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City Center Outlet Premium prepara descontos de arrepiar em ação de Halloween

City Off Boo acontece de 30 de outubro a 2 de novembro, com ofertas divulgadas nos canais digitais do empreendimento

De 30 de outubro a 2 de novembro, o City Center Outlet Premium, em Campo Largo (PR), realiza o City Off Boo, uma campanha temática de Halloween que reúne ofertas especiais nas lojas do empreendimento. A programação será divulgada no decorrer desta semana nos canais digitais do empreendimento.

A ação combina o clima de Halloween com o feriado de Finados, quando o mall espera registrar um aumento no fluxo de visitantes. As lojas participantes estarão oferecendo condições especiais de compra em diversos produtos de vestuário, calçados e artigos para casa.

“Aproveitamos a temática do Halloween para oferecer condições especiais num clima inspirado na festa americana que caiu no gosto dos brasileiros. Com o feriado de Finados, esperamos um fluxo de visitantes ainda maior”, ressalta a gerente de marketing do City Center Outlet Premium, Fernanda Hickson.

Sobre o City Center Outlet Premium

Localizado em Campo Largo, Região Metropolitana de Curitiba, o City Center Outlet Premium é o primeiro e único outlet do estado do Paraná e um dos maiores do Brasil, com mais de 100 lojas em 74 mil m² de área construída. Segue um conceito americano, que oferece descontos de até 70% durante o ano inteiro, proporciona experiências de compras, lazer e entretenimento para quem mora em Curitiba e outras 30 cidades com grande potencial de compra da região. Construído em um terreno de 290 mil m², o projeto arquitetônico e de paisagismo oferece ambientes a céu aberto, que prezam pelo bem-estar e conforto dos visitantes. Foi o primeiro outlet com cinema no Brasil, com cinco salas Multiplex Stadium da Cineplus e capacidade para 887 pessoas. É administrado pelo Grupo Tacla Shopping – que possui outros 12 empreendimentos nos estados do Paraná, Santa Catarina e São Paulo. Mais informações em: citycenteroutlet.com.br.

Condomínios de Alagoas podem pagar multa de até R$ 30 mil por confundir porteiro com vigilante

Condomínios e empresas de Alagoas podem pagar multa de até R$ 30 mil por confundir porteiro com vigilante

Nova regulamentação estabelece limites para a atuação de porteiros, vigias e controladores de acesso; advogado alagoano explica os riscos trabalhistas e orienta como evitar irregularidades

Uma prática comum em condomínios e empresas pode gerar multas, processos trabalhistas e aumento de custos: exigir que porteiros, vigias ou controladores de acesso realizem atividades próprias de vigilantes, como rondas, abordagens de suspeitos e intervenção em ocorrências de segurança. O alerta ganha importância após a regulamentação do Estatuto da Segurança Privada. A Lei nº 14.967/2024, regulamentada pelo Decreto nº 13.012/2026, estabeleceu novas regras para a contratação e a manutenção de serviços de segurança privada em todo o país.

A mudança afeta diretamente condomínios residenciais e comerciais, lojas, indústrias, escolas, clínicas e outras organizações de Maceió e do interior de Alagoas que mantêm profissionais responsáveis pelo controle de entrada, proteção de patrimônio ou monitoramento de ambientes. A legislação diferencia claramente as atividades de portaria e vigilância. O porteiro pode controlar a entrada e a saída de pessoas e veículos, receber encomendas e acompanhar câmeras de forma passiva. Entretanto, quando passa a realizar rondas de segurança, abordar suspeitos ou reagir a ocorrências, pode estar exercendo funções próprias de vigilante.

Para o advogado empresarial e trabalhista Luiz Henrique da Silva Cunha Filho, sócio-administrador da Manso & Cunha Sociedade de Advogados, em Maceió, o principal risco está na diferença entre o nome registrado no contrato e o trabalho efetivamente realizado pelo empregado. “Não basta registrar o trabalhador como porteiro se, na prática, ele realiza rondas, aborda pessoas ou atua diretamente na proteção do patrimônio. Em uma eventual fiscalização ou ação trabalhista, o que será analisado é a atividade realmente desempenhada”, explica Luiz Henrique.

