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5 erros jurídicos que pequenas empresas cometem sem perceber, e que podem gerar grandes prejuízos

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5 erros jurídicos que pequenas empresas cometem sem perceber, e que podem gerar grandes prejuízos

Especialista alerta para falhas comuns em contratos, uso de imagem e gestão financeira que aumentam riscos trabalhistas, tributários e judiciais

Muitas pequenas empresas operam diariamente expostas a riscos jurídicos sem perceber. Em meio à correria da operação, práticas consideradas “comuns” acabam sendo adotadas sem orientação adequada e podem gerar prejuízos financeiros, ações judiciais e problemas tributários no futuro.

Segundo a advogada Maria Eduarda Piccoli, da Assis Gonçalves, Nied e Follador – Advogados, boa parte dos problemas enfrentados por pequenas empresas não surge de grandes fraudes ou disputas complexas, mas de erros simples e recorrentes na rotina empresarial. “Muitos empresários acreditam que questões jurídicas só se tornam importantes quando surge um processo. Mas, na prática, pequenas falhas do dia a dia podem gerar impactos relevantes no crescimento e até na sobrevivência do negócio”, afirma.

A especialista destaca cinco erros bastante comuns entre pequenas e médias empresas

  1. Contratos sem assinatura digital adequada
    Com o aumento das negociações online, muitas empresas passaram a formalizar contratos por aplicativos de mensagem ou assinaturas sem validação adequada. Segundo Maria Eduarda, isso pode gerar dificuldades na comprovação da autenticidade do documento em caso de disputa judicial. “Nem toda assinatura eletrônica oferece o mesmo nível de segurança jurídica. Dependendo da forma utilizada, o contrato pode ter questionamentos sobre autoria, integridade ou validade”, explica.
  2. Uso irregular de imagem nas redes sociais
    Fotos de clientes, colaboradores, parceiros e até crianças em eventos costumam ser divulgadas sem autorização formal, especialmente nas redes sociais das empresas. O problema é que o uso indevido de imagem pode gerar pedidos de indenização e conflitos relacionados à privacidade e proteção de dados. “Muitas empresas acreditam que, pelo fato de a pessoa estar no ambiente do negócio ou participar de um evento, a divulgação estaria automaticamente autorizada. Mas o direito de imagem exige cuidados específicos”, alerta.
  3. Mistura patrimonial entre empresa e sócios
    Outro erro frequente é utilizar contas da empresa para despesas pessoais ou misturar patrimônio empresarial e particular. Segundo a advogada, além de problemas tributários e contábeis, essa prática pode comprometer a proteção patrimonial dos sócios. “Quando não existe separação clara entre pessoa física e jurídica, aumenta o risco de desconsideração da personalidade jurídica, permitindo que dívidas da empresa atinjam bens pessoais dos sócios”, afirma.
  4. Falta de políticas internas e regras claras
    Mesmo empresas pequenas precisam estabelecer regras mínimas de funcionamento, especialmente sobre uso de equipamentos, conduta profissional, proteção de dados e comunicação interna. “A ausência de políticas internas cria insegurança tanto para a empresa quanto para os colaboradores. Em conflitos trabalhistas, por exemplo, a falta de regras formalizadas costuma fragilizar a defesa da empresa”, explica Maria Eduarda.
  5. Contratos copiados da internet
    Modelos prontos encontrados online continuam sendo amplamente utilizados por pequenos negócios. O problema, segundo a especialista, é que esses contratos muitas vezes não refletem a realidade da empresa nem atendem às exigências legais específicas de cada atividade. “É comum encontrarmos contratos genéricos, desatualizados ou incompatíveis com a operação da empresa. Um documento mal elaborado pode gerar brechas jurídicas justamente no momento em que o empresário mais precisa de proteção”, afirma.

O crescimento da digitalização e da exposição das empresas nas redes sociais aumentou a necessidade de atenção preventiva. “Hoje, até pequenos negócios lidam diariamente com dados pessoais, contratos digitais, divulgação de imagem e relações complexas de consumo. A prevenção jurídica deixou de ser algo exclusivo de grandes empresas”, destaca. Ela ressalta que a orientação jurídica preventiva costuma ser mais simples e menos custosa do que lidar posteriormente com disputas judiciais ou passivos acumulados. “Muitos desses problemas podem ser evitados com ajustes relativamente simples na operação e na documentação da empresa”, finaliza.

Festas infantis resgatam brincadeiras longe das telas e impulsionam busca por recreação personalizada

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Festas infantis resgatam brincadeiras longe das telas e impulsionam busca por recreação personalizada

Procura por recreação infantil em festas cresceu 60% na UniDanitê nos quatro primeiros meses de 2026, refletindo movimento de famílias em busca de experiências mais afetivas e interativas

Em meio ao avanço das telas no cotidiano das crianças, festas infantis começam a resgatar um modelo mais próximo das brincadeiras tradicionais, com recreação ativa, interação social e experiências que estimulam criatividade, imaginação e autonomia. O movimento já reflete diretamente no mercado: nos quatro primeiros meses de 2026, a procura por esse serviço para festas cresceu 60% na UniDanitê, empresa especializada em recreação infantil e desenvolvimento infantil desde 2012.

