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Bigorrilho consolida posição entre os bairros mais valorizados de Curitiba e reforça atratividade para empreendimentos de alto padrão

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Com valorização acima da média, bairro combina qualidade urbana, oferta restrita de terrenos e demanda crescente de moradores e investidores

Tradicionalmente associado à qualidade de vida e à infraestrutura consolidada, o Bigorrilho vem reforçando sua posição entre os bairros mais valorizados de Curitiba. A combinação de localização estratégica, oferta limitada de terrenos e demanda aquecida por imóveis de médio e alto padrão tem impulsionado a valorização da região e atraído novos empreendimentos residenciais.

Um levantamento da Loft, empresa de tecnologia e serviços financeiros para o mercado imobiliário, aponta que o Bigorrilho registrou valorização de aproximadamente 14% no valor do metro quadrado de imóveis com mais de 125 m² ao longo de 2025. Esse desempenho acompanha o bom momento do mercado imobiliário curitibano. Segundo o Índice FipeZap, Curitiba desponta entre as capitais brasileiras com maior valorização residencial nos últimos meses, evidenciando o interesse crescente por bairros consolidados e com potencial de valorização no longo prazo.

Mais do que uma localização privilegiada, o desempenho do bairro está diretamente ligado ao estilo de vida que oferece. A poucos minutos do Centro, com fácil acesso ao Batel, Mercês e Ecoville, o Bigorrilho concentra uma ampla rede de serviços, escolas, hospitais, restaurantes e comércio, além da  proximidade com o Parque Barigui e a Praça da Ucrânia. Essa combinação permite que muitos deslocamentos diários sejam feitos a pé, reforçando um modelo de vida focado no bem-estar.

De olho nesses diferenciais, a incorporadora GT Building tem três empreendimentos no bairro: o Casa Milano, residencial de luxo recém-entregue com forte apelo ao design e à sofisticação; o Amáz, atualmente em fase final de obras, baseado no conceito de bioarquitetura e sustentabilidade; e o OÁS, edifício mais alto de Curitiba, com vista definitiva para o Parque Barigui. Os projetos foram concebidos justamente para dialogar com as características do bairro, privilegiando a relação com o entorno, a proximidade com o Parque Barigui e uma arquitetura voltada ao conforto, à sustentabilidade e à sofisticação.

“O desenvolvimento de um bairro não acontece apenas pela valorização financeira dos imóveis, mas pela qualidade dos projetos que passam a fazer parte de sua paisagem. No Bigorrilho, encontramos a oportunidade de criar empreendimentos que respeitam a história da região e, ao mesmo tempo, apresentam novas soluções em arquitetura e sustentabilidade. Foi essa visão que orientou a concepção dos nossos empreendimentos”, destaca Marcello Malucelli Thá, Diretor de Incorporação da GT Building.

Outro fator crucial que impulsiona a valorização local é a escassez de áreas disponíveis para novas construções. Por ser um bairro praticamente consolidado, cada novo projeto representa uma oportunidade de qualificar ainda mais a paisagem urbana, preservando a identidade da região e oferecendo soluções habitacionais alinhadas ao perfil do público que escolhe viver no bairro.

“Hoje, quem procura um imóvel de alto padrão busca muito mais do que um endereço; busca um estilo de vida completo. O Bigorrilho reúne atributos raros em um único lugar: mobilidade, contato com áreas verdes, comércio qualificado e uma infraestrutura consolidada. O OÁS nasceu dessa leitura de mercado, com o objetivo de criar uma arquitetura que respeita e potencializa essas características, contribuindo ativamente para a evolução urbana da região”, afirma Marcello Malucelli Thá, Diretor de Incorporação da GT Building.

Sobre a GT Building 

A GT Building é uma incorporadora curitibana e um dos principais players do mercado imobiliário da capital. Preocupada com o futuro, a GT Building se posiciona como uma empresa Climability®, que utiliza suas habilidades de criação de projetos inovadores aliada à consciência e vontade de ajudar na construção de um mundo melhor. Com o objetivo de neutralizar sua pegada ecológica, a empresa fez parcerias com organizações de preservação de biomas brasileiros para aquisição de créditos de carbono, compensando suas emissões de gases de efeito estufa.

Ecossistemas de inovação aproximam biotecnologia da indústria e aceleram novos negócios 

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Experiência da Loccus mostra como a integração entre empresas, universidades e centros de pesquisa impulsiona soluções para desafios da indústria brasileira

A inovação aberta vem ganhando espaço na indústria brasileira como estratégia para acelerar o desenvolvimento de produtos, ampliar parcerias e fortalecer a competitividade. Um levantamento divulgado em março deste ano pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que 61% das indústrias realizaram alguma atividade de inovação nos últimos três anos. Entre elas, 69% priorizaram a melhoria dos processos produtivos, iniciativa que resultou em ganhos de produtividade (38%), além da expansão para novos mercados (21%) e da redução de custos operacionais (19%). 

“Os ambientes de inovação aproximam profissionais de diferentes áreas e criam oportunidades que dificilmente aconteceriam de forma isolada. Estar conectado ao ecossistema permite compreender as necessidades da indústria, desenvolver soluções em parceria e transformar conhecimento científico em aplicações reais para o mercado”, afirma Lucas Rossetti, diretor de Inteligência de Negócios da Loccus, referência em biologia molecular e automação laboratorial.

Ecossistemas fortalecem conexões e novos negócios

A experiência da empresa ilustra esse cenário. Presente no Parque Tecnológico da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), em Curitiba, e com aproximação a outros ecossistemas de inovação, como o Biopark, em Toledo, e o Vale do Genoma, em Guarapuava, a empresa vivencia diariamente a troca de conhecimento entre diferentes áreas e setores produtivos.

Além da convivência física em um mesmo espaço, esses ambientes favorecem conexões entre instituições de segmentos distintos, pesquisadores, universidades e centros tecnológicos, criando oportunidades para o desenvolvimento conjunto de soluções voltadas às necessidades da indústria. Ferramentas da biologia molecular podem contribuir, por exemplo, com processos de controle de qualidade, rastreabilidade, desenvolvimento de novos produtos, sustentabilidade, segurança alimentar, agricultura e inovação em processos produtivos.

