação

Receber uma intimação para prestar depoimento como testemunha costuma transmitir uma sensação de tranquilidade. Afinal, quem é testemunha imagina que está apenas ajudando a esclarecer um fato e que não existe qualquer risco jurídico envolvido. Na prática, porém, o advogado criminalista Jefferson Nascimento da Silva explica que cada depoimento precisa ser analisado de acordo com o contexto da investigação, porque a condição de testemunha não elimina direitos fundamentais nem impede que uma pessoa, em determinadas circunstâncias, necessite de orientação jurídica antes de ser ouvida.

“Existe uma diferença muito importante entre dizer que toda testemunha precisa de advogado e afirmar que toda pessoa deve conhecer seus direitos antes de prestar um depoimento. A testemunha tem o dever de colaborar com a Justiça e dizer a verdade sobre aquilo que presenciou ou conhece. Mas ninguém é obrigado a produzir prova contra si mesmo. Esse é um princípio constitucional que protege qualquer cidadão”, afirma Jefferson.

A Constituição Federal assegura o direito de permanecer em silêncio como garantia contra a autoincriminação, enquanto a jurisprudência dos tribunais superiores ampliou essa proteção para situações em que o depoente, mesmo chamado inicialmente como testemunha, possa ser colocado diante de perguntas capazes de envolvê-lo na prática de um crime. Em um precedente do Superior Tribunal de Justiça, a Corte reconheceu que uma testemunha não pode ser obrigada a dizer a verdade sobre fatos que possam resultar em sua própria responsabilização penal, justamente em respeito ao princípio de que ninguém é obrigado a produzir prova contra si.

Isso não significa que a testemunha possa simplesmente mentir ou deixar de colaborar com a investigação. O dever de dizer a verdade permanece como regra quando o depoimento trata de fatos relacionados a terceiros e não coloca o próprio depoente em risco de autoincriminação. “O direito ao silêncio não é um salvo-conduto para faltar com a verdade. Ele existe para proteger a pessoa quando determinada resposta pode ser utilizada contra ela em uma investigação ou em um processo criminal”, esclarece o advogado.

Outra situação que merece atenção acontece quando a pessoa é chamada como testemunha sem conhecer completamente os fatos investigados. Durante uma oitiva, novas informações podem surgir e alterar a compreensão sobre sua participação nos acontecimentos. Por isso, Jefferson recomenda que o cidadão leia atentamente a intimação, procure saber qual autoridade expediu o documento e compreenda qual é o objeto da investigação antes de comparecer para prestar declarações.

“O advogado não serve apenas para quem está sendo acusado. Em muitos casos, sua atuação é preventiva. Ele analisa a intimação, identifica a natureza do procedimento, orienta sobre os limites legais do depoimento e acompanha o ato para garantir que os direitos do cidadão sejam respeitados. Isso é completamente diferente de tentar interferir na investigação ou construir uma versão dos fatos”, destaca Jefferson.

Os tribunais brasileiros também vêm reforçando a importância da assistência técnica em procedimentos investigatórios. O Supremo Tribunal Federal possui diversos precedentes reconhecendo que a garantia contra a autoincriminação protege não apenas o réu, mas qualquer pessoa que esteja diante de perguntas capazes de comprometer sua própria liberdade ou responsabilidade criminal. A discussão ganhou ainda mais relevância nos últimos anos diante de investigações cada vez mais complexas, envolvendo provas digitais, mensagens, movimentações financeiras e relações empresariais.

Para o criminalista, a melhor conduta é agir com serenidade. “Quem é testemunha não deve entrar em pânico, porque isso não significa culpa. Mas também não deve acreditar que um depoimento policial é uma simples conversa sem consequências jurídicas. Cada declaração passa a integrar um procedimento oficial e pode ter repercussões importantes. Informação e orientação são sempre mais seguras do que improviso”, ressalta.