A marca, que ao longo de mais de 13 anos se consolidou na recreação infantil em festas, eventos e experiências voltadas ao brincar afetivo, percebe uma mudança no comportamento das famílias. Segundo a psicopedagoga e fundadora da empresa, Daniele Lacerda Poploski, os pais passaram a buscar comemorações mais participativas e menos centradas em telas.

“Existe uma valorização cada vez maior de experiências em que as crianças brincam de verdade, interagem, criam vínculos e saem um pouco do ambiente digital. As famílias querem festas mais vividas pelas crianças, e não apenas festas para fotografar”, afirma.

Mais do que entretenimento, o brincar volta a ocupar um papel central no desenvolvimento infantil, inclusive durante as comemorações. Dados da Sociedade Brasileira de Pediatria alertam que o uso excessivo de telas na infância pode impactar sono, concentração, socialização e desenvolvimento emocional, especialmente nos primeiros anos de vida.

Segundo Daniele, a recreação atual vai muito além de ocupar o tempo das crianças durante a festa. “Hoje pensamos cada atividade conforme a faixa etária, perfil do grupo e dinâmica do evento. A recreação também trabalha autoestima, criatividade, autonomia e convivência social”, destaca.

Entre as atividades mais procuradas estão oficinas criativas, brincadeiras guiadas, experiências sensoriais, caça ao tesouro, desafios em grupo e camarins temáticos, como cabelo maluco, pintura facial, esmaltação infantil e spa lúdico. Tudo é planejado de forma personalizada para cada grupo de crianças.

A especialista explica que as festas também passaram a valorizar novamente brincadeiras clássicas e momentos de interação coletiva. “Muitas famílias querem resgatar justamente aquilo que marcou a própria infância: crianças correndo, brincando juntas, criando histórias e vivendo experiências reais. Existe um olhar muito mais atento hoje para o impacto do brincar no desenvolvimento infantil”, afirma.

Na UniDanitê BrincaLab, espaço da marca no shopping Pátio Batel, a proposta ganhou também um endereço físico. O local funciona diariamente como área de recreação infantil por hora e, ao mesmo tempo, recebe festas personalizadas com oficinas, brincadeiras guiadas e atividades voltadas ao desenvolvimento e à interação social das crianças.

“A infância precisa de experiências concretas, imaginação e convivência. O brincar ajuda diretamente no desenvolvimento emocional, cognitivo e social. Quando a festa cria esse ambiente acolhedor e participativo, ela deixa de ser apenas uma comemoração e se transforma em uma experiência afetiva para toda a família”, finaliza Daniele.

Casamento, imóvel e direito

Compra da casa própria exige atenção jurídica diante da valorização do mercado imobiliário

O tradicional “quem casa quer casa”, impulsionado pelo mês das noivas, ganha um novo componente em 2026, segurança jurídica. Em um cenário de valorização acelerada do mercado imobiliário, especialistas alertam que adquirir um imóvel sem acompanhamento técnico pode transformar um sonho em prejuízo. Dados recentes mostram que Curitiba registrou valorização de até 23% nos imóveis em 2025, mesmo com juros elevados, enquanto o setor movimentou cerca de R$ 7,4 bilhões em vendas de apartamentos novos no mesmo período. 

Esse movimento não é isolado. No Paraná, cidades como Londrina tiveram alta superior a 10% no ano, e no Brasil o Índice FipeZap acumulou valorização de 6,52% em 2025, uma das maiores dos últimos anos, com preço médio nacional na casa de R$ 9.611 por metro quadrado.   A combinação de demanda aquecida e crédito mais restrito torna cada decisão mais estratégica, principalmente para casais que estão iniciando a vida juntos.

Uma variável importante nessa equação são as recentes mudanças no programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), implementadas em abril de 2026. O programa ampliou significativamente seu alcance, criando uma nova faixa (Faixa 4) que atende famílias com renda bruta de até R$ 13.000 mensais. Essa expansão permitiu que muitos casais de classe média, que antes estavam excluídos do programa, pudessem acessar financiamentos com taxas de juros inferiores às praticadas pelo mercado tradicional (SBPE).

Segundo o advogado imobiliário Carlos Alberto Zonta Junior, especialista em direito imobiliário, “a ampliação do teto de renda para R$ 13.000 foi um divisor de águas. Muitos casais jovens, em início de carreira, somam rendas que ultrapassavam o limite anterior de R$ 8.000, mas que não eram suficientes para suportar as taxas de mercado sem comprometer o orçamento. Agora, eles têm acesso a subsídios e taxas reduzidas. É importante ressaltar que a união das rendas para fins de financiamento no MCMV exige comprovação documental do relacionamento, como a certidão de casamento ou declaração de união estável. Se a compra for feita antes do casamento, sem união estável formalizada, o processo pode exigir formatações específicas junto ao agente financeiro.”

