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Poupança Premiada Sicredi já revela primeiros ganhadores e terá mais de 600 sorteios em 2026

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Iniciativa chega à 11ª edição com R$ 5 milhões em prêmios e reforça o hábito de poupar entre os associados

A primeira semana de sorteios da Poupança Premiada, iniciada em 9 de março, marca uma nova etapa da campanha, que passa a ter sorteios semanais sempre às segundas-feiras até 14 de dezembro. A iniciativa, que chega à sua 11ª edição, reforça o estímulo ao hábito de poupar e à educação financeira dos associados.

Ao longo da ação, serão mais de 600 chances de ganhar, com a distribuição de R$ 5 milhões em prêmios — o maior volume já registrado pela promoção. A cada semana, 15 associados serão contemplados com prêmios em dinheiro, além de sorteios especiais ao longo do ano.

Com alta adesão desde o lançamento, em 23 de fevereiro, a campanha já ultrapassa 8 milhões de cupons gerados, com expectativa de alcançar mais de 240 milhões até o fim do ano.

Hábito premiado

A associada Irene Selbach, dona de casa de Concórdia do Oeste, distrito de Toledo (PR), foi uma das primeiras 15 ganhadoras. Há 17 anos, ela mantém o hábito de poupar — uma prática que já fez diferença em momentos importantes, como na reforma da casa, na realização de uma cirurgia e em situações de emergência. Como reconhecimento dessa disciplina, Irene foi contemplada novamente na iniciativa, desta vez com um prêmio de R$ 5 mil.

“Eu sempre acreditei na importância de guardar um pouquinho todo mês. A poupança já me ajudou em momentos muito importantes da minha vida. E ser contemplada mais uma vez é uma alegria enorme. Além disso, o atendimento próximo e humano do Sicredi faz toda a diferença para a gente continuar confiando e poupando”, destaca.

Parceria com Ana Castela

A edição de 2026 conta novamente com a parceria da cantora Ana Castela, que, pelo terceiro ano consecutivo, é o rosto da campanha. A artista tem grande identificação com o público jovem e trajetória marcada pelo incentivo à educação financeira desde cedo. Ela reforça a mensagem de que poupar é um hábito acessível e essencial para a realização de sonhos.

Para a gerente de Desenvolvimento de Negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ, Adriana Zandoná, a Poupança Premiada contribui para a formação de hábitos financeiros mais saudáveis. “A Poupança Premiada vai além da premiação. Ela funciona como um estímulo à educação financeira e ao uso mais planejado do dinheiro, mostrando que é possível poupar com constância.”

A mecânica é simples: a cada R$ 100 depositados na poupança, o associado recebe um número da sorte, ampliando suas chances de ganhar. Depósitos programados podem render dois números da sorte. A iniciativa também contribui para o desenvolvimento regional, já que os recursos aplicados retornam em forma de crédito e investimentos nas comunidades.

Com sorteios semanais e forte engajamento dos participantes, a ação promocional segue até dezembro, reforçando que poupar pode ser, ao mesmo tempo, um hábito consciente e uma oportunidade real de conquistar prêmios. Saiba mais acessando o site oficial.


Sobre o Sicredi 

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 10  milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3 mil agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.

Site do Sicredi: Clique aqui

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Educação interrompida no Brasil: milhões ainda não sabem ler ou escrever e universidades se mobilizam para enfrentar o desafio

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Educação interrompida no Brasil: milhões ainda não sabem ler ou escrever e universidades se mobilizam para enfrentar o desafio

Mesmo com avanços recentes, o Brasil ainda convive com um problema estrutural: milhões de pessoas não sabem ler ou escrever. Dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com base na PNAD Contínua 2024, indicam que o país tem aproximadamente 9,1 milhões de brasileiros com 15 anos ou mais em situação de analfabetismo, o que representa uma taxa de 5,3% da população nessa faixa etária. Embora seja o menor índice desde 2016, o número ainda revela um contingente expressivo de cidadãos excluídos de direitos básicos, do acesso pleno ao mercado de trabalho e da participação social.

As desigualdades regionais continuam marcantes. Em estados do Nordeste, como Alagoas, a taxa de analfabetismo entre adultos chega a 14,3%. No Piauí, o índice é de 13,8%, enquanto na Paraíba alcança 12,8% e no Ceará, 11,7%. Maranhão e Sergipe também apresentam percentuais superiores a 10%. Em contraste, unidades da Federação como Santa Catarina e Distrito Federal registram taxas próximas a 2%, com 1,9% e 1,8%, respectivamente. Em estados mais populosos do Sudeste, como São Paulo e Rio de Janeiro, os índices giram em torno de 2% a 2,3%. O retrato reforça que, dependendo do estado, mais de um em cada dez adultos ainda enfrenta limitações severas de alfabetização.

O desafio é ainda mais sensível entre pessoas com 60 anos ou mais, faixa etária em que o analfabetismo é significativamente superior à média nacional. Especialistas apontam que a superação desse quadro exige políticas públicas contínuas, atuação territorial e mobilização de diferentes setores da sociedade.

