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Split payment exige preparação das empresas

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Novo modelo da Reforma Tributária muda a forma de recolhimento dos tributos e exige revisão dos processos financeiros e tecnológicos antes da implantação definitiva

A Reforma Tributária já começou a sair do papel e uma das mudanças que mais deve impactar a rotina das empresas é o chamado split payment, mecanismo que altera a forma como os tributos sobre o consumo serão recolhidos. Embora sua adoção inicial esteja prevista para ocorrer de forma gradual e facultativa entre empresas (B2B) a partir de 2027, especialistas alertam que a preparação deve começar agora, principalmente na adequação dos sistemas, dos processos internos e da gestão do fluxo de caixa.

Na prática, o split payment, ou “pagamento dividido”, faz com que o valor correspondente aos tributos seja separado automaticamente no momento em que o cliente realiza o pagamento. Em vez de todo o recurso entrar no caixa da empresa para posterior recolhimento dos impostos, a parcela destinada ao IBS e à CBS será direcionada diretamente aos cofres públicos, reduzindo a possibilidade de inadimplência tributária e acelerando a geração de créditos fiscais.

Para o contador e especialista em gestão tributária Danilo Fermino da Flow Contabilidade, a mudança representa uma verdadeira transformação cultural na administração financeira das empresas. “O split payment não é apenas uma alteração na forma de pagar impostos. Ele muda completamente a dinâmica do fluxo financeiro das organizações. Quem deixar para entender esse sistema apenas quando ele entrar em operação poderá enfrentar dificuldades de adaptação, principalmente em relação ao capital de giro e aos controles internos”, afirma.

Segundo Danilo, um dos maiores desafios será a integração entre os sistemas de gestão empresarial, emissão de documentos fiscais, instituições financeiras e plataformas de pagamento. Empresas que ainda operam com processos manuais ou pouco automatizados precisarão investir em tecnologia para garantir conformidade e evitar falhas operacionais. “A Reforma Tributária exige muito mais do que conhecimento fiscal. Ela exige processos bem estruturados, tecnologia integrada e informações confiáveis em tempo real. A contabilidade passa a ter um papel ainda mais estratégico dentro das empresas”, destaca.

Outro ponto que merece atenção é o planejamento financeiro. Como parte dos tributos deixará de permanecer temporariamente no caixa da empresa, muitos negócios precisarão revisar sua gestão de capital de giro e suas projeções de fluxo de caixa. Especialistas apontam que setores com margens reduzidas podem sentir mais rapidamente os efeitos dessa mudança, tornando indispensável um planejamento antecipado.

Apesar dos desafios, o novo modelo também promete benefícios importantes para o ambiente de negócios. A expectativa do governo é reduzir fraudes, diminuir a sonegação, simplificar a utilização dos créditos tributários e aumentar a transparência das operações. A implementação ocorrerá de forma escalonada justamente para permitir que empresas, sistemas financeiros e administrações tributárias realizem os ajustes necessários antes da obrigatoriedade do modelo.

Para Danilo Fermino, o momento é de informação e planejamento. “A empresa que começar a se preparar agora terá uma transição muito mais tranquila. A Reforma Tributária não deve ser encarada apenas como uma obrigação legal, mas como uma oportunidade para modernizar processos, aumentar a eficiência da gestão e tornar o negócio mais competitivo no longo prazo.”

Serviço: Flow Contabilidade Digital
Danilo Fermino, Contador CRC PR 078065/O-2
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Celular exige autorização

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Decisões do STF e do STJ reforçam que polícia pode apreender o aparelho, mas acessar seu conteúdo depende de autorização judicial ou consentimento livre e expresso do proprietário

A frase é comum em abordagens policiais por todo o país: “Desbloqueia aí”. Muitas pessoas entregam o celular imediatamente, acreditando que a recusa pode ser interpretada como culpa ou falta de colaboração. O que poucos sabem é que a legislação brasileira estabelece limites claros para o acesso ao conteúdo de aparelhos eletrônicos e que o descumprimento dessas regras pode comprometer toda uma investigação criminal.

O tema ganhou ainda mais relevância após o Supremo Tribunal Federal (STF) fixar entendimento no Tema 977 da Repercussão Geral, definindo que apreender um celular é diferente de acessar as informações armazenadas nele. Embora o aparelho possa ser apreendido em determinadas situações, o acesso às mensagens, fotografias, conversas, arquivos e demais dados pessoais depende, como regra, de autorização judicial ou do consentimento livre, expresso e inequívoco do proprietário.