Outro ponto crítico está na fase de negociação. Com o mercado aquecido e valorização constante, é comum que compradores tomem decisões aceleradas por medo de perder oportunidades. Esse comportamento aumenta a exposição a fraudes, especialmente em negociações diretas ou com documentação incompleta. “É muito comum pessoas firmarem compromissos particulares adquirindo direitos de imóveis financiados em nome do vendedor para permanecer pagando as parcelas em seu nome, para só depois da quitação do financiamento, ter o bem transferido para sua propriedade. É um grande risco se não estruturado corretamente e pode causar muita dor de cabeça no futuro.”, conclui. “A pressa é hoje um dos maiores inimigos da segurança imobiliária. Um advogado antecipa problemas que o comprador só perceberia quando já fosse tarde”, destaca Zonta.

Segundo o advogado imobiliário Carlos Zonta, esse é justamente o momento em que o suporte jurídico deixa de ser opcional e passa a ser essencial. “O imóvel é, na maioria das vezes, o maior investimento da vida de um casal. Sem uma análise técnica, o risco de assumir dívidas ocultas, problemas documentais ou até perder o bem é real e mais comum do que se imagina”, afirma. Na prática, o advogado imobiliário atua desde a análise da matrícula do imóvel até a verificação de pendências fiscais, ações judiciais e regularidade do vendedor. Também avalia cláusulas contratuais, identifica riscos em financiamentos e garante que o comprador não assuma responsabilidades indevidas. “Muitas pessoas acreditam que o contrato padrão resolve, mas ele raramente protege o comprador de forma completa.

Cada transação tem suas particularidades”, explica Zonta. Um ponto frequentemente negligenciado pelos casais é o impacto do regime de bens na propriedade do imóvel adquirido antes do casamento. Decisões recentes do Superior Tribunal de Justiça reafirmaram entendimentos importantes sobre a partilha de bens.

“Essa é uma dúvida recorrente e que gera muitos litígios. No regime de comunhão parcial, a regra geral é que os bens adquiridos antes do casamento não se comunicam. No entanto, se o imóvel foi financiado, a situação muda. O STJ tem o entendimento consolidado de que as parcelas do financiamento pagas durante o casamento integram o patrimônio comum do casal e devem ser partilhadas em caso de divórcio. Ou seja, mesmo que o imóvel esteja apenas no nome de um dos cônjuges, o outro terá direito à metade do valor correspondente às parcelas quitadas na constância do casamento. Por isso, um planejamento patrimonial prévio, muitas vezes através de um pacto antenupcial, é altamente recomendável para casais que possuem bens ou financiamentos anteriores à união.”, alerta Zonta.

A decisão de comprar o primeiro imóvel, seja antes ou depois do “sim”, exige mais do que paixão e vontade. Requer análise fria do orçamento, compreensão do cenário econômico e, fundamentalmente, segurança jurídica.

Serviço: Carlos Alberto Zonta Junior
Advogado Imobiliário, OAB/PR 77920
(44) 9925-7972
@bzonta
contato@zonta.adv.br
www.zonta.adv.br
Avenida Horácio Racanello Filho, 5550, Zona 07, Maringá – PR.

Programa Finanças na Mochila leva educação financeira para estudantes em todo o Brasil

Programa da Fundação Sicredi foca na formação interdisciplinar de professores e utiliza metodologias ativas para que crianças e adolescentes construam uma vida financeira mais sustentável

Aprender a lidar com o dinheiro desde cedo pode transformar o futuro. E é com esse propósito de integrar o planejamento financeiro ao cotidiano escolar, conectando o currículo à realidade econômica dos estudantes brasileiros, que nasce o Programa Finanças na Mochila.

Na regional do Sicredi que atua nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, em 2025 o Finanças na Mochila impactou mais de 20 mil estudantes, 1.296 educadores e 138 escolas. “A educação financeira nas escolas é fundamental para formar cidadãos mais conscientes, capazes de tomar decisões responsáveis e construir um futuro com mais autonomia e segurança”, afirma a assessora de Desenvolvimento do Cooperativismo da Central Sicredi PR/SP/RJ, Mariana Baião.

O Programa da Fundação Sicredi, que evolui da antiga “Jornada da Educação Financeira nas Escolas”, foca em equidade social e educação integral, utilizando as ciências comportamentais como base para a formação de professores. O objetivo é que a educação financeira deixe de ser tratada como uma disciplina isolada e passe a atuar como um tema transversal, permeando áreas como matemática, história e português, permitindo que o conhecimento seja desenvolvido de forma natural e sustentável.

O diferencial do Finanças na Mochila reside na instrumentalização do educador. O Programa fornece ferramentas teóricas e metodológicas para que o professor se torne um agente ativo no desenvolvimento de hábitos financeiros saudáveis dos estudantes desde a infância.

“Nossa proposta pedagógica consiste na formação com professores para desenvolverem o tema “educação financeira” com suas turmas de maneira ativa, interdisciplinar, conectada à realidade dos estudantes e integrada ao currículo escolar de forma natural. O Programa irá contribuir para formar cidadãos mais conscientes, preparados para tomar decisões responsáveis e construir uma relação equilibrada com o dinheiro ao longo da vida”, explica Rogério Machado, Superintendente da Fundação Sicredi.

