Com a mudança no perfil de consumo e a crescente valorização da experiência de morar, o mercado de habitação popular vem incorporando mais itens de lazer aos empreendimentos para atender às novas expectativas dos compradores e manter sua competitividade. No Paraná, por exemplo, a piscina desponta como um dos itens de lazer mais desejados pelos clientes, especialmente no Norte do Estado, refletindo a importância crescente dos espaços comuns na decisão de compra.
Na prática, essa mudança já influencia o desenvolvimento dos empreendimentos da MRV. Até o início de 2025, os empreendimentos da construtora contavam, em média, com cinco itens de lazer e convivência. Hoje, os novos projetos são desenvolvidos com cerca de dez opções, ampliando as possibilidades de uso dos espaços comuns pelos moradores e alinhando os produtos às necessidades percebidas em cada região.
Para Willians Ribeiro, gestor comercial da MRV no Paraná, a evolução do mercado mostra que o comprador passou a analisar muito mais do que o apartamento em si. “Hoje, o cliente não observa apenas a planta ou a metragem do apartamento. Ele busca entender como será a experiência de viver naquele residencial e de que forma os espaços comuns vão contribuir para o dia a dia da família. No Norte do Paraná, a piscina aparece como o principal item de lazer desejado pelos clientes, seguida por espaços como academia e salão de festas”, afirma o executivo.
Até pouco tempo atrás, itens como piscinas, varandas gourmet e áreas de convivência eram vistos como diferenciais. Hoje, para muitos compradores, eles já fazem parte do básico esperado em um empreendimento.
A piscina é um dos exemplos mais evidentes dessa transformação. Atualmente, mais de 85% dos projetos da MRV contam com esse item, que passou a figurar entre os espaços mais valorizados pelos consumidores. As varandas também seguem essa tendência: metade dos projetos da marca, enquadrados no programa Minha Casa, Minha Vida, já conta com varanda, sendo que 40% dessas unidades possuem varanda gourmet.
Essa mudança acompanha uma tendência nacional, mas com adaptações importantes às características locais. A MRV adota uma estratégia de microrregionalização, que considera aspectos culturais, climáticos e econômicos no desenvolvimento dos empreendimentos, para oferecer soluções mais aderentes à realidade de cada mercado.
“Os clientes passaram a enxergar o lazer de forma diferente. Antes, esses espaços eram percebidos como um benefício adicional. Hoje, fazem parte da experiência de morar e influenciam diretamente a decisão de compra. Por isso, entender o que cada região valoriza é fundamental para desenvolver empreendimentos mais competitivos. No Paraná, por exemplo, além da piscina, itens como academia, salão de festas e quadra poliesportiva têm ganhado relevância na composição dos novos projetos”, completa Willians.
Na prática, o avanço dos itens de lazer mostra que o setor de habitação popular está se ajustando a um novo patamar de exigência dos consumidores, em que conforto, convivência e conveniência passam a ter peso relevante na escolha do imóvel.
Sobre MRV
Com 46 anos de mercado e o propósito de construir sonhos que transformam o mundo, a MRV é uma das cinco empresas que compõem o grupo MRV&CO. É considerada a maior construtora e incorporadora da América Latina, tendo como foco empreendimentos residenciais econômicos, com preços acessíveis para um público que busca o sonho da casa própria. A companhia já entregou mais de 550 mil chaves. Hoje, mais de 1,8 milhão de pessoas vivem em um imóvel construído pela MRV. Acesse e conheça mais sobre a companhia. www.mrv.com.br.
Curitiba terá oficina de escrita criativa; inscrições gratuitas já estão abertas
Atividades acontecem em agosto e setembro na Biblioteca Pública do Paraná e na Casa da Leitura Miguel de Cervantes
Estão abertas as inscrições para a oficina de escrita criativa “S.O.P.A. de Letras”, atividade totalmente gratuita voltada a jovens e adultos com idade a partir de 16 anos.
Ministrada pelo escritor e mediador cultural Ali Freyer, a iniciativa ocorre ao longo de cinco encontros — nos dias 22 e 29 de agosto, e 12, 19 e 26 de setembro de 2026 — com opções de turmas nos períodos da manhã e da tarde.
A programação matutina será realizada das 9h às 12h, no 3º andar da Biblioteca Pública do Paraná, no Centro de Curitiba. Já a turma do turno vespertino terá aulas das 13h30 às 16h30, na Casa da Leitura Miguel de Cervantes, localizada na Praça da Espanha (Bigorrilho).
Para participar, os interessados já podem preencher o formulário disponibilizado no perfil oficial da produtora no Instagram (@producao.pinguim).
Leitura compartilhada e livre criação
Como parte integrante do projeto cultural Narrar o Brasil Agora, a atividade propõe um mergulho na confecção textual a partir de trechos de obras nacionais publicadas nos últimos 15 anos.
Durante as sessões, a leitura coletiva servirá como estímulo para abordar elementos centrais do fazer literário, como a construção de personagens, a estruturação de vozes narrativas e o manejo do tempo no enredo.
Com foco na vivência e no processo artístico, a proposta busca valorizar a expressão autoral em um espaço aberto de troca e experimentação poética, sem a cobrança de avaliações formais.
Formação leitora
A oficina integra um conjunto amplo de 200 ações literárias do projeto Narrar o Brasil Agora, programa de incentivo à leitura direcionado prioritariamente ao público jovem, que é realizado pela Pinguim Produções com recursos do Programa de Apoio, Fomento e Incentivo à Cultura de Curitiba – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.
Além das oficinas de escrita, o projeto promove mediações em escolas públicas e Casas da Leitura curitibanas com a participação dos educadores Ju Souto, Lígia Quirino, Rodrigo Hayalla e do próprio Ali Freyer, sob produção de Fabiane de Cezaro.
