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Em movimento inédito na perfumaria nacional, O Boticário apresenta a “baunilha roxa” como nunca vista no lançamento de Egeo Vanilla Ubesession

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Em movimento inédito na perfumaria nacional, O Boticário apresenta a “baunilha roxa” como nunca vista no lançamento de Egeo Vanilla Ubesession

O Boticário apresenta Egeo Vanilla Ubesession, uma fragrância que apresenta novos ingredientes na perfumaria ao trazer o Ube como protagonista de uma criação olfativa única. Conhecido como a “baunilha roxa”, o ingrediente é um vegetal nativo do sudeste asiático que surpreende pela coloração roxa vibrante e pelo perfil aromático adocicado, remetendo a baunilha e nozes.

O lançamento chega para conquistar os lovers de fragrâncias gourmand, explorando a tendência da baunilha na perfumaria. O novo Egeo combina o acorde do Ube, criado especialmente para a fragrância, com extrato de Matchá e diferentes facetas de baunilha, com as nuances amendoadas e cremosas, criando uma assinatura moderna, inesperada e viciante. 

O diferencial dessa fragrância está em sua pirâmide olfativa que equilibra ingredientes marcantes. O Ube traz o efeito surpreendente da criação, com nuances cremosas, doces e sofisticadas. O Matchá adiciona um toque refrescante para criar um contraste ao lado gourmand da composição. Já a Baunilha, traz um toque reconfortante e familiar, conectando o lançamento ao universo das baunilhas que conquistam os consumidores.

Em sintonia com os movimentos globais de beleza, o Ube surge como um ingrediente que vem ganhando espaço em produtos, especialmente entre marcas que exploram novas combinações sensoriais. Agora, O Boticário traduz essa tendência para a perfumaria nacional, trazendo um ingrediente ainda pouco explorado e transformando a descoberta do Ube em uma assinatura olfativa.

“Acompanhamos nossa comunidade e sabemos que a baunilha é uma das notas mais amadas pelos brasileiros. Mas, para Egeo, o mais interessante é mostrar que esse universo gourmand continua evoluindo. Por isso, fomos buscar uma das tendências que mais cresce globalmente: o Ube. Conhecido como a ‘baunilha roxa’, é um ingrediente que une a cremosidade característica da baunilha a uma experiência sensorial surpreendente. Para equilibrar essa indulgência, combinamos o Ube ao Matchá, que cria um contraste inesperado, deixando a fragrância moderna, envolvente e menos óbvia. Egeo Vanilla Ubesession é uma nova interpretação da perfumaria gourmand, aproximando uma tendência global do consumidor brasileiro de uma forma inédita, reinterpretada com o DNA irreverente de Egeo”, comenta Fernanda Marques, diretora de Perfumaria Feminina do Boticário.

A linha Egeo Vanilla Ubesession está disponível nas lojas físicas do Boticário com 20% de desconto até o dia 30/08, no e-commerce da marca, no app do Boticário, disponível para Android e iOS, além de revendedores pelo Encontre Boticário. Também é possível realizar pedidos pelo WhatsApp por meio do número 0800 744 0010 – contato oficial e seguro – diretamente na plataforma do dispositivo. Basta o cliente contatar a marca por esse número para verificar a disponibilidade na região dele. Há ainda a opção de contatar um revendedor da marca pelo link.

Serviço:

Egeo Vanilla Ubesession, 90ml – Preço sugerido: R$159,90
Se você é obcecada por baunilha e matchá, você vai amar o ube: Combinado ao Matchá fresquinho e ao dulçor da Baunilha, ele se transforma em uma fragrância gourmand autêntica e irresistível. Doce na medida, viciante e super confortável, tem alta fixação, sendo aprovado por 9 a cada 10 egeo lovers.

Creme Hidratante Desodorante Corporal Egeo Vanilla Ubesession, 150ml – Preço sugerido: R$54,90 
A Loção Hidratante Desodorante Corporal Egeo Vanilla Ubesession chega para complementar sua rotina de cuidados. E o melhor de tudo: conta com a fragrância que combina o ingrediente inédito: o ube, com o matchá fresquinho e o dulçor da baunilha.

Batom 3 em 1 Lilac Lavanda Lip & Cheek QDB Egeo Ubessesion – Preço sugerido: R$64,90
Cor de lavanda super vibrante

Batom 3 em 1 Berry Framboesa Lip & Cheek QDB Egeo Ubessesion 2,5g – Preço sugerido: R$64,90
Cor de roxo framboesa intenso e moderno

A linha de batons 3 em 1 Lip & Cheek QDB Egeo Ubessesion traz duas cores super vibrantes e vem com embalagem com chaveiro e clip para pendurar onde quiser. 

Maquiagem 3 em 1: lábios, bochechas e olhos
Acabamento aveludado velvet blur com efeito esfumadinho, ideal para criar um visual monocromático
Esfuma fácil e constrói camadas sem manchar

Com chaveiro e clip: use-o para compor o look e retocar a make onde for!

Sobre O Boticário

O Boticário é uma empresa brasileira de cosméticos e marca primogênita do Grupo Boticário. A marca de beleza mais amada e preferida dos brasileiros* foi inaugurada em 1977, em Curitiba (Paraná), e tem a maior rede franqueada** de Beleza e Bem-estar do Brasil com pontos de venda em 1.650 cidades brasileiras e com presença em 15 países.

O Boticário conta com um amplo portfólio composto por itens de perfumaria, maquiagem e cuidados pessoais e está presente nos canais de loja, venda direta e e-commerce. Comprometida com as pessoas e o planeta, a marca possui o maior programa de logística reversa em pontos de coleta do Brasil, o Boti Recicla, além de fazer parte do movimento Diversa Beleza – um compromisso com a beleza livre de estereótipos – e não realizar testes em animais.    

*Kantar, Worldpanel Division, LinkQ On-line, campo realizado durante o mês de dezembro de 2023. Total no Brasil: 9.079 lares. Marcas de Beleza são produtos, como perfumaria, cuidados com a pele e maquiagem;

** Associação Brasileira de Franchising (ABF). Ranking das 50 maiores redes de franquias do Brasil por número de unidades de 2022.

