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Diaristas além da indicação

Capacitação, acesso a clientes e suporte profissional podem ajudar trabalhadoras a preencher a agenda e organizar a renda

Ter experiência em limpeza nem sempre é suficiente para manter uma agenda de trabalho preenchida. Para diaristas que dependem de indicações, conquistar clientes e lidar com cancelamentos são desafios que interferem diretamente na renda. Em Curitiba, a Donas de Casa, empresa liderada pela empreendedora Juliana Leck, reúne encaminhamento para serviços em residências, empresas e ambientes após obras, treinamento e uma rede de apoio às profissionais.

A discussão envolve uma parcela expressiva das trabalhadoras brasileiras. Segundo levantamento do Dieese com dados da PNAD Contínua do quarto trimestre de 2025, o Brasil tinha 5,6 milhões de pessoas ocupadas no trabalho doméstico, das quais 92% eram mulheres. Entre as trabalhadoras domésticas, 47% eram diaristas e 58% eram chefes de família, números que ajudam a dimensionar a importância da atividade para o sustento dos lares.

Para Juliana, o recrutamento precisa considerar tanto a experiência quanto as dificuldades que impedem uma profissional de acessar oportunidades. “Há mulheres que sabem executar muito bem o serviço, mas não têm uma rede de clientes ou encontram dificuldade para divulgar o próprio trabalho. Aproximar essa profissional de quem precisa contratar, oferecer preparação e acompanhar o atendimento são formas de ajudá-la a transformar sua experiência em renda”, afirma.

O funcionamento de empresas que conectam diaristas e clientes pode incluir cadastro, avaliação de perfil, capacitação e encaminhamento conforme a demanda. No setor, há operações que também organizam os pagamentos e permitem que as profissionais escolham serviços de acordo com sua disponibilidade. As condições variam entre empresas e devem ser conhecidas antes do início da parceria. Na Donas de Casa, segundo Juliana, a proposta reúne acesso a clientes, treinamento e suporte durante a prestação dos serviços.

A capacitação é uma das frentes desse acompanhamento. Além da execução da limpeza, a preparação pode abordar organização das tarefas, uso adequado de produtos, cuidados com superfícies e comunicação com o contratante. “Uma profissional precisa saber o que foi combinado, quais são as prioridades daquele atendimento e a quem recorrer se surgir uma dificuldade. O treinamento ajuda a trabalhar com mais segurança e a construir uma relação de confiança com o cliente”, explica a empreendedora.

Outro ponto é a possibilidade de compartilhar experiências em uma comunidade de profissionais. Segundo Juliana, esse espaço permite apresentar dúvidas, relatar situações enfrentadas nos atendimentos e buscar orientação. A empresa também pode avaliar apoio pontual, como a antecipação de valores, conforme a situação e as condições acordadas. “Às vezes, uma dificuldade com o transporte pode impedir a mulher de chegar ao trabalho. Ter um canal para conversar e buscar uma solução faz diferença. O suporte precisa considerar a realidade de quem está prestando o serviço”, destaca.

Para quem busca retomar a atividade ou preencher dias disponíveis, Juliana orienta apresentar a experiência e informar com clareza os horários e as regiões em que pode atender. O encaminhamento depende da demanda e da compatibilidade com cada serviço. “Nosso papel é criar oportunidades e dar suporte para que a profissional consiga aproveitá-las. Quem trabalha com limpeza precisa ser reconhecida pela competência, pela responsabilidade e pela qualidade do que entrega”, conclui.

Serviço: Donas de Casa
Terceirização de serviços de limpeza

Juliana Leck

Influenciadora e Empresária do lar

(41) 997490999

@donasdecasa

@ceo_julianaleck

doonasdecasa@gmail.com

Agenda cheia pode esconder prejuízo

Precificação que desconsidera custos, ociosidade e impostos pode comprometer o lucro das clínicas odontológicas

Uma clínica odontológica pode ocupar boa parte da agenda e perder rentabilidade por calcular o preço dos procedimentos sem considerar faltas, cancelamentos e horários ociosos. Em uma simulação com R$ 24 mil de custos mensais de estrutura, dividir a despesa por 160 horas disponíveis resulta em R$ 150 por hora. Com uma taxa de ocupação planejada de 75%, porém, a clínica terá uma expectativa de 120 horas produtivas, elevando o custo da estrutura por hora para R$ 200. A diferença mostra como uma estimativa de ocupação pouco realista pode comprometer a formação dos preços e a margem dos procedimentos.

“Agenda cheia não é sinônimo de lucro. Se o dentista calcula o preço usando uma quantidade de horas que dificilmente conseguirá ocupar, cada atendimento pode deixar uma parte da estrutura sem cobertura. Antes de oferecer desconto ou aumentar o volume de pacientes, ele precisa saber quanto custa a hora clínica e quanto sobra de cada procedimento”, afirma Danilo Fermino, contador e diretor da Flow Contabilidade, em Curitiba, com atuação voltada à gestão financeira para dentistas.

