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Projetos arquitetônicos contribuem para o conforto térmico nos apartamentos e garantem eficiência energética

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Estratégias de orientação solar e ventilação natural reduzem a dependência de climatização artificial em períodos de altas temperaturas

A chegada da primavera, com dias mais quentes e ensolarados em diversas regiões do país, faz com que o conforto térmico seja uma preocupação recorrente na rotina dos moradores.  Para lidar com as mudanças na temperatura, existem estratégias que são definidas nos projetos arquitetônicos dos empreendimentos imobiliários, ainda nas etapas de concepção, como orientação solar e posicionamento das janelas. Essas decisões influenciam diretamente a temperatura e, consequentemente, a qualidade de vida dos moradores desses apartamentos. 

O chamado planejamento bioclimático da edificação é fundamental para reduzir o calor excessivo, minimizando a dependência do uso de ventiladores e de ar-condicionado e tornando os ambientes termicamente mais eficientes, com menor consumo de energia elétrica. É o que aponta a coordenadora de projetos da MRV, Verônica Mendes de Paula. 

“A orientação solar não é analisada de forma isolada, mas é um aspecto fundamental para o desenvolvimento dos projetos, pois influencia diretamente o desempenho térmico e lumínico dos apartamentos. Para cada terreno e empreendimento específico, antes do início das obras, é analisado um conjunto de critérios técnicos que buscam maximizar o conforto ambiental, além de atender às normas de desempenho da construção civil”, explica.

Tecnologia e precisão a favor do bem-estar

Para garantir ambientes mais frescos e bem iluminados, os profissionais de projetos da construtora  têm acesso a ferramentas avançadas de engenharia e arquitetura, como a metodologia BIM (Building Information Modeling). Por meio do uso de softwares de modelagem 3D georreferenciados, as equipes simulam a trajetória exata do sol em diferentes épocas do ano, considerando também as características climáticas das cidades nas quais os prédios serão construídos.

Este processo contribui para definir desde a distância entre os blocos, garantindo vista livre e privacidade sem bloquear a circulação do ar, até o posicionamento das áreas de lazer. “Analisamos a incidência de sombra e sol ao longo de todo o dia. Na posição da piscina, por exemplo, priorizamos uma orientação em que ela receba radiação solar contínua, garantindo que as torres não façam sombra sobre a área de convivência”, destaca Verônica.

O tamanho das aberturas, a escolha das esquadrias e o impacto disso na iluminação dos ambientes, são outros pontos levados em consideração. Para Verônica, o ideal é o equilíbrio entre ventilação e entrada de luz natural. 

Ainda segundo a profissional, até a cor das fachadas e a escolha das tintas contribuem para a eficiência térmica. Afinal, assim como um carro escuro absorve mais calor que um branco, fachadas com cores mais claras são priorizadas em áreas de longa permanência (como dormitórios) para refletir a radiação solar e reduzir o aquecimento interno.

A aplicação dessas estratégias também varia de acordo com o clima local. Enquanto em regiões do Sul a prioridade é o sol de inverno, para aquecer os ambientes, em cidades mais quentes, como aquelas no Norte do Paraná, o foco deve ser a ventilação cruzada, para contrapor a insolação direta nos horários críticos, conforme as características de cada empreendimento. 

“Ambientes naturalmente bem iluminados exigem menos lâmpadas acesas durante o dia, assim como apartamentos termicamente eficientes demandam menos equipamentos de climatização. O que impacta no conforto, mas também no consumo energético e no custo fixo mensal das famílias. Dar atenção a esses detalhes no projeto do imóvel gera mais confiança, satisfação e bem-estar para quem compra”, conclui. 

Sobre a MRV 

Com 46 anos de mercado e o propósito de construir sonhos que transformam o mundo, a MRV é uma das cinco empresas que compõem o grupo MRV&CO. Considerada a maior construtora e incorporadora da América Latina, tem como foco empreendimentos residenciais econômicos, com preços acessíveis para um público que busca o sonho da casa própria. Nessas quatro décadas, a companhia já entregou mais de 500 mil chaves. Atualmente, mais de 1,6 milhão de pessoas vivem em um imóvel construído pela MRV. Acesse e saiba mais: www.mrv.com.br. 

Wellness avança em imóveis, academias e alimentos e muda hábitos de consumo

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Conceito que associa saúde, bem-estar e qualidade de vida passa a influenciar projetos imobiliários, experiências no fitness e desenvolvimento de produtos alimentícios

O wellness deixou de estar associado apenas a spas, academias e produtos de saúde e passou a influenciar decisões de consumo em diferentes setores. Na construção civil, aparece em projetos que incorporam tecnologia, contato com a natureza e soluções voltadas ao bem-estar dos moradores. No fitness, está presente em espaços dedicados à recuperação física. Na alimentação, impulsiona produtos que combinam praticidade, proteínas e ingredientes valorizados por consumidores mais atentos à composição dos alimentos.

O movimento acompanha a expansão da chamada economia do bem-estar. Segundo o Global Wellness Institute (GWI), o mercado global movimentou US$ 6,8 trilhões em 2024, alta de 7,9% em relação ao ano anterior. A entidade projeta crescimento médio anual de 7,6% até 2029, quando o setor deverá se aproximar de US$ 9,8 trilhões. No Brasil, o IMARC Group estima que o mercado de saúde e wellness tenha movimentado US$ 91,3 bilhões em 2025, com previsão de crescimento médio anual de 10,4% entre 2026 e 2034.

Embora utilizem metodologias diferentes, as estimativas mostram a dimensão de um mercado que vem ganhando espaço nas escolhas dos consumidores e nas estratégias de empresas de diferentes segmentos.

O wellness vai além da saúde

Para o Global Wellness Institute, wellness está relacionado à busca ativa por atividades, escolhas e estilos de vida voltados a um estado de saúde holística. A pandemia também ampliou a percepção sobre a importância dos cuidados com a saúde física e mental e contribuiu para colocar qualidade de vida no centro de decisões que vão desde a alimentação até a escolha de onde morar e como praticar exercícios.

Mais do que oferecer produtos ou serviços associados ao bem-estar, empresas passaram a incorporar o conceito à própria experiência de consumo.