A pessoa jurídica que mantiver ou contratar serviço de segurança sem a autorização exigida pode receber multa de R$ 10 mil a R$ 30 mil. Além da sanção administrativa, a empresa ou o condomínio pode enfrentar ações trabalhistas com pedidos de diferenças salariais e adicional de periculosidade de 30%. A portaria tradicional, desarmada e limitada ao controle de acesso, continua permitida sem autorização específica da Polícia Federal. O problema surge quando as responsabilidades do profissional ultrapassam essa função. Se o condomínio ou a empresa quiser contratar vigilantes diretamente, deverá organizar um serviço próprio de segurança, conhecido como serviço orgânico. Esse modelo exige autorização da Polícia Federal, vistoria das instalações, cadastro dos profissionais, certificado de segurança, pagamento de taxas e renovação periódica.

Outra possibilidade é terceirizar a vigilância. Nesse caso, o contratante deverá verificar se a prestadora possui autorização válida da Polícia Federal para executar aquele serviço em Alagoas. Ter CNPJ e contrato social não é suficiente para comprovar a regularidade. “O menor preço não pode ser o único critério de contratação. Uma proposta muito abaixo do mercado pode indicar que a empresa não consegue cumprir o piso salarial, os encargos trabalhistas e as exigências legais. A aparente economia pode se transformar em um passivo muito maior”, alerta o advogado.

O período de adaptação às novas regras termina em 10 de setembro de 2027. O prazo, porém, não permite que empresas e condomínios mantenham serviços irregulares até essa data. Segundo Luiz Henrique, a adequação deve começar pelo levantamento das atividades realizadas em cada posto de trabalho. Também é recomendável revisar contratos, descrições de cargos, regimentos internos, ordens de serviço e a documentação das empresas terceirizadas. Nos condomínios, as decisões devem ser apresentadas em assembleia e registradas em ata. Quando porteiros ou vigias já desempenharam funções de segurança, também pode ser necessária uma avaliação do possível passivo trabalhista dos últimos cinco anos.

O que empresas e condomínios devem verificar

  • Quais atividades cada empregado realmente desempenha;
  • Se porteiros estão fazendo rondas ou abordagens;
  • Se a empresa terceirizada possui autorização válida da Polícia Federal;
  • Se a autorização abrange o serviço contratado e o estado de Alagoas;
  • Se os contratos preveem comprovação de salários e encargos;
  • Se as descrições dos cargos e as ordens de serviço estão atualizadas;
  • Se há risco trabalhista relacionado às atividades exercidas nos últimos cinco anos.

Serviço: Manso & Cunha Advogados

Dr. Luiz Henrique Cunha, OAB/AL 8.399

Advogado Especialista em Direito do Trabalho Empresarial

@mansoecunhaadvogados

https://mansoecunha.com.br

Maceió, Alagoas, Brasil

Três Lagoas: apartamentos em leilão

Pregão online reúne 31 unidades com garagem, opções de um a três quartos e condomínio com piscinas, churrasqueira e segurança 24 horas

Três Lagoas, em Mato Grosso do Sul, terá 31 apartamentos com vaga de garagem oferecidos em leilão online pela Topo Leilões. Localizadas no Condomínio Residencial Don El Chall, na Avenida Jari Marcante, 2551, no Jardim Angélica, as unidades integram um pregão vinculado à 5ª Vara Cível de Curitiba, com data anunciada para 5 de novembro, quinta-feira, às 11h. A oferta reúne diferentes configurações de imóveis e pode despertar o interesse tanto de quem procura moradia quanto de quem avalia uma aquisição para investimento.

O município tem população estimada em 145.514 habitantes em 2026, segundo o IBGE. Nesse cenário, o conjunto de apartamentos coloca em evidência uma alternativa de aquisição imobiliária que permite consultar informações e participar da disputa pela internet, sem a necessidade de deslocamento para acompanhar o pregão. A escolha da unidade e a definição do lance devem considerar as características do imóvel e as condições estabelecidas no edital.

Os apartamentos possuem sala, cozinha, banheiro social, lavanderia, sacada com churrasqueira e uma vaga de garagem descoberta e demarcada. As configurações variam conforme o final da unidade: os finais 1, 2, 3 e 4 têm dois quartos, sendo uma suíte; os finais 5 e 6 possuem um quarto; e os finais 7 e 8 contam com três quartos, sendo uma suíte. A diversidade de plantas permite analisar opções conforme o tamanho da família e a finalidade da compra.