Ao final, Jefferson reforça que a principal mensagem para a população é simples: colaborar com a Justiça e preservar os próprios direitos são atitudes absolutamente compatíveis. “A verdade continua sendo o dever da testemunha. O que a Constituição protege é o direito de ninguém ser obrigado a construir a própria acusação. Conhecer essa diferença é essencial para que o cidadão participe de uma investigação de forma consciente, responsável e juridicamente segura”, conclui.

Serviço: Jefferson Nascimento da Silva
Advogado Criminalista, OAB/PR 86.750
(41) 98400-6686
@jeeffeh
jeffe.adv@gmail.com
https://advjeffersonsilva.com.br
Rua Conselheiro Laurindo, 600 – sala 1006/1007, Centro, Curitiba/PR.

Black Friday exige bom atendimento

Pesquisa no Paraná mostra consumidor atento aos preços; avaliação com cliente oculto ajuda empresas a identificar falhas entre a oferta anunciada e a experiência de compra

Uma campanha pode levar o consumidor até a loja, mas dúvidas sem resposta, demora no atendimento e informações desencontradas podem comprometer a compra. Na preparação para a Black Friday, o desafio do varejo é verificar se a experiência oferecida acompanha a promessa da publicidade. No Paraná, sondagem da Fecomércio PR e do Sebrae/PR para a edição de 2025 mostrou que apenas 19,1% dos consumidores não pesquisavam preços previamente. O gasto médio pretendido era de R$ 1.036,75, indicando o valor das decisões disputadas pelo comércio.

Para Gustavo Henrique Campos Nunes, gestor comercial da ROX Consultoria, o empresário precisa acompanhar o que acontece depois que o anúncio desperta o interesse. “O desconto atrai, mas a venda depende também do que acontece quando o cliente pede ajuda. Se ele encontra uma equipe que desconhece a promoção, não consegue esclarecer uma dúvida ou precisa repetir sua solicitação, a empresa pode desperdiçar o investimento feito para trazê-lo até ali”, afirma.

Uma forma de investigar essa distância é a metodologia de cliente oculto. Avaliadores treinados vivenciam o atendimento sem se identificar naquele momento e observam critérios definidos previamente com a empresa. Na ROX, o trabalho utiliza um roteiro personalizado e pode abranger canais presenciais, digitais e telefônicos, permitindo identificar inconsistências no atendimento e no cumprimento dos processos.

Para uma campanha promocional, a avaliação pode verificar se o vendedor conhece as condições anunciadas, se consegue explicar as características do produto e se apresenta alternativas quando o item procurado está indisponível. Também permite observar o tempo de resposta, a clareza sobre pagamento e entrega e a continuidade do atendimento quando o consumidor começa a conversa pela internet e procura a loja física.

“O empresário pode acreditar que precisa investir mais em divulgação, quando existe uma dificuldade na condução da venda. Mas também pode descobrir uma falha de estoque, de comunicação interna ou de processo. O diagnóstico serve para localizar o problema com evidências e orientar a correção, sem depender apenas da impressão de quem administra a operação”, explica Nunes.

A preparação exige transformar os resultados da avaliação em orientação prática para a equipe. Conhecer as ofertas, conferir informações e estabelecer responsáveis para resolver dúvidas são medidas que podem ser trabalhadas antes do aumento do movimento. A ROX disponibiliza relatórios e gestão de planos de ação para acompanhar as melhorias identificadas nas avaliações. “Medir é o começo. O resultado depende de corrigir o que foi encontrado e verificar se a mudança chegou ao atendimento”, conclui o gestor.

Serviço: ROX Consultoria, Cliente Oculto

Gustavo Henrique Campos Nunes, gestor comercial

Telefone: (41) 98409-3226

Instagram: @roxconsultoria

E-mail: contato@roxconsultoria.com.br

Site: www.roxconsultoria.com.br

Endereço: Rua XV de Novembro, 1234, sala 1003, Curitiba, Paraná.