Imóveis incorporam bem-estar desde o projeto

Um dos segmentos em que essa transformação ganha força é o mercado imobiliário. O conceito de wellness real estate reúne empreendimentos projetados para promover a saúde física, mental e social dos ocupantes. Para que um projeto seja, de fato, considerado wellness, no entanto, o bem-estar precisa estar presente desde a concepção arquitetônica, e não apenas aparecer na forma de serviços ou amenidades acrescentados a um edifício convencional.

Uma pesquisa da Brain Inteligência Estratégica, realizada em março de 2026 com mais de mil consumidores brasileiros, mostrou que 78% dos entrevistados afirmam que um empreendimento com conceito wellness influencia positivamente sua decisão de compra. Para 60%, a melhora na saúde é o principal motivo para buscar determinadas características em um imóvel.

Atenta a esse movimento, a incorporadora curitibana Damiani criou o selo Damiani Welltec, que reúne tecnologia e soluções voltadas ao bem-estar. Entre os recursos considerados estão qualidade do ar, filtragem de água, iluminação circadiana, biometria, automação IoT e design biofílico.

A proposta é integrar essas soluções a uma mesma lógica de projeto, com critérios que possam ser identificados, avaliados e aplicados nos diferentes empreendimentos.

“Estamos falando de pensar o bem-estar desde o projeto e não apenas de acrescentar uma área de lazer ao empreendimento. Por isso, buscamos também locais que favoreçam a mobilidade a pé e a conexão com o entorno”, afirma Bruno Damiani, CEO da empresa.

Além dos recursos tecnológicos, os empreendimentos podem incorporar estruturas como hortas compartilhadas, piscinas aquecidas, bicicletários, spas, smart markets, espaços para esportes como beach tennis e pickleball e ambientes de convivência. “A ideia é estimular hábitos relacionados à atividade física, contato com a natureza e sociabilidade”, diz Marçal Ambrósio, sócio da MB2 e diretor da Damiani. 

Academia amplia experiência com recuperação

No fitness, a transformação aparece na ampliação da experiência oferecida pelas academias. O espaço deixa de ser visto apenas como local de treinamento e passa a reunir exercício, recuperação e bem-estar.

A Force One, que conta com 22 unidades no Paraná, Santa Catarina e São Paulo, incorporou áreas de recovery à proposta de suas novas unidades. Os ambientes são dedicados à recuperação muscular e contam com recursos como cadeiras massageadoras, macas, pistolas de massagem e sauna.

“A recuperação faz parte do resultado. Criamos um espaço pensado para que o aluno desacelere e cuide do corpo com calma, em um ambiente mais privado. É uma evolução da experiência dentro da academia e acompanha uma visão mais ampla de wellness”, afirma Renan Pedroche, fundador e CEO da Force One.

A mudança acompanha uma percepção crescente de que a prática esportiva não termina no treino. Descanso, recuperação e cuidados com o corpo passam a fazer parte da jornada de quem busca qualidade de vida e desempenho.

Do produto à experiência: wellness também chega aos eventos

A associação entre alimentação, atividade física e bem-estar também aparece em experiências criadas pelas próprias marcas. É o caso da Body On, nova linha de snacks proteicos da Barion, que será lançada oficialmente em Curitiba com uma manhã gratuita de atividades físicas no Parque Barigui, no dia 29 de agosto.

A programação, realizada na Olaria do Parque, reúne yoga, corrida, ballet funcional e beach tennis. A proposta é aproximar o lançamento da marca do cotidiano de um consumidor que busca uma rotina mais ativa, sem dissociar nutrição, praticidade e prazer.

“A Body On nasceu para acompanhar um consumidor que valoriza equilíbrio, praticidade e sabor. Queremos que esse lançamento vá além dos produtos e proporcione uma experiência que incentive hábitos saudáveis e momentos de conexão entre as pessoas”, afirma Leonardo Barion, diretor comercial da marca.

A nova linha reúne snacks proteicos em diferentes categorias, incluindo rolinhos de wafer nos sabores chocolate e peanut butter, wafers recheados, sticks de chocolate ao leite, bombons proteicos e creme de avelã com cacau produzido com whey protein isolado.

Os produtos fornecem entre 4,3 gramas e 20 gramas de proteína por porção e foram desenvolvidos como opções práticas para diferentes momentos da rotina, dos lanches intermediários ao pré e pós-treino.

Com mais de 65 anos de atuação no desenvolvimento de chocolates e snacks, a Barion amplia, com a Body On, sua presença em uma categoria impulsionada pela busca por alimentos que conciliem conveniência, atributos nutricionais e sabor.

Segundo levantamento da BRASNUTRI, com base em dados da Euromonitor International, o mercado brasileiro de suplementos alimentares movimentou cerca de R$ 7,6 bilhões em 2025 e deve alcançar R$ 13,8 bilhões até 2030.

A chegada da Body On também dialoga com a chamada indulgência equilibrada, tendência que busca conciliar prazer e atributos nutricionais. Nesse movimento, produtos tradicionalmente associados à indulgência, como chocolates, wafers e cremes, passam a incorporar características valorizadas pelo consumidor, como maior teor de proteínas e opções sem adição de açúcar.

Alimentação combina saúde e praticidade

A transformação também chegou à indústria de alimentos. Com consumidores mais atentos aos rótulos, à origem dos ingredientes e ao nível de processamento, cresce a busca por produtos que conciliem praticidade e características associadas a uma alimentação mais equilibrada.

A Polpa Brasil vem investindo nesse movimento por meio da linha Nátikos, desenvolvida com foco em ingredientes naturais e diferentes ocasiões de consumo. Entre os produtos estão barras proteicas com 12 gramas de proteína, bolinhas de frutas recheadas e a linha Nátikinhos, voltada a crianças, famílias e consumidores veganos.

A proposta da empresa é ampliar as possibilidades de consumo de frutas e outros ingredientes, associando praticidade a formulações que valorizam suas características naturais.