Em todo o Brasil no ano passado, o Programa levou educação financeira para mais de 81 mil estudantes, em mais de 650 escolas de 170 municípios em 15 estados brasileiros. Tudo isso graças aos mais de 4,3 mil professores formados. Já em 2026, foi firmada uma parceria com o estado de Mato Grosso, contribuindo com a formação de mais de 2 mil professores da rede estadual

Sobre a Fundação Sicredi   

A Fundação de Desenvolvimento Educacional e Cultural Sicredi, conhecida como Fundação Sicredi, foi criada em 2005 com o objetivo de preservar a essência do cooperativismo no desenvolvimento do Sicredi. Como uma organização da sociedade civil, a Fundação Sicredi se dedica à estruturação e desenvolvimento de programas e iniciativas educacionais, sociais, culturais, ambientais e de desenvolvimento de lideranças cooperativistas, implementados pelas Cooperativas em todo o Brasil, voltados a expandir nosso impacto positivo junto aos associados e nas comunidades onde estamos presentes.

Site da Fundação Sicredi: Clique aqui    
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Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 10 milhões de associados que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3 mil agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.

Site do Sicredi: Clique aqui  

Redes Sociais: Facebook | Instagram | Twitter | LinkedIn | YouTube | TikTok      

Procura por estética odontológica cresce no mês das noivas e movimenta clínicas em Curitiba

O mês de maio, tradicionalmente associado ao aumento no número de casamentos, tem impulsionado a busca por procedimentos estéticos odontológicos em Curitiba, com crescimento significativo na procura por clareamento dental, lentes de contato e harmonizações do sorriso. Clínicas da capital registram alta na demanda nas semanas que antecedem as cerimônias, refletindo uma preocupação crescente com a estética facial e a construção da imagem em um dos momentos mais marcantes da vida.

O movimento acompanha uma tendência observada em todo o Paraná, onde o setor de estética, incluindo a odontologia, vem registrando expansão consistente. No Brasil, o mercado de procedimentos estéticos cresce em ritmo acelerado, com milhões de intervenções realizadas anualmente, posicionando o país entre os líderes mundiais nesse segmento. Dentro desse cenário, a odontologia estética se destaca como uma das áreas mais procuradas, especialmente em períodos sazonais como o mês das noivas.

A preparação para o casamento deixou de envolver apenas vestido, maquiagem e fotografia, passando a incluir um planejamento estético mais amplo, que envolve diretamente o sorriso. Para muitos casais, especialmente as noivas, a aparência nos registros fotográficos e audiovisuais é tratada como prioridade estratégica. “O sorriso é protagonista em qualquer celebração, ele aparece em absolutamente todos os registros, por isso existe uma busca cada vez maior por procedimentos que entreguem naturalidade, harmonia e segurança”, analisa a cirurgiã dentista Dra. Bruna Rafaela Machado, que acompanha de perto esse aumento de demanda em seu consultório.

De acordo com a especialista, o clareamento dental segue como o procedimento mais procurado neste período, por ser menos invasivo e apresentar resultados rápidos, mas há um crescimento expressivo na busca por soluções mais duradouras, como as lentes de contato dental. “Percebemos pacientes chegando com planejamento definido, muitas vezes meses antes do casamento, o que mostra uma mudança de comportamento, hoje o cuidado com o sorriso faz parte do cronograma do evento, assim como qualquer outro detalhe”, explica.

Outro ponto relevante é o impacto da exposição digital na decisão dos pacientes. Com a valorização das redes sociais e o compartilhamento massivo de imagens, a exigência estética se tornou ainda mais alta. “As pessoas não querem apenas estar bem no dia, elas querem se sentir seguras em qualquer ângulo, em foto, vídeo, ao vivo, e isso eleva o nível de exigência, tornando os procedimentos estéticos praticamente indispensáveis para muitos casos”, observa a profissional.

Apesar do crescimento, a especialista alerta para a importância de planejamento e acompanhamento profissional qualificado, evitando intervenções rápidas sem critério técnico. “Existe uma linha muito tênue entre estética e saúde, o sorriso bonito precisa, antes de tudo, ser saudável. O papel do profissional é alinhar expectativa e realidade, garantindo resultado seguro e duradouro”, ressalta.

A tendência é que a busca por estética odontológica continue avançando nos próximos anos, impulsionada pela valorização da imagem pessoal e pela maior consciência sobre autocuidado. No contexto dos casamentos, o sorriso se consolida como um dos principais investimentos dos noivos, não apenas pela estética, mas pelo impacto direto na autoestima e na experiência emocional do momento.

Serviço: Bruna Rafaela Odontologia

Dra. Bruna Rafaela Machado, CRO-PR 24431

Cirurgiã Dentista, Clínica Geral e habilitada em sedação com óxido nitroso

(41)997679426

@drabrunarafaelamachado

draodontobruna@gmail.com

 Rua Dr. Lauro Wolff Valente, 176, Portão, Curitiba – PR.

