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Hospital Angelina Caron abre inscrições para Residência Médica 2027 com vagas em 19 especialidades

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Hospital Angelina Caron abre inscrições para Residência Médica 2027 com vagas em 19 especialidades

Seleção contempla programas de acesso direto e com pré-requisitos; estudantes do último semestre de Medicina também podem participar como treineiros

Estão abertas as inscrições para o processo seletivo da Residência Médica 2027 do Hospital Angelina Caron (HAC). Médicos e estudantes que estejam cursando o último semestre de Medicina podem se inscrever até 3 de dezembro. Ao todo, o edital contempla 19 programas, entre especialidades de acesso direto e aquelas que exigem pré-requisitos.

A campanha deste ano parte de uma característica que o hospital pretende reforçar na formação dos residentes: a experiência “hands-on”. Na prática, significa uma residência em que o aprendizado não fica restrito à observação. O médico em formação participa da rotina assistencial, acompanha casos de perto e tem contato com diferentes níveis de complexidade, sempre sob orientação dos profissionais responsáveis pelos programas.

Para o Dr. Daniel Dantas Ferrarin, coordenador da Comissão de Residência Médica do Hospital Angelina Caron, “A residência médica é uma etapa em que o conhecimento precisa estar muito próximo da prática. No Hospital Angelina Caron, buscamos proporcionar ao residente uma formação hands-on, com participação ativa na rotina assistencial, acompanhamento de casos de diferentes níveis de complexidade e aprendizado ao lado de profissionais experientes. É essa vivência diária que contribui para formar médicos mais preparados para os desafios da especialidade que escolheram”, afirma o Dr. Daniel Dantas Ferrarin, coordenador da Comissão de Residência Médica do Hospital Angelina Caron.

De Clínica Médica a Neurocirurgia

Entre os programas de acesso direto estão Cirurgia Geral, Clínica Médica, Ginecologia e Obstetrícia, Pediatria, Oftalmologia, Otorrinolaringologia, Ortopedia e Traumatologia, Anestesiologia, Neurocirurgia, Neurologia e Radioterapia.

Para candidatos que já possuem a formação exigida como pré-requisito, o processo seletivo oferece programas em Nefrologia, Cirurgia Vascular, Cirurgia Oncológica, Oncologia Clínica, Cardiologia, Medicina Intensiva Pediátrica, Neonatologia e Endoscopia.

A seleção também permite a participação de treineiros, modalidade destinada a estudantes do último semestre de Medicina que desejam vivenciar o processo seletivo. São até 30 inscrições nessa categoria, com taxa de R$ 350. Para os candidatos à Residência Médica, a taxa de inscrição é de R$ 700.

Seleção em dezembro

A prova será realizada no dia 19 de dezembro de 2026, das 14h às 18h, na UniBrasil, em Curitiba. O resultado está previsto para ser divulgado até 22 de janeiro de 2027, e o início das atividades será em 1º de março.
As inscrições são realizadas exclusivamente pela página do processo seletivo do Hospital Angelina Caron e permanecem abertas até 3 de dezembro de 2026.

Serviço:

Residência Médica 2027, Hospital Angelina Caron

Inscrições: até 3 de dezembro de 2026

Taxa de inscrição: R$ 700

Treineiros: R$ 350, limitado a 30 participantes

Prova: 19 de dezembro de 2026, das 14h às 18h

Local: UniBrasil, Curitiba

Resultado: até 22 de janeiro de 2027

Início das atividades: 1º de março de 2027

Inscrições e informações: https://residencia.angelinacaron.com.br/

Sobre o Hospital Angelina Caron

Fundado em 1983, o Hospital Angelina Caron (HAC) é uma instituição filantrópica de alta complexidade localizada em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba. Com mais de quatro décadas de atuação, realiza anualmente mais de 400 mil atendimentos a pacientes do SUS, convênios e particulares com atuação em áreas como oncologia, transplantes, cirurgia robótica, pediatria e reabilitação.

O modelo de cuidado é integrado ao ensino e à pesquisa por meio da UniCaron, do Departamento de Ensino e Pesquisa e dos programas de Residência Médica. Com foco em segurança, qualidade e atendimento humanizado, o HAC mantém como propósito promover saúde com excelência e ampliar seu impacto na assistência à população do Paraná e do Brasil.

JBS abre vagas para Programa de Estágio 2027 em quatro cidades do Paraná

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JBS abre vagas para Programa de Estágio 2027 em quatro cidades do Paraná

Oportunidades focam no desenvolvimento de talentos regionais e estão distribuídas em 33 unidades da Companhia no Brasil, em 10 estados e no DF; inscrições vão até 18 de outubro

A JBS, uma das maiores empresas de alimentos do mundo, está com inscrições abertas para o Programa de Estágio 2027, com oportunidades em Campo Mourão, Jacarezinho, Lapa e Rolândia, no Paraná. Em sua segunda edição, a iniciativa oferece 46 vagas em 33 unidades da Companhia, distribuídas em 10 estados e no Distrito Federal, com o objetivo de desenvolver talentos nas regiões onde mantém suas operações. As inscrições podem ser realizadas até 18 de outubro pela plataforma Gupy: https://estagiojbs.gupy.io/.

Com duração de 12 meses, o programa combina experiência prática nas operações da JBS com uma trilha estruturada de desenvolvimento cultural, comportamental e técnico. A iniciativa inclui experiências práticas nas unidades, além de workshops, avaliações e acompanhamento das lideranças. As oportunidades estão distribuídas em cinco áreas: Agropecuária, Manutenção, Sistema de Gestão, Garantia da Qualidade e Produção, com atuação presencial de até seis horas diárias.