Sobre o ministrante
Ali Freyer é artista palavra e atua em diferentes frentes criativas. Bacharel em Artes Cênicas pela Unespar e integrante da Pinguim Produções, concebe e realiza projetos de arte-educação, criação cênica, mediação cultural, formação leitora e formação de platéia nas interfaces entre teatro, literatura e audiovisual.
Como autor, além de dramaturgias encenadas por coletivos curitibanos e textos publicados em antologias, possui cinco livros publicados, quatro deles dedicados à literatura para crianças.
Serviço:
O que: Oficina de Escrita Criativa “S.O.P.A. de Letras”
Quando: 22 e 29 de agosto; 12, 19 e 26 de setembro de 2026 (sábados)
Horários e Locais:
· Turma Manhã (9h às 12h): Biblioteca Pública do Paraná — 3º andar (Rua Cândido Lopes, 133, Centro)
· Turma Tarde (13h30 às 16h30): Casa da Leitura Miguel de Cervantes (Praça da Espanha, Rua Coronel Dulcídio, s/nº, Bigorrilho, Curitiba)
Valor: Gratuito
Inscrições: Os interessados já podem preencher o formulário no perfil do Instagram @producao.pinguim
A Pinguim Produções é uma produtora cultural de Curitiba que concebe e realiza projetos de criação artística, mediação cultural e arte-educação há mais de dez anos, atuando na capital e em diversos outros municípios paranaenses.
A empresa desenvolve trabalhos na interface entre linguagens artísticas, com especial ênfase no teatro e na literatura, produzindo espetáculos, festivais, concursos, publicações, oficinas formativas e ações de formação leitora.
Nova edição da Revisão Premiada pretende dobrar o número de oficinas participantes e distribuir R$ 60 mil em prêmios instantâneos aos consumidores
Curitiba, agosto de 2026 – O Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios do Paraná (Sindirepa-PR) lança, nesta quinta-feira (13), a segunda edição da campanha Revisão Premiada, iniciativa que une segurança no trânsito e incentivo à manutenção preventiva. Realizada em parceria com a Associação Comercial do Paraná (ACP), a campanha pretende ampliar o número de oficinas participantes e estimular os motoristas a realizarem a revisão dos veículos antes do período de maior circulação nas estradas. Entre os prêmios sorteados, estão dois carros zero-quilômetro.
A expectativa é reunir cerca de 100 oficinas associadas em todo o Estado, praticamente o dobro da primeira edição, realizada em 2025, quando 53 empresas aderiram à iniciativa e aproximadamente 70 mil cupons foram distribuídos aos consumidores.
Nesta edição, os clientes das oficinas participantes concorrerão a dois Volkswagen Tera zero-quilômetro, dez Caminhões de Prêmios e dez Smart TVs de 32 polegadas, além de R$ 60 mil em prêmios instantâneos, entre vouchers para novos serviços nas oficinas, lavadoras de alta pressão, aspiradores automotivos portáteis, televisores e outros brindes.
Segundo o presidente do Sindirepa-PR, Sandro Cruppeizaki, a campanha busca transformar a revisão preventiva em um hábito entre os motoristas, ao mesmo tempo em que fortalece as oficinas associadas. “A manutenção preventiva é um investimento em segurança. Quando o motorista revisa o veículo antes de enfrentar viagens mais longas, reduz significativamente o risco de falhas mecânicas. Ao mesmo tempo, a campanha fortalece as oficinas e movimenta toda a cadeia da reparação automotiva”, afirma.
A campanha promocional será realizada entre 6 de novembro de 2026 e 10 de janeiro de 2027. Os sorteios ocorrerão pela Loteria Federal, nos dias 16 e 23 de janeiro de 2027.
Condomínios não podem compartilhar fotos e vídeos de menores sem autorização
Especialista alerta sobre os riscos do uso indevido de imagens e orienta o cumprimento da LGPD e do ECA para evitar multas e indenizações
A busca pelo reforço da segurança nos condomínios impulsionou a instalação de circuitos fechados de televisão (CFTV) e a criação de grupos em aplicativos de mensagens. No entanto, o compartilhamento sem autorização de registros visuais de moradores — sobretudo de crianças e adolescentes — pode acarretar notificações e ações judiciais.
“A LGPD (Lei nº 13.709/2018) estabelece que toda informação relacionada à pessoa identificada ou identificável constitui dado pessoal, sendo a imagem um desses elementos. Assim, o material captado por sistemas de monitoramento não pode ser tratado de forma livre”, explica Bianca Ruggi, advogada e vice-presidente da Associação das Administradoras de Condomínios do Estado do Paraná (AACEP). A entidade reúne 32 empresas associadas, que representam mais de 2.700 condomínios paranaenses, abrigando cerca de 740 mil pessoas.
De acordo com a especialista, a captura de imagens em áreas comuns deve servir exclusivamente à proteção coletiva e patrimonial. Qualquer destinação diversa — como o envio em grupos de conversas, a exposição pública de moradores ou o uso pessoal — caracteriza desvio de finalidade e configura tratamento irregular de dados.
Legislação rigorosa e proteção integral
A vice-presidente da AACEP ressalta que o cenário se torna ainda mais crítico quando envolve menores de idade. “O artigo 14 da LGPD determina que o tratamento de dados de crianças e adolescentes exige consentimento específico de pelo menos um dos pais ou responsável legal. Paralelamente, o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/1990) assegura, em seu artigo 17, a preservação da imagem, identidade e dignidade, vedando qualquer exposição indevida”.