A proximidade entre empresas de diferentes setores também facilita a identificação de demandas que muitas vezes não seriam percebidas em modelos tradicionais de desenvolvimento tecnológico. Essa interação permite que soluções científicas encontrem aplicações práticas em áreas variadas da economia, reduzindo o tempo entre pesquisa e mercado.

Outro benefício observado nesses ambientes é a aproximação constante com universidades e centros de pesquisa, facilitando o acesso a novos conhecimentos, tecnologias emergentes e profissionais qualificados. Essa integração fortalece a capacidade das empresas de responder rapidamente às mudanças do mercado e desenvolver soluções de maior valor agregado.

Desafios para transformar ciência em inovação

Apesar dos avanços, especialistas apontam que a inovação industrial no Brasil ainda enfrenta desafios importantes. Entre eles estão a dificuldade de encontrar fornecedores especializados, a dependência de matérias-primas importadas em algumas cadeias produtivas e a necessidade de fortalecer mecanismos de proteção e valorização dos ativos intelectuais no país.

Nesse contexto, os ecossistemas de inovação desempenham papel estratégico ao aproximar ciência e mercado, estimular parcerias e criar condições para que empresas de diferentes portes tenham acesso a competências técnicas que dificilmente desenvolveriam de forma independente.

“A inovação acontece quando diferentes conhecimentos se encontram. A conexão permanente com universidades, centros de pesquisa e empresas amplia nossa capacidade de desenvolver soluções, gerar novos negócios e contribuir para o fortalecimento da indústria nacional”, destaca Lucas.

Aussie Chicken & More estreia na categoria de wraps e leva seu DNA Sweet & Spicy para um novo formato

Marca 100% delivery do grupo do Outback Steakhouse apresenta duas receitas inéditas preparadas do zero, com ingredientes de qualidade e combinações surpreendentes para mostrar que, no Aussie, um wrap nunca é apenas um wrap

Quem pensa que wrap é tudo igual ainda não conhece a versão do Aussie Chicken & More, marca 100% delivery do grupo do Outback Steakhouse. A rede acaba de ampliar seu cardápio e levar seu DNA Sweet & Spicy para uma nova categoria. A partir de 27 de julho, chegam ao menu o Crunchy Aussie Wrap e o Aussie Mignon Wrap, duas receitas preparadas do zero, com ingredientes de qualidade e combinações surpreendentes, criadas para mostrar que, no Aussie, um wrap nunca é apenas um wrap.

Mais do que um formato conveniente e despretensioso, os novos wraps traduzem aquilo que faz parte da essência do Aussie: ingredientes de qualidade, recheios generosos, contrastes de textura e sabores que fogem do óbvio. Seja no almoço entre reuniões, em casa, no jantar ou em qualquer momento em que a vontade seja comer algo diferente, os lançamentos mostram que um wrap pode entregar muito mais do que praticidade.

Em vez de enxergar o wrap apenas como uma solução rápida, Aussie aposta em uma versão mais indulgente, e com ingredientes que elevam um formato já conhecido a um novo patamar de sabor. Para quem prefere carne bovina, o Aussie Mignon Wrap (R$ 59,90) reúne tiras suculentas de filé mignon, cogumelos salteados, queijos derretidos, tomate e repolho roxo. O toque final fica por conta do molho blue cheese com sriracha, combinação que entrega o equilíbrio entre cremosidade e um leve toque picante, característica marcante da marca.

Já o Crunchy Aussie Wrap (R$ 54,90) aposta no contraste de texturas e sabores. A receita combina o famoso frango crocante do Aussie com bacon, nozes-pecã glaceadas, milho, cenoura, tomate, picles artesanais e maionese aioli, tudo envolvido por uma tortilla macia, preparada para valorizar cada ingrediente.

“No Aussie, acreditamos que praticidade e sabor não precisam competir. Nosso desafio foi pegar um formato já conhecido e mostrar que ele pode entregar muito mais do que conveniência. Para nós, um wrap também é comida de verdade: preparado do zero, com ingredientes de qualidade e combinações marcantes que transformam uma refeição rápida em uma experiência cheia de personalidade. É essa forma de pensar a comida que queremos levar para cada nova categoria que passamos a explorar”, afirma Claudia Vilhena, VP de Marketing, Vendas e Growth da Bold Hospitality Company, grupo que detém também as marcas Outback e Abbraccio.

Disponíveis exclusivamente nas plataformas iFood e 99Food, os lançamentos poderão ser pedidos pelos consumidores tanto na loja Aussie Chicken & More quanto na Aussie Salad, ampliando o acesso às novidades da marca.

Serviço

Lançamento Crunchy Aussie Wrap e Aussie Mignon Wrap

  • Data: disponível a partir de 27/07
  • Onde: exclusivamente via delivery no iFood e 99Food, nas lojas Aussie Chicken & More e Aussie Salad.

Sobre o Aussie

O Aussie Chicken and More possui mais de 300 operações no Brasil e está presente em mais de 80 cidades, 21 estados e no Distrito Federal. Tendo a proteína do frango como carro-chefe do seu menu, a marca tem em seu DNA o conceito Sweet and Spicy, e prioriza o sabor, a mistura de ingredientes frescos e temperos marcantes. Atuando exclusivamente via delivery e se posicionando como Fast Casual, Aussie Chicken and More explora o mundo em busca de inspirações para criar combinações com sabores intensos, que transformam a experiência de comer em entretenimento. A rede de restaurantes foi criada em 2019 na Arábia Saudita, expandindo posteriormente para outras regiões como Hong Kong e EUA. A primeira operação brasileira da marca foi inaugurada em 2020, em São Paulo. Aussie Chicken and More pertence ao grupo Bold Hospitality Company, que também conta com as marcas Outback Steakhouse e Abbraccio no país.