Para quem administra um consultório, a formação técnica precisa ser acompanhada do controle de custos, impostos e margem de lucro. A movimentação da agenda e o faturamento, isoladamente, não mostram quanto permanece disponível depois do pagamento das despesas. Por isso, a análise financeira deve considerar tanto a capacidade de atendimento quanto os custos e o resultado de cada serviço.

Na simulação, um procedimento de duas horas absorve R$ 400 dos custos de estrutura. Somados R$ 250 de materiais e laboratório, chega-se a R$ 650, considerando que a remuneração pelo trabalho clínico já esteja contemplada nesses valores. Acrescentar 30% ao custo gera um preço de R$ 845, mas não uma margem de lucro de 30%. Se impostos e taxas de cartão representarem 10% da venda, sobram R$ 110,50, equivalentes a aproximadamente 13,1% do preço.

Para obter margem de resultado de 20% nesse cenário, o preço precisa reservar 70% para os custos considerados, 10% para impostos e taxas de cartão e 20% para o resultado. A divisão de R$ 650 por 0,70 leva a aproximadamente R$ 929. Os percentuais são ilustrativos e devem ser substituídos pelos números da clínica, considerando a remuneração dos profissionais, o regime tributário e o cuidado para não contabilizar a mesma despesa duas vezes.

Segundo Fermino, a revisão deve alcançar também os procedimentos que sustentam o posicionamento da clínica. “Não adianta escolher um procedimento para ser o carro-chefe da clínica apenas porque o dentista gosta de realizá-lo ou quer ser reconhecido por aquela especialidade. É preciso avaliar se existe demanda, se a clínica consegue executá-lo bem e, principalmente, se ele deixa uma margem que justifique o tempo e a estrutura utilizados”, orienta.

A recomendação é acompanhar a taxa de ocupação, o custo da hora clínica e a rentabilidade de cada procedimento antes de definir preços. Isso não significa simplesmente repassar toda a ociosidade ao paciente, mas entender quanto a clínica precisa produzir, quais procedimentos contribuem mais para o resultado e onde existem oportunidades para melhorar a eficiência da operação.

Serviço: Flow Contabilidade
Danilo Fermino
Contador CRC PR 078065/O-2
(41) 99963-7065
@danilofermino
danilo@flowcontabilidade.com.br
www.flowcontabilidade.com.br

Hard Rock Cafe Curitiba promove Iron Maiden Week com música ao vivo em aquecimento para show da banda

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Programação especial reúne bandas cover nos dias 27, 28 e 29 de outubro e prepara os fãs para a apresentação do Iron Maiden na Arena da Baixada

Curitiba entra no clima do heavy metal com a Iron Maiden Week, programação especial do Hard Rock Cafe Curitiba que promete reunir fãs da banda britânica para três dias de apresentações musicais, clássicos inesquecíveis e muita energia. A programação será realizada entre os dias 27 e 29 de outubro, em sintonia com a passagem da turnê Run for Your Lives World Tour 2026 pela capital paranaense.

O show do Iron Maiden está marcado para quarta-feira, 28 de outubro, na Arena da Baixada. Para quem deseja antecipar a celebração antes do show — ou prolongar a experiência depois da apresentação —, o Hard Rock Cafe Curitiba preparou uma agenda dedicada aos grandes sucessos do grupo.

A programação começa na terça-feira, 27 de outubro, às 19h30, com a banda Maiden Factor. A apresentação terá entrada no valor de R$ 30,00. Na quarta-feira, dia do show do Iron Maiden, o público poderá conferir a apresentação do Scream for Maiden, às 12h30, com entrada a R$ 15,00. O grupo retorna ao palco do Hard Rock Cafe na quinta-feira, 29 de outubro, também às 12h30, encerrando a sequência de tributos, mantendo o valor de R$ 15,00.

Serviço — Iron Maiden Week no Hard Rock Cafe Curitiba

27 de outubro (terça-feira)
Maiden Factor — 19h30

Entrada: R$ 30,00

28 de outubro (quarta-feira)
Scream for Maiden — 12h30

Entrada: R$ 15,00

29 de outubro (quinta-feira)
Scream for Maiden — 12h30

Entrada: R$ 15,00

Local: Hard Rock Cafe Curitiba

Finanças começam em casa

Economista Noé Santiago, da ANIDEA, explica como hábitos do orçamento doméstico podem influenciar a gestão e o endividamento das empresas

Antes de aparecer no caixa da empresa, o descontrole financeiro pode dar sinais dentro de casa: compras sem planejamento, gastos pequenos ignorados, uso recorrente do cartão e empréstimos contratados sem comparação. A organização do orçamento familiar não se resume a cortar despesas. Ela ensina a definir prioridades, comparar preços, formar reservas e avaliar o custo de uma dívida, conhecimentos que também sustentam a administração de um negócio.