É nesse contexto que universidades têm buscado ampliar seu papel social. Uma das iniciativas recentes é a campanha “Quando eu começo, alguém recomeça”, estruturada pelo Instituto YDUQS no âmbito do tradicional trote universitário. A proposta mobiliza estudantes das instituições — Estácio, Wyden, IDOMED e Ibmec — para atuarem como pontes de informação e apoio, indicando jovens, adultos e idosos que não concluíram os estudos e os auxiliando no processo de inscrição em programas gratuitos de alfabetização e letramento.

Mais do que uma campanha de engajamento, a iniciativa busca mapear o interesse por oportunidades educacionais, fortalecendo uma rede de apoio comunitário. A ação transforma um ritual acadêmico em mobilização social e estimula o protagonismo estudantil desde o primeiro dia de aula, conectando o início da trajetória universitária ao recomeço educacional de quem teve seus estudos interrompidos.

Para Cláudia Romano, presidente do Instituto YDUQS e vice-presidente do grupo educacional YDUQS, a mobilização reforça o papel estratégico da educação como instrumento de transformação social. “O Brasil avançou nos indicadores, mas ainda convive com milhões de pessoas que não tiveram acesso pleno à alfabetização. Quando conectamos o início da vida universitária ao recomeço educacional de quem ficou para trás, mostramos que o ensino superior também pode atuar como ponte de inclusão e ampliação de oportunidades. Não se trata apenas de formar profissionais, mas de fortalecer trajetórias e ampliar oportunidades reais.”

Segundo ela, o envolvimento dos estudantes amplia o alcance das ações e fortalece a cultura de responsabilidade social nas instituições de ensino. “Ao estimular o protagonismo desde o primeiro dia de aula, reforçamos que a universidade não é um espaço isolado da realidade social. Cada aluno que começa sua graduação pode ajudar alguém a recomeçar. Esse movimento coletivo, construído em rede, tem potencial de gerar impacto concreto nas comunidades onde estamos presentes.”

Desde 2018, o Programa de Alfabetização e Letramento de Jovens e Adultos do Instituto já impactou mais de 2.300 pessoas em 21 unidades distribuídas por 11 estados, com metodologia específica para o público adulto e foco em acolhimento, respeito e aplicação prática do conteúdo. A iniciativa não envolve arrecadação financeira e tem participação voluntária, posicionando o estudante como agente de mobilização e informação, e não como responsável direto pela execução pedagógica. Este ano, o Programa conta com a parceria da Equatorial em Maranhão (Imperatriz) e Pará (Ananindeua), Amapá, Piauí, Goiás e Alagoas.

Além do engajamento universitário, a campanha também prevê participação da comunidade. Familiares, organizações sociais, igrejas e associações locais podem divulgar o programa e apoiar interessados no acesso à inscrição. A proposta dialoga com a agenda de responsabilidade social e com compromissos ligados à educação de qualidade e à redução das desigualdades, reforçando o papel das instituições de ensino superior como agentes complementares no enfrentamento de um desafio histórico do país.

A campanha do primeiro semestre de 2026 ocorre de 16 de março a 9 de maio, com inscrições gratuitas pelo site oficial do Instituto YDUQS. Ao conectar o início da vida universitária ao recomeço educacional de quem ficou para trás, a mobilização busca transformar um momento simbólico em oportunidade concreta de inclusão educacional e fortalecimento das comunidades. Aqueles que desejarem fazer a inscrição de pré-candidatos ao Programa devem acessar o link: Inscrições Programa de Alfabetização e Letramento de Jovens e Adultos.

Essa iniciativa conta com o apoio do Instituto Equatorial, instituição social mantida pelo Grupo Equatorial, que investe diretamente no desenvolvimento das comunidades nos sete estados em que atua, promovendo ações voltadas à transformação social e ao fortalecimento local.

“Combater o analfabetismo está diretamente conectado ao nosso compromisso com a transformação social. Acreditamos que, por meio do conhecimento, ampliamos oportunidades, reduzimos desigualdades e promovemos o desenvolvimento sustentável das comunidades. Valorizamos a diversidade, atuamos com ética e transparência e buscamos construir soluções alinhadas à realidade local, sempre com respeito às pessoas e suas trajetórias. Não existe idade para aprender, e, como Instituto, seguimos apoiando iniciativas relevantes que geram impacto concreto e duradouro na vida das comunidades, fortalecendo parcerias e transformando dados em ações que fazem a diferença.” — Janaína Ali, coordenadora do Instituto Equatorial.

Pátio Batel celebra a Páscoa com atividade que transforma afeto em arte

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Pátio Batel celebra a Páscoa com atividade que transforma afeto em arte

Oficina de pelúcia de Páscoa convida crianças a criar um livro artesanal com um coelho, seus acessórios e uma história para chamar de sua; ação vai de 25 de março a 4 de abril

A Páscoa no Pátio Batel sempre foi sobre mais do que chocolate. Neste ano, o shopping traz uma experiência que une imaginação, afeto e aprendizado em momentos inesquecíveis: a oficina “Era uma vez um Coelho”, uma proposta inédita disponível de 25 de março a 4 de abril no Lounge Bolhas, no Piso L3.