Escola de Suzano (SP) recebe ação social com ex-jogadora Formiga e incentiva crianças por meio do esporte

Iniciativa do Sicredi, em parceria com a Visa e o Instituto Futebol de Rua, levou kits esportivos, atividades e inspiração para alunos de escola municipal

A Escola Municipal Professora Sonia Regina Alonso Ostermayer, em Suzano (SP), foi palco, nesta sexta-feira (24), de uma ação social promovida pelo Sicredi, em parceria com a Visa e o Instituto Futebol de Rua, que contou com a participação da ex-jogadora da Seleção Brasileira Formiga. A iniciativa reuniu crianças e adolescentes atendidos pelo projeto para um dia de integração, esporte e inspiração.

Durante o encontro, os participantes receberam kits esportivos completos, com uniformes e chuteiras, participaram de atividades coletivas e de um jogo amistoso. A programação também incluiu uma conversa com Formiga, que compartilhou sua trajetória e reforçou a importância do esporte e da educação na formação dos jovens.

“Eu acho que é muito importante trazer atletas para inspirar essas crianças a continuarem dentro da escola, não só pelo uniforme que vão receber hoje, mas pela certeza de que tem alguém olhando por eles”, afirmou a ex-jogadora. Ela também destacou o papel transformador da iniciativa. “Que bom que estamos evoluindo, e que essa evolução seja para que as crianças continuem sonhando e acreditando que é possível transformar a vida através da educação e do esporte, que é uma união perfeita”, completou.

A Escola Municipal Professora Sonia Regina Alonso Ostermayer atende 252 alunos, dos quais 80 participam do programa. Para a diretora da instituição, Juliana Amorim, um dos principais diferenciais do projeto é promover inclusão e igualdade por meio do esporte.”O que eu mais gosto é que não existe essa divisão entre menino e menina para jogar futebol. Acho que esse é o principal mérito do projeto. Ele promove a igualdade de gênero e o respeito dentro do esporte, mostrando que o futebol é para todos”, destaca.

Entre os estudantes beneficiados está Thayller Luan, de 10 anos, que sonha em ser jogador de futebol e vê na iniciativa uma oportunidade de construir esse caminho. “Eu achei a ação muito boa, são oportunidades ótimas para as pessoas que querem ser jogadores, crescer na vida”, relatou.

A ação em Suzano integra uma mobilização nacional do Sicredi, em parceria com a Visa e o Instituto Futebol de Rua, que percorrerá cerca de 40 cidades brasileiras e estima beneficiar aproximadamente 6,4 mil crianças e adolescentes. A iniciativa utiliza o esporte como ferramenta de inclusão, desenvolvimento social e construção de novas perspectivas de futuro.

Para o gerente regional de desenvolvimento da Sicredi Progresso, Maicon Mombach, a ação também reforça valores cooperativos. “Assim como no caso do Sicredi, no futebol é o coletivo que ganha o jogo”, ressalta.

Sobre o Sicredi 

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 10  milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3,1 mil agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.

Site do Sicredi: Clique aqui

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Reconhecimento internacional e cooperação global marcam participação do Sicredi na Conferência Mundial das Cooperativas de Crédito

Além de apresentar palestras sobre inteligência artificial generativa, sustentabilidade e inclusão, a delegação brasileira teve jovens premiados internacionalmente

O Sicredi participou de mais uma Conferência Mundial das Cooperativas de Crédito (WCUC 2026), promovida pelo Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito (WOCCU), reforçando seu protagonismo no cenário internacional. Realizado entre os dias 19 e 22 de julho, em Sydney, na Austrália, o encontro reuniu mais de 2,5 mil participantes de mais de 30 países para debater temas como inteligência artificial, sustentabilidade, inclusão financeira, liderança e impactos da geopolítica.

Com uma delegação de mais de 110 lideranças, o Sicredi acompanhou debates sobre os desafios e oportunidades do cooperativismo de crédito em escala global, em uma edição que teve como principal tema: um movimento, muitas vozes.

Brasileiros conquistam reconhecimento internacional

Entre os destaques da participação brasileira esteve a premiação de Daniel Andrade Rodrigues de Souza e Washington Ferreira Nascimento Filho no programa World Council Young Credit Union People (WYCUP) 2026.

Os dois associados do Sicredi tiveram seus projetos reconhecidos internacionalmente pela capacidade de promover inovação, desenvolvimento sustentável e transformação social por meio do cooperativismo de crédito, conquistando bolsas de estudos e passando a integrar uma rede internacional de jovens lideranças.

Daniel foi premiado pelo projeto Jovens no Trabalho, iniciativa voltada à preparação de estudantes para ingresso no mercado de trabalho. Já Washington recebeu reconhecimento pelo Projeto UNAÍ, que transforma resíduos do açaí em biopainéis sustentáveis para a construção civil, incentivando a economia circular na Amazônia.

Além disso, Heloísa Helena Lopes, vice-presidente da Sicredi Pioneira e presidente da Casa Cooperativa, foi a primeira brasileira a conquistar o reconhecimento do Global Woman Leadership, programa voltado para mulheres líderes de todo o mundo e que, anualmente, seleciona projetos de mulheres que fazem a diferença pelo cooperativismo. Heloísa fará parte do programa junto com outras quatro lideranças e representará o Sicredi e o Brasil nesta iniciativa. Além disso, nesta edição ela foi a porta-bandeira do Brasil na cerimônia de abertura do evento, no domingo, 19.

Cooperação internacional

Durante o evento foi assinado um convênio de cooperação internacional entre a Fundação Sicredi e a Fundação Woccu, com duração inicial de um ano. O foco dessa parceria agora consolidada em um acordo formal é a troca de experiências e o desenvolvimento de projetos de impacto social que fortalecem o modelo cooperativo em âmbito global.