Para o economista Noé Santiago, da curitibana ANIDEA, o empreendedor dificilmente deixa seus hábitos financeiros pessoais do lado de fora quando abre a porta da empresa. “Quem não sabe quanto custa manter a própria casa provavelmente também terá dificuldade para identificar o custo real da empresa. A escala muda, os valores ficam maiores, mas o comportamento costuma ser o mesmo”, afirma.

Estar endividado não significa obrigatoriamente estar inadimplente. Financiamentos, compras parceladas e empréstimos representam compromissos que podem fazer parte do planejamento financeiro. O risco aparece quando as parcelas não cabem no orçamento ou quando o crédito é utilizado repetidamente para cobrir gastos recorrentes. “Os pequenos gastos têm um efeito silencioso. Isoladamente, parecem inofensivos, mas, quando se repetem, comprometem a capacidade de poupar e obrigam a família a recorrer ao crédito. Dentro de uma empresa, esse efeito pode ser ainda maior, porque entram folha de pagamento, fornecedores, impostos, estoque e capital de giro”, explica Santiago.

No ambiente empresarial, é comum que a atenção fique concentrada nas vendas. No entanto, faturar mais não resolve automaticamente problemas de margem, custos ou endividamento. Santiago compara a gestão financeira ao cotidiano de um comerciante: não basta saber vender, é preciso saber comprar. A mesma lógica se aplica ao crédito. “Crédito não deveria ser contratado apenas porque foi aprovado ou porque o dinheiro pode ser liberado rapidamente. É preciso saber para que ele será usado, quanto a empresa consegue pagar e se o retorno esperado justifica a dívida. Pedir dinheiro emprestado também exige planejamento”, observa.

O risco aumenta quando o empresário procura uma instituição financeira somente depois que o caixa já entrou em situação crítica. Com pouco tempo para negociar, ele pode aceitar a primeira proposta disponível, sem comparar taxas, prazos, garantias e o Custo Efetivo Total. “Assim como uma família precisa pesquisar antes de fazer uma compra importante, a empresa deve comparar antes de contratar crédito. A solução mais fácil nem sempre é a mais adequada, e uma taxa aparentemente menor pode esconder prazo curto, parcela alta ou condições incompatíveis com o fluxo de caixa”, afirma Santiago.

Entre os cuidados que podem começar em casa e seguir para o negócio estão separar despesas essenciais das adiáveis, registrar entradas e saídas, evitar comprometer toda a renda futura, criar uma reserva e comparar alternativas antes de comprar ou tomar crédito. Na empresa, também é fundamental manter as contas pessoais separadas das empresariais. “Economizar não é simplesmente escolher sempre o produto mais barato. É saber comprar, compreender o impacto daquela decisão no orçamento e preservar capacidade financeira para o futuro. Essa disciplina começa no mercado, na conta de energia e no cartão, mas depois aparece na forma como o empresário negocia com fornecedores, forma preços e contrata empréstimos”, diz.

A ANIDEA atua como correspondente bancário e realiza a intermediação de propostas junto a instituições financeiras autorizadas. Entre as modalidades trabalhadas está o crédito com garantia de imóvel, também conhecido como home equity. Nesse tipo de operação, o imóvel é oferecido como garantia, o que pode permitir prazos mais longos e condições diferentes das modalidades sem garantia. Em contrapartida, o patrimônio fica vinculado ao contrato e pode ser perdido em caso de inadimplência. “Não existe crédito bom ou ruim fora do contexto. Existe crédito adequado ou inadequado para determinada situação. Usar um imóvel para garantir uma operação é uma decisão relevante e precisa estar sustentada por planejamento, comparação e capacidade real de pagamento”, ressalta.

Para o economista, cuidar do dinheiro significa escolher melhor, inclusive quando é necessário pedir emprestado. A transparência das informações e a compreensão dos compromissos assumidos são fundamentais tanto no orçamento doméstico quanto na gestão empresarial. “Quando o assunto é crédito, transparência não é detalhe. O cliente precisa compreender o que está contratando, quanto vai pagar, quais são os riscos e quais alternativas possui. A decisão só é consciente quando a informação está clara”, conclui.

Serviço: ANIDEA 

Noé Santiago

Economista 

(41) 98840-1153 

@anidea.br 

noe.santiago@anidea.com.br 

www.anidea.com.br 

Mal. Deodoro, 51, Sala 205B, Centro, Curitiba/PR.