O artigo 247 do ECA reforça esse rigor ao prever sanções para a divulgação não autorizada de registros que permitam a identificação do menor. No âmbito civil, o Código Civil (Lei nº 10.406/2002) protege os direitos da personalidade. Os artigos 12 e 20 garantem o direito de barrar a publicação não autorizada da imagem, especialmente diante de prejuízos à honra. Já os artigos 186 e 927 determinam a obrigação de indenizar em caso de ato ilícito, ainda que o dano seja estritamente moral.
Danos presumidos e responsabilidade civil
A jurisprudência brasileira consolida o entendimento de que a exposição indevida de imagens, em especial de crianças e adolescentes, gera o chamado dano moral presumido — dispensando a comprovação do prejuízo concreto para que haja responsabilização financeira.
Outro ponto crucial destacado pela advogada especialista em direito condominial diz respeito às obrigações do próprio ambiente coletivo. “A ausência de controle sobre o acesso às gravações – principalmente quando há liberação irrestrita aos condôminos – caracteriza violação à LGPD por falha na segurança. Essa fragilidade operacional favorece condutas inadequadas, como repasses não autorizados, exposição de terceiros e episódios de constrangimento ou assédio”, pondera Bianca.
O papel do síndico e medidas preventivas
Na condição de representante legal, o síndico tem o dever de guarda dos bens comuns e das informações coletadas pelo sistema de monitoramento.
Para a especialista, a adequação às normas vigentes não exige estruturas complexas, mas sim organização e gestão responsável das informações. “Não basta reconhecer os riscos. É indispensável adotar medidas práticas. A exposição indevida ultrapassa os limites da convivência comunitária e pode acarretar sanções civis, administrativas e até penais”.
Equilíbrio entre vigilância e privacidade
Para facilitar o entendimento, Bianca Ruggi esclarece o que os condomínios NÃO podem fazer (especialmente com menores):
Divulgar fotos de eventos sem autorização formal e assinada pelos pais ou responsáveis legais.
Compartilhar vídeos de câmeras de segurança em grupos de moradores (como WhatsApp e Telegram), expondo crianças e adolescentes.
Armazenar dados de dependentes sem protocolos e controles de acesso rígidos.
Utilizar imagens de crianças para qualquer finalidade que não seja a estrita identificação interna ou a segurança do local.
“Câmeras e grupos de mensagens são ferramentas úteis, mas tornam-se fatores de risco sem a gestão adequada. A lei é clara: dados de crianças exigem cuidado redobrado e os condomínios que não se adaptarem ficarão expostos a penalidades”, completa a vice-presidente da AACEP.
Sobre a AACEP
A Associação das Administradoras de Condomínios do Estado do Paraná (AACEP) congrega 32 administradoras associadas, que representam mais de 2.700 condomínios no estado do Paraná e onde vivem cerca de 740 mil pessoas.
A AACEP tem sede na capital paranaense e membros filiados em Curitiba, Campo Largo, Londrina, Ponta Grossa, Colombo, Guarapuava, Francisco Beltrão, Pato Branco, Cascavel e Foz do Iguaçu. A entidade atua para levar informações, profissionalismo à gestão condominial e busca novas administradoras nas cidades de médio porte do Paraná.
Às vésperas do Dia Nacional do Voluntariado, celebrado em 28 de agosto, projeto do Instituto Buko Kaesemodel mostra como profissionais podem compartilhar conhecimento para promover autocuidado e qualidade de vida entre mulheres com a pré-mutação da Síndrome do X Frágil
Dedicar algumas horas, compartilhar conhecimento ou simplesmente colocar uma habilidade profissional a serviço de outra pessoa. O voluntariado pode assumir diferentes formas, mas tem em comum a capacidade de aproximar pessoas e contribuir para transformar realidades. No Brasil, essa atuação ganha destaque em 28 de agosto, quando é celebrado o Dia Nacional do Voluntariado, data criada para reconhecer quem dedica parte de seu tempo e de suas habilidades a ações de interesse social.
É esse princípio que movimenta o Programa Bem-Estar, desenvolvido pelo Instituto Buko Kaesemodel que oferecer gratuitamente atividades de autocuidado a mulheres com a pré-mutação Síndrome do X Frágil.
Em uma rotina marcada pelo cuidado com os filhos, consultas, terapias e responsabilidades domésticas e profissionais, encontrar alguns minutos para olhar para si mesma pode se tornar um desafio. O Bem-Estar procura justamente criar esse espaço por meio do trabalho de profissionais voluntárias, que transformam seus conhecimentos em práticas acessíveis de exercícios físicos, meditação, yoga e atenção ao bem-estar emocional.
Para Luz María Romero, gestora do Instituto Buko Kaesemodel, o voluntariado tem papel fundamental para que iniciativas como essa consigam chegar às famílias. Ao mesmo tempo, o projeto nasceu da percepção de que era necessário direcionar o cuidado também para as mulheres que, muitas vezes, passam grande parte da vida cuidando de outras pessoas. “Muitas das mães cadastradas no Programa Eu Digo X abrem mão do seu trabalho e sonhos para cuidar dos filhos com Síndrome do X Frágil, sendo que muitas passam a ser cuidadoras de seus filhos, acompanhando a rotina de atividades como psicopedagogia, fisioterapia, terapia ocupacional, entre outras”, afirma Luz María.
Segundo ela, foi a partir dessa realidade que surgiu o Bem-Estar. “Desenvolvemos o projeto Bem-Estar exatamente com o intuito de alertar essas mulheres à prática de atividades físicas, como forma de minimizar os sintomas, já que a pré-mutação tem um quadro clínico que pode progredir com o tempo”, explica.