No Paraná, as oportunidades estão distribuídas entre operações da Seara. Há vagas na área de Agropecuária, em Campo Mourão, Jacarezinho, Lapa e Rolândia; e Manutenção, em Rolândia.

Fernando Meller, diretor-executivo de Recursos Humanos da JBS Brasil, destaca o foco do programa no desenvolvimento profissional dos estudantes. “O diferencial é colocar o estudante no centro da operação, para que conheça o negócio na prática e se prepare para os próximos passos da carreira. Queremos desenvolver talentos com conhecimento técnico, visão de processo e competências como comunicação, adaptabilidade, colaboração e atitude de dono”, afirma.

Presente em mais de 225 municípios brasileiros, a JBS investe na formação de talentos dentro de suas operações como parte de sua estratégia de desenvolvimento e fortalecimento das comunidades onde está inserida.

Do estágio à contratação no Paraná

A trajetória de Bianca Pozzer Dalcin mostra como o estágio pode abrir caminho para o início da carreira profissional. Formada em Zootecnia pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), ela buscava uma oportunidade no Paraná quando encontrou uma vaga na unidade da Seara, em Rolândia. Ingressou como estagiária e, cerca de seis meses depois, foi convidada a seguir carreira na Companhia como extensionista, prestando assistência técnica aos produtores integrados.

Apesar de ter experiência no setor, Bianca chegou à empresa sem contato prático com a avicultura. Durante o estágio, passou a acompanhar a rotina dos aviários e o trabalho de outros extensionistas. “Quando cheguei, não tinha experiência. Os extensionistas e meu gestor me deram todo o suporte e me ensinaram como funcionava a rotina nos aviários. Tudo o que sei hoje nessa área começou com esse aprendizado durante o estágio”, conta.

Para Bianca, a experiência tornou mais natural a transição da universidade para o mercado de trabalho. “Foi muito bom concluir o estágio e já seguir trabalhando na empresa. Eu conhecia as pessoas, a rotina e a dinâmica da operação, mas agora tenho novas responsabilidades e desafios”, afirma.

Como participar

Podem participar estudantes de cursos compatíveis com as cinco áreas oferecidas que estejam no último ano de sua formação em 2027, com conclusão prevista para dezembro, tenham disponibilidade para estágio presencial de até seis horas diárias e residam na região da unidade escolhida. As inscrições vão até 18 de outubro, pela plataforma Gupy: https://estagiojbs.gupy.io/. O processo seletivo prevê avaliação de raciocínio lógico, entrevistas com a área de Recursos Humanos e com lideranças das unidades, além de dinâmica de grupo. O início das atividades está previsto para 18 de janeiro de 2027.

Sobre a JBS

A JBS é uma empresa global líder em alimentos, com um portfólio diversificado de produtos de alta qualidade, incluindo frango, suínos, bovinos, cordeiros, peixes e proteínas vegetais. A companhia emprega mais de 282 mil pessoas e opera em mais de 20 países, como Brasil, Estados Unidos, Canadá, Reino Unido e Austrália. No mundo todo, a JBS oferece um amplo portfólio de marcas reconhecidas pela excelência e inovação, como Friboi, Seara, Swift, Pilgrim’s Pride, Moy Park, Primo, Just Bare, entre outras, que chegam diariamente à mesa de consumidores em 180 países. A empresa também investe em negócios correlatos, como couro, biodiesel, colágeno, fertilizantes, envoltórios naturais, soluções para gestão de resíduos sólidos, reciclagem e transporte, com foco na economia circular.

Sobre a JBS no PR

A JBS possui operação em 11 cidades do Paraná, entre fábricas e centros de distribuição das unidades de negócios, conta com mais de 14 mil colaboradores em todo o Estado e mais de 2.500 produtores rurais integrados. No Brasil, a JBS é uma das maiores empregadoras do país, com 158 mil colaboradores. No mundo todo, a JBS oferece um amplo portfólio de marcas reconhecidas pela excelência e inovação: Friboi, Seara, Swift, Pilgrim’s Pride, Moy Park, Primo, Just Bare, entre muitas outras, que chegam todos os dias às mesas de consumidores em 190 países. A empresa investe em negócios correlacionados, como couros, biodiesel, colágeno, higiene pessoal e limpeza, envoltórios naturais, soluções em gestão de resíduos sólidos, reciclagem e transportes, com foco na economia circular.

ABO-PR promove encontro sobre estética, oclusão e reabilitação na Odontologia contemporânea

O que os princípios matemáticos estudados pelos gregos antigos podem ter a ver com a estética de um sorriso? E quanto mudou a Odontologia desde uma época em que a oclusão era compreendida de maneira essencialmente mecânica até a visão biológica adotada atualmente? História e ciência contemporânea estarão lado a lado no ABO Odonto Experience, encontro que a Associação Brasileira de Odontologia – Seção Paraná (ABO-PR) realiza no dia 27 de outubro, na sede em Curitiba.

A programação reunirá o Prof. Dr. José Mondelli, professor Emérito e Titular Sênior do Departamento de Dentística da Faculdade de Odontologia de Bauru da Universidade de São Paulo (FOB-USP), membro titular da Academia Brasileira de Odontologia e Pesquisador Sênior do CNPq e o Prof. Dr. Roberto Ramos Garanhani, especialista em Prótese Dentária e DTM/Dor Orofacial, mestre em Implantodontia e professor da Zenith para duas aulas que partem de áreas distintas, mas compartilham uma questão central: como conhecimentos construídos ao longo de décadas são revistos, aprimorados e incorporados à prática clínica atual.