Grupo renegocia R$ 15 milhões

Plano aprovado prevê deságio de 80% e prazo de 16 anos para pagamento; estratégia econômico-financeira foi conduzida pela PS Consultoria

Um grupo empresarial ligado ao agronegócio no Sudoeste do Paraná conseguiu aprovar um plano de recuperação judicial para reestruturar um passivo de aproximadamente R$ 15 milhões. A negociação prevê deságio de 80% e prazo de 16 anos para pagamento das dívidas, com correção pela Taxa Referencial, TR. O caso envolve o Grupo Schunck, formado pela Agro Schunck Ltda. e três produtores rurais. Com raízes na agricultura familiar desde 1990, o grupo desenvolve suas atividades no Sudoeste paranaense. A Agro Schunck está sediada em Pato Branco e a atividade dos produtores envolve culturas como soja, milho, trigo e feijão.

A PS Consultoria atuou na frente estratégica da recuperação, trabalhando na estruturação econômico-financeira e nas negociações necessárias para adequar o pagamento do passivo à capacidade financeira do negócio. “Por trás da aprovação de um plano existe uma construção econômica muito grande. É preciso entender quanto a empresa efetivamente consegue pagar, em quanto tempo, quanto de caixa precisa permanecer na operação e como transformar tudo isso em uma proposta que também possa ser negociada com os credores. Neste caso, chegamos a uma condição de 80% de deságio e prazo de 16 anos para pagamento”, explica Pedro Siqueira, especialista em reestruturação empresarial e recuperação judicial da PS Consultoria.

Um dos problemas enfrentados pelo grupo estava justamente no impacto do endividamento sobre a operação. Conforme a documentação judicial, o custo financeiro das dívidas vinha direcionando recursos do capital de giro da atividade produtiva para o pagamento de juros, correções e multas. A recuperação judicial surge, nesse contexto, como instrumento para reorganizar as obrigações e buscar a continuidade da atividade econômica. Para empresas ligadas ao agronegócio, a preservação de caixa ganha ainda mais importância diante dos ciclos de produção e da necessidade constante de recursos para manter a operação.

É justamente na integração entre finanças, gestão, negociação e Direito que a PS Consultoria vem atuando em processos de reestruturação. No caso do Grupo Schunck, a consultoria não foi responsável pela condução jurídica, que ficou a cargo do escritório de advocacia constituído pelo grupo. A PS atuou de maneira consultiva e estratégica, com Pedro Siqueira e Bruno Vaz trabalhando conjuntamente na análise e estruturação do processo. “O advogado tem uma função fundamental na condução jurídica, mas a recuperação precisa funcionar também fora dos autos. A empresa continua comprando, vendendo, produzindo, pagando funcionários e precisando gerar caixa. Nosso trabalho é olhar para essa realidade, auxiliar nas negociações e ajudar a construir uma condição que seja economicamente viável para o devedor”, afirma Siqueira.

Esse modelo permite que a PS Consultoria seja contratada tanto diretamente por empresas em dificuldade financeira quanto por escritórios de advocacia que buscam complementar a condução jurídica de uma recuperação com análise econômica, financeira, empresarial e apoio nas negociações com credores. Apesar de os 80% de deságio serem um dos números que mais chamam atenção no caso, Siqueira ressalta que uma recuperação bem-sucedida não deve ser medida somente pelo percentual de redução da dívida. “O objetivo não é simplesmente conseguir o maior desconto possível. Uma recuperação bem estruturada precisa encontrar uma equação que preserve uma empresa economicamente viável e permita que aquilo que foi negociado seja efetivamente cumprido. O melhor plano não é apenas aquele que consegue ser aprovado, mas aquele que cria condições para o negócio atravessar a crise, se reorganizar e voltar a crescer”, conclui.

Serviço: PS Consultoria
Pedro Siqueira
Especialista em reestruturação empresarial e recuperação judicial
(41) 3206-4196 | (41) 99967-7585
@p.s.consult
contato@psconsult.com.br
https://psconsult.com.br/
Rua Visconde de Guarapuava, 2764, Conjunto 311, Centro, Curitiba/PR.

GERAR concorre ao Prêmio Líderes do Paraná 2026

Instituição disputa reconhecimento na categoria Melhores Práticas ESG e mobiliza a comunidade para ampliar a visibilidade de iniciativas que promovem educação, inclusão social e oportunidades para jovens

Curitiba (PR) – A GERAR está entre os concorrentes ao Prêmio Líderes do Paraná 2026, na categoria Melhores Práticas ESG. A indicação coloca em evidência o trabalho desenvolvido pela instituição nas áreas de educação, aprendizagem profissional e inclusão social, com iniciativas voltadas à formação de adolescentes e jovens e à ampliação de oportunidades.

Promovido pelo LIDE Paraná, o Prêmio Líderes do Paraná reconhece empresas e lideranças que contribuem para o desenvolvimento do estado por meio de práticas de gestão, inovação, impacto social e visão de futuro. A premiação é realizada em etapas, incluindo uma fase de votação popular aberta à participação do público.