Cuidar de quem cuida
Foi justamente a importância de cuidar de quem cuida que motivou a terapeuta corporal Manoella Bahr de Souza Pacheco a integrar o projeto. Ela procurava uma iniciativa social em Curitiba quando conheceu o Programa Bem-Estar por meio de Aline Tatsch Dias, professora de Yoga e Ayurveda, terapeuta integrativa e palestrante, que na época era sua paciente.
Tterapeuta corporal Manoella Bahr de Souza Pacheco
Manoella já havia tido contato com o universo das síndromes durante um estágio de sua pós-graduação em Saúde da Família na Apae e convive com uma prima com síndrome de Down. Mas ainda não conhecia a Síndrome do X Frágil. A possibilidade de trabalhar diretamente com mulheres despertou seu interesse, especialmente porque esse também é o principal público atendido por ela na terapia corporal.
“Sei da importância de cuidar de quem cuida, pois geralmente são as que menos conseguem tempo para isso e as que mais precisam”, explica.
Ainda no início de sua participação no projeto, Manoella desenvolveu exercícios e meditações curtos, pensados para serem incorporados à rotina sem exigir grandes períodos disponíveis. As práticas abordam temas como acolhimento, presença e autorregulação do sistema nervoso.
“O que fiz de adaptação com os exercícios e meditações foi principalmente a questão do tempo e a facilidade para que possam fazer sempre, como e de onde estiverem, além de trazer temas relacionados ao acolhimento, à autorregulação do sistema nervoso e à presença”, conta.
A proposta ajuda a desconstruir a ideia de que o autocuidado depende necessariamente de uma hora livre na agenda. Alguns minutos de respiração, movimento ou meditação podem representar uma oportunidade para que a mulher volte a atenção para si em meio às inúmeras demandas do cotidiano.
Voluntariado como transformação
Para Aline Tatsch Dias, que participa de ações sociais desde 1996, o trabalho voluntário também representa uma maneira de construir a sociedade que se deseja para o futuro. “O trabalho voluntário constrói a realidade que nós queremos para o futuro. Acredito que o voluntariado tem o potencial de transformar positivamente a sociedade onde vivemos”, afirma.
No Programa Bem-Estar, ela encontrou uma forma de compartilhar o conhecimento acumulado em sua trajetória profissional por meio de atividades que podem chegar às participantes independentemente de onde elas estejam.
Mesmo quando as aulas são gravadas em casa e disponibilizadas online, Aline destaca que existe uma relação humana entre quem compartilha o conhecimento e quem recebe aquela prática. “É uma pessoa, uma professora de yoga, gravando um vídeo para outras pessoas, para mulheres com a pré-mutação da Síndrome do X Frágil. Esse contato pessoal, de pessoa para pessoa, tem um valor imenso”, diz.
Ao preparar as atividades, Aline procura enxergar as participantes, antes de tudo, como mulheres que podem estar cansadas, sobrecarregadas e envolvidas com inúmeras responsabilidades. A condição genética é considerada dentro do cuidado, mas não define integralmente quem participa.
“Eu olho para elas principalmente como mulheres multitarefas, que eventualmente podem estar sobrecarregadas e cansadas. As aulas são feitas para proporcionar um tempo para si mesmas. Ter um momento para respirar e olhar para si é uma ferramenta terapêutica poderosa”, afirma.
Ajudar também precisa caber na rotina
Um dos aprendizados do projeto, segundo Aline, é que o trabalho voluntário não precisa necessariamente envolver estruturas complexas ou uma disponibilidade de tempo incompatível com a rotina profissional.
No Bem-Estar, parte das atividades pode ser produzida pelas próprias voluntárias em casa e posteriormente disponibilizada às participantes. Esse formato permite que cada profissional contribua com aquilo que sabe fazer e dentro do tempo que efetivamente consegue oferecer.
“O projeto me trouxe a autonomia de sentir que eu posso fazer. Posso contribuir dentro da minha casa, com tranquilidade. Essa redução da complexidade e a simplicidade do projeto são um grande ganho pessoal para mim”, relata.
Para quem deseja começar um trabalho voluntário, Aline recomenda avaliar as próprias habilidades e, principalmente, a disponibilidade real para assumir um compromisso. A colaboração pode ocorrer semanalmente, mensalmente ou até em ações pontuais. “O voluntariado nos faz crescer como pessoas, mas precisamos nos comprometer. É importante conhecer nossas habilidades, saber o que podemos oferecer e olhar com responsabilidade para nossa disponibilidade de agenda”, orienta.
Para ela, praticamente todo mundo possui algum conhecimento ou habilidade que pode ser compartilhado. “Cada pessoa pode ajudar com o seu talento. É só se aproximar das instituições”, acrescenta.
Autocuidado sem cobrança
Outro cuidado adotado pelo Programa Bem-Estar é evitar que a atividade destinada ao bem-estar se transforme em mais uma obrigação para mulheres que já enfrentam uma rotina sobrecarregada.
Por isso, as práticas são disponibilizadas de maneira que as participantes tenham autonomia para escolher quando realizá-las. Para Aline, acolher também significa respeitar o tempo de cada uma. “O exercício está disponível em um lugar confortável, para que cada uma acesse no seu melhor momento. Elas têm autonomia para escolher quando fazer. Estar disponível e, ao mesmo tempo, respeitar essa liberdade também é uma forma de acolher”, explica.
A professora considera que até mesmo o excesso de estímulos pode ser percebido como pressão. Por isso, a proposta é incentivar sem cobrar resultados. “As participantes precisam se sentir motivadas e acolhidas, mas sem serem pressionadas. Sentir-se acolhida é o que motiva. O projeto é um convite”, diz.