Na programação da manhã, das 8h30 às 12h30, o decano Dr. José Mondelli, um dos professores mais reconhecidos do país na área, abordará os princípios estéticos que relacionam face, sorriso e dentes. Um dos conceitos apresentados será o da chamada proporção áurea ou divina proporção, relação matemática estudada desde a Antiguidade e posteriormente incorporada a diferentes campos do conhecimento, inclusive às discussões sobre proporção e estética.

Na Odontologia, o professor relaciona esses princípios às dimensões da face, à largura do sorriso e às proporções dentais. A partir de seus estudos, desenvolveu nove planilhas que auxiliam na determinação da largura dos dentes tomando como referência as características do sorriso. “Os dentes são proporcionais à largura do sorriso. Se eles não forem restaurados respeitando relações de proporção, o resultado pode perder harmonia”, explica.

A aula propõe compreender como relações matemáticas e princípios estéticos atravessaram a história e ainda podem contribuir para o planejamento odontológico.

Da oclusão matemática à oclusão biológica

À tarde, das 15 às 19 horas, o Prof. Dr. Roberto Ramos Garanhani fará outro percurso histórico, desta vez para mostrar como a evolução das evidências científicas modificou conceitos importantes da oclusão.

“Vou procurar mostrar o que houve de evolução nos conceitos da oclusão desde a época da gnatologia, quando ela era essencialmente matemática, até os dias atuais, em que temos uma oclusão mais biológica”, explica Garanhani. Segundo ele, isso não significa abandonar os princípios desenvolvidos anteriormente. “Os princípios gnatológicos do passado hoje servem como guia, como referência para o começo de uma reabilitação.”

A aula também discutirá diferenças importantes entre as próteses sobre dentes naturais e as próteses sobre implantes, especialmente em relação à propriocepção e à osseopercepção, e problemas que podem aparecer ao longo do tempo mesmo em trabalhos inicialmente bem ajustados. Entre eles estão as perdas de contatos oclusais e proximais. Garanhani pretende apresentar o que a ciência conhece atualmente sobre essas alterações e, principalmente, discutir a necessidade de acompanhamento dos pacientes após a conclusão do tratamento reabilitador.

Outro ponto será a relação histórica entre oclusão, Disfunção Temporomandibular (DTM) e Dor Orofacial. Garanhani lembra que conceitos aceitos no passado foram revistos à medida que o conhecimento científico avançou. “Durante muito tempo, a oclusão esteve associada ao tratamento da DTM. Com a evolução dos conhecimentos científicos, essa hipótese foi sendo revista”, afirma. A proposta será mostrar a complexidade dos mecanismos relacionados à dor e por que nem sempre sua origem pode ser atribuída às estruturas periféricas do sistema mastigatório.

Para o Prof. Dr. Sérgio Vieira, presidente da ABO-PR, promover esse encontro entre experiência acumulada e conhecimento científico atualizado está no centro da proposta do ABO Odonto Experience. “Uma das responsabilidades da ABO-PR é criar oportunidades para que o cirurgião-dentista tenha contato com profissionais que são referências em suas áreas e, principalmente, com conhecimento que possa ser levado para a prática clínica. O Odonto Experience nasce com essa proposta: reunir grandes professores, promover atualização e estimular a troca entre diferentes gerações da Odontologia”, afirma.

SERVIÇO

ABO Odonto Experience
Data: 27 de outubro de 2026
Local: ABO-PR Rua Dias da Rocha Filho, 625 – Alto da XV, Curitiba (PR)
Programação: Prof. Dr. José Mondelli, das 8h30 às 12h30; Prof. Dr. Roberto Ramos Garanhani, das 15h às 19h
Associados ABO-PR: ENTRADA GRATUITA
Não associados: profissionais – R$ 95 | acadêmicos – R$ 45
Vagas limitadas!
Informações e inscrições: (41) 99241-4990

Aussie Chicken and More, marca 100% delivery do grupo Outback, diversifica cardápio e mira em novas ocasiões de consumo

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Marca mais jovem do grupo Bold Hospitality Company investe em inovação de cardápio, expande linhas leves e amplia seu portfólio para acompanhar diferentes momentos da rotina do consumidor brasileiro

Com cerca de 300 operações de delivery, presença em 21 estados brasileiros, no Distrito Federal e em cerca de 90 cidades, o Aussie Chicken & More é uma marca nativa digital da Bold Hospitality Company, grupo que também reúne Outback Steakhouse e Abbraccio no Brasil. Criada há seis anos com foco em frango crocante e sabores marcantes inspirados no conceito Sweet & Spicy, combinação que equilibra notas doces e levemente picantes em uma experiência de sabor única, a marca evoluiu seu portfólio para atender diferentes necessidades dos consumidores ao longo do dia, sem abrir mão de seus atributos de sabor e conveniência, incorporando novas categorias, de saladas e wraps.

Do almoço diário à indulgência: a evolução do cardápio

Inspirada no conceito Sweet and Spicy, desde seu lançamento a marca ganhou espaço com sanduíches de frango, Chicken Tenders e acompanhamentos, além de cookies artesanais, apostando em combinações marcantes e em uma experiência de consumo prática e saborosa. Em 2023, passou por um reposicionamento e adotou o nome Aussie Chicken & More, reforçando sua especialidade em frango, mas ampliando o portfólio para contemplar também outras opções, como burgers de carne bovina.

