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Com mais de 17 bilhões de códigos de DNA mapeados, Natura Chronos Derma avalia como a pele da mulher brasileira muda ao longo da vida

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Com mais de 17 bilhões de códigos de DNA mapeados, Natura Chronos Derma avalia como a pele da mulher brasileira muda ao longo da vida

O estudo proprietário analisou mulheres dos 30 aos 80+ e mostra como a pele muda ao longo da vida, influenciando características como oleosidade, hidratação e equilíbrio da barreira cutânea

Skincare, prevenção e longevidade estão cada vez mais presentes na conversa sobre beleza. Para Natura Chronos Derma, entender a pele para além dos sinais visíveis é uma pesquisa que acontece há décadas. Desde sua criação, em 1986, Chronos acompanha as diferentes fases da vida a partir de um olhar que une ciência, tecnologia para a pele e as necessidades da brasileira, conhecimento que hoje orienta o desenvolvimento de soluções dermocosméticas da marca.

Um dos estudos mais recentes do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Natura¹ analisou a pele de 180 mulheres brasileiras dos 30 aos 80+ anos, divididas em cinco faixas etárias. A equipe analisou, por meio de técnicas avançadas, cerca de mil amostras para mapear duas estruturas fundamentais: a microbiota (que é o ecossistema de microrganismos benéficos) e os lipídios naturais que garantem a proteção da barreira da pele.

Os resultados identificaram características específicas em cada fase. Aos 30+, foi observado um perfil mais oleoso, com predominância de bactérias típicas. A partir dos 45 anos, a produção de lipídios naturais começa a cair, aumentando a tendência ao ressecamento. Já aos 60+, o microbioma apresenta uma mudança significativa, com aumento de sua diversidade.

Nas faixas de 70+ e 80+, a pesquisa encontrou novas características na microbiota e na composição lipídica. Aos 70+, houve redução importante de óleos protetores essenciais para a pele, enquanto o grupo 80+ apresentou uma diminuição do perfil de barreira e hidratação, o que deixa a pele desprotegida nesta faixa etária.

Os achados ampliam a compreensão da Natura sobre os mecanismos relacionados às diferentes necessidades da pele e fortalecem a base científica de Natura Chronos Derma. Esse conhecimento se conecta à Biociência Chronos, tecnologia exclusiva da marca que combina bioativos da biodiversidade brasileira a dermoativos reconhecidos pela dermatologia para desenvolver soluções de alta performance.

Compreender que a pele muda de comportamento com o passar do tempo permite criar produtos sob medida para controlar a oleosidade, hidratar, suavizar manchas e tratar os sinais do envelhecimento.

A pesquisa também testou a capacidade de regeneração na prática, ao avaliar como a pele respondia ao tratamento dermocosmético. Após 30 dias de uso de Natura Chronos Antissinais Noturno, os cientistas identificaram um aumento de microrganismos benéficos e um reequilíbrio nos lipídios protetores nas faixas etárias analisadas.

“Estudar a pele em nível molecular nos permite identificar particularidades que não são percebidas apenas pela avaliação dos sinais visíveis. Esses dados ampliam nossa capacidade de desenvolver tecnologias mais direcionadas e avançar na personalização do cuidado em diferentes fases da vida”, afirma Manuel Rios Krauss, Diretor Executivo de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Natura.

A dimensão da pesquisa impressiona: foram mapeados mais de 17 bilhões de códigos de DNA e realizadas 20 mil análises de compostos lipídicos da pele. Um marco científico que passa a integrar a base de inteligência da Natura e apoia novas frentes de pesquisa e desenvolvimento de Natura Chronos Derma, reforçando o compromisso da marca em unir ciência, tecnologia e biodiversidade brasileira para acompanhar as transformações da pele ao longo da vida.

Fontes

¹Os estudos proprietários foram conduzidos pelo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Natura, com apresentação e premiação nos seguintes congressos científicos:

  • Congresso Internacional IFSCC (2024): “Women over 80: longevity assessed from the perspective of the skin biophysics, metagenomics and lipidomics, before and after cosmetic intervention with Brazilian biodiversity ingredients”.
  • Congresso Nacional da Associação Brasileira de Cosmetologia (2025): “Senescência celular e saúde da pele: resultados clínicos de intervenção tópica em uma coorte diversificada” (Premiado como melhor trabalho na categoria Biodiversidade).

Sobre a Natura

Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira líder em beleza e cuidados pessoais na América Latina. É a companhia de melhor reputação do Brasil e a mais responsável em ESG pelo ranking Merco há 12 anos consecutivos. Há mais de 25 anos, por meio do relacionamento com comunidades extrativistas na Amazônia, a Natura é pioneira no uso cosmético de bioativos da sociobiodiversidade brasileira. Hoje, essa atuação gera benefícios para milhares de famílias e contribui para conservar 2,2 milhões de hectares de floresta. Os produtos da marca podem ser adquiridos através das 2,8 milhões de consultoras, via e-commerce, aplicativo, ou nas mais de mil lojas. Para mais informações, visite www.natura.com.br

Piemonte Store ganha novo endereço

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Piemonte Store ganha novo endereço

Central de vendas passa a funcionar na Rua Euclides da Cunha, 821, entre Batel e Bigorrilho, e receberá futuros lançamentos da incorporadora

A Piemonte Store, central de vendas e relacionamento da Piemonte Incorporadora, passa a funcionar em novo endereço a partir de terça-feira, 3 de novembro. Após três anos de operação no mesmo local, a iniciativa passa a atender na Rua Euclides da Cunha, 821, no encontro entre os bairros Batel e Bigorrilho, em Curitiba, onde atualmente funciona o plantão de vendas do Piemonte Dóra. O espaço será utilizado para apresentar os empreendimentos disponíveis e futuros lançamentos da incorporadora, mantendo a proposta de reunir diferentes opções em comercialização em um único ambiente.