Maio Laranja: Paraná ocupa terceira posição no ranking de maus tratos a crianças e adolescentes

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Maio Laranja: Paraná ocupa terceira posição no ranking de maus tratos a crianças e adolescentes

Entre dados alarmantes e a necessidade de reeducar a sociedade, campanha reforça a importância da denúncia e da quebra do ciclo de violência

O mês de maio carrega um propósito vital: o combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. O “Maio Laranja” não é apenas uma data no calendário, mas um marco histórico que remete a 18 de maio de 1973, dia em que a menina Araceli Cabrera Crespo, de apenas oito anos, desapareceu ao voltar da escola em Vitória (ES). Seu corpo foi encontrado dias depois, com marcas de uma violência brutal que chocou o país. O crime, que permaneceu impune, tornou-se o símbolo nacional da luta pela garantia dos direitos infantojuvenis.

A violência em números: O retrato do Brasil

Dados recentes do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado em 2025, revelam um cenário de extrema vulnerabilidade. No Brasil, os registros de maus tratos contra crianças e adolescentes (0 a 17 anos) cresceram 8,1%, saltando de 31.146 em 2023 para 33.269 em 2024. No entanto, quando olhamos para o Paraná, o sinal de alerta é ainda mais crítico: o Estado registrou uma alta de 18,7% no mesmo período, índice que representa mais que o dobro da média nacional. Com 2.494 casos
reportados em 2024, o Paraná ocupa hoje a terceira posição no ranking absoluto de maus tratos no País.

Para romper com esses índices, o desafio vai além da segurança pública, passando pela educação da própria sociedade. Para Guilherme Wansaucheki, psicólogo do programa DEDICA, mantido pela Associação dos Amigos do Hospital de Clínicas, é preciso desconstruir a cultura da palmada para preservar o desenvolvimento infantil. “Bater na criança para educar é uma ideia completamente deturpada. É como se o uso da força fizesse com que a criança compreendesse que fez algo errado.
O que esse ato ensina, na verdade, é que existe uma ação e que tal ação levou a uma consequência física de agressão”, explica o especialista.

A rede de proteção depende do olhar atento de todos. Guilherme Wansaucheki reforça que a dúvida não deve ser um impedimento para agir. “O Disque 100 é o início de uma investigação. Se você está com dúvida, denuncie. Já o 190, da Polícia Militar, deve ser acionado em situações emergenciais, quando o crime está acontecendo no momento”, orienta. Denunciar é o primeiro passo para retirar a criança de um ambiente de risco e interromper o ciclo de abusos.

Violência sexual: Silêncio e subnotificação

No recorte da exploração sexual o Paraná figura entre os dez estados com maiores números absolutos (40 registros em 2024). Embora tenha havido uma redução de 19,4% no estado, queda maior que os 7,9% da média brasileira, os números ainda reforçam a necessidade de vigilância constante e de um esforço coletivo para identificar casos que muitas vezes ocorrem dentro de casa.

A subnotificação da violência sexual na infância e adolescência foi o foco do levantamento “Percepções sobre Direitos de Meninas e Mulheres Grávidas Pós-Estupro”, realizado pelo Instituto Patrícia Galvão, em parceria com o Instituto Locomotiva. A pesquisa online, que ouviu 1,2 mil pessoas com mais de 16 anos em todo o Brasil, revelou que seis em cada dez mulheres que sofreram violência sexual antes dos 14 anos não contaram para ninguém sobre o ocorrido.

O desamparo se reflete na solidão dessas vítimas: apenas 27% das meninas confiaram em algum familiar após a agressão. Destas, apenas 15% foram levadas a uma delegacia e somente 9% receberam acolhimento e avaliação em uma unidade de saúde. A proximidade do problema no cotidiano dos brasileiros também ficou evidente no estudo: 60% dos entrevistados afirmaram conhecer uma criança ou adolescente menor de 14 anos que foi estuprada e 30% têm conhecimento de algum caso em que a vítima engravidou em decorrência da violência.

Esperança e cuidado: O Programa DEDICA

Iniciativas como a do programa DEDICA (Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente), mantido pela Associação dos Amigos do Hospital de Clínicas, desempenham um papel fundamental nesse acolhimento. O programa oferece atendimento interdisciplinar especializado e gratuito a vítimas de violências graves. Por meio do suporte psicológico, médico e social, o DEDICA busca não apenas tratar as feridas, mas reconstruir a dignidade e oferecer um novo horizonte para aqueles que tiveram sua infância violada.

Crédito da foto: Freepik

Contas laranja na mira

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Nova legislação amplia punições para fraudes digitais e endurece penas para furto e receptação de animais domésticos no Brasil

A sanção da Lei nº 15.397/2026 trouxe uma das maiores mudanças recentes no Direito Penal brasileiro ao transformar em crime específico a cessão de contas bancárias e chaves Pix para movimentações ilícitas, prática popularmente conhecida como “conta laranja”. A nova legislação também elevou de forma significativa as penas para furto e receptação de animais domésticos, em uma tentativa de frear dois tipos de crimes que cresceram nos últimos anos no país, especialmente nas grandes cidades e nos ambientes digitais.

O endurecimento da lei ocorre em meio ao aumento das fraudes eletrônicas no Brasil. Dados recentes apontam que o país registra milhões de tentativas de golpes digitais todos os anos, com prejuízos bilionários envolvendo transferências via Pix, invasões bancárias e estelionatos praticados por organizações criminosas que recrutam terceiros para emprestar contas em troca de dinheiro rápido. Em Curitiba e Região Metropolitana, autoridades de segurança pública também têm observado crescimento nas ocorrências relacionadas a crimes cibernéticos e golpes financeiros aplicados por meio das redes sociais.