Nova regra da Caixa facilita acesso de motoristas e entregadores de aplicativos à casa própria

Extratos das plataformas passam a valer como comprovante de renda em financiamentos habitacionais, ampliando o acesso ao crédito para milhares de trabalhadores autônomos

Motoristas de aplicativos de mobilidade e entregadores de plataformas de delivery passam a contar com uma importante mudança para financiar a casa própria. A Caixa Econômica Federal passou a aceitar os relatórios de repasse emitidos pelos aplicativos como comprovante de renda na análise de financiamentos habitacionais, ampliando o acesso ao crédito para uma categoria que, até então, enfrentava dificuldades para comprovar seus rendimentos pelos critérios tradicionais.

“Essa medida reconhece uma nova realidade do mercado de trabalho brasileiro e representa um avanço para ampliar o acesso ao financiamento habitacional de trabalhadores autônomos. Muitos profissionais possuem renda consistente, mas encontravam dificuldades para comprová-la dentro dos critérios tradicionais de financiamento. Com essa atualização, milhares de motoristas e entregadores passam a ter uma oportunidade mais concreta de conquistar o primeiro imóvel”, afirma Edmil Adib Antonio, diretor de Crédito Imobiliário da MRV.

Na prática, para a análise do financiamento, a Caixa passará a considerar os quatro comprovantes de repasse mais recentes emitidos pela mesma plataforma, utilizando como referência o mês de menor renda bruta entre eles. O critério busca tornar a avaliação da capacidade de pagamento mais padronizada e oferecer mais segurança ao processo de concessão do crédito.

A mudança acompanha a expansão do trabalho por plataformas digitais no Brasil. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 1,7 milhão de pessoas trabalharam por meio de aplicativos em 2024, alta de 25,4% em relação a 2022. Para Edmil, a atualização aproxima os critérios de concessão de crédito da realidade do mercado de trabalho e amplia as oportunidades de acesso ao financiamento habitacional. O executivo recomenda que quem pretende aproveitar a nova regra mantenha os comprovantes de renda organizados e reúna previamente a documentação necessária para agilizar a análise do crédito, juntando, inclusive, extratos bancários do mesmo período, se tiverem, facilitando ainda mais a comprovação.

“Cada instituição financeira possui seus próprios critérios de análise, por isso é importante que o cliente organize a documentação com antecedência e busque orientação antes de iniciar o processo de financiamento. Essa preparação ajuda a tornar a análise mais ágil e permite que o comprador aproveite melhor essa nova oportunidade de acesso ao crédito”, conclui Edmil.

Sobre a MRV

Com 46 anos de mercado e o propósito de construir sonhos que transformam o mundo, a MRV é uma das cinco empresas que compõem o grupo MRV&CO. É considerada a maior construtora e incorporadora da América Latina, tendo como foco empreendimentos residenciais econômicos, com preços acessíveis para um público que busca o sonho da casa própria. A companhia já entregou mais de 500 mil chaves. Hoje, mais de 1,6 milhão de pessoas vivem em um imóvel construído pela MRV. Acesse e conheça mais sobre a companhia www.mrv.com.br.

Antes do primeiro tijolo: como a escolha do terreno garante a expansão das construtoras e o crescimento sustentável das cidades

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Análise criteriosa e multidisciplinar da área que receberá um lançamento é crucial para a assertividade e o sucesso de um novo projeto

A escolha do terreno é uma das etapas mais estratégicas, e menos conhecidas pelo público, no desenvolvimento de um empreendimento imobiliário. Dela dependem diversos fatores determinantes para avaliar não apenas a viabilidade técnica, mas também o sucesso de um lançamento.  

“Uma análise criteriosa das áreas permite desenvolver projetos mais eficientes, rentáveis e alinhados às necessidades do mercado, minimizando riscos para a empresa e proporcionando mais segurança e qualidade de vida para os futuros moradores”, explica Luiz Montans, diretor de desenvolvimento imobiliário da MRV. 

Segundo o executivo, a escolha de uma área para receber um novo projeto é um processo criterioso, multidisciplinar e de decisão colegiada entre diversos departamentos da empresa, sendo a demanda habitacional da região um dos primeiros aspectos avaliados. Em seguida, analisa-se a legislação urbanística do local, como o zoneamento e o potencial construtivo, que garantem a viabilidade do empreendimento. 

A infraestrutura disponível no local, como redes de água, esgoto e energia, o acesso a transporte público e a proximidade de serviços essenciais também são fundamentais. Outro ponto crucial é a regularização fundiária, que garante a segurança jurídica do imóvel. 

“Por fim, realizamos estudos técnicos do solo, de topografia e de eventuais passivos ambientais, fatores que impactam diretamente o custo e a viabilidade da construção”, acrescenta Montans. 

Critérios e pesos diferenciados

Cada um desses aspectos possui um peso distinto no desenvolvimento de um empreendimento, a depender do contexto do terreno e da estratégia da empresa para aquela localidade. Em áreas nas quais a legislação urbanística é mais restritiva, por exemplo, a análise jurídica e urbanística ganha destaque. Já as características do solo, por sua vez, podem inviabilizar um projeto caso demandem custos elevados para a execução das fundações. 

Por isso, a análise criteriosa de cada variável é fundamental para garantir assertividade nas decisões sobre o produto, os custos e os prazos de execução. “Na MRV, contamos com um setor próprio de projetos que realiza estudos para todos os novos negócios da companhia. Isso garante maior assertividade na aquisição, evita surpresas durante o desenvolvimento do projeto e assegura o melhor aproveitamento do terreno”, pontua o diretor.

Esse processo de estudo e avaliação é realizado tanto para a aquisição de áreas com lançamento próximo quanto para a formação de landbank (banco de terrenos). A estratégia garante previsibilidade e segurança ao planejamento, permitindo que a empresa mantenha um fluxo constante de novos projetos, independentemente de oscilações de mercado ou mudanças regulatórias. 

Além disso, um banco de terrenos bem estruturado contribui para a eficiência operacional da empresa e permite à companhia acompanhar, e até antecipar, a expansão das cidades, posicionando a MRV em regiões com alto potencial de valorização. 

“Hoje, nossa operação no Brasil já conta com terrenos para lançamentos nos próximos 4 anos”, destaca Montans. 