Reconhecimento e liderança cooperativista

Outro destaque durante a participação brasileira foi a homenagem concedida a Manfred Dasenbrock, diretor do Woccu e presidente da Central PR/SP/RJ que recebeu o Unitus International Community Heart Award, reconhecimento internacional destinado a lideranças que contribuem para fortalecer o cooperativismo de crédito mundial. A homenagem destacou sua trajetória na construção de conexões entre cooperativas, no fortalecimento da liderança jovem e na promoção da participação feminina dentro do movimento cooperativista.

Ao receber o prêmio, Dasenbrock destacou: “Este reconhecimento simboliza o trabalho coletivo desenvolvido pelo Sicredi e reafirma a importância da cooperação internacional para fortalecer o cooperativismo nas próximas gerações, fico muito honrado e agradecido e espero ver projetos brasileiros de impacto positivo sendo sempre mais reconhecidos internacionalmente”.

Painéis e palestra: da estratégia aos resultados

Ao longo dos três dias de evento, a delegação brasileira acompanhou uma extensa programação de debates com representantes de diferentes países e realidades e também contribuiu para a agenda por meio das palestras de Alexandre Englert Barbosa, diretor executivo de Administração e Finanças, que abordou a contribuição da IA generativa para um cooperativismo cada vez mais voltado às relações humanas; de Rogério Lorenzon Leal, gerente de Comunicação e Marketing da Central Sicredi PR/SP/RJ, que apresentou a atuação do Sicredi frente aos desafios da sustentabilidade, levando cases de cooperativas que já trabalham com carbono neutro e metano evitado; e de Gisele Gomes, coordenadora de Núcleo da Sicredi Pioneira e CEO da Parônima, que participou de um painel enfatizando a importância da inclusão de pessoas no cooperativismo de crédito como forma de mudar realidades em todo o mundo. Fabiola Nader Mota, superintendente da OCB, também teve destaque ao contribuir com a visão da organização sobre geopolítica e suas implicações para o cooperativismo.

Sobre o cooperativismo de crédito

O cooperativismo de crédito é um modelo de negócio em expansão no Brasil e atualmente reúne mais de R$3,7 trilhões em ativos, segundo dados do Banco Central do Brasil. Em outros países, como os Estados Unidos, a penetração do modelo supera 60% da população. Globalmente, o movimento conta com 412,7 milhões de associados, distribuídos em 67.137 cooperativas de crédito presentes em 101 países, que somam mais de US$ 3,8 trilhões em ativos, de acordo com o mais recente World Statistical Report do Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito (WOCCU).

Sobre o Sicredi  

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 10 milhões de associados que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3.1 mil agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.  

Site do Sicredi: Clique aqui  

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Férias no Palladium Curitiba ganham circuito de aventura com tirolesa, escalada e tobogãs

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Arena Palladium reúne desafios e brincadeiras para crianças e famílias durante as férias escolares

As férias escolares ganharam uma opção de aventura e diversão no Shopping Palladium Curitiba. Até o fim da temporada, o empreendimento recebe o Arena Palladium, um espaço indoor com desafios, brincadeiras e experiências interativas para crianças e famílias.

Instalado na Praça de Eventos, no Piso L1, em frente à Renner, o espaço foi planejado para estimular o movimento, a imaginação e a convivência entre pais e filhos. Entre as opções estão tirolesa, tobogãs, piscina de bolinhas, circuito de obstáculos, áreas de escalada, desafios e ambientes lúdicos, proporcionando diversão para diferentes idades.

A iniciativa amplia as opções de entretenimento do shopping durante as férias, oferecendo uma alternativa segura e confortável para quem busca entretenimento independentemente do clima.

“O período de férias é um momento em que as famílias procuram opções de lazer para aproveitar juntas. A Arena Palladium foi pensado para proporcionar uma experiência divertida, ativa e repleta de desafios para as crianças, tornando o shopping um destino de entretenimento para toda a família”, destaca a gerente de marketing do Palladium Curitiba, Cida Oliveira. 

A Arena Palladium funciona de segunda a sexta-feira, das 11h às 23h; aos sábados, das 10h às 22h; e aos domingos e feriados, das 13h às 21h. O ingresso custa R$ 50 para 30 minutos de permanência. Após esse período, é cobrado R$ 1 por minuto adicional. A atração é destinada a crianças com altura mínima de 90 centímetros. Crianças entre 90 cm e 1,20 metro devem estar acompanhadas por um adulto responsável durante toda a atividade. A partir de 1,21 metro de altura, a participação pode ser feita desacompanhada.

Serviço:

Arena PalladiumLocal: Praça de Eventos – Piso L1, em frente à Renner – Shopping Palladium Curitiba
Horários: Segunda a sexta, das 11h às 23h; sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 13h às 21h.
Ingressos: R$ 50 para 30 minutos, com acréscimo de R$ 1 por minuto excedente.
Classificação: Crianças com altura mínima de 90 cm. Entre 90 cm e 1,20 m é obrigatório o acompanhamento de um adulto responsável. A partir de 1,21 m, a participação pode ser realizada desacompanhada.

Jovem de Planalto transformou o varejo no Paraguai e redefiniu o consumo na tríplice fronteira

Filho de carpinteiro e manicure, Jorbel Jacson Griebeler começou o negócio com uma agenda de contatos, uma sala comercial e um computador. Hoje lidera um grupo com 1.200 colaboradores, expande operações no Paraguai e prepara a entrada definitiva no mercado brasileiro.

A história empresarial de Jorbel Jacson Griebeler, 48, começou muito antes da inauguração da primeira loja da Cellshop. Ela nasceu em Planalto, no sudoeste do Paraná, onde o filho de um carpinteiro e de uma manicure cresceu em uma família de origem simples, acostumada a transformar esforço em oportunidade.

Ainda jovem, mudou-se para a região de fronteira em busca de trabalho. Aos 17 anos ingressou no comércio de Ciudad del Este e, durante aproximadamente uma década, construiu carreira como vendedor em empresas do setor de importados. Aprendeu a negociar, conheceu fornecedores, conquistou clientes e passou a compreender a dinâmica de um dos maiores polos comerciais da América do Sul.