A estrutura de uso comum é outro destaque do empreendimento. O condomínio dispõe de portaria e segurança 24 horas, seis quiosques com churrasqueira, raia de piscina, piscinas para adultos e crianças, playground, quadra de futebol e salão de festas. Os blocos contam com elevador e banheiro no térreo. Também há depósitos e bicicletários fechados no térreo, com exceção do Bloco D, onde funciona a administração.

Para Guilherme Eduardo Stutz Toporoski, leiloeiro público oficial da Topo Leilões, conhecer a modalidade é o primeiro passo para avaliar uma aquisição com planejamento. “O leilão pode fazer parte da busca por um imóvel para morar ou investir. O importante é analisar cada unidade, compreender as regras e definir um orçamento que considere o custo completo da compra. A decisão deve partir da informação e da adequação do imóvel ao objetivo do interessado”, afirma.

Para quem está começando, consultar o catálogo e esclarecer dúvidas com a equipe responsável permite conhecer o funcionamento da disputa antes de apresentar uma oferta. Além da planta e da estrutura do condomínio, a análise deve abranger valores, condições de pagamento, comissão, situação de ocupação e demais informações previstas no edital. Os interessados podem consultar a Topo Leilões para obter os documentos do evento e as orientações sobre cadastro e habilitação na plataforma.

Serviço:

Evento: Leilão online de 31 apartamentos com vaga de garagem 

Responsável pelo pregão:** Topo Leilões 

Leiloeiro: Guilherme Eduardo Stutz Toporoski, leiloeiro público oficial 

Comitente: 5ª Vara Cível de Curitiba 

Data anunciada: 5 de novembro de 2026, quinta-feira 

Horário informado: 11h, com fuso a confirmar 

Imóveis: Condomínio Residencial Don El Chall 

Endereço dos imóveis: Avenida Jari Marcante, 2551, Jardim Angélica, Três Lagoas, Mato Grosso do Sul 

Informações, edital e participação: www.topoleiloes.com.br ?utm_source=assessoria_imprensa&utm_campaign=todacomunicacao

Diaristas além da indicação

Capacitação, acesso a clientes e suporte profissional podem ajudar trabalhadoras a preencher a agenda e organizar a renda

Ter experiência em limpeza nem sempre é suficiente para manter uma agenda de trabalho preenchida. Para diaristas que dependem de indicações, conquistar clientes e lidar com cancelamentos são desafios que interferem diretamente na renda. Em Curitiba, a Donas de Casa, empresa liderada pela empreendedora Juliana Leck, reúne encaminhamento para serviços em residências, empresas e ambientes após obras, treinamento e uma rede de apoio às profissionais.

A discussão envolve uma parcela expressiva das trabalhadoras brasileiras. Segundo levantamento do Dieese com dados da PNAD Contínua do quarto trimestre de 2025, o Brasil tinha 5,6 milhões de pessoas ocupadas no trabalho doméstico, das quais 92% eram mulheres. Entre as trabalhadoras domésticas, 47% eram diaristas e 58% eram chefes de família, números que ajudam a dimensionar a importância da atividade para o sustento dos lares.

Para Juliana, o recrutamento precisa considerar tanto a experiência quanto as dificuldades que impedem uma profissional de acessar oportunidades. “Há mulheres que sabem executar muito bem o serviço, mas não têm uma rede de clientes ou encontram dificuldade para divulgar o próprio trabalho. Aproximar essa profissional de quem precisa contratar, oferecer preparação e acompanhar o atendimento são formas de ajudá-la a transformar sua experiência em renda”, afirma.

O funcionamento de empresas que conectam diaristas e clientes pode incluir cadastro, avaliação de perfil, capacitação e encaminhamento conforme a demanda. No setor, há operações que também organizam os pagamentos e permitem que as profissionais escolham serviços de acordo com sua disponibilidade. As condições variam entre empresas e devem ser conhecidas antes do início da parceria. Na Donas de Casa, segundo Juliana, a proposta reúne acesso a clientes, treinamento e suporte durante a prestação dos serviços.

A capacitação é uma das frentes desse acompanhamento. Além da execução da limpeza, a preparação pode abordar organização das tarefas, uso adequado de produtos, cuidados com superfícies e comunicação com o contratante. “Uma profissional precisa saber o que foi combinado, quais são as prioridades daquele atendimento e a quem recorrer se surgir uma dificuldade. O treinamento ajuda a trabalhar com mais segurança e a construir uma relação de confiança com o cliente”, explica a empreendedora.