Para o advogado criminalista Jefferson Nascimento da Silva, sócio do escritório Höschele & Silva Advogados, a nova legislação muda completamente a percepção de risco sobre o chamado “empréstimo de conta”. “Muita gente acreditava que ceder uma conta bancária ou uma chave Pix era apenas um favor sem maiores consequências. A partir de agora, a lei deixa claro que o titular da conta responde criminalmente pela movimentação de valores ilícitos. O argumento de desconhecimento perde força diante da nova tipificação penal”, afirma.

Segundo o especialista, a principal preocupação está na facilidade com que jovens e pessoas financeiramente vulneráveis vêm sendo atraídos por promessas de dinheiro fácil em plataformas como Instagram e TikTok. “O crime organizado percebeu que é mais barato recrutar pessoas comuns para pulverizar movimentações financeiras do que utilizar estruturas sofisticadas. O problema é que muitos só descobrem a gravidade quando têm contas bloqueadas, CPF restrito no sistema bancário e passam a responder criminalmente. A nova lei endurece exatamente esse elo da cadeia”, explica o advogado.

A legislação prevê pena de reclusão de 1 a 5 anos, além de multa, para quem ceder contas bancárias, cartões ou chaves Pix destinadas à prática criminosa. Dependendo da fraude associada, as punições podem ser ampliadas. O impacto também atinge a vida financeira do investigado, já que instituições bancárias passaram a intensificar bloqueios cadastrais e mecanismos de rastreamento de movimentações suspeitas. Para Jefferson, o recado do legislador é direto. “O sistema financeiro brasileiro passou a tratar a omissão como participação indireta no crime. Isso muda completamente o comportamento esperado do cidadão diante de pedidos aparentemente inocentes”, pontua.

Outro ponto que chamou atenção no meio jurídico foi o aumento expressivo das penas para furto de animais domésticos. A nova lei estabelece reclusão de 4 a 10 anos para quem furtar cães, gatos ou outros animais de convívio doméstico, além de agravar também os casos de receptação. Até então, muitos episódios eram enquadrados como simples crimes patrimoniais, sem considerar o vínculo afetivo entre tutores e animais.

Na avaliação de Jefferson Nascimento da Silva, a mudança representa uma resposta à pressão social e ao crescimento do mercado ilegal de revenda de animais. “O animal doméstico deixou de ser tratado apenas como patrimônio econômico e passou a ser reconhecido também pelo seu valor afetivo e social. Hoje, famílias desenvolvem vínculos emocionais profundos com seus pets, e o legislador entendeu que esse tipo de crime produz impactos psicológicos relevantes. A pena elevada busca desestimular quadrilhas especializadas nesse mercado clandestino”, analisa.

O advogado ainda alerta que a receptação também passou a ser alvo prioritário das autoridades. Quem compra ou recebe um animal sabendo, ou devendo saber, de origem ilícita pode enfrentar pena de 3 a 8 anos de prisão. “A legislação de 2026 deixa claro quais são as prioridades do combate criminal atual: fraudes financeiras digitais e crimes patrimoniais ligados ao mercado ilegal de animais. O cidadão precisa compreender que práticas antes banalizadas agora possuem consequências extremamente severas”, conclui.

Serviço: Jefferson Nascimento da Silva
Advogado Criminalista, OAB/PR 86.750
(41) 98400-6686
@jeeffeh
jeffe.adv@gmail.com
https://advjeffersonsilva.com.br
Rua Conselheiro Laurindo, 600 – sala 1006/1007, Centro, Curitiba/PR.

Copa do Mundo e inverno aquecem as estratégias do varejo em 2026

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Copa do Mundo e inverno aquecem as estratégias do varejo em 2026

Com 76% dos brasileiros propensos a mudar hábitos de consumo, Grupo MiniPreço investe em itens de conforto doméstico

A contagem regressiva para a Copa do Mundo de 2026 já começou a ditar o ritmo do mercado nacional. De acordo com um estudo recente da MindMiners, o evento mexe diretamente com as decisões de consumo de 76% dos brasileiros. A pesquisa revela um dado fundamental para o planejamento das grandes redes: em 2026, o “estádio” do torcedor será a própria sala de estar.

Cerca de 57% dos brasileiros pretendem assistir aos jogos em casa com amigos e familiares, índice que sobe para 71% entre o público feminino. Essa preferência pelo ambiente doméstico, somada às baixas temperaturas do inverno no sul do país durante os meses de junho e julho, coloca o conforto, a recepção e a conveniência no topo das prioridades de compra.

O ambiente doméstico como centro do consumo

A expectativa em torno do mundial e o hábito cultural de acompanhar as partidas em grupo transformaram o ambiente doméstico em um foco estratégico para o setor varejista.