“O consumidor mudou e a indústria precisou evoluir junto. Hoje, inovação não significa apenas criar novos produtos, mas desenvolver alimentos que preservem a qualidade nutricional, utilizem ingredientes naturais e ofereçam praticidade para o dia a dia”, afirma Ramon Lacowicz, CEO da Polpa Brasil.

Para a nutricionista da empresa, Andressa Meira, a mudança também está relacionada à forma como as pessoas escolhem o que consumir.

“Hoje as pessoas querem alimentos que façam sentido para a saúde e para a rotina. Elas leem os rótulos, procuram ingredientes que conhecem e valorizam produtos que preservam as características naturais. As informações nutricionais passaram a ter um peso maior nas decisões de compra”, afirma.

Uma mudança que atravessa setores

Embora atuem em mercados diferentes, Damiani, Force One, Body On e Polpa Brasil respondem a uma mesma transformação: o wellness começa a funcionar como um atributo de valor para produtos, serviços, espaços e experiências.

Na escolha de um imóvel, na jornada dentro de uma academia, na participação em uma atividade ao ar livre ou na composição de um alimento, aspectos relacionados à saúde, à recuperação, à praticidade e à qualidade de vida passam a fazer parte da decisão de consumo.

Mais do que uma tendência restrita ao universo da saúde, o wellness se consolida como um conceito capaz de influenciar diferentes mercados — e de aproximar marcas de um consumidor que busca incorporar o bem-estar à própria rotina.

Afece completa 59 anos de atuação com atendimento gratuito a mais de 900 pessoas em Curitiba

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Instituição mantém atuação integrada nas áreas de saúde, educação e assistência social e mobiliza a sociedade para promover autonomia e inclusão

O Brasil tinha 14,4 milhões de pessoas com deficiência em 2022, segundo dados do Censo do IBGE divulgado em 2025. Na semana do Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, celebrado em 21 de setembro, a Associação Franciscana de Educação ao Cidadão Especial (Afece) chama a atenção para a importância de transformar direitos em acesso efetivo à saúde, à educação e à autonomia. Fundada em 1967, a instituição curitibana completa 59 anos de atuação também neste mês setembro.

Com uma trajetória marcada pela solidariedade de famílias, colaboradores e voluntários que construíram sua história tijolo por tijolo, a Afece consolidou-se como um marco nacional no atendimento gratuito e integral a mais de 900 pessoas com múltiplas deficiências. Atualmente, a organização atua fortemente amparada em um tripé institucional de direitos: saúde, educação e assistência social.

“A inclusão precisa ultrapassar o discurso. Garantir direitos significa oferecer condições para que cada pessoa desenvolva suas capacidades, faça escolhas e participe ativamente da sociedade”, destaca Paulo Alarcón, presidente da Afece.

O tripé de atuação: Saúde, Educação e Assistência Social

Na área da Saúde, a instituição mantém o Centro Especializado em Reabilitação (CER IV), credenciado pelo Ministério da Saúde. O espaço atende Curitiba e outras 14 cidades da Região Metropolitana, registrando mais de 50 mil atendimentos anuais e cerca de 7 mil mensais pelo SUS. O CER IV oferece reabilitação física, intelectual, visual e auditiva em 15 especialidades terapêuticas e médicas. Desde 2021, o centro já realizou a entrega de 1.030 cadeiras de rodas e 930 órteses e próteses, além de fornecer aparelhos auditivos e óculos gratuitos.

“Esse trabalho conjunto contribui diretamente para ampliar a autonomia, a participação nas atividades do dia a dia e a qualidade de vida dos pacientes e de suas respectivas famílias”, explica Nataly de Lima Silva, assessora da Direção da Saúde da Afece.

Na Educação, a Escola São Francisco de Assis atende diariamente mais de 200 alunos com deficiência intelectual moderada e grave. Em salas adaptadas, o ensino vai da educação infantil à modalidade de jovens e adultos (EJA). O currículo escolar é estruturado por equipes especializadas com práticas pedagógicas que estimulam o desenvolvimento integral e a independência em tarefas do cotidiano, como alimentação, higiene e comunicação.

Na Assistência Social, o compromisso é garantir suporte e proteção integral quando a família necessita de apoio ou não pode estar presente. O principal braço dessa frente é o Lar de Assis, uma residência inclusiva que oferece acolhimento e cuidados diários para 10 moradores com deficiência intelectual e múltipla.

A força do trabalho coletivo

A longevidade e o impacto social da Afece ao longo destes 59 anos só foram possíveis graças ao engajamento constante da sociedade civil. Para custear as atividades 100% gratuitas e manter a estrutura funcionando, a instituição mobiliza recursos de forma contínua por meio de bazares beneficentes, noites gastronômicas, venda de produtos sociais, captação via programa Nota Paraná, destinação de Imposto de Renda e doações corporativas ou de pessoas físicas. A rede de voluntariado e apadrinhamento atua de forma indispensável para transformar cada contribuição em dignidade e desenvolvimento para os atendidos.

TikTok entra na relação dos adolescentes com a comida, aponta estudo

Pesquisa identifica trends, anúncios e influenciadores entre os estímulos ligados ao interesse por alimentos e mostra que jovens também recorrem à plataforma em busca de receitas

Trends, anúncios, comentários e recomendações de influenciadores no TikTok aparecem entre os fatores associados ao interesse de adolescentes por determinados alimentos. É o que aponta um estudo publicado em 2026 no Journal of Nutrition Education and Behavior, que ouviu 25 jovens de 15 e 16 anos sobre a relação entre o conteúdo consumido na plataforma e a alimentação. Os relatos mostram diferentes lados dessa relação: enquanto alguns participantes disseram ter mudado a forma como se alimentavam após acompanhar influenciadores e seus estilos de vida, outros contaram que usam a rede para buscar receitas, aprender preparos e conhecer opções que consideram mais saudáveis.

No Brasil, parte desse contato acontece diariamente no TikTok. Uma pesquisa do Opinion Box, realizada neste ano com 1.066 usuários da plataforma, apontou que 49% usam a rede para descobrir coisas novas e 34% acompanham conteúdos de gastronomia e receitas. Os influenciadores também têm espaço nesse consumo: 66% dos entrevistados disseram seguir criadores de conteúdo e 53% afirmaram já ter comprado algo indicado por outros usuários ou influenciadores.