O movimento de diversificação do Aussie teve um marco importante em outubro de 2025, com o lançamento Aussie Salad, que introduziu opções de saladas frescas, nutritivas, muito saborosas e com temperos exclusivos no cardápio de entregas. A novidade nasceu a partir da própria demanda dos consumidores: as saladas já tinham forte participação nos pedidos da marca, chegando a representar metade dos pedidos em determinado período. A excelente receptividade do público comprovou que a marca tinha espaço para ocupar novas categorias de alimentação diária. Inicialmente disponível em 22 operações na cidade de São Paulo, a novidade alcançou mais de 140 pontos de entrega em menos de um mês e, atualmente, representa cerca de 40% das vendas totais da marca, estando presente em mais de 300 operações de delivery.

A estratégia de expansão continuou em 2026 com o lançamento Aussie Wrap, desenvolvida para atender consumidores em busca de praticidade sem abrir mão do sabor característico da marca, com duas opções:

  • Crunchy Wrap: a combinação perfeita de crocância, praticidade e temperos marcantes envelopados em uma tortilha macia.
  • Aussie Mignon Wrap: uma opção refinada e saborosa que traz tiras de filet mignon suculentas acompanhadas dos molhos exclusivos da casa.

Sob o mote “O sabor do Aussie que você já ama, agora no formato que o seu dia a dia pede“, os Wraps chegam para mostrar que a pausa para o almoço no escritório ou em casa não precisa ser sem graça e nem exigir concessões em relação ao sabor.

DNA Sweet & Spicy e alta gastronomia no delivery

Mesmo expandindo sua atuação para categorias mais leves e equilibradas, o Aussie mantém intacto o seu DNA: a combinação icônica de perfis Sweet & Spicy (doce e levemente picante), o uso de ingredientes premium, molhos autorais e técnicas de preparo que garantem a textura e crocância perfeitas até a entrega na mesa do cliente.

Toda a engenharia de cardápio e embalagens da marca foi desenhada exclusivamente para a experiência do delivery nativo, garantindo que a qualidade da refeição entregue em casa ou no trabalho mantenha o padrão de excelência dos restaurantes do grupo.

“O Aussie nasceu com uma proposta muito clara de oferecer sabor e conveniência por meio do delivery. Ao longo dos anos, percebemos oportunidades de atender diferentes momentos da rotina dos consumidores e evoluímos nosso portfólio de forma consistente. Agora, mostramos que a nossa expertise gastronômica vai muito além de um único ingrediente ao transformamos a marca em uma plataforma de sabores capaz de acompanhar o cliente sete dias por semana”, destaca Claudia Vilhena, vice-presidente de Marketing, Vendas e Growth da Bold Hospitality Company.

Sobre o Aussie  

O Aussie Chicken and More possui cerca de 300 operações no Brasil e está presente em mais de 90 cidades, 21 estados e no Distrito Federal. Tendo a proteína do frango como carro-chefe do seu menu, a marca tem em seu DNA o conceito Sweet and Spicy, e prioriza o sabor, a mistura de ingredientes frescos e temperos marcantes. Atuando exclusivamente via delivery e se posicionando como Fast Casual, Aussie Chicken and More explora o mundo em busca de inspirações para criar combinações com sabores intensos, que transformam a experiência de comer em entretenimento. A rede de restaurantes foi criada em 2019 na Arábia Saudita, expandindo posteriormente para outras regiões como Hong Kong e EUA. A primeira operação brasileira da marca foi inaugurada em 2020, em São Paulo. Aussie Chicken and More pertence ao grupo Bold Hospitality Company, que também conta com as marcas Outback Steakhouse e Abbraccio no país. 

Produção de motos de alta cilindrada avança 41,9%, mais de quatro vezes a alta da indústria em 2026

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Modelos acima de 450 cm³ ganham espaço em um mercado que também registra recorde de emplacamentos

De janeiro a maio de 2026, foram fabricadas 27.587 motocicletas de alta cilindrada no Brasil. Uma alta de 41,9% em relação ao mesmo período de 2025, segundo dados da Abraciclo. Na indústria como um todo, a produção cresceu 10,1% e chegou a 932.522 unidades. Nos cinco primeiros meses do ano, os emplacamentos de motocicletas somaram 980.095 unidades, alta de 15,3% e novo recorde para o período.

Na classificação utilizada pela Abraciclo, são consideradas de alta cilindrada as motocicletas com cilindrada superior a 450 cm³. Embora representem uma parcela menor da produção nacional, esses modelos são destinados a diferentes usos, como viagens e lazer.

A Harley-Davidson também registra crescimento em 2026 na América Latina. No primeiro semestre, as vendas no varejo da marca na região somaram 1.470 motocicletas, alta de 11,7% em relação ao mesmo período de 2025, segundo a companhia. No mercado brasileiro, os modelos Road Glide e Street Glide somaram 366 unidades emplacadas de janeiro a maio, sendo 252 e 114 unidades, respectivamente, segundo dados da Fenabrave.

Para a Triumph, no acumulado até maio de 2026, a Tiger 900 registrou 1.199 unidades emplacadas, enquanto a Tiger 1200 somou 615, também com base nas informações da Fenabrave.

Além dos números de emplacamentos, a Triumph vem ampliando sua oferta de modelos no país. No ano fiscal encerrado em junho de 2026, a fabricante lançou 14 novas motocicletas, além de ampliar sua rede de concessionárias e reforçar iniciativas de relacionamento com os clientes.