Inaugurada em dezembro de 2023, a Piemonte Store se consolidou como um ponto de referência para clientes interessados em conhecer o portfólio da incorporadora, permitindo apresentar diferentes projetos e oportunidades de investimento. Agora, o atendimento passa a acontecer em uma estrutura projetada para oferecer uma experiência mais completa e personalizada aos visitantes.

“Hoje, o cliente não avalia apenas um imóvel, mas também a incorporadora que está por trás do projeto. Ele quer conhecer sua trajetória, entender seus diferenciais e perceber o que existe em comum entre os empreendimentos. Reunir nosso portfólio em um único endereço permite apresentar essa visão mais ampla, mostrando como nossos conceitos de arquitetura, qualidade e experiência de morar se refletem em diferentes lançamentos”, destaca Ricardo Kitamura, diretor geral da Piemonte Incorporadora.

O novo endereço conta com ambientes projetados pela arquiteta Eliza Schuchovski, da SCK Arquitetura, e recursos tecnológicos que permitem aos visitantes conhecer os projetos de forma mais detalhada. Entre os destaques está a maquete física do Piemonte Dóra integrada à tecnologia da Elephant Skin, que combina conteúdo digital, iluminação inteligente e movimentação das torres para proporcionar uma experiência imersiva.

O local também abriga o apartamento decorado do Piemonte Dóra, com 234 metros quadrados, quatro suítes e elevador privativo, que apresenta a proposta de arquitetura, conforto e hospitalidade do residencial. Além de conhecer o Piemonte Dóra, os visitantes poderão obter informações sobre os demais empreendimentos da Piemonte em comercialização, com atendimento da equipe especializada da incorporadora.

Crédito da foto: Bia Nauiack

Ambulatório dentro da empresa ganha papel estratégico na gestão da saúde dos trabalhadores

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Ambulatório dentro da empresa ganha papel estratégico na gestão da saúde dos trabalhadores

Modelo vai além da disponibilização de profissionais e inclui protocolos para acompanhar atendimentos, indicadores e a saúde dos colaboradores

Ter médico, enfermeiro ou técnico de enfermagem disponível dentro da empresa não significa, necessariamente, ter uma gestão de saúde estruturada. Para que o ambulatório corporativo cumpra um papel mais amplo, é preciso ir além da disponibilização de mão de obra e estabelecer protocolos que orientem desde os atendimentos cotidianos até o acompanhamento de indicadores de saúde dos trabalhadores.

Segundo o médico do trabalho e diretor da MAG Saúde, Vardiceu Genaro, a diferença está justamente em enxergar o ambulatório como parte de uma estratégia mais ampla de saúde. “Disponibilizar a mão de obra é uma parte importante do serviço, mas, sozinha, não representa uma gestão completa. Quando existem protocolos, processos definidos e acompanhamento das informações geradas no próprio ambulatório, conseguimos ter uma visão muito mais ampla da saúde daquela população”, explica.

A MAG Saúde, empresa paranaense com 30 anos de experiência em saúde e segurança do trabalho e presença em mais de 390 cidades brasileiras, atua na gestão de ambulatórios corporativos em todo o país. O trabalho combina equipes especializadas, processos estruturados e análise de informações para transformar os atendimentos realizados dentro das empresas em ações contínuas de cuidado e prevenção.

Do atendimento pontual à prevenção

Dor de cabeça, mal-estar, alteração de pressão, dores musculares ou pequenos acidentes podem parecer ocorrências isoladas quando analisados individualmente. Quando os atendimentos de um ambulatório são registrados e acompanhados de forma estruturada, porém, a repetição dessas situações pode revelar informações importantes sobre a saúde dos trabalhadores.

É aí que a gestão do ambulatório passa a ter também um papel preventivo. A análise dos atendimentos permite identificar recorrências, acompanhar determinados grupos e perceber mudanças no perfil de saúde da população da empresa. Essas informações podem orientar desde ações de promoção da saúde até medidas relacionadas às condições e à organização do trabalho. “Quando começamos a enxergar o conjunto, conseguimos perceber situações que dificilmente apareceriam olhando apenas para um atendimento. Se uma determinada queixa começa a se repetir, por exemplo, é importante entender o que está acontecendo. O ambulatório passa a funcionar também como um ponto de observação da saúde daquela população”, explica Genaro.

Esse acompanhamento também permite que a empresa trabalhe com prevenção antes que determinados problemas resultem em afastamentos ou agravamentos. Campanhas de saúde, orientações, encaminhamentos e ações específicas podem ser planejados a partir das necessidades identificadas entre os próprios colaboradores, em vez de seguirem apenas um calendário genérico.

Para Genaro, essa é uma das principais mudanças trazidas por uma gestão estruturada. “O objetivo não é esperar que o trabalhador adoeça para agir. O atendimento continua sendo fundamental, claro, mas as informações que chegam ao ambulatório também podem ajudar a antecipar necessidades e direcionar ações. Quando existe essa continuidade, o cuidado deixa de ser apenas reativo”, afirma.