Outro ponto é a possibilidade de compartilhar experiências em uma comunidade de profissionais. Segundo Juliana, esse espaço permite apresentar dúvidas, relatar situações enfrentadas nos atendimentos e buscar orientação. A empresa também pode avaliar apoio pontual, como a antecipação de valores, conforme a situação e as condições acordadas. “Às vezes, uma dificuldade com o transporte pode impedir a mulher de chegar ao trabalho. Ter um canal para conversar e buscar uma solução faz diferença. O suporte precisa considerar a realidade de quem está prestando o serviço”, destaca.

Para quem busca retomar a atividade ou preencher dias disponíveis, Juliana orienta apresentar a experiência e informar com clareza os horários e as regiões em que pode atender. O encaminhamento depende da demanda e da compatibilidade com cada serviço. “Nosso papel é criar oportunidades e dar suporte para que a profissional consiga aproveitá-las. Quem trabalha com limpeza precisa ser reconhecida pela competência, pela responsabilidade e pela qualidade do que entrega”, conclui.

Serviço: Donas de Casa
Terceirização de serviços de limpeza

Juliana Leck

Influenciadora e Empresária do lar

(41) 997490999

@donasdecasa

@ceo_julianaleck

doonasdecasa@gmail.com

Agenda cheia pode esconder prejuízo

Precificação que desconsidera custos, ociosidade e impostos pode comprometer o lucro das clínicas odontológicas

Uma clínica odontológica pode ocupar boa parte da agenda e perder rentabilidade por calcular o preço dos procedimentos sem considerar faltas, cancelamentos e horários ociosos. Em uma simulação com R$ 24 mil de custos mensais de estrutura, dividir a despesa por 160 horas disponíveis resulta em R$ 150 por hora. Com uma taxa de ocupação planejada de 75%, porém, a clínica terá uma expectativa de 120 horas produtivas, elevando o custo da estrutura por hora para R$ 200. A diferença mostra como uma estimativa de ocupação pouco realista pode comprometer a formação dos preços e a margem dos procedimentos.

“Agenda cheia não é sinônimo de lucro. Se o dentista calcula o preço usando uma quantidade de horas que dificilmente conseguirá ocupar, cada atendimento pode deixar uma parte da estrutura sem cobertura. Antes de oferecer desconto ou aumentar o volume de pacientes, ele precisa saber quanto custa a hora clínica e quanto sobra de cada procedimento”, afirma Danilo Fermino, contador e diretor da Flow Contabilidade, em Curitiba, com atuação voltada à gestão financeira para dentistas.

Para quem administra um consultório, a formação técnica precisa ser acompanhada do controle de custos, impostos e margem de lucro. A movimentação da agenda e o faturamento, isoladamente, não mostram quanto permanece disponível depois do pagamento das despesas. Por isso, a análise financeira deve considerar tanto a capacidade de atendimento quanto os custos e o resultado de cada serviço.

Na simulação, um procedimento de duas horas absorve R$ 400 dos custos de estrutura. Somados R$ 250 de materiais e laboratório, chega-se a R$ 650, considerando que a remuneração pelo trabalho clínico já esteja contemplada nesses valores. Acrescentar 30% ao custo gera um preço de R$ 845, mas não uma margem de lucro de 30%. Se impostos e taxas de cartão representarem 10% da venda, sobram R$ 110,50, equivalentes a aproximadamente 13,1% do preço.

Para obter margem de resultado de 20% nesse cenário, o preço precisa reservar 70% para os custos considerados, 10% para impostos e taxas de cartão e 20% para o resultado. A divisão de R$ 650 por 0,70 leva a aproximadamente R$ 929. Os percentuais são ilustrativos e devem ser substituídos pelos números da clínica, considerando a remuneração dos profissionais, o regime tributário e o cuidado para não contabilizar a mesma despesa duas vezes.

Segundo Fermino, a revisão deve alcançar também os procedimentos que sustentam o posicionamento da clínica. “Não adianta escolher um procedimento para ser o carro-chefe da clínica apenas porque o dentista gosta de realizá-lo ou quer ser reconhecido por aquela especialidade. É preciso avaliar se existe demanda, se a clínica consegue executá-lo bem e, principalmente, se ele deixa uma margem que justifique o tempo e a estrutura utilizados”, orienta.