Na Harley-Davidson, a relação com os motociclistas também se estende além da compra. A marca mantém uma agenda de passeios, eventos e ralis e conta com o Harley Owners Group (H.O.G.), seu clube oficial, que promove atividades e experiências voltadas ao motociclismo para seus integrantes.

Para o gerente da The One Harley-Davidson (revenda da marca em Curitiba), Marcelo Cidin, o crescimento do segmento de alta cilindrada acompanha uma mudança na forma como parte dos consumidores se relaciona com a motocicleta. “Hoje, a escolha por uma moto de maior cilindrada não está ligada apenas ao desempenho ou à mobilidade. Conforto, autonomia, tecnologia e a possibilidade de viajar e aproveitar a motocicleta nos momentos de lazer também pesam nessa decisão. Isso amplia o público interessado nesse tipo de modelo e suas possibilidades de uso”, afirma.

A evolução tecnológica dos modelos é outro fator associado ao interesse pelas motocicletas de maior cilindrada, segundo o gerente da Triumph Curitiba, Luiz Raymundo. “As motos atuais incorporam cada vez mais recursos que  tornam a pilotagem mais confortável e segura e ampliam a versatilidade dos modelos. Tecnologias de assistência à pilotagem, diferentes modos de condução, conectividade e soluções voltadas ao conforto permitem que o motociclista utilize o mesmo modelo em diferentes situações”, destaca.

Sobre o Grupo Servopa

Há 70 anos atuando no mercado, o Grupo Servopa se consolidou como um dos principais grupos do setor automotivo no Brasil, representando 15 marcas de renome como Volkswagen, Audi, Hyundai, BYD, GAC, Honda, Peugeot, Volvo e Harley-Davidson. Com sede em Curitiba (PR), reúne operações em concessionárias de veículos, consórcios e serviços relacionados, com 52 lojas distribuídas nos estados do Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo.

Hotel-fazenda no Paraná resgata brincadeiras de outras gerações no Dia das Crianças

Em uma época em que a infância parece cada vez mais ligada às telas, o Dia das Crianças pode ser uma oportunidade para voltar a brincar de um jeito mais simples. No Virá Farm Hotel, em Teixeira Soares, no Paraná, a programação de 9 a 12 de outubro aposta justamente nessa ideia: passar alguns dias no campo, correr ao ar livre, fazer piquenique, brincar com os pais e recuperar jogos que fizeram parte da infância de outras gerações.

A cerca de 150 quilômetros de Curitiba, o hotel-fazenda ocupa uma área cercada pela natureza e tem como proposta aproximar o hóspede da vida no campo. São 38 acomodações e uma experiência que combina atividades ao ar livre, gastronomia afetiva e momentos de descanso. A propriedade também conta com o Spa L’Occitane, pensado para os adultos enquanto as crianças participam das atividades.

A programação especial para o Dia das Crianças foi organizada para que pais e filhos tenham momentos juntos, mas também possam participar de atividades separadamente. Entre as propostas estão oficinas, caminhadas, recreação, cinema ao ar livre, fogueira, trilha noturna e refeições preparadas especialmente para a ocasião.

A programação começa na sexta-feira, 9 de outubro, às 17h, com um welcome de Dia das Crianças, com mesa de doces e chocolates. À noite, às 21h, o cinema ao ar livre encerra o primeiro dia.

No sábado, 10 de outubro, os adultos podem começar a manhã com uma aula de yoga, às 8h30. Das 10h às 22h, a recreação infantil ocupa boa parte do dia. Depois do almoço, que terá feijoada especial e festival de batata frita, as crianças participam de um piquenique às 16h30, enquanto os adultos podem fazer uma oficina de artesanato no mesmo horário.

À noite, a programação ganha dois momentos diferentes. Às 20h, o hotel promove um jantar à luz de velas e o chamado “jantar do diferente”, em que a proposta é fugir do figurino habitual —vale pijama, roupa do avesso ou pantufa. Às 21h, as crianças seguem para a fogueira, com marshmallows e acompanhamento das recreadoras.

Brincadeiras que atravessam gerações

O domingo, 11 de outubro, concentra uma das propostas mais interessantes da programação.  Às 9h30, o hotel promove uma atividade para resgatar brincadeiras da infância de pais e avós. A ideia é tirar do baú jogos que fizeram parte de outras gerações e apresentá-los às crianças de hoje.

O almoço será servido na cavalariça e terá também um campeonato de bete-ombro ou bolinha de gude. Às 16h30, as crianças participam de uma oficina de artesanato e, às 17h, a família pode acompanhar o pôr do sol.

Para fechar o dia, uma trilha noturna começa às 19h. Enquanto os pequenos participam da atividade, os adultos terão uma sessão de relaxamento guiado. O jantar está previsto para as 20h.

Na segunda, dia 12 de outubro, Dia das Crianças, a programação começa às 8h30, com caminhada guiada. Às 10h, pais e filhos participam juntos de uma atividade de recreação. O almoço especial encerra o feriado com um cardápio pensado para agradar aos pequenos — com direito às chamadas “porcarias” — antes da despedida.

Mais do que concentrar atrações em quatro dias, a proposta do Virá é usar o ambiente rural como parte da experiência. A fazenda, as trilhas, os animais, o espaço aberto e as atividades fora das telas acabam funcionando como cenário para uma infância que, por algumas horas, tem como principais ingredientes correr, brincar, inventar e estar junto.

A gastronomia também faz parte dessa experiência. O hotel trabalha com o conceito de gastronomia afetiva e uma proposta farm to table, valorizando ingredientes produzidos na propriedade e fornecedores da região. É uma maneira de aproximar a experiência daquilo que está ao redor da hospedagem — do campo à mesa.

