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É a vez de Antonina receber o curso gratuito de empreendedorismo que oferece formação completa e chance de ganhar capital semente

Formação presencial inclui consultoria individual e já impactou mais de 6 mil pessoas no Paraná e em Santa Catarina

Começam no dia 04 de maio, em  Antonina, litoral do Paraná,as aulas do Projeto MEGA 2026, Movimento Empreendedorismo Gerando Alternativas. 

O curso, totalmente gratuito, será realizado na Colônia e Pescadores, com aulas presenciais a partir das 18h30, e oferece formação empreendedora, consultoria individual e a possibilidade de os participantes receberem capital semente de R$ 1.500 para investir no próprio negócio.

Faça sua inscrição no  link  abaixo: 

https://forms.gle/LbDutk9miPBCZowAA

 O MEGA é uma iniciativa da organização social GERAR (Geração de Emprego, Renda e Apoio ao Desenvolvimento Regional), que há  mais de 20 anos transforma vidas por meio da qualificação profissional e da empregabilidade.

O projeto já beneficiou mais de  5 mil pessoas no Paraná e mais de 200 em Blumenau, Santa Catarina, promovendo geração de renda, fortalecimento de pequenos negócios e inclusão produtiva por meio do empreendedorismo.

Voltado a jovens e adultos a partir de 18 anos, com negócio próprio ou ideia de empreendimento, o MEGA oferece 32 horas de formação presencial, distribuídas ao longo de oito dias de aula, além de dois meses de consultoria individual após o encerramento do curso. Os conteúdos abordam gestão, marketing, precificação, estruturação e formalização do negócio.

Os três participantes com melhor desempenho e presença integral em cada turma recebem incentivo financeiro de R$ 1.500, destinado exclusivamente ao desenvolvimento do empreendimento. Ao longo da formação, os alunos também recebem apostila, bloco de notas, caneta, camiseta, lanche e uma logomarca personalizada, sem nenhum custo, além de certificado de conclusão.

De acordo com Valquíria Crispim, coordenadora do Projeto MEGA, o diferencial da capacitação está na combinação entre técnica e desenvolvimento humano. “O MEGA atende tanto quem já empreende quanto quem sonha em começar. Além do conteúdo prático, o projeto trabalha autoestima, confiança e visão de futuro, fatores que fazem diferença na trajetória dos participantes”, afirma.

Após a inscrição, a equipe do projeto entra em contato com os selecionados para orientar sobre os próximos passos e confirmar a participação.

Serviço

Projeto MEGA, Movimento Empreendedorismo Gerando Alternativas em Antonina

Data de início: 04 de maio- Segunda-feira

 Horário: das 18h30 às 22h30
Local: Colônia de Pescadores 

 Endereço: Rua XV de novembro, 10- Centro

Dúvidas ou mais informações:

 Valquíria Crispim: (41) 99905-1757

Instagram: @mega.gerar

Foto: Divulgação

Sem vestibular, nem Enem: conheça outra forma de ingresso em universidades brasileiras

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32 universidades brasileiras agora aceitam o certificado do International Baccalaureate (IB) como forma de ingresso

O número de instituições de ensino superior brasileiras que aceitam o diploma do International Baccalaureate (IB) já chega a 32. Reconhecido internacionalmente e presente em colégios brasileiros desde 1980, o IB é um programa de ensino voltado para a formação global, interdisciplinar e de excelência acadêmica, atuando em mais de 150 escolas e 2.372 universidades de 74 países ao redor do mundo.

No Brasil, o certificado é aceito por instituições como Fundação Getúlio Vargas (FGV), Insper, Einstein, Pontifícia Universidade Católica (PUC), Mackenzie, Sírio-Libanês e Unifase. O reconhecimento abrange cursos presenciais de bacharelado e licenciatura, incluindo áreas altamente concorridas, como Medicina, Engenharia, Direito, Psicologia e Economia.

Para a College Counselor dos colégios da Rede Positivo, Isabela Moraes, essa expansão representa uma oportunidade significativa de ingresso acadêmico. “O IB tem se tornado um verdadeiro passaporte acadêmico global. A ampliação do reconhecimento nacional fortalece o programa e amplia as possibilidades para estudantes que buscam uma trajetória internacional sem precisar deixar o país”, afirma.

O programa foi desenvolvido na Suíça, em meados de 1960, com o objetivo de ser um diploma global, funcionando como porta de entrada para o Ensino Superior em qualquer país. No Brasil, a pontuação obtida pode permitir a dispensa de vestibular.

Processo começa no Ensino MédioEmbora muitas pessoas associem o IB Diploma a uma prova final, o programa é, na verdade, o resultado de um percurso formativo de dois anos, voltado para jovens de 16 a 19 anos, geralmente nos últimos anos do Ensino Médio. Durante o Diploma Programme (Programa de Diploma), os estudantes passam por um conjunto de avaliações, incluindo os Internal Assessments (trabalhos internos em disciplinas como Matemática, Química e Biologia) e o Individual Oral, uma avaliação oral aplicada em Língua Portuguesa e Inglês.