Sobre a MRV

Com 46 anos de mercado e o propósito de construir sonhos que transformam o mundo, a MRV é uma das cinco empresas que compõem o grupo MRV&CO. Considerada a maior construtora e incorporadora da América Latina, tem como foco empreendimentos residenciais econômicos, com preços acessíveis para um público que busca o sonho da casa própria. Nessas quatro décadas, a companhia já entregou mais de 500 mil chaves. Atualmente, mais de 1,6 milhão de pessoas vivem em um imóvel construído pela MRV. Acesse e saiba mais: www.mrv.com.br.

Escola Willy Janz completa 34 anos e comemora nova fase da instituição

A Escola Willy Janz completa, neste sábado (22), 34 anos de atividade. Com sede na esquina da Avenida das Torres, uma das principais portas de entrada da Capital paranaense, a instituição passa por um período de reformulação e deve iniciar 2027 com mais de 600 alunos matriculados. Entre as novidades anunciadas estão a abertura do Ensino Médio e a adesão ao programa International School, do Grupo Arco,  que passa a orientar toda a grade curricular para o ensino bilíngue, incluindo espanhol.

“Essa expansão vem de encontro com a nova fase da escola, que se consolida como uma instituição completa, com formação do início até o fim da jornada escolar. Nossa responsabilidade é formar cidadãos, pessoas que vão morar, trabalhar e conviver nessa comunidade nos próximos anos e devem estar preparados para serem profissionais atualizados, prontos para os novos desafios do mercado de trabalho”, afirma André Ceruzi, diretor-presidente da Escola Willy Janz. 

A história da escola começa com Willy Janz (1926–1986), liderança comunitária que acreditava que a educação de excelência, unida a valores morais e espirituais sólidos, era a ferramenta mais poderosa para transformar uma sociedade. Foi esse ideal que fez as primeiras raízes da instituição se firmarem no bairro Uberaba, ainda como base de formação teológica. Em 1996, a proposta se ampliou: nasceram as primeiras turmas de Educação Infantil, dando início ao colégio que a comunidade conhece hoje.

Em 2024, a escola viveu uma virada importante em sua história com a chegada do empresário André Ceruzi à liderança da instituição. Fundador da AGROsearch, uma das maiores consultorias de recrutamento executivo do agronegócio na América Latina, Ceruzi trouxe para a educação a experiência de anos avaliando profissionais de alta performance, e a constatação de que o diferencial de quem chega ao topo é construído lá na base, na infância e no ambiente escolar. Sob sua gestão, a Willy Janz passou por reorganização de processos e finanças, recuperou o número de alunos regulares e ampliou para mais de 150 estudantes em atividades extracurriculares, além de garantir a continuidade da estrutura da escola por mais uma década.

Entre as principais novidades dos 34 anos estão a abertura do Ensino Médio e a adesão da Willy Janz ao International School, programa do Grupo Arco. A parceria amplia o ensino de idiomas para além do inglês e reorienta toda a grade curricular para uma proposta bilíngue, desde a Educação Infantil. 

A decisão reforça a aposta da instituição na integração com a América Latina,  região com a qual a Willy Janz mantém uma ligação histórica, especialmente com o Paraguai. “Acreditamos na força da integração latino-americana e vemos o espanhol como um diferencial importante para os nossos alunos”, afirma Ceruzi.

“Mais do que um colégio, somos parte do tecido social de Curitiba e região. É comum encontrar, entre os pais, famílias que também estudaram aqui quando crianças, ou que atravessam todos os dias a divisa com São José dos Pinhais porque confiam no trabalho que a instituição faz há mais de três décadas”, conta Ceruzi. O diretor reforça que o papel da Willy Janz é formar não apenas bons alunos, mas pessoas de caráter, capazes de contribuir com a comunidade em que vivem.

Com a abertura do Ensino Médio, a Willy Janz vai oferecer o ensino completo, o mesmo aluno poderá estudar do início ao fim da jornada escolar, sem que a família precise buscar outra instituição. A proposta ainda está em fase de organização e deve ser confirmada em breve. Com todas essas mudanças, a meta da escola é ultrapassar a marca de 600 alunos matriculados já no próximo ano letivo.

Escola Willy Janz 

Endereço: Rua Augusto Zibarth, 695 — Uberaba — Curitiba (PR)

Telefone/WhatsApp: (41) 99272-8732

E-mail: escolawillyjanz@gmail.com

Site: www.willyjanz.com

Mounjaro e retinopatia diabética: o que as evidências mais recentes mostram sobre a saúde dos olhos

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Mounjaro e retinopatia diabética: o que as evidências mais recentes mostram sobre a saúde dos olhos

Dr. Cristiano Toesca Espinhosa
CRM-PR 21.959 | RQE 13.518
Especialista em Retina, Vítreo e Catarata
Membro da Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo

Nos últimos meses, a tirzepatida, princípio ativo do Mounjaro, deixou de ser assunto restrito aos consultórios médicos para se tornar um dos medicamentos mais comentados do país. Inicialmente indicada para o tratamento do diabetes tipo 2 e, mais recentemente, aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o controle crônico do peso em adultos com obesidade ou sobrepeso associado a comorbidades, ela representa um importante avanço no tratamento de doenças metabólicas que afetam milhões de brasileiros.
Segundo a Federação Internacional de Diabetes (IDF), aproximadamente 589 milhões de adultos vivem com diabetes no mundo, número que deve ultrapassar 850 milhões até 2050.

O Brasil está entre os países com maior número de pessoas convivendo com a doença, o que torna natural o crescente interesse por terapias capazes de controlar melhor a glicemia e promover perda de peso. Mas, junto com esse avanço, surgiu uma dúvida frequente entre pacientes: afinal, o Mounjaro pode prejudicar a visão de quem já apresenta retinopatia diabética?

A resposta que a ciência oferece hoje é tranquilizadora, mas acompanhada de um importante alerta.

A retinopatia diabética é uma das principais complicações do diabetes e ocorre quando o excesso de glicose danifica os pequenos vasos sanguíneos da retina, estrutura responsável pela formação das imagens. Sem diagnóstico e tratamento adequados, a doença pode evoluir silenciosamente até provocar perda importante da visão e, em casos mais graves, cegueira.
Durante algum tempo, existiu a preocupação de que medicamentos da classe dos agonistas dos receptores de GLP-1 pudessem acelerar a progressão da retinopatia. Essa hipótese surgiu principalmente após estudos envolvendo a semaglutida. Entretanto, as pesquisas mais recentes envolvendo a tirzepatida apresentam resultados bastante diferentes.