“Participar do Prêmio Líderes do Paraná 2026 é uma oportunidade de reafirmar que o verdadeiro papel de uma organização vai além dos resultados: está na capacidade de transformar realidades e gerar oportunidades. Acreditamos que o desenvolvimento de uma sociedade mais justa passa pelo compromisso das instituições com as pessoas, pela responsabilidade nas ações e pela construção de caminhos que permitam a mais pessoas projetar e realizar seu futuro. É esse compromisso que move a GERAR diariamente”, destaca Francisco Essert, presidente do Conselho Diretor da GERAR.

Conexão com a Responsabilidade Social

A participação da GERAR na categoria Melhores Práticas ESG destaca a relevância de iniciativas que conectam responsabilidade social, desenvolvimento humano e geração de oportunidades. Por meio de seus programas, a instituição atua na preparação de jovens para o mundo do trabalho, no incentivo à qualificação profissional e na construção de perspectivas para o futuro.

A votação popular também representa uma oportunidade para que a comunidade conheça e reconheça esse trabalho. A GERAR convida parceiros, empresas, colaboradores e apoiadores a participarem da votação e contribuírem para ampliar a visibilidade das ações realizadas pela instituição.

Além do reconhecimento estadual, a premiação prevê que a empresa mais votada na etapa popular seja reconhecida na premiação nacional do LIDE, em São Paulo. O voto, vale destacar, pode ser realizado aqui: https://cloud.mkt.paranabusiness.com.br/premiolideres.

Nextcomm apresenta atendente de IA por voz a cooperativas de crédito, agro e saúde no Encontro Estadual de Inovação 2026

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A convite da HOTMILK, empresa de Curitiba levou ao evento do Sistema Ocepar versões da solução para os segmentos que predominaram entre o público

A Nextcomm, empresa curitibana especialista em soluções para o relacionamento com o cliente, marcou presença no Encontro Estadual de Inovação 2026, evento realizado pelo Sistema Ocepar, no Aeroporto Internacional de Curitiba, em São José dos Pinhais. Convidada pela HOTMILK, ecossistema de inovação da PUCPR, a companhia manteve um estande no evento, onde apresentou seu atendente de inteligência artificial por voz em versões voltadas a cooperativas de crédito, do agronegócio e da saúde.

Com o tema “Conexões que impulsionam”, o encontro reuniu especialistas e representantes de cooperativas para discutir tendências de inovação, fontes de financiamento e formas de criar uma cultura organizacional que estimule novas ideias. A programação incluiu a apresentação do HUB de Inteligência Artificial, o lançamento do edital da segunda turma da residência em IA para cooperativas do Sistema Ocepar e a exposição de cinco projetos de destaque da primeira turma, que reuniu 38 cooperativas entre os meses de outubro de 2024 e 2026.

No estande da Nextcomm, o público conheceu o atendente que ouve, entende e responde chamadas telefônicas em tempo real. A versão para a área de saúde, já adotada pela Unimed Paraná e apresentada aos associados da cooperativa no SUESPAR 2026, o simpósio das Unimeds do Estado, em agosto, serviu de base para as demais: as soluções para crédito e agro são variações do mesmo modelo, ajustadas a cada segmento.

A solução integra telefonia, WhatsApp, site e aplicativo e pode ser personalizada para cada operação, com identidade própria e conexão aos sistemas e bancos de dados da organização. A ferramenta foi desenvolvida para operar de acordo com a LGPD e com as diretrizes da ISO/IEC 42001, norma internacional de gestão de sistemas de inteligência artificial, tema relevante para segmentos que lidam com dados sensíveis, como saúde e crédito.

Para Luiz Carlos Santin Junior, CEO e fundador da Nextcomm, o evento aproximou a empresa de organizações para as quais o atendimento é parte central da relação com o associado. “A voz continua sendo o canal mais direto para quem precisa de uma resposta. Levamos ao evento uma tecnologia que resolve o que é repetitivo e libera as equipes para os casos em que o olhar humano faz diferença”, afirma.

Santin destaca ainda que o encontro, com espaço de destaque para a inteligência artificial, permite trocar experiências diretamente com quem vive o dia a dia das cooperativas. “Ouvir de perto os desafios de cada segmento ajuda a evoluir a solução e a aplicar a inteligência artificial em problemas reais”, conclui.