A mudança de rumo aconteceu há 21 anos, quando perdeu o emprego pela terceira vez. Sem perspectivas de recolocação e sem capital para investir, decidiu transformar a própria experiência em negócio. Seu único capital era uma agenda de contatos telefônicos.

Alugou uma pequena sala comercial, instalou um computador e passou a vender carregadores, baterias e acessórios para celulares utilizando apenas a agenda telefônica construída durante os anos em que trabalhou no comércio.

O retorno veio rapidamente. Os antigos clientes voltaram a comprar, indicaram novos consumidores e deram origem a um crescimento que nunca mais foi interrompido.

Apesar dos resultados alcançados, Jorbel evita tratar sua trajetória como um caso extraordinário.

“Existem centenas de histórias inspiradoras na nossa região. A minha é apenas uma delas. Há empresários que se tornaram referências nacionais e outros que mudaram o mundo. Eu tenho orgulho de dizer que construí um case regional.”

De pequena sala comercial a um grupo empresarial

Pouco mais de duas décadas depois, a empresa criada com um computador transformou-se em um grupo que emprega cerca de 1.200 pessoas no Paraguai e no Brasil e figura entre os maiores contribuintes do fisco paraguaio.

O principal símbolo dessa expansão está em Ciudad del Este. A Cellshop prepara a transferência de suas operações para um shopping próprio de aproximadamente 60 mil metros quadrados, atualmente em construção. O empreendimento reunirá 20 mil metros quadrados de área de vendas, estacionamento coberto, praça gastronômica e uma arena multiuso para eventos e apresentações com capacidade para cerca de 1.500 pessoas.

A estratégia de crescimento também avança por outras regiões do Paraguai.
Em Pedro Juan Caballero, a unidade inaugurada recentemente passa por obras para dobrar sua área comercial. Em Assunção, o grupo opera uma loja de eletrônicos, administra o Holiday Inn e prepara a inauguração da primeira loja física da Caminos del Vino, empresa especializada na importação e distribuição de vinhos e bebidas premium.

Ao mesmo tempo, Jorbel investe na consolidação de marcas próprias. A Joog, voltada ao segmento de tecnologia, lidera o plano de expansão para o mercado brasileiro. Já as marcas Hydrant, Choice e Vigne atendem segmentos como moda masculina, perfumaria, cosméticos, utilidades domésticas e decoração.

Uma nova forma de fazer comércio na fronteira

O crescimento da Cellshop acompanhou outra transformação: a profissionalização do comércio de Ciudad del Este.

Durante muitos anos, parte do setor conviveu com práticas informais de comissionamento a guias e motoristas, elevando o custo dos produtos e comprometendo a imagem do destino.

Para enfrentar esse cenário, a empresa criou um departamento exclusivo de turismo e implantou um sistema digital que registra grupos de visitantes, controla o relacionamento com parceiros e automatiza o cálculo das comissões de forma transparente.

A iniciativa aproximou o setor turístico do varejo e ajudou a fortalecer a confiança do consumidor.

“Todo grande centro comercial do mundo convive com empresas sérias e com operações irregulares. Isso acontece em São Paulo, Dubai, Nova York ou qualquer outra cidade. O que faz diferença é saber onde comprar. Hoje o Paraguai vive um novo momento.”

A marca ganhou um rosto
Enquanto boa parte dos empresários da fronteira permanecia distante dos holofotes, Jorbel tomou uma decisão incomum: passou a aparecer.

Desde 2022, utiliza as redes sociais para mostrar os bastidores da empresa, conversar com consumidores e compartilhar parte da rotina empresarial.

A estratégia recebeu críticas no início, mas acabou se transformando em um dos principais ativos da marca.

“Muita gente dizia que eu estava aparecendo demais. Nunca tive medo. Não tenho nada para esconder. Vendemos produtos e ajudamos as pessoas a realizar sonhos.”

A aproximação com o público abriu espaço para o relacionamento com artistas, atletas e influenciadores digitais. A partir da visita do humorista Tirullipa, outras personalidades passaram a incluir a Cellshop em seus roteiros pela fronteira.

Mais do que receber esses convidados, Jorbel faz questão de apresentar o principal cartão-postal da região.

Sempre que possível, acompanha pessoalmente as visitas às Cataratas do Iguaçu, transformando cada experiência em divulgação espontânea do Destino Iguaçu.

Cultura empresarial

O crescimento dos negócios também veio acompanhado da preocupação com o ambiente interno.

A Cellshop figura entre as melhores empresas para trabalhar no Paraguai, segundo o Great Place to Work, e mantém programas voltados ao desenvolvimento profissional de jovens e mulheres.

Paralelamente, o grupo desenvolve ações permanentes de responsabilidade social, com doações de alimentos, produtos e equipamentos para instituições de acolhimento, lares de idosos e organizações beneficentes.

Para Jorbel, entretanto, nenhum desses resultados nasceu de fórmulas prontas. “Foi disciplina, persistência e coragem para continuar quando tudo dizia para desistir.”

Empresas do Paraná precisam mirar na inovação para ganhar espaço em cadeias globais, diz empresário

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Empresas do Paraná precisam mirar na inovação para ganhar espaço em cadeias globais, diz empresário

Para Murilo Matta, da Brose e AHK Paraná, inovação, transformação digital e cultura de dados são condições para empresas atenderem a padrões internacionais

A queda do Brasil no Ranking Mundial de Competitividade 2026 acende um alerta para empresas que dependem de cadeias globais e disputam mercados sujeitos a exigências crescentes de produtividade, previsibilidade e qualidade. O país caiu da 58ª para a 65ª posição entre 70 economias avaliadas pelo IMD World Competitiveness Center, em estudo elaborado em parceria com a Fundação Dom Cabral. Além disso, o país registrou piora nos quatro pilares analisados, desempenho econômico, eficiência governamental, eficiência empresarial e infraestrutura.