A atividade nasce do desejo do Pátio Batel de criar experiências que permanecem. Na oficina, cada criança customiza seu kit, que é composto por um livro casinha, um coelho de pelúcia e todos os elementos da rotina noturna do personagem: pijama, escova de dentes, cenoura, máscara de dormir e um pequeno cobertor. A história do livro “Era uma vez um Coelho” foi escrita pela psicóloga e autora Ana Isabel Gomes Araújo. O resultado é um universo lúdico e acolhedor que estimula bons hábitos de sono de forma completamente natural e divertida.

“Aproveitamos a Páscoa para reunir dois momentos importantes na vida das crianças: a imaginação, que sempre esteve presente nas atividades do Pátio, e o lado educativo, que aqui aparece com muita leveza”, conta Camila Fleischfresser, head de marketing do Pátio Batel. “A oficina Era Uma vez um Coelho é uma ação pensada com carinho para que cada criança saia com algo que ela mesma criou e que vai fazer parte da sua rotina.”

As vagas são limitadas a 18 por turma, e as inscrições devem ser feitas com antecedência pelo site patiobatel.com.br/pascoa e o pagamento é realizado no local no dia da oficina. Por R$ 150, a criança participa da experiência estimada em 45 minutos, e ao final leva o kit completo para casa.

Autora é psicóloga e busca unir inspiração da maternidade a histórias com sensibilidade

A narrativa que conduz a experiência é assinada pela curitibana Ana Isabel Gomes de Araújo. Psicóloga clínica com 25 anos de atuação, ela reencontrou sua conexão com a infância e a escrita por meio da maternidade, transformando o convívio lúdico e o afeto diário com seus filhos e sobrinhos em histórias que transbordam sensibilidade. Com três livros infantis publicados – incluindo “Os brigadeiros desaparecidos”, obra selecionada em concurso do SESC Paraná – a autora traz para a Páscoa do Pátio Batel um olhar único, que une sua experiência no desenvolvimento humano à magia das histórias autorais, reforçando o caráter pedagógico e emocional do projeto.

Páscoa completa no Singular

Para complementar a programação, o Pátio Batel preparou uma seleção especial de benefícios para os participantes do Singular, o programa de relacionamento do shopping. Entre as opções disponíveis estão ovos clássicos da Kopenhagen, criações exclusivas da Pastry Lab e o Ovo Cacau Praliné Amazônico da Dengo — produto limitado e com exclusividade do Singular para toda a região Sul do Brasil. Cliente Singular também resgata a oficina por pontos no aplicativo. Para participar, basta baixar o aplicativo do Pátio Batel, se cadastrar no Singular, registrar as notas de compras realizadas no shopping e acumular pontos para trocar por benefícios.

Serviço:

Páscoa no Pátio Batel — Oficina Livro Casa do Coelho

Data: 25 de março a 4 de abril de 2026

Local: Lounge Bolhas, Piso L3 — Av. do Batel, 1868, Batel, Curitiba/PR

Valor: R$ 150 por criança (experiência de 45 minutos, kit completo: Livro Casa + Pelúcia + Acessórios)

Capacidade: 18 vagas por turma

Inscrições: Agendamento prévio via plataforma Flugo — https://flugo.com.br/p/patiobatel e pagamento realizado no local

Faixa etária recomendada: todas as idades, menores de 5 anos devem estar acompanhados de um responsável.

Horários das oficinas:

De segunda a sexta: 18h às 20h

Sábados: 15h às 20h

Domingos: 15h às 19h

Sobre o Pátio Batel

Entretenimento, cultura, lazer e compras em um local singular de Curitiba. O Pátio Batel é o único shopping do segmento luxo do Sul do Brasil, com aproximadamente 190 estabelecimentos — entre eles 72 lojas exclusivas como Prada, Burberry, Gucci, Hugo Boss, Louis Vuitton e Tiffany & Co. Em seus 11 anos de história, o Pátio Batel se consolida como “único em todos os sentidos”: um espaço pensado para acolher em uma experiência completa de bem-estar, moda e luxo.

Recoloca: Curitiba recebe feira de empregos exclusiva para profissionais 50+

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Recoloca: Curitiba recebe feira de empregos exclusiva para profissionais 50+

Com mais de 800 vagas disponíveis, 5ª edição do evento conecta empresas e candidatos no próximo dia 25.03

No cenário atual do mercado de trabalho, a experiência tem se tornado um diferencial competitivo cada vez mais valorizado. Reforçando essa tendência, o CEDIVIDA (Centro de Direitos à Vida da Pessoa Idosa), programa mantido pela Associação dos Amigos do HC, realiza no próximo dia 25, quarta-feira, a 5ª Ação Recoloca 50+. A feira de empregos é totalmente focada em profissionais com 50 anos ou mais, oferecendo oportunidades em diversos segmentos, desde o varejo até o setor de serviços e logística.

A feira será realizada na sede do CEDIVIDA, no Alto da Glória, e se destaca pela abrangência das vagas, que contemplam candidatos com níveis de escolaridade fundamental, médio e superior. A iniciativa busca não apenas a reinserção desses profissionais no mercado, mas também o combate ao etarismo, provando que a maturidade traz resiliência e conhecimento técnico essenciais para as organizações.