O olhar mais amplo também ajuda a aproximar saúde ocupacional e saúde geral. Embora nem toda queixa apresentada pelo trabalhador tenha relação direta com sua atividade profissional, alterações percebidas durante os atendimentos podem indicar a necessidade de acompanhamento médico ou de outros cuidados. “Dentro da empresa, muitas vezes temos a oportunidade de perceber sinais que o próprio trabalhador ainda não valorizou. O papel do ambulatório não é substituir o acompanhamento médico individual, mas pode contribuir para orientar esse colaborador e estimular que ele procure o cuidado adequado quando necessário”, completa Genaro.

Para as empresas, a estruturação dos protocolos também permite acompanhar indicadores ao longo do tempo e entender quais questões de saúde aparecem com maior frequência entre os trabalhadores. Mais do que manter uma equipe disponível para atender intercorrências, a proposta é transformar o ambulatório em uma fonte de informação para ações contínuas de saúde e prevenção.

O barato que sai caro: cinco custos da falta de qualidade que as empresas não enxergam

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O barato que sai caro: cinco custos da falta de qualidade que as empresas não enxergam

Retrabalho, desperdício e perda de produtividade são parte de uma conta que pode chegar também aos clientes, à reputação e à competitividade das empresas

Um produto que precisa ser refeito, uma matéria-prima descartada ou uma devolução são custos fáceis de identificar. Mas quanto custa parar um processo para corrigir uma falha? Quantas horas são consumidas investigando um problema? E qual é o valor de um cliente que, depois de uma experiência ruim, deixa de comprar? E quantos destes nunca mais retornam e viram detratores do produto e até da marca?

Essas despesas fazem parte do chamado custo da não qualidade e uma parcela importante delas pode permanecer invisível para as empresas. Estudo publicado em 2026 no International Journal of Quality & Reliability Management, realizado com 175 profissionais de organizações de diferentes países, mostrou que muitas empresas ainda encontram dificuldades para mensurar esses custos em relação ao faturamento.

Para a engenheira e executiva Viviani Meneghin Magalhães, que acumula mais de 25 anos de experiência nas áreas de Qualidade, Excelência Operacional e Gestão, o fenômeno pode ser comparado a um iceberg: aquilo que aparece nas planilhas representa apenas uma parte do impacto. “Quando pensamos em falta de qualidade, normalmente lembramos do produto com defeito, do material descartado ou daquilo que precisou ser refeito. Mas existem consequências menos óbvias: tempo das equipes, perda de produtividade, atrasos, reclamações, desgaste da marca e até clientes que simplesmente não voltam. Muitas vezes, é abaixo da superfície que está a maior parte do problema”, explica.

A especialista em qualidade aponta cinco custos que costumam ficar escondidos nessa conta

  1. Retrabalho

Fazer novamente algo que deveria ter sido executado corretamente na primeira vez consome horas de trabalho, equipamentos, energia e outros recursos. “É relativamente simples calcular quanto material foi perdido. Mais difícil é perceber que profissionais de diferentes áreas podem ter dedicado horas àquele problema, deixando de trabalhar em atividades que agregariam valor ao negócio”, afirma.

  1. Desperdício

Matéria-prima descartada e ou reprocessada é apenas uma das formas de desperdício. Consumo desnecessário de recursos, processos mal dimensionados, estoques adicionais e produtos fora de especificação também entram nessa conta. Pequenas ineficiências repetidas diariamente podem acabar incorporadas à rotina e deixar de ser percebidas como problema.

  1. Perda de produtividade

Uma falha pode exigir novas conferências, interromper etapas e mobilizar diferentes áreas para descobrir a causa e corrigir o problema. Estudo publicado no Journal of Operations Management, ao analisar fábricas de bens de consumo duráveis, mostrou que os ganhos indiretos de produtividade proporcionados pela melhoria da qualidade chegaram a ser de duas a três vezes maiores do que os benefícios diretos com redução de sucata, retrabalho e estoques. “Uma equipe pode estar extremamente ocupada e isso não significa necessariamente que esteja sendo produtiva. Se parte importante do tempo é usada para corrigir problemas, estamos consumindo capacidade sem gerar novo valor”, destaca Viviani.

  1. Desgaste com clientes

Quando a falha chega ao consumidor, entram na conta reclamações, trocas, devoluções, logística e atendimentos adicionais. Mas há um impacto mais difícil de medir: a perda de confiança. Um cliente insatisfeito pode reclamar e permitir que a empresa corrija o problema, mas também pode simplesmente procurar um concorrente, levando consigo compras futuras e possíveis recomendações.

  1. Perda de mercado

Quando as falhas deixam de ser episódios isolados, podem afetar a percepção sobre a empresa. Problemas recorrentes comprometem a reputação, dificultam novos negócios e abrem espaço para concorrentes.

Para Viviani, é justamente por isso que qualidade não deve ser vista apenas como controle ou inspeção. “Existe uma diferença importante entre gastar para corrigir problemas e investir para evitar que eles aconteçam. Quando a qualidade faz parte da gestão inerente aos processos, ela se torna uma ferramenta de produtividade, competitividade e proteção do resultado do negócio”, conclui.