Para Murilo Matta, presidente da Brose do Brasil e conselheiro da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK Paraná), cenários como os do resultado evidenciam a necessidade de as empresas brasileiras tratarem inovação como parte da gestão e da competição internacional. Segundo ele, companhias instaladas no Paraná, especialmente nas cadeias automotiva, agrícola e de manufatura, concorrem com organizações globais que investem de forma contínua em tecnologia, produtividade, digitalização, inteligência artificial, eficiência operacional e novos modelos de negócio.

“Inovação não é mais um diferencial, ela se tornou uma condição para competir globalmente”, afirma o executivo.

Competitividade exige cultura

De acordo com o conselheiro, o conceito de inovação precisa ser aplicado de forma prática no ambiente empresarial. Uma solução não precisa ser inédita no mundo para gerar vantagem competitiva, pois pode representar um avanço quando melhora processos, reduz desperdícios, aumenta eficiência, organiza dados, qualifica a relação com clientes ou cria formas diferentes de atuar em cadeias de suprimentos e logística.

Ele explica que um dos principais entraves está na formação de profissionais preparados para lidar com automação, indústria 4.0, análise de dados e transformação digital.

Além da disponibilidade de mão de obra, o executivo aponta a velocidade de execução como uma dificuldade recorrente, já que muitas companhias ainda operam com áreas pouco integradas, baixa utilização de informações gerenciais e projetos de inovação conduzidos sem conexão suficiente com a estratégia corporativa. “Muitas empresas ainda tratam a inovação como um projeto isolado, quando ela precisa fazer parte da estratégia do negócio”, pontua.

Na Brose do Brasil, a agenda de inovação foi organizada em duas frentes complementares, comenta Matta. A primeira se concentra em eficiência interna, resultado e competitividade, enquanto a segunda olha para mercado, cliente, desenvolvimento de novos produtos e modelos comerciais. Segundo ele, essa divisão ajuda a transformar a inovação em processos mensuráveis, com relação direta com produtividade, crescimento e capacidade de resposta às demandas de compradores internacionais.

A digitalização ocupa um papel de protagonismo nessa agenda, mas o executivo ressalta que a adoção de ferramentas tecnológicas precisa vir acompanhada de uma estratégia de dados. Ele avalia que digitalizar um processo sem revisá-lo, integrá-lo e torná-lo orientado por informação limita os ganhos de gestão, enquanto sistemas bem estruturados permitem identificar riscos, antecipar tendências, reduzir custos, elevar qualidade e dar maior confiabilidade à tomada de decisão.

“Digitalizar não significa apenas transformar um processo existente em digital, porque a transformação precisa estar orientada por dados”, explica.

Paraná precisa elevar padrão de entrega

O debate sobre competitividade ocorre em um momento em que o Paraná mantém desempenho positivo no comércio exterior, o que demonstra um potencial do estado em assumir um protagonismo maior na cadeia Global. Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, mostram que as exportações paranaenses somaram US$ 11,9 bilhões no primeiro semestre de 2026, alta de 5,6% em relação ao mesmo período do ano anterior, com projeção de encerrar o ano próximo de US$ 24 bilhões.

Embora o agronegócio siga com forte peso na pauta exportadora, o avanço de itens industriais, como máquinas de terraplanagem e caminhões, reforça a relevância de cadeias produtivas capazes de atender clientes fora do país. Para Matta, a permanência em mercados exigentes depende de empresas com processos maduros, equipes qualificadas, dados confiáveis, governança de projetos e capacidade de colaboração com fornecedores, centros tecnológicos, universidades e parceiros de negócio.

A AHK Paraná aparece nesse processo como uma ponte entre empresas brasileiras e alemãs e atua na conexão com fornecedores de tecnologia, instituições de ensino, centros de inovação, startups e organizações que buscam soluções para desafios industriais e comerciais. O conselheiro cita eventos, missões empresariais, visitas técnicas, grupos de trabalho e debates sobre transformação digital, indústria 4.0, sustentabilidade e qualificação profissional como ações que favorecem a troca de experiências entre associados. “A AHK Paraná conecta empresas, instituições, tecnologia e oportunidades de negócio entre o Brasil e a Alemanha”, destaca.

Outro ponto avaliado pelo executivo é que o modelo alemão com o qual associados da entidade mantém contato oferece referências relevantes para a indústria local, sobretudo pela excelência industrial, pela cultura de qualidade, pela visão de longo prazo e pelo investimento contínuo em pessoas, tecnologia e inovação. Ele também destaca a relação entre empresas, universidades e centros de pesquisa que integram a rede da AHK Paraná como um fator que contribui para acelerar soluções aplicadas ao setor produtivo.

Matta pondera, contudo, que empresas globais devem observar práticas de diferentes mercados, incluindo China, América do Norte e Europa, já que a competição internacional exige leitura constante de benchmarks e capacidade de adaptação. No caso de companhias paranaenses que buscam crescer em cadeias globais, ele defende maior participação em ecossistemas empresariais para conectar desafios internos a soluções já disponíveis no mercado.

“Uma empresa precisa colocar a estratégia de inovação dentro da estratégia da organização e preparar pessoas, processos e projetos para executar essa visão”, orienta.

Com compradores internacionais mais atentos a risco, custo, prazo e confiabilidade, a competitividade das empresas paranaenses tende a depender cada vez menos apenas da capacidade produtiva instalada e cada vez mais da maturidade de gestão. Para Murilo, quem conseguir transformar inovação em rotina corporativa, fortalecer competências internas e usar dados para orientar decisões terá melhores condições de disputar contratos em cadeias globais que buscam fornecedores previsíveis, eficientes e preparados para padrões internacionais.

Sobre a AHK Paraná

Estimular a economia de mercado por meio da promoção do intercâmbio de investimentos, comércio e serviços entre a Alemanha e o Brasil, além de promover a cooperação regional e global entre os blocos econômicos. Essa é a missão da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK Paraná), entidade atualmente dirigida por Lourdes Manzanares, a primeira diretora mulher da AHK Paraná.