Para o advogado criminalista Jefferson Nascimento da Silva, essa distinção é fundamental para garantir o respeito aos direitos constitucionais e evitar que provas sejam anuladas futuramente. “O celular deixou de ser apenas um objeto. Hoje ele reúne praticamente toda a vida de uma pessoa: conversas particulares, informações bancárias, documentos, localização, registros profissionais e familiares. Por isso, o STF reconheceu que acessar esse conteúdo exige requisitos específicos previstos em lei”, explica.

O especialista ressalta que outro ponto importante é a própria legalidade da abordagem policial. O Código de Processo Penal determina que revistas pessoais dependem de fundada suspeita baseada em elementos concretos, e não apenas em impressões subjetivas. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) já decidiu que fatores como nervosismo, antecedentes criminais, presença em determinada região ou a chamada “atitude suspeita”, sem descrição objetiva, não são suficientes para justificar uma busca pessoal.

Segundo Jefferson, mesmo quando há uma abordagem legítima, isso não significa autorização automática para vasculhar o conteúdo do telefone. “Existe uma diferença muito grande entre apreender o aparelho e acessar os dados que estão dentro dele. Em uma abordagem de rua, um simples ‘desbloqueia aí’ não representa, necessariamente, um consentimento livre. A pessoa está diante de agentes armados, em uma situação de pressão psicológica, muitas vezes sem qualquer orientação sobre seus direitos. É exatamente por isso que a Justiça exige critérios rigorosos para validar esse tipo de autorização”, afirma.

O advogado destaca que a própria Constituição Federal passou a reconhecer expressamente, por meio da Emenda Constitucional nº 115, a proteção dos dados pessoais como direito fundamental. Além disso, o Marco Civil da Internet assegura a inviolabilidade das comunicações privadas, salvo nas hipóteses previstas em lei. Caso essas garantias sejam desrespeitadas, não apenas o conteúdo obtido de forma irregular poderá ser excluído do processo, mas também todas as provas produzidas a partir dele.

“Quando uma prova é considerada ilícita, toda a investigação construída a partir dela pode ser comprometida. Se um endereço foi descoberto em uma conversa acessada ilegalmente ou uma testemunha foi localizada por meio dos contatos do celular, esses elementos também poderão ser questionados judicialmente. O respeito às regras não dificulta o trabalho da polícia; pelo contrário, fortalece a investigação e evita que meses de trabalho sejam anulados durante o processo”, observa.

Diante desse cenário, Jefferson orienta que a população conheça seus direitos sem abrir mão do respeito às autoridades. “Colaborar com a abordagem policial é um dever do cidadão, mas isso não significa renunciar às garantias previstas na Constituição. Caso haja pedido para acessar o conteúdo do celular, a pessoa pode informar, de maneira respeitosa, que prefere que isso ocorra mediante autorização judicial e solicitar que essa manifestação seja registrada. Conhecer os próprios direitos não protege apenas quem responde a uma investigação, protege qualquer cidadão”, conclui.

Serviço: Jefferson Nascimento da Silva
Advogado Criminalista, OAB/PR 86.750
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Rua Conselheiro Laurindo, 600 – sala 1006/1007, Centro, Curitiba/PR.

Golpes digitais, no mercado imobiliário avançam

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Advogado alerta para o crescimento das fraudes imobiliárias pela internet e explica os cuidados que compradores, vendedores e locatários devem adotar antes de fechar um negócio

A digitalização do mercado imobiliário trouxe mais praticidade para quem compra, vende ou aluga imóveis. Visitas virtuais, assinaturas eletrônicas, anúncios em plataformas digitais e pagamentos instantâneos reduziram distâncias e agilizaram negociações. Ao mesmo tempo, porém, esse ambiente abriu espaço para um novo tipo de criminalidade. Falsas imobiliárias, corretores inexistentes, anúncios clonados, escrituras falsificadas e golpes envolvendo transferências via PIX estão entre as fraudes que mais preocupam especialistas e autoridades.

O prejuízo pode chegar a centenas de milhares de reais. Em muitos casos, criminosos copiam anúncios verdadeiros, utilizam fotografias reais de imóveis, criam perfis falsos em redes sociais e aplicativos de mensagens e convencem compradores ou locatários a realizar pagamentos antecipados para garantir um suposto negócio. Quando a vítima percebe a fraude, o dinheiro já foi transferido para contas de terceiros e recuperar os valores torna-se uma tarefa complexa.