Os estudantes ainda precisam cumprir três componentes centrais do programa: o Extended Essay, uma monografia de até quatro mil palavras; o Theory of Knowledge, uma redação reflexiva de até 1.600 palavras; e o CAS (Creativity, Activity and Service), que envolve a elaboração de um portfólio com atividades, projetos e ações de voluntariado.

Além dessas entregas, os alunos ainda realizam as provas finais de seis disciplinas escolhidas. Segundo Isabela, esse processo deve ser planejado com antecedência. “Tudo é pensado para tornar o estudante competitivo nas candidaturas, ou seja, pensamos nas atividades que esse aluno terá que desenvolver, as notas que deve manter ou melhorar, os projetos que poderia iniciar e seus interesses. Além de todo o trabalho técnico, também observamos os valores, crenças e ideais do estudante”, destaca.

O Positivo International School é o primeiro e único colégio do estado do Paraná a ofertar o currículo IB Continuum School. A instituição oferece de maneira integrada os três principais programas da organização: o Primary Years Programme (PYP), voltado à infância e aos Anos Iniciais; o Middle Years Programme (MYP), para os Anos Finais do Ensino Fundamental; e o Diploma Programme (DP), no Ensino Médio, além do Career-related Programme. Essa estrutura garante o desenvolvimento acadêmico dos alunos da Educação Infantil ao Ensino Médio.

Notas e avaliaçãoA partir das notas de todo o percurso do Diploma Programme, o estudante é avaliado em uma escala de 1 a 45 pontos, e as notas mínimas exigidas pelas universidades brasileiras variam entre 24 e 40 pontos, conforme o curso e a instituição. Além do ingresso facilitado, muitas universidades concedem créditos por disciplinas já cursadas, reduzindo o tempo total de graduação e agregando valor à formação do estudante. O IB se torna, assim, um diferencial competitivo que coloca o estudante em destaque nas melhores universidades do país e no exterior.

A lista completa das universidades brasileiras que aceitam o IB para ingresso em 2026, com notas mínimas exigidas e links oficiais, pode ser consultada aqui. Informações sobre o processo seletivo de Inverno via IB em 2026 podem ser consultadas aqui.

Sobre o Colégio Positivo

O Colégio Positivo, reconhecido como líder e referência no setor educacional, teve sua origem como um prestigiado curso pré-vestibular, expandindo sua atuação para se tornar uma instituição de destaque no campo da educação. Integrante do Grupo Positivo, sua história é marcada pelo compromisso de formar indivíduos éticos, conscientes e solidários, preparados para os desafios futuros com excelência. Desde os primeiros estágios da jornada educativa, o Colégio Positivo se distingue por sua abordagem transformadora, presente em todos os níveis de ensino. Com uma presença consolidada em 22 unidades distribuídas pelos estados do Paraná, Santa Catarina e São Paulo, a instituição acolhe mais de 19 mil alunos, desde a Educação Infantil até o Ensino Médio.

Eagle BBQ & Burger aposta no churrasco texano com carnes defumadas de verdade em Curitiba

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Eagle BBQ & Burger aposta no churrasco texano com carnes defumadas de verdade em Curitiba

Casa especializada no autêntico churrasco texano trabalha com carnes defumadas lentamente em lenhas frutíferas e leva sua estrutura completa de defumação para eventos

Os sabores clássicos do churrasco texano ganharam endereço em Curitiba. Localizado na esquina das ruas Eça de Queiroz e Guaratuba, o Eagle BBQ & Burger aposta na tradição das carnes defumadas lentamente para oferecer uma experiência gastronômica inspirada nos tradicionais smokehouses do Texas.

Responsável por comandar a pit smoker do Eagle, Gerson Oliveira, conquistou reconhecimento nacional ao vencer a categoria de melhor brisket e alcançar o segundo lugar em outras carnes no Pitmasters Brasil, uma das principais competições de barbecue do país, credencial que reforça o compromisso da casa com a técnica e a autenticidade desse estilo de preparo.

No Eagle, a defumação segue o método tradicional conhecido como low and slow, técnica em que a carne permanece por horas em baixa temperatura dentro do pitsmoker. O processo é feito com lenhas frutíferas e respeita o tempo natural de cada corte, garantindo textura macia, sabor profundo e o aroma característico do churrasco texano. Diferentemente de métodos industriais, a casa não utiliza aromatizantes, fumaça líquida ou qualquer tipo de “atalho” no preparo: a defumação é feita de forma artesanal, como manda a tradição.

“Nosso objetivo sempre foi trazer para Curitiba uma experiência de churrasco texano o mais próxima possível do que se encontra nas casas tradicionais do Texas. É uma cozinha que exige dedicação, tempo e respeito ao produto, e isso faz toda a diferença no sabor final”, explica Gerson.