Currículo bom, entrevista ruim: cinco erros que podem tirar profissionais experientes de uma seleção

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Currículo bom, entrevista ruim: cinco erros que podem tirar profissionais experientes de uma seleção

Headhunter aponta comportamentos que comprometem profissionais mesmo quando experiência e formação atendem aos requisitos de uma posição em aberto

Um currículo consistente, anos de experiência e boa formação podem abrir a porta para uma entrevista, mas não garantem a continuidade em um processo seletivo. Para profissionais mais experientes, alguns comportamentos durante a conversa com o recrutador podem pesar tanto quanto as competências técnicas apresentadas no currículo.

Segundo Diego Godoy, headhunter e sócio da MUUDA.work, é relativamente comum encontrar candidatos com trajetórias profissionais muito aderentes à posição, mas que têm dificuldade de demonstrar essa compatibilidade durante a entrevista. “O currículo mostra onde a pessoa trabalhou e parte do que ela construiu. A entrevista mostra como ela pensa, se comunica, se relaciona e enxerga a própria trajetória. Às vezes, encontramos um candidato excelente no papel, mas que não consegue sustentar essa percepção quando começa a conversa. A impressão é que ele se conhece pouco.”, explica.

Para Godoy, cinco comportamentos merecem atenção, especialmente entre profissionais que já acumulam muitos anos de carreira.

  1. “Responder demais” e não responder à pergunta

Experiência traz repertório, mas também pode levar a respostas longas demais. O profissional começa contando o contexto, passa por diferentes situações e, depois de vários minutos, ainda não respondeu objetivamente ao que foi perguntado.

“Não se trata de responder tudo em duas frases, mas de ter capacidade de entender a pergunta, o objetivo dela e fazer uma síntese na resposta. Quanto mais sênior a posição, mais esperamos que o profissional consiga organizar um raciocínio complexo e comunicar o que realmente importa, pois gerentes, diretores e C-Level são avaliados principalmente pela forma de pensar e não pelo repertório técnico somente”, afirma.

  1. Falar apenas em responsabilidades e não em resultados

Dizer que liderava uma equipe, respondia por determinada área ou participava de decisões estratégicas descreve a função, mas não necessariamente revela a contribuição daquele profissional. Para o headhunter, candidatos experientes precisam conseguir mostrar o impacto do próprio trabalho.

“Existe uma diferença grande entre dizer ‘eu era responsável pela área comercial’ e explicar quais desafios encontrou, o que fez e quais resultados conseguiu gerar. O cargo está no currículo. Na entrevista, queremos entender o que aquela pessoa fez com a responsabilidade que recebeu”, explica Godoy.

  1. Falar mal da empresa ou do antigo gestor

Mesmo quando a saída aconteceu em circunstâncias difíceis, transformar a entrevista em um espaço para reclamações pode prejudicar a percepção sobre o candidato.

Isso não significa esconder conflitos ou experiências negativas. O diferencial está na forma de apresentá-los. “É perfeitamente possível explicar que houve uma divergência, uma mudança de estratégia, um problema moral, ético, ou uma relação difícil. O que observamos é como o profissional fala sobre isso. A maturidade também aparece na capacidade de contar uma situação negativa sem transformar a entrevista em uma espécie de acerto de contas”, afirma.

  1. Demonstrar que sabe muito sobre o passado, mas pouco sobre a vaga

Outra situação recorrente é o profissional se preparar para contar a própria história, mas chegar à entrevista sem conhecer suficientemente a empresa, o negócio ou os desafios da posição.
“Experiência não substitui preparação. Quando um executivo demonstra curiosidade, estudou a empresa e faz boas perguntas, a conversa muda de nível. Ele deixa de apenas apresentar o que já fez e começa a construir uma conexão entre sua experiência e aquilo que a organização precisa”, diz Godoy.

  1. Tentar demonstrar que “sabe tudo”

Em posições mais seniores, segurança é importante, mas ela não deve ser confundida com a necessidade de ter resposta para qualquer assunto. Para Godoy, reconhecer limites, fazer perguntas e demonstrar disposição para aprender também são sinais importantes de maturidade profissional.

“Quanto mais experiente alguém se torna, maior pode ser a tentação de provar que já viu de tudo. Só que o mercado muda, as empresas são diferentes e ninguém chega sabendo todas as respostas. Um profissional seguro também consegue dizer ‘não sei’, perguntar e ouvir”, afirma.

Para o headhunter, a preparação para uma entrevista deve ir além de ensaiar respostas para perguntas tradicionais. É importante revisar a própria trajetória, selecionar situações concretas que demonstrem resultados e estar preparado para explicar decisões, dificuldades, aprendizados e mudanças de carreira.

“A entrevista não deveria ser uma tentativa de parecer perfeito. Ela é uma oportunidade para mostrar como aquele profissional pensa e age diante de situações reais. Um currículo pode colocar o candidato no processo seletivo, mas é a qualidade da conversa que ajuda a mostrar se existe compatibilidade entre aquela pessoa, a posição e a empresa”, completa Diego Godoy.

A MUUDA.work atua nas áreas de recrutamento e seleção e mentoring profissional, atendendo empresas e executivos em processos de contratação, desenvolvimento e transição de carreira.

Casal precisa dormir no mesmo tipo de colchão? Entenda como conciliar diferentes necessidades

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Casal precisa dormir no mesmo tipo de colchão? Entenda como conciliar diferentes necessidades

Peso, altura, posição de dormir e preferência por superfícies mais firmes ou macias podem fazer com que duas pessoas tenham percepções diferentes de conforto

Dividir a cama não significa necessariamente ter as mesmas necessidades na hora de dormir. Enquanto uma pessoa prefere uma superfície mais firme, a outra pode se sentir melhor em um colchão mais macio. Diferenças de peso, altura, biotipo, posição adotada durante o sono e até percepção individual de conforto fazem com que o mesmo colchão possa proporcionar sensações bastante distintas para duas pessoas.