De acordo com a coordenadora do CEDIVIDA, Idalina Cunha, a feira de empregos é importante não só para quem busca, mas também para quem oferece as oportunidades. “Chegamos ao terceiro ano consecutivo reafirmando nosso compromisso em conectar empresas que buscam perfis seniores a profissionais altamente qualificados”, afirma.

“Acreditamos no poder transformador dessa recolocação, especialmente para quem deseja retornar ao mercado após a aposentadoria ou um período de desemprego, sentindo-se plenamente capaz de contribuir. Embora existam diversos mutirões de emprego, o Recoloca 50+ destaca-se como o único em Curitiba focado exclusivamente nesse público, sendo este o nosso grande diferencial”, acrescenta Idalina Cunha.

Reinvenção aos 69

O mercado de trabalho e a vida pessoal frequentemente se entrelaçam de formas imprevisíveis, especialmente após os 60 anos. Para Evalda de Lourdes Geneski, de 69 anos, o fim do isolamento imposto pela pandemia trouxe a necessidade de se redescobrir. Após enfrentar um período de incertezas e o início de um quadro depressivo, ela encontrou no CEDIVIDA a ponte necessária para sua maior transformação: o retorno à vida ativa. “Vi uma reportagem na TV e não sabia nem o que era, só vi o endereço. Era o CEDIVIDA”, conta a aposentada.

Por meio de atividades que promoveram socialização e qualificação, Evalda superou as dificuldades e a tristeza. A mudança definitiva veio em agosto de 2025, quando uma mensagem recebida em um sábado de manhã se transformou em uma contratação efetiva como agente de teleatendimento. Mais do que um emprego, a função devolveu a ela o senso de utilidade e vitalidade.

“Recebi uma mensagem perguntando se eu estava trabalhando. Fiz a entrevista e os testes online mesmo. Foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida. Hoje eu sinto o prazer de estar produzindo novamente, de estar viva e de poder dar um pouquinho daquilo que eu tenho para as pessoas”, relata Evalda. Sua trajetória ilustra uma tendência crescente no mercado: o valor da experiência aliada à vontade de aprender. Para ela, bater o ponto diariamente não é um fardo, mas a prova concreta de que a idade é apenas um detalhe diante da capacidade humana de se reinventar e continuar contribuindo com a sociedade.

Empresas parceiras

A 5ª Ação Recoloca 50+ reafirma o compromisso social de integrar as pessoas 50+ à economia ativa, proporcionando um ambiente de acolhimento e networking direto entre quem quer contratar e quem tem muito a oferecer.

A distribuição de senhas para a feira de empregos ocorre das 8h30 às 15h, com atendimentos realizados até as 17h. Grandes empresas estarão presentes, com mais de 800 vagas disponíveis, incluindo: Condor, Muffato, Jacomar, Panvel, Família Madalosso, BS Colway, Doce D’ôce, Risotolândia, SENFF, TRC TABORDA, Terceirize Mais e Concentrix.

Além do auxílio na elaboração e revisão de currículos, os candidatos receberão orientações de saúde da Fundação Pró-Renal, atendimentos odontológicos com alunos da UFPR e orientações gerais sobre direitos com a ABRH-PR e a OAB-PR.

De acordo com o presidente da Associação dos Amigos do HC, Ercílio Santinoni, o Recoloca 50+ é um serviço de extrema importância para toda a sociedade. “Incentivar oportunidades para esse público não é apenas uma ação de responsabilidade social, mas também uma estratégia inteligente para o desenvolvimento sustentável do mercado. Ao reunir empresas e candidatos, contribuímos significativamente para a promoção da empregabilidade, da dignidade e da autonomia das pessoas idosas, fortalecendo uma sociedade mais justa e inclusiva”, conclui Santinoni.

Sobre o CEDIVIDA

O CEDIVIDA é um programa de atenção continuada que visa ressignificar o envelhecimento, promovendo protagonismo, longevidade, saúde e bem-estar, defesa de direitos, valorização do trabalho sênior, visibilidade e intergeracionalidade.

Além dos feirões de emprego, o CEDIVIDA promove oficinas, palestras e atividades voltadas para a pessoa idosa. Para participar, basta acompanhar a programação no site e fazer inscrição gratuitamente.

Serviço:

5ª Ação Recoloca 50+

Data: 25 de março (quarta-feira)

Local: CEDIVIDA

Endereço: Av. Agostinho Leão Jr., 320 – Alto da Glória

Horário: das 8h30 às 17h (Senhas distribuídas até às 15h)

Informações cedivida.org.br/recoloca

Outback oferece 86 vagas de emprego para unidade no Shopping Palladium, em Curitiba

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Oportunidades são para atendente de bar, atendente de restaurante, auxiliar de limpeza, auxiliar de cozinha e recepcionista

Quem quer ser um “Outbacker”? Restaurante inspirado na cultura australiana, o Outback Steakhouse inicia um processo seletivo para preencher 86 vagas de emprego em sua unidade do Shopping Palladium, em Curitiba. As oportunidades são para os cargos de atendente de bar, atendente de restaurante, auxiliar de limpeza, auxiliar de cozinha e recepcionista. O processo se inicia em 23 de março e as inscrições podem ser feitas pelo site Outback – Pandapé.