Mas o que acontece quando quem está do outro lado da tela é adolescente?

O estudo, publicado no Journal of Nutrition Education and Behavior, buscou entender essa relação. Tendências, anúncios, aparência dos alimentos, comentários e recomendações de influenciadores apareceram entre os fatores que despertavam a curiosidade e o interesse dos participantes por determinados alimentos.

Alguns adolescentes contaram que chegaram a mudar aspectos da própria alimentação depois de acompanhar influenciadores e seus estilos de vida. Outros disseram usar o TikTok para procurar receitas, aprender preparos e conhecer opções que consideravam mais saudáveis.

O estudo é qualitativo e reúne um grupo pequeno de participantes, portanto não permite dizer que o comportamento se repete entre adolescentes em geral. Os relatos, porém, dão pistas de como conteúdos que aparecem no feed podem chegar às escolhas feitas fora dele.

Para Andressa Meira, nutricionista da Merendô!, marca da Polpa Brasil voltada à alimentação escolar, tentar controlar tudo o que o adolescente vê não é uma saída realista. A conversa, segundo ela, pode ser mais útil.

“Os pais não vão conseguir controlar tudo o que o adolescente vê nas redes sociais. O mais importante é conversar sobre aquilo que aparece. Quem está recomendando? Por que está recomendando? Existe uma publicidade por trás? Essas perguntas ajudam o jovem a construir critérios próprios”, explica.

Da tela para a embalagem

A disputa pela atenção não termina quando o celular é deixado de lado. No supermercado, a embalagem também comunica, e, nem sempre aquilo que aparece primeiro conta tudo sobre o alimento.

Uma pesquisa do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), analisou 30 alimentos ultraprocessados destinados principalmente ao público infantil. Todos apresentavam personagens ou outros elementos visuais direcionados às crianças, e 53% traziam alegações nutricionais nas embalagens.

A composição dos produtos trouxe outro dado: 67% apresentavam excesso de açúcares totais, 13%, de gordura saturada, e 10%, de sódio. Em 33% das embalagens analisadas, os pesquisadores não encontraram a rotulagem nutricional frontal obrigatória.

Para Andressa, aprender a olhar além do que ganha destaque é importante tanto diante de uma embalagem quanto de um conteúdo nas redes sociais.

“Uma embalagem pode destacar uma vitamina, assim como um vídeo pode mostrar apenas uma parte da experiência com determinado alimento. O adolescente precisa entender que aquilo que chama a atenção não necessariamente conta toda a história. Observar a lista de ingredientes, a tabela nutricional e a forma como a informação está sendo apresentada ajuda a construir esse olhar”, afirma.

E onde entram os pais?

A participação da família também apareceu nas conversas com os adolescentes ouvidos no estudo sobre o TikTok. De maneira geral, eles relataram pouca interferência dos pais no contato com conteúdos sobre alimentação. Quando esse acompanhamento existia, porém, surgiram exemplos de responsáveis que ajudavam a questionar informações ou a diminuir a exposição a determinados conteúdos.

Isso não significa, segundo Andressa, transformar cada alimento visto no TikTok em motivo para proibição.

“Quando um jovem chega em casa falando sobre um alimento que viu nas redes sociais, aquele pode ser um momento para conversar sobre a informação, e não apenas dizer se ele deve ou não experimentar. Esse tipo de diálogo ajuda a transformar uma escolha cotidiana em uma oportunidade de aprendizado”, diz.

A escola também entra nessa conversa

Se parte das referências sobre comida vem das redes sociais e de casa, a escola é outro espaço em que crianças e adolescentes constroem sua relação com a alimentação. É ali que muitos estudantes têm contato com alimentos, sabores e preparações diferentes daqueles presentes no dia a dia da família.

Para a nutricionista, que atua com alimentação escolar na Merendô!, a experiência à mesa também pode abrir espaço para conversa e descoberta.

“A alimentação escolar não é apenas o momento de servir uma refeição. Ela também coloca o estudante em contato com sabores, preparações e alimentos diferentes daqueles que fazem parte da rotina de casa. Quando existe espaço para conversar sobre essas escolhas, a escola também contribui para que ele desenvolva referências próprias sobre alimentação”, explica.

Entre o vídeo que aparece no feed e o produto encontrado na prateleira, nem toda escolha precisa virar uma disputa entre o que pode e o que não pode. Ensinar crianças e adolescentes a perguntar quem está falando, o que está sendo destacado e se existe interesse comercial por trás da mensagem pode ser um primeiro passo para que façam escolhas com mais autonomia.

Alimentação de atletas profissionais precisa acompanhar ritmo de treinos e competições

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Cardápios ideais consideram horários, intensidade das atividades, recuperação e necessidades individuais dos jogadores

Em uma temporada de futebol profissional, não existe um único cardápio que sirva para todos os momentos. A alimentação precisa acompanhar a intensidade dos treinos, os dias de jogos e os períodos de recuperação, com ajustes na oferta de energia e nutrientes de acordo com a demanda esportiva de cada atleta.

“Cada momento exige, de fato, uma estratégia diferente. Antes da atividade, o foco está principalmente na disponibilidade de energia e na boa digestibilidade. Depois, ganham importância a reposição energética, a recuperação muscular e a reidratação”, explica Karem Karam Quintas Garcez, nutricionista e gerente de Operações da MENU Restaurantes Corporativos, empresa que assumiu recentemente a operação da cozinha do Criciúma Futebol Clube, de Santa Catarina.

Alimentação acompanha a rotina esportiva

Na prática, a definição das refeições considera a programação esportiva, a intensidade e a duração dos exercícios, os horários dos treinos e partidas e as necessidades individuais dos jogadores. A hidratação também faz parte da estratégia e deve ser mantida ao longo de todo o dia. A definição da ingestão de líquidos e eletrólitos pode levar em conta ainda as condições ambientais e as características de cada atividade.

Antes dos treinos, de forma geral, as refeições podem incluir fontes de carboidratos de boa digestibilidade, como arroz, massas, pães e frutas. Após a atividade, a combinação de carboidratos e proteínas contribui para a reposição de energia e a recuperação muscular. A composição, entretanto, depende do planejamento nutricional e do momento esportivo de cada atleta.