A recomendação é acompanhar a taxa de ocupação, o custo da hora clínica e a rentabilidade de cada procedimento antes de definir preços. Isso não significa simplesmente repassar toda a ociosidade ao paciente, mas entender quanto a clínica precisa produzir, quais procedimentos contribuem mais para o resultado e onde existem oportunidades para melhorar a eficiência da operação.

Serviço: Flow Contabilidade
Danilo Fermino
Contador CRC PR 078065/O-2
(41) 99963-7065
@danilofermino
danilo@flowcontabilidade.com.br
www.flowcontabilidade.com.br

Hard Rock Cafe Curitiba promove Iron Maiden Week com música ao vivo em aquecimento para show da banda

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Programação especial reúne bandas cover nos dias 27, 28 e 29 de outubro e prepara os fãs para a apresentação do Iron Maiden na Arena da Baixada

Curitiba entra no clima do heavy metal com a Iron Maiden Week, programação especial do Hard Rock Cafe Curitiba que promete reunir fãs da banda britânica para três dias de apresentações musicais, clássicos inesquecíveis e muita energia. A programação será realizada entre os dias 27 e 29 de outubro, em sintonia com a passagem da turnê Run for Your Lives World Tour 2026 pela capital paranaense.

O show do Iron Maiden está marcado para quarta-feira, 28 de outubro, na Arena da Baixada. Para quem deseja antecipar a celebração antes do show — ou prolongar a experiência depois da apresentação —, o Hard Rock Cafe Curitiba preparou uma agenda dedicada aos grandes sucessos do grupo.

A programação começa na terça-feira, 27 de outubro, às 19h30, com a banda Maiden Factor. A apresentação terá entrada no valor de R$ 30,00. Na quarta-feira, dia do show do Iron Maiden, o público poderá conferir a apresentação do Scream for Maiden, às 12h30, com entrada a R$ 15,00. O grupo retorna ao palco do Hard Rock Cafe na quinta-feira, 29 de outubro, também às 12h30, encerrando a sequência de tributos, mantendo o valor de R$ 15,00.

Serviço — Iron Maiden Week no Hard Rock Cafe Curitiba

27 de outubro (terça-feira)
Maiden Factor — 19h30

Entrada: R$ 30,00

28 de outubro (quarta-feira)
Scream for Maiden — 12h30

Entrada: R$ 15,00

29 de outubro (quinta-feira)
Scream for Maiden — 12h30

Entrada: R$ 15,00

Local: Hard Rock Cafe Curitiba

Finanças começam em casa

Economista Noé Santiago, da ANIDEA, explica como hábitos do orçamento doméstico podem influenciar a gestão e o endividamento das empresas

Antes de aparecer no caixa da empresa, o descontrole financeiro pode dar sinais dentro de casa: compras sem planejamento, gastos pequenos ignorados, uso recorrente do cartão e empréstimos contratados sem comparação. A organização do orçamento familiar não se resume a cortar despesas. Ela ensina a definir prioridades, comparar preços, formar reservas e avaliar o custo de uma dívida, conhecimentos que também sustentam a administração de um negócio.

Para o economista Noé Santiago, da curitibana ANIDEA, o empreendedor dificilmente deixa seus hábitos financeiros pessoais do lado de fora quando abre a porta da empresa. “Quem não sabe quanto custa manter a própria casa provavelmente também terá dificuldade para identificar o custo real da empresa. A escala muda, os valores ficam maiores, mas o comportamento costuma ser o mesmo”, afirma.

Estar endividado não significa obrigatoriamente estar inadimplente. Financiamentos, compras parceladas e empréstimos representam compromissos que podem fazer parte do planejamento financeiro. O risco aparece quando as parcelas não cabem no orçamento ou quando o crédito é utilizado repetidamente para cobrir gastos recorrentes. “Os pequenos gastos têm um efeito silencioso. Isoladamente, parecem inofensivos, mas, quando se repetem, comprometem a capacidade de poupar e obrigam a família a recorrer ao crédito. Dentro de uma empresa, esse efeito pode ser ainda maior, porque entram folha de pagamento, fornecedores, impostos, estoque e capital de giro”, explica Santiago.