City Center Outlet Premium prepara descontos de arrepiar em ação de Halloween

City Off Boo acontece de 30 de outubro a 2 de novembro, com ofertas divulgadas nos canais digitais do empreendimento

De 30 de outubro a 2 de novembro, o City Center Outlet Premium, em Campo Largo (PR), realiza o City Off Boo, uma campanha temática de Halloween que reúne ofertas especiais nas lojas do empreendimento. A programação será divulgada no decorrer desta semana nos canais digitais do empreendimento.

A ação combina o clima de Halloween com o feriado de Finados, quando o mall espera registrar um aumento no fluxo de visitantes. As lojas participantes estarão oferecendo condições especiais de compra em diversos produtos de vestuário, calçados e artigos para casa.

“Aproveitamos a temática do Halloween para oferecer condições especiais num clima inspirado na festa americana que caiu no gosto dos brasileiros. Com o feriado de Finados, esperamos um fluxo de visitantes ainda maior”, ressalta a gerente de marketing do City Center Outlet Premium, Fernanda Hickson.

Sobre o City Center Outlet Premium

Localizado em Campo Largo, Região Metropolitana de Curitiba, o City Center Outlet Premium é o primeiro e único outlet do estado do Paraná e um dos maiores do Brasil, com mais de 100 lojas em 74 mil m² de área construída. Segue um conceito americano, que oferece descontos de até 70% durante o ano inteiro, proporciona experiências de compras, lazer e entretenimento para quem mora em Curitiba e outras 30 cidades com grande potencial de compra da região. Construído em um terreno de 290 mil m², o projeto arquitetônico e de paisagismo oferece ambientes a céu aberto, que prezam pelo bem-estar e conforto dos visitantes. Foi o primeiro outlet com cinema no Brasil, com cinco salas Multiplex Stadium da Cineplus e capacidade para 887 pessoas. É administrado pelo Grupo Tacla Shopping – que possui outros 12 empreendimentos nos estados do Paraná, Santa Catarina e São Paulo. Mais informações em: citycenteroutlet.com.br.

Condomínios de Alagoas podem pagar multa de até R$ 30 mil por confundir porteiro com vigilante

Condomínios e empresas de Alagoas podem pagar multa de até R$ 30 mil por confundir porteiro com vigilante

Nova regulamentação estabelece limites para a atuação de porteiros, vigias e controladores de acesso; advogado alagoano explica os riscos trabalhistas e orienta como evitar irregularidades

Uma prática comum em condomínios e empresas pode gerar multas, processos trabalhistas e aumento de custos: exigir que porteiros, vigias ou controladores de acesso realizem atividades próprias de vigilantes, como rondas, abordagens de suspeitos e intervenção em ocorrências de segurança. O alerta ganha importância após a regulamentação do Estatuto da Segurança Privada. A Lei nº 14.967/2024, regulamentada pelo Decreto nº 13.012/2026, estabeleceu novas regras para a contratação e a manutenção de serviços de segurança privada em todo o país.

A mudança afeta diretamente condomínios residenciais e comerciais, lojas, indústrias, escolas, clínicas e outras organizações de Maceió e do interior de Alagoas que mantêm profissionais responsáveis pelo controle de entrada, proteção de patrimônio ou monitoramento de ambientes. A legislação diferencia claramente as atividades de portaria e vigilância. O porteiro pode controlar a entrada e a saída de pessoas e veículos, receber encomendas e acompanhar câmeras de forma passiva. Entretanto, quando passa a realizar rondas de segurança, abordar suspeitos ou reagir a ocorrências, pode estar exercendo funções próprias de vigilante.

Para o advogado empresarial e trabalhista Luiz Henrique da Silva Cunha Filho, sócio-administrador da Manso & Cunha Sociedade de Advogados, em Maceió, o principal risco está na diferença entre o nome registrado no contrato e o trabalho efetivamente realizado pelo empregado. “Não basta registrar o trabalhador como porteiro se, na prática, ele realiza rondas, aborda pessoas ou atua diretamente na proteção do patrimônio. Em uma eventual fiscalização ou ação trabalhista, o que será analisado é a atividade realmente desempenhada”, explica Luiz Henrique.