Entre os destaques do cardápio estão cortes clássicos do churrasco texano, como o brisket, o pulled pork, as pork ribs, e a linguiça artesanal com cheddar e pimenta jalapeño. As carnes também aparecem em sanduíches preparados no pão brioche ou baguete de fermentação natural, como o Eagle Brisket, o Eagle Pulled Pork e o Eagle Pastrami, sempre acompanhados por molhos artesanais e pelas batatas fritas temperadas com o exclusivo Eagle Rub.

O menu ainda inclui hambúrgueres artesanais de carne de fraldinha, como o Burger Classic, Burger Bacon e o Burger de Cordeiro, além de entradas e acompanhamentos que dialogam com essa tradição, como meatballs defumadas, polenta frita, batatas com cheddar e bacon e a clássica salada coleslaw.

Aos domingos, os clientes podem adquirir as carnes assadas e defumadas por quilo. As opções são: brisket, pulled pork, pork ribs, cupim, costela bovina e frango.

Além das carnes defumadas, a casa também aposta em opções acessíveis durante a semana com pratos executivos e sugestões do dia. “Nossa ideia é que as pessoas possam experimentar o churrasco texano artesanal também no dia a dia. Por isso criamos pratos executivos e especiais do dia com valores bem acessíveis, sempre mantendo a qualidade das carnes e dos preparos”, comenta a sócia proprietária Bia Pullin.

Eventos

Toda essa experiência do churrasco texano também pode ser levada para eventos. O Eagle BBQ & Burger oferece serviço completo de defumação no local, levando o pitsmoker para preparar e servir as carnes na hora.
A proposta é levar o sabor autêntico do churrasco texano para diferentes ocasiões, desde encontros menores até eventos de grande porte, como aniversários, festas juninas, confraternizações corporativas e até casamentos. Dessa forma, os convidados podem acompanhar de perto o processo de preparo e sentir o aroma da defumação que marca esse estilo de cozinha.

Com proposta descontraída e foco na autenticidade do churrasco texano, a casa aposta em técnicas tradicionais, ingredientes de qualidade e longos processos de defumação para entregar um sabor que respeita as raízes desse estilo de gastronomia.

Serviço:

Eagle BBQ & Burger
Rua Eça de Queiroz, 1031 – Loja 1 – Ahú
Curitiba – PR

Reforma Tributária: o que muda de verdade no imposto sobre o aluguel?

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Reforma Tributária: o que muda de verdade no imposto sobre o aluguel?

Entenda quem passa a ser tributado pelo novo sistema, quais as reduções e quando as alterações entram em vigor

A recente aprovação da regulamentação da Reforma Tributária trouxe uma série de dúvidas e até notícias falsas sobre o impacto no bolso de quem aluga imóveis. No entanto, a Receita Federal esclarece que o novo sistema, baseado no IVA dual (composto pela Contribuição sobre Bens e Serviços federal e pelo Imposto sobre Bens e Serviços estadual/municipal), não trará um aumento generalizado para todos os brasileiros. Na verdade, a grande maioria dos pequenos proprietários continuará pagando apenas o Imposto de Renda (IRPF), como já faz hoje.

Para debater o tema, a Rede Una Imóveis Conectados promove, desde o ano passado, uma série de eventos com grandes nomes dos setores jurídico e contábil — a exemplo do Dr. Ricardo Campelo, referência em Direito Imobiliário e Tributário. O encontro mais recente da associação foi conduzido pela advogada tributarista Tatiany Sanfilippo. O objetivo é garantir que todas as imobiliárias associadas estejam tecnicamente alinhadas e preparadas para orientar investidores e proprietários com total segurança.

Izabel Maestrelli, proprietária da Tantus Imóveis e diretora do CRECI-PR, destacou a importância da preparação. “O CRECI e o COFECI lutaram bravamente para reduzir a carga tributária, especialmente na locação. Conseguimos reduções, mas as mudanças virão e os profissionais precisam de atualização constante para oferecer uma boa consultoria. As imobiliárias estão se preparando, mas o papel dos contadores será fundamental, pois eles detêm a visão global do patrimônio do proprietário”, afirma.

Quem é impactado

O novo imposto sobre aluguel foi desenhado para tributar apenas o chamado “grande locador” ou aquele que exerce a locação como uma atividade econômica habitual. Para ser enquadrado como contribuinte e ter que pagar o novo imposto, a pessoa física precisa atender a dois critérios simultâneos no ano anterior: ganhar mais de R$240 mil com aluguéis (valor que será corrigido anualmente pela inflação ou pelo IPCA) e possuir mais de três imóveis distintos alugados.

Benefícios e reduções

Para evitar que o custo da moradia suba, a reforma criou mecanismos que diminuem drasticamente a carga tributária real:

  • Redução de alíquota: Para locações residenciais de longa duração há uma redução de 70% na alíquota do imposto.
  • Redutor Social: No aluguel residencial tradicional, o proprietário pode descontar R$600 por mês do valor de cada imóvel antes de calcular o imposto. Se um aluguel custa R$2.000, por exemplo, o imposto incidirá sobre R$1.400.
  • Abatimento de Custos: Grandes locadores poderão usar créditos tributários para pagar menos, descontando gastos com taxas de imobiliária, reformas e manutenção.