GEMÜ abre inscrições para Programa de Aprendizagem com vagas em cinco áreas estratégicas

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GEMÜ abre inscrições para Programa de Aprendizagem com vagas em cinco áreas estratégicas

Multinacional alemã busca jovens que desejam iniciar a carreira profissional em um ambiente de aprendizado contínuo, inovação e desenvolvimento técnico

A GEMÜ do Brasil, multinacional alemã referência global na fabricação de válvulas, sistemas de medição e controle de processos, abre inscrições para uma nova edição de seu Programa de Aprendizagem. As oportunidades são voltadas a jovens talentos que buscam ingressar no mercado de trabalho por meio de uma corporação global, vivenciando a rotina prática de diferentes setores da organização.

Nesta edição, as vagas estão distribuídas entre cinco departamentos-chave da companhia: Planejamento e Controle da Produção (PCP), Contabilidade, Marketing, Recursos Humanos e Produção. Cada jovem selecionado será alocado em uma área específica, em que desenvolverá suas atividades ao longo de todo o programa, contando com a mentoria de profissionais experientes e imersão total na cultura corporativa da empresa.

Segundo a supervisora de Recursos Humanos da GEMÜ do Brasil, Dayani Shorne, o programa incorpora uma proposta mais ampla do que apenas cumprir uma cota legal, estabelecendo um pilar de formação humana e profissional alinhado às exigências do mercado moderno.”A GEMÜ acredita que iniciar a trajetória profissional dentro de uma estrutura multinacional abre portas e expande horizontes únicos para o jovem. Ao conectar a base teórica com a prática do dia a dia da indústria, ajudamos a moldar o conhecimento técnico e as competências comportamentais essenciais para toda a carreira. Nosso objetivo é projetar profissionais prontos para os reais desafios do mercado de trabalho”, afirma Dayani.

Ao longo do programa, os aprendizes dão suporte às rotinas administrativas e operacionais de suas respectivas áreas, sempre supervisionados. O modelo de desenvolvimento da GEMÜ estimula competências altamente valorizadas pelas empresas atuais, como capacidade de organização, senso de responsabilidade, comunicação assertiva, trabalho em equipe, relacionamento interpessoal, gestão do tempo e resolução proativa de problemas.

Para a multinacional, abrir as portas para as novas gerações permite oxigenar a própria operação e reforçar o compromisso social da marca com a comunidade local. “O Programa de Aprendizagem lapida talentos em total sintonia com os valores e a cultura da nossa empresa, ao mesmo tempo em que promove a inclusão social e gera impacto positivo na região. A chegada desses jovens traz novas perspectivas, curiosidade e uma energia que fomenta a inovação e o desenvolvimento contínuo em nossas equipes”, destaca a supervisora de RH.

Como participar do processo seletivo

Podem se candidatar jovens com idade entre 16 e 24 anos incompletos, atendendo aos critérios da Lei da Aprendizagem (Lei nº 10.097/2000). Para candidatos com deficiência (PcD), não há limite máximo de idade para a inscrição.

Os interessados devem, primeiramente, realizar o cadastro na instituição parceira GERAR e acompanhar atentamente o perfil oficial da GEMÜ no LinkedIn, canal em que será anunciada a abertura oficial do processo seletivo. Assim que o anúncio for publicado, os candidatos deverão encaminhar o currículo atualizado para o e-mail rh@gemue.com.br, especificando no assunto a área de interesse (PCP, Contabilidade, Marketing, Recursos Humanos ou Produção).

Requisitos:

Idade: entre 16 e 24 anos incompletos (sem limite de idade para pessoas com deficiência – PcD);

Cadastro Prévio: inscrição ativa na plataforma da GERAR;

Monitoramento: acompanhar a divulgação oficial das vagas na página do LinkedIn da GEMÜ;

Candidatura: envio de currículo para rh@gemue.com.br, informando a área pretendida logo após o início oficial das inscrições, que serão recebidas até o dia 10/08/2026.

Com a nova edição do Programa de Aprendizagem, a GEMÜ do Brasil consolida seu papel ativo na responsabilidade social e no desenvolvimento socioeconômico, preparando as lideranças do amanhã para um mercado cada vez mais dinâmico, tecnológico e competitivo.

Sobre a GEMÜ do Brasil

Com fábrica em São José dos Pinhais (PR) desde 1981, a GEMÜ do Brasil produz válvulas e outros equipamentos de alta tecnologia para diversos setores. Na divisão Industrial, fornece produtos para os setores de siderurgia, mineração, fertilizantes, bem como para integrar sistemas de geração de energia, entre outros. Na divisão PFB (Farmacêutica, Alimentícia e de Biotecnologia), é líder mundial em soluções para sistemas estéreis, que incluem a fabricação de vacinas, remédios e novas aplicações de envase de alimentos e bebidas.

Sobre Grupo GEMÜ

O Grupo GEMÜ é um dos líderes mundiais na fabricação de válvulas, sistemas de medição e controle. Desde sua fundação em 1964, a empresa alemã com foco global se estabeleceu em importantes setores industriais, graças a seus produtos inovadores e soluções personalizadas para controle de processos. A GEMÜ é líder mundial no mercado de aplicações de válvulas estéreis nas indústrias farmacêutica e de biotecnologia. O Grupo GEMÜ emprega mais de 2 mil pessoas em todo o mundo, com plantas na Alemanha, Suíça, China, Brasil, França, EUA e Índia. A rede de distribuidores está presente em mais de 50 países nos cinco continentes.

Saúde passa a influenciar valorização de imóveis de alto padrão

Mercado imobiliário incorpora critérios mensuráveis de bem-estar e transforma moradia em plataforma de saúde; Damiani aposta no Damiani Welltec para liderar movimento em Curitiba

Durante décadas, a localização foi o principal diferencial de um imóvel. Depois vieram a arquitetura assinada, as áreas de lazer e as experiências exclusivas. Agora, uma nova transformação começa a redefinir o mercado imobiliário de alto padrão: a saúde passou a ser um dos principais atributos de valor de uma residência.