Segundo o advogado especialista em Direito Imobiliário Carlos Alberto Zonta Junior, a sofisticação desses golpes exige que consumidores redobrem os cuidados antes de qualquer negociação. “Hoje os criminosos conseguem reproduzir logotipos, contratos, documentos e até identidades visuais de imobiliárias conhecidas. Muitas vezes a fraude parece absolutamente legítima. Por isso, a conferência das informações deixou de ser uma recomendação e passou a ser uma etapa obrigatória de qualquer negociação imobiliária”, afirma.

Entre as práticas mais comuns está a atuação do chamado falso corretor. O golpista se apresenta como profissional habilitado, intermedeia a negociação e solicita pagamentos de sinal ou entrada em contas bancárias que não pertencem ao proprietário nem à imobiliária. Outro golpe recorrente envolve a alteração dos dados bancários momentos antes da transferência dos recursos. “É fundamental confirmar os dados da conta por um canal diferente daquele utilizado durante a negociação. Um simples telefonema para a imobiliária ou para o corretor pode evitar prejuízos significativos”, orienta Zonta.

O especialista também chama atenção para a necessidade de verificar a documentação do imóvel e a identidade dos envolvidos antes da assinatura de qualquer contrato. Escrituras falsas, procurações fraudulentas e documentos adulterados podem dar aparência de legalidade a operações inexistentes. “Toda compra ou venda deve passar por uma análise documental criteriosa. Certidões atualizadas, matrícula do imóvel e a conferência da regularidade do corretor e das partes envolvidas são medidas que reduzem consideravelmente o risco de fraude”, explica.

Outra orientação importante é desconfiar de ofertas muito abaixo do valor de mercado ou de negociações marcadas por excesso de urgência. Segundo o advogado, os golpistas costumam pressionar a vítima para que a decisão seja tomada rapidamente, impedindo que haja tempo para conferências e consultas. “Quando alguém insiste para que o pagamento seja imediato porque existe outro comprador ou porque a oportunidade vai acabar em poucos minutos, esse comportamento deve servir como sinal de alerta. No mercado imobiliário, cautela nunca é excesso”, destaca.

Para Carlos Alberto Zonta Junior, o avanço das fraudes digitais exige uma mudança de comportamento dos consumidores. “A tecnologia trouxe inúmeras vantagens para o mercado imobiliário, mas também aumentou a responsabilidade de quem negocia. Verificar documentos, confirmar informações e buscar orientação jurídica antes de movimentar valores elevados são atitudes que podem evitar perdas financeiras e anos de disputas judiciais. No mercado imobiliário, segurança continua sendo o melhor investimento”, conclui.

Serviço: Carlos Alberto Zonta Junior
Advogado Imobiliário, OAB/PR 77920
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Rua Arthur Thomas, 942, Loja 01, Zona 01, Maringá – PR.

IA cabe no bolso

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Inteligência artificial permite que micro e pequenos empreendedores criem soluções tecnológicas antes restritas às grandes empresas

Durante muitos anos, desenvolver um aplicativo, automatizar processos ou criar sistemas personalizados era um investimento acessível apenas para grandes empresas. Hoje, esse cenário mudou. Com o avanço da inteligência artificial e das plataformas de desenvolvimento de baixo código (low-code e no-code), micro e pequenos empreendedores já conseguem automatizar tarefas, criar aplicativos internos e melhorar a gestão dos negócios com investimentos significativamente menores e em prazos muito mais curtos.

Essa transformação acontece em um momento importante para o empreendedorismo brasileiro. Dados do Sebrae apontam que os pequenos negócios representam cerca de 99% das empresas do país e são responsáveis por mais da metade dos empregos formais. Ao mesmo tempo, a digitalização deixou de ser um diferencial para se tornar uma necessidade competitiva. Quem consegue produzir mais, atender melhor e tomar decisões mais rápidas ganha espaço no mercado.

Segundo Bruno Castro, especialista em inteligência artificial e transformação digital da B.Castro Consultoria, a democratização da tecnologia abriu uma oportunidade inédita para pequenos empresários. “Hoje, um profissional liberal ou um microempreendedor pode utilizar inteligência artificial para resolver problemas do dia a dia sem precisar investir milhões em tecnologia. A IA deixou de ser uma ferramenta exclusiva das grandes corporações e passou a fazer parte da rotina de quem deseja crescer com eficiência”, afirma.