Estudos publicados em 2026, acompanhando pacientes com diabetes tipo 2 considerados de alto risco, demonstraram que o uso da tirzepatida não aumentou a progressão da retinopatia quando comparado a outros tratamentos para o diabetes. Além disso, pesquisas publicadas na revista científica Ophthalmology sugerem que o medicamento pode até estar associado a um menor risco de desenvolvimento ou agravamento da doença, reduzindo também a necessidade de tratamentos como aplicações intraoculares e fotocoagulação a laser.

Esses resultados reforçam que o medicamento, por si só, não representa uma ameaça à retina. Pelo contrário, o bom controle glicêmico continua sendo um dos principais fatores para reduzir as complicações do diabetes ao longo do tempo.

Isso, porém, não significa que todo paciente possa iniciar o tratamento sem acompanhamento oftalmológico.
Existe um fenômeno já conhecido na medicina chamado “piora precoce da retinopatia diabética”. Ele pode acontecer sempre que a glicemia sofre uma redução muito rápida, seja com insulina, seja com outros medicamentos altamente eficazes no controle do diabetes. Nesses casos, uma retina que já estava comprometida pode apresentar uma piora temporária antes da estabilização do quadro. Não se trata de um efeito exclusivo da tirzepatida, mas de uma resposta fisiológica descrita há décadas na literatura médica.

Na prática clínica, esse é o principal ponto de atenção.

Muitos pacientes chegam ao consultório motivados pelos benefícios do medicamento para o controle do diabetes ou para a perda de peso, mas iniciam o tratamento sem uma avaliação prévia da retina. Para quem convive há muitos anos com diabetes ou já apresenta algum grau de retinopatia, esse exame é fundamental.

Na minha experiência como especialista em retina, vítreo e catarata, a principal orientação continua sendo a prevenção. Antes de iniciar a tirzepatida, o paciente deve realizar um exame de fundo de olho para identificar possíveis alterações já existentes. Se houver retinopatia, ela deve ser acompanhada durante os primeiros meses de tratamento, período em que normalmente ocorre a redução mais intensa da glicemia. Na grande maioria dos casos, esse acompanhamento é suficiente para garantir segurança durante o uso do medicamento.

Também é importante que o paciente conheça os sinais que merecem avaliação imediata. O surgimento de moscas volantes, flashes luminosos, visão embaçada que piora rapidamente, perda parcial do campo visual ou qualquer alteração importante da visão deve motivar uma consulta oftalmológica sem demora. Embora essas situações sejam pouco frequentes, o diagnóstico precoce continua sendo decisivo para preservar a visão.

Outro aspecto que merece atenção é a forma como esse medicamento vem sendo adquirido. O crescimento da procura por tirzepatida foi acompanhado pelo aumento da venda irregular e da manipulação sem controle sanitário, prática desaconselhada por entidades como a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e a Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso). Essas versões não oferecem garantias quanto à pureza, concentração, estabilidade ou esterilidade do produto e podem representar riscos importantes à saúde.

Desde 2025, a Anvisa passou a exigir receita médica em duas vias para a dispensação desses medicamentos, com retenção de uma delas pela farmácia, medida que busca aumentar a segurança dos pacientes e reduzir o comércio irregular.

O Mounjaro representa um dos maiores avanços recentes no tratamento do diabetes tipo 2 e da obesidade. As evidências científicas mais atuais indicam que seu uso não aumenta o risco de retinopatia diabética no longo prazo e pode, inclusive, contribuir para reduzir complicações oculares ao melhorar o controle metabólico. Ainda assim, nenhum medicamento substitui o acompanhamento médico.

Quando endocrinologista e oftalmologista atuam de forma integrada, o paciente ganha mais do que controle da glicemia ou perda de peso. Ganha a oportunidade de preservar a visão, a qualidade de vida e a autonomia por muitos anos.

ECA Digital entra na fase prática e amplia atenção sobre serviços acessados por crianças e adolescentes

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Caso Discord evidencia efeitos concretos da nova legislação e coloca empresas de tecnologia diante do desafio de combinar controles jurídicos e tecnológicos, além dos impactos comportamentais

Empresas de tecnologia, plataformas digitais, aplicativos de comunicação, marketplaces, serviços de streaming, jogos online e outros serviços com potencial de acesso por crianças e adolescentes entraram no radar das novas obrigações do ECA Digital. Com o avanço do monitoramento da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) e a abertura de processo de fiscalização contra o Discord, especialistas alertam que empresas precisam avaliar não apenas quem acessa seus ambientes, mas também os riscos a que crianças e adolescentes podem estar expostos e se os controles adotados são efetivos na prática.

O advogado Guilherme Guimarães, especialista em proteção de dados e direito digital, afirma que o alcance da legislação não deve ser interpretado como uma questão restrita às grandes redes sociais. Inclui qualquer tipo de empresa ou serviço que possa ser acessado por crianças e adolescentes. “Os gestores desses produtos precisam avaliar objetivamente quem acessa seus serviços, quais riscos esses ambientes oferecem a menores de idade e quais controles foram implementados. Caso ocorra alguma fiscalização, será necessário demonstrar isso de forma concreta”, explica.

Para a psicóloga e psicanalista Bárbara Ferraz de Campos, a proteção também exige compreender como crianças e adolescentes se comportam e estabelecem relações nesses ambientes. Aspectos como busca por pertencimento e reconhecimento, percepção de risco, impulsividade e construção da autonomia ajudam a explicar por que medidas exclusivamente tecnológicas podem não ser suficientes.

LEGISLAÇÃO NA PRÁTICA

A Lei nº 15.211/2025, conhecida como ECA Digital, está em vigor desde 17 de março de 2026 e estabeleceu obrigações relacionadas, entre outros pontos, à aferição de idade, supervisão parental, prevenção e mitigação de riscos e restrição de acesso a conteúdos inadequados. O processo envolvendo o Discord reforçou a dimensão prática da nova legislação ao resultar em medida preventiva da ANPD com impacto sobre funcionalidades oferecidas no Brasil.