Segundo Jarbas Carneiro, diretor da Carneiro Colchões Artesanais, esse é um dos principais pontos que devem ser considerados por casais na escolha de um colchão. “É muito comum o casal chegar à loja procurando um colchão e descobrir que cada um tem uma percepção completamente diferente. Um deita e acha confortável, enquanto o outro considera firme ou macio demais. Isso acontece porque conforto é muito individual e o colchão reage de maneira diferente de acordo com o peso e o corpo de quem está sobre ele”, explica.

Uma pessoa mais pesada, por exemplo, exerce maior pressão sobre a superfície e tende a afundar mais nas camadas de conforto. Já alguém mais leve pode ter uma percepção diferente no mesmo produto. A posição em que cada um costuma dormir também interfere: quem dorme de lado distribui o peso de maneira diferente de quem passa a maior parte da noite de costas ou de bruços.

Por isso, um dos erros mais comuns é escolher o colchão considerando apenas a preferência de um dos parceiros. Para Carneiro, sempre que possível, os dois devem experimentar o produto antes da compra. “Não basta um escolher e o outro apenas concordar. O ideal é que os dois deitem, permaneçam alguns minutos no colchão e percebam como o corpo se acomoda. A escolha precisa funcionar para quem vai dividir aquela cama todas as noites”, afirma.

Outro ponto importante é não confundir firmeza com sustentação. Um colchão não precisa ser extremamente rígido para sustentar adequadamente o corpo, assim como uma superfície mais macia não significa necessariamente falta de suporte. A estrutura interna e as diferentes camadas que compõem o produto têm funções distintas.

“É possível ter uma sensação de acolhimento na superfície e, ao mesmo tempo, uma estrutura interna que ofereça sustentação. Quando entendemos essa diferença, fica mais fácil encontrar um meio-termo para casais que têm preferências distintas”, explica Jarbas.

A independência de movimentos também pode fazer diferença para quem divide a cama. Sistemas com molas ensacadas individualmente permitem que cada mola responda de maneira mais independente à pressão exercida sobre ela, reduzindo a transferência de movimento de um lado para o outro. Na prática, quando uma pessoa se mexe ou levanta durante a noite, a movimentação tende a ser menos percebida pelo parceiro.

Na Carneiro Colchões Artesanais, alguns modelos utilizam 255 molas ensacadas por metro quadrado. “Quanto melhor o colchão consegue responder individualmente aos diferentes pontos de pressão, mais fácil é acomodar dois corpos com características distintas. Para o casal, isso também ajuda a evitar aquela sensação de que todo o colchão se movimenta quando apenas uma pessoa muda de posição”, explica.

Quando as diferenças de preferência são muito grandes, a escolha pode exigir uma análise ainda mais individualizada. Mais do que procurar simplesmente um colchão “duro” ou “macio”, a recomendação é considerar o conjunto formado pela estrutura interna, camadas de conforto e características físicas de quem vai utilizá-lo.

“O melhor colchão para um casal não é necessariamente aquele que agrada totalmente a uma pessoa ou à outra no primeiro contato. É aquele que consegue oferecer sustentação adequada e conforto para os dois. Por isso, experimentar juntos e conversar sobre o que cada um sente é parte importante da escolha”, completa Carneiro.

Natura Mamãe e Bebê amplia volumetria de produtos e traz opções de 400 ml para a rotina de cuidados das famílias

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Natura Mamãe e Bebê amplia volumetria de produtos e traz opções de 400 ml para a rotina de cuidados das famílias

Novas embalagens chegam ao portfólio, acompanhando necessidades das famílias que buscam soluções práticas e maior rendimento

Em um cenário em que os consumidores estão cada vez mais atentos ao custo-benefício de suas escolhas, a Natura, marca líder de beleza e cuidados pessoais na América Latina¹, amplia as volumetrias dos clássicos da linha Mamãe e Bebê, que passa a contar também com opções em 400 ml. A novidade visa gerar impacto sustentável, reduzindo o descarte ao promover o uso prolongado com embalagens otimizadas, melhor custo-benefício: mais produto, menor custo por ml. As novas versões chegam para o Shampoo Clássico, o Sabonete Líquido em Gel Clássico e o Hidratante Corporal Clássico, mantendo em linha as tradicionais embalagens de 200 ml.

“A nova volumetria nasce a partir de um olhar atento para as necessidades reais das famílias e para a forma como elas estão fazendo suas escolhas de consumo. Ao trazer versões maiores, queremos oferecer mais praticidade para o dia a dia, sem abrir mão da experiência de cuidado que faz parte do universo de Mamãe e Bebê”, afirma Ana Mazzilli, Gerente Sênior de Cuidados Pessoais e Beleza no Marketing Brasil.

Além de atender à busca por formatos maiores, a novidade fortalece a presença de Mamãe e Bebê na categoria de cuidados pessoais, ampliando a atuação da marca para produtos de uso recorrente, como cuidados com o corpo, cabelos e higiene do bebê.