A demonstração oferecida aos participantes do evento está disponível online e pode ser experimentada por qualquer pessoa no link: https://evento.nextcomm.com.br/credito

Helper Tecnologia leva Postos Eletrônicos de Segurança e Policiamento à COMAC-SC 2026

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Empresa paranaense apresentará os modelos Helper One e Helper Neo no maior congresso municipalista de Santa Catarina; evento está marcado entre os dias 3 e 5 de novembro, em Balneário Camboriú

O Congresso de Municípios, Associações e Consórcios de Santa Catarina (COMAC-SC 2026), que será realizado entre os dias 3 e 5 de novembro no Expocentro de Balneário Camboriú, contará com a participação da Helper Tecnologia, uma das mais importantes players do setor de segurança eletrônica do país. No estande da empresa, prefeitos, secretários e gestores municipais poderão conhecer de perto o Helper One, Posto Eletrônico de Segurança voltado ao policiamento e à vigilância em espaços urbanos, e o Helper Neo, focado na proteção da comunidade escolar. 

Os dois equipamentos oferecem comunicação direta com as autoridades e podem ser personalizados com a identidade visual das forças policiais locais. Hoje, a tecnologia da empresa paranaense marca presença em mais de 95 cidades de 19 estados brasileiros.

Promovida pela Federação de Consórcios, Associações e Municípios de Santa Catarina (FECAM), a COMAC-SC reúne gestores públicos de todo o estado. Neste ano, os eixos do congresso envolvem inovação e transformação digital na gestão pública, e a programação inclui as sessões “Turismo e Segurança Pública” (3/11) e “Cooperação Interinstitucional na Segurança Pública” (5/11), além de debates sobre educação municipal.

A participação ocorre em um momento em que a segurança ganha peso adicional nas gestões municipais. Segundo a Confederação Nacional de Municípios (CNM), os gastos das prefeituras com segurança pública cresceram 66% entre 2016 e 2025, de R$7,5 bilhões para R$12,4 bilhões, contra 12% da União e 25% dos estados. Em levantamento com 1.628 administrações municipais, a entidade apurou que 73% das guardas municipais pesquisadas exercem a segurança escolar, enquanto 74% dos gestores citam a falta de recursos como principal desafio. O efetivo das guardas civis municipais cresceu cerca de 13% entre 2023 e 2025, contra os 2,1% de aumento das polícias militares no mesmo período, segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

No ambiente escolar, a percepção é de insegurança. Pesquisa do Instituto Futuro é Infância Saudável (Infinis) com a Quaest, feita neste junho de 2026, em 128 municípios, mostrou que 73% dos brasileiros consideram as escolas pouco ou nada seguras para crianças e adolescentes.

A população também se mostra favorável ao uso de tecnologia na área. Na Pesquisa Nacional de Segurança e Tecnologia da Quaest em parceria com a Pax, empresa de inteligência artificial para segurança pública, realizada em setembro deste ano, 86% dos entrevistados disseram aprovar o uso de tecnologia e inteligência artificial no combate à violência.

Para Edison Endo, diretor comercial da Helper Tecnologia, a COMAC-SC é um espaço estratégico para a empresa. “Os municípios estão investindo mais em segurança e as guardas assumiram novas funções, inclusive nas escolas. A COMAC reúne em um só lugar quem decide sobre isso. Estar presente é a oportunidade de mostrar, na prática, como a tecnologia pode apoiar as guardas municipais e proteger a comunidade escolar”, conclui o diretor.

A Helper é detentora da patente dos postos eletrônicos inteligentes e é a única autorizada a explorá-la comercialmente. Na COMAC-SC, a empresa também estará disponível para conversar com gestores sobre como integrar os postos eletrônicos a outras soluções urbanas e de inteligência.

Fazenda Rio Grande ganha polo da Santa Cruz Centro Universitário

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Fazenda Rio Grande ganha polo da Santa Cruz Centro Universitário

Instituição com nota máxima no MEC inicia nova fase de expansão, lança frente de educação digital e amplia treinamentos personalizados às empresas

A Santa Cruz Centro Universitário inaugura, no dia 29 de outubro, às 9h, seu polo de Educação a Distância (EaD) em Fazenda Rio Grande, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC). A unidade traz para o município a chancela de nota 5 — pontuação máxima concedida pelo Ministério da Educação (MEC) — e ofertará dezenas de cursos de graduação e pós-graduação nas modalidades 100% digital e semipresencial por meio da Santa Cruz ON Educação Digital, nova frente de negócios da instituição.

Localizado na Rua Macedônia, 113, no bairro Nações — região de forte apelo comercial, em frente à Praça Brasil e próxima à Prefeitura e ao Fórum —, o espaço de 200 m² inicia o atendimento ao público na própria data de abertura. O local também funcionará como coworking para acadêmicos da instituição, além de sediar cursos livres e workshops abertos à comunidade.

Capacitação para o setor produtivo

Outro diferencial ofertado no município será a capacitação direcionada ao setor produtivo, com treinamentos imersivos nas áreas de inteligência artificial, inovação, gestão de pessoas e produtividade.