O Bem-Estar integra as ações do Programa Eu Digo X, desenvolvido pelo Instituto Buko Kaesemodel. As atividades são gratuitas e o formato online permite alcançar mulheres de diferentes regiões do Brasil.
Neste 28 de agosto, Dia Nacional do Voluntariado, histórias como as de Aline e Manoella ajudam a mostrar que a contribuição social não precisa começar com grandes projetos. Pode nascer daquilo que cada pessoa já sabe fazer e da decisão de dedicar um pouco desse conhecimento a alguém que precisa. No Programa Bem-Estar, esse encontro acontece em pequenos gestos: alguns minutos de movimento, uma prática de respiração, uma meditação ou simplesmente um convite para que mulheres acostumadas a cuidar de todos também se permitam cuidar de si.
Com apoio da GFX, o navegador Fred Budtikevitz e o piloto Flávio Lunardi vão disputar a categoria T1+ a bordo de uma Toyota IMA V8
Tomar decisões rápidas, interpretar informações em tempo real, antecipar cenários e manter a precisão mesmo sob pressão são habilidades presentes tanto no ambiente corporativo quanto no rally. O diretor executivo de Negócios Estratégicos da GFX, Fred Budtikevitz, levará essa experiência para um cenário bem diferente do escritório: entre os dias 22 e 30 de agosto, ele será o navegador do piloto Flávio Lunardi no Sertões 2026.
A GFX é apoiadora da dupla, que chega à competição para um novo desafio na carreira. Atuais campeões brasileiros de Rally Raid na categoria Carros Ultimate T1.1, Flávio e Fred vão disputar a T1+, considerada a elite do rally nacional, a bordo de uma Toyota IMA V8 preparada pela equipe Sizmic.
O Sertões, maior rally das Américas, terá quase 4 mil quilômetros de percurso, dos quais aproximadamente 2,6 mil serão de trechos cronometrados em estradas de terra. Com largada e chegada em Goiânia (GO), a competição passará por Goiás, Bahia e Tocantins e terá como cidades anfitriãs Cavalcante (GO), Luís Eduardo Magalhães (BA), Mateiros (TO), Porto Nacional (TO), Minaçu (GO), Niquelândia (GO) e Goianésia (GO).
Precisão e decisões em alta velocidade
No rally, o navegador é responsável por orientar o piloto durante todo o percurso, realizando a leitura da planilha, conferindo a metragem da prova e fazendo correções de hodômetro e cálculos em tempo real. Tudo isso enquanto o veículo atravessa terrenos irregulares e enfrenta obstáculos em alta velocidade.
Para Fred, que atua na GFX no desenvolvimento de clientes estratégicos, no segmento Private e na construção de novas oportunidades de negócios, a chegada à categoria T1+ aumenta ainda mais essa responsabilidade. “O Flávio é um piloto rápido, tem a gana e a coragem como algumas de suas principais características. Com isso, minha navegação precisa acompanhar o mesmo ritmo. Estamos falando de leitura de planilha, metragem de prova, correção de hodômetro e cálculos em tempo real, enquanto enfrentamos obstáculos e situações adversas a cada quilômetro”, afirma.
A dupla assume nesta edição uma Toyota IMA V8, equipada com motor 5.0 V8 aspirado, potência de aproximadamente 470 cv, câmbio sequencial Sadev de seis marchas e suspensão independente.
Estreia positiva aumenta expectativa
Flávio e Fred fizeram a primeira prova com o novo carro durante o Sertões Series Paraná, realizado em julho. A competição serviu principalmente para adaptação ao equipamento e deixou a dupla otimista para o principal desafio da temporada.
Segundo Fred, a robustez do equipamento permite elevar o nível de competitividade. “É um carro que transmite muita confiança. Podemos frear mais perto de uma curva, atacar determinados trechos com mais velocidade e enfrentar obstáculos com uma margem de segurança maior. Quando piloto, navegador e equipamento estão alinhados, conseguimos explorar melhor todo o potencial do conjunto”, explica.
Confiança construída dentro e fora do carro
Além do equipamento, a dupla aposta no entrosamento construído ao longo das competições. Em uma modalidade na qual decisões tomadas em segundos podem definir o resultado de vários dias de prova, confiança entre piloto e navegador é um componente decisivo.
“O fato de o Flávio confiar na minha navegação permite que ele acelere sabendo que terá as informações necessárias sobre o que encontrará pela frente. Da mesma forma, confiar na pilotagem dele me permite concentrar totalmente na precisão da navegação. No rally, resultado é consequência de preparação, confiança e trabalho em equipe”, afirma Fred.
Para a GFX, apoiar a participação de Fred Budtikevitz e Flávio Lunardi no Sertões também representa estar ao lado de um projeto marcado por preparação, estratégia, tecnologia, precisão e busca por desempenho.
“O Sertões é uma prova que exige preparação, estratégia, capacidade de adaptação e tomada de decisão. São valores que dialogam com a forma como trabalhamos. Para nós, apoiar o Fred e o Flávio significa acreditar em pessoas que se desafiam, trabalham em equipe e buscam alta performance sem perder de vista a confiança e a consistência necessárias para chegar longe. Ter uma das principais lideranças da GFX encarando um desafio dessa dimensão é motivo de muito orgulho”, afirma Phillipe Enke Mathieu, CEO da GFX.
A dupla chega à edição de 2026 depois do título brasileiro na categoria Carros Ultimate T1.1 e, agora, sobe um degrau importante ao competir na T1+. “Pilotar um carro como esse e disputar a principal categoria sempre foi um objetivo. Chegou o nosso momento, mas sabemos que o Sertões exige um conjunto inteiro funcionando bem: piloto, navegador, equipamento, engenharia e mecânicos. Estamos preparados para buscar um grande resultado”, conclui Flávio.