De acordo com o mercado de cosméticos infantis e cuidados com recém-nascidos, as embalagens econômicas já fazem parte das escolhas do consumidor, representando de 30% a 50% do mix do mercado. Em um cenário de maior racionalização de compra, as versões maiores consolidaram-se como símbolo de inteligência de compra e custo-benefício. Nesse contexto, a ampliação para 400 ml busca unir benefício racional e emocional: mais produto para acompanhar a rotina de cuidados, mantendo a suavidade e o universo de cuidado, segurança, vínculo e naturalidade característicos de Mamãe e Bebê.

Conheça os lançamentos

Shampoo Mamãe e Bebê Clássico 400 ml – R$ 65,90
Com uma fórmula suave e delicada, o shampoo Natura Mamãe e Bebê foi pensado para a segurança dos seus filhos desde os primeiros dias de vida. Todos os produtos para o bebê são hipoalergênicos e foram formulados de maneira a minimizar possível surgimento de alergia.

Sabonete Líquido da Cabeça aos Pés Mamãe e Bebê 400 ml – R$ 69,90
Limpeza suave e delicada desde o primeiro banho: Natura Mamãe e Bebê Sabonete Líquido da Cabeça aos Pés foi desenvolvido especialmente para cuidar da pele delicada do bebê e da mamãe com carinho e cuidado. Sua fórmula suave, livre de parabenos e corantes, limpa delicadamente a pele, removendo as impurezas sem ressecá-la. Com fragrância suave e fórmula hipoalergênica, ele é ideal para o banho e para a pele sensível do bebê. Todos os produtos para o bebê são hipoalergênicos e foram formulados de maneira a minimizar possível surgimento de alergia.

Hidratante Corporal Mamãe e Bebê Clássico 400 ml – R$ 84,90
Cuidado e carinho desde o primeiro dia de vida: o Hidratante Mamãe e Bebê é especialmente formulado para hidratar e proteger a pele delicada do bebê. Com ingredientes suaves e seguros, sua textura leve e de rápida absorção proporciona maciez e conforto. Todos os produtos para o bebê são hipoalergênicos e foram formulados de maneira a minimizar possível surgimento de alergia.

¹Fonte: Euromonitor International Limited; Beleza e Cuidados Pessoais edição 2025, vendas em valor de marca combinada (RSP), dados de 2024.

Sobre a Natura

Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira líder em beleza e cuidados pessoais na América Latina. Por 11 anos consecutivos é a companhia de melhor reputação do Brasil e mais responsável em ESG pelo ranking Merco. Há mais de 25 anos, por meio do relacionamento com comunidades extrativistas na Amazônia, a Natura foi pioneira no uso cosmético de bioativos da sociobiodiversidade brasileira. Hoje, essa atuação gera benefícios para milhares de famílias e contribui para conservar 2,2 milhões de hectares de floresta. A Natura foi a primeira companhia de capital aberto a receber, em 2014, a certificação de Empresa B pelo B Lab, organização que reconhece globalmente negócios que combinam a geração de lucro ao impacto socioambiental positivo. Com operações em 14 países na América Latina, os produtos da marca podem ser adquiridos através das mais de 3 milhões de consultoras na região, via e-commerce, aplicativo Natura, ou nas mais de mil lojas. Para mais informações, visite www.natura.com.br

Simmetria Ambienti e Caçamba do Bem promovem ação com peças de design assinado a preços especiais

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Simmetria Ambienti e Caçamba do Bem promovem ação com peças de design assinado a preços especiais

Ação nos dias 5 e 6 de novembro, em Curitiba, reúne peças selecionadas do acervo da loja antes de uma reforma e amplia o acesso a mobiliário de alto padrão

Ter em casa uma peça de design assinado pode permanecer por anos na lista de desejos. Nos dias 5 e 6 de novembro, uma parceria entre a Simmetria Ambienti e o Caçamba do Bem cria uma oportunidade diferente para quem acompanha esse universo e para quem ainda não teve contato com a marca. Antes de iniciar a reforma na loja, do Batel, a Simmetria colocará parte de seu acervo à venda em condições especiais, com a curadoria do Caçamba.

A ação reúne mobiliário e objetos de decoração de alto padrão selecionados para o bazar presencial. Além dos preços reduzidos, há um componente que já se tornou característico das collabs realizadas pelo Caçamba do Bem: encontrar, entre peças que deixam determinado espaço ou coleção, aquelas que têm qualidade e potencial para ganhar um novo destino.

Para Marília Bender, fundadora do Caçamba do Bem, a parceria com uma marca como a Simmetria também ajuda a ampliar o alcance desse mercado. “Uma peça não perde seu valor simplesmente porque deixou de fazer sentido em determinado espaço. Acreditamos que o bom design foi pensado para durar e que encontrar novos destinos para aquilo que já existe também é uma forma inteligente de solucionar problemas”, afirma.

Uma oportunidade para chegar ao design assinado

Conhecida pelo mobiliário de design autoral, a Simmetria Ambienti poderia simplesmente retirar parte do acervo para dar início à nova fase da loja. A escolha, porém, foi colocá-lo novamente em circulação.

É justamente aí que a parceria com o Caçamba ganha relevância. Para quem já conhece e acompanha a Simmetria, o bazar abre a possibilidade de encontrar uma peça desejada por um valor diferente do praticado originalmente. Para quem ainda não conhece a loja, pode ser o primeiro contato com esse universo.