No ambiente empresarial, é comum que a atenção fique concentrada nas vendas. No entanto, faturar mais não resolve automaticamente problemas de margem, custos ou endividamento. Santiago compara a gestão financeira ao cotidiano de um comerciante: não basta saber vender, é preciso saber comprar. A mesma lógica se aplica ao crédito. “Crédito não deveria ser contratado apenas porque foi aprovado ou porque o dinheiro pode ser liberado rapidamente. É preciso saber para que ele será usado, quanto a empresa consegue pagar e se o retorno esperado justifica a dívida. Pedir dinheiro emprestado também exige planejamento”, observa.

O risco aumenta quando o empresário procura uma instituição financeira somente depois que o caixa já entrou em situação crítica. Com pouco tempo para negociar, ele pode aceitar a primeira proposta disponível, sem comparar taxas, prazos, garantias e o Custo Efetivo Total. “Assim como uma família precisa pesquisar antes de fazer uma compra importante, a empresa deve comparar antes de contratar crédito. A solução mais fácil nem sempre é a mais adequada, e uma taxa aparentemente menor pode esconder prazo curto, parcela alta ou condições incompatíveis com o fluxo de caixa”, afirma Santiago.

Entre os cuidados que podem começar em casa e seguir para o negócio estão separar despesas essenciais das adiáveis, registrar entradas e saídas, evitar comprometer toda a renda futura, criar uma reserva e comparar alternativas antes de comprar ou tomar crédito. Na empresa, também é fundamental manter as contas pessoais separadas das empresariais. “Economizar não é simplesmente escolher sempre o produto mais barato. É saber comprar, compreender o impacto daquela decisão no orçamento e preservar capacidade financeira para o futuro. Essa disciplina começa no mercado, na conta de energia e no cartão, mas depois aparece na forma como o empresário negocia com fornecedores, forma preços e contrata empréstimos”, diz.

A ANIDEA atua como correspondente bancário e realiza a intermediação de propostas junto a instituições financeiras autorizadas. Entre as modalidades trabalhadas está o crédito com garantia de imóvel, também conhecido como home equity. Nesse tipo de operação, o imóvel é oferecido como garantia, o que pode permitir prazos mais longos e condições diferentes das modalidades sem garantia. Em contrapartida, o patrimônio fica vinculado ao contrato e pode ser perdido em caso de inadimplência. “Não existe crédito bom ou ruim fora do contexto. Existe crédito adequado ou inadequado para determinada situação. Usar um imóvel para garantir uma operação é uma decisão relevante e precisa estar sustentada por planejamento, comparação e capacidade real de pagamento”, ressalta.

Para o economista, cuidar do dinheiro significa escolher melhor, inclusive quando é necessário pedir emprestado. A transparência das informações e a compreensão dos compromissos assumidos são fundamentais tanto no orçamento doméstico quanto na gestão empresarial. “Quando o assunto é crédito, transparência não é detalhe. O cliente precisa compreender o que está contratando, quanto vai pagar, quais são os riscos e quais alternativas possui. A decisão só é consciente quando a informação está clara”, conclui.

Serviço: ANIDEA 

Noé Santiago

Economista 

(41) 98840-1153 

@anidea.br 

noe.santiago@anidea.com.br 

www.anidea.com.br 

Mal. Deodoro, 51, Sala 205B, Centro, Curitiba/PR.

Grupo renegocia R$ 15 milhões

Plano aprovado prevê deságio de 80% e prazo de 16 anos para pagamento; estratégia econômico-financeira foi conduzida pela PS Consultoria

Um grupo empresarial ligado ao agronegócio no Sudoeste do Paraná conseguiu aprovar um plano de recuperação judicial para reestruturar um passivo de aproximadamente R$ 15 milhões. A negociação prevê deságio de 80% e prazo de 16 anos para pagamento das dívidas, com correção pela Taxa Referencial, TR. O caso envolve o Grupo Schunck, formado pela Agro Schunck Ltda. e três produtores rurais. Com raízes na agricultura familiar desde 1990, o grupo desenvolve suas atividades no Sudoeste paranaense. A Agro Schunck está sediada em Pato Branco e a atividade dos produtores envolve culturas como soja, milho, trigo e feijão.