Essas formações já ocorrem no campus de Curitiba (no bairro Novo Mundo) e dentro das empresas por meio da Santa Cruz In Company, vertente estratégica dedicada ao desenvolvimento de programas sob medida, oficinas e mentorias especializadas.

“A chegada a Fazenda Rio Grande representa uma oportunidade de ampliar nossa conexão com o mercado e identificar novas possibilidades de atuação. Queremos estar próximos das organizações, compreender suas demandas e desenvolver soluções que integrem educação, capacitação profissional e negócios. Acreditamos que essa aproximação nos permite contribuir com o desenvolvimento da região e, ao mesmo tempo, impulsionar nosso crescimento”, afirma Amanda Brito, presidente da mantenedora da Santa Cruz Centro Universitário.

Segundo a Pesquisa de Escassez de Talentos 2026, realizada pelo ManpowerGroup, 80% dos empregadores brasileiros enfrentam dificuldades para contratar mão de obra qualificada a fim de manter a competitividade, expandir suas operações e se adaptar às transformações do mercado.

Os treinamentos corporativos são fundamentais para o fortalecimento dos negócios porque alinham o aperfeiçoamento das equipes diretamente aos objetivos estratégicos da organização. Diferentemente dos cursos tradicionais, esses programas são desenhados de forma personalizada para a realidade, a cultura e os desafios específicos de cada contratante.

Modelo inédito de expansão

Atento às demandas por formação profissional, ao avanço demográfico e ao dinamismo econômico de Fazenda Rio Grande, o centro universitário busca alcançar novos públicos na RMC e oferecer flexibilidade a quem concilia a rotina de trabalho com os estudos. Da mesma forma, pretende consolidar laços com lideranças empresariais e entidades regionais por meio do treinamento corporativo sob medida.

A nova unidade representa um marco decisivo na trajetória de mais de três décadas da instituição. Além de democratizar o acesso ao ensino superior de excelência, a estrutura servirá como projeto-piloto para um novo ciclo de crescimento nacional.

“Este é um momento marcante em nossa história. Ao investir em Fazenda Rio Grande, damos um passo estratégico para nos aproximar ainda mais dos alunos, em um ambiente que reflete nossa identidade e fortalece o vínculo direto com a comunidade acadêmica. Nosso compromisso é entregar um ensino de alto nível, fundamentado no acompanhamento, no acolhimento e no sentimento de pertencimento”, destaca o professor e reitor da instituição, Dennys Robson Girardi.

Aprendizado prático desde o início dos estudos

A Santa Cruz reúne acadêmicos em diferentes modalidades de ensino, espalhados por mais de 40 polos parceiros distribuídos pelas regiões Sul, Sudeste e Nordeste do país. Os cursos de graduação e pós-graduação são desenvolvidos para atender diretamente às exigências do mercado.

Para isso, os estudantes realizam atividades práticas desde o primeiro semestre. A imersão precoce permite conectar o conceito teórico à resolução de problemas reais, fortalecer o raciocínio crítico, a autonomia intelectual e a retenção de conhecimento. A experiência prática inicial também ajuda o acadêmico a confirmar sua vocação e a desenvolver competências essenciais, como liderança, comunicação, trabalho em equipe e resiliência diante de imprevistos.

Além disso, a vivência diária com simulações e tecnologias da área amplia a rede de contatos com professores, mentores e organizações parceiras, possibilitando a construção de um portfólio robusto de projetos antes mesmo da formatura.

Metas arrojadas de crescimento

O plano de expansão prevê a abertura anual de três a cinco unidades operadas de forma exclusiva, com a meta de alcançar todas as capitais brasileiras. No âmbito regional, o planejamento estratégico contempla a avaliação de até dez cidades metropolitanas – onde a Santa Cruz tem grande interesse de expansão nessas localidades – e a implantação de uma unidade na região central de Curitiba até 2027.

O polo de Fazenda Rio Grande servirá de referência para esse avanço, combinando a identidade da marca, a proposta pedagógica, o suporte próximo ao estudante e o aprimoramento técnico exigido pelas empresas locais e dos municípios vizinhos.

A Santa Cruz pretende crescer com inteligência de mercado, construir parcerias sólidas e criar soluções que gerem valor real para profissionais e companhias nas regiões onde atua.

Infraestrutura e horário de atendimento

A unidade de Fazenda Rio Grande oferecerá infraestrutura completa: laboratório de informática, ambientes para estudo individual e coletivo, sala de aula para encontros presenciais e equipe dedicada de suporte pedagógico. O espaço também estará disponível como coworking para os acadêmicos, além de promover cursos livres e oficinas para o público geral.

O horário de funcionamento do polo (Rua Macedônia, 113, bairro Nações) será de segunda a sexta-feira, das 9h às 21h; e aos sábados, conforme a programação acadêmica.