Em 10 de junho de 2026, a ANPD iniciou o monitoramento de lojas de aplicativos e sistemas operacionais, inicialmente com foco em Apple, Google e Microsoft.  Guilherme Guimarães fala que cronograma divulgado pela ANPD prevê, a partir de agosto de 2026, a ampliação do monitoramento para outros setores ou grupos de fornecedores, especialmente de acordo com o nível de risco associado aos produtos e serviços. Entre agosto e novembro, também está previsto o período de adaptação e monitoramento da implantação das soluções de aferição de idade. “Esse período será decisivo para a maturação das obrigações e para a consolidação das práticas de verificação de idade no mercado”, afirma o advogado.

A partir de janeiro de 2027, o cronograma estabelece ações de fiscalização voltadas à efetiva adequação dos agentes regulados às disposições do ECA Digital. Isso, porém, não significa ausência de fiscalização até lá. “A ANPD informou que pode realizar outras ações fiscalizatórias a qualquer momento diante de denúncias ou da identificação de violações que representem elevado risco para crianças e adolescentes. Foi o que ocorreu com o Discord”, pontua Guimarães.

Em 7 de agosto de 2026, a ANPD instaurou processo de fiscalização contra a plataforma para apurar possíveis violações ao ECA Digital. Entre os pontos investigados estão eventuais falhas na prevenção e mitigação de riscos graves, nos mecanismos de aferição de idade, na remoção de conteúdo e na comunicação às autoridades.

Cinco dias depois, em 12 de agosto, a Agência anunciou medida preventiva determinando a suspensão, para usuários localizados no Brasil, da funcionalidade “Go Live” e de outros recursos equivalentes de transmissão e compartilhamento de vídeo nas condições especificadas pela decisão administrativa.

No âmbito administrativo, caso sejam constatadas irregularidades, a ANPD também poderá determinar medidas corretivas e aplicar as sanções previstas no ECA Digital, incluindo multa de até R$ 50 milhões por infração.

“Esse caso mostra que o risco regulatório não deve ser calculado apenas pelo valor de uma eventual multa. Dependendo da situação concreta, uma medida administrativa pode afetar funcionalidades, processos internos, experiência do usuário e o próprio modelo de operação do serviço. Para uma empresa digital, os impactos podem ser operacionais e reputacionais”, explica Guimarães.

IMPACTO COMPORTAMENTAL

A discussão jurídica, entretanto, é apenas uma parte do problema. A forma como crianças e adolescentes percebem riscos, estabelecem vínculos e utilizam recursos de comunicação também interfere na efetividade das medidas de proteção.

Na avaliação da psicóloga e psicanalista Bárbara Ferraz de Campos, características próprias dessa etapa do desenvolvimento precisam ser consideradas quando empresas e famílias discutem segurança no ambiente digital. “Na infância e, principalmente, na adolescência, pertencimento, reconhecimento e aceitação pelo grupo ocupam um espaço muito importante. No ambiente digital, essas dinâmicas podem ganhar intensidade porque a interação é contínua, há exposição permanente e os limites entre o público e o privado ficam menos evidentes. Por isso, não podemos analisar risco apenas a partir do conteúdo isolado, mas também das relações e das dinâmicas que se formam nesses espaços”, afirma Bárbara.

A psicóloga alerta que um ambiente criado para socialização, entretenimento ou comunicação pode apresentar riscos que não são imediatamente percebidos pelo usuário mais jovem. “Crianças e adolescentes não interpretam necessariamente situações de risco da mesma forma que um adulto. Há aspectos relacionados à impulsividade, à necessidade de pertencimento, à construção da identidade e à própria capacidade de dimensionar consequências. Isso ajuda a entender por que simplesmente informar que determinada conduta é perigosa nem sempre é suficiente para prevenir comportamentos de risco”, explica a psicóloga.

Essa dimensão ganha relevância em serviços que permitem interações entre usuários, formação de comunidades, transmissões ao vivo, chats, mensagens privadas e compartilhamento de conteúdos. Uma análise adequada de riscos precisa considerar não apenas a finalidade declarada de determinada funcionalidade, mas também como ela pode ser efetivamente utilizada.

AFERIÇÃO DA IDADE

Guilherme Guimarães pontua que um dos pontos mais complexos do ECA Digital é a aferição de idade. A legislação estabelece obrigações destinadas a impedir o acesso indevido de crianças e adolescentes a conteúdos inadequados para sua faixa etária e prevê situações em que a autodeclaração de idade, isoladamente, não é suficiente.

O advogado salienta que, na prática, outro desafio é o de identificar a idade do usuário sem criar uma coleta excessiva de dados pessoais. Entre as soluções em discussão estão mecanismos de verificação documental, estimativa de idade por características faciais e outros recursos tecnológicos. Cada alternativa pode envolver diferentes níveis de tratamento de dados pessoais, riscos de segurança, possibilidade de erro e impactos sobre a privacidade.

“Não adianta tentar resolver um problema criando outro. Uma empresa não deve coletar indiscriminadamente documentos, imagens, dados biométricos ou outras informações apenas para afirmar que está verificando idade. A solução precisa ser proporcional ao risco e estruturada considerando proteção de dados e segurança desde a concepção”, afirma Guimarães.

A ANPD mantém processo regulatório específico relacionado aos mecanismos de aferição de idade. As discussões abrangem, sem se limitar, métodos de estimativa e verificação, responsabilidades dos agentes envolvidos e salvaguardas para o tratamento de dados pessoais.

Do ponto de vista comportamental, a existência de uma barreira tecnológica também não significa, por si só, que o risco tenha sido eliminado. “Adolescentes testam limites e procuram autonomia. Quando uma proteção é construída apenas como bloqueio, sem considerar comportamento, contexto familiar, educação digital e características daquele ambiente, existe a possibilidade de surgirem estratégias para contorná-la. A proteção precisa considerar como esses jovens efetivamente utilizam a tecnologia”, observa Bárbara.