A PS Consultoria atuou na frente estratégica da recuperação, trabalhando na estruturação econômico-financeira e nas negociações necessárias para adequar o pagamento do passivo à capacidade financeira do negócio. “Por trás da aprovação de um plano existe uma construção econômica muito grande. É preciso entender quanto a empresa efetivamente consegue pagar, em quanto tempo, quanto de caixa precisa permanecer na operação e como transformar tudo isso em uma proposta que também possa ser negociada com os credores. Neste caso, chegamos a uma condição de 80% de deságio e prazo de 16 anos para pagamento”, explica Pedro Siqueira, especialista em reestruturação empresarial e recuperação judicial da PS Consultoria.

Um dos problemas enfrentados pelo grupo estava justamente no impacto do endividamento sobre a operação. Conforme a documentação judicial, o custo financeiro das dívidas vinha direcionando recursos do capital de giro da atividade produtiva para o pagamento de juros, correções e multas. A recuperação judicial surge, nesse contexto, como instrumento para reorganizar as obrigações e buscar a continuidade da atividade econômica. Para empresas ligadas ao agronegócio, a preservação de caixa ganha ainda mais importância diante dos ciclos de produção e da necessidade constante de recursos para manter a operação.

É justamente na integração entre finanças, gestão, negociação e Direito que a PS Consultoria vem atuando em processos de reestruturação. No caso do Grupo Schunck, a consultoria não foi responsável pela condução jurídica, que ficou a cargo do escritório de advocacia constituído pelo grupo. A PS atuou de maneira consultiva e estratégica, com Pedro Siqueira e Bruno Vaz trabalhando conjuntamente na análise e estruturação do processo. “O advogado tem uma função fundamental na condução jurídica, mas a recuperação precisa funcionar também fora dos autos. A empresa continua comprando, vendendo, produzindo, pagando funcionários e precisando gerar caixa. Nosso trabalho é olhar para essa realidade, auxiliar nas negociações e ajudar a construir uma condição que seja economicamente viável para o devedor”, afirma Siqueira.

Esse modelo permite que a PS Consultoria seja contratada tanto diretamente por empresas em dificuldade financeira quanto por escritórios de advocacia que buscam complementar a condução jurídica de uma recuperação com análise econômica, financeira, empresarial e apoio nas negociações com credores. Apesar de os 80% de deságio serem um dos números que mais chamam atenção no caso, Siqueira ressalta que uma recuperação bem-sucedida não deve ser medida somente pelo percentual de redução da dívida. “O objetivo não é simplesmente conseguir o maior desconto possível. Uma recuperação bem estruturada precisa encontrar uma equação que preserve uma empresa economicamente viável e permita que aquilo que foi negociado seja efetivamente cumprido. O melhor plano não é apenas aquele que consegue ser aprovado, mas aquele que cria condições para o negócio atravessar a crise, se reorganizar e voltar a crescer”, conclui.

Serviço: PS Consultoria
Pedro Siqueira
Especialista em reestruturação empresarial e recuperação judicial
(41) 3206-4196 | (41) 99967-7585
@p.s.consult
contato@psconsult.com.br
https://psconsult.com.br/
Rua Visconde de Guarapuava, 2764, Conjunto 311, Centro, Curitiba/PR.

GERAR concorre ao Prêmio Líderes do Paraná 2026

Instituição disputa reconhecimento na categoria Melhores Práticas ESG e mobiliza a comunidade para ampliar a visibilidade de iniciativas que promovem educação, inclusão social e oportunidades para jovens

Curitiba (PR) – A GERAR está entre os concorrentes ao Prêmio Líderes do Paraná 2026, na categoria Melhores Práticas ESG. A indicação coloca em evidência o trabalho desenvolvido pela instituição nas áreas de educação, aprendizagem profissional e inclusão social, com iniciativas voltadas à formação de adolescentes e jovens e à ampliação de oportunidades.

Promovido pelo LIDE Paraná, o Prêmio Líderes do Paraná reconhece empresas e lideranças que contribuem para o desenvolvimento do estado por meio de práticas de gestão, inovação, impacto social e visão de futuro. A premiação é realizada em etapas, incluindo uma fase de votação popular aberta à participação do público.