A capital paranaense recebe, neste sábado (22), uma oportunidade pouco comum para profissionais, empreendedores e estudantes que desejam vivenciar, na prática, a metodologia de uma das principais escolas de negócios do país. Em vez de assistir a uma palestra sobre marketing, os participantes serão convidados a enfrentar um desafio real proposto pela Monster Energy, uma das maiores marcas de bebidas energéticas do mundo.
O Monster Energy & ESPM Curitiba Challenge propõe uma manhã de imersão em que os participantes trabalharão como equipes de consultoria, desenvolvendo soluções para um desafio estratégico da marca. A atividade é gratuita e acontece no Tetto Rooftop, em Curitiba. A proposta traduz um dos principais diferenciais da ESPM: aprender a partir de problemas concretos do mercado, aproximando teoria e prática e estimulando a tomada de decisão, o pensamento estratégico e o trabalho colaborativo.
Presente no Paraná desde 2024 em parceria com a Academic Ventures, a ESPM vem consolidando sua atuação no Estado por meio da oferta de programas de extensão e pós-graduação voltados às áreas de marketing, negócios, branding, inovação e economia criativa. Quase dois anos após sua chegada, a instituição já conta com turmas formadas e amplia sua presença regional oferecendo experiências que aproximam o público da dinâmica vivida em sala de aula.
“O objetivo é proporcionar uma vivência real da metodologia da ESPM. Ao invés de conhecer um curso por meio de uma apresentação institucional, o participante experimenta como pensamos, discutimos e solucionamos desafios de mercado. É uma oportunidade de aprender fazendo”, explica Gisah Akel, partner regional da ESPM no Paraná e sócia da Academic Ventures.
Um desafio, duas perspectivas
O desafio lançado pela Monster Energy parte de uma provocação contemporânea: como ampliar o posicionamento da marca para além dos esportes de ação e do entretenimento, conectando-a também à alta performance profissional, à criatividade e às novas formas de trabalho?
A partir dessa questão central, os participantes serão divididos em duas trilhas de desenvolvimento, inspiradas em programas da própria ESPM.
A primeira, alinhada ao Master em Business, Marketing & Innovation, abordará estratégias de posicionamento voltadas à produtividade criativa, consumo e experiência, explorando como a marca pode dialogar com profissionais em ambientes de trabalho e inovação.
Já a segunda trilha, baseada no Prime MBA em Branding, Comunicação e Vendas, discutirá a construção de comunidades, creator economy e lifestyle, investigando como a Monster pode ampliar sua presença em ecossistemas criativos e fortalecer conexões com novos públicos.
Ao final da dinâmica, todos os grupos apresentam suas propostas e participam de um bate-papo com coordenador e professores da ESPM para discutir soluções, tendências e os desafios do mercado.
Aprender como o mercado trabalha
Segundo a organização, a experiência foi desenhada para que cada participante compreenda como decisões estratégicas são construídas dentro das empresas e como diferentes áreas do conhecimento dialogam na resolução de problemas complexos.
Além do desafio prático, o encontro permitirá conhecer a metodologia da ESPM, conversar com professores e coordenador dos cursos e identificar qual programa de pós-graduação faz mais sentido para cada momento profissional.
A Monster Energy foi escolhida justamente por representar uma marca global que construiu sua identidade por meio da conexão com comunidades, experiências e cultura, atributos que hoje desafiam empresas de diferentes segmentos a criarem relevância em mercados cada vez mais competitivos. “A Monster é uma marca maior do que muita gente imagina, e já construímos uma relação muito forte com comunidades como surf e skate. Queremos descobrir e nos aproximar das diferentes comunidades que movimentam os curitibanos, entender suas paixões e como podemos fazer parte delas de forma relevante e autêntica”, afirma Giuliano Odone, diretor de Marketing da Monster Energy.
“A melhor forma de preparar profissionais para o mercado é colocá-los diante de desafios reais, que exigem repertório, pensamento crítico, colaboração e capacidade de tomar decisões”, diz Frederike Mette, diretora acadêmica de Pós-Graduação Lato Sensu. “Levar essa experiência em parceria com uma marca como a Monster Energy, permite que os participantes vivenciem a dinâmica de aprendizagem que está no centro dos nossos programas de pós-graduação e percebam como o conhecimento ganha valor quando aplicado a problemas concretos e transforma a maneira como enxergamos os negócios.”
Sobre a Monster Energy
A Monster Energy é uma das principais marcas de bebidas energéticas do mundo. Lançada em 2002, está presente em mais de 150 países e territórios, com um portfólio diversificado que atende diferentes perfis de consumidores. No Brasil, a marca figura entre as líderes da categoria e mantém forte presença no varejo e em iniciativas ligadas aos esportes de ação, automobilismo, eSports, música e cultura urbana. Reconhecida por seu apoio a atletas, equipes, artistas e eventos, consolidou uma identidade global baseada em atitude, autenticidade e alta performance.
Sobre a ESPM
A ESPM é uma escola de negócios inovadora, referência brasileira no ensino superior nas áreas de Comunicação, Marketing, Consumo, Administração, Economia Criativa e Tecnologia. Seus mais de 12,6 mil alunos de graduação e pós-graduação e mais de 1,1 mil colaboradores estão distribuídos em cinco campi — dois em São Paulo, dois no Rio de Janeiro e um em Porto Alegre — além de unidades regionais em Curitiba, Goiânia e Salvador. O lifelong learning, a excelência acadêmica e a forte conexão com o mercado orientam sua atuação.