Na prática, a tecnologia pode ser utilizada para automatizar atendimento ao cliente, organizar documentos, gerar propostas comerciais, controlar processos internos, criar aplicativos personalizados, acompanhar indicadores, emitir alertas e integrar diferentes sistemas. Em vez de substituir pessoas, essas soluções eliminam tarefas repetitivas e permitem que o empreendedor dedique mais tempo ao relacionamento com clientes e ao planejamento estratégico do negócio.

Outro avanço importante é a popularização das plataformas que permitem desenvolver soluções praticamente sem programação. Com apoio técnico especializado, empresas conseguem construir aplicativos para controle de vendas, gestão de equipes, acompanhamento de serviços e comunicação com clientes de forma muito mais rápida do que há poucos anos. O resultado é aumento de produtividade, redução de erros operacionais e maior capacidade de escalar o negócio.

“O empresário não precisa mais adaptar seu negócio às limitações das planilhas ou dos sistemas prontos. Hoje é possível criar soluções sob medida para a realidade de cada empresa, automatizando exatamente aquilo que gera desperdício de tempo e recursos. A tecnologia deixou de ser um luxo para se tornar uma ferramenta estratégica de crescimento”, destaca Bruno Castro.

Para o especialista, a inteligência artificial representa uma oportunidade especialmente importante para quem empreende com equipes reduzidas. “Quando pequenas empresas utilizam tecnologia para automatizar processos, elas passam a competir em outro nível. A IA aumenta a capacidade técnica, melhora a qualidade das entregas, reduz custos operacionais e ajuda o empreendedor a tomar decisões com muito mais precisão. O futuro da competitividade não está apenas nas grandes empresas, mas também na capacidade dos pequenos negócios de utilizar a tecnologia a seu favor”, conclui.

Serviço: B.Castro Consultoria

Bruno Castro

Consultor em Processos, Tecnologia e Mentalidade

(41) 99952 8310

@bcastro.consultoria

comercial@bcastroconsultoria.com

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Agosto Dourado e sorriso saudável

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Campanha reforça que os cuidados com a saúde bucal durante a gestação influenciam o desenvolvimento do bebê e ajudam a prevenir complicações para mãe e filho

O Agosto Dourado é conhecido nacionalmente por incentivar o aleitamento materno e conscientizar sobre a importância dos primeiros cuidados com o bebê. O que muitas famílias desconhecem é que a saúde bucal da gestante também faz parte desse processo e pode influenciar tanto a gravidez quanto os primeiros meses de vida da criança. O acompanhamento odontológico durante a gestação é considerado seguro e desempenha papel importante na prevenção de doenças que podem comprometer a saúde da mãe e do bebê.

Alterações hormonais típicas da gravidez aumentam a predisposição a problemas como gengivite, sangramentos e doença periodontal. Quando essas condições não são tratadas, podem desencadear inflamações capazes de afetar o organismo como um todo. Estudos científicos apontam associação entre doença periodontal e maior risco de parto prematuro e baixo peso ao nascer, reforçando a importância do pré-natal odontológico como parte dos cuidados integrais com a gestante.

Para a cirurgiã-dentista Dra. Bruna Rafaela Machado, da Bruna Rafaela Odontologia, o acompanhamento odontológico deve fazer parte da rotina do pré-natal. “Existe um mito de que a gestante não pode fazer tratamento odontológico, quando, na verdade, ela deve manter esse acompanhamento durante toda a gravidez. Cuidar da saúde bucal nesse período é cuidar da saúde da mãe e também oferecer ao bebê um começo de vida mais saudável”, afirma.

Além dos benefícios para a gestante, os hábitos adquiridos nessa fase refletem diretamente na saúde da criança. A orientação sobre higiene oral do recém-nascido, a importância do aleitamento materno para o desenvolvimento da face e da arcada dentária, bem como os cuidados com a introdução alimentar e a prevenção da cárie na primeira infância, fazem parte das recomendações que podem ser iniciadas ainda durante a gravidez.

Outro ponto importante é que a primeira consulta odontológica do bebê não deve acontecer apenas quando surgirem os primeiros dentes. A recomendação é que os pais procurem orientação logo nos primeiros meses de vida, permitindo que recebam informações sobre limpeza da boca, hábitos de sucção, uso de chupetas e mamadeiras e prevenção de alterações no desenvolvimento bucal.

“A prevenção começa antes mesmo do nascimento. Quando a família recebe orientação desde a gestação, consegue adotar hábitos mais saudáveis, prevenir doenças e proporcionar um desenvolvimento bucal muito mais adequado para a criança. A informação é uma das maiores ferramentas de prevenção que temos”, destaca a dentista.