Com um plano de carreira bem estruturado, o Outback se orgulha de ter 86% de seus sócios proprietários, que comandam as unidades ao redor do país, formados internamente. Isso significa que grande parte dos gestores iniciaram as suas carreiras na operação, atuando como recepcionistas, atendentes de restaurante ou bar ou auxiliares de cozinha e limpeza.

Desde o primeiro dia, os colaboradores participam de um programa robusto de treinamento, que dispensa experiência prévia na função. A cada nova etapa da carreira, são oferecidos conteúdos e capacitações para desenvolver sua qualificação e contribuir com o desenvolvimento profissional.

O Outback oferece, além da remuneração, benefícios como vale-transporte, refeição no local, assistência médica e odontológica. A inscrição pode ser feita virtualmente, e o processo seletivo inclui dinâmicas e entrevistas e, para os selecionados, um treinamento prático nos restaurantes, com foco na operação e na cultura da companhia.

Quem pode participar

Podem se candidatar pessoas com mais de 18 anos, ensino médio ou técnico completo e disponibilidade de horário, inclusive aos finais de semana e feriados. O Outback busca profissionais dedicados, com perfil dinâmico e vontade de crescer. Não é necessário ter experiência na área.

Serviço:

Como participar: a inscrição para o processo seletivo pode ser feita por meio do site
https://outback.pandape.infojobs.com.br/

Cargos disponíveis:

Atendente de Restaurante;

Atendente de Bar;

Recepcionista;

Auxiliar de Cozinha;

Auxiliar de Limpeza;

Vagas para Pessoa com Deficiência;

Vagas para Jovem Aprendiz.

Local: Outback – Shopping Palladium Curitiba

Link direto das vagas:https://outback.pandape.infojobs.com.br/Vacancy/Vacancies?search=true&Keywords=palladium&Salary=null&SalaryUpper=true&Deficiency=2

Requisitos: pessoas com ensino médio/técnico completo e disponibilidade de horário, inclusive aos finais de semana e feriados.

Faixa etária: maiores de 18 anos.

Remuneração: variável de acordo com o cargo exercido e as horas trabalhadas.

Benefícios: vale-transporte, refeição no local, assistência médica e odontológica (os dois últimos após o período de experiência).

Etapas do processo seletivo: inscrição online, dinâmica de grupo e entrevistas.

Sobre o Outback Steakhouse

O Outback Steakhouse possui 188 restaurantes no Brasil e está presente em 86 cidades, 21 estados brasileiros e no Distrito Federal. No mundo está em 23 países nas Américas, Ásia e Oceania. O primeiro restaurante no País foi inaugurado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, em 1997. Com seus cortes de carne especiais e aperitivos icônicos como a Bloomin’ Onion, o Outback caiu no gosto do brasileiro pela qualidade e sabor marcante da sua culinária, somados à descontração no atendimento e às instalações aconchegantes. Inspirado na Austrália, o restaurante enfatiza vários aspectos da cultura australiana, como esporte, pontos turísticos, paisagens icônicas, tradições e lazer. Além disso, a marca oferece uma experiência única, divertida e de altíssimo padrão que, no Brasil, ficou conhecida como #MomentoOutback.

Terreno que abrigava fábrica de instrumentos musicais dá lugar a empreendimento residencial na Vila Izabel

Em uma noite que contou com a palestra do especialista em imóveis Murilo Arjona, a ATR Incorporadora apresentou, na sede Concórdia do Clube Curitibano, o empreendimento Sonatta, com VGV de mais de R$100 milhões. Construído em um terreno onde antes funcionava uma fábrica de instrumentos musicais, o Sonatta remete ao latim “sonare”. “Sonata” significa “tocar”, referindo-se à música instrumental.

O pré-lançamento contou com a participação de mais de 350 corretores de imóveis. Segundo o CEO da ATR, Rafael Rosa, o Sonatta é um produto diferenciado, com 85 unidades em duas torres residenciais espelhadas. “É o produto certo, no lugar certo, no timing certo. A Vila Izabel é um bairro com grande potencial de transformação, também apostamos na data por conta do corte da taxa de juros”, explica o CEO.

A ATR conta com 18 empreendimentos lançados, sendo dez entregues. Atualmente, são 34 mil metros quadrados em cinco canteiros de obras. Durante a noite, a gerente de plataforma da ATR, Hellida Zopechouka; a coordenadora de Novos Negócios, Incorporação e Produtos, Bianca Gabardo, e a gerente comercial Andressa Gomes Moraes apresentaram a planta do Sonatta, suas especificidades e vantagens para o comprador. As vendas iniciam neste final de semana.

Na apresentação, Andressa falou sobre as condições especiais do empreendimento. “Conseguimos uma redução no valor do metro quadrado da região que é de R$13,5 mil para R$12,2 mil, excelente para as vendas”.

Palestra

O palestrante Murilo Arjona fez uma avaliação do mercado e falou sobre os desafios do setor. “O corretor não pode ser apenas um mostrador de imóveis. Precisa ter conhecimento, atualização, para sempre poder mostrar opções aos seus clientes. 2026 será um dos melhores anos do mercado”. Sobre o crédito associativo, Murilo traçou comparativos com outros formatos de financiamento. “O corretor precisa conhecer todos, pois muitas vezes o cliente desconhece e é uma grande possibilidade de oferecer outras opções, não podemos ficar apenas na venda fácil”, acrescenta.