Virá Farm Hotel

Estrada Velha, km 4, Teixeira Soares (PR)
Informações e reservas: (42) 3459-1177 e (42) 9 9159-3471

www.virafarmhotel.com.br.

Instagram: @virafarmhotel

Curitiba e Foz do Iguaçu mostram ao trade como transformar identidade em experiências turísticas

Curitiba e Foz do Iguaçu chegam ao encerramento da ABAV Expo 2026, nesta sexta-feira (2), com uma mensagem ao trade turístico: destinos fortes vão além de seus cartões-postais. A capital paranaense apresenta o turismo de eventos e experiências distribuídas ao longo do ano, enquanto Foz destaca a expansão de atrativos naturais, históricos e de entretenimento. Com perfis diferentes e complementares, as cidades ajudam a mostrar o Paraná como um estado singular, capaz de reunir experiências urbanas, natureza e turismo de fronteira.

O principal destaque de Curitiba na feira é a programação natalina, que completa dez anos no atual formato e terá mais de 150 atrações em 44 dias. Os espetáculos começam em 24 de novembro e seguem até 23 de dezembro; a decoração permanecerá até 6 de janeiro de 2027. A expectativa divulgada pela Prefeitura é superar 515 mil turistas e gerar impacto econômico estimado em R$ 800 milhões.

Para o trade, o Natal também serve como exemplo de como uma programação sazonal pode mobilizar diferentes segmentos da economia e se tornar produto turístico. Em 2025, a celebração recebeu cerca de 3,1 milhões de espectadores, dos quais aproximadamente 470 mil eram turistas, e movimentou, segundo a Prefeitura, R$ 722 milhões na economia local. Na semana passada, Curitiba levou o Natal como case à Feira Internacional de Turismo da América Latina, em Buenos Aires, junto a outros atrativos da cidade, como gastronomia e feiras de artesanato.

A estratégia de Curitiba não se limita ao fim do ano. O material apresentado na ABAV Expo também destaca o Inverno Curitiba, a cultura, a gastronomia, os parques, a Linha Turismo e a economia criativa. As feiras de arte e artesanato, presentes em mais de 20 bairros e praças, reúnem mais de mil artesãos; a Feira do Largo da Ordem, no Centro Histórico, conta com cerca de 800 expositores. A combinação oferece ao visitante diferentes motivos para conhecer a capital em várias épocas e permite ao trade compor roteiros que conectam eventos, identidade local e atrativos permanentes.

Em Foz do Iguaçu, a estratégia é ampliar o repertório do destino para além das Cataratas e estimular estadias mais longas. Petterson Gherlandi, secretário interino de Turismo da cidade, afirma que a oferta vem se diversificando com novidades no Aquário, nos parques temáticos e no Parque Nacional do Iguaçu, incluindo trilhas, ciclovia e a Trilha São João, que dá acesso a um espaço histórico ligado à antiga hidrelétrica construída para apoiar a implantação do parque.

“Há dez anos, Foz era um destino vendido para duas ou três noites; hoje, são pelo menos quatro até sete noites”, relata Gherlandi. Segundo ele, a diversificação atende a diferentes perfis de viajantes, de quem busca natureza a famílias interessadas em atrações de entretenimento. A complementaridade com Ciudad del Este, no Paraguai, e Puerto Iguazú, na Argentina, também integra a experiência de fronteira e pode ampliar as possibilidades de roteiros combinados.

Os resultados recentes ajudam a dimensionar a força dos dois destinos. Em Curitiba, o Natal de 2025 recebeu cerca de 469,8 mil turistas e movimentou R$ 722 milhões, segundo dados do Instituto Municipal de Turismo. Em Foz do Iguaçu, os principais atrativos registraram, juntos, 5.853.389 visitas ao longo de 2025, conforme levantamento divulgado pelo Governo do Paraná. Embora os números correspondam a métricas diferentes, eles evidenciam a capacidade de Curitiba e Foz de atrair visitantes, movimentar a cadeia turística e renovar a oferta de experiências. Na ABAV Expo, as duas cidades apresentam ao trade caminhos próprios para transformar seus diferenciais em produtos, roteiros e oportunidades de negócios.

Fim do veto invisível: nova legislação protege o direito de trabalhar dos motoristas e transportadores

A rotina de milhares de caminhoneiros no Brasil sempre esbarrou em um obstáculo silencioso e invisível: a resposta genérica de “perfil não aprovado” ou “divergente” emitida por gerenciadoras de risco, muitas vezes sem qualquer explicação clara. Essa realidade, no entanto, ganha novos contornos com a sanção da Lei nº 15.485/2026. A legislação altera a Lei do Transporte Rodoviário de Cargas (Lei nº 11.442/2007) para submeter expressamente a análise de risco à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e proibir que processos judiciais ou administrativos sem decisão definitiva sejam usados para impedir a contratação do motorista.

Na prática, a norma coloca um freio em bloqueios automáticos baseados em informações descontextualizadas ou sem relação direta com a operação de transporte. Para a advogada Miriam Ranalli, que atua em Direito dos Transportes, a mudança é um marco necessário para equilibrar a segurança da carga com o direito fundamental ao trabalho.

“A tecnologia pode auxiliar a análise de risco, mas não pode transformar uma informação sem decisão definitiva em uma condenação profissional antecipada, uma verdadeira pena perpétua. O gerenciamento de risco é extremamente importante, assim como o transportador rodoviário, mas passou da hora de equilibrar essa relação”, destaca Ranalli.