Durante o Agosto Dourado, a mensagem vai além do incentivo ao aleitamento materno. O período também reforça a importância de um cuidado integrado entre médicos, dentistas e demais profissionais da saúde, garantindo que mãe e bebê recebam acompanhamento completo desde o início da gestação. A atenção à saúde bucal representa mais qualidade de vida, prevenção de doenças e um futuro mais saudável para toda a família.

Serviço: Bruna Rafaela Odontologia

Dra. Bruna Rafaela Machado

Cirurgiã-Dentista, Clínica Geral e habilitada em Sedação com Óxido Nitroso

CRO-PR 24431

(41) 3206-4241/ (41) 99767-9426

@brunarafaelaodontologia

www.brunarafaelaodontologia.com.br

Rua Dr. Lauro Wolff Valente, 176, Curitiba, Paraná.

Jockey Club Fazenda Rio Grande recebe tradicional corrida com prêmio de R$ 1 milhão neste fim de semana

GP Guido Irineu Pelanda, a Penca do Milhão, reúne 22 competidores de diferentes estados e terá programação gratuita para toda a família

O Jockey Club Fazenda Rio Grande recebe neste sábado e domingo uma das tradicionais competições de corrida de cavalos da região, o GP Guido Irineu Pelanda, a Penca do Milhão

A disputa reúne 22 competidores e terá uma bolsa de R$ 1 milhão, atraindo participantes de diferentes localidades do Brasil, entre elas Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Pernambuco e Ceará.

A programação começa no sábado, quando serão realizadas as seletivas que definirão os competidores que vão avançar  para a grande final, marcada para domingo. As atividades acontecem das 13h às 17h15 nos dois dias.

Além das corridas, o evento terá atrações para o público. A programação contará com DJ, food trucks, brinquedos infláveis e passeios de pônei gratuitos para as crianças. A entrada e o estacionamento também serão gratuitos, criando uma opção de lazer para toda a família durante a tarde.

O Jockey Club Fazenda Rio Grande é um dos espaços dedicados ao turfe na Região Metropolitana de Curitiba. O local é reconhecido oficialmente entre as entidades turfísticas autorizadas no Brasil e possui classificação C no sistema de classificação das entidades do setor.

Serviço

GP Guido Irineu Pelanda, Penca do Milhão
Quando: sábado e domingo
Horário: das 13h às 17h15
Entrada: gratuita
Estacionamento: gratuito
Atrações: DJ, food trucks, brinquedos infláveis e passeio de pônei gratuito para crianças
Local: Jockey Club Fazenda Rio Grande
Endereço: Rua Rio Xingu, 765, bairro Pioneiros, Fazenda Rio Grande

Crédito mais barato

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Modalidade com garantia de imóvel ou veículo pode custar até cinco vezes menos que empréstimos tradicionais, mas exige planejamento financeiro e conhecimento sobre o retorno do negócio

O crédito com garantia de imóvel ou veículo vem ganhando espaço entre empresários e pessoas físicas que buscam recursos com juros mais baixos em um cenário de Selic elevada e crédito cada vez mais caro. Dados do mercado mostram que o home equity cresceu 25% no primeiro trimestre de 2026 em relação ao mesmo período do ano anterior. Enquanto o empréstimo pessoal sem garantia tem taxa média de 6,67% ao mês, segundo o Banco Central, podendo ultrapassar 8% em algumas modalidades, o crédito com garantia de imóvel varia entre 1,12% e 1,80% ao mês, e o refinanciamento de veículos parte de 1,49% ao mês, dependendo do perfil do cliente e do bem oferecido como garantia.

O principal motivo para essa diferença é a redução do risco para as instituições financeiras. Com um imóvel ou veículo quitado como garantia da operação, os bancos conseguem oferecer taxas significativamente menores, prazos de pagamento que podem chegar a 20 anos no caso do home equity e limite de crédito de até 60% do valor do imóvel. Em um momento em que o spread bancário médio brasileiro permanece em 22,1%, conforme o Banco Central, essa modalidade se torna uma alternativa para reduzir o custo financeiro das empresas.

Para o economista Noé Santiago, da Anidea Soluções Financeiras, a vantagem do crédito com garantia não está apenas na taxa de juros, mas na capacidade do empresário de transformar esse dinheiro em retorno. “O empresário que conhece o ROI do seu negócio sabe exatamente quanto o capital investido retorna. Quando esse retorno é maior do que o custo do financiamento, utilizar um imóvel ou veículo como garantia deixa de ser um risco e passa a ser uma estratégia inteligente para crescer. O verdadeiro perigo está em contratar crédito caro sem planejamento e sem saber para onde o dinheiro será direcionado”, afirma.