Beni Gelhorn, diretor comercial do Grupo MiniPreço, explica a visão estratégica da rede. “Como o evento ocorre durante o auge do inverno, preparamos o estoque com linhas de mesa posta, copos, talheres, decoração e mantas, visando proporcionar conforto para quem vai receber convidados”, explica.

Para o diretor, a expectativa de faturamento está no departamento de itens sazonais e de recepção. A empresa projeta um avanço de 15% a 20% nas vendas desta categoria. Para criar o clima de jogo, a rede reforçou o estoque de itens para quem vai receber convidados, como chapéus, camisetas, bandeiras, bolas e decorações em geral.

“Nosso foco é garantir que o cliente encontre todo o suporte necessário para o consumo doméstico neste período. Queremos assegurar que a variedade e a competitividade de preços atendam tanto quem busca itens para a Copa quanto para o inverno”, completa Beni.

MiniPreço em Campo

Para celebrar esse momento, a rede lançou a promoção “MiniPreço em Campo”. A estratégia aproveita que o brasileiro estará mais conectado — a pesquisa aponta que 45% usarão o celular como “segunda tela” durante os jogos — para incentivar o uso do aplicativo Clube MiniPreço.

Como funciona a promoção

  • Chute ao Gol (App): A cada R$150 em compras acumuladas (incluindo itens de decoração e inverno), o cliente ganha uma chance de prêmios na hora, como bolas de futebol e vales-compra.
  • Sorteios semanais: Números da sorte para concorrer a cartões pré-pago de R$3.000,00
  • Marcas aceleradoras: Produtos de marcas como Altenburg, Bella Janela e Plasútil geram chances extras.

Serviço:

Promoção MiniPreço em Campo
Período de participação: 02/05 a 19/07/2026.
Horário de atendimento: de segunda a sábado, das 9h às 20h. Domingos e feriados, das 10h às 19h.
Confira o endereço mais próximo em: https://site.minipreco.com.br/lojas/
Redes Sociais: @miniprecobr
Clube MiniPreço: https://onelink.to/ncpdcu

Crédito da foto: Marketing/MiniPreço

Estrutura, capital e decisão

A leitura de mercado que vem redefinindo o acesso ao crédito empresarial no Brasil

Em um ambiente econômico marcado por juros elevados e restrição ao crédito, o crescimento de pequenas e médias empresas no Brasil tem esbarrado menos na capacidade de vender e mais na dificuldade de estruturar expansão. É nesse ponto que a atuação de profissionais com leitura estratégica sobre capital passa a ganhar relevância, não apenas como intermediários financeiros, mas como agentes de reorganização do crescimento empresarial.

É nesse contexto que se insere a trajetória de Alex Costa, atual Diretor Operacional da ANIDEA. Criado no Araretama, bairro humilde na cidade de Pindamonhangaba, interior de São Paulo, Alex teve contato direto com o que chama de “O problema do dinheiro” desde cedo, experiência que moldou sua percepção sobre dinheiro não como um fim, mas como algo a ser resolvido. “Eu nunca tratei dinheiro como objetivo em si. Sempre tratei como uma questão que precisava de uma solução estruturada”, afirma.

Sua entrada no mercado financeiro ocorreu ainda jovem, com passagem pelo Itaú, onde foi efetivado em tempo recorde. Apesar do reconhecimento, a permanência em um ambiente altamente estruturado passou a representar uma limitação estratégica. “Ali eu entendi que trabalhar em um sistema pronto não era suficiente. Eu precisava entender como construir um sistema daquele”, explica.

A decisão de sair de uma posição consolidada em um dos maiores bancos do país para ingressar em uma operação mais enxuta, voltada ao crédito com garantia de imóvel, marcou o primeiro grande ponto de inflexão de sua trajetória. Anos depois, já responsável pela maior carteira nacional dentro dessa instituição, optou novamente por romper, mas desta vez para empreender. A criação da ANIDEA surge, então, como consequência direta dessa leitura. Mais do que uma fintech de intermediação de crédito, a empresa se posiciona como uma estrutura de acesso estratégico à capital, voltada para empresários que já validaram sua capacidade comercial, mas ainda enfrentam limitações na expansão. “O problema da maioria das empresas não é vender. É crescer de forma estruturada. E o crescimento exige crédito”, resume.

Na prática, o modelo da ANIDEA conecta empresas a dezenas de instituições financeiras, ampliando o leque de opções disponíveis e permitindo a construção de operações mais adequadas ao perfil de cada cliente. O foco está na análise estratégica do crédito, substituindo a lógica tradicional de oferta padronizada. “O empresário não pode depender de um único banco. Isso é um risco silencioso que compromete decisões importantes”, afirma Alex.

Em um cenário de crédito caro e acesso restrito, a atuação da empresa tem sido direcionada à reestruturação de passivos e à construção de soluções de longo prazo, com impacto direto na preservação de caixa e na capacidade de investimento das empresas atendidas.

Os resultados dessa abordagem já se refletem em indicadores objetivos. A ANIDEA se consolidou como a empresa número um em seu segmento no Reclame Aqui, além de apresentar redução significativa de custos financeiros para seus clientes. O modelo de negócio também rompe com práticas comuns do setor ao não cobrar honorários pela consultoria, alinhando a remuneração à efetivação das operações.