Frio extremo, saúde e estética: indústria brasileira cria cápsula ergométrica inédita no mundo

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Frio extremo, saúde e estética: indústria brasileira cria cápsula ergométrica inédita no mundo

EvoOne estreia no Brasil e nos EUA com tecnologia inspirada na NASA, unindo exercício, frio extremo e protocolos metabólicos em equipamentos premium

Uma cápsula ergométrica de alto padrão que combina caminhada ou corrida com protocolos térmicos e pressão negativa, tecnologia originalmente desenvolvida pela NASA para auxiliar astronautas em ambientes de gravidade zero. Essa é a linha EvoMove, que está sendo lançada nas versões Crio e Hot pela EvoOne, marca do Grupo Scoz criada para atuar no segmento premium de wellness e biohacking com foco em reprogramação metabólica.

Foram 24 meses de pesquisa e desenvolvimento e investimento superior a R$ 6 milhões. A grande aposta tecnológica da marca é a EvoMove Crio, única no mercado internacional, combinando exercício, pressão negativa e frio extremo de até – 10ºC.

O protocolo foi desenvolvido para estimular a ativação da gordura marrom, tecido metabólico responsável pela termogênese corporal. Diferente da gordura branca, que armazena energia, a gordura marrom atua consumindo calorias para gerar calor e manter a temperatura corporal estável. “O corpo humano naturalmente aumenta o gasto energético quando exposto ao frio, justamente porque entra em um processo constante para manter sua temperatura aquecida. O que fizemos foi potencializar esse mecanismo fisiológico de forma controlada e associada ao exercício”, explica o empresário Alberto Scoz Junior.

Segundo estudos e pesquisas conduzidas durante o desenvolvimento do projeto, a EvoMove Crio pode gerar gasto energético entre 1.000 e 1.600 kcal por sessão de 30 minutos, além de estimular o chamado efeito EPOC, fenômeno metabólico em que o organismo continua acelerando a queima calórica por até 48 horas após o exercício. Enquanto o exercício convencional gera EPOC de 2 a 4 horas, o estresse térmico pelo frio combinado com exercício prolonga esse efeito para 24 a 48 horas. Ou seja, o corpo continua queimando calorias por até dois dias após uma única sessão.

O EPOC é o aumento do consumo de oxigênio que persiste após o térmico do exercício, refletindo o custo energético dos processos de recuperação fisiológica. O corpo humano mantém a temperatura central entre 36,5ºC e 37,5ºC independentemente das condições externas. Esse processo, chamado de homeostase térmica, consome energia de forma contínua e é regulado pelo hipotálamo, que atua como termostato central do organismo.

Como resposta ao frio, há vasoconstrição periférica, tremores musculares e ativação do tecido adiposo marrom (BAT). O consumo de oxigênio pode aumentar de 3 a 5 vezes em relação ao repouso. A combinação de frio + exercício é o estímulo mais eficiente conhecido para ativar o tecido adiposo marrom, que consome energia para gerar calor. É esse mecanismo que explica o gasto calórico elevado mesmo após o término da sessão.

Além dos efeitos metabólicos, a crioterapia tem aplicação clínica bem documentada na redução da dor articular, recuperação muscular e reabilitação esportiva. Esses benefícios tornam o EvoMove Crio especialmente relevante para atletas e praticantes de atividade física intensa.

A EvoMove CRIO é única no mundo porque ela não é uma banheira de gelo estática. É a combinação de frio extremo com movimento ativo (caminhada/corrida). Enquanto a crioterapia tradicional é passiva, o protocolo EvoMove CRIO ativa simultaneamente a termogênese, a musculatura e o sistema cardiovascular — potencializando todos os efeitos metabólicos e de recuperação de forma que nenhuma outra tecnologia no mundo oferece.

Além da versão Crio, também será comercializada a EvoMove Hot, conhecida como “máquina quente”, que combina aquecimento de até 45 graus (com o diferencial de não usar infravermelho) com vácuo e exercício físico, promovendo vasodilatação profunda, estímulo circulatório, recuperação muscular e alta queima calórica. Uma sessão de 30 minutos tem um gasto direto de 800 a 1.000 kcal na hot.

“A EvoOne nasce em um cenário de transformação profunda no comportamento de consumo ligado à saúde. Se antes a estética era associada apenas à aparência, hoje o mercado caminha para soluções integradas que unem qualidade de vida, preservação muscular, energia, recuperação física e equilíbrio metabólico”, afirma Alberto. “Vale ressaltar que nós, uma empresa curitibana, somos a única do mundo com essa tecnologia crio, temos certificação da Anvisa e assistência técnica. Uma indústria brasileira, com muito orgulho”, finaliza.

Com lançamento simultâneo no Brasil e na Flórida, nos Estados Unidos, a marca chega ao mercado mirando clínicas premium, academias de alta performance e o crescente universo do biohacking. Os equipamentos possuem posicionamento de luxo, com valores médios de R$ 179 mil para a EvoMove Hot e R$ 256 mil para a EvoMove Crio, e previsão de pay back em até 6 meses.

A EvoOne é respaldada pela estrutura do Grupo Scoz, ecossistema empresarial com mais de 15 anos de atuação no setor médico e estético e responsável pela SulLaser, considerada uma das líderes nacionais em locação de equipamentos médicos e estéticos.

Font Life leva o Elefontinho para a “Times Square de Curitiba” e reforça presença no coração da capital

Gigantescos painéis de LED na região central dão visibilidade à nova linha infantil da marca e marcam o apoio da empresa ao movimento de revitalização e valorização do Centro

Não tem como passar pelo Centro de Curitiba e não perceber. A Font Life escolheu os grandes painéis de LED da chamada “Times Square de Curitiba” para dar ainda mais visibilidade ao Elefontinho, sua nova linha infantil, que já está presente em diferentes pontos da cidade. Com imagens em formatos gigantes, de 1.680 x 480 e 480 x 1.200, a campanha ganha uma vitrine de alto impacto em uma das regiões de maior circulação da capital, chamando a atenção de motoristas, pedestres e consumidores.

A ação também representa uma escolha estratégica da Font Life de participar do movimento de transformação do Centro de Curitiba. Os painéis estão instalados na região da Rua Marechal Deodoro e fazem parte do Distrito de Mídia, área autorizada pela Prefeitura para se tornar um polo de publicidade digital, inspirado no conceito da Times Square de Nova York. A proposta integra o programa Curitiba de Volta ao Centro, que reúne ações de requalificação urbana, segurança, infraestrutura, cultura, turismo, comércio e desenvolvimento econômico para fortalecer a região central.