Embora a nova lei atribua à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) a função de regulamentar, fiscalizar e aplicar sanções às empresas do setor, a advogada ressalta que as gerenciadoras e transportadoras não devem esperar a norma final para rever seus processos internos.

O primeiro passo das empresas deve ser uma auditoria completa nas bases de dados e nos critérios que alimentam os algoritmos de recusa. Na avaliação de Miriam Ranalli, o setor precisa implementar uma rotina baseada em três filtros fundamentais:

  • Pertinência operacional: verificar se o dado consultado possui relação concreta e objetiva com o risco do frete.
  • Situação jurídica: eliminar bloqueios motivados por processos em andamento e sem trânsito em julgado.
  • Direito à revisão: permitir que o profissional questione a análise e entenda os motivos de uma eventual recusa.

“Cada minuto conta dinheiro para o caminhoneiro. Hoje, análises de risco demoram mais de 24 horas e fazem o motorista perder o frete. A ANTT precisa construir uma regulamentação pautada na proporcionalidade e transparência. Gerenciamento de risco não pode funcionar como um cadastro informal de exclusão profissional”, reforça a advogada.
Caso continue recebendo recusas genéricas sem justificativa plausível, o motorista não deve encarar a resposta como definitiva. A orientação é reunir todas as evidências do frete perdido, registrar as conversas, guardar a negativa formal e formalizar um pedido de esclarecimento diretamente à gerenciadora e à transportadora para exigir o acesso aos dados utilizados.
Se a situação não for resolvida administrativamente, o caminhoneiro pode acionar a ANTT, recorrer à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) ou buscar reparação no Poder Judiciário para questionar restrições indevidas e eventuais prejuízos financeiros.

Empresa paranaense apresenta tecnologia de gestão turística na maior feira do setor na América Latina

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Com sede no Paraná, a Soft Tur participa da 53ª edição da ABAV Expo, realizada de 30 de setembro a 2 de outubro no Expo Center Norte, na capital paulista. A empresa de tecnologia voltada à gestão de negócios turísticos apresenta ao mercado a versão de sua plataforma já ajustada às novas regras de impostos, que passam a valer a partir de 2027. O objetivo é mostrar como a ferramenta pode reduzir riscos fiscais e dar mais controle a quem lida com grandes volumes de reservas, transfers e passeios.

“A reforma tributária é hoje a principal preocupação das empresas médias e grandes do turismo. Não basta emitir a nota com os novos impostos. É preciso saber exatamente de onde vem cada receita e para onde vai cada despesa, reserva por reserva. Nosso sistema já está preparado para isso”, afirma Giliardi de Oliveira, diretor-geral e fundador da Soft Tur.
Considerada a maior feira de turismo da América Latina e o principal encontro de agentes de viagens e profissionais do setor no Brasil, a ABAV Expo voltou a São Paulo depois de sete anos. Organizado pela ABAV Nacional (Associação Brasileira de Agências de Viagens), o evento reúne mais de 2 mil marcas expositoras e tem expectativa de receber acima de 40 mil visitantes.

É nesse ambiente que a empresa paranaense mostra uma solução criada para receptivos, DMCs (Destination Management Companies, empresas que organizam os serviços turísticos no destino), trens turísticos, parques, atrativos e destinos turísticos.

A reforma cria dois novos tributos: o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), de estados e municípios, e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), federal. Eles vão substituir aos poucos impostos como PIS, Cofins, ICMS e ISS. Em 2026, as empresas já precisam informar nas notas fiscais alíquotas (percentuais do imposto) de teste de 0,9% de CBS e 0,1% de IBS. Em 2027, a CBS passa a ser cobrada de fato, e a transição completa segue até 2033.

Para o turismo, a lei prevê um regime específico, com redução de 40% nas alíquotas para hotelaria, parques de diversão e temáticos e agências de turismo. O benefício, porém, exige organização.

No caso das agências que atuam como intermediárias, por exemplo, o imposto incide apenas sobre a receita própria, e os valores repassados a hotéis, receptivos e outros fornecedores ficam de fora do cálculo. Sem separar corretamente essas informações, a empresa corre o risco de pagar mais do que deve ou de ter problemas com o fisco.

Inteligência artificial no dia a dia da operação

Além da adequação fiscal, a Soft Tur leva à feira os recursos de inteligência artificial e automação que vem incorporando ao sistema desde o lançamento do seu Agente de IA, em 2025. Entre as funções estão a conciliação bancária automática, que confere se os pagamentos recebidos batem com o extrato do banco, a conferência de faturas, os lançamentos financeiros e a leitura automática de e-mails para registrar reservas sem digitação manual. No evento, a empresa também demonstra o copiloto, um assistente de inteligência artificial integrado à plataforma.

“A tecnologia chega para tirar do caminho as tarefas repetitivas e reduzir falhas. Quem continua fazendo a diferença é o profissional de turismo, que ganha tempo para atender melhor e vender mais”, diz Giliardi.

O sistema também se conecta a parceiros comerciais, empresas de transporte e guias, além de controlar a ocupação dos passeios. Para parques e atrações, oferece emissão de bilhetes e vouchers, controle de catracas, leitura de ingressos e gestão de operações de city tour.

Operação em grande escala
Atualmente, a Soft Tur atende mais de 100 clientes em todo o país, com foco em receptivos e destinos turísticos, segmentos que concentram a maior complexidade logística da cadeia de viagens. A plataforma reúne controle de reservas, escalas de veículos, atendimento a grupos, finanças e fluxo de informações, funções essenciais para empresas que chegam a transportar mais de 1,2 mil pessoas por dia.