O exercício fiscal de 2026 será uma fase de testes, com alíquotas simbólicas e ajustes no sistema. A cobrança efetiva e o impacto financeiro real só começarão a valer oficialmente a partir de 2027, com uma transição gradual que se estende até 2033.

De acordo com Ricardo Campelo, para garantir segurança jurídica e aproveitar benefícios, os proprietários devem estar atentos à formalização. “É fundamental que os novos contratos de locação já incluam cláusulas de preparação para a reforma tributária. Como o novo tributo passará a incidir a partir de janeiro de 2027, os instrumentos jurídicos precisam refletir essa nova realidade e definir como o preço será estruturado”, afirma o especialista.

Para os contratos antigos, a recomendação é que locadores e locatários formalizem termos aditivos. É preciso definir previamente como o preço será reavaliado na virada do sistema, em 1º de janeiro de 2027. “Quanto antes imobiliárias e proprietários se atentarem a esses ajustes, melhor será a transição”, finaliza Campelo.

A Receita Federal esclarece que a grande maioria dos pequenos proprietários continuará pagando apenas o Imposto de Renda (IRPF), como já faz hoje. A cobrança efetiva começa a valer oficialmente a partir de 2027. (Crédito: Freepik)

Hospital de Clínicas ganha reforço para modernizar Setor Materno-Infantil

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Hospital de Clínicas ganha reforço para modernizar Setor Materno-Infantil

Instituição une forças com os Amigos do HC em bazar no Palácio Garibaldi para garantir infraestrutura de ponta

O Setor Materno-Infantil e Saúde da Mulher (STMIM) do Hospital de Clínicas da UFPR, referência em alta complexidade no Paraná, vive um momento de transformação. Com mais de 1.600 atendimentos mensais, a gestão prioriza agora a modernização tecnológica e estrutural. O foco é implementar sistemas de chamada eletrônica e comunicação visual terapêutica para otimizar fluxos e humanizar o ambiente hospitalar.

Para viabilizar estes avanços, o hospital conta com a parceria da Associação dos Amigos do HC que, no dia 03 de maio, realiza o Grand Bazar no Palácio Garibaldi, com arrecadação integralmente destinada ao setor. A iniciativa une a excelência acadêmica da instituição ao apoio da sociedade civil, para garantir que tecnologia e acolhimento caminhem juntos.

Projetos prioritários de modernização

O STMIM atua por meio de quatro unidades que garantem o cuidado integral da pediatria e gineco-obstétrico. Entre as frentes estão o suporte ao autismo, a redução da mortalidade neonatal pelo Método Canguru, o atendimento a gestações de alto risco e o acolhimento a vítimas de violência sexual, além de ginecologia especializada.

Segundo Edinaldo Silva de Oliveira, chefe do setor, a implementação de um sistema de chamadas por senhas no Pronto Atendimento é prioridade. Essa tecnologia visa assegurar maior sigilo, organização e redução da poluição sonora, elevando o padrão de atendimento para patamares de certificação internacional.

Outro pilar é a substituição de cartazes por uma grade digital de TV corporativa, com orientações sobre aleitamento e prevenção à violência obstétrica. Além disso, o projeto de “Comunicação Visual Terapêutica” prevê a ambientação temática de corredores, criando um espaço acolhedor e educativo para as famílias e a comunidade acadêmica.

Parceria estratégica para o futuro

Para auxiliar na modernização do STMIM, no dia 03 de maio (domingo), a Associação dos Amigos do HC (AAHC) promoverá o Grand Bazar no Palácio Garibaldi, visando arrecadar recursos para os projetos do setor. Segundo o presidente da associação, Ercilio Santinoni, a entidade funciona como um elo entre a generosidade da população e as necessidades urgentes da saúde pública.

“O Grand Bazar é um convite para que a sociedade civil participe ativamente da construção de um hospital melhor. Ao arrecadarmos esses recursos, conseguimos dar agilidade a investimentos que o orçamento convencional nem sempre alcança, garantindo que a estrutura física e tecnológica esteja à altura do talento das nossas equipes médicas”, afirma Santinoni.

O chefe do STMIM enfatiza que a modernização é vital para pacientes que enfrentam condições clínicas complexas. “Os Amigos do HC desempenham um papel estratégico e fundamental. A parceria viabiliza a modernização tecnológica e a humanização dos espaços, permitindo que a infraestrutura acompanhe a excelência técnica do corpo profissional. O apoio da associação é o que permite transformar a prática assistencial em uma experiência mais digna e segura, garantindo que o setor continue sendo uma referência na saúde da mulher e do recém-nascido, aliando alta tecnologia hospitalar a um atendimento humano e acolhedor”, destaca.