A pessoa jurídica que mantiver ou contratar serviço de segurança sem a autorização exigida pode receber multa de R$ 10 mil a R$ 30 mil. Além da sanção administrativa, a empresa ou o condomínio pode enfrentar ações trabalhistas com pedidos de diferenças salariais e adicional de periculosidade de 30%. A portaria tradicional, desarmada e limitada ao controle de acesso, continua permitida sem autorização específica da Polícia Federal. O problema surge quando as responsabilidades do profissional ultrapassam essa função. Se o condomínio ou a empresa quiser contratar vigilantes diretamente, deverá organizar um serviço próprio de segurança, conhecido como serviço orgânico. Esse modelo exige autorização da Polícia Federal, vistoria das instalações, cadastro dos profissionais, certificado de segurança, pagamento de taxas e renovação periódica.

Outra possibilidade é terceirizar a vigilância. Nesse caso, o contratante deverá verificar se a prestadora possui autorização válida da Polícia Federal para executar aquele serviço em Alagoas. Ter CNPJ e contrato social não é suficiente para comprovar a regularidade. “O menor preço não pode ser o único critério de contratação. Uma proposta muito abaixo do mercado pode indicar que a empresa não consegue cumprir o piso salarial, os encargos trabalhistas e as exigências legais. A aparente economia pode se transformar em um passivo muito maior”, alerta o advogado.

O período de adaptação às novas regras termina em 10 de setembro de 2027. O prazo, porém, não permite que empresas e condomínios mantenham serviços irregulares até essa data. Segundo Luiz Henrique, a adequação deve começar pelo levantamento das atividades realizadas em cada posto de trabalho. Também é recomendável revisar contratos, descrições de cargos, regimentos internos, ordens de serviço e a documentação das empresas terceirizadas. Nos condomínios, as decisões devem ser apresentadas em assembleia e registradas em ata. Quando porteiros ou vigias já desempenharam funções de segurança, também pode ser necessária uma avaliação do possível passivo trabalhista dos últimos cinco anos.

O que empresas e condomínios devem verificar

  • Quais atividades cada empregado realmente desempenha;
  • Se porteiros estão fazendo rondas ou abordagens;
  • Se a empresa terceirizada possui autorização válida da Polícia Federal;
  • Se a autorização abrange o serviço contratado e o estado de Alagoas;
  • Se os contratos preveem comprovação de salários e encargos;
  • Se as descrições dos cargos e as ordens de serviço estão atualizadas;
  • Se há risco trabalhista relacionado às atividades exercidas nos últimos cinco anos.

Serviço: Manso & Cunha Advogados

Dr. Luiz Henrique Cunha, OAB/AL 8.399

Advogado Especialista em Direito do Trabalho Empresarial

@mansoecunhaadvogados

https://mansoecunha.com.br

Maceió, Alagoas, Brasil

Três Lagoas: apartamentos em leilão

Pregão online reúne 31 unidades com garagem, opções de um a três quartos e condomínio com piscinas, churrasqueira e segurança 24 horas

Três Lagoas, em Mato Grosso do Sul, terá 31 apartamentos com vaga de garagem oferecidos em leilão online pela Topo Leilões. Localizadas no Condomínio Residencial Don El Chall, na Avenida Jari Marcante, 2551, no Jardim Angélica, as unidades integram um pregão vinculado à 5ª Vara Cível de Curitiba, com data anunciada para 5 de novembro, quinta-feira, às 11h. A oferta reúne diferentes configurações de imóveis e pode despertar o interesse tanto de quem procura moradia quanto de quem avalia uma aquisição para investimento.

O município tem população estimada em 145.514 habitantes em 2026, segundo o IBGE. Nesse cenário, o conjunto de apartamentos coloca em evidência uma alternativa de aquisição imobiliária que permite consultar informações e participar da disputa pela internet, sem a necessidade de deslocamento para acompanhar o pregão. A escolha da unidade e a definição do lance devem considerar as características do imóvel e as condições estabelecidas no edital.