Sobre a Academic Ventures
Nesse hub de soluções estratégicas, o professor Zaki Akel Sobrinho lidera uma equipe multidisciplinar com grande experiência em gestão estratégica atuando nos ecossistemas de inovação e com fortes conexões tanto no meio acadêmico quanto no meio empresarial para administrar uma rica e diversificada rede de relacionamentos nos dois universos. A AV cria pontes para conectar problemas e soluções por meio de powerful connections – estratégicas, globais e de impacto – ajudando a construir resultados concretos que geram valor para os clientes, colaboradores, sócios e sociedade. Acesse: academicventures.com.br
SERVIÇO:
Monster Energy & ESPM Curitiba Challenge
22 de agosto de 2026 (sábado) 9h às 12h30 Tetto Rooftop Rua Padre Anchieta, 1291 – Bigorrilho – Curitiba (PR)
Programação
9h às 9h30 – Recepção e coffee
9h30 às 9h50 – Apresentação da ESPM e quiz de perfil
9h50 às 10h20 – Apresentação da Monster Energy e lançamento do desafio
10h30 às 11h10 – Dinâmicas das trilhas
11h20 às 11h40 – Apresentação das soluções
11h50 às 12h30 – Conversa com coordenador dos cursos
Alto Giro é patrocinadora da 1ª Maratona Internacional de Maringá e assina uniformes oficiais da prova
Marca paranaense será responsável pelo desenvolvimento das peças que serão utilizadas pelos participantes das provas de 5 km, 10 km, 21 km e 42 km
A Alto Giro será patrocinadora da 1ª Maratona Internacional de Maringá e também assinará os uniformes oficiais da competição, que será realizada entre os dias 20 e 22 de novembro. A marca paranaense será responsável pela confecção das peças que serão utilizadas pelos participantes das quatro distâncias da prova: 5 km, 10 km, 21 km e 42 km.
A parceria coloca a Alto Giro no centro de um dos principais eventos de corrida de rua previstos para o calendário esportivo nacional em 2026. A expectativa é que a maratona reúna cerca de 20 mil atletas de diferentes estados brasileiros e também do exterior, reforçando a dimensão do evento e a conexão da marca com o universo da corrida e da prática esportiva.
Uniformes unem tecnologia, conforto e performance
Desenvolvidos especialmente para a competição, os uniformes oficiais foram projetados para acompanhar os atletas em diferentes níveis de performance e em todas as distâncias da prova. As peças combinam leveza, conforto, liberdade de movimento e tecnologias voltadas ao desempenho esportivo.
A escolha da matéria prima considera as necessidades dos corredores durante a prova, com foco em uma experiência confortável mesmo diante do esforço físico e das condições do percurso.
“Para a Alto Giro, estar presente na Maratona Internacional de Maringá é motivo de muito orgulho. Poder contribuir com esse momento, desenvolvendo os uniformes oficiais para todos os participantes, dos 5 km aos 42 km, reforça o nosso compromisso em criar produtos que realmente façam diferença na prática esportiva”, afirma Edson Recco, fundador da Alto Giro.
Segundo Recco, o desenvolvimento do uniforme oficial foi baseado em tecnologias que impactam diretamente a experiência dos corredores. “Sabemos que a escolha do vestuário influencia diretamente a experiência do atleta durante a prova. Tecidos tecnológicos, respirabilidade, leveza, proteção UV, conforto e acabamentos de alta qualidade proporcionam mais liberdade de movimento e bem-estar ao longo do percurso, permitindo que o corredor mantenha o foco no seu desempenho. Essa expertise é resultado de mais de quatro décadas dedicadas ao desenvolvimento de soluções para quem vive o esporte. Por isso, cada detalhe do uniforme oficial foi pensado para unir performance, funcionalidade e design, entregando uma experiência à altura da importância desse desafio”, acrescenta.
Três dias de programação e quatro distâncias
A 1ª Maratona Internacional de Maringá será realizada ao longo de três dias. Na sexta-feira (20), acontece a prova de 5 quilômetros. No sábado (21), serão disputados os 21 quilômetros e a Maratoninha, voltada ao público infantil. Já no domingo (22), serão disputadas a prova de 10 quilômetros e a maratona de 42 quilômetros.
Todas as provas terão largada e chegada na Sociedade Rural de Maringá, no Parque de Exposições. A competição distribuirá mais de R$300 mil em premiações, uma das maiores bolsas do atletismo brasileiro, e contará ainda com ativações ao longo do percurso e intervenções musicais para incentivar os corredores e proporcionar uma experiência diferenciada ao público.
Alto Giro e o incentivo ao esporte
Com 43 anos de história, a Alto Giro é referência nacional no desenvolvimento de roupas esportivas que unem tecnologia, inovação, conforto e design. O patrocínio da primeira edição da Maratona Internacional de Maringá amplia a presença da marca em uma modalidade que reúne performance, saúde, qualidade de vida e superação.
“Mais do que desenvolver o vestuário da prova, queremos fazer parte da conquista de cada atleta. É um privilégio saber que milhares de corredores estarão cruzando as linhas de largada e de chegada vestindo Alto Giro, levando consigo uma marca que, há 43 anos, representa tecnologia, conforto, segurança, qualidade e a paixão pelo esporte”, conclui o fundador da marca, Edson Recco.