Impulsionado por consumidores que enxergam a casa como parte da estratégia de prevenção e qualidade de vida, o conceito conhecido como wellness real estate cresce em ritmo acelerado no mundo. Segundo o Global Wellness Institute (GWI), esse é o segmento de maior expansão dentro da economia global do bem-estar e deve praticamente dobrar de tamanho nos próximos cinco anos, passando de US$ 584 bilhões, em 2024, para US$ 1,1 trilhão em 2029.

Mais do que oferecer academias ou espaços de lazer, os empreendimentos wellness utilizam critérios objetivos para promover saúde física, mental e emocional. Entre eles estão qualidade do ar e da água, conforto térmico e acústico, iluminação natural, ventilação cruzada, biofilia, materiais menos tóxicos, estímulo ao movimento, espaços de convivência e soluções que favorecem o sono e a recuperação física. O conceito também dialoga com certificações internacionais, como o WELL Building Standard, que avalia fatores como qualidade do ar, água, iluminação, conforto, materiais, comunidade e saúde mental.

Para Bruno Damiani, CEO da Damiani Empreendimentos, o setor atravessa uma transformação estrutural semelhante à vivida pela sustentabilidade nas últimas décadas.

“O mercado imobiliário vive uma mudança semelhante à que aconteceu com a sustentabilidade anos atrás. Antes, falar em eficiência energética era um diferencial; hoje é um requisito. Com a saúde acontece o mesmo. Estamos entrando em uma fase em que conforto deixa de ser apenas uma percepção subjetiva e passa a ser resultado de critérios técnicos capazes de influenciar a qualidade de vida das pessoas. O Damiani Welltec nasce justamente para transformar esse conhecimento em engenharia aplicada.”

A casa como aliada da saúde

A pandemia acelerou uma mudança de comportamento que já vinha sendo observada em diversos países. Se antes a residência era vista principalmente como um espaço de descanso, hoje ela também concentra trabalho, atividade física, lazer e momentos de recuperação física e mental.

Essa transformação ampliou a busca por ambientes capazes de reduzir o estresse, melhorar a qualidade do sono, favorecer a concentração e estimular hábitos saudáveis. Para especialistas do setor, o conceito de “casa saudável” deixa de estar associado apenas ao luxo visível e passa a priorizar elementos que influenciam diretamente o funcionamento do organismo, muitas vezes de forma imperceptível aos moradores.

Damiani Welltec

Atenta a essa transformação do mercado, a Damiani estruturou o Damiani Welltec, uma assinatura para os empreendimentos da marca que reúne soluções de engenharia, tecnologia e arquitetura voltadas à promoção da saúde e do bem-estar dentro da moradia. A proposta incorpora evidências científicas ao desenvolvimento dos empreendimentos, transformando o imóvel em uma plataforma permanente de qualidade de vida.

Entre os diferenciais está a curadoria das academias feita pelo educador físico Francisco Souza, recordista paranaense de supino, equipada com aparelhos Life Fitness. Os espaços contam com monitoramento contínuo da qualidade do ar, renovação permanente para manutenção de níveis saudáveis de CO₂ e bebedouros profissionais distribuídos pelas áreas comuns.

Outro eixo do projeto está relacionado ao sono — reconhecido pela medicina como um dos principais pilares da saúde. Para favorecer o descanso, os empreendimentos adotam vidros de alta performance termoacústica, persianas com vedação total da luminosidade, tratamento acústico nas tubulações, piso aquecido e amplas aberturas que ampliam a entrada de luz natural e contribuem para a regulação do ritmo circadiano.

Segundo Marçal Ambrósio, diretor comercial da Damiani, muitos dos fatores que influenciam a saúde não são percebidos imediatamente por quem visita um imóvel.

“Grande parte dos atributos relacionados à saúde é invisível para quem entra em um apartamento decorado. O comprador percebe os acabamentos, mas nem sempre identifica aspectos como renovação do ar, desempenho acústico ou controle da iluminação. Nosso desafio foi transformar esses elementos técnicos em uma proposta de valor clara, mostrando que eles impactam diretamente a forma como as pessoas vivem todos os dias”, pontua Ambrósio. 

Diferentes interpretações do wellness

O Damiani Welltec assume características distintas conforme a proposta de cada empreendimento.

No Aurora Garden Ecoville, condomínio horizontal com apenas oito residências, o protagonismo está na integração com um bosque nativo preservado de 680 metros quadrados, reforçando os princípios da biofilia e do contato cotidiano com a natureza.

Já no Wave Lofts, no bairro Água Verde, a proposta ganha uma linguagem urbana, reunindo rooftop de 1.060 metros quadrados, piscina aquecida, quadras esportivas, áreas de convivência e ambientes voltados ao equilíbrio entre saúde, lazer e relacionamento.

O próximo lançamento da incorporadora amplia esse conceito ao incluir um espaço Recovery equipado com sauna seca, ofurô, banho de gelo, salas de massagem e tecnologias voltadas à recuperação física.

Para Marçal Ambrósio, o Damiani Welltec representa uma mudança na forma como os empreendimentos são concebidos.

“Quando pensamos em um empreendimento, não estamos apenas desenhando plantas ou áreas comuns. Estamos projetando ambientes que influenciam sono, disposição, produtividade, recuperação física e convivência. A engenharia passa a trabalhar também a favor da saúde, e essa visão deve se tornar cada vez mais presente no mercado imobiliário”, enfatiza o diretor comercial. 

Bruno Damiani acrescenta que essa mudança tende a redefinir os critérios de valorização dos imóveis de alto padrão.

“O novo luxo não está apenas na exclusividade ou na sofisticação dos acabamentos. Está na capacidade que um imóvel tem de contribuir para que seus moradores vivam melhor durante décadas. Acreditamos que essa será uma das principais transformações do mercado imobiliário nos próximos anos e queremos participar dela desde o início, desenvolvendo empreendimentos onde saúde deixa de ser um benefício adicional para se tornar parte do imóvel”, conclui Damiani.