Os apartamentos possuem sala, cozinha, banheiro social, lavanderia, sacada com churrasqueira e uma vaga de garagem descoberta e demarcada. As configurações variam conforme o final da unidade: os finais 1, 2, 3 e 4 têm dois quartos, sendo uma suíte; os finais 5 e 6 possuem um quarto; e os finais 7 e 8 contam com três quartos, sendo uma suíte. A diversidade de plantas permite analisar opções conforme o tamanho da família e a finalidade da compra.

A estrutura de uso comum é outro destaque do empreendimento. O condomínio dispõe de portaria e segurança 24 horas, seis quiosques com churrasqueira, raia de piscina, piscinas para adultos e crianças, playground, quadra de futebol e salão de festas. Os blocos contam com elevador e banheiro no térreo. Também há depósitos e bicicletários fechados no térreo, com exceção do Bloco D, onde funciona a administração.

Para Guilherme Eduardo Stutz Toporoski, leiloeiro público oficial da Topo Leilões, conhecer a modalidade é o primeiro passo para avaliar uma aquisição com planejamento. “O leilão pode fazer parte da busca por um imóvel para morar ou investir. O importante é analisar cada unidade, compreender as regras e definir um orçamento que considere o custo completo da compra. A decisão deve partir da informação e da adequação do imóvel ao objetivo do interessado”, afirma.

Para quem está começando, consultar o catálogo e esclarecer dúvidas com a equipe responsável permite conhecer o funcionamento da disputa antes de apresentar uma oferta. Além da planta e da estrutura do condomínio, a análise deve abranger valores, condições de pagamento, comissão, situação de ocupação e demais informações previstas no edital. Os interessados podem consultar a Topo Leilões para obter os documentos do evento e as orientações sobre cadastro e habilitação na plataforma.

Serviço:

Evento: Leilão online de 31 apartamentos com vaga de garagem 

Responsável pelo pregão:** Topo Leilões 

Leiloeiro: Guilherme Eduardo Stutz Toporoski, leiloeiro público oficial 

Comitente: 5ª Vara Cível de Curitiba 

Data anunciada: 5 de novembro de 2026, quinta-feira 

Horário informado: 11h, com fuso a confirmar 

Imóveis: Condomínio Residencial Don El Chall 

Endereço dos imóveis: Avenida Jari Marcante, 2551, Jardim Angélica, Três Lagoas, Mato Grosso do Sul 

Informações, edital e participação: www.topoleiloes.com.br ?utm_source=assessoria_imprensa&utm_campaign=todacomunicacao

Diaristas além da indicação

Capacitação, acesso a clientes e suporte profissional podem ajudar trabalhadoras a preencher a agenda e organizar a renda

Ter experiência em limpeza nem sempre é suficiente para manter uma agenda de trabalho preenchida. Para diaristas que dependem de indicações, conquistar clientes e lidar com cancelamentos são desafios que interferem diretamente na renda. Em Curitiba, a Donas de Casa, empresa liderada pela empreendedora Juliana Leck, reúne encaminhamento para serviços em residências, empresas e ambientes após obras, treinamento e uma rede de apoio às profissionais.

A discussão envolve uma parcela expressiva das trabalhadoras brasileiras. Segundo levantamento do Dieese com dados da PNAD Contínua do quarto trimestre de 2025, o Brasil tinha 5,6 milhões de pessoas ocupadas no trabalho doméstico, das quais 92% eram mulheres. Entre as trabalhadoras domésticas, 47% eram diaristas e 58% eram chefes de família, números que ajudam a dimensionar a importância da atividade para o sustento dos lares.

Para Juliana, o recrutamento precisa considerar tanto a experiência quanto as dificuldades que impedem uma profissional de acessar oportunidades. “Há mulheres que sabem executar muito bem o serviço, mas não têm uma rede de clientes ou encontram dificuldade para divulgar o próprio trabalho. Aproximar essa profissional de quem precisa contratar, oferecer preparação e acompanhar o atendimento são formas de ajudá-la a transformar sua experiência em renda”, afirma.