Segundo Santiago, um exemplo ajuda a entender esse raciocínio. Um negócio que gera retorno médio de 25% ao mês sobre o capital investido pode contratar uma operação de crédito com garantia a aproximadamente 1,5% ao mês. Nesse cenário, o custo financeiro representa apenas uma pequena parcela da rentabilidade obtida pela empresa, permitindo ampliar capital de giro, investir em expansão ou aproveitar oportunidades de mercado sem comprometer significativamente os resultados financeiros.

O economista alerta, porém, que essa modalidade não é indicada para qualquer perfil. Segundo ele, oferecer um patrimônio como garantia exige disciplina financeira, controle dos indicadores do negócio e planejamento. “Quem não acompanha os números da empresa, não conhece sua margem de retorno e busca crédito apenas para resolver problemas imediatos não deveria utilizar garantia real. Esse é um produto para quem tem gestão, planejamento e sabe exatamente como aquele recurso vai gerar resultado”, explica.

O cenário econômico reforça essa tendência. Com a taxa Selic em 14% ao ano, um dos maiores patamares dos últimos anos, o crédito sem garantia ficou mais caro devido ao aumento do risco das operações. Ao mesmo tempo, linhas garantidas mantêm custos significativamente menores justamente porque oferecem mais segurança às instituições financeiras. Relatórios recentes do Banco Central também apontam desaceleração da oferta de crédito tradicional e aumento da inadimplência nas linhas sem garantia, enquanto o mercado de home equity segue em expansão.

Para Santiago, empresários que possuem imóveis ou veículos quitados devem avaliar essa modalidade de forma estratégica, sempre considerando a capacidade de geração de caixa do negócio. “Garantia é um patrimônio que você trabalhou muito para conquistar. Quando utilizada com planejamento, ela pode se transformar em uma ferramenta para reduzir custos financeiros, fortalecer a empresa e gerar crescimento sustentável”, conclui.

Serviço: Anidea Soluções Financeiras
Noé Santiago

Economista
41 988401153
@anidea.br
noe.santiago@anidea.com.br
https://anidea.com.br
Mal. Deodoro, 51, Sala 205B, Centro, Curitiba/PR

City Center Outlet Premium sedia etapa do circuito internacional juvenil de padel neste fim de semana

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Torneio FIP Promises, 4ª Etapa do Campeonato Paranaense e Paraná Open de Padel vão reunir 211 duplas do Brasil, Argentina e Paraguai

Campo Largo (PR) recebe entre os dias 21 e 23 de agosto o torneio internacional juvenil de padel FIP Promises Curitiba IV. A quadra montada no City Center Outlet Premium com o apoio da Federação de Padel do Paraná (FPPr) e parceria da HSuper Quadras, patrocinadora do evento, será a sede exclusiva da competição da Federação Internacional de Padel (FIP), que ocorre de forma integrada a outros dois torneios simultâneos: a 4ª Etapa do Campeonato Paranaense de Padel e o Paraná Open de Padel (POP), evento realizado com todas as categorias do circuito brasileiro de padel. Juntas, as competições reúnem 211 duplas do Brasil, Argentina e Paraguai.

Uma estrutura com quadra panorâmica de vidro e gramado sintético será montada na praça de eventos do outlet, localizada entre as lojas Nike e Adidas. O espaço, que terá entrada gratuita, contará com arquibancadas e telão para acompanhamento das partidas.

“Esse evento internacional consolida nosso espaço como um polo de fomento ao esporte e lazer na região. A estrutura será preparada na praça de eventos para oferecer comodidade tanto aos atletas quanto aos visitantes que vêm fazer compras e acompanhar os jogos. Além disso, a quadra permanecerá aberta ao público após o campeonato nos meses de setembro e outubro, com oficinas ministradas por profissionais para quem deseja ter contato com o esporte”, conta a gerente de marketing do City Center Outlet Premium, Fernanda Hickson.

Para o presidente da Federação de Padel do Paraná, Vagner Bernardes, “contar com espaços como esse para disseminar a prática do esporte é vital para o crescimento do padel no Paraná. Desde 2025, a Federação tem orgulho de ter uma parceria forte com o City Center Outlet Premium, promovendo a expansão e levando o esporte onde o público se encontra. É um enorme ganho para o outlet, para a cidade de Campo Largo e para o Estado do Paraná”.