Para a Font Life, ocupar esse espaço vai além de uma ação de comunicação. É também uma forma de estar presente em um momento de transformação da cidade e valorizar um dos principais endereços de Curitiba.

“Quando uma cidade se transforma, as empresas também têm a oportunidade de fazer parte dessa transformação. Estar em um espaço como esse significa levar a nossa marca para perto das pessoas, em um local que está recuperando sua força, seu movimento e sua identidade. É uma maneira de a Font Life mostrar que acredita em Curitiba, acredita no potencial do Centro e quer contribuir para que ele seja cada vez mais vivo, atrativo e conectado com o futuro”, afirma o diretor administrativo da Font Life, Célio Baggio.

A iniciativa dialoga diretamente com o propósito do programa Curitiba de Volta ao Centro, que busca devolver vitalidade ao coração da cidade por meio de ações coordenadas de curto, médio e longo prazo, fortalecendo o Centro como polo comercial, de serviços, turismo, gastronomia, economia criativa e inovação. O programa também prevê estímulos para investimentos privados na recuperação e reocupação de imóveis e na dinamização das atividades econômicas da região.

Elefontinho ganha a cidade

Ao mesmo tempo em que participa desse novo cenário urbano, a Font Life aproveita os painéis no centro e em outros locais da cidade, para ampliar a campanha do Elefontinho, lançamento que representa uma das principais novidades da empresa em 2026.

Criada especialmente para o público infantil, a linha aposta em um universo lúdico para estimular nas crianças, desde cedo, dois hábitos importantes: a hidratação e o cuidado com o meio ambiente. O lançamento faz parte do novo momento da Font Life, que adotou o conceito “Viva Mais” para reforçar temas como saúde, bem-estar, escolhas conscientes e qualidade de vida.

Com embalagens de 250 ml e identidade visual pensada para aproximar a marca do universo infantil, o Elefontinho transforma a água em uma experiência mais divertida para as crianças e também em uma aliada dos pais na construção de hábitos saudáveis.

Uma cidade que virou mídia

A presença da Font Life nos painéis também acompanha uma nova maneira de Curitiba se comunicar visualmente. A instalação de painéis digitais na Marechal Deodoro vem transformando a região em um polo de comunicação urbana, aproximando a capital de modelos internacionais em que publicidade, arquitetura, tecnologia, comércio e circulação de pessoas convivem no mesmo espaço.

Desde 2025, os primeiros painéis do Distrito de Mídia começaram a ser instalados na região da Praça Zacarias. A iniciativa foi apresentada pela Prefeitura como uma versão local e compacta da Times Square nova-iorquina.

Nesse cenário, a campanha da Font Life ganha uma dimensão que ultrapassa a publicidade tradicional. O Elefontinho passa a fazer parte da paisagem de um Centro que busca recuperar movimento, atratividade e protagonismo econômico.

“É muito simbólico colocar o Elefontinho justamente neste espaço. Estamos falando de uma marca paranaense, de um produto pensado para as famílias e de uma cidade que está olhando para o futuro sem deixar de valorizar seus espaços. Queremos que as pessoas olhem para esses painéis e reconheçam não apenas uma campanha bonita, mas uma empresa que está crescendo junto com Curitiba e acreditando no que a cidade pode ser”, completa Célio Baggio.

Edifício Apolo, que homenageou missão à Lua na década de 70, é reinaugurado após retrofit

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Edifício Apolo, que homenageou missão à Lua na década de 70, é reinaugurado após retrofit e traz novas oportunidades no Centro Cívico

Quem passa pela Rua Mateus Leme, nº 427, bem em frente ao Shopping Mueller, talvez não saiba, mas o Edifício Apolo tem uma grande história. Construído em 1970, em uma época em que os edifícios faziam parte da vida da cidade de uma forma muito diferente da atual. Os vizinhos se conheciam pelo nome e o prédio mantinha uma relação direta com a rua e com o bairro. E o próprio nome do edifício é uma lembrança daquele momento histórico: ele foi batizado em homenagem à missão Apollo 11, que levou o homem à Lua e simbolizava o espírito de inovação e otimismo que marcava aquela geração.

Algumas décadas depois, a família Szniter, agora na terceira geração, dá nova vida ao empreendimento, honrando a história e retribuindo o acolhimento da cidade de Curitiba. “Nosso avô chegou ao Brasil como refugiado da Segunda Guerra Mundial, vindo da Europa Oriental, absolutamente sem recursos, mas carregando o sonho de reconstruir a vida após vivenciar o pesadelo da guerra e da perseguição. Curitiba acolheu nossos avós de braços abertos, e sempre sentimos que tínhamos a responsabilidade de retribuir esse acolhimento, cuidando do patrimônio que nosso avô construiu na cidade. Por isso, refletimos com muito cuidado sobre a melhor forma de reposicionar o Apolo para as necessidades da vida contemporânea, preservando sua identidade e sua importância para a região”, conta Ilan Szniter Glezer.

Com unidades residenciais e comerciais, a nova proposta terá lojas no térreo e 54 apartamentos semimobiliados prontos para morar, com ar condicionado, armários, chuveiro a gás, lavanderia e cooktop. A área comum também foi toda reformada e contará com academia, coworking e rooftop. As obras foram concluídas no início de agosto. As unidades residenciais e espaços comerciais serão disponibilizados para locação pela imobiliária Cibraco.

O Retrofit

O projeto foi assinado pelo escritório Arquea Arquitetos e o grande desafio era que uma reforma pontual não seria suficiente. “Era preciso repensar o edifício de forma abrangente: adequar o tamanho das unidades ao perfil atual de moradia, incorporar itens de segurança, acessibilidade e comodidades, criar novos espaços de convivência e lazer e, ao mesmo tempo, manter uma taxa de condomínio compatível com a realidade do empreendimento”, comenta Ilan.

Segundo o arquiteto Fernando C. de Lacerda, uma das maiores dificuldades foi organizar a infraestrutura, que hoje é bem mais robusta, para proporcionar conforto e segurança, como proteção contra incêndios. Em alguns pontos, foi preciso redesenhar soluções estruturais importantes, como o reforço da laje da cobertura, que tornou possível a criação do rooftop com churrasqueira, um espaço de convivência que o prédio originalmente não comportava.