“Participar do Prêmio Líderes do Paraná 2026 é uma oportunidade de reafirmar que o verdadeiro papel de uma organização vai além dos resultados: está na capacidade de transformar realidades e gerar oportunidades. Acreditamos que o desenvolvimento de uma sociedade mais justa passa pelo compromisso das instituições com as pessoas, pela responsabilidade nas ações e pela construção de caminhos que permitam a mais pessoas projetar e realizar seu futuro. É esse compromisso que move a GERAR diariamente”, destaca Francisco Essert, presidente do Conselho Diretor da GERAR.

Conexão com a Responsabilidade Social

A participação da GERAR na categoria Melhores Práticas ESG destaca a relevância de iniciativas que conectam responsabilidade social, desenvolvimento humano e geração de oportunidades. Por meio de seus programas, a instituição atua na preparação de jovens para o mundo do trabalho, no incentivo à qualificação profissional e na construção de perspectivas para o futuro.

A votação popular também representa uma oportunidade para que a comunidade conheça e reconheça esse trabalho. A GERAR convida parceiros, empresas, colaboradores e apoiadores a participarem da votação e contribuírem para ampliar a visibilidade das ações realizadas pela instituição.

Além do reconhecimento estadual, a premiação prevê que a empresa mais votada na etapa popular seja reconhecida na premiação nacional do LIDE, em São Paulo. O voto, vale destacar, pode ser realizado aqui: https://cloud.mkt.paranabusiness.com.br/premiolideres.

Nextcomm apresenta atendente de IA por voz a cooperativas de crédito, agro e saúde no Encontro Estadual de Inovação 2026

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A convite da HOTMILK, empresa de Curitiba levou ao evento do Sistema Ocepar versões da solução para os segmentos que predominaram entre o público

A Nextcomm, empresa curitibana especialista em soluções para o relacionamento com o cliente, marcou presença no Encontro Estadual de Inovação 2026, evento realizado pelo Sistema Ocepar, no Aeroporto Internacional de Curitiba, em São José dos Pinhais. Convidada pela HOTMILK, ecossistema de inovação da PUCPR, a companhia manteve um estande no evento, onde apresentou seu atendente de inteligência artificial por voz em versões voltadas a cooperativas de crédito, do agronegócio e da saúde.

Com o tema “Conexões que impulsionam”, o encontro reuniu especialistas e representantes de cooperativas para discutir tendências de inovação, fontes de financiamento e formas de criar uma cultura organizacional que estimule novas ideias. A programação incluiu a apresentação do HUB de Inteligência Artificial, o lançamento do edital da segunda turma da residência em IA para cooperativas do Sistema Ocepar e a exposição de cinco projetos de destaque da primeira turma, que reuniu 38 cooperativas entre os meses de outubro de 2024 e 2026.

No estande da Nextcomm, o público conheceu o atendente que ouve, entende e responde chamadas telefônicas em tempo real. A versão para a área de saúde, já adotada pela Unimed Paraná e apresentada aos associados da cooperativa no SUESPAR 2026, o simpósio das Unimeds do Estado, em agosto, serviu de base para as demais: as soluções para crédito e agro são variações do mesmo modelo, ajustadas a cada segmento.

A solução integra telefonia, WhatsApp, site e aplicativo e pode ser personalizada para cada operação, com identidade própria e conexão aos sistemas e bancos de dados da organização. A ferramenta foi desenvolvida para operar de acordo com a LGPD e com as diretrizes da ISO/IEC 42001, norma internacional de gestão de sistemas de inteligência artificial, tema relevante para segmentos que lidam com dados sensíveis, como saúde e crédito.

Para Luiz Carlos Santin Junior, CEO e fundador da Nextcomm, o evento aproximou a empresa de organizações para as quais o atendimento é parte central da relação com o associado. “A voz continua sendo o canal mais direto para quem precisa de uma resposta. Levamos ao evento uma tecnologia que resolve o que é repetitivo e libera as equipes para os casos em que o olhar humano faz diferença”, afirma.

Santin destaca ainda que o encontro, com espaço de destaque para a inteligência artificial, permite trocar experiências diretamente com quem vive o dia a dia das cooperativas. “Ouvir de perto os desafios de cada segmento ajuda a evoluir a solução e a aplicar a inteligência artificial em problemas reais”, conclui.

A demonstração oferecida aos participantes do evento está disponível online e pode ser experimentada por qualquer pessoa no link: https://evento.nextcomm.com.br/credito