Para Alex, o crescimento não é um fenômeno subjetivo, mas o resultado direto de condições materiais bem estabelecidas. “Crescimento não é sorte. É condição. Se você não construir as condições, ele simplesmente não acontecerá”, diz. Dentro dessa perspectiva, o crédito assume um papel central, não como um recurso emergencial, mas como um instrumento estruturante. “Existe uma percepção muito distorcida sobre crédito no Brasil. Quem tem medo de crédito continua pequeno. O problema não é o crédito em si, é a forma como ele é utilizado”, afirma.

A operação da ANIDEA, nesse sentido, combina tecnologia, processos internos e uma rede ampla de instituições financeiras para estruturar operações mais eficientes e aderentes à realidade dos clientes. O objetivo não é apenas viabilizar acesso a recursos, mas garantir que esse acesso esteja alinhado a uma estratégia de crescimento. A partir dessa combinação entre leitura de mercado, operação prática e posicionamento claro, a atuação de Alex e da ANIDEA se insere em um movimento mais amplo de profissionalização do acesso ao crédito no país, um fator que, na prática, impacta diretamente a capacidade de crescimento das empresas e, por consequência, a dinâmica econômica como um todo. “Muitas empresas não crescem porque ainda não existem condições para crescer, o crédito é parte disso”, conclui.

Serviço: Anidea Soluções Financeiras 
Alex Costa
Especialista em crédito
41 98780-9285
@anidea.br
alex.costa@anidea.com.br
https://anidea.com.br
Mal. Deodoro, 51 – Sala 205B – Centro, Curitiba/PR.

SPR promove reunião científica sobre lúpus com foco em saúde reprodutiva, manifestações neuropsiquiátricas e nefrite lúpica

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SPR promove reunião científica sobre lúpus com foco em saúde reprodutiva, manifestações neuropsiquiátricas e nefrite lúpica

Encontro da Sociedade Paranaense de Reumatologia será realizado no dia 23 de maio, com participação presencial e online, reunindo especialistas do Paraná e Santa Catarina

A Sociedade Paranaense de Reumatologia realiza no próximo dia 23 de maio em Curitiba a sua segunda Reunião Científica de 2026, reunindo especialistas para discutir avanços, desafios clínicos e abordagens atuais no tratamento do Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES). O encontro contará com participação presencial e também transmissão online, ampliando o acesso de profissionais interessados em aprofundar conhecimentos sobre a doença autoimune.

A programação científica abordará temas de grande relevância na prática reumatológica contemporânea, como saúde reprodutiva em pacientes com LES e Síndrome Antifosfolípide (SAF), lúpus neuropsiquiátrico e as recomendações mais atuais para o tratamento da nefrite lúpica.

De acordo com a presidente da SPR, Carolina de Souza Müller, o encontro reforça o compromisso da entidade com a atualização científica e a integração entre os profissionais da especialidade. “O lúpus é uma doença complexa, multifacetada e que exige constante atualização por parte dos especialistas. Esta reunião científica foi construída para promover discussões práticas e atuais, estimulando a troca de experiências e o fortalecimento da reumatologia no Paraná”, destaca a médica.

A moderação será conduzida pela reumatologista Madeleine Rose Luvison Gomes da Silva. Entre os palestrantes confirmados estão Lilian Schade da Cunha, que falará sobre saúde reprodutiva em LES e SAF; Thiago Alberto Fernandes Gomes dos Santos, abordando lúpus neuropsiquiátrico; e Itamara Pereira Danucalov, responsável pela palestra sobre tratamento atual da nefrite lúpica e discussão de guidelines e recomendações.

O evento também contará com uma homenagem surpresa a um médico (a) reumatologista e um mini-meeting promovido pela Novartis sobre artrite psoriásica, ministrado pelo médico Filipe Martins de Mello.

A participação é aberta mediante inscrição prévia, necessária para organização logística e manutenção do registro histórico da entidade.

Serviço:

Reunião Científica SPR – Lúpus Eritematoso Sistêmico

Data: 23 de maio

Horário: das 8h15 às 11h45

Formato: presencial e online Inscrições: Link de inscrição

Local: Rua Padre Anchieta, 1846. (Sede da SPR).

Programação

08h15 às 08h20 – Recepção e abertura

08h20 às 08h45 – Saúde Reprodutiva em LES e SAF – Dra. Lilian Schade da Cunha (PR)

08h45 às 08h55 – Discussão

08h55 às 09h20 – Homenagem ao reumatologista

09h20 às 09h30 – Discussão

09h30 às 09h55 – Mini-meeting Novartis – Artrite Psoriásica – Dr. Filipe Martins de Mello (SC)

09h55 às 10h05 – Discussão

10h05 às 10h35 – Coffee break

10h35 às 11h00 – Lúpus Neuropsiquiátrico – Dr. Thiago Alberto Fernandes Gomes dos Santos (PR)

11h00 às 11h10 – Discussão

11h10 às 11h35 – Tratamento Atual da Nefrite Lúpica: Discutindo Guidelines e Recomendações – Dra. Itamara Pereira Danucalov (PR)

11h35 às 11h45 – Discussão e encerramento