No domingo, 23, acontecem as finais dos torneios, seguidas das cerimônias de entrega de troféus e das premiações em dinheiro das chaves profissionais.

Integração entre os circuitos estadual, nacional e internacional

Para comportar o volume de competidores dos três torneios integrados, o evento mobiliza uma rede de apoio externa. O cronograma contempla as categorias livres organizadas pela Federação de Padel do Paraná (FPPr) e chanceladas pela Confederação Brasileira de Padel (COBRAPA), que vão do nível iniciante ao avançado (da 2ª à 7ª categoria), as divisões de menores Sub-12 e as classes seniores por idade (35 a 60 anos, divididas em suas classes: A, B e C).

Na sexta-feira e no sábado, a logística da organização contará com 14 quadras ativas. Além do City Center, os jogos ocorrem simultaneamente nos clubes CL Padel e Central do Padel, em Campo Largo, e no Graciosa Country Club e no Padel Set, em Curitiba.

No domingo, o fluxo total diminui para 10 quadras para a realização  das finais. O Paraná Open de Padel (POP), voltado para atletas profissionais que buscam pontuação e premiação financeira, distribuirá um total de R$ 25 mil em prêmios, sendo R$ 15 mil para a chave masculina e R$ 10 mil para a chave feminina.

Mais informações: www.fppr.com.br e nas mídias sociais da Federação de Padel do Paraná e do City Center Outlet Premium.

Serviço:

  • Evento: FIP Promises Curitiba IV
  • Data: 21 a 23 de agosto de 2026
  • Local: City Center Outlet Premium
  • Endereço: Rodovia BR-277, Campo Largo (PR)
  • Entrada gratuita e pet friendly

Biomédicas assumem assento no Conselho Municipal de Saúde de Maringá

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Biomédicas assumem assento no Conselho Municipal de Saúde de Maringá

Profissionais vão atuar para assegurar a participação popular na gestão do SUS

As biomédicas Kátia Cilene Cavalcante de Oliveira e Talitha Fernandes Stefanello foram empossadas como integrantes do Conselho Municipal de Saúde (CMS) de Maringá para a Gestão 2026/2030. A solenidade ocorreu na sexta-feira (7/08), no Auditório Hélio Moreira, no Paço Municipal.

O evento formalizou o início do mandato de 32 conselheiros titulares e 32 suplentes. A cerimônia reuniu representantes da sociedade civil e do poder público dispostos a deliberar, acompanhar e fiscalizar as políticas públicas locais, fortalecendo a democracia participativa na cidade.

Kátia atua como delegada regional do Conselho Regional de Biomedicina do Paraná 6ª Região (CRBM6) em Maringá e coordena cursos de pós-graduação na UniCesumar. Já Talitha exerce o cargo de agente fiscal na Vigilância Sanitária da Prefeitura.

Para que serve o Conselho Municipal de Saúde

O Conselho Municipal de Saúde é a instância responsável por assegurar a participação popular na gestão do Sistema Único de Saúde (SUS), fiscalizando a execução das diretrizes sanitárias no âmbito local.

Principais Atribuições

• Controle social: Acompanhar e fiscalizar os serviços prestados à população.
• Gestão financeira: Analisar, aprovar e monitorar a aplicação dos recursos do Fundo Municipal de Saúde.
• Planejamento: Participar da elaboração, do acompanhamento e da aprovação do Plano Municipal de Saúde.
• Deliberação: Definir normas e estratégias para o funcionamento da rede pública de saúde.

Composição Paritária

O CMS é um órgão colegiado cuja estrutura divide-se proporcionalmente entre:

• Usuários do SUS: 50% das vagas
• Trabalhadores da área da saúde: 25% das vagas
• Gestores e prestadores de serviços: 25% das vagas

Fortalecimento e representatividade da categoria

O CRBM6 tem atuado para ampliar a presença de biomédicos em conselhos municipais de saúde no Paraná, para consolidar a classe, ampliar a presença institucional do setor, promover a valorização dos especialistas em Biomedicina e incentivar a inclusão do cargo de biomédico nos editais de concursos municipais e estaduais de saúde.

Sobre o CRBM6

O Conselho Regional de Biomedicina do Paraná 6ª Região (CRBM6) é uma Autarquia Federal com jurisdição no Estado do Paraná.

A entidade é formada por 7.730 profissionais. A sede fica em Curitiba e as delegacias regionais estão em Campo Mourão, Cascavel, Foz do Iguaçu, Londrina, Maringá, União da Vitória, Guarapuava, Umuarama, Guaíra, Ponta Grossa e Paranavaí.