Os números de 2026 mostram a dimensão da operação. Até setembro, o sistema registrou 3,3 milhões de passageiros atendidos e mais de 550 mil reservas processadas. No financeiro, os clientes movimentaram cerca de R$ 60 milhões em pagamentos feitos por links online e aproximadamente R$ 30 milhões via Pix, tudo dentro da plataforma.

“A maioria das agências começa no Excel. Quando o volume cresce, vem o descontrole, e o risco de esquecer um serviço ou perder uma reserva é grande. Com a reforma tributária, esse risco fica ainda maior”, completa o fundador.

Fundada em 2008 e sediada no Paraná, a Soft Tur nasceu para estruturar a gestão de um receptivo turístico que precisava reunir vendas, operação e finanças em uma única plataforma. Hoje, com clientes em diversas regiões do Brasil, a empresa se posiciona como uma das mais especializadas em tecnologia para gestão de turismo no país e tem como prioridade ampliar implantações e integrações.

soft.tur.br

O Brasil não precisa apenas escolher um presidente. Precisa escolher um custo de capital

(*) Por Charluan Gamballe, CEO da GCS Capital

Em 2026, o Brasil escolherá seu próximo presidente. Para quem toma decisões de investimento, porém, há outra escolha acontecendo simultaneamente, e talvez tão importante quanto: qual será o preço para financiar o Brasil nos próximos anos? Não se trata de preferência política. Capital não vota, mas precifica. E confiança, previsibilidade e risco fiscal acabam se transformando em números bastante concretos na curva de juros, no câmbio e no valor dos ativos.

O Brasil chega a esse debate com a Selic em 14% ao ano. As expectativas de inflação para 2026 e 2027 permanecem acima da meta, em 5,0% e 4,2%, respectivamente. Ao mesmo tempo, a Dívida Pública Federal alcançou R$ 9,298 trilhões em julho. Somente a apropriação de juros adicionou R$ 85,53 bilhões ao estoque naquele mês. Há outro número particularmente relevante: após revisar seu Plano Anual de Financiamento, o Tesouro estima que os títulos vinculados à Selic poderão representar entre 49% e 53% da dívida pública federal ao final de 2026. Isso aumenta a importância da relação entre juros, trajetória fiscal e custo de financiamento do Estado.

É aqui que a discussão deixa de ser apenas fiscal e passa a interessar diretamente a empresários e investidores. Quando alguém compra um título público, financia uma companhia ou aporta recursos em um projeto de infraestrutura, não observa apenas o retorno esperado. Precifica o risco de colocar capital naquele ambiente.

Quanto maior a incerteza sobre inflação, dívida e capacidade de execução da política econômica, maior tende a ser o prêmio exigido. O Banco Central tem sido explícito ao reconhecer essa conexão: dúvidas sobre a estabilização da dívida podem elevar a taxa de juros neutra, enquanto políticas capazes de reduzir o prêmio de risco favorecem a convergência da inflação.

Em outras palavras, o risco soberano não termina no Tesouro Nacional. Ele atravessa a economia.
Se financiar o Estado custa mais, aumenta a referência de retorno exigida para financiar empresas. Projetos precisam oferecer taxas maiores para justificar o risco. O crédito fica mais caro. O valor presente dos ativos diminui. Investimentos que seriam economicamente viáveis com determinado custo de capital podem deixar de sê-lo.

Por isso, responsabilidade fiscal não deveria ser entendida apenas como uma discussão sobre cortar ou ampliar gastos. A questão central é a capacidade de construir uma trajetória que investidores considerem sustentável e previsível.

E esse debate ganha dimensão adicional em uma eleição. O mercado não espera a abertura das urnas para formar expectativas sobre o governo seguinte. Investidores antecipam cenários, reposicionam portfólios e incorporam probabilidades aos preços. Muito antes da posse, expectativas sobre dívida, inflação, política fiscal e reformas já começam a influenciar o custo do dinheiro.
O Prisma Fiscal de agosto ajuda a dimensionar o desafio: a mediana das projeções aponta déficit primário do Governo Central de R$ 59,1 bilhões em 2026 e dívida bruta equivalente a 83% do PIB. Para 2027, a projeção da dívida chega a 86,77%. Esses números não determinam o futuro. Mas deixam claro que haverá pouco espaço para decisões econômicas sem consequências sobre a percepção de risco.

Por isso, talvez a pergunta mais importante para 2026 não seja qual candidato o mercado prefere. Mercados não precisam de unanimidade política. Precisam de previsibilidade econômica. O debate que realmente interessa é saber se o próximo ciclo será capaz de construir condições para reduzir, de maneira sustentável, o prêmio exigido para investir no país.

Porque reduzir o custo de capital não é uma agenda do mercado financeiro. É uma agenda de crescimento. Capital mais barato significa mais projetos viáveis, mais capacidade de investimento, melhores condições de financiamento e maior competitividade para as empresas brasileiras.
Para empresários, investidores e gestores de patrimônio, essa diferença também determina onde investir, como financiar negócios e quanto risco faz sentido assumir no Brasil em comparação com outros mercados.

Em 2026, o Brasil escolherá um presidente. Mas as escolhas econômicas que acompanharão essa decisão ajudarão a responder uma pergunta muito mais duradoura: quanto custará acreditar no Brasil?

(*) Charluan Gamballe é CEO da GCS Capital, gestora independente especializada em Asset & Wealth Management, Multi-Family Office e estruturação de investimentos personalizados para indivíduos, famílias empresárias e investidores de alta renda.