Entre as peças selecionadas para a ação estão criações assinadas por nomes como Estúdio Nada Se Leva, Lattoog e Paulo Alves, referências do design autoral brasileiro. A presença desses designers reforça um dos princípios que orientam o trabalho do Caçamba do Bem: mobiliário de qualidade não perde seu valor porque uma loja passa por uma reforma, muda sua coleção ou reorganiza seus ambientes. Ao voltar à circulação, essas peças encontram novos espaços e, ao mesmo tempo, tornam o design assinado acessível a um público que muitas vezes acompanha e deseja esse mobiliário há tempos.

As condições especiais ajudam a dimensionar as oportunidades desse bazar, que une preços diferenciados e design de alto padrão: uma mesa de centro que originalmente custava R$ 17.949,15 estará por R$ 4.290, enquanto um aparador passa de R$ 14.926 para R$ 3.575. Entre as poltronas selecionadas, há peças que saem de R$ 12.656 por R$ 2.860 e de R$ 21.371 por R$ 2.145. A seleção inclui ainda cadeiras a partir de R$ 715, mesas laterais a partir de R$ 858 e mesa de cabeceira, originalmente comercializada por R$ 8.919, por R$ 1.144. Os valores são válidos para as peças disponíveis durante a ação.

Nesse caso, a curadoria funciona como um elo entre os dois públicos. De um lado, uma loja reconhecida por trabalhar com peças de primeira categoria. De outro, consumidores que acompanham as ações do Caçamba justamente porque sabem que suas parcerias podem abrir acesso a marcas, produtos e objetos que muitas vezes estavam apenas na lista de desejos.

A reforma da Simmetria, portanto, torna-se o ponto de partida para uma ação que une oportunidade de compra e circulação de peças que ainda têm muito tempo de uso pela frente.

“Tem muita gente que acompanha e espera pelas nossas ações justamente porque sabe que podemos chegar a marcas e peças que sempre desejou, mas que nem sempre estavam ao seu alcance. Quando conseguimos unir esse sonho a uma oportunidade real de compra, sem perder a qualidade e o valor daquele produto, a parceria faz ainda mais sentido. E a Simmetria entendeu muito bem essa proposta”, finaliza Marília.

Serviço:

Simmetria Ambienti + Caçamba do Bem

Data: 5 e 6 de novembro

Horário: das 10h às 17h

Local: Simmetria Ambienti

Endereço: Alameda Dr. Carlos de Carvalho, 1707, Batel, Curitiba (PR)

Formato: bazar presencial com peças selecionadas de mobiliário e decoração de alto padrão

Mais informações: perfis da Caçamba do Bem e da Simmetria Ambienti nas redes sociais

Sobre o projeto

Criado em 2018, o Caçamba do Bem nasceu para transformar descarte em oportunidade. A iniciativa dá uma nova destinação a materiais da construção civil que, embora em boas condições, seriam descartados, promovendo sua venda a preços acessíveis ou a doação para instituições e projetos sociais.

Ao longo dos anos, o projeto ampliou sua atuação e se consolidou como uma plataforma de economia circular, conectando pessoas, empresas e organizações em torno de um mesmo propósito: reduzir desperdícios, prolongar o ciclo de vida dos materiais e incentivar um consumo mais consciente. Além da construção civil, o Caçamba do Bem passou a realizar bazares temáticos e ações em parceria com marcas e empresas, ampliando o conceito de reaproveitamento para diferentes segmentos e aproximando cada vez mais oportunidades de quem sabe garimpar boas peças.

Mais do que conectar quem busca boas oportunidades de compra ao público que deseja desapegar, o Caçamba do Bem também atua como uma ponte entre empresas e pessoas que querem doar e instituições que realmente precisam desses materiais. Atualmente, o projeto mantém uma rede com mais de 25 instituições sociais cadastradas, entre elas Instituto Incanto, EquoSorriso, Espaço Dipsi, Instituto Emerson Silva e Instituto Fica Comigo, que recebem doações destinadas a ampliar seus atendimentos e fortalecer suas atividades.

“Todos os dias vemos materiais de qualidade sendo descartados enquanto muitas pessoas e instituições precisam exatamente desses itens. O Caçamba do Bem nasceu para conectar essas duas realidades. Hoje, além de promover a economia circular, percebemos que também ajudamos a criar uma nova cultura de consumo, mostrando que reutilizar, reaproveitar e dar um novo destino aos materiais é uma escolha inteligente, sustentável e que gera impacto social”, afirma Marília Bender Almeida Meister, designer e fundadora do projeto.

Vestibular da UFPR terá aulão gratuito de revisão neste sábado

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Transmissão online será das 9h às 13h, com resolução de exercícios, dicas para a prova e espaço para esclarecer dúvidas ao vivo

O Curso Positivo promove neste sábado (31) um aulão gratuito de véspera para os candidatos ao vestibular da Universidade Federal do Paraná (UFPR). A atividade será on-line, das 9h às 13h, e tem como objetivo auxiliar os estudantes a revisar conteúdos importantes e se preparar para a prova.

Durante a transmissão, os professores do Curso Positivo vão revisar conteúdos essenciais, resolver exercícios ao vivo e compartilhar dicas estratégicas e orientações para o vestibular. Os participantes também poderão interagir pelo chat, que ficará aberto para o envio de perguntas e esclarecimento de dúvidas ao longo do aulão. Para participar, é necessário fazer inscrição prévia neste link.

O Vestibular 2027 da UFPR será realizado neste domingo (1º de novembro), com uma mudança importante em relação às edições anteriores: o processo seletivo passa a ser realizado em fase única. A prova terá 80 questões objetivas e duas questões discursivas de compreensão e produção de textos. A universidade oferece 4.603 vagas em 130 cursos de graduação, distribuídos em seis municípios do Paraná.