“A diferença está na precisão. No alto rendimento, composição, horário, porcionamento, qualidade e disponibilidade precisam acompanhar a rotina esportiva. A equipe de nutrição do clube conduz a estratégia nutricional e a MENU coloca sua experiência em alimentação e gestão de operações a serviço de uma execução segura, eficiente e consistente”, afirma Karem.

O planejamento também precisa considerar os diferentes públicos atendidos pelo clube. Atletas profissionais e jogadores das categorias de base, por exemplo, têm necessidades distintas, que precisam ser traduzidas em cardápios, porcionamentos, horários e formas de atendimento adequadas a cada grupo.

Além da definição do cardápio, transformar a estratégia nutricional em refeições servidas diariamente exige uma operação capaz de acompanhar a dinâmica do futebol. “Temos horários que acompanham a dinâmica do futebol, diferentes momentos de consumo, qualidade e segurança dos alimentos, padronização e necessidade de adaptação. É uma operação que exige precisão e capacidade de resposta”, detalha a nutricionista.

Qualidade e estrutura fazem parte da estratégia

A escolha dos ingredientes e os processos de produção também integram essa rotina. Segundo Karem, o plano considera a qualidade e a procedência dos alimentos, a segurança, a padronização das receitas e o controle dos processos. Métodos de preparo, tempo e temperatura e características sensoriais são observados para garantir consistência nas refeições.

No Criciúma, a operação da MENU ocorre em um momento de ampliação da estrutura do Centro de Treinamento Antenor Angeloni, que passou por intervenções na cozinha e nos espaços de alimentação, incluindo um novo restaurante destinado às categorias de base.

Para Karem, uma estrutura adequada é parte importante do trabalho, porque permite organizar os fluxos de produção e atendimento e dar suporte aos processos de segurança dos alimentos.

“Em uma operação voltada ao esporte de alto rendimento, não basta pensar apenas no que será servido. É preciso garantir que o planejamento nutricional seja executado corretamente, dentro dos horários e padrões definidos, todos os dias”, conclui.

Paranaenses ampliam presença no mercado imobiliário do litoral catarinense

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Estado é o segundo com mais compradores no maior bairro cidade do Sul do Brasil, em Tijucas (SC)

A relação dos paranaenses com o litoral catarinense é antiga, mas vem ganhando novos contornos nos últimos anos. O que por muito tempo esteve associado principalmente a destino de férias e à segunda residência passou a incluir também a busca por terrenos e imóveis como investimento e alternativa de moradia.

A proximidade entre os dois estados ajuda a impulsionar esse movimento, mas não é o único fator. Localização e potencial de valorização seguem relevantes na decisão de compra, enquanto ganham espaço aspectos relacionados à qualidade de vida, como contato com a natureza e acesso facilitado a comércio, serviços e lazer.

O interesse do público paranaense também aparece em levantamentos do mercado imobiliário da região. Dados da Brain Inteligência Estratégica apontam que compradores de Curitiba (PR) representam 30% do público em mercados como Balneário Camboriú, Itapema e Porto Belo, analisados pela consultoria.

Nesse contexto, Tijucas (SC) surge como mais uma alternativa para quem busca investir na região. Com localização estratégica às margens da BR-101 e proximidade de Florianópolis, Itapema, Balneário Camboriú e Itajaí, alguns dos principais polos econômicos, turísticos e imobiliários do estado, a cidade reúne disponibilidade de áreas para novos projetos urbanos.

É o caso do Flores de Sal, maior bairro cidade do Sul do Brasil, em implantação no município. No empreendimento, o Paraná ocupa a segunda posição em número de compradores de terrenos, atrás apenas de Santa Catarina.

“Tijucas reúne características que têm despertado o interesse de quem busca novas oportunidades no litoral catarinense. A localização, a proximidade com cidades já consolidadas e a possibilidade de investir em um projeto urbano planejado estão entre os fatores que atraem compradores para a região”, destaca Luciana Pereira, diretora do Grupo Petrasalis, responsável pelo Flores de Sal.

Novo jeito de morar
A proposta do Flores de Sal vai além do modelo tradicional de loteamento ao integrar moradia, comércio, serviços, gastronomia, lazer e áreas verdes em um mesmo planejamento urbano. O masterplan, desenvolvido pelo urbanista Hélio Mitica, prioriza a combinação de diferentes usos, a caminhabilidade e a criação de espaços que permitam resolver parte das atividades cotidianas dentro do próprio bairro, reduzindo a necessidade de grandes deslocamentos.

“O conceito do bairro cidade nasce justamente dessa compreensão de que morar não pode estar dissociado da vida cotidiana. Quando você integra moradia, serviços, comércio, gastronomia, lazer e áreas verdes em um mesmo ambiente, cria uma dinâmica mais funcional para quem vive ali e reduz a necessidade de grandes deslocamentos”, afirma a diretora.

A primeira fase ocupa cerca de 50 hectares e contempla 623 terrenos, além de mais de 100 mil metros quadrados destinados ao lazer. Desse total, mais de 70 mil metros quadrados correspondem a áreas verdes, com lago, parque, espaços de convivência e estrutura para atividades ao ar livre.

O empreendimento também incorpora soluções alinhadas ao planejamento urbano contemporâneo, como cabeamento subterrâneo nas principais vias e estação própria de tratamento de esgoto. A setorização organiza espaços residenciais, comerciais, de serviços e lazer para que diferentes necessidades possam ser atendidas dentro do próprio bairro.

Com área total de aproximadamente 600 hectares, o Flores de Sal prevê, ao longo de sua implantação, entre 10 mil e 12 mil lotes. A estimativa é que o bairro possa receber entre 30 mil e 40 mil moradores.

A comercialização da primeira etapa reforça a procura pelo empreendimento, com mais de 80% das unidades vendidas. A conclusão dessa fase está prevista para novembro de 2026, um ano antes do cronograma inicialmente estabelecido.