Rafael Rosa elogiou a palestra e destacou que Murilo Arjona tocou em pontos essenciais e muito utilizados no dia a dia. “A palestra foi ao encontro da forma com que a gente vende. Usamos o crédito associativo e isso vem ao encontro de nossas experiências nesse modelo”, finaliza o CEO.

Fábrica de instrumentos

Um dos participantes do evento, o luthier Tom Castelli era o proprietário da Fábrica de Instrumentos Castelli. O local foi vendido para dar lugar ao Sonatta. “É sempre uma emoção quando passo na frente, no local onde a fábrica funcionou por 35 anos. É uma sensação diferente, mas vejo que está sendo feito um empreendimento com qualidade, que sempre foi nossa marca registrada”.

No início da noite, durante a recepção, os convidados foram recebidos com coquetéis e uma apresentação do Quarteto Alma, que executou peças musicais modernas e antigas.

Curitiba entra no modo inteligente ,  mas a verdadeira inovação começa nas obras

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Nesta semana, Smart City Expo Curitiba transforma a capital paranaense em um dos principais polos de debate sobre o futuro urbano. Especialistas, gestores públicos e líderes do setor privado se reúnem para discutir temas como mobilidade, tecnologia e cidades inteligentes , conceitos que, cada vez mais, deixam de ser tendência para se tornar necessidade.

Mas, em meio a painéis sobre inovação digital e soluções urbanas conectadas, é preciso ampliar o olhar. A inteligência de uma cidade não se constrói apenas com sensores, aplicativos ou plataformas integradas. Ela começa, silenciosamente, nas obras. Está na forma como projetamos, construímos e operamos os espaços onde a vida urbana acontece.

Uma obra verdadeiramente sustentável vai além do uso de materiais certificados ou da busca por selos ambientais. Ela considera todo o seu ciclo de vida: desde a concepção até a operação. Isso inclui eficiência energética, conforto térmico, redução de desperdícios, integração com o entorno e, principalmente, a capacidade de adaptação às novas demandas da sociedade. Construir com inteligência é, antes de tudo, construir com responsabilidade.

Nesse contexto, o uso eficiente da energia se torna um dos pilares centrais. A energia, embora invisível, é um dos recursos mais estratégicos dentro de qualquer edificação. E é justamente nesse ponto que a tecnologia pode, e devem atuar de forma mais assertiva.

Foi com esse propósito que surgiu, em 2023, a SmartLy: transformar o consumo energético em algo inteligente, acessível e gerenciável. A proposta é simples, mas poderosa,  permitir que residências e ambientes sejam controlados à distância, por meio do celular, otimizando o uso de equipamentos, ajustando condições ambientais e evitando desperdícios.

Mais do que automação, trata-se de consciência. Desligar equipamentos remotamente, programar o funcionamento de sistemas e adaptar o consumo às reais necessidades do usuário são ações que, somadas, geram impacto direto na sustentabilidade urbana. Afinal, uma cidade inteligente não é apenas aquela que coleta dados, mas aquela que sabe utilizá-los para melhorar a vida das pessoas e preservar recursos.

Ao discutir o futuro das cidades, é fundamental lembrar que inovação não está apenas no que vemos, mas também no que sustenta, literalmente,  o funcionamento urbano. A tecnologia que impressiona nos palcos precisa dialogar com a engenharia que transforma o cotidiano.

Curitiba, reconhecida por seu histórico de planejamento urbano, tem agora a oportunidade de reforçar esse protagonismo ao integrar tecnologia e construção sustentável de forma ainda mais profunda. Porque, no fim, cidades inteligentes são aquelas que equilibram inovação, eficiência e responsabilidade.

E isso começa na base.

*Euclides Ciruelos
Engenheiro civil, mestre em sustentabilidade e Co-Funder da Hotfloor e SmartLy

Hospital INC debate avanços no tratamento cirúrgico da epilepsia

A curitibana Rafaela Araque Gurgel, 44, recebeu o diagnóstico de epilepsia aos dois anos de idade. No início, foi tratada com remédios e, aos 17 anos foi submetida à primeira cirurgia. “Houve redução das crises, mas não acabaram. Por isso realizei uma segunda cirurgia aos 22 anos. Fiquei um período de seis anos sem crises epilépticas, porém elas retornaram e passaram a atrapalhar a minha vida. Eu buscava uma solução mais efetiva”, relata. Em 2021, Rafaela passou por um procedimento cirúrgico para implante de VNS (Estimulação do Nervo Vago) no Hospital INC (Instituto de Neurologia e Cardiologia de Curitiba). “Estou há cinco anos sem crises. Minha vida mudou completamente. Hoje consigo fazer tudo o que eu não podia antes, como ir a shows, viajar sozinha. Ainda faço uso de medicação, mas não como antes”.

A terapia com VNS é um dos procedimentos cirúrgicos indicados para os casos de epilepsia refratária, ou seja, aqueles que não apresentam controle adequado com o uso de medicamentos. A epilepsia é uma doença que apresenta a prevalência de 2% na população, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), atingindo todas as classes, gêneros e faixa etária. Cerca de 30% dos pacientes são refratários ao tratamento medicamentoso e podem se beneficiar da cirurgia, que deve ser determinada após investigação com exames como ressonância magnética e videoeletroencefalograma.