Serviço:

Grand Bazar Amigos do HC
Data: 03/05 (domingo)
Horário de atendimento: das 8h30 às 17h
Local: Palácio Garibaldi
Endereço: Praça Garibaldi, 12 – São Francisco

O Setor Materno-Infantil e Saúde da Mulher (STMIM) do Hospital de Clínicas passará por modernização tecnológica e humanização dos espaços. (Crédito: Beatriz Ribeiro)

MiniPreço celebra aniversário com entrada estratégica no mercado financeiro

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MiniPreço celebra aniversário com entrada estratégica no mercado financeiro

Rede varejista apresenta crediário próprio, criado para facilitar o planejamento das famílias brasileiras

Em um movimento estratégico que marca o mês de aniversário, o Grupo MiniPreço anuncia um novo capítulo em sua trajetória. No próximo dia 18 de abril, a rede varejista lança oficialmente o MP Soluções, plataforma de serviços financeiros criada para transformar a experiência de compra dentro das lojas.

O grande destaque da plataforma é o MP Cred, serviço de crediário próprio desenvolvido para oferecer mais fôlego ao orçamento dos consumidores. O diferencial do modelo está no atendimento, uma modalidade assistida, na qual a análise e a concessão do crédito acontecem diretamente nas lojas físicas, com o suporte de especialistas, garantindo um processo humanizado e que se enquadra na realidade de cada perfil de cliente.

Tendência varejista

O lançamento reflete uma tendência consolidada no varejo moderno, na qual empresas deixam de ser apenas pontos de venda para se tornarem facilitadoras da vida cotidiana. Em um cenário econômico em que o planejamento doméstico é prioridade, o MP Soluções surge como uma ferramenta de inclusão e viabilidade de consumo.

Para Beni Gelhorn, diretor comercial do Grupo MiniPreço, a iniciativa é um reflexo direto da escuta ativa do público. “Sempre fomos reconhecidos pela variedade e economia. Agora, com o MP Soluções, damos um passo além. Queremos que o consumidor sinta que o MiniPreço não apenas entende suas necessidades, mas também oferece as ferramentas para que ele realize suas compras de forma planejada e sustentável”, afirma.

Solidez e proximidade

A escolha pelo modelo de crediário próprio reforça o compromisso da rede com a desburocratização. Ao internalizar a análise de crédito, a empresa elimina barreiras comuns do sistema bancário tradicional, fortalecendo a confiança e o relacionamento direto.
Fernando Kawada, diretor financeiro do Grupo Minipreço, destaca o embasamento técnico da novidade. “O MP Cred foi estruturado para ser uma solução segura e prática. O objetivo é oferecer flexibilidade financeira com responsabilidade. Iniciamos uma jornada de serviços que será ampliada gradualmente, sempre com o foco em tornar a vida financeira dos nossos clientes mais simples e acessível diretamente no balcão de nossas lojas”.

A iniciativa consolida o posicionamento da rede varejista como uma empresa atenta às transformações do mercado e comprometida em evoluir sua atuação de forma prática e conectada à vida real das pessoas.

“Mais do que lançar um novo produto, estamos dando início a uma nova frente estratégica para o negócio. O MP Soluções nasce com o propósito de ampliar nossa proposta de valor, oferecendo alternativas que façam sentido para o cotidiano e fortaleçam o relacionamento com todo o nosso ecossistema”, finaliza Beni.

Serviço:

MP Cred – Grupo MiniPreço

Horário de atendimento: de segunda a sábado, das 9h às 20h. Domingos e feriados, das 10h às 19h.
Confira o endereço mais próximo em: https://site.minipreco.com.br/lojas/
Redes Sociais: @miniprecobr
Clube MiniPreço: https://onelink.to/ncpdcu

Beni Gelhorn, diretor comercial do Grupo MiniPreço. (Crédito: Rhavena Frossard)

Shopping Plaza Campos Gerais inaugura cinema e projeta aumento de até 30% no fluxo de visitantes

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Novo espaço da rede CineLaser teve estreia no último sábado, 18, e amplia a oferta de lazer e entretenimento em Ponta Grossa (PR)

Os moradores e turistas da região dos  Campos Gerais, no Paraná, ganharam neste fim de semana uma nova opção de entretenimento. O Shopping Plaza Campos Gerais inaugurou no dia 18 de abril a rede CineLaser, sendo disponibilizadas 3 salas no momento inicial, uma convencional, uma Vip/Premium e uma Vip/Premium – Atmos — com tecnologia de áudio tridimensional. Serão 6 salas ao total — 4 Vips/Premium (sendo uma Vip/Premium – Atmos) e 2 convencionais (sendo uma convencional – Atmos) — com capacidade para comportar 742 pessoas. A expectativa é impulsionar o fluxo de visitantes em, no mínimo, 30%. 

A nova atração chega ao shopping oferecendo  tecnologia de ponta e muito conforto. Todas as salas contam com projeção 100% a laser e sistemas de som de alta qualidade 100% Dolby, garantindo maior definição de imagem durante as sessões.

As poltronas, tanto nas salas VIP quanto nas convencionais, foram projetadas para oferecer mais comodidade ao público, acompanhando as tendências do setor e proporcionando uma experiência completa de entretenimento. A chegada do cinema marca um novo momento para o shopping, que avança em sua proposta de se consolidar como o espaço mais completo da região, reunindo opções de compras, serviços e diversão em um único local. 