O funcionamento de empresas que conectam diaristas e clientes pode incluir cadastro, avaliação de perfil, capacitação e encaminhamento conforme a demanda. No setor, há operações que também organizam os pagamentos e permitem que as profissionais escolham serviços de acordo com sua disponibilidade. As condições variam entre empresas e devem ser conhecidas antes do início da parceria. Na Donas de Casa, segundo Juliana, a proposta reúne acesso a clientes, treinamento e suporte durante a prestação dos serviços.

A capacitação é uma das frentes desse acompanhamento. Além da execução da limpeza, a preparação pode abordar organização das tarefas, uso adequado de produtos, cuidados com superfícies e comunicação com o contratante. “Uma profissional precisa saber o que foi combinado, quais são as prioridades daquele atendimento e a quem recorrer se surgir uma dificuldade. O treinamento ajuda a trabalhar com mais segurança e a construir uma relação de confiança com o cliente”, explica a empreendedora.

Outro ponto é a possibilidade de compartilhar experiências em uma comunidade de profissionais. Segundo Juliana, esse espaço permite apresentar dúvidas, relatar situações enfrentadas nos atendimentos e buscar orientação. A empresa também pode avaliar apoio pontual, como a antecipação de valores, conforme a situação e as condições acordadas. “Às vezes, uma dificuldade com o transporte pode impedir a mulher de chegar ao trabalho. Ter um canal para conversar e buscar uma solução faz diferença. O suporte precisa considerar a realidade de quem está prestando o serviço”, destaca.

Para quem busca retomar a atividade ou preencher dias disponíveis, Juliana orienta apresentar a experiência e informar com clareza os horários e as regiões em que pode atender. O encaminhamento depende da demanda e da compatibilidade com cada serviço. “Nosso papel é criar oportunidades e dar suporte para que a profissional consiga aproveitá-las. Quem trabalha com limpeza precisa ser reconhecida pela competência, pela responsabilidade e pela qualidade do que entrega”, conclui.

Serviço: Donas de Casa
Terceirização de serviços de limpeza

Juliana Leck

Influenciadora e Empresária do lar

(41) 997490999

@donasdecasa

@ceo_julianaleck

doonasdecasa@gmail.com

Agenda cheia pode esconder prejuízo

Precificação que desconsidera custos, ociosidade e impostos pode comprometer o lucro das clínicas odontológicas

Uma clínica odontológica pode ocupar boa parte da agenda e perder rentabilidade por calcular o preço dos procedimentos sem considerar faltas, cancelamentos e horários ociosos. Em uma simulação com R$ 24 mil de custos mensais de estrutura, dividir a despesa por 160 horas disponíveis resulta em R$ 150 por hora. Com uma taxa de ocupação planejada de 75%, porém, a clínica terá uma expectativa de 120 horas produtivas, elevando o custo da estrutura por hora para R$ 200. A diferença mostra como uma estimativa de ocupação pouco realista pode comprometer a formação dos preços e a margem dos procedimentos.

“Agenda cheia não é sinônimo de lucro. Se o dentista calcula o preço usando uma quantidade de horas que dificilmente conseguirá ocupar, cada atendimento pode deixar uma parte da estrutura sem cobertura. Antes de oferecer desconto ou aumentar o volume de pacientes, ele precisa saber quanto custa a hora clínica e quanto sobra de cada procedimento”, afirma Danilo Fermino, contador e diretor da Flow Contabilidade, em Curitiba, com atuação voltada à gestão financeira para dentistas.

Para quem administra um consultório, a formação técnica precisa ser acompanhada do controle de custos, impostos e margem de lucro. A movimentação da agenda e o faturamento, isoladamente, não mostram quanto permanece disponível depois do pagamento das despesas. Por isso, a análise financeira deve considerar tanto a capacidade de atendimento quanto os custos e o resultado de cada serviço.