Além de VNS, outras intervenções podem ser realizadas para eliminar ou reduzir as crises, como a cirurgia para implantação de Estimulação Cerebral Profunda (DBS) e os procedimentos de lobectomia, calosotimia, lesionectomia e hemisferectomia. “Há técnicas minimamente invasivas e outras que envolvem a remoção de áreas específicas do cerébro responsáveis pela origem das crises. Com o tratamento correto, por meio do controle com medicamentos ou de cirurgia e aparelhos adequados, os pacientes podem levar uma vida normal”, explica o neurologista do Hospital INC Dr. Bruno Takeshita.

Com o objetivo de ampliar a conscientização sobre a epilepsia, seu tratamento e o enfrentamento do estigma associado à doença, todos os anos, o Hospital INC realiza uma ação de conscientização no Purple Day. Neste ano, a programação abordará as alternativas cirúrgicas para tratar a epilepsia em uma roda de conversa com especialistas. O evento é aberto ao público e será realizado no próximo sábado (28), a partir das 10h30, na filial do INC Imagem, localizada no centro médico do ParkShoppingBarigüi. A participação é gratuita.

INC lidera número de implantes de VNS na região Sul

Referência no diagnóstico e tratamento da epilepsia, o INC é um dos pioneiros na realização da terapia da Estimulação do Nervo Vago (VNS). O hospital já implantou mais de 150 aparelhos de VNS para tratar epilepsia, consolidando-se como o centro especializado com o maior número de neurocirurgias para este fim na região Sul. Esse tratamento é eficaz para reduzir em 60 a 70% das crises epilépticas. O VNS consiste na implantação de um marcapasso cerebral – um pequeno computador que  ajuda a neuromodular a atividade cerebral –  que pode levar ao controle total das crises.

Há 25 anos, o Hospital INC mantém a Unidade de Cirurgia de Epilepsia que se dedica a desenvolver estudos e o atendimento especializado, principalmente, de pacientes refratários ao tratamento convencional. Segundo o Dr. Takeshita, entre as pessoas com epilepsia que são resistentes aos medicamentos, ainda há aquelas que acabam apresentando um quadro mais grave, com perdas cognitivas e outras alterações neurológicas.

Técnicas mais complexas de estimulação cerebral ou do nervo vago já fazem parte do rol da ANS (Agência Nacional de Saúde) e são aprovadas pela Anvisa, com cobertura pelos planos de saúde.

SERVIÇO

Roda de conversa – Você sabia que a epilepsia pode ser tratada com cirurgia?

Data: 28 de março de 2026, às 10h30

Local: Filial INC Imagem – Centro Médico do ParkShoppingBarigüi –  Piso L3 (R. Prof. Pedro Viriato Parigot Souza, 600)

Inscrição: gratuita, por meio do link eventosinc.com.br

Termina nesta segunda (23/03) o prazo de inscrição para o concurso da Araucária Nitrogenados S.A.

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Termina nesta segunda (23/03) o prazo de inscrição para o concurso da Araucária Nitrogenados S.A.

Salários chegam a R$ 8,2 mil; profissionais experientes podem obter diploma técnico em até 20 dias e participar da seleção

Termina nesta segunda-feira (23/03) o prazo para se inscrever no concurso da Araucária Nitrogenados S.A. (ANSA). O edital prevê o preenchimento de 126 vagas imediatas, além da formação de cadastro reserva, em 28 áreas distintas de níveis médio e superior. As remunerações variam de R$ 4.144,77 a R$ 8.248,49.

Os interessados devem se inscrever exclusivamente pelo site https://www.cebraspe.org.br/concursos/ansa_26 até as 18h de segunda-feira (23/03). As provas objetivas serão aplicadas no dia 26 de abril nas cidades de Curitiba, Londrina, Guarapuava e Cascavel.

As vagas de nível superior contemplam as áreas de Administração, Direito, Contabilidade, Engenharias e Medicina do Trabalho. Já as oportunidades de nível médio focam em operação de processos, manutenção industrial e inspeção de equipamentos, entre outras.

Certificação reconhece competência técnica

Para quem deseja disputar as vagas de nível médio, possui experiência prática, mas ainda não tem o diploma técnico, há uma alternativa ágil. É possível obter o documento em até 20 dias por meio de uma aferição de competências, que comprova os conhecimentos já adquiridos.

A certificação técnica por competência já existe no Brasil há 30 anos, é autorizada pelo artigo 41 da Lei Federal nº 9.394/96 (LDB), mas ainda é pouco conhecida pelo grande público.

“Após o envio da documentação, o candidato passa por uma avaliação online. Se aprovado, recebe a via digital do diploma de técnico em até 20 dias. O documento é reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC), tem o mesmo valor jurídico do diploma regular e permite a participação em concursos públicos, como o da ANSA”, explica Juliane Cris Galvão, diretora do Ietaam Regional Paraná, instituição autorizada pelo MEC a realizar o processo.