Os biomédicos atuam em mais de 30 atividades ligadas à saúde tais como acupuntura, análises clínicas e ambientais, bromatológicas [avalia a qualidade dos alimentos], auditoria, banco de sangue, biofísica, biologia molecular, bioquímica, citologia oncótica, embriologia, estética, farmacologia, fisiologia, genética, hematologia, histologia, imunologia, imagenologia, informática da saúde, microbiologia, microbiologia de alimentos, monitoramento neurofisiológico transoperatório, parasitologia, patologia, perfusão, psicobiologia, radiologia, reprodução humana, sanitarista, saúde pública, toxicologia, virologia e outras áreas.

Reforma tributária e filantropia: uma agenda que não pode esperar

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*Por Carmem Murara

Quem vai para qual partido, quais são os pré-candidatos aos cargos em disputa, que alianças precisarão ser feitas para viabilizar as chapas nos estados e no Governo Federal. 2026 é um ano marcado por essas dúvidas e bastidores muito voltados às eleições – e nem tem como ser diferente. Mas esse contexto traz um desafio muito conhecido em Brasília: o tempo efetivo para o avanço de pautas estruturantes fica mais curto, disputado à unha com o noticiário eleitoral. Acontece que, quando o assunto é saúde e educação, essa lógica não poderia ser aplicada.

Nos últimos meses, estivemos no Congresso Nacional, ao lado de entidades representativas do setor filantrópico, em agendas de diálogo com parlamentares e suas equipes. O objetivo era dar visibilidade aos impactos da reforma tributária sobre instituições beneficentes sem fins lucrativos que desempenham papel essencial no atendimento à população. Em linhas gerais, a regulamentação da reforma precisa garantir a compensação de créditos tributários às instituições filantrópicas. É uma questão técnica, mas, sobretudo, uma condição essencial para a sustentabilidade de organizações que atuam diariamente na oferta de serviços de saúde, educação e assistência social. E precisamos lembrar que a reforma já está em vigor, com implementação gradual até 2033, o que torna esse debate ainda mais urgente.

E, embora o retorno que recebemos tenha sido, em grande parte, de reconhecimento à relevância do tema, surge uma preocupação legítima com o calendário de um ano atípico, que limita o ritmo de tramitação das matérias. Por isso, o assunto exige prioridade agora.

Cabe destacar que, mesmo em um ano mais desafiador, a atuação de algumas lideranças no Congresso mostra que há caminhos possíveis. Mas todos eles alertam para a prioridade política do ano: as eleições.

Na prática, o que está em jogo é simples. Instituições filantrópicas, embora isentos de impostos na prestação de serviços, acumulam créditos ao longo da cadeia produtiva. Afinal, itens como os medicamentos e insumos médicos, equipamentos, energia elétrica e serviços de limpeza e manutenção já têm impostos embutidos. Sem mecanismos de compensação, o dinheiro que não é gasto em impostos diretos deixa de retornar para onde fazem toda a diferença: o atendimento em saúde, a oferta de educação e outras frentes de impacto social.

Segundo levantamento do Fórum Nacional das Instituições Filantrópicas (Fonif), o país conta com mais de 10,2 mil instituições filantrópicas mantenedoras e mais de 27 mil estabelecimentos ativos nas áreas de saúde, educação e assistência social, presentes em 3.234 municípios e alcançando aproximadamente 89% da população brasileira. É um setor grande e relevante demais para esperar uma regulamentação tardia. O interesse público precisa orientar as decisões, mesmo em anos de agenda mais apertada. A previsibilidade para o terceiro setor não pode depender do calendário, sob o risco de afetar diretamente milhões de brasileiros que dependem desses serviços.

Quando se trabalha com filantropia, não existe pausa ou espera possível. As demandas seguem acontecendo todos os dias. As pessoas seguem precisando do trabalho dessas organizações todos os dias. É fundamental que as regras acompanhem essa realidade e garantam condições para que essas instituições continuem atuando. 

O Brasil deu um importante passo ao aprovar a reforma tributária. Agora é o momento de assegurar que sua regulamentação considere todos os atores envolvidos — especialmente quem está na ponta, atendendo à população, e que não pode esperar pelo próximo ano.

*Carmem Murara é diretora de Relações Institucionais e Governamentais do Grupo Marista, onde é responsável pelas áreas de Comunicação Corporativa e ESG. Também é diretora de Comunicação do Fórum Nacional das Instituições Filantrópicas (Fonif).