Sobre o Flores de Sal
Localizado em Tijucas, no litoral norte de Santa Catarina, o Flores de Sal é o maior bairro cidade do Sul do Brasil. Com área total de aproximadamente 600 hectares, o empreendimento prevê entre 10 mil e 12 mil lotes ao longo de sua implantação e poderá receber entre 30 mil e 40 mil moradores. Desenvolvido pela Urbani Cidades, empresa do Grupo Petrasalis, o projeto tem masterplan assinado pelo urbanista Hélio Mitica e integra moradia, comércio, serviços, gastronomia, lazer e natureza. Inspirado no conceito das cidades de 15 minutos, prioriza caminhabilidade, mobilidade, convivência e qualidade de vida.

Parcerias locais ganham espaço em estratégias de expansão de multinacionais na América Latina

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Modelo adotado por empresas como a Oregon Tool combina distribuidores regionais, capacitação técnica e aproximação com grandes projetos para ampliar presença no continente

Em uma região com diferentes realidades econômicas, regulatórias e comerciais, expandir uma operação exige estratégias distintas para cada mercado. Distribuição, perfil da demanda, atividade econômica e a relevância de setores como o agronegócio e a indústria florestal estão entre os fatores que influenciam a atuação das empresas em cada país.

É a partir dessa lógica que a Oregon Tool, multinacional norte-americana e líder mundial na produção de correntes e sabres para motosserras, vem estruturando sua estratégia de crescimento na América do Sul. Com operação industrial no Brasil desde 1979, a companhia mantém acordos comerciais em diferentes países e adapta o portfólio e o modelo de atuação às características de cada operação. Nos mercados hispânicos do continente, a empresa projeta crescer, em 2026, cerca de 12% em relação ao ano anterior.

“Em uma região tão diversa quanto a América Latina, expansão não significa simplesmente entrar em novos mercados, mas aumentar a capacidade de chegar aos clientes e responder às demandas de cada país. Por isso, parceiros locais são uma parte estratégica do nosso modelo de crescimento. Eles nos permitem aumentar a cobertura comercial e, ao mesmo tempo, construir uma atuação mais aderente às características de cada economia”, afirma Fábio Nardelli, diretor Geral Latam da Oregon Tool.

A Colômbia é um dos mercados que vem ganhando relevância nessa estratégia, com o distribuidor Incoflex, que completou 25 anos e representa a marca Carlton desde 2019. Já em relação a marca Oregon, presente no país há mais de três décadas, a multinacional inicia uma nova parceria comercial para ampliar a presença e aumentar a cobertura de atendimento aos clientes.

No Paraguai, além da ampliação da atuação comercial, o avanço da fábrica de celulose Paracel abre uma frente de oportunidades ligada ao setor florestal. Com previsão de início das operações em 2028, o empreendimento está entre os maiores projetos de celulose em desenvolvimento na América do Sul. A Oregon Tool acompanha o planejamento junto ao parceiro local, buscando se posicionar como fornecedora de conjuntos de corte e acessórios para as futuras operações florestais do empreendimento. A atuação no mercado paraguaio inclui ainda, desde 2024, um programa nacional de capacitação. Somente em 2026, a iniciativa já alcançou mais de 700 profissionais em nove eventos realizados em diferentes regiões do país, com treinamentos técnicos sobre aplicação de produtos, lançamentos e novas tecnologias.

No Chile, a estratégia também passa pelo setor florestal. O distribuidor local renovou a licitação para fornecimento de conjuntos de corte e acessórios Oregon Tool à Arauco, maior empresa florestal do país, movimento que deve contribuir para aumentar a participação da empresa nesse mercado. A multinacional também prevê introduzir novas linhas de produtos, diversificando sua presença em outras categorias.

O segmento de colheita florestal mecanizada, responde por cerca de 50% das vendas da Oregon Tool no Uruguai e uma nova parceria comercial foi estabelecida em 2025 para ampliar a distribuição e, paralelamente, os segmentos hobby e semiprofissional estão apresentando crescimento, criando oportunidades para diversificar as vendas.

Estratégias diferentes para cada mercado
Em outros países, a estratégia acompanha as condições econômicas e o comportamento da demanda. Na Argentina, a empresa diversifica gradualmente o portfólio e busca o crescimento nos segmentos de campo e jardim. No Peru, o crescimento está apoiado na atuação com novo distribuidor da marca Oregon e na chegada de novos produtos. Já no Equador, após as fortes chuvas afetarem a atividade agrícola no início de 2026, a operação comercial do distribuidor passou por uma reestruturação para aumentar a cobertura e o atendimento aos clientes.

“Nossa estratégia para a América do Sul parte de uma visão regional, mas considera as particularidades de cada mercado. Não trabalhamos com um modelo único de expansão. Buscamos adaptar portfólio, distribuição e atuação comercial às características de cada país, combinando o conhecimento local dos parceiros com os objetivos de crescimento da empresa”, conclui Nardelli.

Live Painting “Onde a Ciência Floresce” será atração de congresso internacional de oncologia

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Live Painting “Onde a Ciência Floresce” será atração de congresso internacional de oncologia

V MoonShot, promovido pelo Instituto de Oncologia do Paraná (IOP), acontece de 24 a 26 de setembro, no MON, em Curitiba

O IOP – Instituto de Oncologia do Paraná promove, entre os dias 24 e 26 de setembro, no Museu Oscar Niemeyer (MON), em Curitiba, a quinta edição do MoonShot – Congresso Internacional do IOP, reunindo especialistas brasileiros e internacionais para discutir os principais avanços da oncologia e os desafios que impactam diretamente a prática clínica. Mas, além dos temas científicos, os participantes e o público serão surpreendidos com uma ação de Live Painting.

O artista curitibano Michael Devis utilizará spray para criar, durante os três dias de evento, a obra “Onde a Ciência Floresce”, que contemplará duas telas com 1,80m x 1,20m cada uma. Os participantes poderão interagir e ajudar na criação. Ao final do evento, os palestrantes receberão como lembrança uma miniatura, chancelada e autografada.

“A ideia é que a obra represente o encontro entre ciência, arte, inovação, cuidado e colaboração. Queremos trazer essa ideia de que grandes descobertas e grandes transformações acontecem quando diferentes conhecimentos e pessoas trabalham juntos”, afirma Liza Chiara, coordenadora de marketing do IOP.