Na simulação, um procedimento de duas horas absorve R$ 400 dos custos de estrutura. Somados R$ 250 de materiais e laboratório, chega-se a R$ 650, considerando que a remuneração pelo trabalho clínico já esteja contemplada nesses valores. Acrescentar 30% ao custo gera um preço de R$ 845, mas não uma margem de lucro de 30%. Se impostos e taxas de cartão representarem 10% da venda, sobram R$ 110,50, equivalentes a aproximadamente 13,1% do preço.

Para obter margem de resultado de 20% nesse cenário, o preço precisa reservar 70% para os custos considerados, 10% para impostos e taxas de cartão e 20% para o resultado. A divisão de R$ 650 por 0,70 leva a aproximadamente R$ 929. Os percentuais são ilustrativos e devem ser substituídos pelos números da clínica, considerando a remuneração dos profissionais, o regime tributário e o cuidado para não contabilizar a mesma despesa duas vezes.

Segundo Fermino, a revisão deve alcançar também os procedimentos que sustentam o posicionamento da clínica. “Não adianta escolher um procedimento para ser o carro-chefe da clínica apenas porque o dentista gosta de realizá-lo ou quer ser reconhecido por aquela especialidade. É preciso avaliar se existe demanda, se a clínica consegue executá-lo bem e, principalmente, se ele deixa uma margem que justifique o tempo e a estrutura utilizados”, orienta.

A recomendação é acompanhar a taxa de ocupação, o custo da hora clínica e a rentabilidade de cada procedimento antes de definir preços. Isso não significa simplesmente repassar toda a ociosidade ao paciente, mas entender quanto a clínica precisa produzir, quais procedimentos contribuem mais para o resultado e onde existem oportunidades para melhorar a eficiência da operação.

Serviço: Flow Contabilidade
Danilo Fermino
Contador CRC PR 078065/O-2
(41) 99963-7065
@danilofermino
danilo@flowcontabilidade.com.br
www.flowcontabilidade.com.br

Hard Rock Cafe Curitiba promove Iron Maiden Week com música ao vivo em aquecimento para show da banda

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Programação especial reúne bandas cover nos dias 27, 28 e 29 de outubro e prepara os fãs para a apresentação do Iron Maiden na Arena da Baixada

Curitiba entra no clima do heavy metal com a Iron Maiden Week, programação especial do Hard Rock Cafe Curitiba que promete reunir fãs da banda britânica para três dias de apresentações musicais, clássicos inesquecíveis e muita energia. A programação será realizada entre os dias 27 e 29 de outubro, em sintonia com a passagem da turnê Run for Your Lives World Tour 2026 pela capital paranaense.

O show do Iron Maiden está marcado para quarta-feira, 28 de outubro, na Arena da Baixada. Para quem deseja antecipar a celebração antes do show — ou prolongar a experiência depois da apresentação —, o Hard Rock Cafe Curitiba preparou uma agenda dedicada aos grandes sucessos do grupo.

A programação começa na terça-feira, 27 de outubro, às 19h30, com a banda Maiden Factor. A apresentação terá entrada no valor de R$ 30,00. Na quarta-feira, dia do show do Iron Maiden, o público poderá conferir a apresentação do Scream for Maiden, às 12h30, com entrada a R$ 15,00. O grupo retorna ao palco do Hard Rock Cafe na quinta-feira, 29 de outubro, também às 12h30, encerrando a sequência de tributos, mantendo o valor de R$ 15,00.

Serviço — Iron Maiden Week no Hard Rock Cafe Curitiba

27 de outubro (terça-feira)
Maiden Factor — 19h30

Entrada: R$ 30,00

28 de outubro (quarta-feira)
Scream for Maiden — 12h30

Entrada: R$ 15,00

29 de outubro (quinta-feira)
Scream for Maiden — 12h30

Entrada: R$ 15,00

Local: Hard Rock Cafe Curitiba