“Para o empreendimento, significa fortalecer o posicionamento como destino de lazer e ampliar o tempo de permanência dos clientes, gerando novas oportunidades para todo o mix de lojas. Para os clientes, é a realização de uma expectativa aguardada, trazendo conveniência, conforto e acesso a momentos de lazer de qualidade”, destaca o superintendente do empreendimento, Frederico Galvão.

A programação do cinema inclui Super Mario Galaxy, Michael, Maldição da Múmia, O Drama e Rio de Sangue, com sessões dubladas e legendadas. A unidade oferece a promoção “Todos Pagam Meia” todos os dias, por tempo indeterminado. Confira os horários e ingressos no site: Cine Laser Cinemas.

SOBRE O PLAZA CAMPOS GERAIS

Maior shopping da região, o Plaza Campos Gerais é o 12º empreendimento do Grupo Tacla, maior conglomerado de shopping centers do Sul do Brasil. Inaugurado em 2025, o mall tem 76 mil metros quadrados de área total e 27 mil de área locável. Localizado na região da Ronda, em Ponta Grossa (PR), conta com dois pavimentos comerciais e 130 operações entre lojas e quiosques. Inspirado nas linhas e formas da Escarpa Devoniana, o projeto arquitetônico transformou o mall em um marco para a cidade. Com dezenas de grandes marcas nacionais e internacionais, o Plaza Campos Gerais abriga ainda seis salas de cinema.

Proteção das nascentes orienta atuação de indústria de água mineral no Paraná

Gestão ambiental rigorosa da Font Life  garante qualidade e sustentabilidade no abastecimento

A água mineral, reconhecida pela pureza e qualidade, também passou a integrar uma das principais preocupações ambientais do planeta: a segurança dos recursos hídricos. Embora o Brasil seja considerado um país rico em água, especialistas alertam que a disponibilidade de água doce está sob pressão crescente em todo o mundo.

Dados recentes de organismos internacionais mostram a dimensão do desafio. A disponibilidade de água doce por pessoa caiu mais de 20% nas últimas duas décadas, enquanto a demanda continua em alta. Em um recorte mais recente, a redução foi de cerca de 7% apenas nos últimos dez anos. Além disso, metade dos países do mundo já apresenta algum nível de degradação em seus sistemas de água doce, incluindo rios, lagos e aquíferos .

Esse cenário é impulsionado por fatores como mudanças climáticas, poluição e uso excessivo da água. A combinação desses elementos tem levado especialistas a falar em uma nova era de pressão sobre os recursos hídricos, com impactos diretos na disponibilidade e na qualidade da água.

Diante desse contexto, a pergunta que ganha força é direta: a água mineral pode acabar?

Segundo o diretor administrativo da Font Life, Célio Baggio, a resposta não é simples e requer atenção aos detalhes.

 “A água não vai simplesmente desaparecer, mas as fontes podem ser comprometidas se não houver gestão responsável. A água mineral é um recurso natural finito e precisa ser tratada como tal”, afirma o diretor.

Localizada em Quitandinha, na Região Metropolitana de Curitiba, a Font Life atua há mais de duas décadas no envase de água mineral e vem intensificando investimentos em controle ambiental e preservação das nascentes. 

“Todo o nosso processo é baseado em equilíbrio. A retirada da água precisa respeitar o tempo da natureza. Se não houver esse cuidado, o impacto pode ser irreversível ao longo dos anos”, explica Baggio.

Outro ponto central é a proteção do entorno das fontes. A preservação da vegetação nativa é considerada essencial para manter o ciclo natural da água e evitar contaminações. “Não basta cuidar da água, é preciso cuidar de todo o ecossistema que permite que ela exista. A nascente depende diretamente do ambiente ao redor”, destaca o empresário.

O tema se torna ainda mais relevante em meio a eventos climáticos extremos. Ondas de calor, períodos prolongados de estiagem e alterações no regime de chuvas têm impacto direto tanto na disponibilidade quanto no consumo de água. A demanda crescente, aliada à pressão ambiental, reforça a necessidade de planejamento de longo prazo.

“A gente já percebe mudanças no comportamento de consumo, especialmente em períodos de calor intenso. Isso aumenta nossa responsabilidade em garantir que o recurso continue disponível no futuro”, afirma o diretor.

Além das ações internas, a Font Life também aposta na conscientização como parte da solução. A empresa promove visitas guiadas e iniciativas educativas para mostrar à população a importância da preservação dos recursos hídricos.

Apesar de abundante, apenas cerca de 2,5% da água existente na Terra é doce e própria para consumo , o que reforça a necessidade de uso responsável.

“O futuro da água mineral depende das decisões que tomamos hoje. Sustentabilidade não é uma escolha, é uma condição para que o setor continue existindo”, conclui Célio Baggio.