Na composição da tela estarão presentes alguns elementos como a Lua, fazendo alusão ao nome do evento – Moonshot, e representando futuro, descoberta, novos limites e aquilo que ainda almeja-se alcançar. O florescimento representará vida, transformação e crescimento. A obra trará ainda representações da Ciência, equipe multidisciplinar e a identidade de Curitiba, com alusão ao Museu Oscar Niemeyer, onde será realizado o evento.

“A ciência nasce do conhecimento, cresce através da colaboração e floresce quando conseguimos transformar conhecimento em cuidado e novas possibilidades”, complementa Liza Chiara.

Além da live painting, o artista levará para exposição sua escultura Florescer, criada em 2023, com dimensões de 3 metros por 2,5 metros, produzida em fibra de vidro com aplicação de tinta spray. A escultura retrata o rosto de uma das personagens Lolitas, figura recorrente no universo visual de Devis. Com longos cabelos azuis em movimento, a personagem apresenta um olhar marcante, delineado por maquiagem verde. Duas folhas verdes surgem como orelhas, enquanto asas vermelhas estilizadas se projetam atrás da cabeça, remetendo a uma flor em processo de desabrochar. O conjunto de elementos, o cabelo fluido, as folhas e as asas, sugere a transformação e o renascimento, simbolizando o florescer da vida.

Michael Devis

Michael Devis, artista urbano, ilustrador e designer, mais conhecido como “Devis”, é autodidata e tem contato com a arte desde os 9 anos de idade. Em 1998 teve seu primeiro contato com o Graffiti/Street Art, colocando-o entre as principais gerações deste estilo no Paraná. Atualmente, cria e executa projetos em diversas plataformas de pintura artística.

O Curitibano tem inspiração no estilo de vida das jovens japonesas “LOLITAS”, mesclando o estilo com cartoon. Olhos vibrantes com cílios enormes e os tradicionais cabelos azuis são características fortes da sua personagem, propositalmente apelidada de Lolita.

Hoje, Devis busca a interação da personagem com a linguagem indígena dos povos originários e atributos do dia a dia, de sua vivência, os retratando em sua personagem.
Devis tem sua arte espalhada por 20 países ao redor do mundo e 24 estados brasileiros.

Participou de diversos festivais de múltiplos segmentos e projetos culturais Brasil afora assinando pinturas importantes em Miami, Tokyo e Amsterdã, entre outros. Viveu por 4 anos no Japão, onde pôde colher referências para seu estilo atual.

Serviço:

V MoonShot – Congresso Internacional do IOP
Data: 24 a 26 de setembro de 2026
Local: Museu Oscar Niemeyer (MON), Curitiba (PR)
Inscrições: Gratuitas
https://moonshot.iopeduca.com.br/

Sobre o Grupo Med4U

A Med4U é uma holding que engloba algumas das marcas mais reconhecidas no setor da saúde, oferecendo soluções integradas e inovadoras para pacientes e profissionais. Entre as empresas que fazem parte da Med4U estão o IOP (Instituto de Oncologia do Paraná), o IOP Educa, o IOP Pesquisa, o Valencis, a Spesia e o Oncoville. Também fazem parte a Santé Cancer Center, com unidades em Lages e Caçador, em Santa Catarina, e a Clínica Prognóstica Oncologia, sediada em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Juntas, essas instituições formam um grupo dedicado à excelência no cuidado oncológico, educação e inovação em saúde.

O IOP, a marca mais antiga do grupo, que completou 31 anos de atuação em 2026, continua sendo uma referência no tratamento do câncer. Com quatro sedes em Curitiba (PR), o IOP se destaca por suas parcerias estratégicas, como a aliança com o Hospital São Marcelino Champagnat que oferece um tratamento integrado e a parceria com o Hospital Albert Einstein, em São Paulo, sendo a primeira clínica no sul do Brasil a integrar a Rede Einstein de Oncologia e Hematologia. O IOP também se destaca por ter o mais alto nível de acreditação de qualidade no Paraná (ONA 3).

O IOP oferece tratamentos avançados e humanizados, utilizando tecnologia de ponta e uma abordagem multidisciplinar, que inclui Nutrição, Psicologia, Enfermagem, Farmácia e Educador Físico. Além disso, terapias complementares como cromoterapia, aromaterapia e musicoterapia ajudam a proporcionar um cuidado mais completo e humanizado.

Para mais informações ou para agendar sua consulta, acesse nosso site: https://iop.com.br

IOP: Há 31 anos cultivando histórias, cuidando de pessoas.

Mais informações:

Mateus Leme
Rua Mateus Leme, 2631 B
(41) 3207-9797

Batel
Rua Saldanha Marinho, 1814
(41) 3207-9798

Oncoville
Marginal Rodovia BR-277, 1437
(41) 3099-5800

Hospital São Marcelino Champagnat
Av. Presidente Affonso Camargo, 1399
(41) 3087-7600

Após os 60, o que muda nos exames da mulher? Check-up reúne 41 avaliações

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Após os 60, o que muda nos exames da mulher? Check-up reúne 41 avaliações

Novo painel do LANAC reúne exames relacionados à saúde cardiovascular, metabólica, renal, hormonal, óssea e nutricional para acompanhamento da mulher madura

A chegada aos 60 anos traz mudanças que vão além da menopausa e tornam o acompanhamento da saúde ainda mais importante. Alterações no metabolismo, na massa óssea, nos níveis hormonais e no risco cardiovascular estão entre os pontos que passam a merecer atenção nessa fase da vida. Pensando nesse público, o LANAC – Laboratório de Análises Clínicas acaba de lançar o Check-up Longevidade 60+ Feminino, que reúne 41 itens para uma avaliação laboratorial abrangente.

O painel inclui exames relacionados ao metabolismo e risco cardiovascular, como glicose, hemoglobina glicada, colesterol e triglicerídeos; avaliação das funções renal e hepática; tireoide; ferro e vitaminas; marcadores relacionados à saúde óssea e mineral; além de exames urinários.