Sobre a Santa Cruz Centro Universitário

Com mais de 30 anos de experiência em educação e nota máxima no MEC, a Santa Cruz Centro Universitário é referência em ensino superior de qualidade, inovação acadêmica e conexão com a comunidade e o mercado de trabalho.

A instituição possui parcerias estratégicas globais com empresas gigantes da tecnologia como AWS, Oracle e Google, além de oferecer mais de 100 cursos de graduação e pós-graduação nas modalidades Presencial, 100% Digital (EaD, sob a marca On Educação Digital) e Semipresencial.

A Santa Cruz Centro Universitário também realiza diversos projetos de extensão comunitária — como o Quita Fácil e o Superendividados — que geram impacto social positivo na sociedade.

Crescimento do agro no interior amplia desafios para o transporte de trabalhadores

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Com 28,4 milhões de pessoas ocupadas em 2025, expansão do setor aumenta a necessidade de mobilidade em regiões com transporte limitado e grandes distâncias entre casa e trabalho

Com recorde de 28,4 milhões de pessoas ocupadas em 2025, o agronegócio brasileiro ampliou a geração de empregos, mas também trouxe à tona um desafio nas cidades do interior: o transporte de trabalhadores até fazendas, frigoríficos, agroindústrias e outras unidades distantes dos centros urbanos. Segundo dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o setor registrou 601,8 mil pessoas ocupadas a mais que no ano anterior.

Para Leandro Farias, CEO da Autonomoz, empresa especializada em mobilidade corporativa, o crescimento do agronegócio amplia os desafios no transporte de trabalhadores. “Muitas empresas estão em regiões afastadas, com pouca oferta de transporte público e motoristas de aplicativo. Em operações com diferentes turnos, planejar os deslocamentos é essencial para garantir a chegada e a saída das equipes nos horários necessários”, explica.

O desafio é maior em municípios onde as atividades produtivas estão distantes dos centros urbanos, exigindo que trabalhadores percorram longas distâncias ou se desloquem entre cidades, muitas vezes durante a madrugada, nos fins de semana e feriados, quando as opções de transporte são mais restritas. Além de afetar a rotina dos profissionais, essa dificuldade pode comprometer a pontualidade das equipes e a continuidade das operações, especialmente em empresas que funcionam por turnos, tornando a mobilidade parte importante do planejamento operacional.

Mobilidade corporativa como alternativa para o setor

Diante desse cenário, empresas especializadas em mobilidade corporativa passaram a desenvolver soluções para atender operações localizadas fora dos grandes centros urbanos. É o caso da Autonomoz, que utiliza uma plataforma própria para conectar motoristas parceiros a empresas que precisam transportar colaboradores em cidades menores, áreas rurais e regiões de difícil acesso, inclusive em trajetos intermunicipais.

O modelo permite organizar viagens de acordo com as necessidades de cada operação, considerando horários de trabalho, localização das unidades e frequência dos deslocamentos. A proposta é oferecer uma alternativa aos modelos tradicionais de transporte, como frotas próprias, veículos locados e contratos fixos de fretamento, especialmente em situações que exigem maior flexibilidade.

Para as indústrias e cooperativas agropecuárias, essa modalidade pode ajudar a organizar o transporte de funcionários até unidades de recebimento, armazenagem e processamento, considerando diferentes turnos e períodos de maior movimento, como as safras. A tecnologia também permite acompanhar as viagens, reunir informações sobre os trajetos e melhorar o controle dos custos de mobilidade.

Com atuação em mais de 175 cidades brasileiras e uma rede de mais de mil motoristas parceiros, a Autonomoz realiza mais de 20 mil viagens mensais. A empresa também dispõe de suporte operacional 24 horas e recursos de monitoramento e segurança, incluindo telemetria e videotelemetria em modalidades específicas de atendimento.

Além da disponibilidade de transporte, a mobilidade pode influenciar a capacidade das empresas de atrair e manter profissionais. Em regiões onde o acesso ao local de trabalho depende de veículo próprio ou de alternativas limitadas de deslocamento, oferecer transporte organizado pode ampliar as possibilidades de contratação e reduzir dificuldades enfrentadas pelos colaboradores.

Com a expansão do agronegócio e a geração de novas oportunidades de trabalho, a infraestrutura necessária para sustentar esse crescimento vai além das estradas utilizadas para o escoamento da produção. Garantir que os profissionais consigam chegar aos locais de trabalho também se torna parte dos desafios de desenvolvimento econômico das regiões onde o setor está presente.

Nesse contexto, soluções de mobilidade adaptadas à realidade do interior podem ajudar a aproximar trabalhadores das oportunidades de emprego e contribuir para a continuidade das atividades produtivas, especialmente em localidades onde a oferta convencional de transporte não acompanha as necessidades das empresas.