Biopark reúne especialistas para debater inovação e segurança dos alimentos

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3ª edição do Alimentos do Futuro reúne pesquisadores do Brasil e do exterior no Biopark para discutir o avanço das pesquisas sobre microorganismos contaminantes de alimentos, os novos riscos dos microplásticos na dieta humana e os ingredientes alimentares mais inovadores

Nos dias 27 e 28 de abril, o auditório da Universidade Federal do Paraná (UFPR), que fica dentro do Biopark, será palco da 3ª edição do evento Alimentos do Futuro. O fórum técnico internacional reúne pesquisadores estrangeiros e brasileiros para discutir as fronteiras da microbiologia, inovações em proteínas alternativas e estratégias para garantir a sanidade na cadeia produtiva global.

Programação científica 

O primeiro dia (27) será dedicado aos investimentos e à biotecnologia. O diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Fundação Araucária, Luiz Márcio Spinosa, e o diretor de PDI do Biopark, Tiago Mendes, abrem os debates focando no papel dos parques tecnológicos como motores de inovação. No período da tarde, o destaque será a carne cultivada, com a doutora em Tecnologia de Alimentos Renata Macedo (PUC-PR), e o controle de biofilmes industriais, com a doutora em Microbiologia Alessandra Salimena.

“O encontro foi desenhado para conectar a academia à indústria. Queremos antecipar pautas que impactarão diretamente o mercado e a saúde pública nos próximos anos”, afirma Alberto Gonçalves Evangelista, coordenador técnico do evento.

Contaminantes e saúde global

No segundo dia (28), ocorrerá um debate sobre os “inimigos invisíveis” dos alimentos. O Dr. Andreja Rajkovic, professor catedrático (Full Professor) na área de Segurança Alimentar e Microbiologia da Ghent University (Bélgica), detalhará os perigos da “Plastisfera” — modo em que microplásticos podem transportar patógenos para água e alimentos. Já Marthe de Boevre, doutora em Ciências Farmacêuticas pela mesma instituição, abordará o risco carcinogênico das micotoxinas na saúde humana e animal.

Outro destaque será a resistência da Salmonella, tema da palestra da professora Valentina Trinetta (Kansas State University), doutora em Ciência e Tecnologia de Alimentos pela Universidade de Milão, que apresentará métodos avançados de controle na produção de rações. O encerramento contará com debates sobre resíduos de antibióticos e sanidade animal, reforçando o conceito de Saúde Única (One Health), com apresentação dos professores Ricardo Yamatogi e Luiz Augusto Nero, ambos da Universidade Federal de Viçosa, doutores em Medicina Veterinária com foco em microbiologia e patógenos.

O Alimentos do Futuro é realizado pelo Biopark Educação, NAPI Alimentos Saudáveis e UFPR, com apoio da Fundação Araucária e da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Estado do Paraná.

Sobre o Biopark

Nomeado pela Anprotec como o melhor hub de inovação do Brasil, o Biopark está localizado em Toledo, região Oeste do Paraná, em uma área de mais 5 milhões de m². Com o foco no desenvolvimento regional por meio da educação, da pesquisa e da geração de negócios, o Biopark já conta com mais de três mil pessoas circulando diariamente em seu território. Atualmente, mais de 130 empresas já atuam no local, gerando empregos e progresso. Três instituições federais de ensino estão instaladas no Biopark (UFPR, UTFPR e IFPR, além da Faculdade e do Colégio Donaduzzi. Em 30 anos, o Biopark deve receber mais de 500 empresas, ofertar 30 mil postos de trabalho e ter população de 75 mil moradores.

NR-1 exige o que antes era invisível: como medir riscos psicossociais nas empresas

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Atualização da norma inaugura uma nova lógica de gestão; fatores como estresse, burnout e assédio deixam de ser subjetivos e passam a impactar diretamente indicadores, custos e resultados corporativos

A recente atualização da NR-1, cuja entrada em vigor foi adiada para maio, pode ter ampliado o prazo de adequação, mas não reduziu a urgência do tema nas empresas. Ao contrário: o novo texto consolida uma virada de chave ao exigir que os riscos psicossociais sejam tratados com o mesmo rigor aplicado a qualquer outro risco operacional, com método, governança e evidências.

Na prática, fatores como o estresse, o burnout e o assédio deixam de ser tratados como questões subjetivas ou iniciativas isoladas de bem-estar e passam a integrar formalmente o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR). Isso implica a identificação, a avaliação, o controle e monitoramento contínuos, além da necessidade de registros e comprovações. O que antes era visto como uma agenda complementar passa a ocupar espaço na estratégia do negócio, com impacto direto na gestão, na conformidade e nos resultados.

Do invisível ao indicador

Um dos principais desafios impostos pela nova NR-1 está na capacidade de transformar aspectos intangíveis em dados concretos. Clima organizacional, sobrecarga e segurança psicológica deixam de ser percepções difusas e passam a exigir tradução em métricas capazes de sustentar decisões.