SERVIÇO

O quê: Aulão de véspera do Curso Positivo para o vestibular da UFPR
Quando: sábado, 31 de outubro, das 9h às 13h
Onde: online
Quanto: gratuito
Inscrições: materiais.cursopositivo.com.br/aulaodevesperaufpr2026

“Se tem mama, tem conversa”: Avon incentiva a detecção precoce do câncer

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“Se tem mama, tem conversa”: Avon incentiva a detecção precoce do câncer

A ação, em conjunto com o Instituto Natura e o Movimento pelo Cuidado das Mamas, promove o diálogo sobre o autocuidado e a atenção à saúde feminina

Neste Outubro Rosa, a Avon apresenta sua nova marca social, a Avon Por Elas, e lança a campanha “Se tem mama, tem conversa”. Criada pela VML Brasil em parceria com o Instituto Natura e apoiada pelo Movimento pelo Cuidado das Mamas, a iniciativa tem como objetivo incentivar a conversa sobre o cuidado com a saúde das mamas e o acesso ao diagnóstico precoce do câncer.

A campanha parte de um dado: segundo o Panorama do Câncer de Mama, estudo da marca e do Instituto junto a parceiros, a cobertura mamográfica no Brasil em 2025, considerando apenas as mulheres na faixa etária alvo para o rastreio do câncer de mama, ficou em 22,1%, enquanto a cobertura mínima recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é de 70%. Além disso, o Índice de Conscientização sobre Saúde das Mamas mostra que, apesar do aumento das buscas por informação sobre o tema, muitas mulheres ainda desconhecem seus direitos e o acesso ao exame pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O medo do exame e do resultado e a falta de conversa sobre o assunto ainda levam muitas delas a adiar o cuidado.

A resposta da Avon e do Instituto Natura é um convite à conversa: se o medo passa de mulher para mulher, a confiança também pode passar. A campanha mostra que um lembrete, um acompanhamento, uma troca ou um convite podem ser o primeiro passo para que mães, avós, filhas, amigas e colegas cuidem da saúde das mamas.

A iniciativa chega às mulheres por várias frentes. Nas redes sociais, os conteúdos combinam informação sobre direitos, mensagens para compartilhar e relatos reais de criadores de conteúdo, que contam suas próprias experiências com os exames para estimular a conversa. A ação ganha ainda mais força com a rede de Consultoras Avon, que atuam como influenciadoras divulgando a campanha no WhatsApp e direcionando as pessoas para o site informativo do Instituto Natura.

“Quando o assunto é cuidado, nenhuma mulher deveria se sentir sozinha. Neste Outubro Rosa, usamos a força dessa conexão entre mulheres para transformar a conversa em cuidado. Uma pergunta, um lembrete ou um convite entre amigas, mães e filhas pode ser o primeiro passo para o diagnóstico precoce”, afirma Stella Pirani, CSO (Chief Strategy Officer) da VML Brasil.

“A conscientização, em paralelo a políticas públicas eficientes, é fundamental para que as mulheres consigam acessar seus direitos garantidos por Lei, como o prazo máximo de 30 dias para a realização da mamografia após a suspeita do câncer e de 60 dias a partir do diagnóstico para início do tratamento. O tempo é um fator fundamental para um bom prognóstico do câncer de mama, já que a sua chance de cura é de 95% quando diagnosticado no início”, afirma Maria Slemenson, superintendente do Instituto Natura Brasil.

Sobre Avon

Fundada em 1886 com o propósito pioneiro de promover a autoestima e a emancipação feminina, a Avon consolidou-se como uma das maiores referências globais em beleza. Parte do grupo Natura desde 2020, a marca opera sob o modelo de Femtech desde 2026— uma ‘startup do feminino’ que funde seu legado de mais de mil patentes a uma estrutura ágil e cultura digital-first. Com gestão majoritariamente feminina e estratégia unificada do México à Argentina, a Avon foca na geração de valor e na democratização de tecnologias de alta performance, como o exclusivo Protinol e o Retinol. Sua operação omnicanal integra o social selling de 1,5 milhão de Consultoras de Beleza a uma rede de e-commerce e mais de 1.200 pontos de venda em varejistas multimarcas.

Sobre o Instituto Natura

Fundado em 2010 no Brasil, o Instituto Natura é uma organização sem fins lucrativos que atua pela transformação sistêmica da realidade social na América Latina. Viabilizado pela venda de produtos sociais como o Natura Crer Para Ver e as Ofertas do Bem Avon e presente na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru, organiza sua atuação em três causas estratégicas: Educação, com foco na alfabetização na idade certa, no fomento ao Ensino Médio e no fortalecimento de todo o ecossistema necessário para uma escola de qualidade; Desenvolvimento Integral das Consultoras de Beleza Natura e Avon, com ações multissetoriais voltadas para este grupo, agente de transformação em suas comunidades; e, desde 2024, Direitos e Saúde das Mulheres, agenda que é realizada em parceria com a Avon e foi incorporada a partir da integração com o Instituto Avon, que atuava há mais de 20 anos com iniciativas pelo cuidado com a saúde das mamas e fim da violência contra as mulheres. Em articulação com governos, sociedade civil e setor privado, o Instituto Natura apoia a formulação e implementação de políticas públicas de impacto sistêmico e duradouro e promove ações e campanhas de conscientização dentro da causa das mulheres, sempre apoiada pela Avon.