Outro cuidado foi encontrar o equilíbrio entre o novo e o original. “Há uma certa neutralidade e leveza, com tons de cinza, que contrastam com a telha metálica como elemento principal, e com o piso nas áreas de circulação, que foi restaurado e preservado por ser característico da época, trazendo um colorido charmoso ao imóvel”, explica.

Morar no coração do Centro Cívico

As pessoas valorizam cada vez mais a praticidade e o tempo talvez seja o ativo mais precioso que temos. “Imaginamos o morador do Centro Cívico como alguém que trabalha, estuda ou simplesmente deseja viver próximo dos serviços e das oportunidades que a região oferece, reduzindo deslocamentos e aproveitando melhor o dia”, conta Ilan.

Ao integrar moradia e espaços comerciais voltados para a rua no mesmo empreendimento, o Apolo estimula uma ocupação mais contínua e qualificada do Centro Cívico, gerando movimento em diferentes horários do dia.

“Acreditamos que a localização do Apolo é especialíssima: em frente ao Shopping Mueller, a poucos passos do Passeio Público, próximo a transporte, bares, restaurantes e diversos serviços. É uma região que reúne conveniência, qualidade de vida e tudo aquilo que torna a experiência de morar no centro novamente tão atrativa”, complementa.

Comercialização

A locação das lojas e apartamentos do Apolo será liderada pela Cibraco. “A parceria foi uma decisão natural, considerando a experiência da empresa, a competência do seu time e a estrutura necessária para apresentar um empreendimento com características tão particulares”, diz Ilan.

Além de acompanhar toda a história de Curitiba, a Cibraco tem um olhar diferenciado para oportunidades de retrofit. “A prática de retrofit eleva significativamente a atratividade econômica de um imóvel. Para nós, será um grande orgulho ajudar a continuar contando a história do Apolo agora através de novos moradores e empreendedores”, afirma Sidney Axelrud, presidente da Cibraco Imóveis.

A Cibraco tem em seu portfólio outros edifícios que já passaram por retrofit, como o Edifício Panorama, no Bairro Alto da XV, o TBG Studios, lançado no final de 2025 no local onde funcionava o tradicional Hotel Tibagi, o Edifício Imperatriz Leopoldina e o Edifício Guadalajara.

Sobre a Cibraco

A Cibraco Imóveis é a imobiliária mais experiente em funcionamento no Paraná. Atua na parte de venda, locação e administração de imóveis há 80 anos, nos segmentos comercial, residencial e corporativo. Foi pioneira na criação da Rede Imóveis, que mais tarde tornou-se Rede Una, organização com 45 imobiliárias associadas. Hoje está focada em atualizar o mercado imobiliário, trazendo para seus clientes novas formas de investir e ter bons resultados.

Habitação popular ganha novos atributos e lazer deixa de ser diferencial para se tornar parte do produto

Com a mudança no perfil de consumo e a crescente valorização da experiência de morar, o mercado de habitação popular vem incorporando mais itens de lazer aos empreendimentos para atender às novas expectativas dos compradores e manter sua competitividade. No Paraná, por exemplo, a piscina desponta como um dos itens de lazer mais desejados pelos clientes, especialmente no Norte do Estado, refletindo a importância crescente dos espaços comuns na decisão de compra. 

Na prática, essa mudança já influencia o desenvolvimento dos empreendimentos da MRV. Até o início de 2025, os empreendimentos da construtora contavam, em média, com cinco itens de lazer e convivência. Hoje, os novos projetos são desenvolvidos com cerca de dez opções, ampliando as possibilidades de uso dos espaços comuns pelos moradores e alinhando os produtos às necessidades percebidas em cada região.

Para Willians Ribeiro, gestor comercial da MRV no Paraná, a evolução do mercado mostra que o comprador passou a analisar muito mais do que o apartamento em si. “Hoje, o cliente não observa apenas a planta ou a metragem do apartamento. Ele busca entender como será a experiência de viver naquele residencial e de que forma os espaços comuns vão contribuir para o dia a dia da família. No Norte do Paraná, a piscina aparece como o principal item de lazer desejado pelos clientes, seguida por espaços como academia e salão de festas”, afirma o executivo. 

Até pouco tempo atrás, itens como piscinas, varandas gourmet e áreas de convivência eram vistos como diferenciais. Hoje, para muitos compradores, eles já fazem parte do básico esperado em um empreendimento.

A piscina é um dos exemplos mais evidentes dessa transformação. Atualmente, mais de 85% dos projetos da MRV contam com esse item, que passou a figurar entre os espaços mais valorizados pelos consumidores. As varandas também seguem essa tendência: metade dos projetos da marca, enquadrados no programa Minha Casa, Minha Vida, já conta com varanda, sendo que 40% dessas unidades possuem varanda gourmet.

Essa mudança acompanha uma tendência nacional, mas com adaptações importantes às características locais. A MRV adota uma estratégia de microrregionalização, que considera aspectos culturais, climáticos e econômicos no desenvolvimento dos empreendimentos, para oferecer soluções mais aderentes à realidade de cada mercado.

“Os clientes passaram a enxergar o lazer de forma diferente. Antes, esses espaços eram percebidos como um benefício adicional. Hoje, fazem parte da experiência de morar e influenciam diretamente a decisão de compra. Por isso, entender o que cada região valoriza é fundamental para desenvolver empreendimentos mais competitivos. No Paraná, por exemplo, além da piscina, itens como academia, salão de festas e quadra poliesportiva têm ganhado relevância na composição dos novos projetos”, completa Willians. 

Na prática, o avanço dos itens de lazer mostra que o setor de habitação popular está se ajustando a um novo patamar de exigência dos consumidores, em que conforto, convivência e conveniência passam a ter peso relevante na escolha do imóvel.

Sobre MRV  

Com 46 anos de mercado e o propósito de construir sonhos que transformam o mundo, a MRV é uma das cinco empresas que compõem o grupo MRV&CO. É considerada a maior construtora e incorporadora da América Latina, tendo como foco empreendimentos residenciais econômicos, com preços acessíveis para um público que busca o sonho da casa própria. A companhia já entregou mais de 550 mil chaves. Hoje, mais de 1,8 milhão de pessoas vivem em um imóvel construído pela MRV. Acesse e conheça mais sobre a companhia. www.mrv.com.br.