Esse movimento ocorre a partir da combinação entre dados de percepção e dados operacionais. Pesquisas de clima, engajamento e segurança psicológica ajudam a captar a experiência dos colaboradores, enquanto indicadores como absenteísmo, rotatividade e afastamentos por transtornos mentais revelam os impactos desses fatores na operação. Quando integradas, essas informações permitem identificar padrões, acompanhar tendências e transformar o que antes era subjetivo em dados acionáveis.

Com isso, indicadores tradicionalmente analisados de forma isolada passam a ganhar novo significado quando conectados. Taxas de absenteísmo e turnover, afastamentos relacionados a transtornos mentais — especialmente aqueles classificados sob CID F —, volume de denúncias de assédio e níveis de engajamento passam a dialogar diretamente com métricas de produtividade e desempenho, evidenciando que os riscos psicossociais estão no centro da operação, e não à margem.

O erro que custa caro

“Apesar do avanço na conscientização, muitas empresas ainda enfrentam dificuldades na execução. O erro mais comum está em coletar dados sem transformá-los em ação. Pesquisas são aplicadas, indicadores são levantados, mas faltam planos estruturados e acompanhamento consistente ao longo do tempo”, explica Adriano Cruz, Head de HCM na Senior Sistemas.

Outro ponto crítico é a concentração do tema exclusivamente no RH. A lógica da norma exige uma abordagem integrada, envolvendo lideranças, áreas de Segurança e Saúde do Trabalho e instâncias de governança. Sem essa articulação, a gestão perde efetividade e compromete tanto a conformidade quanto os resultados.

O custo invisível da inação

Se medir já é um desafio, ignorar os riscos psicossociais pode sair ainda mais caro. Um dos aspectos menos explorados dessa agenda está justamente no impacto financeiro da inação. Ambientes de trabalho deteriorados afetam não apenas os indivíduos, mas também a dinâmica coletiva das equipes, reduzindo a colaboração, o engajamento e a capacidade produtiva.

O presenteísmo é um dos exemplos mais emblemáticos desse custo invisível: o colaborador está presente, mas com desempenho comprometido. Esse fenômeno, muitas vezes negligenciado, corrói a produtividade de forma silenciosa. Paralelamente, aumentam os afastamentos prolongados, a perda de talentos estratégicos e os custos associados à contratação e adaptação de novos profissionais.

Há ainda um efeito cascata que alcança o campo jurídico e o reputacional. Crescem as ações trabalhistas relacionadas ao adoecimento ocupacional e ao assédio, ao mesmo tempo em que a imagem da empresa pode ser afetada, impactando sua capacidade de atrair e reter talentos. Quando analisados em conjunto, esses fatores revelam que os riscos psicossociais já têm impacto financeiro direto e relevante sobre os resultados das empresas.

Da obrigação legal à estratégia de negócio

Diante desse novo cenário, atender à NR-1 deixa de ser apenas uma questão de compliance e passa a exigir uma revisão mais ampla da governança. As empresas precisam estruturar processos claros, definir responsabilidades e criar rotinas contínuas de monitoramento dos riscos psicossociais. A integração entre Saúde e Segurança do Trabalho (SST), clima organizacional e gestão jurídica é essencial para reduzir passivos e fortalecer a cultura de compliance.

Na prática, a NR-1 expõe uma fragilidade que muitas empresas ainda têm dificuldade de admitir, que é o fato de não dar mais para tratar riscos psicossociais como algo subjetivo ou desconectado da operação. 

“Quando saúde e segurança, clima organizacional e jurídico não conversam, o que se perde não é só eficiência, são decisões, produtividade e dinheiro. As organizações que conseguirem integrar essas dimensões em dados acionáveis vão sair na frente, não apenas em compliance, mas em performance. É justamente nesse ponto que soluções integradas, como as da Senior, passam a ter um papel importante ao conectar dados de SST, clima e jurídico para apoiar uma atuação mais preventiva e orientada por dados”, afirma Adriano Cruz.

Com isso, a integração entre áreas, a criação de fóruns ou comitês dedicados à saúde mental e o uso de tecnologia para consolidar dados e gerar indicadores em escala começam a se consolidar. Mais do que atender à norma, essas práticas contribuem para uma gestão mais eficiente e orientada por dados, com impacto direto na redução de reclamatórias trabalhistas e na promoção de ambientes de trabalho mais seguros e saudáveis.

Um novo estágio ainda inicial

Apesar dos avanços, a maturidade das empresas brasileiras nesse tema ainda é considerada inicial. Muitas organizações atuam de forma reativa, focadas no cumprimento mínimo das exigências, e enfrentam dificuldades para mensurar e integrar esses riscos ao PGR de maneira estruturada.

A atualização da NR-1, no entanto, tende a acelerar esse processo. Ao formalizar a obrigatoriedade da gestão dos riscos psicossociais, a norma reposiciona o tema no centro das decisões corporativas, não mais como uma pauta acessória, mas como um fator crítico de desempenho econômico. “O que antes era invisível agora precisa ser medido e, principalmente, gerenciado. Ignorar essa transformação não apenas aumenta riscos, como também compromete, de forma concreta, a sustentabilidade financeira das empresas”, finaliza Adriano Cruz.