Segundo o responsável técnico do LANAC e especialista em bacteriologia, Marcos Kozlowski, a proposta é facilitar um olhar mais amplo sobre a saúde da mulher nessa etapa da vida. “Depois dos 60 anos, algumas alterações podem acontecer de maneira silenciosa. A avaliação laboratorial permite acompanhar diferentes aspectos da saúde e fornece informações que, associadas à consulta e ao histórico da paciente, auxiliam o médico na prevenção e na tomada de decisões”, explica.

Entre os 41 itens estão hemograma completo, glicose, hemoglobina glicada, insulina, perfil lipídico, creatinina, ureia, TSH, T4 livre, ferritina, vitamina B12, vitamina D, cálcio, fósforo, magnésio, PTH e exames urinários, entre outros.

Check-up não substitui acompanhamento médico

Apesar da variedade de exames, Marcos ressalta que não existe uma lista única que seja necessária para todas as mulheres com mais de 60 anos. Histórico familiar, doenças preexistentes, medicamentos utilizados, sintomas e resultados anteriores precisam ser considerados individualmente. “Os exames são ferramentas importantes, mas não devem ser interpretados isoladamente. É o médico quem avalia quais testes são indicados para cada paciente e com que frequência devem ser realizados. O check-up ajuda a reunir informações, mas não substitui a consulta e o acompanhamento médico”, reforça.

Para o especialista, a longevidade também aumenta a importância de acompanhar indicadores ao longo do tempo. “Mais do que identificar uma alteração pontual, ter um histórico permite observar a evolução dos resultados. Envelhecer com qualidade passa também por conhecer o próprio organismo e manter o cuidado preventivo ao longo dos anos”, finaliza Kozlowski.

Com 35 anos de atuação, o LANAC – Laboratório de Análises Clínicas realiza mais de 1,25 milhão de exames por mês e mantém mais de 70 unidades de atendimento em Curitiba e Região Metropolitana, além de atuar no suporte laboratorial a 13 hospitais da região.

Cama de hotel em casa: cinco dicas para deixar o quarto mais confortável

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Cama de hotel em casa: cinco dicas para deixar o quarto mais confortável

Colchão, pillow top, travesseiros e até a forma de arrumar fazem diferença; especialista dá dicas para escolher a cama e reproduzir em casa o conforto encontrado nos hotéis

Quem nunca dormiu em um bom hotel e teve vontade de levar a cama para casa? A sensação de conforto não está em um único elemento. Colchão, camada de conforto, travesseiros, roupa de cama e até a maneira como tudo é organizado ajudam a criar aquela experiência característica dos quartos de hotel.

Segundo Jarbas Carneiro, diretor da Carneiro Colchões Artesanais, um dos principais segredos está no equilíbrio entre sustentação e conforto. “Uma cama pode ter uma superfície macia sem que o colchão inteiro seja macio. A sensação de acolhimento vem principalmente das camadas superiores, enquanto a estrutura interna é responsável por oferecer sustentação ao corpo. É essa combinação que encontramos em uma cama realmente confortável”, explica.

Para quem deseja reproduzir a experiência em casa, o primeiro passo é olhar para o conjunto. Um bom colchão é a base, mas itens como pillow top ou camada de conforto, protetor, lençóis bem ajustados, edredom e travesseiros adequados fazem diferença no resultado.

Cinco dicas para ter uma cama de hotel em casa

  1. Comece pelo colchão: não escolha apenas pela aparência ou pela sensação dos primeiros segundos. Peso, altura, posição em que a pessoa costuma dormir e preferência por maior ou menor firmeza devem ser considerados.
  2. Busque equilíbrio entre firmeza e conforto: colchão duro não é necessariamente sinônimo de boa sustentação. A estrutura interna tem a função de dar suporte ao corpo, enquanto as camadas superiores podem proporcionar uma sensação mais macia e acolhedora. “O ideal é que o corpo fique bem apoiado, sem afundar excessivamente e sem criar pontos desconfortáveis de pressão”, explica Jarbas.
  3. Aposte nas camadas: o pillow top pode proporcionar uma sensação mais acolhedora e ajudar a criar o efeito característico das camas de hotel. Protetor, lençóis bem ajustados e edredom completam essa composição.
  4. Escolha bem os travesseiros: altura e firmeza devem ser compatíveis com a posição de dormir. Ter opções diferentes na cama, como acontece em muitos hotéis, também permite encontrar a mais confortável para cada pessoa.
  5. Capriche na montagem: lençóis bem esticados, edredom volumoso e travesseiros organizados ajudam a criar não apenas conforto, mas também a sensação visual de uma cama convidativa.

E como escolher o colchão?

Antes da compra, Jarbas recomenda experimentar o colchão e evitar decisões baseadas apenas em expressões como “macio” ou “firme”. O que é confortável para uma pessoa pode não funcionar para outra. “Não existe um único colchão perfeito para todo mundo. É preciso considerar o biotipo, a preferência individual e, no caso dos casais, as características dos dois. Por isso, experimentar com calma e entender a composição do colchão é tão importante quanto olhar preço ou acabamento”, afirma.

Outro ponto é observar a qualidade dos materiais e da estrutura interna, fatores que interferem tanto no conforto quanto na durabilidade. Na Carneiro Colchões Artesanais, por exemplo, os produtos têm durabilidade estimada entre 8 e 20 anos e garantia de até 10 anos. Um dos diferenciais está na estrutura de molas: enquanto grande parte dos fabricantes trabalha com 150 a 180 molas ensacadas por metro quadrado, a empresa utiliza 255 molas por metro quadrado, de origem sueca. “A quantidade e a qualidade das molas fazem diferença na sustentação, na resistência e na vida útil do colchão. Por isso, entender o que existe por baixo das camadas de conforto também é importante na hora da escolha”, explica Jarbas.

Segundo ele, a experiência encontrada nos hotéis também é resultado desse conjunto. “Quando alguém diz que gostaria de levar a cama do hotel para casa, muitas vezes está falando de uma experiência completa. A boa notícia é que vários desses elementos podem ser reproduzidos no quarto: uma cama adequada ao usuário, bons travesseiros e um enxoval bem montado já transformam bastante essa sensação”, finaliza.