Dúvidas comuns sobre a certificação

Para esclarecer o funcionamento do processo, a diretora Juliane Cris Galvão respondeu aos principais questionamentos:

1. O que é a certificação técnica e qual sua validade legal? É um processo de avaliação oficial (LDB art. 41) que reconhece a experiência prática e a converte em um diploma técnico. O documento é reconhecido pelo MEC, tem o mesmo valor jurídico de um curso regular e permite o registro em conselhos de classe (como CFT ou CRT) e a participação em concursos, como o da ANSA.

2. Quem pode solicitar e quais áreas são atendidas? Profissionais com ensino médio completo e pelo menos dois anos de experiência comprovada (CLT, declaração ou contrato), além de estudantes de graduação a partir do 5º período em áreas correlatas. São mais de 50 áreas disponíveis, incluindo Gás e Petróleo, Mecânica, Eletrotécnica, Segurança do Trabalho, Química e Administração. A lista geral pode ser conferida no site www.tecnicoporcompetencia.com.br

3. Como funciona o processo de avaliação e quanto tempo demora? O processo consiste em uma análise documental rigorosa seguida de uma prova teórica online. Diferente de um curso tradicional, aqui o profissional apenas prova o que já sabe. A conquista do diploma é rápida, levando entre 20 e 40 dias corridos.

4. Qual é o valor de investimento e o que acontece em caso de reprovação? A avaliação documental e a prova objetiva são gratuitas. O candidato só paga uma taxa única de certificação se for aprovado. Caso não passe, recebe um feedback sobre as lacunas de conhecimento e pode reiniciar o processo sem custos adicionais.

5. Posso me inscrever no concurso da ANSA mesmo sem o diploma em mãos? Sim, você pode realizar a inscrição no concurso enquanto conduz o processo de certificação. No entanto, é recomendável iniciar a avaliação o quanto antes para garantir que o diploma esteja pronto até a data da convocação e apresentação de documentos.

Lei de proibição dos Celulares melhora convivência nas escolas particulares do Paraná

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Após um ano de vigência, medida transformou smartphone de “vilão” a aliado pedagógico, zerando retenção em turmas e resgatando socialização entre alunos

Boletins com médias em ascensão, turmas inteiras sem nenhuma reprovação e um salto na concentração dos alunos. Este é o saldo prático nas escolas particulares do Paraná após um ano da implementação da Lei nº 15.100/2025, que restringiu o uso recreativo de celulares na educação básica. O movimento, que inicialmente gerava apreensão, revelou-se uma alavanca de desempenho acadêmico e de transformação social.

Dados da Frente Parlamentar Mista da Educação já apontavam a tendência: 83% dos estudantes afirmam prestar mais atenção nas aulas, e 77% dos gestores perceberam redução no cyberbullying. No cotidiano escolar, os resultados são ainda mais visíveis e vão além da disciplina.

Para Gil Vicente Moraes, diretor de Ensino Médio do Sinepe/PR, a lei promoveu um resgate do aluno. “O silêncio digital deu lugar ao burburinho humano. Você tinha um isolamento de muitos jovens no intervalo. Hoje, as tradicionais rodinhas de bate-papo voltaram. No primeiro momento, volta até a ter bolinha de papel voando na sala. Melhor a bolinha de papel do que o celular tirando foto o tempo todo”, ilustra o educador.

De vilão a ferramenta pedagógica 

O sucesso da medida não se deu por uma “guerra” à tecnologia, mas pela mudança de status do aparelho. O uso recreativo foi vetado, mas o pedagógico é incentivado. “O celular não foi abolido, e sim utilizado em prol do aluno”, explica Moraes. Atualmente, os aparelhos integram metodologias ativas para pesquisas rápidas e acesso a plataformas. “Há professores que pausam a aula e lançam desafios para que pesquisem na internet”, destaca.

Salto nas notas e queda da reprovação 

Com o fim da distração, o reflexo nos boletins foi imediato. “Na instituição onde sou diretor, o índice geral de reprovação escolar caiu mais de 70%. Tivemos 170 formandos de 9º ano em 2025, com zero retenção. No 1º ano do Ensino Médio, etapa historicamente sensível, a redução de reprovações ultrapassou 80%. Além disso, a quantidade de estudantes reconhecidos por mérito acadêmico triplicou em algumas turmas”, comemora o educador.

O receio de conflitos constantes também diminuiu, com a retenção de aparelhos tornando-se rara. “Houve o entendimento dos próprios estudantes de que o uso excessivo prejudicava a aprendizagem. A ocupação deles hoje é ser estudantes”, resume Moraes. A medida também abriu um canal vital de diálogo com as famílias sobre a educação digital e os limites na formação dos jovens.

Eco nas universidades

Esse movimento de conscientização, inclusive, já começa a ecoar além da educação básica. Segundo o diretor, há um movimento crescente de instituições de ensino superior adotando restrições semelhantes. “No começo deste ano, pelo menos cinco ou seis universidades já sinalizaram que o uso livre de celulares na sala de aula não será mais permitido”, revela. Para Moraes, essa expansão consolida um caminho sem volta. “Cria-se um alinhamento cultural. Não pode na educação básica, não pode no ensino superior, a não ser que tenha intencionalidade didático-pedagógica”, finaliza.