Feijoada abre comemoração pelos 40 anos dos Amigos do HC e os 65 anos do Hospital de Clínicas
Últimos ingressos ainda estão à venda para a 20ª edição da Feijoada dos Amigos do HC; saiba como e onde adquirir
No próximo dia 22, sábado, a partir das 11h30, o Salão Azul do Clube Curitibano recebe a tradicional Feijoada dos Amigos do HC, que chega à sua 20ª edição consolidada como uma das principais ações solidárias do calendário curitibano. O evento celebra os 65 anos do Hospital de Clínicas e os 40 anos da Associação dos Amigos do HC. São décadas de uma trajetória voltada à transformar vidas e promover o cuidado em saúde para milhares de pessoas que dependem do sistema público na capital e em todo o Paraná.
O almoço beneficente deste ano traz como causa a continuidade e a melhoria do atendimento aos pacientes renais crônicos do Hospital de Clínicas da UFPR. A renda obtida durante o evento será revertida ao Serviço de Nefrologia do hospital. Sendo uma referência nacional no atendimento, a Associação busca arrecadar aproximadamente R$3 milhões para manutenção do serviço, proporcionando segurança, conforto e humanização aos pacientes renais crônicos.
Feijoada e samba de raiz
A feijoada será assinada pelo renomado Buffet Deucher. O menu inclui aperitivos tradicionais (caldinho de feijão, mini pastel de carne e torresmo crocante) e o buffet principal de feijoada com carnes nobres acompanhadas de clássicos como couve na manteiga, farofa de bacon, banana à milanesa e bisteca grelha. Também haverá uma versão de feijão sem carne, para os vegetarianos e veganos. O encerramento terá doces afetivos, como sagu, quindão, pudim de leite, chico balanceado e pudim de claras.
Para acompanhar o cardápio, o evento contará com open bar completo, incluindo coquetéis especiais do TAJ Bar (como o Fox Grape com e sem álcool e a clássica caipirinha de limão), chopp Harden, água e refrigerantes. A trilha sonora da tarde ficará por conta do grupo curitibano Samba de Saia, que comandará o repertório de samba de raiz.
Tradicional leilão: Itens exclusivos do futebol
Além da gastronomia de excelência e das atrações culturais, a tarde será marcada pelo tradicional leilão beneficente, uma oportunidade única para colecionadores e fãs de esporte arrematarem peças históricas do futebol brasileiro.
Entre os itens confirmados para o leilão desta edição, destacam-se:
Camisa do Brasil autografada pelo craque Ronaldo Fenômeno;
Camisa do Guarani autografada pelo ídolo Neto;
Camisa do Internacional autografada por todo o time;
Camisa do Athletico Paranaense autografada por jogadores do elenco;
Camisa do Coritiba autografada por jogadores do elenco;
Camisa do Paraná Clube autografada por jogadores do elenco.
Garanta seu lugar antes que esgote
Os ingressos disponíveis para o público custam R$255,00 e podem ser pagos via pix ou no cartão de crédito em até 3x (com taxas) diretamente no site oficial da instituição (amigosdohc.org.br) que direciona para a plataforma Disk Ingressos, ou nos pontos de venda localizados no Shopping Mueller, Shopping Novo Batel e Teatro Positivo.
Empresas e doadores que desejarem ampliar o impacto da solidariedade também podem colaborar por meio de cotas de patrocínio ou doações diretas nos canais oficiais da Associação.
Médica oncologista Maria Cristina Figueroa passa a integrar corpo clínico do Centro de Oncologia do Paraná
Especialista em câncer de mama e tumores ginecológicos reforça equipe do COP, com atuação voltada ao cuidado humanizado, ensino e pesquisa clínica
A oncologista clínica Maria Cristina Figueroa Magalhães passa a integrar o corpo clínico do Centro de Oncologia do Paraná (COP). Reconhecida por sua atuação no tratamento do câncer de mama e de tumores ginecológicos, a médica chega para reforçar a equipe multidisciplinar da instituição e ampliar o atendimento especializado aos pacientes.
Com uma trajetória que reúne assistência médica, pesquisa e formação de novos profissionais, Maria Cristina também atua no Hospital Universitário Evangélico Mackenzie, onde é preceptora da residência de oncologia. É professora da disciplina de Oncologia na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) e na Universidade Federal do Paraná (UFPR), doutora pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP/ICESP) e realizou pós-doutorado em pesquisa no Programa de Câncer de Mama da Johns Hopkins, nos Estados Unidos.
A especialista é investigadora principal de estudos clínicos em câncer de mama e tumores ginecológicos e participa de entidades nacionais e internacionais da área, entre elas a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) – em que faz parte do Comitê de Sobreviventes, a American Society of Clinical Oncology (ASCO) e a European Society for Medical Oncology (ESMO). Também integra a Câmara Técnica de Oncologia do Conselho Regional de Medicina do Paraná (CRM-PR).
Para a médica, a chegada ao COP representa a oportunidade de atuar em uma instituição que compartilha sua compreensão sobre o cuidado oncológico. “A oncologia exige excelência técnica, atualização permanente e, acima de tudo, um olhar atento para cada pessoa. Identifico-me com a visão do COP de oferecer um tratamento integral e humanizado, que acolhe o paciente e sua família em todas as etapas da jornada. Chego muito motivada para somar minha experiência à equipe e contribuir para um cuidado cada vez mais individualizado”, afirma Maria Cristina.
Além da atuação médica e acadêmica, a oncologista é idealizadora dos projetos Mama-Gênesis, Nós por Elas e As Vozes das Rosas, iniciativas voltadas à informação, ao acolhimento e à ampliação do diálogo sobre o câncer. É também sócia-proprietária do Portal ONcoLógico e pós-graduanda em Cardiologia do Exercício e do Esporte pela Sociedade Brasileira de Cardiologia.
A incorporação da especialista fortalece o compromisso do COP com uma oncologia baseada em evidências, integrada à pesquisa científica e centrada nas necessidades individuais de cada paciente.